Rússia resistiu à pressão sem precedentes de sanções por parte do Ocidente, diz Putin

O mandatário russo ressaltou que “a estratégia de guerra-relâmpago econômica falhou”.

Falhou a tentativa do Ocidente de provocar colapso do sistema bancário e criar escassez de produtos na Rússia por meio de sanções, disse nesta segunda-feira (18) o presidente russo Vladimir Putin.

Sem contar na deterioração na qualidade de vida material dos cidadãos europeus, disse o presidente russo em uma reunião.

Tudo foi calculado “para enfraquecer rapidamente a situação financeira e econômica em nosso país, e provocar pânico nos mercados, colapso do sistema bancário e escassez em grande escala de bens em lojas. Mas é seguro dizer que tal política em relação à Rússia falhou”, disse Putin em uma reunião sobre questões socioeconômicas.

O mandatário russo ressaltou que “a estratégia de guerra-relâmpago econômica falhou”.

“Além do mais, as sanções não foram isentas de custos para os próprios iniciadores, refiro-me ao aumento da inflação e do desemprego, à deterioração da dinâmica econômica nos EUA e nos países europeus, ao declínio do nível de vida dos europeus e à desvalorização das suas poupanças. A Rússia, como já disse, resistiu a esta pressão sem precedentes. A situação está se estabilizando”, notou Putin.

O líder russo solicitou ao governo para continuar a expandir seu programa de medidas de emergência para lidar com a pressão ocidental, inclusive acelerando a transição para o comércio exterior em rublos e as moedas dos parceiros comerciais da Rússia.

Rússia conseguiu alcançar uma balança de transações correntes no primeiro trimestre de 2022 de mais de US$ 58 bilhões (cerca de R$ 272 bilhões), sendo este valor “um histórico máximo”, disse Putin.

Atualmente, Moscou e a UE estão em desacordo quanto ao pagamento de futuras entregas de gás, pois Bruxelas rejeitou a exigência de pagamentos em rublos feita por Moscou. O Kremlin diz que moedas como o dólar e o euro ficaram comprometidas pelas sanções e que a Rússia não entregará gás de graça.

“As restrições impostas à Rússia por países hostis, sem dúvida, têm afetado as possibilidades de nossos negócios, complicado a logística de entrega em exportação e importação, e criado obstáculos para o pagamento. É necessário ajudar os empresários a resolver estes problemas, especialmente acelerando a transição do comércio exterior ao processamento dos pagamentos em rublos e em moedas nacionais de países que são parceiros comerciais confiáveis”, disse ele.

Fonte: Sputnik

CN

4 dicas de como limpar e conservar calçados de borracha

Deixar os calçados como chinelo, babuche, tênis e slide de molho antes de realizar a lavagem é uma boa forma de higienizá-los sem causar danos ao material

Os calçados de borracha já fazem parte da lista de itens essenciais no vestuário. Confortáveis, práticos, democráticos e conectados com o clima tropical do Brasil, as peças são usadas tanto fora quanto dentro de casa, ajudando a compor visuais que agradam aos mais diferentes estilos.

Tanto é que a busca por chinelos, um dos clássicos modelos de calçados de borracha, apresentou crescimento de 78,6% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período no ano passado — de acordo com um levantamento da Rede, empresa de meio de pagamentos do Itaú Unibanco.

Como são itens usados frequentemente, eles acabam acumulando sujeira e necessitando de uma boa higienização. Para garantir mais durabilidade ao material, os calçados de borracha termoplástica – Termoplastic Rubber (TR) – como babuche, slide e tênis, precisam de cuidados específicos, assim como acontece com outras peças do vestuário.

Deixe os calçados de molho

Existem diversas formas de higienizar os calçados de TR, mas é preciso ter em mente que algumas delas podem danificar o material e sua estrutura. Usar a máquina de lavar, por exemplo, é uma das práticas mais comuns, porém devido ao atrito que o aparelho pode causar, não é o método mais indicado.

Uma das formas mais eficazes de higienizar os calçados de borracha, sem causar danos a peça, é deixá-los de molho por alguns minutos. Para isso, é necessário separar um balde ou uma bacia com água morna e um pouco de sabão.

Os itens devem ser mergulhados no recipiente, de tal forma que fiquem cobertos por água. Para facilitar o processo, pode ser interessante utilizar algum objeto para fazer peso sobre os calçados e deixá-los submersos.

Use sabão em barra e escova ou esponja

Após deixar os calçados de molho, o uso de sabão em barra e uma escova ou esponja podem ajudar. Esse processo irá auxiliar na remoção de manchas que porventura não tenham saído na etapa anterior.

Para higienizar, basta pegar os itens ainda úmidos e esfregar cuidadosamente com a escova ou esponja. Caso a sujeira esteja muito profunda, é possível utilizar produtos de limpeza com material abrasivo, mas tomando cuidado para não danificar o calçado.

Vale lembrar que algumas peças apresentam detalhes delicados ou até mesmo glitter. Nesses casos, o uso de escova ou esponja não é o mais indicado e sim um pano úmido.

Aposte em receitas caseiras para tirar odores

Quem tem problema com odores fortes nos pés pode apostar em receitas caseiras para eliminar o cheiro de calçados em geral.

O vinagre e o bicarbonato de sódio, por exemplo, são uns dos ingredientes mais utilizados para auxiliar nesse processo. A ideia é realizar uma mistura com um pouco de cada produto, aplicar sobre o calçado e deixar agir durante alguns minutos.

Vale lembrar que também é possível usar o bicarbonato sozinho para eliminar odores. Nesse caso, basta aplicar uma colher do produto dentro do calçado e deixar atuar por 24 horas.

Deixe os calçados secarem ao ar livre e na sombra

A secagem é uma etapa da higienização que nem sempre recebe a atenção necessária. A recomendação é, após lavar bem e retirar todas as manchas e odores do calçado, reservá-lo em um ambiente arejado com sombra.

Embora a presença do sol possa ajudar a secar os itens mais rápido, essa exposição, principalmente se for feita recorrentemente e direta, pode causar danos ao produto. Sendo assim, a melhor opção é deixar o calçado secando ao ar livre na sombra, podendo ser no quintal, varal ou até próximo a uma janela.

Fonte: Assessoria

CN

Tecnologia auxilia na gestão de pessoas

Trabalho híbrido, controle de ponto digital e administração de pessoal com inteligência artificial (IA) são exemplos de inovação no setor.

As empresas contemporâneas têm estabelecido novas relações com suas equipes, o que demanda utilizar ferramentas inovadoras de gestão de pessoal. A tecnologia da informação atua de maneira cada vez mais inteligente nos processos produtivos, e o setor de recursos humanos (RH) deve ser impulsionado por algumas tendências, como o trabalho híbrido, o controle de ponto digital e a administração de pessoal com inteligência artificial (IA).

Segundo pesquisa da Gartner, apesar do trabalho híbrido não ser regra, 92% dos profissionais esperam que suas equipes atuem de forma híbrida daqui para frente. Foram entrevistados mais de 500 líderes de RH para avaliar suas prioridades para 2022. Entre elas, estão fatores como a adaptação para o home office, a nova reestruturação para o formato híbrido de trabalho e a identificação das tendências para o setor.

A importância do papel da tecnologia no futuro do trabalho ficou evidenciada em um relatório produzido pela Oracle. De acordo com o levantamento, uma das descobertas foi que 85% dos entrevistados querem que a tecnologia os auxilie a definir o seu futuro. Em parceria com a Workplace Intelligence, foram entrevistados mais de 14 mil funcionários, gerentes, líderes de RH e executivos C-Suite em 13 países, incluindo o Brasil.

Inteligência artificial

A inteligência artificial é a capacidade das máquinas aprenderem e desenvolverem trajetórias a serem seguidas nos processos automatizados. Trata-se de um recurso que se tornou fundamental para analisar padrões de comportamentos em empresas, considerados úteis nas tomadas de decisões.

Com a IA, os processos de contratação, por exemplo, se tornam mais rápidos e eficazes. Isso porque os robôs são capazes de executar tarefas simples e comuns por meio de algoritmos. A automação de contratos ainda reduz a burocracia e fornece uniformidade ao sistema.

Outro aspecto deve ser considerado. O alto número de dados gerados em uma empresa demanda o uso de ferramentas que permitam análise e organização. Softwares com inteligência artificial usam bancos de dados para sugerir análises mais detalhadas e profundas, que podem contribuir com inovação e eficiência nos processos de trabalho.

A análise de dados passa a ser vital no universo dos negócios, inclusive no setor de recursos humanos. Como uma parte significativa das atividades do RH se resume à coleta de dados, a IA contribui graças à sua capacidade de filtrar informações conforme a relevância. Esse procedimento economiza tempo e esforço, e a equipe de RH pode se concentrar em outras atividades estratégicas e de caráter humano.

Vale ressaltar que o uso de IA no setor de recursos humanos não significa substituição de humanos por máquinas ou computadores. O trabalho no dia a dia segue sendo desenvolvido por pessoas, sendo a tecnologia um suporte inovador para a tomada de decisões e organização de atividades.

Tecnologia para o RH e controle de ponto

Em fevereiro de 2022 entrou em vigor a Portaria Nº. 671/2021 do Ministério do Trabalho e Previdência que, entre outras medidas, regulamenta o controle de jornada eletrônico.

O dispositivo autoriza o uso de softwares coletores de marcações de ponto, desde que certificados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Os programas podem ser executados em nuvem ou em servidores dedicados.

A computação em nuvem e a conectividade são recursos que possibilitam uma gestão otimizada de pessoas. Funcionários podem trabalhar de maneira remota sem que isso interfira em seu desempenho, e gestores podem lançar mão de otimização de tempo e espaço como as reuniões feitas por videoconferências.

O controle da jornada dos profissionais de uma empresa, por exemplo, é algo que faz parte da rotina do setor de gestão de pessoas. Manter a organização da folha de ponto é essencial para que o registro de horários seja feito da maneira correta. Além disso, é fundamental para que a empresa respeite a lei sobre controle de ponto e evite problemas judiciais.

Com as novas tecnologias especializadas, é possível que os funcionários façam o registro do início e do fim da jornada de trabalho, dentro e fora do escritório, de maneira eficaz e precisa. Essas opções têm sido cada vez mais utilizadas pelas organizações, já que atendem todos os modelos de trabalho.

Há algumas principais formas tecnológicas de se fazer o controle de ponto presencial. Uma delas é o uso de sistemas com detecção de impressões digitais, chamados biométricos. Outra é a leitura por proximidade RFID, que utiliza cartões de PVC, chaveiros ou pulseiras. É possível ainda usar o escaneamento de QR Code.

Mais uma opção atual é a geolocalização, uma forma de controle de ponto on-line que permite ao gestor saber de onde o colaborador faz o registro de horas trabalhadas. Além dela, pode-se usar o software de Departamento Pessoal e RH, um sistema que inclui relógio de ponto, diferentes alternativas para o registro de horário, além de outras funções.

Fonte: Assessoria

CN

Luizinho Goebel acompanha obras de recapeamento asfáltico em Vilhena

Projeto “Tchau Poeira” atenderá a cidade com 30 Km de recapeamento e 9 Km de asfalto novo.

Na tarde desta quinta-feira (14) o deputado estadual Luizinho Goebel (PSC) esteve no município de Vilhena acompanhando as obras de 30 Km de  Recapeamento Asfáltico em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), e 9 Km de asfalto novo realizados através do programa “Tchau Poeira” sobre as vias pavimentadas de ruas e avenidas.

A obra que está sendo executada pelo Governo do Estado através do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), contribuiu para um trânsito seguro nas ruas e avenidas da cidade, com a melhora da mobilidade urbana e mais qualidade de vida para os vilhenenses.

Segundo o parlamentar, a obra é fruto de indicação de sua autoria junto ao Governo do Estado. Ele comemora o andamento das obras e agradece ao Governo do Estado pelo início das obras e explica a importância em atender as reivindicações da população vilhenense. 

“A população trabalhadora de Vilhena merece ser beneficiada com recursos estaduais, melhorando a infraestrutura da cidade e levando mais tranquilidade e agilidade para todos os municípios do Cone Sul e do Estado”, frisou Goebel.

Texto e foto: Assessoria

CN

Ministro detalha motivos para decretar fim da emergência sanitária

Queiroga garante que nenhuma política de saúde será interrompida.

Um dia depois de anunciar em pronunciamento oficial em rádio e TV que o Ministério da Saúde vai declarar o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) relacionada à covid-19 no Brasil, o ministro Marcelo Queiroga detalhou nesta segunda-feira (18) a decisão da pasta. “A covid não acabou e não vai acabar, e nós precisamos conviver com essa doença e com esse vírus. Felizmente, parece que o vírus tem perdido a força, tem perdido a letalidade, e cada dia nós vislumbramos um período pós-pandêmico mais próximo de todo mundo”, disse o ministro em entrevista coletiva hoje.

O ministro garantiu que haverá um período de transição, e que mesmo com o fim da emergência sanitária “nenhuma política de saúde será interrompida”.

Queiroga disse que nos próximos dias uma portaria com os argumentos que fundamentam a medida será publicada no Diário Oficial da União. Um deles é a queda expressiva dos casos e dos óbitos provocados pela covid-19 nos últimos 15 dias. O ministro destacou a ampla cobertura vacinal da população, com mais de 70% com o esquema vacinal completo com duas doses e mais de 77 milhões de pessoas – 39% da população – já receberam a dose de reforço contra o coronavírus.

Outro aspecto considerado para o fim da emergência sanitária é a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atender não só os casos de covid-19, mas também as doenças prevalentes que, segundo o ministro, “foram negligenciadas durante os períodos de picos da covid”. Na lista de justificativas do ministro da Saúde há ainda a capacidade de vigilância epidemiológica e genômica brasileiras.

Impacto

Na prática, a decisão flexibiliza um conjunto de medidas não farmacológicas, como uso de máscaras, tomadas desde o início da pandemia para a prevenção da covid-19. A partir da publicação da portaria, também serão alterados critérios que facilitam a compra de insumos médicos sem licitação.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, lembrou que normas editadas durante a pandemia tiveram sua validade vinculada à duração da Espin. “Todas as flexibilizações de contratação, agilidade para fazer compra de vacina, não decorrem de poderes especificamente da Espin, mas de leis editadas que tiveram posteriormente sua validade vinculada à vigência da Espin”, disse.

O número dois da Saúde acrescentou que a declaração do fim da Espin tem dois pilares. A transição para adaptação de normas e leis à nova realidade, e a continuidade do monitoramento da situação epidemiológica, em conjunto com entes da federação.

CoronaVac

Durante a coletiva autoridades do Ministério da Saúde esclareceram que a pasta já pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que mantenha por até 365 dias a autorização de uso emergencial de insumos usados no enfrentamento à covid, como a vacina CoronaVac.

Histórico

estado de emergência foi decretado pelo governo federal em fevereiro de 2020, antes da confirmação do primeiro caso de covid-19 no país. A portaria diminuiu a burocracia para enfrentar a doença e permitiu, entre outras coisas, que a Secretaria de Vigilância em Saúde fizesse a contratação temporária de profissionais para a atuar na linha de frente de combate à covid-19, aquisição de bens e contratação de serviços.

OMS

Apesar da queda do número de contágios e óbitos pelo coronavírus – com o menor número de mortes no mundo desde o início da pandemia na semana passada -, o Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a covid-19 “representa um risco contínuo de propagação internacional e requer uma resposta internacional coordenada”.

A organização manteve a emergência internacional sob o argumento de que muitos países ainda não atingiram uma taxa de vacinação segura. “A melhor maneira para se proteger é se vacinando e tomando a dose de reforço quando recomendada. Continue usando máscara – especialmente em aglomerações em ambientes fechados”, disse na semana passada Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS.

Em nota divulgada na quarta-feira (13), a OMS destacou que o “comportamento imprevisível do SARS-CoV-2 e as respostas nacionais insuficientes contribuem com a continuidade do contexto de pandemia global”.

Ainda segundo o documento, “o comitê concordou por unanimidade que a pandemia de covid-19 ainda constitui um evento extraordinário que continua a afetar negativamente a saúde das populações em todo o mundo, representa um risco contínuo de disseminação interferência no tráfego internacional e requer uma resposta internacional coordenada”.

Para a entidade, a redução de casos e mortes não significam um “risco menor” do vírus, que continua a evoluir e a sofrer mutações.

Por Karine Melo

CN

“Há um golpe de estado em preparação neste país”

Em artigo forte, o respeitado jornalista J.R. Guzzo alerta: “Estão querendo virar a mesa”.

O jornalista José Roberto Guzzo é, sem dúvida, uma verdadeira reserva moral da imprensa brasileira. Uma estrela que brilha num universo repleto de figuras medíocres.

Atualmente, Guzzo escreve semanalmente para a Revista Oeste, uma das poucas publicações no país que não se rendeu ao domínio dos jornalistas militantes de esquerda.

No artigo publicado esta semana, sob o título “Estão querendo virar a mesa”, Guzzo alerta sobre um golpe de estado que estaria em preparação no país, com um objetivo bem claro, evitar o segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro.

Eis o texto:

“Há um golpe de Estado em preparação neste país e neste momento, pouco a pouco e passo a passo. Não se trata do velho golpe militar de sempre, com tanque de guerra, paraquedista do Exército e pata de cavalo. Também não será dado por uma junta de generais de quepe, óculos escuros e o peito cheio de medalhas, que ocupa a central telefônica, o prédio do correio e a usina de energia elétrica. Trata-se, aqui, de um golpe em câmara lenta, a ser organizado na frente de todo mundo e executado, justamente, pelos que se apresentam ao público como os grandes defensores da democracia, do Estado de direito e do poder civil — e que, no Brasil de hoje, se sentem angustiados com a ameaça de perderem os confortos que têm. É gente que vem com uma doutrina destes nossos tempos, e talhada exatamente para a situação do Brasil de hoje. Para salvar a democracia, dizem os seus pregadores, é preciso ignorar as regras da democracia e anular, de um jeito ou de outro, os resultados da eleição presidencial que será feita em outubro próximo através do voto popular — conforme for esse resultado, é claro. Ou seja: para haver democracia, é preciso que não haja democracia.

De acordo com essa maneira de ver a política de hoje, eleições realmente livres são um perigo; podem ser usadas por antidemocratas para chegarem ao governo, ou se manterem lá. Em seguida, eles conseguem uma maioria no Congresso e aprovam as leis que querem — aquelas, aliás, que defenderam durante a sua campanha eleitoral e que tiveram o apoio de um eleitorado incapaz de decidir, por seu despreparo e outros vícios, o que é efetivamente bom para o interesse nacional. Vão nomear ministros para o Supremo Tribunal Federal e para os tribunais superiores que formam a cúpula do Poder Judiciário, em substituição aos que tiverem de se aposentar pela lei. Vão governar o Brasil dentro de uma visão que parece democrática, porque foi aprovada pela maioria dos eleitores brasileiros — mas que, na verdade, é contra a democracia, por defender ‘pautas’ conservadoras que não se encaixam no modelo de sociedade democrática considerado correto pelos gestores dessa doutrina. São nada menos que ‘o inimigo’, como disse textualmente o ministro Luís Riberto Barroso, do STF, numa palestra nos Estados Unidos, enquanto “nós somos a democracia”. (Leia as prodigiosas declarações do ministro, com mais detalhes, na matéria anterior.) Não podem, portanto, governar o país — e se, para impedir que governem, for preciso bloquear, degenerar ou falsificar as eleições, pior para as eleições. Vontade da maioria, nessa visão moderna das coisas, não é tudo. Deve estar subordinada ao valor mais alto que é a salvação da verdadeira democracia, tal como ela é entendida segundo as suas novas regras.

Esse golpe está sendo montado pelos inimigos do presidente da República e tem o objetivo de impedir que ele seja reeleito para um novo mandato de quatro anos. A ideia geral é dar a vitória para o seu único adversário real na eleição, o ex-presidente Lula –— ou, se isso não for possível, pelo desenrolar dos acontecimentos, então que o governo vá para qualquer outra pessoa, ou para qualquer outra coisa, desde que não seja ‘Ele’. Não utilizam essas palavras, é claro, mas também está claro que é exatamente isso o que estão fazendo. A operação é tocada em público. Seus principais agentes são os ministros do Supremo Tribunal Federal e do alto aparelho judiciário de Brasília. Logo em seguida vêm os políticos do Brasil velho, bichado e inimigo do progresso — dos túmulos do PSDB a José Sarney, dos que querem roubar e estão em síndrome de abstinência, dos parasitas da máquina estatal, dos fracassados que precisam voltar ao governo e afastar o risco de perderem o resto de suas carreiras. O golpe é apoiado abertamente pela maior parte da mídia — tanto os jornalistas como seus patrões. Traz consigo, ainda, o consórcio nacional formado pelos empreiteiros de obras públicas, os empresários-pirata, os ladrões em geral, as classes intelectuais, as empresas aflitas com as questões de ‘gênero’, raça e sustentabilidade, os artistas de novela e os banqueiros de esquerda. Para eles, de duas uma: ou é Lula, ou então é qualquer solução que não seja Jair Bolsonaro. E se, no fim de todas as contas e apesar de todos os esforços, não der certo? Aí vai ser feito tudo para impedir que ele governe o Brasil e execute os projetos que a maioria do eleitorado aprova.

Um sinal deste golpe em armação, entre outros tantos, é a pescaria em água suja que começa a ser feita com o altíssimo propósito de melhorar as instituições. Entram aí a conversa que você tem ouvido a respeito de diminuir os poderes do presidente, para neutralizar na medida do possível os resultados das eleições, ou de tornar mais fácil o impeachment presidencial, o que é muito útil no caso do seu adversário ganhar. As duas ideias são multiuso, ou seja, servem para todas as circunstâncias. Se a maioria do eleitorado escolher Bolsonaro em outubro, os agentes do golpe transformam os projetos em prioridade absoluta — como fazem com essas CPIs delinquentes que criam do nada, na tentativa de impedir que o governo governe. Se o vencedor for Lula, ambos os assuntos são automaticamente esquecidos; ninguém vai insistir em levar adiante nem um e nem outro. É certo que, pela atual composição da Câmara de Deputados, essas coisas são de aprovação muito difícil. É certo, também, que o ministro Barroso, um propagador destacado da amputação dos poderes do presidente, diz que isso não seria para a próxima eleição, e sim para o futuro. Tudo bem, mas por que essa discussão tem de começar justo agora? Falar em mudança de regras seis meses antes da eleição nunca é coisa bem-intencionada — nunca, mesmo que não dê em nada.

Outra trapaça é a tentativa de abrir uma ‘CPI da Educação’, como houve a ‘CPI da Covid’, que ficou nas primeiras páginas e no horário nobre durante seis meses seguidos, acusou Bolsonaro de nove crimes diferentes e, no fim, não conseguiu gerar uma única e miserável queixa na polícia. Desta vez a desculpa é ‘investigar a corrupção no Ministério da Educação’. Não importa se há ou não há corrupção no Ministério da Educação, ou em qualquer outro lugar, e menos ainda se a CPI vai dar ou não na descoberta de algum delito real. O que importa, unicamente, é fornecer à mídia a oportunidade de ficar exibindo aos gritos, todos os dias, ‘denúncias de corrupção’ contra o ‘governo Bolsonaro’ — daqui até o dia da eleição. No caso da “Covid”, que foi uma agressão tão grosseira como essa, o presidente do Senado não queria abrir CPI nenhuma. O ministro Barroso ordenou que abrisse, com objetivos francamente políticos — uma interferência direta nos direitos do Poder Legislativo, aceita sem um pio pela presidência da casa e pelos demais senadores. Barroso mandou abrir uma CPI contra Bolsonaro uma primeira vez. Pode muito bem mandar abrir uma segunda, queira ou não queira o presidente do Senado — uma nulidade que, quando se fala em Supremo, morre de medo até do homem do cafezinho. Se não for Barroso, pode ser outro ministro qualquer.

Essa ‘CPI da Educação’ começou da pior forma possível, com falsificação de assinaturas e a histeria habitual do senador (do Amapá, para se ter uma ideia da seriedade da coisa toda) que a propôs. Como a discussão da reforma “institucional”, a ‘CPI’ pode dar em coisa nenhuma — mas mostra o extremo empenho das tentativas de demolir a candidatura do presidente. Bem mais concreta é a ofensiva para socar em cima do Brasil, a qualquer custo, medidas de repressão policial contra as chamadas ‘fake news’ nas redes sociais — na verdade, uma agressão direta à liberdade de expressão, com o objetivo declarado de censurar as mensagens de ‘direita’ e prejudicar a campanha eleitoral de Bolsonaro. As redes são o único meio de comunicação para ele — a mídia tradicional é sua inimiga de morte desde a campanha de 2018, e continuará sendo. O que lhe sobram são as redes; é contra as redes, portanto, que se dirige a repressão. Naturalmente, vende-se a ideia do combate às ‘notícias falsas’ como um gesto de ‘defesa da democracia’. É exatamente o contrário. Quem vai decidir que uma notícia é ‘falsa’ e, portanto, deve ser punida? O ministro Alexandre de Moraes e seu inquérito perpétuo, e rigorosamente ilegal, contra as ‘fake news’ e os ‘atos antidemocráticos’? A mera ideia é absurda. O ministro Ricardo Lewandowski? O Superior Tribunal Eleitoral? Aí é até pior. O STE, além de contar com a presença dos mesmos Moraes e Lewandowski, é presidido pelo ministro Edson Fachin, que anulou as quatro ações penais contra Lula — incluindo suas condenações pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, em terceira e última instância, e por nove juízes diferentes.

A imprensa, por sua vez, defende cada vez mais abertamente algo tão parecido com um golpe de Estado, mas tão parecido, que não dá mais para notar a diferença. É o que se vê com a constante e maciça pregação segundo a qual Bolsonaro não “tem condições” de ser presidente da República, que ‘o país não aguenta’ um segundo mandato, que ‘a democracia não vai sobreviver’ à sua vitória etc. etc. etc. Há, nessa campanha, a negação pura, simples e permanente de fatos objetivos. Além do mais, quem quer votar em Bolsonaro é descrito como fanático, inimigo da democracia e incapaz de exercer, por deficiência mental ou moral, o direito de voto — ou a liberdade de escolher um candidato de sua preferência. Não se admite mais na mídia, simplesmente, que seja lícito votar em Bolsonaro. É como se os 58 milhões de brasileiros que votaram nele em 2018 não tivessem a qualificação necessária para agir como cidadãos. Na verdade, não se vê nada de parecido na imprensa desde a campanha de Carlos Lacerda, patrono-mor da direita nacional, contra Getúlio Vargas, santo padroeiro da esquerda, na eleição presidencial de 1950. ‘Não pode ser candidato’, dizia Lacerda. ‘Se for candidato, não pode ser eleito. Se for eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar’. Qual a diferença?

A chave de tudo, porém, está no Supremo. A impressão que se tem, pelos fatos ocorridos em público até agora, é que o STF dará, sim, um golpe de Estado para impedir um segundo mandato de Bolsonaro — caso chegue à conclusão que pode dar esse golpe, ou seja, se tiver certeza de que todo mundo vai baixar a cabeça se os ministros virarem a mesa. Só não dará se achar que não consegue. Não há nada de tão extraordinário assim nesse cenário. Fachin anulou todas as condenações de Lula, no que foi possivelmente o ato mais insano da história do Poder Judiciário no Brasil, porque achou, e com toda a razão, que podia fazer isso sem a oposição real de ninguém. Alexandre de Moraes acha que pode ir dobrando a aposta em seu inquérito ilegal — porque comete absurdo em cima de absurdo contra as leis em vigor no Brasil, a começar pela Constituição Federal, e ninguém, nem o Congresso, nem o próprio Judiciário, diz nada contra as suas decisões. O fato é que a respeito de Fachin, Moraes, Lewandowski e Barroso sempre se pode esperar o pior possível; pensando no conjunto da obra dos quatro, é possível que aconteça pior do que se espera. O resto não melhora as coisas em nada. Basta fazer a conta mais óbvia de todas. Dos 11 atuais ministros do STF, sete foram nomeados por Lula e Dilma. Dos quatro restantes, um é Gilmar Mendes e o outro é Alexandre de Moraes. Qual a imparcialidade que se pode esperar, honestamente, de um grupo como esse?”

Fonte: JCO

CN

Convidado para entrevista, Doria dá cano e vira motivo de chacota ao vivo em programa de TV (veja o vídeo)

A atitude foi combustível para os apresentadores e participantes do programa, conhecidos pelo humor e o sarcasmo.

O ex-governador de São Paulo, João Doria Jr., (PSDB-SP) faltou ao Pânico na Pan na última quarta-feira (13). Ele era o entrevistado principal do programa, exibido na TV Jovem Pan News e nas rádio que retransmitem a programação da emissora em todo o Brasil.

O motivo alegado e informado somente de última hora, é que ele estaria em uma reunião, e que poderia comparecer somente no próximo dia 1º de maio.

A atitude foi combustível para os apresentadores e participantes do programa, conhecidos pelo humor e o sarcasmo. Emílio Surita, o âncora do matinal, tirou onda de Doria:

“O nosso programa agendado aqui era com o João Doria Jr. O nosso ‘calcinha’, que acabou nos dando um belo bolo, mas como somos pessoas evoluídas, mais espiritualizadas, não guardaremos rancor deste pequeno chapéu que tomamos aqui”, disse o jornalista enquanto exibia o famoso vídeo de Doria dançando.

Assim, o ‘calcinha apertada’ que é o pré-candidato à presidência, considerado a última esperança da chamada ‘terceira via’, segue cometendo suas gafes e se afunda cada vez mais em sua curtíssima aventura política, prestes a ser enterrada para sempre.

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

CN

Primeira edição do “Estação Turismo” começa nesta segunda-feira (18) em Porto Velho

Evento vai discutir e apresentar projetos para o segmento.

Evento ofertará treinamento e capacitações para o trade turístico na capital

Em mais um ato de promoção ao setor turístico de Porto Velho, a Prefeitura realiza a primeira edição do “Estação Turismo” a partir desta segunda-feira (18). O evento vai ocorrer entre os dias 18 e 30 de abril na sala de eventos do Porto Velho Shopping.

Organizado pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), o evento também marcará o lançamento da campanha promocional de turismo na capital, denominada “O Melhor de PVH – Terra de Bravos Pioneiros”.

O “Estação Turismo” consistirá em três espaços com distribuição gratuita do material promocional de turismo, exposição do projeto “Rotas e Circuitos” e uma extensa programação com palestras, treinamentos e capacitações para o trade turístico de Porto Velho.

O evento contará, ainda, com um minicurso em inglês e espanhol instrumental para motoristas de mobilidade urbana e atendentes do Porto Velho Shopping.

Na programação, estão previstos dois momentos de governança, uma reunião com o Conselho Municipal de Turismo para apresentação de trabalhos realizados em 2021 e uma reunião com o Conselho Empresarial de Turismo, organizada pela Federação do Comércio de Bens e Serviços (Fecomércio).

O projeto “Estação Turismo” é mais uma ação de fomento ao setor turístico da capital que busca fortalecer Porto Velho no hall de destinos turísticos da região, gerando renda e fomento à cadeia produtiva.

A abertura do evento nesta segunda será a partir das 19h, com um coquetel de lançamento para imprensa, parceiros e convidados.

PROJETO CIRCUITOS E ROTAS

Na ocasião, a Semdestur vai conduzir as apresentações de todos os circuitos que integram o projeto “Circuitos e Rotas Turísticas”. No espaço será possível revisitar as rotas culturais e rota dos arigós, por meio de imagens e informações que vão enriquecer o layout do espaço.

Fonte: SMC | Texto: Semdestur

CN

PRF divulga ocorrências com motoristas embriagados durante Operação Semana Santa

Em 2022 também houve aumento de acidentes de trânsito nas rodovias do estado, em Rondônia o aumento foi de 145%.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgou na manhã desta segunda-feira (18) o balanço da Operação Semana Santa que ocorreu entre os dias 14 a 17, em Rondônia. Segundo a corporação, houve aumento de ocorrências envolvendo motoristas dirigindo sob efeito de álcool.

Durante a operação, mais de 3 mil pessoas e 2551 veículos foram fiscalizados. Entre as infrações cometidas estão:

Alcoolemia; 33 casos – aumento de 145%;
Não utilização dos dispositivos de transporte de crianças; 44 infrações – acréscimo em 37,5%;
Ultrapassagem em locais proibidos; 94 multas – aumento de 14%.

Além disso, houve expressiva diminuição na ocorrência da ausência uso de cinto de segurança. Foram 107 flagrantes, que representam diminuição de 42% em relação ao mesmo período em 2021.

Ainda de acordo com a PRF, em 2022 também houve aumento de acidentes de trânsito nas rodovias do estado. Foram 15 ocorrências, em 2021 foram 8. Apesar da elevação, o número absoluto de vítimas permaneceu estável. Neste ano 4 pessoas ficaram feridas. E 2 óbitos foram registrados em decorrência de capotamento ocorrido no Distrito de Extrema, na manhã de domingo (17). Em 2021, houve 3 feridos e 1 óbito.

Além disso, a PRF apreendeu 42 Kg de cocaína, resultando em prejuízo aproximado de R$ 5 milhões ao crime organizado. Também foram efetuadas 21 prisões, sendo 7 dessas por crimes de trânsito.

Fonte: PRF

CN

Vejam como pedir saque de até R$ 1 mil no FGTS

Quem não tiver depósito automático deve pedir liberação.

Na próxima quarta-feira (20), a Caixa Econômica Federal começará a liberar o saque de até R$ 1 mil das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pelo calendário divulgado há um mês, a liberação dos recursos começará pelos trabalhadores nascidos em janeiro  e segue até 15 de junho, quando recebem os nascidos em dezembro.

O trabalhador precisará ficar atento. A maioria dos cerca de 42 milhões de trabalhadores receberá o dinheiro automaticamente, na conta poupança social digital da Caixa. No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, o trabalhador terá de pedir a liberação dos recursos.

Todo o processo para pedir o saque será informatizado. O trabalhador não precisará ir à agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserindo os dados pedidos.

Outro ponto a que o trabalhador precisa ficar atento é a retirada do dinheiro. Os recursos estarão disponíveis até 15 de dezembro e voltarão para a conta vinculada do FGTS depois dessa data, caso o dinheiro não seja gasto, retirado ou transferido para uma conta corrente.

Os valores só podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas e a realização de compras virtuais em estabelecimentos não conveniados. O Caixa Tem também permite o saque em caixas eletrônicos e a transferência para a conta de terceiros. O dinheiro não movimentado será restituído ao FGTS, com correção pelo rendimento do Fundo de Garantia correspondente ao período em que ficou parado na conta poupança digital.

Consulta

Para saber se receberá automaticamente o dinheiro, o trabalhador precisa fazer uma consulta. O processo pode ser feito tanto no site fgts.caixa.gov.br quanto no aplicativo FGTS. O site informa apenas a data da liberação e se o crédito será feito de forma automática. O aplicativo tem mais funcionalidades, como a consulta aos valores, a atualização dos dados da conta poupança digital e o pedido para desfazer o crédito e manter o dinheiro na conta do FGTS.

Confira o passo a passo da consulta:

Pelo site
•     Acesse o site www.fgts.caixa.gov.br
•     Na página inicial, escolha a opção “Saque Extraordinário do FGTS” e clique em “Consulte aqui”
•     Informe o CPF ou o número do PIS
•     Clique em “Não sou um robô”, selecione as imagens pedidas pelo sistema e clique em “Verificar”
•     Informe a senha usada para consultar o extrato do FGTS. Caso o trabalhador não se lembre ou não a tenha, clique em “Cadastrar/recuperar senha”
•     Cadastre seu número de celular para receber SMS com atualizações sobre o saque. Se não quiser receber mensagens, basta clicar em “Não quero receber Extrato FGTS e notificações em meu celular”
•     Por fim, aparecerá uma mensagem informando se você tem direito ao saque do FGTS, a data da liberação do dinheiro e como será feita essa retirada

Pelo aplicativo
•     Atualize ou baixe o aplicativo FGTS no dispositivo móvel
•     Entre no aplicativo
•     Clique em “Continuar” quando o sistema perguntar se pode usar caixa.gov.br
•     Informe o CPF
•     Clique em “Não sou um robô”, selecione as imagens pedidas pelo sistema e clique em “Verificar”
•     Informe a senha usada para consultar o extrato do FGTS e clique em “Entrar”
•     Após mensagem com informações sobre o saque extraordinário do FGTS, clique em “Entendi”
•     Na tela inicial, clique em “Saque Extraordinário”, no quadro laranja
•     Na tela seguinte, aparecerá o valor disponível para saque
•     Clique em “Ver contas FGTS liberadas” para saber de que contas o valor está sendo liberado
•     Na próxima tela, aparecerá a quantia disponível para saque
•     Caso o pagamento seja automático, o aplicativo informará a data e o modo de retirada

Como pedir o saque pelo aplicativo em caso de depósito não automático
•     O próprio aplicativo pedirá que o trabalhador faça o pedido de saque, bastando clicar no botão “Solicitar saque”, de cor laranja
•     Clique em “Confirmar” para autorizar a abertura de conta poupança social da Caixa em seu nome. Essa é a única opção para receber os recursos do FGTS
•     Aparecerá a seguinte mensagem: “A Caixa irá processar a solicitação e caso esteja tudo certo, o valor será creditado em sua conta”

Confira o calendário:

Mês de nascimentoData da liberação
Janeiro20 de abril
Fevereiro30 de abril
Março4 de maio
Abril 11 de maio
Maio14 de maio
Junho  18 de maio
Julho21 de maio
Agosto 25 de maio
Setembro28 de maio
Outubro1º de junho
Novembro 8 de junho
Dezembro15 de junho

Por Wellton Máximo

CN