Mauro Cid diz algo que pode atingir Bolsonaro em cheio, mas a verdade logo vem à tona

Nesta quarta-feira (19), uma nova informação afirma que o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid disse à Polícia Federal que teria entregado uma parte do dinheiro da venda das joias em mãos ao ex-presidente durante uma viagem oficial a Nova York.

Segundo ele, os recursos teria sido entregues em espécie em setembro de 2022, quando Bolsonaro estava na cidade americana para fazer aquele que seria seu último discurso como presidente brasileiro na Assembleia-Geral da ONU.

Porém, o advogado e assessor de imprensa de Bolsonaro, Fábio Wajngarten, disse que o ex-presidente nega com veemência ter mandado vender ou recebido dinheiro da suposta venda de joias. Para Wajngarten, Mauro Cid foi pressionado a fechar o acordo de delação premiada com a PF porque estava preso à época, sem poder sequer receber familiares.

“Quem acusa tem que provar”, afirmou o advogado.

Cid recentemente estava detido após a revelação de gravações nas quais ele afirma que a Polícia Federal (PF) o pressionou para validar uma narrativa. No mesmo áudio, ele criticou a conduta de Moraes em relação aos inquéritos sigilosos afirmando que o ministro já possuía “a sentença pronta”.

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