Segundo a Semusa, público com comorbidades precisam comprovar doença para receber vacina

Os novos protocolos são exigidos pelo MS, e documentos que atestam as comorbidades só serão aceitos se tiverem sido emitidos a partir de 2019

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), segue com o Plano Nacional de Imunização (PNI), para o público de pessoas com comorbidades. O atendimento cumpre orientações da nota técnica 467/2021, do Ministério da Saúde (MS), que subdivide este grupo em duas partes. A parte um deste segmento está sendo atendida nesta fase de imunização.

A nota técnica do MS informa que são atendidas nesta fase o seguinte grupo:

– Pessoas com Síndrome de Down, a partir de 18 ano de idade;
– Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise), a partir de 18 anos;
– Gestantes e puérperas com comorbidades, a partir de 18 anos;
– Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;
– Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

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Conforme o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19 (PNO), as condições de comorbidades devem ser comprovadas por meio de exames, receitas, relatório médico e prescrição médica.

Segundo o MS, poderão ser utilizados adicionalmente os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde.

Informa ainda a nota técnica que, no caso de gestantes e puérperas, o MS recomenda que deve ser respeitado o intervalo de 14 dias entre a administração da vacina influenza ou outra vacina do calendário de vacinação da gestante/puérpera e a vacina da Covid-19.



Pela nota técnica, a segunda parte da terceira fase do PNI vai contemplar proporcionalmente e em ordem decrescente de idade:
– Pessoas com comorbidades;
– Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC;
– Gestantes e puérperas independente de condições pré-existentes.

Nessa segunda parte será seguida a recomendação de faixa de idade: 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos.

Por conta da baixa procura, a Divisão de Imunização da Semusa, antecipou a vacinação do público de gestantes e puérperas independente da condição pré-existente para a primeira parte da vacinação.

Segundo Elizeth Gomes, gerente da divisão, esse público está sendo atendido com as doses da Pfizer, como foi recomendado. “O Ministério da Saúde suspendeu a aplicação da vacina AstraZeneca nas gestantes e puérperas. Em Porto Velho, usamos apenas a Pfizer, então seguimos normalmente com a vacinação desse público”, explica.

Nesta quarta-feira (12), o atendimento segue normalmente para gestantes e puérperas com ou sem comorbidades. A partir de quinta-feira (13), seguindo a recomendação do MS, a vacinação será destinada apenas a este público com comorbidades, utilizando a vacina da Pfizer.

Nesse público, o número de pessoas vacinadas se aproxima das 3 mil, segundo dados do Vacinômetro do SUS.

CADASTRAMENTO

Para receber o imunizante é necessário fazer o cadastramento através do aplicativo SASI. A ferramenta segue os parâmetros do PNI e foi planejada para registrar informações sobre a população e facilitar o agendamento das vacinas conforme a faixa etária, comorbidades e grupos prioritários.

Uma vez cadastrado, o usuário será avisado pelo próprio dispositivo e por envio de e-mail ao endereço eletrônico do usuário, sobre o dia, horário e local em que deverá comparecer para ser imunizado.

Para baixar o aplicativo basta acessar os links abaixo conforme sistemas operacionais

Sistema Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.sasi.app

Sistema IOS – https://apps.apple.com/br/app/sasi/id1467748272.

Até esta quarta-feira, além de atender o público do aplicativo, a Semusa também está vacinando pessoas por demanda espontânea, mesmo sem o agendamento, mas é necessário levar os documentos que comprovem a comorbidade, entretanto, são aceitos apenas os que foram emitidos a partir de 2019. As declarações de anos anteriores não são válidas para esta finalidade.

Fonte: Semusa

Brasil inaugura primeira antena rural para a internet 5G

Tecnologia funcionará em fase experimental numa fazenda em Mato Grosso

O Brasil já tem instalada a sua primeira antena rural destinada à quinta geração de internet (5G). A tecnologia funcionará, ainda em caráter experimental, na fazenda modelo do Instituto Mato-Grossense de Algodão (IMAmt), em Rondonópolis (MT). A expectativa é que, no futuro, quando esse tipo de conexão for disponibilizado em larga escala, ajude o produtor brasileiro a reduzir custos e ganhar produtividade, com o auxílio de drones, chips e GPS [sistema de posicionamento global].

Ao conectar objetos do cotidiano – como eletrodomésticos, smartphones, roupas e automóveis – à internet (e entre si), essa tecnologia permitirá até mesmo a realização de procedimentos médicos delicados a distância, além de sistemas de direção automática de carros e as mais diversas tecnologias de automação e inteligência artificial, inclusive para a agricultura, a indústria e as cidades.

No caso da agricultura, ela possibilitará, entre outras possibilidades, a transmissão em tempo real de imagens em alta definição de plantações para acompanhamento a distância de uma equipe técnica. Máquinas como tratores poderão funcionar de forma mais autônoma. Além disso, informações precisas sobre o comportamento e a saúde de animais poderão ser obtidas de forma bem mais detalhada, bem como sobre as condições climáticas.

Redução de custos e de perdas

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a digitalização do agronegócio reforçará o papel do Brasil como “protagonista no cenário mundial de produção de alimentos a partir da redução de custos e diminuição de perdas na produção”, levando, inclusive, cidadania, conhecimento e oportunidades aos produtores rurais de áreas remotas.

Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que o monitoramento remoto, a partir de sensores, permite a medição da temperatura e a avaliação das condições hídricas imediatas na plantação. “Em simulação, foi possível acionar a irrigação em determinada área mesmo a quilômetros de distância”, acrescentou.

Durante a inauguração da antena, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que o leilão das frequências de operação da nova geração de internet móvel trará “melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro”.

Também presente na inauguração, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que, assim como a quarta geração de internet (4G) revolucionou a vida das pessoas, o 5G vai revolucionar as indústrias. “Para o agronegócio, será um avanço gigantesco. O 5G vai fazer o nosso agro crescer 20% em média”, finalizou.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Butantan tem insumos para 18 milhões de doses retidos na China

Governo e instituto aguardam autorização do governo chinês para liberação de 10 mil litros de insumo para produção da CoronaVac

O Instituto Butantan tem insumos para produzir 18 milhões de doses da CoronaVac retidos na China em decorrência dos entraves diplomáticos. “Na reunião diária do dia de hoje com o embaixador Chinês essa autorização não vai se cumprir. A qualquer momento, aguardamos essa confirmação, mas até o momento, a liberação não irá ocorrer”, afirmou Dimas Covas, diretor do instituto. 

Mesmo assim, mais cedo, durante coletiva de imprensa na sede do instituto, o governador João Doria afirmou que o governo de São Paulo mantém a previsão de entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac até 30 de setembro, com possibilidade de revisão de acordo com o tempo de atraso. 

“O embaixador [da China no Brasil] me disse que vai voltar a falar amanhã com a chancelaria chinesa em Pequim, renovando o apelo para haja a liberação dos insumos que estão prontos, são 10 mil litros de insumos para a produção de aproximadamente de 18 milhões de doses contra a covid-19, a CoronaVac”, disse Doria.

O governador disse ainda que abordou na conversa a importância da liberação para não interromper a vacinação não apenas em São Paulo, mas em todo o país. Hoje, segundo o governo paulista, mais de 70% da vacinação depende da CoronaVac.

“Transmiti ao embaixador a minha preocupação como governador de São Paulo e cidadão, dado que a China é o país que ajuda Brasil a salvar vidas. […] Agradeci ao embaixador pelo empenho, que já teve outras vezes e pedi novamente a liberação desses insumos, que estão prontos, disponíveis em contêineres refrigerados, aguardando autorização do governo chinês para o embarque ao Brasil.”

Fonte; R7

Comissão da OMS faz recomendações para evitar próxima pandemia

Relatório Covid-19: façam dela a última pandemia foi divulgado hoje

Um novo sistema global transparente deveria ser criado para apurar surtos de doenças, habilitando a Organização Mundial da Saúde (OMS) a enviar pesquisadores com pouca antecedência e revelar suas descobertas, disse uma comissão de estudo da pandemia de covid-19 nesta quarta-feira (12).

A OMS deveria ter declarado o novo surto de covid-19 na China uma emergência internacional antes de 30 de janeiro de 2020, mas o mês seguinte foi “perdido” porque os países não adotaram medidas fortes para deter a disseminação do vírus, disse a comissão.

Em um grande relatório sobre a reação à pandemia, ospecialistas independentes pediram reformas ousadas na OMS e uma revitalização dos planos de prontidão nacional para evitar outro “coquetel tóxico”.

“É essencial ter uma OMS empoderada”, disse Helen Clark, copresidente da comissão e ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, à imprensa no lançamento do relatório Covid-19: façam dela a última pandemia.

Ellen Johnson Sirleaf, também copresidente do grupo e ex-presidente da Libéria, disse: “Estamos pedindo um novo sistema de vigilância e alerta que se baseie na transparência e permita à OMS publicar informações imediatamente”.

Ministros da Saúde debaterão as conclusões na abertura da assembleia anual da OMS, em 24 de maio. Diplomatas dizem que a União Europeia está estimulando os esforços de reforma da agência da Organização das Nações Unidas (ONU), o que exigirá tempo.

Segundo o relatório, permitiu-se que o vírus SARS-CoV-2, que surgiu na cidade chinesa de Wuhan no fim de 2019, se transformasse em uma “pandemia catastrófica” que já matou mais de 3,4 milhões de pessoas e devastou a economia mundial.

“A situação na qual nos encontramos hoje poderia ter sido evitada”, disse Johnson Sirleaf. “Ela se deve a uma série de erros, lacunas e atrasos na prontidão e na reação.”

Médicos chineses relataram casos de pneumonia atípicas em dezembro de 2019 e informaram as autoridades. A OMS recebeu relatos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Taiwan e outros, disse a comissão.

De acordo com o relatório, o Comitê da OMS deveria ter declarado emergência de saúde internacional em sua primeira reunião de 22 de janeiro, em vez de esperar até 30 de janeiro.

O comitê não recomendou restrições de viagens devido aos regulamentos internacionais de Saúde da OMS, que precisam ser reformulados, segundo o documento.

Fonte: Agência Brasil

Levantamento aponta queda nos índices de criminalidade em RO

O índice de homicídios no estado registrou redução de 20%. O registro compara entre os período de abril de 2020 e abril de 2021.

O Núcleo de Estatísticas da Secretaria de Estado de Defesa, Segurança e Cidadania (Sesdec), apontou dados que comprovam a redução no índice de criminalidade no período de abril de 2020 e abril de 2021.

Nos quatros primeiros meses foi registrada queda em todos os indicadores de violência no Estado. Em comparação com janeiro a abril do ano passado, o número de homicídios e tentativas de homicídios caiu 35%.

A intensificação dos trabalhos das polícias de Rondônia, serviço essencial que mantém a atuação no combate ao crime, ocasionou uma redução visível nos índices nesse período, que podem ser comprovados nas estatísticas.

Dados do Núcleo de Estatísticas Sesdec

O quantitativo de tentativas de homicídios, em Porto Velho, teve uma significativa queda, conforme comprova a tabela de índices criminais do Estado.

De acordo com a análise comparativa da Sesdec, o índice de homicídios em Rondônia também registrou redução de 20%, ainda que somados os casos de latrocínio, feminicídio e lesão corporal seguido de morte.

Para o secretário da Segurança Pública, coronel Hélio Cisneyros Pachá, a redução dos crimes está relacionada ao trabalho da polícia. “Os números são resultado do trabalho integrado das forças de segurança que trabalham incansavelmente para tornar Rondônia um lugar melhor e mais seguro para se viver”, avalia.

Fonte: Sesdec

Sine Municipal vai expandir serviços aos distritos de Porto Velho

Estratégia amplia participação da Prefeitura nas melhorias pedidas pelos moradores

A Prefeitura de Porto Velho começou a definir, na terça-feira (11), a extensão do Sistema Nacional de Empregos (Sine) nos distritos. Foram definidas as estratégias de ação, e os serviços de Intermediação de Mão de Obra (IMO) serão divulgados entre empregadores e candidatos às vagas de emprego nas localidades.

A pauta desta mobilização é coordenada pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), que é responsável pelo Sine Municipal. A Superintendência Municipal de Integração e Desenvolvimento Distrital (SMD) também está envolvida na articulação.

A secretária da Semdestur, Glayce Bezerra, participou da reunião em companhia do diretor do Sine Municipal, Davi Castiel. Eles ouviram as necessidades que podem ter o suporte da pasta e do sistema de empregos, conforme o superintendente do SMD, Vinicius Miguel.

A SMD ficou encarregada de divulgar e conectar os empregadores dos distritos para que o Sine Municipal faça a captação para preenchimento das vagas e encaminhamento de trabalhadores que atendam aos requisitos exigidos”, informou Davi Castiel.

Glayce Bezerra agradeceu ao superintendente Vinícius Miguel pela atenção e boa vontade em apoiar a iniciativa da pasta na ampliação dos atendimentos aos mais de 10 distritos de Porto Velho.

Fonte: Sine Municipal

Caixa registra alta de 50,3% em lucro líquido no 1º trimestre de 2021

Carteira total de crédito da Caixa atingiu R$ 799,6 bilhões

O lucro líquido da Caixa Econômica Federal no primeiro trimestre de 2021 foi de R$ 4,6 bilhões, alta de 50,3% em relação ao mesmo período do ano passado, informou o banco público na manhã de hoje (12).

Ao comentar o balanço do primeiro trimestre em videoconferência, algumas horas após a divulgação, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, comemorou o resultado “muito sólido” e “recorde de todos os tempos”.

Entre os maiores destaques dos três primeiros meses deste ano, a Caixa teve uma receita de R$ 9 bilhões com operações de crédito imobiliário, um aumento de 10,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Esse tipo de operação é responsável por 52,3% de toda a receita com operações de crédito do banco.

A Caixa registrou, no primeiro trimestre deste ano, um saldo de R$ 518,4 bilhões em crédito imobiliário, com 5,7 milhões de contratos e 68,2% de participação no mercado. Entre o início de janeiro e o fim de março, o banco fechou 134,8 mil novos contratos de financiamento imobiliário. Nesse ponto, o destaque foi a alta de 103,1% em um ano nos contratos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), cuja carteira chegou a R$ 16,2 bilhões.

A carteira total de crédito ampliado da Caixa atingiu R$ 799,6 bilhões. Em relação às receitas, o banco registrou alta também em operações com o agronegócio (23,8%) e em créditos comerciais a pessoas jurídicas (6,3%).

As receitas com a prestação de serviços e tarifas no primeiro trimestre deste ano foram de R$ 5,7 bilhões, queda de 1,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Nesse campo, as maiores reduções foram nas receitas com convênios e cobranças (25,1%), fundos de investimentos (7,2%) e conta corrente (7%). Por outro lado, as receitas com seguros subiram 376,3%.

“Já é um impacto do Pix, isso é um impacto real. E o impacto também que tivemos de algumas questões da volta do auxilio emergencial”, disse Guimarães sobre as causas da retração na receita com serviços e tarifas.

O banco destacou ainda que o retorno sobre patrimônio líquido, um indicador do nível de lucratividade, chegou a 16,33%, ante 15,18% registrados no último trimestre de 2020. O indicador, contudo, encontra-se abaixo do registrado nos três primeiros meses de 2020, quando era de 24%.

O balanço da Caixa mostra ainda que o banco reservou R$ 2,54 bilhões em provisões para devedores duvidosos. Essa reserva serve para cobrir possíveis inadimplências. O valor é 3,4% menor do que o provisionado no trimestre anterior, mas 26,5% maior do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado.

O provisionamento total do banco, que inclui outros riscos calculados, chega a R$ 34 bilhões, segundo o presidente da Caixa. “Mantemos provisionamentos elevados, é consequência sim da volta da segunda onda da pandemia”, disse Guimarães.

O nível de inadimplência do banco, que aponta dívidas não pagas há mais de 90 dias, ficou em 2,04% no primeiro trimestre de 2021, abaixo dos 3,14% registrados no mesmo período do ano passado, mas acima dos 1,73% no trimestre imediatamente anterior. Guimarães disse que o índice deve voltar a subir por ao menos mais seis meses, refletindo o retorno das cobranças em créditos que foram pausadas durante a pandemia.

De todo o balanço, o presidente da Caixa deu maior destaque ao aumento no crédito para micro e pequenas empresas (MPEs), cuja carteira atingiu R$ 49 bilhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 125,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O banco possui cerca de 300 mil contratos com MPEs, e ” 70% delas não eram clientes da Caixa”, disse Guimarães. “No momento mais sensível para essas empresas nós estivemos juntos, ganhamos esses clientes, e isso reforça o papel social e matemático da Caixa”, acrescentou ele.

As Loterias Caixa, por sua vez, arrecadaram R$ 3,8 bilhões no primeiro trimestre de 2021. Desse valor, cerca de R$ 1,9 bilhão foram transferidos a programas sociais do governo, em áreas como seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde.

Outros destaques do balanço são:

– Margem financeira de R$ 11 bilhões, maior em 4,1% sobre o último trimestre do ano passado e 6,8% sobre o três primeiros meses de 2020.

– Saldo em poupança de R$ 368,5 bilhões, evolução de 14,8% em 12 meses.

– Contratação de R$ 12,9 bilhões em crédito consignado, maior valor para o primeiro trimestre em 10 anos.

– A carteira de crédito ampliada encerrou o primeiro trimestre com saldo de R$ 799,6 bilhões, crescimento de 14,3% em relação ao mesmo período de 2020, com participação de mercado de 19,3%.

– Operações de crédito para antecipação do Saque Aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) resultou na contratação de R$ 1,8 bilhão, distribuídos em 993,7 mil pagamentos.

– Despesas administrativas de R$ 2,633 bilhões, queda de 25,1% em relação ao quarto trimestre do ano passado e de 1,1% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

– Na comparação com o trimestre anterior, houve queda de 17,1% na despesa com pessoal, que no primeiro trimestre deste ano ficou em R$ 5,412 bilhões. A cifra representa um aumento de 3,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

*Matéria alterada às 11h38 para acréscimo de informações.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Wajngarten diz não ter documentos contra Pazuello em mãos

Ex-secretário de Comunicação havia declarado em entrevista que tinha como provar falhas do ex-ministro na entrega de vacinas

O ex-secretário da Comunicação Fabio Wajngarten desmentiu nesta quarta-feira (12), na CPI da Covid, que tenha guardado em sua propriedade documentos que comprovariam a responsabilidade do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no atraso de entrega de vacinas para o país.

“Estão todos guardados, mas nos computadores da Secom (Secretaria de Comunicação). Eu não tenho, mas se alguém logar com meu login e senha, terá acesso”, afirmou Wajngarten.

Tais documentos mostrariam a falta de ação de Pazuello em um momento crítico para o país durante a pandemia. Ele mencionou especificamente a falta de respostas a uma carta de intenções enviada pela farmacêutica Pfizer ao governo brasileiro em 12 de setembro.

O ex-secretário, no início de seu depoimento, declarou que teve papel importante nas primeiras conversas com o laboratório Pfizer, em 2020, mas negou que a primeira remessa de imunizantes seria de 70 milhões de doses. Citou que seriam por volta de 500 mil.

Ele explicou também que seu papel, no caso dessa negociação, foi aproximar a companhia do Ministério da Saúde com o objetivo de ajudar o país no combate à pandemia. 

De acordo com o ex-secretário, o presidente da Pfizer afirmou em uma reunião na Secom, em novembro, que queria que o Brasil fosse a principal vitrine do imunizante na América Latina.

Wajngarten deixou claro que não tinha certeza do cronograma de entrega de vacinas da Pfizer. “Existia uma demanda mundial e o produto era escasso.”

“Havia uma promessa da Pfizer que, se o Brasil se manifestasse no tempo adequado, ela se esforçaria para atender aos prazos acertados”, lembrou.

Ele completou dizendo que a carta de intenções do laboratório não foi respondida pelo Ministério da Saúde.

Falas de Bolsonaro

Em todas as suas primeiras declarações, Wajngarten se negou a atribuir peso negativo a declarações do presidente Jair Bolsonaro que minimizaram a importância de vacinas e da imunização da população.

“O impacto de uma mensagem é composto pelas várias formas de emissão de comunicação…”, disse, e foi interrompido pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL). O senador exigiu objetividade na resposta ao questionamento se as falas de Bolsonaro iriam contra a campanha de imunização contra a covid.

“A gente faz campanhas para contrapor, para complementar informações. A mensagem do presidente tem impacto negativo em cada tipo de pessoa”, desconversou.

Wajngarten disse ainda que concordava com uma das declarações do presidente, de que seria o último brasileiro a se vacinar. “Eu também faria isso. Ele está dizendo que não vai tomar vacina porque vai aguardar o último brasileiro ser vacinado.”

O depoente também comentou, em defesa das afirmações do presidente contrárias à vacina do instituto chinês Sinovac em parceria com o Butantan, que, na época das aspas de Bolsonaro, “a Coronavac teve seus resultados adiados por quatro ou cinco vezes”.

O ex-secretário de Comunicação relatou ainda que sua área fez campanhas relacionadas à pandemia desde fevereiro de 2020. “Foram 11, estivemos no ar todos os meses até o presente momento.” Foram gastos pela secretaria e pelo Ministério da Saúde em verbas publicitárias específicas para a pandemia R$ 285 milhões.

Ele assegurou que jamais ocorreu qualquer interferência do presidente da República em campanhas relacionadas à covid.

Wajngarten afirmou também que defende os protocolos de segurança para evitar as infecções pelo novo coronavírus, como uso de máscaras, isolamento social e distanciamento.

O nome do ex-secretário apareceu ligado de forma mais direta à pandemia em abril, quando ele concedeu entrevista à revista Veja e afirmou que o Ministério da Saúde teria sido o responsável “pelo atraso das vacinas”. Segundo a reportagem, Wajngarten guarda e-­mails, registros telefônicos, cópias de minutas do contrato e ainda afirma ter um rol de testemunhas que podem comprovar suas afirmações.

Fonte: R7

Caminhão com gás bate em poste na BR-364

Parte da carga de gás ficou espalhada pelo local após colisão.

Um acidente na manhã desta quarta-feira (12), com um caminhão carregado com botijões de gás GLP bateu em um poste e derrubou a rede elétrica na BR-364, perto do Hospital do Amor em Porto Velho. A suspeita é de que o motorista tenha perdido o controle da direção e saído da pista.

Após bater no poste de energia, parte da carga de gás ficou espalhada pelo local e houve um princípio de incêndio. Uma equipe da Energisa foi chamada até o local para desligar a rede elétrica. O motorista do caminhão não se feriu no acidente.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também esteve no local da colisão e, por precaução, uma das pistas da rodovia precisou ser fechada aos motoristas.

Fonte: G1/RO

PF deflagra Operação “Wood Land” no combate a exploração ilegal de madeira em terras indígenas

A ação mira os estados de Rondônia e Mato Grosso, mais de 20 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Madeireiras são investigadas por fraudes no sistema DOF, através da movimentação virtual fraudulenta de créditos florestais. — Foto: Polícia Federal/Divulgação
Operação da Polícia Federal Mira RO e MT

A Operação “Wood Land” foi deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira (11) para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em quatro cidades de Rondônia e Mato Grosso. Um grupo criminoso é investigado pela prática de crimes ambientais como extração e comercialização ilegal de madeira nas terras indígenas Igarapé Lourdes e Sete de Setembro.

Cerca de 120 policiais participaram da operação para o cumprimento de 27 mandados em Ji-Paraná (RO), Cacoal (RO), Ministro Andreazza (RO) e Rondolândia (MT).

Segundo a PF, após uma operação realizada em dezembro de 2020, um grupo que atua com extração ilegal de madeira em terras indígenas foi identificado, assim como os responsáveis pelos maquinários usados nos crimes, as serrarias receptoras das madeiras e os proprietários delas.

As madeireiras envolvidas são investigadas por movimentação virtual fraudulenta de créditos florestais. Ainda foram identificados olheiros e batedores que atuariam com o objetivo de informar sobre a presença da polícia ou fiscalização ambiental e auxiliar na fuga.

Os trabalhos da polícia também apontaram para alguns indígenas que estariam envolvidos nos crimes, permitindo a entrada de madeireiros nas terras em troca de comissões ou conserto de veículos.

Ainda conforme a PF, apenas na TI Sete de Setembro foram degradados em 2020 mais de 5 mil hectares de floresta, o que causou um dano ambiental estimado em R$ 139.505.732,51.

Os responsáveis pelos crimes podem responder por desmatamento, falsidade ideológica e usurpação de bens da União, além de outros crimes que possam ser identificados durante as investigações.

Wood Land – traduzido como Terra da Madeira – se refere à região fica em espécies valiosas de madeira que é explorada pelos madeireiros investigados.

Fonte: Departamento de Comunicação Integrada da PF

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