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Quatro pessoas sofrem grave acidente com ônibus, caminhão de cerveja e carro na BR-364 em RO

Polícia procura por outros feridos que podem ter sido socorridos a hospitais próximos. Ainda não se sabe o que causou o acidente.

Quatro pessoas ficaram feridas após um acidente de trânsito na BR-364 entre Cacoal (RO) e Pimenta Bueno (RO), nesta quinta-feira (16). Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão no local para liberar a pista e em busca de outros possíveis feridos em hospitais da região.

Segundo a PRF, um ônibus colidiu contra a traseira de um caminhão que carregava cerveja. Logo na sequência um carro de passeio bateu contra a traseira do ônibus. Quatro passageiros do ônibus ficaram feridos.

Até o momento, não se sabe o que poderia ter causado o acidente ou a dinâmica dele.

Acidente entre ônibus, caminhão de cerveja e carro deixa quatro feridos na BR-364 em RO — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Acidente entre ônibus, caminhão de cerveja e carro deixa quatro pessoas feridas em Porto Velho

Anvisa não recomenda mudar orientação sobre vacinação em adolescentes

A agência emitiu um comunicado é diz não ver razão para mudança.

Depois do Ministério da Saúde suspender a orientação de vacinação de adolescentes sem comorbidades contra a covid-19, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu comunicado em que diz não ver razão para mudar as condições aprovadas pelo órgão para a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Com os dados disponíveis até o momento, não existem evidências que subsidiem ou demandem alterações da bula aprovada, destacadamente, quanto à indicação de uso da vacina da Pfizer na população entre 12 e 17 anos”, diz a Anvisa.

Em junho deste ano, o imunizante teve o uso em pessoas com 12 anos de idade ou mais autorizado pela agência. A aplicação nesse público, em pessoas com e sem comorbidades, foi então indicada pelo Ministério da Saúde para iniciar ontem (15). Mas a pasta voltou atrás sob argumentos de adotar cautela para esse público.

No comunicado, a Anvisa diz que investiga o caso do adolescente paulista morto após ser vacinado com uma dose da Pfizer/BioNTech, um dos episódios que chamou a atenção para possíveis efeitos.

A agência ressalta que ainda não há uma relação de causa encontrada entre a morte e a aplicação da vacina. Os dados obtidos ainda são “preliminares” e precisam ser analisados para confirmar ou descartar uma suposta relação entre os dois episódios, disse a Anvisa.

O órgão acrescenta que todas as vacinas autorizadas no Brasil são monitoradas constantemente a partir da notificação de efeitos adversos. “Até o momento, os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus o risco para todas as vacinas, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”.

A Anvisa lembra que a aprovação do uso da vacina da Pfizer/BioNTech em adolescentes levou em consideração estudo com 1.972 pessoas nessa faixa etária, com eficácia de 100% nos grupos avaliados.

Fonte: Agência Brasil

Presidente Alex Redano discute modelo de faculdade estadual com deputados do Tocantins

Segurança pública também foi tema debatido em encontro na capital Palmas, além da troca de experiências de gestão nos dois estados

Com a finalidade de trocar informações e experiências de gestão bem sucedidas, o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), se reuniu na manhã desta quinta-feira (16), com o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Antônio Andrade do (PSL) e com a deputada Luana Ribeiro (PSDB).

Acompanhado dos deputados Cabo Jhony Paixão (Republicanos) e Anderson Pereira (Pros), Redano aproveitou para conhecer mais sobre o projeto de faculdade estadual, implantado no Tocantins e que está fazendo muito sucesso, modelo que o parlamentar pretende trazer à discussão em Rondônia.

“Uma faculdade pública e estadual é possível e temos lei em Rondônia criando essa instituição, mas que nunca foi implantada. Sabemos dos desafios, das questões orçamentárias e administrativas, mas para Rondônia seguir crescendo é importante que possa oferecer ensino superior gratuito, para a formação de profissionais qualificados para atuar, principalmente, em áreas ligadas ao agronegócio e ao setor produtivo, que é a base da nossa economia”, destacou Redano.

A segurança pública, questão que aflige todos as unidades federativas, também foi tratada no encontro entre os parlamentares e a expectativa é de que haja visita a unidades prisionais do Tocantins, que usam novo modelo de gestão.

Texto: Eranildo Costa Luna/ALE-RO

Assembleia Legislativa aprova voto de louvor em homenagem a UDV

A propositura é um reconhecimento aos 60 anos de Fundação do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal

O plenário da Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou nesta segunda-feira (13/09), requerimento de autoria do deputado Jhony Paixão (Republicanos), propondo a concessão de voto de louvor para o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV).

A indicação da propositura foi do deputado Jhony Paixão, o objetivo deste requerimento de Voto de Louvor é o reconhecimento aos 60 anos de Fundação do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, como Instituição – Sociedade Religiosa, considerando ainda os relevantes serviços prestados à sociedade rondoniense, notadamente através de seu Departamento de Beneficência.

O Centro Espírita Beneficente União do Vegetal foi fundado em 22 de julho de 1961 pelo Mestre José Gabriel da Costa, em meio à Floresta Amazônica, na fronteira do Brasil com a Bolívia, no então território de Rondônia. É uma religião genuinamente brasileira que tem o objetivo de trabalhar pelo ser humano no sentido do desenvolvimento de suas virtudes morais, intelectuais e espirituais, sem distinção de cor, sexo, ideologia política, credo religioso ou nacionalidade.

“A UDV é uma entidade religiosa de fundamentação cristã reencarnacionista, considerada um marco de progresso e equilíbrio para humanidade. Vem ao longo dos anos, desenvolvendo um importante trabalho junto a sociedade, sendo reconhecida pelas autoridades e essa concessão de voto de louvor pela Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia é uma demonstração clara do seu reconhecimento”.

Justificativa

A UDV, desenvolve ainda diversas atividades sociais extra religiosas, porém com o mes­mo objetivo, o desenvolvimento humano, para crianças, jovens e adultos nas comunidades carentes em nossa capital e em todo Estado de Rondônia, no Brasil e no mundo.

Por Redação/CN

Deputado Ismael Crispin viabiliza recurso para projeto Porteira Adentro de Parecis

Município receberá também mudas de café para ajudar os produtores

Em reunião com vereador Donizete do município de Parecis, o deputado Ismael Crispin (PSB) viabilizou recursos para atender o projeto Porteira Adentro e garantiu através de uma parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) 200 mil mudas de café para atender a comunidade de Flor da Selva.

“Esse projeto está ajudando muito o trabalho dos nossos produtores rurais e por isso é uma grande honra poder contribuir com ele. Eu defendo que precisamos dar condições para os trabalhadores rurais e estou fazendo a minha parte. Conseguimos também viabilizar mudas de café para alavancar a produção na região”, ressaltou Ismael.

O Porteira Adentro funciona com o uso de uma patrulha mecanizada realizando a construção de bebedouros para animais, tanques para piscicultura, aterros para acesso a carreadores, espalhamento de cascalho, limpeza, destoca, patrolamento e nivelamento de estradas, gradeamento, entre outros serviços.

Texto: Laila Moraes/ALE-RO

‘Peço minhas sinceras desculpas a quem ofendi’, diz Milton Ribeiro

Em audiência no Senado, ministro da Educação se retratou após declarações sobre a presença de crianças deficientes nas escolas

Milton Ribeiro foi chamado nesta quinta-feira (16) para participar de uma audiência pública na Comissão de Educação, Esportes e Cultura do Senado. O ministro da Educação foi convocado para explicar as declarações que prestou sobre a inclusão de crianças com deficiência em sala de aula e também sobre o acesso às universidades.

“O MEC (Ministério da Educação) afirma e reforça que as matrículas de alunos com deficiência devem ser feitas em escolas regulares, essa é a nossa meta”, declarou o ministro após ter declarado em entrevista que “deficientes atrapalham o aprendizado dos demais estudantes em sala de aula.

Ribeiro afirmou que o termo usado “foi um grande erro” e reconheceu que “as minhas colocações não foram as mais adequadas e imediatamente quando percebi isso, fui às minhas redes sociais para me desculpar as pessoas que magoei.”

Durante sua participação na audiência, ele também afirmou que conversou pessoalmente com o senador Romário (PL), que tem uma filha com síndrome de Down, para se desculpar por sua fala.

“Reitero aqui no Senado meu sincero pedido de desculpas a todos os que se sentiram ofendidos após as minhas declarações em entrevista”, declarou.

Ainda, justificando sua entrevista, o ministro explicou que as suas “declarações sobre os universidades era no sentido de reforçar a necessidade de ampliar o ensino técnico no país e em momento algum quis dizer que o filho do porteiro não poderia estudar, o que quero dizer é que não basta apenas ter diploma na parede, o mercado busca profissionais técnicos, repito: não estamos querendo fechar porta de universidades, mas queremos reforçar o ensino profissionalizante.”

“Não sou elista, penso que não adianta ter graduados sem ter onde trabalhar”, disse. “O estudante pega um financiamento estatal, termina com um diploma, sem emprego e uma dívida no banco, temos um milhão de inadimplentes no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).”

O ministro anunciou que deve ampliar vagas no curso superior por meio de universidade digital para atingir as metas do PNE (Plano Nacional de Educação). 

Fonte: R7

EUA, Reino Unido e Austrália anunciam novo pacto para conter a China

Austrália poderá construir submarinos com capacidade nuclear

O Pacto de Aukus reúne os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália para fazer frente às pretensões territoriais da China no Indo-Pacífico. O acordo, no âmbito da Segurança e Defesa, prevê que Camberra possa construir, pela primeira vez, submarinos com capacidade nuclear, mas também a estreita colaboração das três nações ao nível das capacidades cibernéticas, quânticas e de inteligência artificial.

Os analistas consideram o acordo como um dos mais significativos nas áreas de segurança e defesa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O pacto vai permitir à Austrália a construção de submarinos com propulsão nuclear, com o apoio dos aliados, Estados Unidos e Reino Unido.

“Estamos investindo na maior fonte de força: as nossas alianças. Estamos nos atualizando para enfrentar, da melhor forma, as ameaças de hoje e de amanhã. Estamos ligando os aliados e parceiros da América de novas formas”, afirmou o presidente norte-americano,Joe Biden, ladeado pelas imagens dos líderes britânico e canadense, em imagens transmitidas pelos canais de televisão.

Sobre os submarinos, os Estados Unidos e a Austrália garantiram que Camberra não irá recorrer a armas nucleares, ainda que tenham capacidade para as transportá-las.

“Permitam-me ser muito claro: a Austrália não quer obter armas nucleares ou alcançar uma capacidade nuclear civil”, disse Scott Morrison, o primeiro-ministro australiano.

O país é um dos signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), que visa a impedir a aquisição e o desenvolvimento de armas nucleares.

Ainda assim, este é o primeiro acordo em várias décadas de partilha de informação e tecnologia com capacidade de propulsão nuclear. Antes dessa quarta-feira, a última vez que os Estados Unidos tinha firmado esse tipo de entendimento foi em 1958, com o Reino Unido.

Esses submarinos, que no âmbito do acordo passam a ficar estacionados na Austrália, são muito mais rápidos e difíceis de detectar do que os submarinos convencionais, o que confere maior influência norte-americana na região do Indo-Pacífico.

Camberra torna-se, dessa forma, o sétimo país do mundo a operar submarinos com capacidade nuclear, depois dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, China, Índia e Rússia.

Com esse entendimento, cai um acordo assinado pela Austrália em 2016, com a França, para a construção de 12 submarinos convencionais, no valor de 56 bilhões de euros.

Mentalidade de “Guerra Fria”

O pacto prevê uma cooperação ainda mais estreita, ao nível da segurança e defesa, entre os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália, três países que já integravam o grupo Five Eyes, em que também estão o Canadá e a Nova Zelândia.

Além dos submarinos, o acordo Aukus prevê a estreita colaboração dos três países no conhecimento e capacidade cibernéticos, quânticos e de inteligência artificial, bem como de novas tecnologias submarinas.

Na conferência conjunta, nenhum dos três líderes fez referências diretas à China, tendo assumido apenas que os desafios de segurança regionais “aumentaram significativamente”.

No entanto, o acordo é visto como uma resposta dos Estados Unidos ao expansionismo de Pequim no Mar do Sul da China e das ameaças chinesas a Taiwan. Em entrevista, Joe Biden falou da importância de “um Indo-Pacífico livre e aberto”.

“Esta é uma oportunidade histórica para as três nações, aliadas e parceiras com ideais semelhantes, protegerem os valores partilhados e promoverem a segurança e a prosperidade na região”, diz a declaração conjunta.

A embaixada chinesa em Washington criticou o acordo trilateral e pediu às nações que “deixem a mentalidade de guerra fria e o preconceito ideológico”, afirmou o porta-voz Liu Pengyu.

Fonte: Agência Brasil

Aliança de defesa entre EUA, Austrália e Reino Unido mina a estabilidade regional, diz Pequim

O primeiro-ministro australiano revelou anteriormente que o país receberá ao menos oito submarino nucleares como parte desta parceria de defesa.

A aliança no domínio da defesa entre os EUA, Reino Unido e Austrália (AUKUS, na sigla em inglês) ameaça a paz e a estabilidade na região, provocando uma corrida armamentista declarou nesta quinta-feira (16) Zhao Lijian, porta-voz da chancelaria chinesa.

O diplomata afirmou que a cooperação entre os EUA, Reino Unido e Austrália na área de submarinos nucleares “mina seriamente a paz e a estabilidade regionais, intensifica a corrida armamentista e mina os esforços internacionais de não proliferação [de armas nucleares]”.

“Isto prova mais uma vez que estes países estão usando as exportações nucleares como ferramenta para jogos geopolíticos“, acrescentou Lijian afirmando que “qualquer acordo regional não deve prejudicar os interesses de terceiros”.

Ontem (15), o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, o presidente dos EUA Joe Biden e o premiê australiano Scott Morrison anunciaram em uma declaração conjunta a criação de uma nova aliança AUKUS na área de segurança e defesa.

A primeira iniciativa no âmbito da nova parceria será o desenvolvimento de submarinos nucleares para a Marinha da Austrália. O primeiro-ministro australiano revelou anteriormente que o país receberá ao menos oito submarino nucleares como parte desta parceria de defesa.

Apesar de não existir, atualmente, nenhuma arma nuclear norte-americana implantada na Austrália, há especulações que o pacto AUKUS envolverá a expansão da infraestrutura de mísseis dos EUA no país para enfrentar a suposta ameaça comum colocada pela China.

Fonte: Sputnik

“Democracia é inegociável”, diz presidente do Senado

Rodrigo Pacheco defende “união nacional”

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse hoje (16), em Brasília, que tanto os poderes Legislativo e Judiciário como as Forças Armadas têm, na democracia, “ambiente único” para o desenvolvimento do país. Acrescentou que os problemas de relações entre poderes são “solucionáveis” e que a situação tem melhorado a cada semana. 

As afirmações foram feitas durante a abertura de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. “A democracia do Brasil é muito jovem, e como toda juventude, comete erros, acertos e tem seus arroubos”, disse. “Mas a democracia é algo inegociável e não retrocederá”, afirmou. 

“Tanto o Congresso Nacional quanto Judiciário e Forças Armadas têm absoluta compreensão da importância e prevalência da democracia como ambiente único de desenvolvimento. Esses problemas que temos nas relações entre os poderes são solucionáveis e já temos essa semana uma semana muito melhor do que a passada, de boa relação entre os poderes constituídos”, acrescentou, ao defender uma “união nacional” para resolver os reais problemas do país.

Conciliação

Rodrigo Pacheco frisou que união nacional não significa, necessariamente, conciliação absoluta, e que divergências sempre existem. Acrescentou que essas divergências, no entanto, não podem atrapalhar o enfrentamento de problemas, o que, segundo ele, tem sido feito pelos debates e tramitações de projetos no Legislativo, sobre questões como precatórios e a definição do nosso sistema político-eleitoral. “As eleições acontecerão em 2022, e não há nenhuma dúvida quanto a isso”, disse.

O senador disse, ainda, que o sucesso nessa empreitada passa pelo respeito entre os poderes e entre as instituições, o que, para ele, acaba sendo prejudicado pelo mau uso das redes sociais. 

“É importante também a responsabilidade de cumprir os deveres, cada qual em seu quadrado. E, por último, são também importantes o otimismo e o entusiasmo com o Brasil para preenchermos espaços e resolver problemas”, finalizou.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Parlamento Europeu aprova relatório recomendando política mais dura em relação à Rússia

O Conselho Europeu confirmou seu compromisso para com estes princípios na cúpula da UE realizada em junho deste ano.

Nesta quinta-feira (16), o Parlamento Europeu recomendou endurecer a política da União Europeia (UE) em relação à Rússia.

O documento teve o apoio de 494 deputados, 103 votaram contra e 72 se abstiveram. O texto foi elaborado pelo ex-premiê da Lituânia, Andrius Kubilius.

O documento apela para:

  • considerar o aumento das capacidades de defesa para “conter” e combater “a interferência nos assuntos dos países vizinhos do sul e leste da UE”;
  • desenvolver uma estratégia para minimizar a dependência da UE dos recursos energéticos e entregas de metais da Rússia;
  • preparar-se para não reconhecer os resultados das eleições parlamentares se forem consideradas “desonestas e realizadas em violação dos princípios democráticos”.
  • O documento indica ainda que a “a UE deve continuar a apoiar os países da chamada Parceria Oriental, como a Ucrânia ou a Geórgia, e promover as reformas europeias e as liberdades fundamentais na região”.

O texto refere também que “a UE deve estabelecer uma aliança com os Estados Unidos e outros parceiros que partilham da mesma visão a fim de contrabalançar os esforços da Rússia e da China para enfraquecer a democracia no mundo inteiro”.

O relatório tem carácter de recomendação para a Comissão Europeia e o Conselho da União Europeia, não sendo vinculativo.

Em 2016, as autoridades europeias adotaram cinco princípios que todos os Estados-membros do bloco devem seguir ao interagir com a Rússia. O Conselho Europeu confirmou seu compromisso para com estes princípios na cúpula da UE realizada em junho deste ano.

Os princípios incluem a implementação completa dos acordos de Minsk sobre a Ucrânia, a melhoria da cooperação com os parceiros orientais da UE, a garantia da segurança energética da UE, o desenvolvimento da colaboração euro-russa nos assuntos internacionais e o apoio à sociedade civil da Rússia.

Fonte: Sputnik

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