MCTI e governo de Minas fazem acordo para criação de centro de vacinas

Ministério deverá investir R$ 50 milhões na nova estrutura

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o governo de Minas Gerais e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) assinaram um acordo para a criação de um centro nacional de pesquisa em vacinas (CN Vacinas).

O objetivo é realizar projetos de pesquisa e desenvolvimento de conhecimento e tecnologias associadas a vacinas, kits de diagnóstico e fármacos. A previsão é que o centro também apoie outras instituições de pesquisa e realize capacitações e treinamentos.

O intuito é atuar em parceria com o setor privado, com acordos de transferência tecnológica com empresas. Uma das estratégias será o estímulo à criação de empresas para comercializar produtos desenvolvidos no Centro.

O MCTI deverá investir R$ 50 milhões na nova estrutura. Já o governo de Minas Gerais deve aportar outros R$ 30 milhões.

Na cerimônia de lançamento, o ministro Marcos Pontes destacou o papel do centro no desenvolvimento de produtos que podem contribuir com a população. “O centro vai salvar milhões de vidas de brasileiros e cidadãos de outros países”, afirmou.

A reitora da UFMG, Sandra Almeida, assinalou que a instituição tem um conhecimento na área de vacinas. “É uma equipe que tem conhecimento e esperamos que com este Centro possamos atender a essa demanda, que é nacional”, pontuou.

Fonte: Agência Brasil

Aplicativo digitaliza atendimentos oferecidos pelo Ipam em Porto Velho

Plataforma é destinada a servidores ativos e inativos do Município

Uma nova plataforma foi desenvolvida para facilitar e agilizar questões dos servidores municipais de Porto Velho de forma simples, on-line e operacionalizada a partir de um clique. O aplicativo para celular Meu RPPS permite que os servidores ativos do município consultem processos, emitam contracheque e ficha financeira, simulem aposentadoria e serviços relacionados à assistência médica.

De acordo com o diretor-presidente do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores (Ipam), Ivan Furtado, a digitalização dos serviços iniciou em 2018 e busca trazer mais qualidade no atendimento aos servidores municipais. “Antes da implantação do aplicativo, tínhamos filas na sede do Ipam, pois não contávamos com um sistema on-line de emissão de guias e benefícios. Por isso, desde o início da atual gestão, a Prefeitura investiu em tecnologia e virtualização dos atendimentos”.

O aplicativo soma sua funcionalidade ao Portal do Segurado, permitindo que a diretoria do instituto acompanhe, em tempo real, as movimentações e solicitações de serviços, além de gastos com assistência médica dos servidores.

PROVA

Para os servidores inativos, aposentados e pensionistas, o novo aplicativo trará a possibilidade de realização da prova de vida, sem a necessidade de sair de casa e comparecer fisicamente ao prédio do Ipam.

“A prova de vida pelo Meu RPPS seguirá a mesma lógica do INSS, onde o servidor poderá tirar uma foto junto ao documento com foto e fazer a comprovação. Não há mais a necessidade de ir pessoalmente ao instituto”, afirma Orisvaldo Sales, coordenador de previdência do Ipam.

A funcionalidade oferecida pelo aplicativo ganhou força com as medidas sanitárias impostas pela pandemia.

O aplicativo pode ser baixado em lojas de aplicativos para celular, como App Store ou Play Store. A plataforma é totalmente explicativa e facilita a interação com o servidor.

Para mais informações, os servidores podem entrar em contato no e-mail: coprev@ipam.ro.gov.br ou pelo telefone (69) 3211-3502.

Fonte: Ipam

Conheça os riscos do colesterol alto e saiba como se prevenir

Os sintomas são variados, pois está relacionado aos órgãos que têm mais dificuldade de receberem a irrigação do sangue.

O nível elevado de colesterol no sangue pode ocasionar doenças cardiovasculares e aumentar as chances de infarto do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Essas são as duas principais causas de morte no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira do Coração (SBC). Por isso, o monitoramento é fundamental para manter uma boa saúde.

De acordo com definição do Ministério da Saúde, o colesterol é “um conjunto de gorduras necessário para o organismo exercer determinadas funções.” Dentre elas, podem ser destacadas a produção hormonal e a estruturação da parede celular e do sistema nervoso central. Desta forma, ele também desempenha um papel importante para a saúde.

No entanto, o perigo ocorre quando as taxas de colesterol estão desequilibradas. O Ministério da Saúde explica que existem dois tipos de colesterol: o HDL, considerado “bom”, e o LDL, avaliado como “ruim”. O excesso do segundo traz riscos à saúde. Isso porque o depósito desse tipo de gordura se transforma em placas, chamadas de ateromas, que podem obstruir gradualmente as artérias e desencadear complicações.

Principais complicações do LDL elevado

A presença de ateromas causa o estreitamento do diâmetro das artérias, o que dificulta o fluxo sanguíneo. Esta complicação é denominada aterosclerose. Os sintomas são variados, pois está relacionado aos órgãos que têm mais dificuldade de receberem a irrigação do sangue. Dor no peito ou nas pernas, fadiga, cãibras e palpitações podem ser sinais desta patologia.

Por conta da diminuição do diâmetro das artérias, o fluxo sanguíneo exige maior pressão onde há presença das placas de gordura, o que ocasiona a hipertensão, popularmente chamada de “pressão alta”. Inicialmente, ela pode ser assintomática. Quando o paciente está com a pressão mais elevada, pode sentir dor de cabeça, dor no peito, tontura e zumbido no ouvido.

Quando há a obstrução das artérias coronárias, o paciente é diagnosticado com doença isquêmica arterial coronariana (DAC), que pode provocar o infarto do miocárdio. O principal sinal de alerta é a dor no peito. 

Já a obstrução de vasos sanguíneos que irrigam o cérebro é uma das causas do AVC, que tem entre os principais sintomas dor de cabeça, desorientação, alteração do equilíbrio e fraqueza ou formigamento de um lado do corpo.

Como tratar colesterol alto

O tratamento e a prevenção do colesterol alto caminham juntos. As autoridades de saúde recomendam que o monitoramento e os cuidados para manter uma boa taxa do LDL sejam contínuos. 

Entre as formas de assegurar o nível de colesterol adequado estão ter uma alimentação saudável e equilibrada evitando a ingestão de alimentos gordurosos; manter o controle do peso; praticar atividade física regularmente; não fumar; e realizar consultas regulares com o especialista para monitoramento.

O acompanhamento é feito de forma interdisciplinar. Para saber como está o colesterol, é possível agendar uma consulta com o clínico , que irá solicitar o exame de sangue. Em caso de alterações, ele poderá indicar o médico endocrinologista para a orientação do tratamento, que pode incluir o uso de medicação.

Já o nutricionista irá auxiliar na elaboração de uma dieta para a redução ou manutenção do nível do colesterol, podendo ser procurado tanto para o tratamento quanto por quem busca prevenir o problema.

Por fim, o médico cardiologista irá realizar a avaliação do risco cardiovascular. O especialista poderá solicitar exames mais específicos que irão mostrar os impactos do colesterol para a saúde do coração.

Fonte: Assessoria

Publicada lei que permite indústrias veterinárias produzirem vacinas

A lei foi sancionada com veto pelo presidente da República

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nessa quinta-feira (15), com veto, a Lei nº 14.187, de 15 de julho de 2021, que autoriza estabelecimentos fabricantes de vacinas veterinárias a produzir imunizantes contra a covid-19 e o ingrediente farmacêutico ativo (IFA), no Brasil, desde que cumpram todas as normas sanitárias e as exigências de biossegurança próprias dos estabelecimentos destinados à produção de vacinas para uso humano.

A lei publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16) prevê também que todas as fases relacionadas à produção, ao envasamento, à etiquetagem, à embalagem e ao armazenamento de vacinas para uso humano deverão ser realizadas em dependências fisicamente separadas daquelas utilizadas para a fabricação de produtos destinados a uso veterinário.

O texto diz ainda que, quando não houver ambientes separados para que o armazenamento seja feito, as vacinas contra a covid-19 poderão ser armazenadas na mesma área de armazenagem das vacinas de uso veterinário, mediante avaliação e anuência prévias da autoridade sanitária federal e desde que haja metodologia de identificação e segregação de cada tipo de vacina.

Veto

O artigo 5º foi vetado pelo presidente da República. O texto estabelece que ato do Executivo poderia prever incentivo fiscal destinado às pessoas jurídicas que adaptassem suas estruturas industriais destinadas originalmente à fabricação de produtos de uso veterinário para a produção de vacinas contra a covid-19.

“Embora se reconheça a boa intenção do legislador ao autorizar benefício de natureza tributária, a propositura legislativa encontraria óbice jurídico por violar dispositivo na Constituição da República que determina que benefícios tributários só podem ser criados por lei em sentido estrito”, diz o documento.

Ainda de acordo com a justificativa do veto, “a propositura legislativa acarretaria renúncia de receitas sem apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias, em violação à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Lei de Diretrizes Orçamentárias 2021”.

Fonte: Agência Brasil

Microsoft enfurece clientes

Maioria dos computadores não suportará o novo Windows 11

A plataforma Microsoft Windows dominou o mundo da computação: desde os primeiros computadores pessoais a se popularizarem no Brasil, até dispositivos modernos como notebooks hiper portáteis, a grande maioria dos brasileiros e internautas de todo o mundo usam alguma versão do sistema Windows. O ecossistema da plataforma também oferece suporte a ferramentas essenciais para diversas empresas e negócios, como o Microsoft Office e Adobe Photoshop. Embora atualizações grandes não sejam tão frequentes, estivemos acostumados a migrar do Windows XP para o Vista, 7 e, em 2021, a grande maioria dos computadores usam o Windows 10.

No último mês, a gigante americana Microsoft anunciou mudanças drásticas em sua filosofia para o sistema, focando em uma interface modernizada e mais fácil de usar, suporte aprimorado para telas por toque, e aprimorando recursos importantes para a vida em quarentena como é o caso das chamadas em grupo e ligações pela internet. O novo Windows 11 traz diversas novidades, e será distribuído gratuitamente para usuários legítimos do Windows 10… Mas há um problema que enfureceu os usuários: a grande maioria dos computadores não terá a permissão para instalar o sistema. Entenda.

Será obrigatório o uso do módulo TPM

O primeiro grande anúncio que confundiu os usuários de computadores é a nova exigência de um módulo TPM instalado na máquina. O módulo TPM, sigla do inglês traduzida como “módulo de confiança da plataforma” é um pequeno chip capaz de realizar cálculos matemáticos e armazenar chaves em segurança. Em resumo, o módulo TPM é capaz de proteger os dados da máquina com senhas difíceis de serem quebradas, e aumenta a confiança ao usar aplicativos sensíveis como bancos, arquivos pessoais ou profissionais, entre outros.

É importante ressaltar que a mera presença do módulo TPM não substitui as tecnologias de VPN e antivírus, pois ameaças como vírus para computador e vulnerabilidades de segurança continuam presentes. O módulo TPM apenas protege contra ataques físicos ou falhas graves de vazamento de chaves.

Após o anúncio da exigência, o preço de módulos TPM em sites estrangeiros disparou: módulos de 100 reais passaram a ser comprados por mais de mil. O desespero, no entanto, não é necessário: usuários de processadores da Intel ou AMD podem ativar um “TPM virtual” nas configurações da BIOS do computador. Ou seja, é possível ativar um TPM em sua máquina sem comprar o chip propriamente dito, e sem precisar de outro computador.

Processadores e computadores antigos ficam de fora

Se o problema do módulo TPM pode ser facilmente resolvido, a próxima exigência da Microsoft é mais preocupante: apenas processadores da oitava geração da Intel, ou segunda geração de processadores Ryzen da AMD, serão compatíveis. Isso significa que qualquer máquina comprada antes de 2017 não poderá rodar o novo sistema. Isso também se aplica a computadores usados ou customizados que não possuam processadores mais novos.

Diversas equipes de jornalismo não conseguiram uma resposta clara quanto à justificativa para a decisão, que deixará milhares de computadores sem a possibilidade de usar o novo sistema. De acordo com a Microsoft, mudanças na arquitetura dos processadores ajudarão na performance e eficiência do sistema. Críticos afirmam que a medida serve apenas para vender mais componentes, obrigando usuários que possuem máquinas perfeitamente funcionais a comprarem novos computadores. O problema do lixo eletrônico é cada vez mais crescente, e o custo elevado de computadores em 2021 torna o problema ainda mais grave.

Atualmente, o Windows 11 já está em versão de teste para desenvolvedores, e funciona normalmente em computadores antigos. No entanto, a empresa já confirmou que a versão oficial para lançamento no fim do ano irá bloquear as máquinas antigas.

Quais são as novidades do sistema?

O Windows 11 já possui data de lançamento estimada para Outubro de 2021, e a segunda versão de testes já está disponível para qualquer usuário cadastrado no programa Windows Insiders. As grandes novidades do novo lançamento incluem o visual repaginado que é melhor adaptado para telas por toque e mais atrativo aos olhos, integração completa com o Microsoft Teams para realização de chamadas em grupo, nova loja de aplicativos que promete ser mais segura e rápida que os downloads comuns, e novas medidas de segurança para aprimorar o sistema.

A resposta negativa dos usuários e da imprensa ainda levantam a esperança de que até o final do ano a Microsoft possa revogar as medidas restritivas contra os computadores antigos. Além disso, uma série de medidas contra monopólios estão sendo implementadas nos Estados Unidos e Europa para contornar o controle que gigantes da tecnologia como Microsoft e Google possuem sobre nossos dispositivos e cotidiano. Para quem não puder atualizar para o Windows 11, a Microsoft promete suporte ao Windows 10 até 2025. Confira também: Vacina italiana cria anticorpos em 93% dos casos.

Fonte: Assessoria – Kadu Penuela escreveu

Professor da Escola de Medicina de Harvard está entre os palestrantes do Masterclass 2021

O Dr. Papakostas recebeu vários prêmios de pesquisa nacionais e internacionais de fontes como o American College of Neuropsychopharmacology e a American Psychiatric Association

A 3ª edição da Masterclass de Atualização Terapêutica, que acontece durante os dias 29, 30 e 31 de julho de 2021 e 1º de agosto, das 8 às 20 horas, promete trazer qualidade e inovação na Psiquiatria. Diretor do Massachusetts General Hospital e professor da Harvard Medical School, o Doutor George Papakostas está entre os renomados participantes do evento. Convidado pela patrocinadora Pfizer, George irá falar sobre “O que sabemos sobre a desvenlafaxina: uma revisão para a prática clínica”, com tradução simultânea.

Com uma pesquisa focada em farmacoterapia do transtorno depressivo maior (TDM), o Dr. Papakostas recebeu vários prêmios de pesquisa nacionais e internacionais de fontes como o American College of Neuropsychopharmacology e a American Psychiatric Association. Ele é autor ou co-autor de mais de 150 publicações clínicas e científicas e capítulos de livros, e é autor do livro intitulado: Pharmacotherapy for Depression (World Scientific Publishing and Imperial College Press). Até o momento, já proferiu mais de 100 palestras em encontros nacionais ou internacionais em mais de 30 países, sobre uma ampla variedade de tópicos relacionados ao tratamento da depressão.

O primeiro dia do evento será dedicado exclusivamente ao Curso de Psiquiatria da Infância e Adolescência, com destaque para as participações dos médicos psiquiatras Jair Mari, Ary Gadelha, Luiz Henrique Dieckmann e Michel Haddad, todos membros da Comissão Científica da Masterclass. O programa contará com mais de 40 professores e, no total, 80 horas dos mais diversos conteúdos para atualização terapêutica, incluindo o simpósio do Dr. Fábio Porto, Neurologista Cognitivo e do Comportamento, “Vortioxetina no Contexto Atual: Trauma, Luto e ‘Long COVID'”.

A transmissão será em tempo real por intermédio de uma plataforma exclusiva para os inscritos. Para adquirir certificado, basta se conectar ao conteúdo ao vivo. O participante ainda terá acesso ao conteúdo por até 12 meses, após o evento. A Masterclass é uma iniciativa da entidade filantrópica Centro Paulista de Psiquiatria (CEPP) e do Brazilian Institute of Practical Pharmacology (BIPP), e direcionado para estudantes e profissionais da área, além de toda comunidade acadêmica interessada em atualização terapêutica. Para garantir a participação no evento, acesse o site: www.masterclass2021.com.br. Todos os patrocínios das indústrias farmacêuticas serão doados para manutenção do Hospital Público CAISM.

Acompanhe as redes sociais da 3ª edição da Masterclass de Atualização Terapêutica 2021:

Facebook – @centropaulistadepsiquiatria
Instagram – @cepp.psiquiatria

Fonte: Amanda de Melo

Pesquisa que mapeia 109 mutações no SARS-CoV-2, vírus da Covid-19, é publicada na Scientific Reports Nature

Estudo coordenado pela Univates pode contribuir para desenvolvimento futuro de fármacos para tratar a Covid-19

Uma pesquisa coordenada pela Universidade do Vale do Taquari – Univates foi recentemente publicada na revista científica Scientific Reports, um megajornal científico do grupo Nature. O trabalho, que lança luz sobre mutações no vírus SARS-CoV-2, é um esforço na tentativa de identificar mecanismos envolvidos em processos virais que podem contribuir para o desenvolvimento futuro de fármacos para tratar a Covid-19. 

O trabalho liderado pelo professor Luis Fernando Saraiva Macedo Timmers analisou 627 sequenciamentos genéticos de amostras do SARS-CoV-2 coletadas no Brasil e identificou 109 mutações no vírus causador da Covid-19. O estudo dá aos pesquisadores condições de avaliar mecanismos de evolução viral, ou seja, quais proteínas estão sofrendo mutações e em quais elas são mais prevalentes. “Podemos ter indícios de como o vírus está se adaptando ao meio”, explica Timmers. 

O estudo é uma visão geral sobre as mutações que aconteceram no Brasil e, ao estar agora disponível à comunidade científica internacional, contribui para a adoção de diferentes abordagens possíveis no campo do desenvolvimento de fármacos para o tratamento da Covid-19. Devido ao alto índice de transmissibilidade, o Brasil se tornou um epicentro de Covid-19 no mundo e, desde então, vem sendo monitorado para entender onde ocorrem as mutações no genoma do SARS-CoV-2 e como essas variações se disseminam. 

“Combinamos análises genômicas e estruturais para avaliar genomas isolados de diferentes regiões do Brasil e mostrar que as mutações mais prevalentes estavam localizadas nos genes S, N, ORF3a e ORF6, que estão envolvidos em diferentes estágios do ciclo de vida viral e sua interação com células hospedeiras”, descreve o docente. Esses dados mostram como a biologia estrutural, combinada com a genômica, pode ser aplicada para entender melhor a variabilidade viral e ser útil em estudos de descoberta de fármacos com base na estrutura e desenvolvimento de vacinas. 

A análise estrutural realizada na pesquisa evidenciou as posições dessas mutações nas estruturas das proteínas. “Essas informações podem ajudar a entender o impacto das mutações sobre a estabilidade das proteínas virais, a eficácia das vacinas e também monitorar o quão diferentes os vírus são no Brasil quando comparados a outras regiões”, revela o pesquisador. 

Sequência dos estudos 

O mundo está numa corrida para tentar encontrar fármacos desde o começo da pandemia, mesmo que a atenção internacional tenha se voltado inicialmente para os imunizantes. “A partir do momento em que a pessoa está doente, também vamos precisar de remédios eficazes, um tratamento farmacológico”, relata Timmers. 

Nessas condições, o estudo tem a perspectiva de continuar. A doutoranda Débora Bublitz Anton, do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBiotec) da Univates, orientada pelo professor Timmers e coorientada pela professora Márcia Inês Goettert, está trabalhando na prospecção de moléculas que possam ser usadas como inibidores com características antivirais e anti-inflamatórias contra o SARS-CoV-2, utilizando técnicas de biologia molecular e bioinformática. 

“O SARS-CoV-2 apresenta a enzima 3CL protease (3CLpro), a qual é responsável por clivar as poliproteínas formadas após a tradução do RNA viral, que são essenciais para o seu processo de replicação. Se impedirmos que essa proteína funcione, o vírus não vai se formar e replicar”, explica Timmers. Outra possibilidade do estudo é analisar se existem mutações na proteína 3CLpro, a protease principal do SARS-CoV-2. 

“Se aconteceram mutações nessa proteína, precisamos levar o fato em consideração, porque os fármacos em estudo podem interagir de forma diferente com elas”, analisa o pesquisador. “O interessante de modular a atividade dessa proteína em específico é que ela é importante para a replicação viral, ou seja, se conseguirmos impedir a replicação, podemos parar o vírus”. Essa poderia ser uma abordagem para tratamento farmacológico antiviral para a Covid-19. 

O trabalho desenvolvido vai além. Os pesquisadores da Univates estão na busca por uma molécula que, além de antiviral, possa ser anti-inflamatória. “Se conseguirmos encontrar uma molécula que funcione nessas duas áreas, teremos uma vantagem muito grande em relação ao vírus. Um dos maiores problemas da Covid-19 reside em decidir quando iniciar o tratamento”, acrescenta Timmers. “Identificar uma molécula antiviral que auxilie na modulação do processo inflamatório no organismo do hospedeiro seria muito vantajoso para nós, além de abrir mais uma porta para o desenvolvimento de fármacos”. 

Este é o primeiro trabalho de Timmers como autor principal publicado em uma revista científica de grande prestígio internacional. “É uma satisfação constatar o respaldo da comunidade científica no nosso trabalho, publicado agora na Scientific Reports. O trabalho colaborativo é essencial para que as pesquisas aconteçam. Não se faz ciência sozinho. Só podemos entregar um trabalho como esse com colaboração”, explica o professor.  

Time 

Além da Univates, participam da pesquisa a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a Universidade de Tübingen (Alemanha).

O artigo é assinado por Luis Fernando Saraiva Macedo Timmers, Julia Vasconcellos Peixoto, Rodrigo Gay Ducati, José Fernando Ruggiero Bachega, Leandro de Mattos Pereira, Rafael Andrade Caceres, Fernanda Majolo, Guilherme Liberato da Silva, Débora Bublitz Anton, Odir Antônio Dellagostin, João Antônio Pegas Henriques, Léder Leal Xavier, Márcia Inês Goettert e Stefan Laufer. 

A pesquisa tem fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da BRF. 

Texto: Lucas George Wendt 

Japoneses encontram nanopartículas de mRNA no cérebro, coração, fígado, ovários, testículos e outras partes de vacinados

O estudo foi revisado por pares assusta por incluir ovários e testículos, com capacidade para alterações reprodutivas.

Uma nova pesquisa conduzida no Japão mostra que as nanopartículas lipídicas (LNPs), contendo o código do mRNA, foram encontradas amplamente pelo corpo após a vacinação. Elas estão presentes no cérebro, baço, intestino grosso, coração, fígado, pulmões e outros órgãos. O artigo do estudo, originalmente escrito em japonês e traduzido automaticamente para o inglês, pode ser encontrado neste link. O estudo foi revisado por pares assusta por incluir ovários e testículos, com capacidade para alterações reprodutivas.

Intitulado “Pfizer confidencial”, o estudo é conhecido como um estudo de bio-distribuição, que usa enzimas “luciferase” e marcadores de radioisótopos para rastrear com precisão a distribuição dos LNPs de mRNA da Pfizer pelo corpo.

O estudo revela que os LNPs de mRNA são distribuídos por todo o corpo, afetando até ovários e testículos, levantando preocupações sobre fertilidade em quem recebe vacinas de mRNA, como a da Pfizer e a Moderna. O gráfico a seguir mostra a massa de NLPs (em microgramas) encontrados em cada órgão de pessoas após a vacinação de mRNA. Observe como ele ataca as supra-renais:

Médico pró-vacina alerta: “Cometemos um grande erro”

Um médico pró-vacina chamado Dr. Byram W. Bridle, PhD. foi entrevistado por Alex Pierson do podcast “On Point”. A entrevista, repercutida também no site Brighthon, tem aproximadamente 9 minutos de duração e pode ser assistida a

Bridle, que é 100% pró-vacina, fez as seguintes declarações:

… A proteína spike, por si só, é quase inteiramente responsável pelos danos ao sistema cardiovascular. Se entrar na circulação, na verdade, se você injetar a proteína spike purificada no sangue de animais de pesquisa, eles causam todos os tipos de danos ao sistema cardiovascular e podem cruzar a barreira sangue-cérebro e causar danos ao cérebro.

Eles encontraram um pico da proteína em circulação, ou seja, no sangue de 11 dos 13 profissionais de saúde que receberam a vacina. Sabemos há muito tempo que a proteína spike é uma proteína patogênica. É uma toxina. Ela pode causar danos em nosso corpo se entrar em nossa circulação. Agora, temos evidências claras de que as vacinas injetadas em nossos corpos, músculos ou células, fabricam essa proteína. Não a vacina em si, mas a proteína entra na circulação sanguínea. Quando entra em nossa circulação, a proteína spike pode se ligar aos receptores que estão em nossas plaquetas e às células que revestem nossos vasos sanguíneos. Quando isso acontece, ela pode fazer uma das duas coisas: pode causar o acúmulo de plaquetas e levar à coagulação (e é exatamente por isso que temos visto distúrbios de coagulação associados a essas vacinas) e também pode causar sangramento. E, é claro, o coração está envolvido, já que é uma parte fundamental do sistema cardiovascular. É por isso que estamos vendo problemas cardíacos. A proteína também pode cruzar a barreira hematoencefálica e causar danos neurológicos. É por isso também que nos casos fatais de coágulos sanguíneos, muitas vezes [a proteína] é encontrada no cérebro.

Resumindo, a conclusão é que cometemos um grande erro. Não tínhamos percebido isso até agora. Vimos que a proteína spike era um ótimo antígeno-alvo. Não consideramos que a proteína spike, em si mesma, era uma toxina e uma proteína patogênica. Assim, ao vacinar as pessoas, estamos inadvertidamente inoculando-as com uma toxina e, em algumas pessoas, isso entrará na circulação. Quando isso acontece em algumas pessoas, pode causar danos, principalmente no sistema cardiovascular. Não temos tempo, mas há muitas outras questões vitais sobre a segurança a longo prazo desta vacina. Por exemplo, com o acúmulo nos ovários. Uma das minhas perguntas é: vamos tornar os jovens inférteis? Alguns deles inférteis? Então, vou parar por aí.

Artigo Completo

Fonte: Por Cristian Derosa – EN

Cientistas brasileiros encontram fóssil de 280 milhões de anos

Pesquisa de paleobotânicos brasileiros descreve ancestral evolutivo de plantas ornamentais atuais é destaque internacional

Muito presentes nos jardins brasileiros e conhecidas como sagu-de-jardim (Cycas revoluta), as cicas são plantas que a maior parte das pessoas sabe identificar pois já viu alguma. No entanto, o que poucos conhecem é a história evolutiva desse grupo de plantas, que ganhou mais um antepassado recentemente. A partir de um fóssil localizado em Rio Claro, em São Paulo, no que antes era o supercontinente Gondwana, a descoberta científica da Iratinia australis foi publicada recentemente na revista Review of Paleobotany and Palynology.   

O fóssil encontrado pelos pesquisadores é de uma planta cicadácea (ordem Cycadales), linhagem que sobreviveu a três das extinções em massa que assolaram a biodiversidade global ao longo dos últimos 280 milhões de anos, incluindo a dos dinossauros. Apesar de terem resistido, por exemplo, à extinção do Permiano-Triássico, há 250 milhões de anos – a maior já registrada -, e à do Cretáceo-Paleógeno, há 65 milhões de anos, as cicadales nunca chegaram a dominar o reino vegetal, uma vez que não são capazes de produzir flores e frutos (como as angiospermas). 

Elas se espalham, na verdade, por meio de sementes, pois são gimnospermas. Mesmo assim, descendentes da Iratinia australis continuaram evoluindo, servindo de provável alimento a dinossauros herbívoros durante milhões de anos e, atualmente, de ornamento para os jardins. 

O fóssil de cicadácea identificado é um pequeno pedaço de madeira, com cerca de 12 cm de comprimento e 2,5 cm de diâmetro. Quando foi descoberto, os paleobotânicos descreveram-no como um licopódio que, apesar de ser próximo às samambaias, possui características externas semelhantes às cicas e que também era comum em Gondwana naquele intervalo de tempo. O estudante de doutorado Rafael Spiekermann, que atualmente está no Museu de História Natural Senckenberg, na Alemanha, desenvolvendo sua tese sobre licopódios, decidiu reavaliar o material para sua pesquisa. Suas análises apontaram que o fóssil se tratava, na verdade, não de um licopódio, mas de uma cicadácea – mudando o que se conhece sobre a história evolutiva dessa planta. 

Para o professor André Jasper, pesquisador da Universidade do Vale do Taquari – Univates, e um dos autores do estudo, o achado é um exemplo de que a ciência não acontece de forma imediata e, sim, demanda tempo e recursos. Jasper orientou Spiekermann quando ao longo de toda a sua graduação no Brasil, quando o pesquisador era estudante de Ciências Biológicas na Univates. 

“O fóssil possui uma anatomia totalmente diferente”, revelou Spiekermann ao The New York Times recentemente, onde a novidade foi notícia. “Se você cortar uma cicadácea hoje, verá que os padrões anatômicos são semelhantes”, explica.  

Jasper ainda revela que “o material encontrado é o mais antigo exemplar de madeira fossilizada que preserva as características anatômicas das cicadáceas”. Além disso, a identificação do fóssil sugere que esse tipo de vegetal estava bem estabelecido enquanto espécie há 280 milhões de anos. “Na área da paleobiologia, esse fóssil é muito importante, pois ele permite indicar que todo o grupo de cicas surgiu antes do que se imaginava”, destaca. O pesquisador estuda paleobotânica há 30 anos. 

Imagens da Iratinia australis – Spiekermann et al., Review of Palaeobotany and Palynology, 2021 

Um dos maiores desafios do campo de estudo dos pesquisadores como o professor André Jasper e o doutorando Rafael Spiekermann é preencher todas as lacunas da paleontologia evolutiva no que concerne às plantas. Existe um interesse amplo na paleozoologia, dedicada às formas de vida animais, mas a paleobotânica ainda tem muito espaço para se desenvolver.  

“Como esse grupo, as cicas, é um muito antigo, acompanhamos essas plantas para ver como elas se comportam em termos paleoambientais a partir do registro fóssil”, conta Jasper. O estudo dos pesquisadores tem implicações filogenéticas, ou seja, vai impactar os cladogramas – diagramas que demonstram as relações entre organismos – pois situa as cicas milhões de anos antes do que os estudos prévios fizeram.

 “Esse fóssil tem a capacidade de alterar a compreensão das relações evolutivas entre os organismos vegetais”. A partir da descoberta, surgem novas perguntas e novas possibilidades de interpretação em relação à história evolutiva dessas plantas. “Como aconteceu a sua migração?”, “Elas surgiram em Gondwana e se espalharam para outros lugares?”, são algumas delas.

O estudo está agora à disposição da comunidade científica. A caracterização taxonômica do espécime é extremamente importante para outros pesquisadores que estejam interessados em estudar as Cicadales, por permitir a comparação da descrição quando outros estudiosos estiverem analisando novos fósseis. “Se alguém realizar uma diagnose em outro fóssil e encontrar as mesmas características que encontramos na Iratinia, vai ser a mesma espécie ou gênero”. 

Iratinia australis 

O fóssil foi encontrado na formação de Irati, que compreende os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, e é daí a origem de seu nome científico, Iratinia australis. O local apresenta afloramentos fósseis de vegetais do período Permiano, que foi de 252,1 milhões a 298,9 milhões de anos. As análises situam o fóssil da Iratinia no Kungariano (de 279,3 milhões a 272,3 milhões de anos), uma das idades nas quais o Permiano se subdivide. Para termos de comparação, os primeiros fósseis de dinossauros têm a idade de 233 milhões de anos. 

O estudo 

Foi realizado pela Universidade do Vale do Taquari – Univates, em parceria com o Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, na Alemanha, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). O material foi coletado na década de 1980, depositado na coleção do Museu da Terra, no Rio de Janeiro, que pertence à Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), vinculado ao Ministério de Minas e Energia, e órgão executor do Serviço Geológico do Brasil (SGB). A partir daí ele acabou sendo enviado à Ufgrs. 

Os autores

O estudante de doutorado Rafael Spiekermann é o autor principal do estudo. A pesquisa tem contribuição do professor doutor André Jasper, do Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Desenvolvimento (PPGAD) da Univates; das doutoras Anelise Marta Siegloch e Margot Guerra-Sommer, do Instituto de Geociências da Ufrgs; e do doutor Dieter Uhl, vinculado ao Museu de História Natural Senckenberg e professor do PPGAD. 

Outras espécies descritas

O PPGAD da Univates tem desenvolvido diversos trabalhos na área da paleobotânica, com a coordenação do professor Jasper. A pesquisa nasce no Laboratório de Paleobotânica e Evolução de Biomas, vinculado ao Museu de Ciências (MCN). O amplo trabalho na área da paleobotânica culmina com uma produção científica crescente. A Iratinia australis se soma a outras três espécies já descritas pela equipe do Laboratório: Coricladus quiteriensis, , Lycopodites riograndensis e Rhodeopteridium iporangae, todas encontradas na Formação de Rio Bonito. 

Fomento 

Além da Universidade do Vale do Taquari – Univates, a pesquisa tem fomento de órgãos brasileiros e alemães por meio da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD) e da Alexander von Humboldt Foundation (AvH). 

Imagens da Iratinia australis – Spiekermann et al., Review of Palaeobotany and Palynology, 2021

Fonte: Assessoria de Imprensa – Texto: Lucas George Wendt/Univates

Syntec do Brasil adquire licença para uso do anti-inflamatório Maxitec para bovinos

Maxitec é um medicamento moderno, disponível para equinos desde 2020

O eficaz anti-inflamatório Maxitec injetável, da Syntec do Brasil, recebeu aprovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para uso em bovinos, além de equinos. “É uma conquista importante. Maxitec é um medicamento moderno, disponível para equinos desde 2020, com elevada aceitação dos criadores de cavalos devido à sua eficácia e segurança de uso, afinal não tem atuação na mucosa do trato gastrointestinal, permitindo longo tratamento quando necessário. Com a extensão de bula para bovinos, vamos atender à demanda dos pecuaristas, contribuindo para o tratamento do gado contra processos inflamatórios”, explica Thales Vechiato, gerente de Grande Animais da Syntec.

Maxitec é um anti-inflamatório não esteroide composto por Meloxicam 3%, indicado para o tratamento de artrites, inflamações agudas, febre, dores com associação às injurias musculoesqueléticas, teciduais ou viscerais e mastite subclinica. “A mastite é a principal doença da pecuária leiteira e provoca elevados prejuízos aos produtores. Recomendamos aplicar Maxitec em casos de edema pós parto, objetivando impedir eventual processo inflamatório e, assim, manter as vacas em pleno desempenho produtivo”, ressalta Vechiato.  

Outra importante característica do produto da Syntec é sua atuação direta na inflamação, não causando desconforto no trato intestinal, o que permite uso prolongado, caso necessário.

“Nossa missão é entregar produtos inovadores com qualidade e tecnologia avançada para proteção, controle e tratamento das enfermidades animais. Agora com indicação para bovinos, Maxitec nos ajuda a fortalecer o nosso portfólio de soluções para os criadores e pecuaristas”, finaliza Thales Vechiato.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma indústria de produtos para saúde animal 100% brasileira, com foco em medicamentos e suplementos veterinários de alta complexidade. Seu portfólio é amplo, incluindo terapêuticos, especialidades, produtos para higiene e saúde, suplementos e, agora, vacinas animais. Mais informações: www.syntec.com.br

Por Fernanda Souza