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Prefeitura decidirá retorno das aulas presenciais de acordo com o novo decreto do estado

Segundo secretário da educação, o município já realizou a compra de todos os equipamentos necessários para o retorno das aulas, quando for possível.

As aulas na rede municipal de ensino de Porto Velho, que estão suspensas desde o dia 18 de março deste ano, por conta da pandemia do Coronavírus, ainda não tem previsão para retorno, segundo informou  o secretário de educação, Márcio Felix, mesmo com o novo decreto do governador, Marcos Rocha, que deixou sob responsabilidade de cada município decidir.

Segundo o secretário, o município vai aguardar o novo decreto do governador que está previsto para ser publicado no próximo dia 13. “Nós vamos seguir o decreto do Estado, se retornar, nós também retornamos, mas com segurança. Caso a rede estadual optar em não voltar, o município vai seguir a decisão e permanecer com as aulas suspensas”, disse Márcio Felix.

Em uma audiência pública realizada na última terça-feira (27) de iniciativa da Seduc juntamente com o Ministério Público, Tribunal de Contas, Defensoria Pública, os órgãos de controle se posicionaram a favor do retorno. “Eu também sou a favor, mas com segurança. Os pais dos alunos se posicionaram contra juntamente com os sindicatos”, esclareceu o secretário.

Márcio Felix informou que a secretaria preparou o plano de retorno das aulas. “No nosso plano, primeiramente foi feito o levantamento dos servidores que são do grupo de risco. Depois veio às tratativas sobre a sanitização das escolas e entre outros cuidados. Em caso de retorno das aulas, será feito gradualmente, apenas um dia por semana, mas tudo isso tem que ser com muita segurança”, disse.

O secretário informou que o município já realizou a compra de todos os equipamentos necessários para o retorno das aulas, quando for possível. “Estamos aguardando a chegada de álcool em gel, máscaras e entre outros equipamentos de proteção para estarmos prontos para o retorno das aulas”, finalizou Márcio Felix.

Fonte: Rondônia Agora

Estado libera aulas presenciais para rede privada e pública em RO

Porém, essa retomada só poderá ocorrer nos municípios em que estiverem na fase 4 do Plano Todos por Rondônia.

Governo libera aulas da rede privada e manda servidores retornarem ao trabalho
Somente 9 municípios podem voltar seguindo os protocolos de medida

Um novo decreto foi divulgado pelo Governo de Rondônia, liberando as atividades educacionais no Estado. O decreto já está em vigor, mas as atividades da rede estadual de educação continuam suspensas.

De acordo com o decreto, as aulas presenciais podem retornar em instituições privadas de educação infantil, fundamental, médio e superior. Porém, essa retomada só poderá ocorrer nos municípios que que estiverem na fase 4 do Plano Todos por Rondônia (veja a lista abaixo).

O documento do governo determina que o retorno das aulas presenciais deve ser de forma gradual e escalonada, com até 50 % de sua taxa de ocupação. As carteiras dos estudantes precisam manter m distanciamento mínimo de 120 cm.

Ainda segundo o decreto, os pais ou responsáveis dos alunos menores de idade poderão optar pelo ensino presencial ou manter o ensino remoto (virtual), independente de ser grupo de risco. A mesma regra vale para estudantes acima de 18 anos, que terá “seu poder de decisão”.

“AS MANTENEDORAS FICAM RESPONSÁVEIS PELA MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES EDUCACIONAIS REMOTAS, PARA OS ALUNOS QUE OPTAREM POR NÃO RETORNAR ÀS INSTITUIÇÕES DE ENSINO”, DIZ O GOVERNO.

O governador Marcos Rocha também decidiu que as instituições de ensino municipais podem voltar com as aulas presenciais, mas essa decisão é facultativa, seguindo o plano de retomada que cada município organizar. O decreto já está em vigor.

Quais municípios:

  1. Porto Velho
  2. Ariquemes
  3. Mirante da Serra
  4. Candeias do Jamari
  5. Primavera de Rondônia
  6. Guajará-Mirim
  7. Chupinguaia
  8. Pimenteiras do Oeste
  9. Vale do Paraíso

O que mais é importante saber sobre o decreto N° 25.170

  • Os ajustes necessários para o cumprir o calendário escolar serão estabelecidos pelos órgãos competentes, após o retorno das aulas presenciais.
  • As creches podem disponibilizar atendimento presencial aos filhos de profissionais vinculados às atividades essenciais e crianças com deficiência, seguindo sempre as fases do distanciamento social controlado e limite de até 50% da capacidade.
  • Estágio supervisionado ou internatos poderão ser realizadas nas unidades de saúde, públicas e privadas, pelos alunos de medicina que estejam cursando o quinto ou sexto ano e pelos discentes de outros cursos.
  • As aulas presenciais só estão autorizadas às cidades que tiverem na fase 4 de distanciamento.

As aulas presenciais em Rondônia estão suspensas desde março, por causa da pandemia do novo coronavírus.

 CLIQUE AQUI E CONFIRA O NOVO DECRETO

Fonte: Rede Amazônica

Ministério da Justiça monta sistema de acompanhamento do Enem

As provas impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro

Representantes das forças de segurança de todas unidades federativas, integrantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), dos Correios, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal se reuniram ontem (20) para apresentar e debater as estratégias que serão adotadas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020.

O Encontro Técnico Enem 2020 foi promovido pelo Ministério da Justiça (MJ), que é responsável por integrar as forças de segurança pública e os órgãos incumbidos pela realização, logística, transporte e segurança das provas.

Os representantes dos estados e do Distrito Federal vão acompanhar, em tempo real, possíveis ocorrências durante a realização das provas, o que abrange, desde policiamento e patrulhamento de vias de acesso aos locais de exame até o transporte e guarda das provas, passando por eventuais investigações sobre possíveis fraudes. Segundo o MJ, toda a ação será acompanhada diretamente do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional.

O Enem 2020 será aplicado em 1.729 municípios, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, devido à pandemia do novo coronavírus. As provas impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro. Já a versão digital será em 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Pessoas privadas de liberdade farão o exame nos dias 24 e 25 de fevereiro.

Segundo o Inep, há 5.783.357 inscritos para o Enem, sendo 5.687.271 para o exame impresso e 96.086 para o digital, que é novidade nessa edição.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Seduc adere à estratégia de Busca Ativa Escolar do Fundo das Nações Unidas para a Infância em RO

Gestores das redes estadual e municipal de ensino terão acesso à plataforma para identificar alunos que estão afastados da escola

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), lança nesta terça-feira (20), às 16h, a adesão à estratégia de Busca Ativa Escolar do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com o tema, “Fora da escola não pode!”.

A tática acontece em parceria com o Ministério Público do Estado de Rondônia (MP), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e será transmitida pelo canal da Mediação Tecnológica Rondônia.

Por meio da plataforma social gratuita acessível, agora, o Estado de Rondônia pode realizar o trabalho de identificação e controle de estudantes que estão afastados, por algum motivo, da escola.  Gestores das redes estadual e municipal de ensino terão acesso ao programa  e poderão através de áreas como educação, saúde, assistência social atuar para a eficiência deste projeto que culmina, basicamente, na identificação, matrícula ou rematrícula do estudante.

De acordo com Kary Jean Falcão, chefe do Núcleo de Planejamento e Avaliação Externa, através da Busca Ativa Escolar, municípios e estados terão dados concretos que possibilitarão planejar, desenvolver e executar políticas públicas que contribuam para a inclusão escolar.

A ferramenta funciona com o acesso de ‘agentes comunitários’ que buscam saber a situação daqueles que estão fora dos estabelecimentos educacionais, coletando as informações básicas sobre as causas que contribuíram para que estes se evadissem da escola ou que nunca frequentaram.

“Com base na notificação destes dados, a plataforma ‘Busca Ativa Escolar’ produz sinal de alerta às Secretarias Municipais de Educação dos 52 municípios do Estado indicando a necessidade de medida para que estas crianças e adolescentes sejam (re)matriculados, seja na rede municipal, seja na estadual”, complementa, Kary Jean Falcão.

Fonte: Seduc

Estudante do interior ganha bolsa de estudos em universidade na Inglaterra

Paola Beatrys Gomes Amorim, de 18 anos, ganhou um curso de Física através de um concurso de redação no início de janeiro.

Aluna, Paola Amorim, da Rede Estadual de Rondônia busca realizar sonho de estudar em Cambridge

A estudante da Escola Campos Sales, rede Estadual de Ensino de Rondônia, Paola Beatrys Gomes Amorim, 18, tem interesse em física, novas tecnologias, filosofia e sustentabilidade, assuntos que em conjunto com a educação recebida lhe rendeu mais uma conquista para seu currículo acadêmico, onde ganhou uma bolsa de 47% no curso de Física, da conceituada Universidade britânica de Cambridge, na Inglaterra.

“É uma grande vitória. Ganhei a bolsa parcial em um concurso de redação que participei em janeiro desse ano (2020). É uma competição entre jovens de todo o mundo, que acontece todos os anos pela Immerse Cambridge Education. Escrevi uma redação abordando um tema proposto para o curso de física da universidade.

Para realizar o seu sonho e obter a formação nesta universidade renomada internacionalmente, Paola Amorim precisa conseguir cerca de R$ 28.500 (3. 905 Euros) até o final de novembro deste ano, para custear sua estadia, alimentação e demais despesas. Para tal, tem economizado e iniciou uma vaquinha on-line.

A estudante e moradora de São Francisco do Guaporé – destaque entre as cidades com maior nota do Exame do Ensino Médio (Enem) de 2019 – conta que toda a sua trajetória de aprendizado foi reforçada a partir do 9º ano do Ensino Fundamental e foi crucial a preparação obtida entre o primeiro e terceiro ano do Ensino Médio, o qual ainda está cursando, período em que estudou na Escola Estadual Campos Sales.

“Meu interesse em física se deu no Ensino Médio, pois tenho mais facilidade na área de exatas, porém, vai muito além. Quando era criança, por volta dos onze anos, assisti a um programa de televisão chamado ‘Cosmos’ [baseado no livro do físico Carl Sagan], e me vi muito interessada por cosmologia.

A diretora da Escola Campos Sales, Paolla Michelle Montanari Vieira, conta que Paola Amorim sempre foi uma aluna diferenciada. “Ela sempre participou de olimpíadas, e procurava representar a escola. Sempre foi uma aluna muito esforçada”, disse.

Neste ano, Paola Amorim, foi reconhecida pela Latin America Leadership Academy (Lala) como uma das jovens líderes da América Latina para tratar de assuntos sobre o Meio Ambiente. Foi uma longa seleção por application (entrevista on-line sobre assuntos pessoais, aspirações e liderança).  Ela aponta que o que a motiva é inspirar pessoas a preservar o Meio Ambiente e seus recursos naturais. “Para mim é importante conservar o planeta para as próximas gerações”, acrescenta a estudante.

Fonte: Seduc

No dia do Professor: Professores contam sobre os novos desafios em meio a pandemia em RO

As aulas remotas foram elaboradas por cada professor que se reinventou.

Durante o estado de calamidade pública foi determinado através do Governo estadual, o decreto que institui o ensino remoto em Rondônia. Aulas online em escolas estaduais acontecem desde março, a fim de obedecer normas sanitárias do distanciamento social. Com isso, professores e alunos precisaram se adaptar com o novo momento. As aulas remotas foram elaboradas por cada professor que se reinventou, lousas e carteiras deram espaço para mini estúdios improvisados, e o celular que antes era considerado inimigo da concentração dos discentes, virou aliado, um meio de ligação entre aluno e professor para a troca de conteúdos diários.

Mas nem todos estavam preparados para esta drástica realidade. Nascida no interior do Piauí, Francisca Souza escolheu o Estado de Rondônia, para estudar e realizar o sonho de ser professora. Há quase 30 anos lecionando e lotada atualmente na Escola Estadual São Luiz, viu a necessidade de evoluir tecnologicamente com o ensino à distância, e confessa que fugia do assunto.

“Digo ‘bom dia, estudos regionais, vou mandar uma atividade’, e eles ficam esperando”, conta a professora Francisca

“Eu me senti analfabeta de novo, foi muito difícil, tive que pedir ajuda de outros colegas, para aprender a fazer vídeos, que foi uma orientação da diretora da escola, as videoaulas. Como eu já entendia como mandar mensagens por um aplicativo no celular, achei melhor adaptar e enviar perguntas e conteúdo para meus alunos por mensagens e organizei eles por grupos, aí eu aperto aqui (demostra ela com celular na mão), digo ‘bom dia, estudos regionais, vou mandar uma atividade’, e eles ficam esperando”.

Ela conta ainda, que perdeu muitos entes queridos por causa da Covid-19, e lecionar isolada em casa se tornou um fato marcante, pois emocionada lembra quando precisou atender alunos durante o luto. Apesar disso, percebeu que esta foi a melhor forma de unir estudos com uma pandemia.

Por outro lado, há também quem aproveite das habilidades tecnológicas, como a professora de literatura da Escola Major Guapindaia, Aline Castro, que criou personalidade nas redes sociais para ministrar aulas didáticas e atrativas durante a pandemia. A elaboração de conteúdo não ficou apenas em envios de videoaulas, ela mergulhou na era digital, e transferiu conhecimentos em diversos tipos de plataformas digitais.

Ela afirma ainda que além de elaborar conteúdos em diversos formatos, como o PDF,  também optou por aulas ao vivo online.

Professora Aline afirma que além de elaborar conteúdos em diversos formatos, como o PDF, também optou por aulas ao vivo online

“A gente tem que se reinventar, procurar diversas formas, inclusive tenho visto vídeos de outros professores e baixei um aplicativo que coloca uns filtros divertidos, tem de coraçãozinho, borboletinhas voando, caras engraçadas, então é só habilitar a câmera, e nem precisa estar maquiada, se você quiser dar aula com cara de cachorro você consegue”, se diverte contando a servidora.

Fonte: Seduc

Cidades ainda seguem sem previsão de retorno às aulas presenciais

Apenas 4,9% dos municípios têm data prevista para abertura das escolas

Pesquisa aponta que um total de 3.742 prefeituras não têm data prevista para retorno das aulas presenciais em suas redes municipais de ensino. O levantamento foi feito em setembro pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que consultou 3.988 governos locais, uma amostra de 71,6% do país, que possui 5.570 municípios. Nos territórios que responderam à sondagem, vivem 14,6 milhões de alunos atendidos por redes municipais de ensino, que representam 63,3% das matrículas nesse segmento no país. 

Na avaliação da entidade, a falta de uma data de retorno não significa uma “posição omissa” dos prefeitos. “Ao contrário, decidir pela não retomada das aulas indica uma postura responsável e cautelosa do gestor. A situação não pode ser simplificada, a pandemia já representa prejuízo à aprendizagem dos alunos e da educação como um todo, mas a pergunta sobre quando retornar essas atividades precisa ser respondida com responsabilidade, pois é inegável a preocupação com a retomada das aulas por conta da disseminação do vírus”, diz o relatório da pesquisa. 

Dos municípios consultados, apenas 197 (4,9% da amostra) informaram uma data de reabertura das escolas já marcada, mas a própria CNM pondera que “a realidade tem mostrado, especialmente em nível estadual, que as previsões iniciais não têm se confirmado e o retorno tem sido adiado, a exemplo do que ocorreu no Maranhão, Rio Grande do Norte, Acre, Piauí e Distrito Federal”. Os principais fatores para o não cumprimento das previsões, na percepção da entidade, é a judicialização da volta às aulas em todo o país, com cobranças de medidas para proibir o retorno das atividades presenciais nas escolas. “O entendimento é balizado pelo risco de aumento de contaminação da covid-19, em razão da exposição de milhares de estudantes e professores, o que pode colocar a população em potenciais situações de contágio”, diz a CNM.

A pesquisa aponta que os municípios vem oferecendo algum tipo de atividade pedagógica não presencial. Na maioria esmagadora dos casos, estão sendo distribuídos material impresso, alternativa adotada por 3.818 prefeituras (98,2% do total consultado), seguidos da oferta aulas por meio digitais, adotada por 3.152 gestores (81,1%). Somente 6,5% dos municípios ouvidos (254) realizam aulas por meio de TV e outros 3,5% (136), por meio de rádio. Um total de 3.360 municípios (86,4% da amostra) usam aplicativos de mensagem instantânea para o envio dos materiais e atividades escolares. O levantamento também indicou que em 70,6% dos municípios consultados os professores receberam ou recebem algum tipo de capacitação para o ensino remoto.  

Planos de retorno

Apesar da maioria ainda não ter data de retorno presencial das aulas, pouco mais de 70% dos municípios que responderam a pesquisa da CNM, ou seja, 2.811 prefeituras, informaram ter os planos de retomada elaborados ou em fase de elaboração. Já outras 1.105 prefeituras (27,7% da amostra) ainda não possuem planos de contingência construídos. Segundo a CNM, isso se deve à complexidade do processo de articulação federativa e a definição dos protocolos. “Cabe salientar que o Ministério da Educação (MEC) publicou, somente em 7 de outubro, o Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais,  com informações acerca do planejamento que pode ser desenvolvido nas redes municipais e estaduais de ensino do país para o retorno das aulas presenciais”, observa a entidade.

Do total de municípios que informaram possuir planos de contingência, o retorno gradual às aulas (74,7%) e o sistema de rodízio (70,5%) estão entre as medidas que aparecem com maior frequência a serem adotadas para a retomada das aulas presenciais. Na prática, salienta da CNM, mesmo quando definida uma data de retorno, nem todos os grupos de alunos retornarão ao mesmo tempo para a sala de aula, para permitir maior distanciamento social. Cerca de 2,2 mil municípios (78,2% da amostra) definiram o ensino híbrido como estratégia para garantir o ano letivo e recuperar os possíveis déficits de aprendizagem ocasionados pela pandemia.

A grande maioria dos municípios consultados também informou que está desenvolvendo ações para melhorar e adaptar a infraestrutura das escolas, e adquirindo equipamentos de proteção individual (EPI) e demais materiais de segurança sanitária e higiene. 

Fonte: Aline Leal A/B

Seduc realiza ação para ajudar alunos afastados do ambiente escolar em RO

Campanha já acontece desde dia 29 de setembro e vai até o dia 20 de Outubro, e cada município utiliza sua criatividade para o projeto.

O projeto “Vim Te Buscar Para Avançar” realizado pela Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc) tem, nesta sexta-feira (16), o “Dia D” de suas ações na busca dos alunos da Rede Estadual que estão, por algum motivo, afastados das atividades escolares. O contato com os alunos e pais ou responsáveis, por meio dos gestores escolares, técnicos da Seduc e de professores que se voluntariaram, permite que o vínculo deste estudante com a escola seja mantido, além de garantir que o mesmo avance na aprendizagem e conclua o ano letivo.

Irany Oliveira, diretora geral de Educação afirma que as redes de proteção dos municípios de Rondônia, como os Conselhos Tutelares, Defensorias Públicas e Ministério Público, além da Polícia Militar (colégios militares) são parceiros neste projeto. “O ‘Dia D’ dessa busca ativa é uma culminância de tudo que nós fizemos nestas últimas semanas. Neste dia, cada município utilizará a sua criatividade, uns vão fazer carreatas, outros vão publicar o número de alunos que já retornaram, vão intensificar as chamadas nos canais de televisão e rádios, entre outras ações”, comenta.

Segundo a diretora geral da Seduc, os resultados do projeto são positivos, uma vez que os pais têm atendido a esse chamamento e muitos alunos estão retornando, buscando suas atividades e participando do que a escola tem ofertado.

“Cada escola fez o levantamento daqueles alunos que estavam afastados e o projeto tem por objetivo buscar esses estudantes e trazê-los de volta à escola. O colégio sabe qual o aluno que não fez o acesso à plataforma de aula virtual ou que consta que não foi buscar as atividades impressas. Este estudante aparece como um aluno que não mais compareceu à escola. Também pudemos auxiliar na resolução de problemas relatados por algumas famílias e que tem interferido nos estudos daquele aluno”, esclarece Irany Oliveira.

O projeto “Vim Te Buscar Para Avançar” acontece desde o dia 29 de setembro e vai até 20 de outubro. Cada município observa dentro de suas necessidades a forma como vai atuar. Pode ser através de visitas domiciliares na cidade, nas periferias, na zona rural, por meio de telefonema, panfletos, e-mails, chamadas nas rádios e canais de televisão locais, avisos através de carros de som nas ruas ou até mesmo deixar recados nos pontos comerciais em bairros das comunidades escolares.

Fonte: Seduc

Em comemoração ao Dias das Crianças, escolas recebem alunos em ‘drive-thru’ em RO

Além de decoração especial na escola, os educadores se fantasiaram de super heróis. Ação acontece em Ji-Paraná e Porto Velho.

Alunos e professores aproveitaram para tirar fotos no drive-thru da saudade — Foto: Rede Amazônica/Reprodução
Alunos e professores aproveitaram para tirar fotos no drive-thru da saudade —

Para celebrar o Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, professores, pais e alunos de uma escola de Ji-Paraná (RO), região central do estado, encontraram uma forma segura de fazer um reencontro: um “drive-thru da saudade”.

As aulas presenciais no estado foram paralisadas em março devido a pandemia do novo coronavírus. Desde então, alguns dos 164 alunos matriculados não puderam mais encontrar os professores.

Além de decoração especial na escola, os educadores se fantasiaram de super heróis e com música, entregaram pipoca, algodão doce e lembrancinhas aos pequenos.

O evento também serviu para comemoração a classificação da instituição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A Escola Professor Augusto Rocco ficou em segundo lugar no município.

Em Porto Velho, uma atividade parecida foi realizada foi realizada na Escola Municipal Guadalupe. A diretora da escola, Nélida Moura, comemorou a participação das crianças.

“A gente não poderia deixar passar essa data tão importante que as nossas crianças aguardam o ano inteiro. Eu vi brilho nos olhos das crianças, dos professores, dos pais. A escola se reinventou”, disse.

Fonte: G1/RO

MEC lança guia com protocolos para volta às aulas

Documento oferece informações para que as redes estaduais e municipais possam se preparar para um retorno seguro

O Ministério da Educação lançou nesta quarta-feira (7) o Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais nas Escolas de Educação Básica. O documento, produzido pelas secretarias de Alfabetização, Educação Básica e Modalidades Especializadas de Educação, oferece informações para que as redes estaduais e municipais possam se preparar para um retorno seguro, para evitar risco de transmissão da covid-19.

Veja também: Confira o Guia de Implementação de Progocolos de Retorno das Atividades Presenciasis nas Escolas de Educação Básica

O guia reúne normas técnicas de segurança em saúde e recomendações de ações sociais e pedagógicas a serem observadas pelos integrantes da comunidade escolar no retorno seguro. A secretária de educação básica, Izabel Lima Pessoa, destaca que a decisão de retorno às aulas presenciais deve ser tomada por estados e municípios, de acordo com a orientação das autoridades sanitárias locais.

Para elaboração do guia, o MEC teve como base orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde), da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), do Unincef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e do próprio Ministério da Saúde.

Além disso, o guia também considerou os documentos e sugestões produzidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, além dos cuidados relativos à educação alimentar e nutricional e à segurança dos alimentos, elaborados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Durante a apresentação, a secretária de Educação Básica do MEC, Izabel Lima Pessoa, destacou também a destinação de recursos, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola, para apoiar o retorno seguro às aulas. “Entre as ações que o MEC está desenvolvendo para dar suporte ao retorno está o repasse de R$ 525 milhões para 117 mil escolas para adquirir os itens de biossegurança”, informou.

O protocolo foi definido de acordo com a escala de intensidade de transmissão do vírus em determinada região divididas por cores: regiões sem casos de transmissão (azul), regiões de transmissão de casos esporádicos (verde), regiões de transmissão de aglomerados (amarela), regiões de transmissão comunitária (vermelha).

Entre as orientações, está o distanciamento físico entre grupos, como limitar ao máximo a mistura de turmas e grupos de idades diferentes para atividades escolares e pós-escolares; considerar a possibilidade de retorno de forma gradual; considerar a possibilidade de ampliação do número de professores ou recorrer ao apoio voluntário; evitar atividades que envolvam a coletividade; etc.

Fonte: R7