Brasileiro morre em combate na guerra da Ucrânia

A notícia foi repassada à família pelo brasileiro, homônimo, André Kirvaitis.

O conflito armado não era uma novidade para o enfermeiro gaúcho, André Hack Bahi, 43, ele já trazia marcas no corpo de combates anteriores no continente africano quando atuava pela legião estrangeira francesa. Há seis anos, só escapou da morte em uma missão na Costa do Marfim porque estava com colete à prova de balas quando foi atingido por quatro tiros no peito —a área em que ele estava havia sido alvo de bombardeios e mísseis, segundo a família.

Resgatado às pressas de helicóptero, precisou ficar dois meses hospitalizado para se recuperar de um traumatismo craniano e de fraturas na mandíbula e tórax. Apesar dessa experiência  traumatica  no Leste da Africa, Hack não pensou duas vezes antes de se se alistar junto às tropas ucranianas, há três meses.

“Ele queria ajudar”, disse sua irmã Letícia. 

Natural de Porto Alegre (RS), André tinha três irmãs mais velhas. Ex-militar do Exército, trabalhou por um período com o pai como técnico em eletrônica em uma empresa especializada em sistema de alarmes. Depois de atuar como técnico em enfermagem, seu espirito aventureiro o lecou para a distante e gelada Islândia, onde trabalhou em uma peixaria.

Mas, não se adaptou e voltou menos de um ano depois. Em 2014, foi para Quixadá (CE), a 170 km da capital Fortaleza. No ano seguinte, se alistou junto à legião estrangeira francesa e começou a participar de missões em países em conflito. Nem mesmo os graves ferimentos sofridos em 2016 na Costa do Marfim, na África, fizeram com que ele desistisse da carreira militar. 

Pelo contrario, teve uma passagem temporária por Portugal —foi quando começou a guerra na Ucrânia. Ele falou:

‘Mana, eu quero ajudar as pessoas. Se precisar morrer, eu vou morrer’.

E foi o que aconteceu, diz a irmã, ele morreu em combate. O meu irmão tinha essa força de salvar vidas e de lutar por um país que nem era dele. Ele vai permanecer vivo para sempre no meu coração.

OUTRO BRASILEIRO

Foi outro brasileiro na guerra da Ucrânia que passou a informação da morte de André Hack Bahi. A notícia foi repassada à família pelo brasileiro, homônimo, André Kirvaitis,. Segundo ele, um colega da mesma unidade foi hospitalizado após se ferir no confronto e disse ter visto Hack morrer.

“Um amigo que estava com ele no combate viu ele sendo morto no tiroteio”, relatou ao site UOL. Nas redes sociais, Kirvaitis se despediu do amigo. 

“Obrigado por tudo, irmão”, escreveu, em seu perfil no Instagram. 

“Éramos mais do que irmãos. Estávamos juntos desde o começo, fizemos missões juntos. Era para eu estar com ele nessa última missão”, relatou Kirvaitis, que foi impedido de acompanhar a unidade em decorrência de problemas de saúde.

‘Perdi amigos lá’, disse Kirvatis após ataque russo Há mais de três meses na zona de confronto, André fazia parte do primeiro grupo de voluntários brasileiros que se alistou junto às tropas do país invadido. “A gente veio pra ajudar”, disseram os integrantes do grupo. 

Com longo histórico militar na família, seu bisavô e avô serviram nas Forças Armadas, Andre Hack deixa esposa e sete filhos em Quixadá (CE).

Por Eduardo Negrão*

*Eduardo é Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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Vaidade, a sorrateira inimiga da autoridade

Se há um lugar onde, por dever de ofício, se reúnem expoentes de tal conduta, esse lugar é o STF.

Poucas coisas tão postiças quanto a sabedoria dos intelectos vaidosos. E poucos tão infelizes quanto os que pretendem fruir o poder com esse canudinho, no próprio copo, como refresco.

A vaidade corriqueira das celebridades fugazes que causa frenesis em auditórios de pouco juízo e a decorrente dos atributos físicos são menos maléficas que a dos enfatuados pelo próprio intelecto. Para estes, todo espelho é mágico e lhes atira beijos. Lambem seus títulos. Devoram as próprias palavras após pronunciá-las para que nada se perca de seu sabor. E vão engordando de lipídios um orgulho autógeno, encorpado pelas lisonjas alheias e pelas que generosamente dedicam a si mesmos.

De quem falo? Bem, pessoas assim estão por toda parte. Não posso dizer que formam um exército numeroso porque não há exército composto apenas por generais de quatro estrelas. Andam dispersos, portanto. Mas se há um lugar onde, por dever de ofício, se reúnem expoentes de tal conduta, esse lugar é o STF.

Chega a ser divertido assisti-los desde a perspectiva pela qual eles mesmos se veem. Aferi-los pela infinita régua com que se medem. Apreciar o esforço que fazem para ostentar sabedoria.

As frases lhes saem lustradas, polidas como corneta de desfile. Não que isso seja mau em si, mas chama atenção como parte da grande encenação das vaidades presentes.

Imagino que por vezes se saúdem assim:

“E sua vaidade como vai, excelência?”.

Ao que o outro retruca, cortesmente:

“Bem, bem, recuperando-se do que li ontem no Twitter, mas as perspectivas são boas, obrigado ministro”. 

Nada mais próprio do que a palavra “corte” para designar aquele colegiado (cuja institucionalizada importância – esclareço porque não quero ser mal entendido – ergue-se a despeito dessas fragilidades humanas). É uma corte. É uma corte onde todos exercem, sobre o Direito a que estamos submetidos, uma soberania irrestrita, que flutua em rapapés e infla os egos à beira do ponto de ruptura.

Ali, cada um que fala se percebe como o Verbo. As palavras saem numa espécie de sopro divino, criador, forma verbal das cintilações de astro rei. Ante tal brilho só se chega usando óculos escuros e protetor solar.   

Os membros de nossa Suprema Corte talvez se bastem com a própria vaidade. Mas a vaidade ou a fruição do poder como refresco sorvido nesse canudinho não são suficientes para os fins que pretendem.

Há uma distinção que já era bem conhecida dos romanos. O poder (“potestas”) não se confunde com autoridade (“auctoritas”) aquele se pode dizer inerente ao cargo, esta porém depende de atributos com reconhecimento social, entre os quais não se inclui a vaidade.

Foi-lhes dado, senhores, o poder para decidir o que bem entendam, mas há uma Constituição. Decidam, mas instituir uma “religião” e verdades estatizadas como ferramenta do poder não gera autoridade reconhecida entre cidadãos livres.

Por Percival Puggina*

*Percival é Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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A gabolice de Barroso e a solução paraguaia para o Voto de 2022 (veja o vídeo)

Paraguai usa urna eletrônica que imprime comprovante de voto.

“Não é que eles não podem ver a solução. É que eles não podem ver o problema”.  (G. K. Chesterton).

Pronto, descobrimos a solução para as eleições de 2022.

Agora Barroso não precisa mais ir a Inglaterra falar mal do Brasil. Nem atacar o Presidente, nem governo, nem os brasileiros. Não. Não precisa dizer abobrinhas, tais como:

– “Esse é um dos problemas que nós estamos enfrentando no Brasil, um déficit imenso de civilidade”.

Talvez sua cegueira, arrogância e uma “pitada de maldade”, Ministro, o impeça de observar que os brasileiros que o chamaram de “mentiroso” estão, sim, cheios de civilidade, pois defenderam a nação fora da nação, defenderam a verdade e impediram que uma grande “fake news” fosse difundida através de sua palestra.

Afinal, toda nação brasileira sabe que nunca houve o que o senhor afirma, e o pior, sua gabolice, sua exaltação a si mesmo, seus elogios à sua própria atuação como Ministro e como salvou a pátria brasileira na época em que era presidente do TSE e que precisou:

– “…Oferecer resistência aos ataques contra a democracia e impedir esse abominável retrocesso que seria a volta do voto impresso com contagem pública manual, que sempre foi o caminho da fraude no Brasil”.

Nada disso é verdade, pois o que todos querem são urnas eletrônicas com impressão e contagem do voto eletrônico para posterior auditoria.

Só isso. Todo o resto é balela.

Como o senhor não quer entender, aqui está um vídeo que explica tudo direitinho, tudo o que os brasileiros querem. Assista o vídeo, senhor Barroso.

Olhe a máquina de votação do Paraguai e sinta vergonha da velharia que o senhor e todos os outros Ministros querem impor aos brasileiros.

São tranqueira nossas “urnas eletrônicas”, comparadas às urnas paraguaias!

Assista o vídeo postado pelo site Poder 360:

Mais claro com o simulador de voto:

1) Apresente sua identidade civil aos membros da mesa de votação, que lhe entregarão o boletim (cartão) assinado pelos dois membros.

2) Coloque o boletim (cartão) no slot conforme indicado pela seta.

3) Para iniciar o simulador escolha a opção que lhe corresponde:

– Opção com Candidatos a vereador;

– Opção com Candidatos a Deputado;

– Opção com Candidatos a Prefeito;

4 – Feita a escolha aparece uma lista e o eleitor vota;

5 – A tela seguinte oferece a opção para mudar o voto (reiniciar);

6 – Se você achar que tudo está correto, aperta na tecla e imprime o voto.

7 – Após a impressão do boletim, verifique se o registro eletrônico do seu voto corresponde à versão impressa, aproximando o boletim do leitor verificador;

8 – Dobre o boletim de forma que garanta o sigilo do voto.

9 – Entregue ao presidente da mesa para ele assinar.

10 – Finalize o voto colocando tinta no dedo indicador da mão direita para marcar a cédula e confirmar que realmente você votou, recebeu o boletim (cartão) do presidente da mesa e depositou o voto impresso na urna de plástico.

11 – Receba de volta sua identidade civil.

Pronto, seu Barroso, seu Fachin, seu Moraes e demais Ministros. Temos uma máquina de votação que todos concordam: vota-se e se houver dúvida, conta-se os votos!

Simples assim.

Divulgue. Mande para a Justiça Eleitoral. Mande para seu Deputado, Senador.

É o Paraguai dando uma lição de democracia ao Supremo.

Aqui está o simulador (https://simulador.tsje.gov.py/index.html#) para você treinar como votar na “máquina paraguaia de votação”.

Divulgue.

Por Carlos Sampaio

*Sampaio é Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

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Quem é o responsável pela agressão ao PM? (veja o vídeo)

Os fatos ocorreram na manhã do último domingo dia 19 na Santa Casa de Araraquara.

Um vídeo está circulando com grande repercussão nas redes sociais. Cenas fortes, onde um policial está sendo ofendido, desrespeitado, injuriado e chega a ser cuspido por uma mulher, que de forma explícita, tenta se fazer valer por ser mulher e simula estar sendo agredida pelo PM, que manteve sua postura disciplinar e permaneceu trabalhando para a proteção da sociedade.

O vídeo veio acompanhando do seguinte comentário, segue um pequeno trecho:

“…atitudes como essa vem sendo normalizadas por ativistas, ‘defensores de bandidos’, militantes barulhentos, que atraem jovens adeptos, estão jogando fora os valores da sociedade…”

Você sabe quem é responsável por isso?

Existe uma ideologia que estimula a desobediência a qualquer forma de autoridade, pois a consideram “opressora”, estimulam filhos a desafiar aos pais “opressores”, estimulam a enfrentar as autoridades “opressores”.

O socialismo e suas vertentes de pensamento com a escola de Frankfurt, as ideias de Gramsci e Marx estimula o pensamento revolucionário e o enfrentamento a autoridades “opressoras”. Nossas crianças vem sendo doutrinadas desde a tenra idade por esse tipo de pensamento, mas a pergunta do vídeo é a seguinte: Até quando vamos permitir isso?

Veja o vídeo:

Os fatos ocorreram na manhã do último domingo dia 19 na Santa Casa de Araraquara.

Uma mulher de aproximadamente 30 anos que acompanhava uma interna acabou tendo que ser removida pela Polícia Militar porque estava importunando os outros pacientes, porém no ato de remoção ela desacatou os policiais chamando de bostinha e etc..  inclusive na delegacia teria chamado outro PM de macaco.

O caso foi registrado junto à Polícia Civil como desacato, injuria e ameaça. Na sequência a mulher foi liberada.

Por Bosco Foz

Jornalista, Gestor Público, Proprietário do canal Bosco Foz.

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Fantasma rondoniense lança pré-candidatura à Câmara Federal

Voltar a sena do crime, seria o maior pesadelo que poderíamos ter.

Você pode até não acreditar em fantasmas, mas que eles existem, existem. Para alguns, são frutos da imaginação, para outros, são pessoas que deixaram pendências em vida e precisam resolvê-las para seguir, em frente, para outros, são espíritos mal-intencionados que estão no plano terrestre em busca de vingança ou atormentar as pessoas.

Entretanto, o artigo não se trata de frutos da imaginação e/ou de pessoas que já se foram, muito menos de pessoa contratadas pelo serviço público e recebe o salário, mas que raramente vai ao órgão público trabalhar.

E, por falar em fantasma…

evidentemente, estamos falando, da ex-senadora Fátima Cleide  (PT), que lançou sua pré-candidatura a corrida eleitoral para disputar uma cadeira na Câmara Federal – considerada por muitos um fantasma político que aparece de 4 vem 4 anos, após passar anos exorcizada reaparece aos eleitores rondonienses.

Isso mesmo, trata-se da petista Fátima Cleide, para tantos avia sido banida do cenário político rondoniense, entretanto, reaparece como um espectro de alguém que já avia falecido e reaparece para perturbar as pessoas. Para tanto, a comunidade das assombrações terá que se desdobrar para convencer os eleitores a votar em alguém que simplesmente, aposta na memória curta dos cidadãos pagadores de impostos.

Vocês podem até não acreditar, mas a cara é a mesma, o partido é o mesmo, o discurso é o mesmo. Na verdade, a real extensão do perigo dos novos fantasmas e da ressurreição dos velhos ainda não pode ser devidamente mensurada. Mais, de qualquer forma, trata-se do esgotamento político em que vivemos, cada vez mais distante do cidadão de bem, pagador de impostos e vítima da manipulação midiática.

Aventureiros, demagogos, arautos que desejam restabelecer a ordem, com mentiras para tentar enganar mais uma vez os eleitores. Geralmente, eles se pautam em discursos, supostamente, demagógicos em defesa dos direitos dos fracos e oprimidos, ha exemplo do seu mentor e ex-presidiário.

“Esse sim, seria o maior fantasma, e/ou pesadelo da atualidade que deseja voltar a sena do crime”.

Em resumo, para que haja uma luz no fim do túnel é necessário exorcizar os políticos malfeitores. Por conta disso, vamos acenderemos às luzes e cuidar para que o bicho-papão, ou melhor “barbudo”, saia da vida pública/política de uma vez por todas – entrando para a história, como o maior ladrão de todos os tempos. Para isso, é preciso, estarmos atentos para que as narrativas enganosas não triunfem novamente. Quem sabe, só assim, possamos merecer de Deus o livramento de um feitiço muito bem engendrado neste país abençoado.

Neste sentido, considerando que estamos se aproximando do pleito eleitoral, vale lembrar que temos em nossas mãos uma arma muito poderosa que será fundamental para exorcizar de vez o fantasma da alienação vermelha que ronda o nosso Brasil.

“Horemos senhor…

…valei-nos São Cipriano, amigo-irmão do nosso “Divino Pai Salvador”, aquele de quem a gente só se lembra nos momentos de aflição, quando os “pseudo-amigos”, que são os verdadeiros inimigos do povo, em época de eleição eles mostram o pau com que matam às nossas lombrigas que incomodam nossas panças – livrai-nos desses políticos bissextos que aparecem a cada 4 anos, eles só querem o nosso voto. Se for preciso mentir, eles mentem, se precisar prometer, eles prometem, na maior cara de pau. Infelizmente, a maioria usa essa prática e simplesmente, desaparecem num passe de mágica.

Por isso meu bom Deus, eu vos clamo! Para que o teu poder rompais todos os ligamentos dos homens e mulheres com ideias macabras, desses estúpidos falsários. Caia sobre nós senhor, chuva de lucidez, para que seus filhos estejam livres de qualquer ligamento atroz, nos livrai-nos dos hipócritas, senhor para todo sempre. Amem”.

Ficaremos atentos quanto aos discursos de ódio e de suposto restabelecimento da ordem e promessas fáceis, só assim, conseguiremos ser vitoriosos e não cairemos nas armadilhas que dificilmente conseguiremos sair. E, não será certamente com a violência, já antes usada sem resultados, tampouco com a inércia de quem deixa o barco correr e espera que as coisas melhorem.

– Ultimamente, até mesmo os bem intencionados são raros, o qual nos e dá a medida exata da gravidade da situação.

Se uma bruxa chegasse a estes trópicos e conhecesse nossa realidade, seria muito fácil convencê-la a lançar contra estes políticos medíocres, um feitiço exemplar que lhes rendesse o merecido castigo. Entretanto, segue uma sugestão para a feitiçaria: que os políticos malévolos e insensíveis, ao adoecer ou envelhecer, sejam obrigados a enfrentar as longas filas do SUS! e sobreviverem apenas com o benefício mínimo da Previdência.

Para finalizar, deixo claro que não se trata de uma praga lançada por este autor que vos escreve, desde criancinha, lá na cidadezinha onde nasci, sempre ouvi a voz da sabedoria popular indicando: tenha muito cuidado! Pois, o feitiço pode virar contra o feiticeiro…

Por Edilson Neves*

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Onde existe mais criminalidade e a ausência do Estado significa risco real: Na floresta ou na favela?

Os dois falecidos desbravadores só estão servindo para alimentar uma narrativa.

SEISCENTOS E SETENTA MILHÕES DE HECTARES. Se fosse um país, seria o sexto maior do mundo.

Só a reserva indígena do Vale do Javari, onde os dois estavam, com 85.445Km², é maior do que países como Áustria e Irlanda. É mais do que o dobro do território Suíço.

Ali existem os mais diversos perigos: Tribos indígenas com pouco ou nenhum contato com a civilização; toda sorte de animais peçonhentos e venenosos; grandes predadores; traficantes de todos os tipos de contrabando, caçadores, pescadores e madeireiros ilegais… Tudo isso envolto em uma floresta densa, onde em muitas partes não consegue se ver céu nem chão.

Tem que ser ABSOLUTAMENTE IDIOTA, alienado na mais profunda forma, para exigir presença do Estado no meio de um território completamente inóspito; em um rincão onde a civilização não chegou (e nem deve chegar).

TODOS os “serviços” que o Estado fornece, inevitavelmente, são PAGOS pelo contribuinte. Não podemos, então, esperar que o Estado proteja “aventureiros” de suas próprias loucuras; porque seremos NÓS quem pagaremos por essa proteção.

Não se enganem! Os dois falecidos desbravadores só estão servindo para alimentar uma narrativa. Se fosse diferente, também causariam comoção os outros 60.000 desaparecimentos anuais.

Prova disso é que o mesmo STF que “determinou” que o governo tomasse providências urgentes sobre o caso, também proibiu que a Policia fizesse operações nas comunidades cariocas.

Onde existe mais criminalidade e a ausência do Estado significa risco real e iminente para um número muito maior de pessoas? Será na imensidão verde da floresta, ou na ultra populosa favela?

Mas é claro que a esquerda, seus jornalistas militantes e seus juízes de estimação estão preocupados é com as vidas dos Indiana Jones das índias de Cabral.

Podem acreditar!

Por Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

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A Petrobras e a ideologia esquerdista enraizada na empresa

Ela nunca serve ao povo, mas a outro Senhor...

A Petrobras nunca foi “do Brasil”. 

Não repitam essa sandice da época de Vargas. 

E a verdade é que desde as últimas décadas que a Petrobras é “do PT”.

O nível de aparelhamento lá dentro é absurdo! Setores internos, cargos de alto escalão, diretorias, tudo era controlado pelo PT.

O esquema (que enriqueceu muita gente) acabou, mas a ideologia ficou. E é essa ideologia enraizada na empresa, desde o mais simples petroleiro até o mais qualificado diretor, que faz com que a Petrobras sirva a um outro Senhor: ao PT e à “causa”.

Quanto mais o Presidente da República apelar e clamar para que os controladores da empresa não elevem o preço do combustível, mais eles o farão – para agir politicamente e agradar a esquerda, pois sonham com um mundo em que o cenário pré-2019 volte ao país.

Como eles sabem que o Presidente não pode interferir, usam estrategicamente o poder que têm: manter o preço dos combustíveis nas alturas, mesmo com a aprovação do projeto que fixou alíquota máxima de ICMS.

Assim é a ideologia esquerdista. Ela sempre age no caos. Ela nunca serve ao povo, mas a outro Senhor: o “partido”.

Por Guillermo Federico Piacesi Ramos*

*Guillermo é Advogado e escritor. Autor dos livros “Escritos conservadores” (Ed. Fontenele, 2020) e “O despertar do Brasil Conservador” (Ed. Fontenele, 2021).

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Brasil vira exemplo para o mundo, apesar de nossa velha mídia, boa parte do Congresso e cúpula do Judiciário

Exemplo a ser seguido para combater os efeitos da inflação em produtos, alimentos e commodities.

O Brasil foi citado em matéria na agência Bloomberg – a mais respeitada plataforma de informações econômicas do mundo – como modelo a ser seguido para combater os efeitos da inflação em produtos, alimentos e commodities.

Porém, você jamais vai ler ou ouvir notícias como essa na abominável velha e putrefata mídia brasileira, pois a única pauta que interessa a eles, é a que causa dano a imagem do presidente Bolsonaro. Às favas com os leitores e a verdade!

“Em um momento em que a maioria do mundo segue acumulando os problemas como quebra na cadeia de suprimentos e disparada nos preços de energia ao elevar as tarifas de importação, o Brasil, logo ele, está se abrindo para o comércio mundial”, diz o texto.

Segundo a reportagem, o mesmo país que se apoiou na substituição de importações para se industrializar depois da 2ª Guerra Mundial, começa a mudar, apesar de ter a maior carga tributária dos países do G20.

“Impostos em 6.195 produtos tiveram corte temporário de 10%. Cortes mais incisivos também foram aplicados em uma variedade de produtos essenciais. Etanol, margarina, café, queijo, açúcar e óleo de soja tiveram as taxas zeradas em março”. 

A Bloomberg também especula sobre o resultado das eleições, lembrando que nem Jair Bolsonaro nem Lula devem apoiar uma mudança radical no sistema tributário do comércio exterior.

E aqui a Bloomberg se engana, pois Bolsonaro tem se mostrado, na prática, um liberal de primeira. Essa semana tivemos mais uma prova disso com a privatização da Eletrobras que gerou mais de R$ 67 bilhões – algo impensável a poucos anos atrás.

Sem falar na luta hercúlea pela baixa dos impostos, extinção de taxas e simplificação dos processos. Sempre com forte resistência da imprensa, da ala reacionária do Congresso e até parte da cúpula do judiciário. 

Por Eduardo Negrão*

*Eduardo é Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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Ciro e seu adversário

Ciro precisa conquistar os votos do eleitor de esquerda que perdeu a confiança no ex-presidiário.

Nestes dias que antecedem o início da campanha eleitoral presidencial, os marqueteiros dos candidatos, especialmente os de Bolsonaro e Lula, estão selecionando suas armas de guerra e suas estratégias para a campanha eleitoral. Todo esse material será convertido em peças publicitárias e serão disparadas desde as respectivas trincheiras, tanto para fragilizar o adversário diretamente quanto para suprir munição aos próprios eleitores e candidatos apoiadores nas eleições proporcionais.

A posição de Ciro Gomes, candidato mais forte fora da dupla, já parece bem definida. Conhecido como homem de esquerda, por não medir palavras e por seu gênio explosivo, Ciro sabe que precisa reconstruir sua imagem e tirar muitos votos de alguém para somar ao que tem como eleitorado próprio e chegar ao segundo turno. Isso significa que até o dia 2 de outubro (1º turno), seu adversário é Lula. Ciro precisa conquistar os votos do eleitor de esquerda que perdeu a confiança no ex-presidiário e está fazendo o seu trabalho, dando trancos em Lula ciente de que isso será lido como elogio a Bolsonaro nas comparações que faz.

Ao mesmo tempo, transformou-se num gentleman, num “Cirinho paz e amor” empenhado em “pacificar e unir o país”. Há um prêmio disponível a quem conseguir imaginar Ciro Gomes pacificando algum ambiente conflituoso. Mas é por essa trilha que ele pretende ocupar o lugar de Lula no 2º turno da eleição presidencial.

Já em relação a ele, a estratégia dos candidatos que ponteiam a corrida não inclui embate frontal. Em outubro, precisarão buscar esses eleitores, não convindo, então, confrontá-lo desnecessariamente. Vida mansa para suas estratégias de campanha nos próximos meses.

Na minha perspectiva, porém, o Brasil que eu quero de volta não virá com um retorno à esquerda, seja pelas mãos de quem for. Tanto para a nação brasileira quanto para o importante papel que o país precisa desempenhar na geopolítica destes tempos desarvorados, isso seria desastroso.

Por Percival Puggina*

*Percival é Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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Ex-ministro do Supremo fala aos “canhotas” da CNN tudo aquilo que eles não queriam ouvir (veja o vídeo)

Não estou advogando propriamente dito, mas ainda estou emitindo pareceres.

“A injustiça que se faz a um é uma ameaça que se faz a todos”. (Barão de Montesquieu).

Abra uma cerveja. Ou um refrigerante. Ou beba um copo d’água. Sente-se e ouça com atenção a aula que o ex-Ministro do Supremo ministrou aos “especialistas”, “apresentadores” e “repórteres” da CNN.

Se você já viu, veja novamente. Compartilhe.

Vá ouvindo e olhando para as feições de espanto dos tais “jornalistas canhotas”. Pode rir. Gargalhe. Divirta-se. Delicie-se com cada frase do Ministro.

Ele foi cirúrgico. Preciso. Saltou na jugular dos “canhotas”. Merece aplausos.

Inspirado, Marco Aurélio, fez questão de esfregar na cara de cada um tudo aquilo que o povo brasileiro percebe: a injustiça feita a Daniel Silveira e a covardia dos “supostos especialistas” em condenar o Presidente pelo perdão concedido a Daniel Silveira.

Ouça atentamente e veja o desapontamento no semblante dos entrevistadores, a falta de chão, a voz… e a pergunta se “o STF deve fazer um cálculo político, para tomar uma decisão jurídica?” Essa pergunta é de uma idiotice sem tamanho, pois o STF é guardião das leis, não é um partido político.

É claro que a pergunta ofende a qualquer jurista honesto, mas os sem-noção da CNN sequer percebem a extensão daquilo que é perguntado.

Olhem a fisionomia do Caio Junqueira. A tentativa de manipulação. O esforço para constranger e obter uma declaração do ex-ministro contra Daniel ou contra o Presidente. Repetem perguntas, fingem-se de desentendidos.

Ao final o apresentador, arriscando desqualificar o ex-ministro, disse, dando ênfase ao termo aposentado:

– “Ministro aposentado do Supremo, muito obrigado pelo bate-papo, neste domingo, aqui na CNN”.

Ao que detonou Marco Aurélio:

“- Aposentado, mas não inativo. Não estou advogando propriamente dito, mas ainda estou emitindo pareceres”.

Uma lição e tanto!

Veja o vídeo:

Por Carlos Sampaio*

*Sampaio Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

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