Polícia Ambiental apreende várias carcaças de animais silvestres na Zona Rural de Seringueiras

Segundo os agentes, o suspeito confessou que usava as armas para caça e pesca predatória.

O Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu duas espingardas, munições e várias carcaças de animais silvestres na Zona Rural de Seringueiras (RO), na última semana.

Após uma denúncia anônima de possíveis crimes ambientais, os policiais foram ao local informado e enquanto conversavam com o suspeito, a esposa dele teria entrado em um dos quartos da casa, pegado duas armas e tentado esconder no fundo do quintal, mas a ação foi vista pela equipe.

Durante revista na casa foram encontrados dentro de um freezer várias carcaças de animais, como jacaré, veado, tatu, paca e anta. Segundo os agentes, o suspeito confessou que usava as armas para caça e pesca predatória.

Foi dada voz de prisão ao homem, que foi conduzido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Seringueiras.

Fonte: Assessoria

Polícia flagra festa de aniversário clandestina na zona zona leste de Porto Velho

 Segundo informações dos agentes, mais de 500 pessoas estavam se aglomerando e sem máscara. Foi necessário reforço policial para dispersar todos os participantes.

No último sábado (12) no bairro Planalto em Porto Velho, uma festa clandestina com mais de 500 pessoas foi interrompida pela Polícia Militar (PM). Festas e aglomerações estão proibidas por decreto estadual como forma de prevenir a disseminação da Covid-19.

De acordo com informações do Governo do Estado, na festa haviam menores de idade e diversas pessoas sem máscara. Foi necessário reforço policial para dispersar todos os participantes. A casa de eventos não tinha autorização para funcionar.

Os policiais não conseguiram localizar os responsáveis pela festa e receberam a informação de que se tratava de um aniversário, no entanto, foi verificado que estavam sendo vendidos ingressos no local.

A ação aconteceu durante a Operação Prevenção, realizada por órgãos de defesa e fiscalização para garantir o cumprimento do decreto estadual.

Em toda a noite foram feitas 46 ações e 53 estabelecimentos visitados, tendo como principal alvo bares e boates. Catorze situações de aglomeração foram registradas.

Fonte; Sesdec

No interior de SP, Doria é recebido com protestos e prova o gosto da sua enorme “impopularidade” (veja o vídeo)

O tucano é um dos críticos vorazes da opinião do presidente Jair Bolsonaro.

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, esteve no município de Mogi Guaçu (SP), no decorrer da semana passada, participando de um ato que marcou o início das obras de recuperação da rodovia estadual que liga Mogi Guaçu a Itapira.

Assim que chegou ao local, manifestantes se aglomeraram em volta da comitiva do governador e, aos gritos de “DitaDoria”, demonstraram insatisfação com as medidas restrititas severas e longas tomadas pelo Executivo estadual.

Sem graça, Doria chegou a acenar, disfarçando o constrangimento. Mas, os manifestantes continuaram reclamando e pedindo que o governador de São Paulo voltasse para Miami, relembrando a viagem que o tucano fez para os Estados Unidos, às vésperas do Natal de 2020; antes de anunciar o plano estadual de endurecimento para supostamente conter o avanço da pandemia da Covid-19.

Depois desse flagra em Miami, Doria foi visto, novamente, sem máscara e aglomerando com outras pessoas, na cobertura do Hotel de Luxo Fairmont, no Rio de Janeiro, tomando sol na piscina lotada. A imagem viralizou nas redes sociais e comprova que Doria não segue, nem acredita, nas regras que impõe aos paulistas. O tucano é um dos críticos vorazes da opinião do presidente Jair Bolsonaro.

Veja abaixo a forma “calorosa” que a população de Mogi Guaçu tratou o governador.

Fonte: JCO

Polícia Militar realiza reintegração de posse na Zona Rural de Machadinho D’Oeste, RO

30 pessoas estariam no local, já conforme o levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), 80 famílias foram afetadas.

Reintegração de posse é realizada na Zona Rural de Machadinho do Oeste, RO — Foto: Reprodução
Reintegração de posse é realizada na Zona Rural de Machadinho do Oeste, RO

Uma reintegração de posse realizada na sexta-feira (11), retirou ocupantes da Fazenda Jatobá, na zona rural de Machadinho D’Oeste (RO). A ação é parte da Operação Paz no Campo, deflagrada pela Polícia Militar (PM).

De acordo com a PM, 30 pessoas estariam no local, já conforme o levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), 80 famílias foram afetadas.

Três oficiais de justiça com apoio da PM participaram da operação. Em todo o procedimento os camponeses foram pacíficos.

O grupo foi encaminhado até a delegacia para que fosse feita a identificação e posteriormente as pessoas foram realocadas em um ginásio de esportes da cidade. Segundo a Secretaria de Assistência Social de Machadinho, as famílias foram cadastradas em programas sociais para receber amparo.

A CPT menciona que essas pessoas chegaram até a Fazenda Jatobá fugindo do desemprego e da pandemia da Covid-19. Agora eles não têm para onde ir.

“Os magistrados, na sua maioria, não estão observando as orientações do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal que orienta, dentre outras questões, que não pode haver despejo durante a pandemia”, aponta a coordenadora da CPT, Maria Petrolina.

Não é a primeira vez que a Fazenda Jatobá é ocupada. Em julho de 2020, policiais do 8° Batalhão de Polícia Militar (BPM), Núcleo de Operações Aérea (NOA) e Politec realizaram outra reintegração de posse que durou aproximadamente três dias. Uma grande área de pastagem foi queimada. Um suspeito foi preso em flagrante.

Fonte; Rede Amazônica

PRF apreende maior carga de madeira irregular em RO

Quase 500 m³ de madeira irregular foram flagrados em operação. 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas.

Maior parte da carga seria comercializada no sudeste do país

Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em rodovias de Rondônia, apreendeu 464 m³ de madeira ilegal em três dias de fiscalizações. Segundo balanço da corporação divulgada nesta sexta-feira (11), esta foi a maior apreensão de madeira irregular feita pela PRF no estado.

A operação foi realizada em pontos da BR-364 para combater o transporte irregular de madeira, já que, conforme os agentes, a rodovia é a principal rota das madeireiras no estado.

Entre as espécies apreendidas estavam castanheiras, mognos, seringueiras e aroeiras. De acordo com a PRF, por lei, essas espécies apreendidas não podem ser extraídas ou comercializadas no Brasil. A suspeita é que a maior parte da carga seria vendida no sudeste do país.

“O sudeste do Brasil já teve sua exploração [de madeira] em quase sua totalidade. O estado de Rondônia, além de ter uma quantidade muito grande de madeira, se agrega o valor ao chegar ao sudeste, onde já estão quase extintas essas madeiras”, explicou o agente da PRF Jussigle Rodrigues.

De acordo com o consultor florestal Adilson Pepino, as apreensões de 464 m³ de madeira demonstram o avanço do desmatamento no estado.

TODO DESMATAMENTO POR SI SÓ JÁ GERA IMPACTOS IRREVERSÍVEIS, TANTO NO ÂMBITO AMBIENTAL, SOCIAL E ECONÔMICO. NA AMAZÔNIA NÓS PRECISAMOS CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO, OS PRODUTORES E A SOCIEDADE EM GERAL SOBRE ESSES IMPACTO, PRECISAMOS RETRAIR ESSE DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA”, FALOU.

Segundo a PRF, 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas durante a operação. Todos assinaram termos de responsabilidade e se condenados, podem pagar multas de até R$ 30 mil.

As madeiras apreendidas foram guardadas no pátio da corporação até a justiça decidir qual o destino delas.

Análise da madeira

Na tentativa de driblar a polícia, as empresas que fazem a extração e comercialização das madeiras, misturam as espécies proibidas com outros tipos que são permitidos.

Por isso, 25 policiais, que atuaram na operação, passaram por treinamentos para saber como identificar a mistura. Dessa forma, cada carregamento foi devidamente averiguado pelos agentes.

“O TRABALHO É FEITO IDENTIFICANDO A MADEIRA SERRADA NA PARTE DA CARGA DO VEÍCULO, TIRADA UMA AMOSTRA PARA SER ANALISADA COM UMA LUPA DE AMENTO PELO SERVIDOR DA PRF, IDENTIFICANDO AS CARACTERÍSTICAS DA MADEIRA”, EXPLICOU O AGENTE DA PRF ANDERSON IDALGO.

Fonte: Rede Amazônica

PF deflagra 2ª fase da Operação Illusio contra crimes ambientais em Rondônia

Segundo as investigações um advogado é apontado como o responsável por dar aval à invasão a Reserva do Assentamento Margarida Alves, em Nova União.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), a 2ª fase da Operação Illusio em Rondônia. Uma organização criminosa é investigada por incêndio, desmatamento e invasão de terras da União.

Segundo a Polícia Federal, os trabalhos tiveram início após a informação de que um grande incêndio estaria acontecendo na Reserva do Assentamento Margarida Alves, em Nova União (RO). No local, foram verificados crimes de queimadas, desmatamento e invasão de terras.

A liderança do grupo invasor foi identificada pela polícia, assim como um advogado apontado como o responsável por dar aval à invasão. Os envolvidos podem responder por estelionato, invasão de terra, incêndio, desmatamento e associação criminosa.

Esta fase da operação tem como objetivo promover a descapitalização do grupo criminoso, sendo cumpridos mandados de busca de apreensão, sequestro de veículos e de valores das contas bancárias e aplicações financeiras, incluindo investimentos em ações.

Na primeira fase da operação, em dezembro de 2020, foram cumpridos seis mandados de prisão e de busca e apreensão em Nova União e em Ouro Preto do Oeste (RO). Na época, a perícia ambiental constatou uma área degradada em aproximadamente 1.663,1379 hectares, sendo o dano ambiental estimado em R$ 3.540.825,69.

Fonte: G1/RO

Dezessete pessoas são presas em Operação da Polícia Civil em Rondônia

O grupo são acusados de integrar uma quadrilha de invasores que invadem e loteia terras particulares. Às invasões aconteciam principalmente na região de São Francisco do Guaporé/RO

A Polícia Civil prendeu 17 pessoas na Operação Canaã, deflagrada na manhã desta sexta-feira (11), em municípios de Rondônia. Segundo investigação, o grupo é invasão de terras privadas na região de São Francisco do Guaporé.

Além dos 17 mandados de prisão temporária, os agentes da polícia cumpriram 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná (RO), Seringueiras (RO), Mirante da Serra (RO), São Miguel do Guaporé (RO) e Várzea Grande (MT).

De acordo com investigação conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), essa quadrilha agia da seguinte maneira:

  • Primeiro eram mapeados os lotes da área a ser invadida;
  • Depois, usando armamento de alto calibre, os suspeitos invadiam a propriedade;
  • Após isso, os líderes da organização criminosa ofereciam cotas aos camponeses e investidores mediante pagamento pecuniário, veículos e armas;
  • A organização criminosa também prometia a legalização da posse após a tomada da terra;
  • Um desses locais prometidos seria a terra Canaã.

A operação tem o apoio da Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Draco/DERF.

Os nomes dos presos na operação desta sexta-feira não foram divulgados.

Com informações do g1/ro

Polícia flagra invasores ocupando área ao redor do Parque Estadual em RO

Segundo a operação, principal investigado estaria instruindo os demais em como invadir a unidade de conservação. As investigações começaram ano passado quando se descobriu que uma organização criminosa estava invadindo o Parque.

Um grupo formado por mais de 100 pessoas foi flagrado morando ao redor do Parque Estadual Guajará-Mirim. Parte dos ocupantes é alvo na operação Bico Fechado, deflagrada na quarta-feira (9).

A ação combate a ocupação, comércio e a exploração ilegal de recursos naturais no Parque e na área denominada “Bico do Parque”, localizada ao redor da unidade.

Segundo a promotora de justiça, Fernanda Alves Pöppl, foram construídos barracos ilegais por esses invasores. O principal investigado estaria instruindo os demais em como invadir a unidade de conservação, como omitir provas e como atrapalhar o trabalho de fiscalização.

“As investigações começaram ano passado quando se descobriu que uma organização criminosa estava invadindo o Parque. Vários líderes foram identificados ao longo desse tempo. Ontem foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, também foram decretadas medidas cautelares de bloqueio patrimonial”, disse a promotora.

Até o momento, já são mais de R$ 80 milhões apurados em danos ao meio ambiente. O Ministério Público ajuizou uma ação civil pública para desocupação da área e para ressarcimento dos danos ambientais gerados.

A operação é organizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, com o apoio do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Civil, por meio das Delegacias Regionais de Guajará-Mirim, de Nova Mamoré e do Departamento de Polícia Especializado.

Fonte: G1/RO

Foragido causa vários acidentes na capital e acaba preso pela Polícia em RO

Suspeito é acusado de matar jovem Denis Henrique Signorini. Homem ainda teria atirado em uma testemunha do assassinato de Denis.

Um homem foi preso após trocar tiros com a Polícia Militar (PM), provocar vários acidentes de trânsito e balear duas pessoas na Zona Leste de Porto Velho, na noite desta quarta-feira (9). O homem detido, que não teve o nome divulgado, é o principal suspeito de matar Denis Henrique Signorini Martin de 27 anos, enquanto ele estava indo comprar a coleira do cachorro.

De acordo com a delegada responsável do caso, Leisaloma Carvalho, o suspeito é “extremamente perigoso”. Na noite de quarta-feira, inclusive, ele havia saído para matar uma testemunha do assassinato de Denis.

Suspeito de matar jovem que comprava coleira do cachorro é preso após troca de tiros com a polícia — Foto: Instagram/reprodução
Suspeito de matar jovem que comprava coleira do cachorro é preso após troca de tiros com a polícia

“Ele atirou em uma testemunha. Depois trocou tiros com a PM enquanto tentava fugir. Durante a fuga, ele ainda provocou vários acidentes de trânsito”, ressaltou.

Durante a tentativa de fuga, o suspeito se feriu e precisou ser levado ao Hospital João Paulo II para receber atendimentos médico.

A delegada disse que há probabilidade do suspeito ser interrogado nesta quinta-feira (10).

Operação Lascívia

Na manhã da quarta-feira (9), a Polícia Civil, deflagrou a Operação Lascívia para tentar prender o assassino de Denis. Durante a operação durante o dia foram cumpridosmandados de busca e apreensão em cinco casas.

A prisão preventiva do suspeito de matar Denis Martini havia sido autorizada pelo juiz. No entanto, ele não havia sido localizado durante o dia.

O crime aconteceu no dia 14 de maio. A delegada contou que o conflito entre o suspeito e as vítimas iniciou por conta de um assedio contra a esposa da vítima.

“A menina de 17 anos, casada, estava andando na rua com uma amiga, quando um cara a abordou, filho do infrator. Ele estava em carro e a assediou, tentou cantá-la, mas ela disse que era casada e continuou andando. Em determinado momento que ela estava se esquivando dele, o homem passou a mão nas nádegas dela, violando a intimidade e o corpo dela. Ela gritou, buscando chamar a atenção de quem estava na rua. Depois do ocorrido ela contou ao marido”, afirma Leisaloma.

Antes do pai do assediador matar Denis Henrique e tentar matar a adolescente, houve uma briga entre eles.

“Passou-se uns dias da briga deles, o pai do assediador vai atrás dessas duas vítimas que estavam saindo de um mercadinho, onde compraram a coleira do cachorro. Quando o casal estava caminhando, o suspeito passou em carro e atirou nos dois. Ela leva um tiro no peito, que transfixou o tórax, mas sobrevive. Já Denis Henrique, morreu. O infrator fugiu”, diz.

A operação foi nomeada Lascívia por conta do assédio sofrido pela adolescente.

Fonte: G1/RO

Presidente e relator da CPI são processados por violência

Omar Aziz e Renan Calheiros, expulsaram injustamente Jane Silva, assessora da Dra. Nise Yamaguchi da sessão da CPI

A ex-secretaria da Cultura Jane Silva, que assessorou a Dra. Nise Yamaguchi no dia do depoimento da médica à CPI da COVID, em curso no senado federal, anunciou em sua rede social que está processando judicialmente os senadores Omar Aziz e Renan Calheiros, respectivamente, presidente e relator do colegiado.

Segundo o texto publicado por ela:

“A ação pede danos morais e a declaração de impedimento do Senador Renan Calheiros”.

Imagem em destaque

Conforme noticiado aqui no JCO, Jane Silva foi expulsa da sessão da CPI e ofendida, após defender Nise Yamaguchi, que sofria insistentes ataques verbais e assédios morais que partiam de Aziz, Calheiros e do senador Otto Alencar.

A ação da assessora tem como base a Lei No 10.741 de 1o de outubro de 2003, conhecido como Estatuto do Idoso.

Segundo a lei, Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei, e a inobservância das normas de prevenção importará em responsabilidade à pessoa física ou jurídica.

O estatuto prevê que é dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor

e ainda que considera-se violência contra o idoso qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico. (Incluído pela Lei nº 12.461, de 2011).

Ainda que contem com a proteção do foro privilegiado, que se aplique com rigor a lei, em flagrante desrespeito por parte dos senadores covardes que comandam a CPI da vergonha. Aguardamos os desdobramentos no STF.

Fonte: JCO

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