Covid-19: Boletim diário em RO

Dos 21.970 casos de Covid-19 confirmados em Rondônia, 13.332 são em Porto Velho

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Na quinta-feira (2) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados – 21.970
Pacientes recuperados – 11.302
Óbitos – 530
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 316
Pacientes internados na Rede Privada – 120
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 29
Total de pacientes internados – 465
Testes Realizados – 80.171
Aguardando resultados do Lacen – 425

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 20 de março até hoje (2 de julho), por Covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 02/07/2020
MUNICÍPIOSCASOS CONFIRMADOSRECUPERADOSÓBITOS
Porto Velho13.3325.756366
Ariquemes1.39090822
Guajará-Mirim1.36873946
São Miguel do Guaporé7186797
Jaru58035510
Vilhena5533797
Ji-Paraná53732112
Candeias do Jamari47133011
Rolim de Moura4101923
Cacoal3192605
Nova Mamoré2391085
Ouro Preto do Oeste2301414
Pimenta Bueno1861283
Buritis149622
Itapuã do Oeste133841
Alta Floresta D’Oeste113750
Machadinho D’Oeste110641
Cujubim93683
Espigão D’Oeste79502
Alto Paraíso70714
Campo Novo de Rondônia59243
Monte Negro57491
Presidente Médici56141
Mirante da Serra54462
Nova União49350
São Francisco do Guaporé47361
Colorado do Oeste46240
Pimenteiras do Oeste45220
Vale do Anari45290
Governador Jorge Teixeira41210
Alto Alegre dos Parecis39291
Cerejeiras32242
Seringueiras3250
Theobroma3290
Urupá27260
Costa Marques26111
Novo Horizonte do Oeste24131
Nova Brasilândia D’Oeste21110
Castanheiras20140
Rio Crespo1950
São Felipe D’Oeste1990
Alvorada D’Oeste18121
Vale do Paraíso16130
Cacaulândia15130
Chupinguaia1480
Santa Luzia D’Oeste12110
Primavera de Rondônia560
Teixeirópolis540
Cabixi431
Corumbiara440
Parecis400
Ministro Andreazza321
Rondônia21.97011.302530


ÚLTIMAS 24 HORAS

Em Rondônia, nas últimas 24 horas foram registrados os seguintes resultados para Covid-19:

ÚLTIMAS 24 HORAS
MUNICÍPIOSCASOS CONFIRMADOSÓBITOS
Porto Velho911
Ariquemes340
Guajará-Mirim1032
São Miguel do Guaporé-200
Jaru551
Vilhena31
Ji-Paraná310
Candeias do Jamari00
Rolim de Moura290
Cacoal180
Nova Mamoré60
Ouro Preto do Oeste110
Pimenta Bueno80
Buritis00
Itapuã do Oeste71
Alta Floresta D’Oeste20
Machadinho D’Oeste40
Cujubim00
Espigão D’Oeste120
Alto Paraíso30
Campo Novo de Rondônia01
Monte Negro10
Presidente Médici240
Mirante da Serra00
Nova União20
São Francisco do Guaporé10
Colorado do Oeste00
Pimenteiras do Oeste00
Vale do Anari20
Governador Jorge Teixeira00
Alto Alegre dos Parecis00
Cerejeiras00
Seringueiras00
Theobroma40
Urupá10
Costa Marques00
Novo Horizonte do Oeste00
Nova Brasilândia D’Oeste40
Castanheiras00
Rio Crespo00
São Felipe D’Oeste70
Alvorada D’Oeste00
Vale do Paraíso00
Cacaulândia00
Chupinguaia30
Santa Luzia D’Oeste00
Primavera de Rondônia00
Teixeirópolis-20
Cabixi00
Corumbiara00
Parecis30
Ministro Andreazza00
Rondônia4477

Hoje (2) foram confirmados sete óbitos por Covid-19 em Rondônia, sendo dois em Guajará-Mirim, uma mulher de 88 anos e um homem de 46; um homem de 65 anos em Porto Velho; um homem de 80 anos de Campo Novo de Rondônia; um homem de 36 anos de Jaru; um homem de 77 anos de Vilhena; e um homem de 79 anos de Itapuã do Oeste.

Após investigação epidemiológica foram constatados registros a mais em São Miguel do Guaporé e Teixeirópolis. No banco de dados de São Miguel, a diferença de casos apareceu em registros que foram cancelados. O numero real, de acordo com a vigilância do município, são 718. Essas alterações de números de casos acontecem porque o mesmo paciente pode procurar dois pontos de atendimento e ter sua notificação duplicada. A vigilância, em tempo, exclui notificações com erros e duplicadas. Quando a curva de novos casos do município está em queda, essas reduções ficam bem perceptíveis, enquanto, se a curva está em elevação, não é possível perceber as exclusões porque os novos casos são em maior quantidade.

Já o município de Teixeirópolis cometeu o equívoco de considerar confirmado, casos negativos. Quando regularizaram o banco de dados, os casos confirmados voltaram para cinco, que é o numero real.

Os dados já foram ajustados no sistema. Estatisticamente deve-se considerar que há registros a mais na edição anterior referente a tais municípios

OBSERVAÇÕES

  1. Os dados diários podem sofrer alterações;
  2. Os casos e óbitos notificados/ocorridos após meio dia serão divulgados no boletim do dia seguinte.
  3. Os óbitos precisam ser investigados, ficando portanto, as informações, passíveis de alteração para mais ou para menos, bem como o provável local de infecção.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

Para informações sobre internados por unidades de saúde e municípios, assim como os demais detalhes, acesse o Painel Interativo da Covid-19 em Rondônia, através do endereço: covid19.sesau.ro.gov.br.

Fonte: Sesau

Em visita a Porto Velho, Ministro da Defesa destaca ações do estado na ‘Operação Verde Brasil 2’

General Fernando, também elogiou a integração do governo com forças armadas na Operação.

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, esteve na capital do Estado, nesta quinta-feira (2), e visitou um dos três importantes comandos da Operação Verde Brasil 2, que tem como missão combater ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais na Amazônia Legal. 

Em Porto Velho, ele foi recepcionado pelo governador, coronel Marcos Rocha, e parabenizou a integração dos órgãos estaduais e federais que tem permitido o alcance de resultados efetivos na fase 1, além alinhar estratégias da próxima fase que será deflagrada este mês para combater as queimadas.

O ministro, acompanhada da comitiva, conheceu a sede do Governo de Rondônia, onde ateve-se às peculiaridades da região. Em conversa com o governador, tratou do alinhamento das esferas estadual e federal na defesa da Amazônia.

Ministro da Defesa destaca integração do governo do Estado com forças armadas na Operação Verde Brasil 2

”Pra mim é uma oportunidade impar estar em Rondônia verificando a integração que tem o governo do Estado com as Forças Armadas. Queria aproveitar essa oportunidade para lhe entregar a Ordem de Mérito, e fazemos isso com muita satisfação, por saber, ainda, do orgulho com o que o senhor sempre fala de ter feito parte do quadro do Exército Brasileiro, da Polícia Militar”, disse o ministro.

Na ocasião, o ministro entregou ao governador Marcos Rocha, a comenda da Ordem do Mérito da Defesa, no grau de Grã-Cruz.

A visita a Rondônia faz parte de um conjunto de viagens que o ministro tem feito nos últimos dias para acompanhar a execução de operações. ”São três operações que o Ministério da Defesa está participando, já estive em Roraima onde acontece a operação Acolhida aos venezuelanos, também estive na Pelotão de Fronteira com a Venezuela, juntamente com  general Theophilo;  na aldeia Surucucu, onde acontece a operação de enfrentamento à Covid-19 em terras indígenas; e hoje estamos em Rondônia por dois motivos: verificar a atuação da Operação Verde Brasil 2, onde temos uma integração com o governo do Estado muito boa, com resultados efetivos, e vamos ter um briefing conjunto de todos os comandos ”.

”Fico feliz de receber o ministro em Rondônia, pois  junto com o presidente Jair Bolsonaro, vem trabalhando em prol da nossa nação, trabalhando para o desenvolvimento e proteção do nosso país”, disse o governador.

Desta forma, a visita do ministro foi dividida em duas reuniões, a primeira com foco nos resultados da Operação Verde Brasil 2 em Rondônia, e a segunda com todos os comandos da Amazônia Legal.

A Operação Verde Brasil 2, coordenada pela vice-presidência da República, foi deflagrada em maio pelo governo federal. Para cumprir a missão de defender a Amazônia Legal o Ministério da Defesa ativou três Comandos Conjuntos: Comando Conjunto Príncipe da Beira (CCj PB), em Porto Velho (RO); Comando Conjunto Barão de Melgaço (CCj BM), em Cuiabá (MT); e Comando Conjunto Marechal Soares de Andrea (CCj MSA), em Belém (PA).

À frente do Comando Conjunto Príncipe da Beira, em Rondônia, o comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, general Luciano Batista de Lima, apresentou ao ministro, governador, e representantes de órgãos estaduais e federais que atuam conjuntamente na missão, os resultados da primeira fase da operação em Rondônia.

Em Rondônia as equipes que integram nas ações da operação são: Secretaria da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Batalhão da Polícia Ambiental da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar (CBM/RO), Defesa Civil, Núcleo de Operações Aéreas, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER).

Fonte: Secom-RO

Estado confirma calendário de pagamento da primeira parcela do 13º salário

Segundo a informação do superintendente estadual, data foi confirmada para o próximo dia 10 de julho.

O pagamento da primeira parcela do 13º salário está confirmado para o dia 10 de julho, foi o que informou, na quinta-feira (2), o superintendente estadual de Gestão de Pessoas (Segep), coronel Silvio Rodrigues, ao destacar o compromisso do Governo de Rondônia com todos os servidores no cumprimento do calendário de pagamentos para 2020, estipulado em dezembro de 2019. 

“É um compromisso do governador coronel Marcos Rocha com os servidores do Estado em pagar dentro do mês, pois já houve época em que os servidores não sabiam quando receberiam. Por iniciativa do governo, em parceria com a Sefin, fizemos o calendário, em dezembro de 2019, com todas as datas de pagamentos de 2020. Apesar da situação atual enfrentada por todos, que não estava prevista, afetar diretamente a arrecadação do Estado, estamos cumprindo rigorosamente este calendário,” descreve o superintendente. 

Além disso, o superintendente falou da ação conjunta com a Secretaria Estadual de Finanças (Sefin) para garantir o processamento dos dados da folha de pagamento. “ Falei com secretário da Sefin, Luis Fernando Pereira da Silva, e ele confirmou o pagamento para dia 10”, relatou o coronel Silvio Rodrigues.

Apesar de todas as dificuldades do momento, como a redução de arrecadação e o aumento dos gastos que não estavam programados como a aquisição de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), compra de Equipamento de proteção individual (Epis), contratações, e entre outro para o enfrentamento do coronavírus, o Estado mantém o compromisso com os servidores. 

Fonte: Secom-RO

Relato de Decotelli demonstra o grande “caráter” de Bolsonaro e a “covardia” da FGV: “Não sei se foi racismo (…)”

O desfecho da demissão de Carlos Alberto Decotelli do Ministério da Educação, só demonstra o grande caráter do Presidente da República.

Por outro lado, segundo relato do próprio Decotelli, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), promoveu contra ele o que chama de “covardia moral” e “linchamento”,

“Se a FGV não tivesse me destruído, eu estaria agora trabalhando no MEC e ajudando o presidente Bolsonaro.”

O ex-ministro afirma que Bolsonaro pretendia mantê-lo no cargo, apesar dos questionamentos a seu doutorado na Universidade de Rosário e ao mestrado na própria FGV.

“Uma série de acusações que eram coisas infundadas, que nem havia tempo para explicar.”

E prossegue:

“Eu expliquei ao presidente. Ele falou: ‘Olha, todas essas questões curriculares não me interessam, o que me interessa é o caráter e o olho no olho. Confio em você, você vai ser meu ministro da Educação. Esqueça isso’”.

E na sequência, Decotelli explica a covardia da FGV, que ele cita como possível “racismo”.

Quem diria, Logo a FGV?

Eis o relato:

“(…) a Fundação Getúlio Vargas fez uma covardia impensável de jogar uma notícia na imprensa de que eu nunca havia sido professor da FGV. Isso destruiu toda a parte que havia sido negociada. O presidente disse: ‘Decotelli, que pancada que nós recebemos. A FGV que você diz que foi professor tanto tempo está publicando aqui que você nunca foi professor’. Eu disse: ‘Presidente, eu tenho os documentos todos aqui. Eu sou professor desde 1986. Sou professor de MBA’“, relatou. “Quando alguém de dentro de casa, do nosso Brasil, tenta desconstruir, isso se tornou uma situação de pressão de questionamentos que veio a se tornar insuportável. Por essa razão, entreguei a carta ao presidente. É vida que segue. Estou recolhido. Rompi definitivamente qualquer compromisso com a FGV pela covardia moral do que fizeram”, afirmou.

Decotelli afirmou que Bolsonaro estava disposto a mantê-lo no cargo mesmo depois da nota da FGV, mas ele preferiu sair. “Disse a ele: ‘Capitão, eu não vou deixa-lo sangrando’”.

Ministério reúne voluntários para estudo clínico contra covid-19

Os testes serão feitos com o medicamento nitazoxanida

Equipes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) completam na próxima segunda-feira (6) uma rota de quatro municípios paulistas, com o objetivo de reunir participantes para aderir a um estudo clínico que irá investigar a eficácia da nitazoxanida no tratamento de covid-19. A ação #500VoluntáriosJÁ realizou hoje (2) sua segunda etapa, com passagem do ministro titular da pasta, Marcos Pontes, por Barueri.

Ao comentar o potencial do medicamento, um vermífugo prescrito para giardíase, entre outras infecções parasitárias, o ministro disse que, em análises in vitro, houve uma redução de 94% da carga viral do novo coronavírus.

Em meados de abril, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 372/2020, proibindo farmácias de vender remédios à base de nitazoxanida sem receita especial em duas vias. “Não tomem remédio por conta própria, isso é importante”, alertou Marcos Pontes.

Em sua fala, o ministro também afirmou que “a má notícia é que essa não será a última pandemia” que a humanidade irá enfrentar e que, por essa razão, o governo brasileiro precisa se preparar para futuras adversidades. Ele destacou o valor da ciência para se fazer frente ao cenário que se instalou e a importância de se alocar recursos públicos para a área, o que, pontuou, “não se faz de um dia para o outro”. “A única maneira de vencer esse problema é a ciência”, sublinhou.

A ação foi iniciada nesta quarta-feira (1º), no Centro de Especialidades Odontológicas, Guarulhos, e segue amanhã (3) para Sorocaba. A mobilização termina em Bauru, na segunda-feira. As equipes receberão os voluntários na Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba e no Núcleo de Saúde Geisel, a partir de 10h.

Qualquer pessoa com mais de 18 anos de idade e que apresente sintomas de síndrome gripal pode se candidatar como voluntária ao experimento. Após serem submetidos a um teste RT-PCR, para confirmar o contágio de covid-19, os participantes do experimento irão ser acompanhados por oito dias pelas equipes do MCTI. Conforme a apuração, consta da bula da que o medicamento é contraindicado em alguns casos, como para pessoas com doenças hepáticas (no fígado) ou doença renal.

Em nota, o ministério informou que foram identificados cinco remédios com potencial para combater a replicação do novo coronavírus. Chegou-se a essa lista após varredura em um sistema com 2 mil fármacos, feita com inteligência artificial, pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Em um documento divulgado ao final de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cita a nitazoxanida entre outros medicamentos que estão sendo estudados como possibilidade de enfrentamento à covid-19. Os testes da substância também foram objeto de questionamento ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, no dia 23 de junho. Em audiência realizada por iniciativa da comissão do Congresso Nacional as ações de combete à crise sanitária, ele respondeu que, de fato, é necessário se obter evidência científica quanto à validade do medicamento no combate à covid-19.

Fonte: Juliana Andrade A/B

Polícia civil resgata animais maltratados em RO

A Operação Salve patinhas 01 resultou em 80 visitas de fiscalização, quase todas motivadas por denúncias anônimas.

Agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Contra o Meio Ambiente, da Polícia Civil de Rondônia, realizaram o regaste de oitenta cachorros que viviam mal tratados em lares na capital. A realização dos resgastes aconteceu desde o início da semana. Todos os donos foram autuados.

De acordo com a a Operação Salve patinhas 01, desde do início da semana resultaram em 80 visitas de fiscalização, quase todas motivadas por denúncias ao telefone 197. Após o resgate, eles foram entregues aos cuidados para organizações não-governamentais e serão entregues para novos lares.

Durante as visitas, os agentes constataram as situações mais comuns: falta de água e alimentação; prisão em correntes muito curtas diuturnamente; e abandonados em locais sem qualquer asseio. Alguns deles estavam impossibilitados de locomoção adequada, sofrendo muito com o ataque de carrapatos que transmitem doenças.

Polícia encontra cães congelados em freezer e salva animais ...
Operação Salve patinhas 01 resgatou animais maltratados

A situação em Porto Velho já preocupava a polícia. Desde segunda-feira a operação, realizada pela primeira vez este ano, retirou do cativeiro cachorros em condições sofríveis, e um curió (Sporophila angolensis), ave da fauna silvestre, sem anilha.

Em operações anteriores, agentes dessa Delegacia, apoiados por fiscais do Ibama, apreenderam jabutis criados sem autorização, galos e galinhas malcuidados.

As equipes de resgate em decorrência da pandemia do coronavírus foi prejudicada, pois os casos foram se acumulando motivando então a iniciar, a operação. explica a delegada Janaína. “Inicialmente, a operação visa orientar as pessoas quanto à melhor maneira de criar animais.  A repressão se dá quando situações se repetem, por isso, outras operações serão feitas ainda neste semestre”, ela anunciou.

Maus-tratos constituem crime previsto no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais): “Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa”.

A delegada Janaína lembrou às pessoas que, ao se responsabilizar por um animal, cuidem bem dele, física e emocionalmente. “Animais sentem medo e dor, mas se recebem amor, serão fiéis e carinhosos para sempre”.

Segundo a delegada, no caso de abandono de animais de ruas, ONGs e prefeituras podem ser acionados.

As equipes de resgate Também tiveram apoio das ONGs e associações que receberam animais resgatados: Socorristas Animais, Patudinhos, Voluntário Animal, Adote um amor. “Antecipadamente, a todos os protetores e associações que procuram cuidar bem dos animais”, disse.

A delegada pede que toda denúncia encaminhada ao telefone 197 seja clara a respeito dos pontos de referência para a localização do imóvel. “Assim, a equipe chega com mais facilidade ao local”, explicou.

PARA ADOÇÃO

Alguns animais resgatados estão à disposição para adoção na Delegacia de Repressão a Crimes Ambientais, na Avenida Amador dos Reis nº 3214, Bairro JK I. Telefones 69-3229-5395 e 69-3226-1188. E-mail: derccma@pc.ro.gov.br

Fonte: Comunicação Social da Polícia Civil/RO

MEC define protocolo de segurança para volta às aulas

Cronograma das atividades deve ser orientado pelo governo local

O Ministério da Educação (MEC) definiu um protocolo de biossegurança para a retomada gradual das aulas nas instituições do sistema federal de ensino, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus. A portaria foi publicada hoje (2) no Diário Oficial da União e diz que o cronograma de retorno das atividades deve ser orientado pelo governo local e pelas autoridades sanitárias.

O protocolo está disponível no portal do MEC e traz orientações sobre medidas de prevenção individual e coletiva, como aferição de temperatura, limpeza e ventilação de ambientes, uso de máscara, disponibilização de álcool gel 70% e respeito às regras de etiqueta respiratória e de distanciamento social. Também deve ser feito o escalonamento do acesso de estudantes a refeitórios e praças de alimentação.

“No uso de bebedouros, deverá se evitar contato direto com a superfície, devendo ser utilizado papel toalha com possibilidade de descarte em coletor de resíduos com acionamento sem contato manual e posteriormente, realizar a higienização das mãos. Na impossibilidade do cumprimento de tais orientações, recomenda-se a interdição dos bebedouros”, diz o documento sobre uma das recomendações.

De acordo com o protocolo, deve-se considerar manter o trabalho e o ensino a distância para servidores e estudantes que fazem parte do grupo de risco para o novo coronavírus, como pessoas acima de 60 anos, gestantes e lactantes, portadores de doenças crônicas ou responsáveis pelo cuidado de pessoas com suspeita ou confirmação de infecção por covid-19. No caso de estudantes de grupo de risco, a instituição deve considerar a adoção de estratégias para reposição das atividades, após o fim da pandemia.

As instituições de ensino devem constituir comissão, com a comunidade escolar, para definição e adoção de protocolos próprios, que considerem as regras do estado e município, com análise dos dados epidemiológicos da doença e orientações das autoridades sanitárias.

O protocolo divulgado hoje poderá, no que couber, ser utilizado pelos demais sistemas de ensino.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Fachin e a temerária proposta de “anular” o poder religioso

O que Bolsonaro e o presidente Donald Trump tem em comum? A base cristã.

Então você não acredita na sua Suprema Corte? Essa foi a pergunta feita pelo Ministro Marco Aurélio ao jornalista José Nêumanne Pinto no programa Roda Viva.

Gente do céu, a resposta dele me representou:

“Não! Não, acredito”.

Putz! Nêumanne, você foi a voz do Brasil. Os Ministros precisam saber que, nem você, nem eu, nem a nação acredita neles. Por quê? Vou dar o último motivo da proposta feita por um ministro do Supremo: abuso do poder religioso. Vê se tem lógica.

Tanto por essas bandas como na terra do tio Sam os cristãos foram fundamentais nas eleições passada. Lá, vota quem quiser. Não é obrigatório. Mas, na última corrida eleitoral aconteceu um fenômeno, o povão, entrou na fila, fez campanha, uma legítima preocupação sobre quem seria eleito. Sim, a Esquerda também assustou o povo americano.

A mensagem libertina, a defesa ao ateísmo, a valorização aos filósofos em detrimento aos teólogos, a campanha de Donald Trump se tornou um objetivo de alcance obrigatório principalmente pelos cristãos.

Por aqui também foi assim. Os cristãos, seus líderes, pastores e padres, quase por desespero partiram para cima da campanha, tinham que eleger Bolsonaro, a única voz em defesa dos conservadores. Após a vitória, ficou nítido a participação do poder religioso no processo eleitoral. Assim como Donald Trump, Bolsonaro, foi eleito pelo trabalho eficaz e desesperado dos cristãos. Todos sabem disso. Né?

Os poderes sabem. A mídia desonesta sabe. Os caras que se acham os donos do Brasil. Oh sim, os donos do Brasil: Supremo Tribunal Federal, sabe. E, tem mais, toda essa gente tá consciente que o presidente se tornou ainda mais popular depois de eleito.

Mesmo com a investida contrária, a base não foi atingida. Ou seja, ate 2022, precisa ser feito algo eficaz, caso contrário, já era e Bolsonaro vence as eleições no primeiro turno. Essa investida na tentativa de enfraquecer o Poder Executivo e os conservadores, agora, nem é disfarçada, é feito na cara de todos. Prova disso é o surreal processo da “Fake News”. Um escândalo. O incrível ataque a liberdade de expressão, literalmente contra os apoiadores de Bolsonaro. Um Supremo político, um Congresso omisso, uma mídia viciada lutando em favor da manutenção do estilo de governar antigo. Todo sistema aparelhado para derrubar o homem da voz conservadora.

Isso é tão transparente que o apresentador, Ernesto Lacombe, foi demitido da Band após ter confessado ser conservador. Observe que, a emissora não considerou o aumento da audiência, ela demitiu e pronto, na cara dura, sem o mínimo disfarce. É o sistema se roendo para manter a conquista do território que por sinal, perderam e nem perceberam.

Veja se não é, Lacombe, está prestes a conseguir um novo contrato com o SBT diante dos aplausos do povo brasileiro. O jornalista vai ficar mais forte. Assim como, se torna “mais forte” quem se aproxima do conservadorismo e “desmantela” quem se posiciona contra por um simples motivo: o Brasil é conservador.

O Estado deve ser laico, mas, jamais, o povo concordará ser laicista. Tem medo da esquerda voltar. Portanto, a base que elegeu o presidente se move todos os dias e não são robôs, nem perfis fakes. Não é uma base inerte que fica observando o vento, é o povo cristão, ou seja, quase a totalidade dos brasileiros. A base que elegeu Jair continua fazendo campanha e ganhando votos.

Entendo o Supremo achar estranho tanta gente em defesa de um político, isso é novo. Mas, eles precisam acordar para realidade, o povo conservador tá se auto protegendo.

Dá pra você entender agora o motivo que fez o Ministro Edson Fachin propor a lei do Abuso do poder religioso? Sim, a ideia é deslocar a base conservadora. Como afirmar que não é esse o objetivo, se a confiança na corte não existe?

A leitura que a população faz do Supremo é: um poder tentando a todo custo derrubar os conservadores. Pode até não ser essa a intenção, mas é isso que transparece. Ainda mais que, na próxima corrida eleitoral, milhares de novatos assumirão desde o Congresso até as prefeituras do país e as velhas raposas serão dispensadas. E, quem promoverá tamanha transformação será o Poder religioso. Sim, Fachin, já percebeu, os cristãos tem poder.

Portanto, a proposta do ministro tem meta: anular o poder religioso. Caso o pastor, ou padre, ou o irmão influente vença as eleições, a chance de perder o mandato é grande, pois, é óbvio que o apoio principal serão os fiéis. A base de Bolsonaro será diretamente afetada caso essa lei seja firmada. Por isso, o presidente Donald Trump, através de decreto, derrubou uma lei nos EUA que proibia o líder religioso falar no púlpito ou arredores em nome do candidato.

Pois é, por aqui a coisa funciona nos moldes antigos. O líder religioso que falar na tribuna ou nos arredores sofrerá punição. Mas, Edson Fachin, não está satisfeito e pretende piorar um pouco mais.

Bom, meu aviso tá dado: não se cale nem se curve ante esse preconceito. Mesmo porque, teu voto pode não ser respeitado futuramente simplesmente por que o candidato pertence a sua congregação.

Fontes:

Bolsonaro participa nesta quinta de reunião da cúpula do Mercosul

Cúpula marca passagem da presidência rotativa do bloco do Paraguai para o Uruguai. Em março, líderes discutiram ações de combate ao avanço do coronavírus.

O presidente Jair Bolsonaro participa nesta quinta-feira (2) da 56ª reunião de cúpula de chefes de Estado do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, o encontro dos líderes do bloco será realizado por videoconferência, a primeira vez na história, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

O Paraguai exerce a presidência do Mercosul atualmente. Nesta quinta, o presidente Mario Abdo Benítez passará o comando rotativo do bloco para o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou.

A reunião de cúpula está marcada para as 10h (horário de Brasília). O último encontro foi em março, quando os presidentes discutiram, também por videoconferência, medidas para enfrentar a pandemia. A reunião, no entanto, não era o encontro de cúpula, como o desta quinta-feira.

No mês seguinte, o bloco aprovou o investimento de US$ 16 milhões em um projeto conjunto para financiar ações de combate à Covid-19, como a compra de equipamentos e o reforço na capacidade de testes dos países.

Em entrevista à imprensa antes da cúpula, o chanceler paraguaio Antonio Rivas Palacio afirmou que a “melhor resposta” para conter o avanço da pandemia é ampliar a integração entre os países e adotar medidas coordenadas.

Rivas Palacios destacou que, por causa do coronavírus, as atividades do bloco foram adaptadas e as reuniões presenciais foram substituídas por videoconferências – cerca de 150 reuniões à distância em diferentes níveis, de encontros técnicos a reunião de órgãos com poder de decisão.

Estratégias

O encontro virtual dos líderes do Mercosul ocorre em um momento no qual os países lidam com as consequências das estratégias adotadas para conter a contaminação pela Covid-19 e enfrentam a crise econômica provocada pela pandemia.

Com 1,4 milhão de infectados e mais de 60 mil mortes, o Brasil é o segundo país em casos e óbitos por Covid-19 no mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

Já os vizinhos do Mercosul têm números menores, segundo a universidade norte-americana Johns Hopkins, que monitora a pandemia no mundo.

  • Argentina: 64,5 mil casos e 1,3 mil mortes;
  • Uruguai: 936 casos e 27 mortes;
  • Paraguai: 2,2 mil casos e 17 mortes.

A Argentina adota isolamento rígido e vê piorar os índices de sua economia, já combalida. O Paraguai adotou quarentena rígida, enquanto o Uruguai apostou no incentivo ao distanciamento social, mas sem medidas rigorosas de isolamento.

Acordo com a União Europeia

Fundado em 1991, o Mercosul incorporou a Venezuela em 2012, contudo, o país governado por Nicolás Maduro está suspenso por descumprir obrigações da adesão e por “ruptura da ordem democrática”.

O Itamaraty informou que em 2019 o Brasil exportou cerca de US$ 15 bilhões para os demais países do bloco e importou US$ 13 bilhões – superávit de US$ 2 bilhões.

Segundo a pasta, a cúpula desta quinta dá a “oportunidade para examinar a situação e as perspectivas do processo de integração regional, além das atividades de relacionamento externo do bloco”.

O governo brasileiro defende o acerto de acordos comerciais com outros blocos e países. Um dos temas prioritários é o acordo de livre comércio com a União Europeia, anunciado em 2019, mas que ainda não entrou em vigor. Vale o mesmo para o acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio EFTA), que reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Segundo o governo paraguaio, nos últimos meses ocorreram “avanços importantes” na revisão dos acordos e nos ajustes de detalhes técnicos. No caso da União Europeia, no entanto, há resistências.

No mês passado, cinco organizações ambientais e de direitos humanos apresentaram pedido à Defensora Pública Europeia a fim de interromper o processo de ratificação do acordo.

Três parlamentos na Europa (Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica) anunciaram que não aprovarão o acordo com o Mercosul.

Fonte: G1

Ministério quer reduzir indenização de empresas aéreas a passageiros

Caso aprove, o passageiro terá de comprovar o dano que sofreu para ter direito à indenização.

A Câmara deve votar na próxima semana a medida provisória (MP 925/2020) de socorro às empresas aéreas. O relator da MP, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), acolheu um pedido do Ministério da Infraestrutura para aliviar o caixa das companhias. O deputado incluiu uma emenda que reduz a possibilidade das empresas do setor de serem condenadas a pagar indenização a passageiros.

Caso o Congresso aprove a mudança, para ter direito à indenização, o passageiro terá de comprovar o dano que sofreu. Também deverá ser demonstrada que a responsabilidade pelo problema foi da companhia. As empresas reclamam que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem considerado presumidos os danos morais por atrasos e cancelamentos de voos. Nesse caso, não é exigida a comprovação do prejuízo causado ao passageiro nem que o problema tenha sido provocado pela aérea.

De acordo com o relatório, a aérea não poderá ser condenada quando o dano for causado por “caso fortuito ou força maior”, como pandemia e problemas meteorológicos ou de infraestrutura de aeroportos. O setor é um dos mais prejudicados com a pandemia de covid-19.

Para o Ministério da Infraestrutura, a modificação na lei reduzirá a “excessiva judicialização” nas relações de consumo. Em seu relatório, Arthur Oliveira Maia cita dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que apontam que, apenas em 2017, as condenações judiciais decorrentes de ações ajuizadas por passageiros representaram aproximadamente 1% das despesas operacionais das empresas aéreas brasileiras. O custo das indenizações naquele ano chegou a R$ 311 milhões e o número de processos superou a marca dos 60 mil.

“Reforço, portanto, convicção no sentido de que a alteração sugerida contribuirá para a melhoria do ambiente de negócios do setor aéreo no país, especialmente durante a pandemia, de forma a reduzir custos e riscos enfrentados na prestação de serviços aéreos”, justifica o relator. O texto, que estava na pauta dessa terça-feira (30), foi retirado a pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes, para ajustes.

Campeão em processos

Dados do Instituto Brasileiro de Direito Aeronáutico (Ibaer) indicam que 98,5% das ações cíveis contra companhias aéreas no planeta estão concentradas no Brasil. A MP continua a exigir das empresas que ofereçam ao passageiro assistência material, bem como as alternativas de reacomodação, reembolso integral e reexecução do serviço por outra modalidade de transporte, à escolha do passageiro, quando houver cancelamento ou atraso em voo.

O número de ações dessa natureza tem subido no Brasil. Ainda de acordo com o Ibaer, apenas entre janeiro e julho de 2019 foram movidas 109 mil ações contra empresas do setor. Entre os motivos apontados pela entidade o crescimento de startups que ajudam passageiros a processarem companhias aéreas por problemas na viagem.

Nessa quarta-feira (1º), a 5ª turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) aceitou pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para proibir uma startup que compra direitos de passageiros em processos contra companhias aéreas de fazerem anúncio, publicidade ou divulgação de oferta de serviços para captação de clientela, inclusive nas redes sociais. A reclamação da OAB, aceita pela Justiça, é de que esses sites oferecem atividades típicas da advocacia, cuja publicidade é vedada por lei. Os desembargadores ordenaram a retirada de anúncios sobre os serviços.

Queda vertiginosa

Com as restrições de deslocamento e a queda na renda, o setor aéreo é um dos mais prejudicados pela pandemia. As empresas, assim como as concessionárias de aeroportos, reduziram a jornada e o salário de seus funcionários. Na média, os funcionários perderam 30% de sua remuneração.

A demanda por voos domésticos caiu 90,97% em maio em relação a igual período do ano passado. Já a oferta de assentos nos aviões caiu 89,58%. É o segundo pior resultado mensal desde 2000, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) compilados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abrear). O número de passageiros caiu 92,44%. Esses indicadores refletem o pior desempenho do setor, registrado em abril, também sob efeito da pandemia.

No final de maio, a holding da Latam entrou em processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. A subsidiária brasileira não foi incluída na ação. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ainda não fechou acordo com as aéreas. Em parceria com bancos privados, o BNDES reserva R$ 6 bilhões para auxiliar na recuperação do setor, considerado um dos mais prejudicados pela pandemia devido à drástica redução de voos.

Socorro

Essa linha de crédito deverá ser repartida entre Latam, Gol e Azul. Desse total, cerca de R$ 4 bilhões deverão sair diretamente dos cofres do BNDES. O valor fica aquém do defendido pelas empresas, algo em torno de R$ 10 bilhões. O plano previsto pelo banco prevê ofertas públicas de títulos de dívida, parte em bônus conversíveis em ações. Pelo menos 30% devem vir de investidores privados; 60%, do BNDES, e 10%, de bancos privados como Itaú, Santander, Banco do Brasil e Bradesco. As empresas, no entanto, ainda não aceitaram os termos propostos pelo BNDES.

A situação das companhias aéreas não preocupa apenas no Brasil. Nos Estados Unidos, o governo Donald Trump anunciou, em abril, a liberação de US$ 25 bilhões para ajudar as companhias aéreas do país devido à queda de 80% no número de voos.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) divulgou no final de maio que a dívida global do setor é de US$ 550 bilhões até o fim do ano – um aumento de US$ 120 bilhões na comparação com o débito registrado no começo de 2020.

Fonte: Congresso em Foco

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