Em Rondônia, menos de 50% das vacinas enviadas para a 2ª dose foram aplicadas, segundo Agevisa

A Agência Estadual de Vigilância, orienta que municípios devem concentrar esforços na alimentação de dados do vacinômetro da covid-19 no sistema.

A quantidade de vacinas aplicadas em Rondônia tem por base o número de imunizantes entregues pelo Ministério da Saúde (MS) é um questionamento recorrente da população, demonstrado por meio das redes sociais do Governo de Rondônia. Estas dúvidas compõe cerca de 50% das respostas elaboradas pela assessoria de comunicação social da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) diariamente.

Para tratar sobre o tema, Ana Flora Gerhardt, diretora-geral da Agevisa, explica as principais dificuldades que Rondônia enfrenta para que o número de vacinas aplicadas acompanhe o ritmo dos lotes de imunizantes que chegam ao Estado. “Hoje temos mais de 90% da primeira dose aplicada, mas a segunda dose não chega a 50% da aplicação, isso acontece por situações diversas”, pontua.

Ana Flora reforça que vários municípios estão trabalhando no limite da capacidade de atuação que apressam a aplicação, mas demonstram dificuldades para informar os dados referente à aplicação das doses. “Existem municípios que tem um único servidor responsável por informar os dados da vacinação. Também há dificuldades para vacinar. Um exemplo é a vacinação dos indígenas aldeados, das populações tradicionais, como os quilombolas. Temos um Estado com 52 municípios e cada um enfrenta uma realidade diferente. Isso sem contar que toda semana recebemos novos lotes de imunizantes, ou seja, a conta não vai bater”, explica.

De acordo com a diretora, enquanto Estado, é possível compreender as fragilidades enfrentadas nos municípios, mas ao mesmo tempo, a sociedade, a imprensa e os órgãos fiscalizadores exigem rapidez no resultado da aplicação das vacinas. “Por isso solicitamos, sempre, aos gestores municipais que concentrem esforços na aplicação, como também na alimentação dos dados no sistema”, reforça.

Fonte; Agevisa

Ministério da saúde começa a distribuir kits intubação para estados contra covid

Estoque de  2,3 milhões de medicamentos será suficiente para 10 dias

A partir desta sexta-feira (16), mais 2,3 milhões de medicamentos do kit intubação serão distribuídos pelo Ministério da Saúde. Os insumos foram adquiridos na China e doados ao governo federal por empresas como a Petrobras, Vale, Engie, Itaú Unibanco, Klabin e Raízen.

“Com esta doação, nós conseguimos garantir, conforme os dados enviados, pelo menos 10 dias de abastecimento em relação ao bloqueador neuromuscular, analgesia e sedação por midazolam, e 15 dias com propofol. O estado é o responsável, junto aos municípios, para fazer a redistribuição em sua própria rede assistencial”, ressaltou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), Hélio Angotti Neto.

As equipes do Ministério da Saúde já estão prontas para iniciar a distribuição dos chamados kit intubação. “Com base em experiências anteriores, a expectativa é de que em menos de 48 horas os medicamentos sejam distribuídos para todos os estados”, ressaltou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

Critérios

Os hospitais do SUS são os primeiros da lista a receber os kits. São eles que definem o consumo médio mensal e os seus estoques aos estados – informações essenciais para orientar, na ponta, os critérios de divisão dos lotes de medicamentos entre os entes federativos.

Segundo o Ministério da Saúde, os dados são apresentados em reuniões tripartites, que ocorrem três vezes por semana, envolvendo representantes dos secretários estaduais e municipais de saúde – Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e do Ministério da Saúde. A pasta também conta com a colaboração da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que monitora a produção nacional dos medicamentos.

“A partir daí, traçamos estratégias de aquisição e de distribuição desses medicamentos, com o intuito de regularizar a distribuição nacional. No momento seguinte, o Ministério executa as estratégias, fazendo aquisições nacionais ou internacionais e propondo uma pauta de distribuição aos estados, que é aprovada pelo Conass e Conasems”, explicou Cruz. 

Desde o início da pandemia da covid-19, o Ministério da Saúde já enviou aos estados e municípios mais de 8,6 milhões de medicamentos para intubação. Além disso, atua na aquisição de medicamentos hospitalares por outros meios: há dois pregões em aberto e está em andamento uma compra direta via Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a ação vai reforçar a assistência ao Sistema Único de Saúde (SUS) e os cuidados aos pacientes em todo o país. “A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, afirmou.

Fonte: Maria Claudia A/B

Nova ferramenta “SASI” facilitará o agendamento e gerenciamento de informações na vacinação contra a Covid em Porto Velho

O sistema estará disponível nas plataformas Android e IOS.

A Prefeitura de Porto Velho está adotando providências para tornar ainda mais eficiente o processo de imunização contra a Covid-19. O aplicativo “SASI”, que registra dados da população e facilita o agendamento da vacina conforme faixa etária, comorbidade e grupo prioritário definido pelo Plano Nacional de Imunização, será liberado ao público nos próximos dias.

O app já existia para a realidade do município de Manaus, no Amazonas, e foi adaptado pela equipe da Superintendência Municipal de Tecnologia, Comunicação e Pesquisas (SMTI).

“Foram realizadas algumas customizações para atender a nossa realidade e logística de trabalho. O aplicativo está pronto para ser lançado”, explica o superintendente, Saulo Nascimento.

A ferramenta, segundo Saulo, vai ajudar no processo de organização do agendamento após o cadastro, definindo local, data e hora do comparecimento para vacinação. Para o usuário, é a garantia de que será atendido.

No aplicativo constarão abas para o cidadão, com formulário de cadastro para preenchimento de dados e perfil; aba para atendente, onde será possível verificar através do QR CODE se o usuário possui agendamento, caso contrário o atendente realizará consulta pelo CPF e, por fim, a seção para operador, onde serão registrados dados da vacinação (data, vacinados, vacina e dose) para que seja gerado um cartão de vacina virtual.

O sistema estará disponível nas plataformas Android e IOS. O aplicativo poderá ser localizado nas plataformas Playstore, da Google, e Itunes para IOS (Apple). Para ativá-lo será necessário digitar o código de ativação PVH21.

Fonte: Comdecom

Ministério da Saúde ultrapassa 50 milhões de vacinas distribuídas

Segundo a pasta, mais 6,3 milhões de doses da Fiocruz e do Butantan começam a ser enviados aos estados e DF nesta sexta

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (15) estar ultrapassando a marca de 50 milhões de doses de vacinas covid-19 distribuídas em todo o Brasil. Segundo a pasta, a partir desta sexta (16), mais 6,3 milhões de doses serão enviadas para todos os estados e o Distrito Federal. De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, mais de 31,9 milhões de doses foram aplicadas em todo o País.

“Com esse novo lote, a pasta já coordenou a distribuição de mais de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação [em 18 de janeiro]”, informou o ministério em nota distribuída à imprensa.

Conforme o governo federal a remessa conta com 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), e com 2,5 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan, ambas produzidas no Brasil com matéria-prima importada.

O 11º informe técnico da SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) explica que mais um grupo prioritário será atendido: o de idosos entre 60 e 64 anos. Também estão sendo destinadas doses para idosos entre 65 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento, além das Forças Armadas que atuam na linha de frente da pandemia.

Divisão

Conforme a SVS, nessa leva, parte das vacinas será destinada à primeira dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas.

Outra parcela dos imunizantes irá vacinar pela segunda vez trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 69 anos, além de 100 mil moradores do Amazonas. A secretaria explica que essas vacinas são referentes ao Fundo Estratégico da segunda pauta de distribuição, em janeiro, que disponibilizou mais doses ao estado por conta da grave crise com sanitária local.

“O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz. A estratégia de distribuição para aplicação da primeira e segunda doses é revisada semanalmente em reuniões tripartites (governos federal, estaduais e municipais), observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios”, complementa o comunicado.

Fonte: MS

Sesau realiza testes rápidos para covid-19 em Pimenta Bueno

Foram realizados 423 exames, destes foram 45 positivos.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), realizou nesta quarta-feira (14), um drive-thru para testagem da covid-19 em Pimenta Bueno. A medida é considerada essencial para quebrar a cadeia de transmissão do vírus no Estado. Foram realizados 423 exames, destes foram 45 positivos. A ação ocorreu no pátio de uma igreja, no bairro Jardim das Oliveiras. Foram feitas coletas de secreções nasais  para detecção do coronavírus desde os primeiros dias de infecção por meio do método antígeno que permite identificar o vírus com 93,3% de sensibilidade e 99,4% de especificidade.

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O Governador Marcos junto com o secretário de saúde Fernando máximo


O governador Marcos Rocha, acompanhou a testagem ao lado do secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo. “Apesar da situação difícil, estamos trabalhando muito para proteger a nossa população. Esse é o 13º drive-thru que realizmos. Também adquirimos vacinas, por meio de consórcio. Só para Rondônia são 1 milhão de doses, e somando com as que o Governo Federal está distribuindo, vamos conseguir vacinar muitos rondonienses. Pedimos que a população continue nos ajudando no controle do vírus, fazendo uso da máscara, higienização das mãos e evitando as aglomerações” disse o governador.

Para pacientes que testam positivo passam por consulta médica, e as que quiserem podem receber medicamentos e devem ficar isoladas, o que é essencial, principalmente diante da circulação de novas cepas com alto poder de transmissibilidade. Dessa forma, quebra-se a cadeia de transmissão e evita-se que os casos se agravem e superlotem as UTIs.

O PREFEITO DE PIMENTA BUENO, AURISMAR ARAÚJO, ESTEVE PRESENTE NO LOCAL DA TESTAGEM. “PARABENIZO O GOVERNADOR, CORONEL MARCOS ROCHA, PELA POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO À PANDEMIA”, DISSE.

No local, o procedimento para testagem foi dividido com a seguinte logística: ainda na fila dos veículos, militares do Corpo de Bombeiros Militar (CBM/RO) checavam documentos e faziam a primeira identificação, em seguida o público passava pelos exames realizados pelos profissionais da saúde e seguia para a etapa de notificações dos casos, onde cada informação era atentamente captada pelos voluntários do projeto Juventude Voluntária da Superintendência da Juventude, Cultura Esporte e Lazer (Sejucel).

Por fim, em um novo espaço, o público recebia o diagnóstico, quando negativo, um alívio, mas para aqueles que testaram positivo para covid-19, o amparo de receber as orientações para evitar a proliferação da doença e evitar que a mesma se agrave. Houve também a oferta de kits de medicamentos, para os que voluntariamente aceitaram o tratamento.

Testes também foram realizados paralelamente ao drive-thru em unidade de saúde municipal para os que não estavam em veículos. A modalidade drive-thru é uma alternativa considerada mais segura por evitar aglomerações, minimizando a exposição dos envolvidos na ação, tanto os profissionais da saúde como a própria população.

A realização dos testes é de responsabilidade das prefeituras, mas o Governo atento as necessidades dos rondonienses em todo o Estado tem ajudado as prefeituras nas ações estratégicas de enfrentamento à pandemia.

Fonte: Sesau

Aplicativo FarmaPub facilita busca por medicamentos nas farmácias da rede municipal de saúde

O usuário consulta o estoque e localização da unidade para a retirada do remédio. Para baixar é necessário apenas acessar a loja de aplicativos do celular e buscar pela ferramenta.

O usuário consulta o estoque e localização da unidade para a retirada do remédio

Uma ferramenta tecnológica inovadora e gratuita, criada pela Prefeitura de Porto Velho, o aplicativo FarmaPub está facilitando a vida das pessoas, especialmente dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), ao evitar gastar tempo em busca dos medicamentos prescritos existentes nas farmácias da rede municipal.

Implantado em 2017, o aplicativo tem cerca de mil acessos diários, que são feitos através do site da Prefeitura (www.portovelho.ro.gov.br). A pesquisa também pode ser feita no endereço https://farmapub.portovelho.ro.gov.br.

Também está disponível a versão por aplicativo para telefone celular, o que garante mais facilidade operacional e utilidade.

A ferramenta foi criada para facilitar a busca por medicamentos nas farmácias da rede municipal de saúde. Com apenas alguns cliques, são apresentadas informações precisas e em tempo real sobre o estoque dos remédios pesquisados e até a localização exata da unidade em que pode ser retirado, o que é feito mediante apresentação da receita médica.

As consultas na plataforma são fáceis. Basta digitar o nome do princípio ativo do remédio ou procurar na lista disponível no próprio aplicativo. Desta maneira, o município proporciona mais tranquilidade e comodidade ao cidadão com facilidade e rapidez. A ferramenta está disponível para equipamentos com o sistema android.

A ferramenta também facilita o trabalho da (Semusa), que pode acompanhar todo fluxo de medicamentos nas unidades da Prefeitura (entrada e saída) e abastecer a farmácia de cada unidade de saúde conforme a demanda.

A plataforma foi desenvolvida pela Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação (SMTI) em parceria com a Assistência Farmacêutica da Semusa.

Para baixar é necessário apenas acessar a loja de aplicativos do celular e buscar por FarmaPub. Para os usuários do sistema IOS, o acesso pode ser feito diretamente no site www.portovelho.ro.gov.br . Basta clicar na área CIDADÃO e em localização de medicamentos FarmaPub.

Fonte: Comdecom

Brasil deve receber mais de 842 mil doses da vacina da Pfizer em junho

A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility

O Brasil vai receber 842.400 doses da vacina da farmacêutica Pfizer/BioNTech contra a covid-19. A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility ao Itamaraty. A previsão de entrega é para o mês de junho.

O Ministério da Saúde tem 42,5 milhões de doses de vacinas contratadas com a Covax Facility. A quantidade é suficiente para vacinar 10% da população brasileira. Até o momento, o Brasil já recebeu mais de 1 milhão de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford por meio dessa iniciativa chegou ao Brasil no dia 21 de março. “Cabe ressaltar que essas 842.400 doses não fazem parte das 100 milhões já contratadas pelo Ministério da Saúde diretamente com a farmacêutica”, ressaltou o Itamaraty em nota à imprensa na noite de ontem.

 A Covax-Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização. De acordo com o contrato de adesão do Brasil à iniciativa, firmado em 25 de setembro de 2020, o país terá acesso a 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. 

De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e da Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.

Matéria alterada às 16h28 para acréscimo de informações.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Confira o relatório divulgado pela Sesau sobre a ocupação dos leitos de UTI e enfermaria na capital

Ainda de acordo com relatório divulgado pelo Governo do Estado, 65 pacientes estão na fila de espera por um leito.

Segundo dados divulgados até 9h desta terça-feira (13) através do painel da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a situação do Sistema Único de Saúde (SUS) de cada hospital público de Porto Velho.

Os dados totais correspondem a taxa de ocupação por Macrorregião e não a taxa de ocupação total em Porto Velho, pois a Sesau atualiza diariamente apenas a taxa de lotação de macrorregião.

Ao todo, o estado tem duas macrorregiões, e os hospitais de Porto Velho estão enquadrados na Macrorregião I (que engloba mais 17 cidades).

Leitos de UTI (Covid-19)

Nome hospitalTaxa ocupação
Hospital de Campanha Zona Leste100%
Cemetron100%
SAMAR100%
Hospital de Amor100%
Hospital de Campanha100%
AMI100%
Hospital de Base Ary Pinheiro100%
Total Macrorregião 197,1%

Leitos de enfermaria (Covid-19)

Nome hospitalTaxa ocupação
Hospital de Campanha Zona Leste100%
Cemetron100%
Hospital de Campanha100%
Hospital de Base Ary Pinheiro100%
Hospital Regional de Extrema20%
SAMAR100%
Total Macrorregião 187%

Ainda de acordo com relatório divulgado pelo Governo do Estado, 65 pacientes estão na fila de espera por um leito em Rondônia.

Fonte: Sesau

Sesau realiza testagem massa para Covid-19 em Ji-Paraná

663 pessoas se submeteram ao teste; 87 delas tiveram o resultado positivo para covid-19.

Teste aplicado é o antígeno com coleta de secreção nasal

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), disponibilizou mil testes para detecção do novo coronavírus em Ji-Paraná, nesta segunda-feira (12), no formato de drive thruque consiste na realização sem que a pessoa necessite descer do veículo. De acordo com a coordenadoria de testagem em Ji-Paraná, 663 pessoas espontaneamente se submeteram ao teste; 87 delas tiveram o resultado positivado para covid-19.

A ação do Poder Executivo, é a 12ª realizada utilizando o mesmo método em várias cidades rondonienses. Em Ji-Paraná o movimento ocorreu pela segunda vez. O objetivo da ação, que faz parte do programa “Mapeia Rondônia”, da Sesau, é identificar o maior número de pessoas infectadas pelo coronavírus, com os dados precisos, para que o Governo do Estado proceda com outras ações no enfrentamento à pandemia.

O teste aplicado é o antígeno, com a coleta de secreção nasal, pelo sistema swab, um dos mais modernos e capazes de identificar com maior precisão a presença do vírus no organismo. “Ao ser positivada a pessoa deve seguir mais rigorosamente os protocolos sanitários e iniciar os tratamentos médicos recomendados”, explicou Fernando Máximo, secretário da Saúde.

O GOVERNADOR, CORONEL MARCOS ROCHA TAMBÉM ESTEVE PRESENTE E DESTACOU ALGUNS DOS ESFORÇOS QUE A GESTÃO GOVERNAMENTAL TEM PRATICADO NO COMBATE À PANDEMIA, COMO CUIDADOS PREVENTIVOS, TRATAMENTOS E O RECENTE ANÚNCIO DA COMPRA DO DO IMUNIZANTE RUSSO, O SPUTNIK V.

A ação teve a parceria da prefeitura de Ji-Paraná, da Polícia Militar (PM), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Bombeiros Civil e mais a Autarquia Municipal de Trânsito (AMT). “A reunião de esforços com o objetivo em comum reforça o interesse do governador Marcos Rocha em proteger a sociedade”, frisou o secretário regional de Governo em Ji-Paraná, Everton Esteves.

Fonte: Sesau

Ministro da saúde cobra disciplina e anuncia campanha anticovid no transporte

Ministro disse que estuda outros países para evitar disseminação, mas avisou que prefeitos decidem regras para trens e ônibus

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, cobrou disciplina e uso de máscaras pelos usuários de transporte público no Brasil como forma de evitar ainda mais a disseminação do vírus que provoca a covid-19.

Em café da manhã com jornalistas, nesta terça-feira (13), o chefe da pasta anunciou uma campanha nacional para prevenir a contaminação, em parceria com o MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional), mas avisou que as regras para trens e ônibus são determinadas pelas prefeituras.

O documento deverá ser apresentado na próxima quinta-feira (15), de acordo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. “Vamos apresentar ao ministro [da Saúde]. Provavelmente, será uma portaria conjunta com o MDR”, afirmou.

“[É necessário] o uso de máscaras de maneira rigorosa, […] disciplina nos transportes urbanos. […] Vai ter um documento, que estará escrito, terá uma campanha [para prevenir a contaminação]. Estamos analisando a prática no mundo. A gente está estudando. […] As regras dos transportes públicos urbanos são de cada município”, afirmou.

Queiroga demonstrou preocupação com o transporte público porque as pessoas não conseguem manter o distanciamento, por isso, a pasta tenta encontrar uma fórmula para o brasileiro trabalhar com segurança.

Queiroga disse que a Saúde vai tomar medidas “para evitar que o país chegue a cenários extremos”, mas advertiu que “uma medida homogênea para o país inteiro não vai funcionar”, afastando a possibilidade de um lockdown nacional.

O ministro voltou a dizer que o “programa de vacinação é a prioridade número 1 do ministério” e reforçou a vontade de criar uma secretaria extraordinária para o enfrentamento da pandemia. “A pandemia ocasiona outras implicações e o adoecimento do sistema de saúde como um todo”, explicou.

O chefe da Saúde disse que, quando a Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) e o Instituto Butantan receberem mais matéria-prima para fabricarem vacinas, a situação vai melhorar. “Ontem, falei com Dimas Covas [presidente do Butantan] e a previsão é que mantenhamos o calendário de vacinação”, adiantou.

Queiroga disse ainda que o governo brasileiro investiu R$ 150 milhões no consórcio Covax Facility para receber vacinas e que esperava mais doses. “Temos buscado com o diálogo. Estou procurando diminuir a temperatura da fogueira para avançar”, afirmou.

O ministro reforçou que “a Anvisa faz o trabalho dela de maneira apropriada” ao falar da aprovação de vacinas e medicamentos que possam ajudar no tratamento da covid-19. O ministro também disse que conta com o apoio do ministro da Economia: “Paulo Guedes disse que não vai faltar dinheiro para a saúde.”

Segunda dose atrasada

Queiroga estava acompanhado de técnicos do ministério na conversa com os jornalistas. A coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde, a enfermeira Francieli Fantinato, alertou que as coberturas vacinais perderam ritmo nos últimos dias.

“[Aproximandamente] 1,5 milhão de pessoas tomaram a primeira dose e não tomaram a segunda. Quem não foi nos 28 ou 84 dias [após a primeira dose] tem que ir”, alertou.

“Estamos avaliando esses impactos. A necessidade agora é de sentar com estados e municípios para recuperar essas necessidades vacinais. Essa redução de cobertura vacinal não é só com relação à pandemia”, disse.

A coordenadora do PNI disse ainda que o governo pretende vacinar 72,7 milhões de brasileiros em risco. “Atingindo esses grupos, a indicação é ampliar para toda população brasileira. […] Queremos a redução de complicações e óbitos, manutenção da força de trabalho e do setor de saúde”, informou.

Fonte: R7

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