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Moraes autoriza PF a acessar dados apagados pelo Facebook

Plataforma suspendeu no último dia 8 uma rede de contas que, segundo a empresa, teria sido usada para espalhar mensagens de desinformação

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu nesta quarta-feira (15) pedido da PF (Polícia Federal) e autorizou acesso a dados da investigação do Facebook que derrubou contas ligadas ao gabinete do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A decisão de Moraes está em sigilo e foi autorizada em dois inquéritos que tramitam junto ao STF: o que investiga ataques a ministros e disseminação de notícias falsas e o que apura atos antidemocráticos.

O Facebook suspendeu no último dia 8 uma rede de contas na rede social que a empresa disse ter sido usada para espalhar mensagens políticas de desinformação por assessores do presidente e de dois de seus filhos.

A empresa afirmou que, apesar dos esforços para disfarçar quem estava por trás da atividade, foram encontrados vínculos com as equipes de dois parlamentares, assim como de assessores do presidente e de seus filhos Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que é deputado federal, e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que é senador. Os envolvidos negam as acusações.

Segundo a empresa, foram removidas 35 contas, 14 Páginas e 1 Grupo no Facebook e  38 contas no Instagram. Além disso, cerca de 883 mil contas seguiam uma ou mais dessas páginas no Facebook, cerca de 350 pessoas se juntaram ao Grupo, e cerca de 917 mil pessoas seguiam uma ou mais dessas contas no Instagram. O grupo gastou ainda cerca de US$ 1.500 com anúncios no Facebook, pago em reais.

O presidente da CPMI das fake news, senador Angelo Coronel (PSD-BA), apresentou na última semana um requerimento no qual solicita ao Facebook o conteúdo das contas retiradas do ar.

No documento, o parlamentar também pede para que a plataforma explique os motivos que levaram a decisão de excluir as contas. Segundo ele, as informações podem melhorar o relatório final do colegiado, formado por deputados e senadores.

Fonte: R7

Procon-RO alerta ao novo golpe envio de links falsos

Através de um link enviado por mensagens através das redes sociais, tem seus dados expostos que efetua compras online, abre contas, solicita cartões de crédito e faz empréstimo em nome das vítimas.

Golpe através de Whatsapp

Fraudadores estão se aproveitando da pandemia do coronavírus para roubar dados dos cidadãos por meio do envio de links falsos, as informações são do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor em Rondônia (Procon-RO), que também orienta sobre os cuidados necessários ao usar os aplicativos bancários para evitar futuros problemas financeiros. Através de um link enviado por mensagens através das redes sociais, tem seus dados expostos que efetua compras online, abre contas, solicita cartões de crédito e faz empréstimo em nome das vítimas.

Segundo o coordenador do Proncon-RO, Ihgor Rego, devido à limitação que temos hoje com a dificuldade de ir até ao banco realizar pagamentos e outros serviços, estamos conhecendo novos instrumentos, que já existiam antes da pandemia, mas eram pouco utilizados, para realização dessas transações.

 “ Todas as instituições bancarias que temos no Brasil tem um site próprio e aplicativo para auxiliar o consumidor no manuseio das suas contas, realização de transações, consulta de saldo e todas essas atividades e finalidades que, por ventura, tem no caixa eletrônico, também temos na palma da mão. A única diferença é que não conseguimos, por meio de aplicativo, sacar o dinheiro. Mas você pode movimentar, realizar pagamentos, contratar serviços e realizar consultas simples como saldo e extrato”.

Para o coordenador do Procon, o consumidor precisa ficar atendo ao utilizar a internet, pois pode existe um fraldador tentando tirar vantagem da inexperiência do usuário.

Golpe através de SMS

“ Vale lembrar que os bancos e as instituições financeiras não enviam SMS, e-mail ou mensagem de Whatsapp alarmando que suas contas serão encerradas por não atualizar o cadastro. Essa situação chama atenção do consumir, e por algum motivo, pedem a ele que preencham algumas informações pessoais para regularização do cadastro. O banco não cobrará isso de você , portanto é muito importante que o consumidor tenha consciência dos seus direitos, mas tomem os cuidados necessários para não informar os seus dados aos golpistas”.

Quando o consumidor cair em um golpe, deve imediatamente denunciar à polícia e entrar em contato com a instituição financeira para romper com o ciclo da fraude.

“ A pessoa precisa pedir o cancelamento do cartão de crédito, de algum serviço que seja alvo de ataque fraudulento e comunicar às autoridades policiais. Se o banco se recusar a restituir o dinheiro, que de alguma forma foi objeto de fraude, o cliente poderá procurar o Procon para mediar a situação ou o Poder Judiciário para obter o dinheiro, que foi desviado ilicitamente, de volta”, orienta o coordenador do Procon-Ro, Ihgor Rego.

Em caso de dúvidas, o consumidor poderá entrar em contato por meio dos canais de atendimento do Procon: Telefone 151; Whatsapp (69) 98491-2986 ou (69) 98482-0928, ou pelo perfil no Facebook Procon Rondônia.

FIQUE ATENTO ÀS ORIENTAÇÕES

– Utilize antivírus no computador, tablet e smartphone;

– Em caso de dúvidas ou dificuldades, procure um familiar ou amigo que possa ajudar;

– Baixe aplicativos apenas das lojas oficiais;

– Não preencha formulários que não estejam nos sites oficiais;

– Não confie e não compartilhe links e informações dos quais não tenha certeza da origem;

– Não acredite em ofertas de ajuda, auxílio, dinheiro, entre outros serviços, enviadas pelo WhatsApp, redes sociais, e-mails e não clique nesses links;

– Para obter informações sempre acesse os sites oficiais dos bancos ou do serviço que desejar.

Fonte: Procon