Polícia localiza Homem acusado de abuso sexual caminhando tranquilamente no Bairro Embratel

O crime aconteceu no Porto Velho Shopping em 2.019. A vítima tinha 15 anos.

Policiais do Serviço de Investigação e Captura (Sevic) da 1° Delegacia de Polícia da capital, prenderam J. P. MG., acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 15 anos, no Porto Velho Shopping. O crime aconteceu em 2.019.

Após o crime ser denunciado, os policiais iniciaram as investigações e descobriram o paradeiro do criminoso. Ele já estava sendo procurado pela Polícia em outras ocasiões.

Foragido por abuso sexual cometido no shopping é localizado caminhando tranquilamente na cidade
Foragido por abuso sexual é preso em Porto Velho

A Polícia apurou que o homem teria passado as mãos nas partes intimas da adolescente, dentro do Porto Velho Shopping.

Nesta manhã, os investigadores prenderam o foragido, quando ele caminhava tranquilamente pelas ruas do Bairro Embratel.

O criminoso foi encaminhado para o presídio, onde ficou à disposição da justiça.

Fonte: Rondônia Agora

Foragido causa vários acidentes na capital e acaba preso pela Polícia em RO

Suspeito é acusado de matar jovem Denis Henrique Signorini. Homem ainda teria atirado em uma testemunha do assassinato de Denis.

Um homem foi preso após trocar tiros com a Polícia Militar (PM), provocar vários acidentes de trânsito e balear duas pessoas na Zona Leste de Porto Velho, na noite desta quarta-feira (9). O homem detido, que não teve o nome divulgado, é o principal suspeito de matar Denis Henrique Signorini Martin de 27 anos, enquanto ele estava indo comprar a coleira do cachorro.

De acordo com a delegada responsável do caso, Leisaloma Carvalho, o suspeito é “extremamente perigoso”. Na noite de quarta-feira, inclusive, ele havia saído para matar uma testemunha do assassinato de Denis.

Suspeito de matar jovem que comprava coleira do cachorro é preso após troca de tiros com a polícia — Foto: Instagram/reprodução
Suspeito de matar jovem que comprava coleira do cachorro é preso após troca de tiros com a polícia

“Ele atirou em uma testemunha. Depois trocou tiros com a PM enquanto tentava fugir. Durante a fuga, ele ainda provocou vários acidentes de trânsito”, ressaltou.

Durante a tentativa de fuga, o suspeito se feriu e precisou ser levado ao Hospital João Paulo II para receber atendimentos médico.

A delegada disse que há probabilidade do suspeito ser interrogado nesta quinta-feira (10).

Operação Lascívia

Na manhã da quarta-feira (9), a Polícia Civil, deflagrou a Operação Lascívia para tentar prender o assassino de Denis. Durante a operação durante o dia foram cumpridosmandados de busca e apreensão em cinco casas.

A prisão preventiva do suspeito de matar Denis Martini havia sido autorizada pelo juiz. No entanto, ele não havia sido localizado durante o dia.

O crime aconteceu no dia 14 de maio. A delegada contou que o conflito entre o suspeito e as vítimas iniciou por conta de um assedio contra a esposa da vítima.

“A menina de 17 anos, casada, estava andando na rua com uma amiga, quando um cara a abordou, filho do infrator. Ele estava em carro e a assediou, tentou cantá-la, mas ela disse que era casada e continuou andando. Em determinado momento que ela estava se esquivando dele, o homem passou a mão nas nádegas dela, violando a intimidade e o corpo dela. Ela gritou, buscando chamar a atenção de quem estava na rua. Depois do ocorrido ela contou ao marido”, afirma Leisaloma.

Antes do pai do assediador matar Denis Henrique e tentar matar a adolescente, houve uma briga entre eles.

“Passou-se uns dias da briga deles, o pai do assediador vai atrás dessas duas vítimas que estavam saindo de um mercadinho, onde compraram a coleira do cachorro. Quando o casal estava caminhando, o suspeito passou em carro e atirou nos dois. Ela leva um tiro no peito, que transfixou o tórax, mas sobrevive. Já Denis Henrique, morreu. O infrator fugiu”, diz.

A operação foi nomeada Lascívia por conta do assédio sofrido pela adolescente.

Fonte: G1/RO

Justiça de RO mantém preso acusado de desviar 9 milhões de reais de clientes do BB

A defesa de Itamar, em habeas corpus, pediu a liberdade monitorada, concedida a outros corréus

A 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, por intermédio de seus julgadores, manteve a decisão do Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Alta Floresta do Oeste – RO, que determinou a prisão preventiva de Itamar Meira, no dia 7 de agosto de 2020, em razão dos fatos apurados pelo Inquérito Policial n. 008/2020-DRACO2. Tal inquérito originou a ação penal n. 0000378-18.2020.8.22.0017, movida pelo Ministério Público estadual, na qual o réu é acusado de ter praticado os crimes de peculato e fazer uso de documentação falsa. Ele, em conjunto com outras pessoas, teria desviado cerca de 9 milhões de reais de clientes do Banco do Brasil.

A defesa de Itamar, em habeas corpus, pediu a liberdade monitorada, concedida a outros corréus. Alegou ter trabalho lícito, ser primário, ter morada fixa, dentre outros. Porém, para o relator, desembargador Oudivanil de Marins, o caso já é conhecido e já tiveram outros habeas corpus, do referido paciente, que foram julgados e arquivados.PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o voto (decisão) do relator, as “argumentações quanto à primariedade, bons antecedentes, residência fixa, não são suficientes para refutar as informações prestadas pelo juízo de primeiro grau, demonstrando que a custódia cautelar do paciente foi embasada na prova inequívoca da materialidade e indícios suficientes de autoria dos crimes que acarretaram o desvio do dinheiro das contas de clientes do Banco do Brasil, já falecidos e com inventários em andamento, mediante uso de documentos públicos e particulares falsificados, situação que corrobora (confirma) para a manutenção do paciente na prisão”.

“Ademais, conforme informado pelo juízo de primeiro grau, os autos da ação criminal já estão na fase de audiência de instrução e julgamento (art. 400 do CPP), não sendo válida, portanto, a alegação de excesso de prazo, considerando a complexidade da causa e a pluralidade de réus”, finalizou o relator no voto.

Além do relator, participaram da sessão o desembargador Gilberto Barbosa e o juiz convocado Jorge Luiz de Moura do Amaral, no dia 25 de fevereiro de 2021.
Habeas Corpus n. 0808831-20.2020.8.22.0000.

Fonte: Assessoria de comunicação Institucional

Gilmar Mendes solta mais um empresário acusado de corrupção

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Com a decisão, o ex-prefeito não precisa mais permanecer em casa

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mandou soltar o empresário Rafael Ferreira Alves, preso em dezembro do ano passado na operação que teve como alvo o ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella.

Na decisão divulgada neste sábado (27), o ministro substituiu a prisão preventiva por prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.

No dia 12 de fevereiro, Gilmar Mendes autorizou Crivella a deixar a prisão domiciliar. Com a decisão, o ex-prefeito não precisa mais permanecer em casa, mas deverá cumprir medidas cautelares como comparecimento periódico à Justiça, proibição de sair do país, de manter contato com outros investigados, além de entregar o passaporte à justiça.

No ano passado, o ex-prefeito foi preso em ação do Ministério Público e da Polícia Civil, como desdobramento da Operação Hades, que apura suposta corrupção na prefeitura da cidade e tem como base a delação do doleiro Sergio Mizrahy.

Na ocasião, a defesa de Crivella declarou que a decisão do ministro foi acertada, “na medida em que as gravosas restrições cautelares eram desnecessárias”.

Fonte: Agência Brasil

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STF nega pedido de habeas corpus a Chaules Volban “maior desmatado de terras” em RO

O acusado foi preso na operação Deforest por chefiar organização criminosa em outubro de 2019 em Ariquemes.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de Habeas Corpus (HC 196907) impetrado em defesa de Chaules Volban Pozzebon, acusado de chefiar organização criminosa especializada na exploração e na comercialização ilegal de madeiras extraídas de áreas de proteção ambiental e de terras indígenas no Estado de Rondônia. Ele está preso preventivamente desde outubro de 2019 por ordem do Juízo Estadual da Primeira Vara Criminal de Ariquemes, com base em investigações da Polícia Federal na Operação Deforest. Pedidos anteriores de habeas corpus foram negados pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No STF, a defesa sustentava que, além de a instrução criminal (fase de produção de provas) já ter sido encerrada, não haveria contemporaneidade entre os fatos e custódia, e a medida teria sido imposta por “juízo absolutamente incompetente”.

Extorsões e ameaças

Ao manter a prisão do acusado, o relator, ministro Gilmar Mendes, não verificou, no caso, a ocorrência de ilegalidade patente, constrangimento ilegal ou abuso de poder que possam ser sanados por meio de habeas corpus. Ele citou trechos de decisões que mantiveram o decreto de prisão de Chaules Volban Pozzebon. visando à garantia da ordem pública, da aplicação da lei penal e da devida instrução criminal. O decreto prisional destacou a posição de liderança de Chaules Volban Pozzebon. na organização criminosa voltada à prática de crimes violentos, como extorsões e ameaças com emprego de arma de fogo (circunstâncias que evidenciam a gravidade concreta da conduta e a periculosidade do agente) e o fundado receio de reiteração delitiva, diante de condenações penais anteriores e de ações criminais em curso por outros delitos.

Com relação à alegação de que o término da instrução criminal afastaria a necessidade da prisão, o relator lembrou que este é apenas um dos fundamentos da decretação, subsistindo todos os demais após o término da instrução. Mendes avaliou, também, que a persistência dos outros requisitos autorizadores da prisão mitiga o entendimento da falta de contemporaneirade.

Ramificação

O ministro afastou, ainda, o argumento da defesa de incompetência do juízo estadual de primeira instância, em razão de o acusado também responder a processo na Justiça Federal. Gilmar Mendes explicou que os autos que tramitam em âmbito federal (Operação Deforest II) se ramificam do processo em trâmite perante a Justiça estadual de Rondônia (Operação Deforest I). Segundo ele, pelo menos em análise preliminar, os processos narram fatos distintos. “Além disso, a controvérsia acerca da origem federal dos bens é matéria probatória a ser discutida na sentença”, concluiu.

Fonte: Assessoria

Acusado por corrupção, Paulinho da Força continua “driblando” o STF

Mesmo assim, a Suprema Corte diz que todas as providências necessárias estão sendo tomadas.

Desde 3 de abril do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) tenta notificar o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro a partir da delação feita por executivos da Odebrecht.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem o caso “nas mãos”, mas o processo “não anda” porque o deputado e o chefe de gabinete não são encontrados em nenhuma endereço de que a justiça tenha conhecimento.

Em nota, Paulinho da Força disse que não está evitando as notificações e que pode ser “facilmente” achado nos endereços oficiais e que o gabinete dele é o mesmo há 14 anos.

O Supremo afirma que cabe à secretaria judiciaria do Tribunal encontrar e informar os investigados para que apresentem defesa. Mas, há uma outra possibilidade de notificação por edital, quando a citação é publicada na internet, no site do Tribunal. Mesmo assim, a Suprema Corte diz que todas as providências necessárias estão sendo tomadas.

O parlamentar é acusado de receber R$ 1,8 milhão em dinheiro da Odebrecht para dissuadir eventos sindicais contrários aos negócios da empresas, além de incentivar a participação privada no setor de saneamento básico.

Fonte: JCO

Dono das Casas Bahia é acusado de estupro e aliciamento

Saul Klein, 66, é suspeito de aliciar e estuprar 14 mulheres.

De acordo com a reportagem da Folha de S.Paulo, desta terça-feira (22), Klein entregou o passaporte à Justiça e está proibido de ter contato com as vítimas. Os crimes vêm ocorrendo desde 2008 durante festas que reuniam mulheres na casa do empresário, região de Alphaville.

As medidas impostas a Klein são precauções solicitadas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) para o andamento das investigações das denúncias, que estão em segredo de justiça.

André Boiani e Azevedo, advogado de defesa, alega que Klein é, “sugar daddy”, termo em inglês usado para homem que sustenta a parceria financeiramente em troca de sexo e que ele não cometeu crimes.

O sr. Saul Klein vem sendo vítima de um grupo organizado que se uniu com o único objetivo de enriquecer, ilicitamente, às custas dele; através da realização de ameaças e da apresentação de acusações falsas em âmbito judicial, policial e midiático”, disse o advogado ao jornal.

Saul Klein é filho de Samuel Klein, fundador das Casas Bahia que faleceu em 2014. Apesar de ter vendido parte societária dele na rede varejista, em 2010, ele está envolvido em uma disputa judicial com o irmão mais velho, Michel Klein, em virtude da herança deixada pelo pai. A fortuna da Família Klein é avaliada na casa dos bilhões e, segundo lista da revista Forbes, de 2015, está entre as 50 maiores do Brasil.

Fonte: JCO

Acusado de matar filho de jornalista vai a júri popular em Porto Velho

Alberto era filho do Jornalista Paulo Andeoli, dono do site Rondoniaovivo.

O caso aconteceu em abril deste ano, vítima foi morto a facadas.

João Luiz da Silva Filho, acusado de matar, em abril deste ano, Alberto de Carvalho Andreoli vai a júri popular de acordo com decisão da Justiça Estadual. O crime aconteceu no dia 12 de abril deste ano, no bairro Embratel, em Porto Velho. Alberto era filho do Jornalista Paulo Andeoli, dono do site de notícias Rondoniaovivo.

O acusado foi preso ainda na noite do crime e a denúncia do Ministério Público (MP-RO) foi aceita pela Justiça no dia 4 de maio. Dez testemunhas foram ouvidas durante a fase de instrução do processo, que teve o autos recebidos na quinta-feira (17) pelo MP.

João Luiz responde por homicídio qualificado por motivo fútil porque, segundo apurado nas investigações, Alberto, de 31 anos, teria sido morto por ter quebrado um capacete do agressor. Além disso, o réu é acusado de usar recurso que dificultou defesa da vítima e matá-la por meio cruel.

Conforme a denúncia do MP, “ao ver a vítima no chão já sem reação, segurou-a pelos cabelos e começou a esfaquear a vítima por cerca de dois minutos, aumentando inutilmente o sofrimento dela, revelando uma brutalidade fora do comum e em contraste com o mais elementar sentimento de piedade”, destacou a acusação.

Conforme a ocorrência policial, a vítima foi morta com 10 facadas, que atingiram o tórax, barriga e perna. Câmeras de segurança filmaram a ação e fazem parte do processo criminal. O então suspeito fugiu do local usando uma motocicleta, mas foi localizado e preso pouco tempo depois do homicídio.

A partir da publicação da sentença de pronúncia, defesa e acusação devem apresentar as testemunhas para depor em plenário e, em seguida, o juiz deve determinar a inclusão do julgamento em pauta.

Fonte: G1/RO

Prefeito de Candeias do Jamari é acusado de tomar trator de associação (veja o vídeo)

Lucivaldo Fabricio, pré-candidato à reeleição, estaria à caça de votos na área urbana e rural

Candeias do Jamari, RO – Um vídeo gravado em um celular pelo líder comunitário João Carlos Dantas mostra funcionários da Secretaria Municipal da Agricultura do Candeias do Jamari levando um trator que estava à disposição de uma associação de produtores rurais. “Prefeito, tem coisas que eu sei do senhor que até hoje eu não falei”, acusa o produtor.

O atual Prefeito de Candeias do Jamari tem mesmo muita coisa para explicar, de acordo com informações, obtidas com exclusividade, há varias denúncia envolvendo a atual administração, entre elas, o furto de madeira. Segundo informações, dentro da própria base de sustentação política do prefeito Lucivaldo Fabricio, há pelo menos um vereador acusado de furto de madeira.

De acordo com a denuncia, o vereador teria dado uma carteirada em uma escola municipal e levado madeira apreendida -, e o mais grave, é que, o suposto furto estaria sido acobertado pela Câmara de Vereadores.

– Pelo jeito, João Carlos Dantas, parece ter razão em dizer que sabe de coisas que ainda não falou.

O vídeo causou a maior confusão entre os moradores de Candeias do Jamari. De acordo com opositores, há algum tempo não muito distante a Câmara de Vereadores tomou de assalto a prefeitura de Candeias do Jamari, e Lucivaldo Fabricio, que era vereador aliado à turma de Lindomar Garçon, foi catapultado à cadeira de prefeito. Depois disso ninguém mais falou do furto de madeira em uma escola municipal supostamente praticado pelo vereador aliado, afirma opositores.

Lucivaldo Fabricio, que não teve votos para ser prefeito, agora pretende concorrer à prefeitura, mas para isso precisa pelo menos mostrar algum trabalho, porém, para isso, precisaria do trator que estava à disposição da associação de produtores. Por essa razão, o líder comunitário o acusa de politicagem.

– Para comprovar a denúncia, um vídeo gravado em um celular mostra o momento em que os emissários do Prefeito levaram o trator.

Por Redação/CN

Polícia prende acusado de estuprar menina de 10 anos no Espírito Santo

Polícia Civil de São Mateus confirma prisão de homem de 33 anos, suspeito de violentar garota de 10 anos. “Crime brutal e inaceitável”, diz governador

A Polícia Civil do Espírito Santo prendeu ontem (18) o homem acusado de estuprar a menina de 10 anos no interior do estado. Em depoimento à Justiça, a garota afirmou que era violentada pelo tio desde os seis anos. O Ministério Público apura o caso.

O governador do estado Renato Casagrande usou as redes sociais para confirmar a prisão e comentar o crime. “A nossa polícia efetuou nesta madrugada a prisão do estuprador da menina violentada no no interior do ES”, disse.

“Que sirva de lição para quem insiste em praticar um crime brutal, cruel e inaceitável dessa natureza. Detalhes da operação serão repassada pela equipe segurança ainda hoje.”

O caso

Uma menina de 10 anos engravidou após ter sido estuprada em São Mateus, município localizado no norte do Espírito Santo. O acusado pelo crime é o tio de 33 anos da criança. O caso se tornou público depois que ela deu entrada no Hospital Roberto Silvares, em São Mateus, se sentindo mal. Enfermeiros perceberam que a garota estava com a barriga estufada, pediram exames e detectaram que ela estava grávida de cerca de três meses.

Em conversa com médicos e com a tia que a acompanhava, a criança relatou que o tio a estuprava desde os 6 anos. Ela disse que não havia contado aos familiares porque tinha medo, uma vez que o parente a ameaçava.

A menina foi, então, transferida de São Mateus, no norte do Espírito Santo, para o Recife, capital de Pernambuco, após decisão do juiz Antonio Moreira Fernandes, da Vara da Infância e da Juventude do município onde ela mora.

Desde domingo, a criança está internada no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam-UPE). No hospital, ela teve a gestação interrompida. O procedimento foi feito no domingo e finalizado na segunda-feira.

No dia do aborto, o hospital foi alvo de atos de grupos religiosos, contrários ao aborto. Houve ainda manifestações de grupos de mulheres em defesa do procedimento.

Fonte: R7