Produtores rurais discutem demandas para fortalecer o setor na região da zona da Mata

A reunião aconteceu no auditório do Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Ceeja).

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Assembleia Legislativa Estadual (ALE), tem buscado fortalecer o setor produtivo nos municípios de Rondônia. Na sexta-feira (25), produtores rurais da região da zona da Mata estiveram reunidos no auditório do Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Ceeja), para discutirem as demandas para o setor.

Durante o encontro, o governador Marcos Rocha, enalteceu o trabalho realizado ouviu atentamente os produtores que o parabenizaram por diversas ações realizadas em prol do agronegócio. “A nossa economia só cresceu graças a vocês. Estamos investindo no setor produtivo por entendermos que o agronegócio é a mola propulsora da economia do Estado. Lançamos recentemente o projeto “Governo no Campo” que trará muitos benefícios para os produtores”, destacou.

O vice-governador José Jodan, presente na reunião, destacou que o Governo disponibilizou o Programa Estadual de Apoio às Micros e Pequenas Empresas e Empreendedores de Pequenos Negócios (Proampe), que incentiva às pequenas inciativas produtivas. “Estamos aqui para interagirmos com os produtores e recebermos suas demandas. Além disso, apresentamos diversos programas do Governo que garantem apoio aos nossos produtores rurais”, disse.

Para o deputado estadual Cironé Deiró, é preciso melhorar ainda mais os atendimentos para os produtores e as agroindústrias. “Precisamos unir forças dos órgãos estaduais para atender as agroindústrias e facilitar para o produtor. A agroindústria precisa receber um olhar diferenciado”, ponderou.

O deputado estadual e Presidente da ALE, Alex Redano, agradeceu a hospitalidade nos municípios da região da zona da Mata e parabenizou o governador pela atual gestão. “Se o Estado aumentou 19% a arrecadação mesmo durante a pandemia, devemos isso a vocês produtores rurais. Deus tem dado sabedoria ao governador Marcos Rocha que está conduzindo diversas situações com maestria”, pontuou.

Segundo o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, Rondônia já se destaca na economia por estar livre da aftosa. “Crescemos muito, em pouco tempo. Estamos livres da aftosa e isso fortalece o comércio local. O título de área livre de febre aftosa sem vacinação demonstra o compromisso da equipe técnica e dos pecuaristas. Isso é graças a união de todos”.

O secretário da Seagri, Evandro Padovani, reforçou que a secretaria está sempre de portas abertas para atender os produtores e melhorar ainda mais a produção. “O programa “Governo no Campo”, vem para trazer benefícios para cada produtor que se enquadra nos critérios exigidos”, comentou.

O diretor-presidente da Emater, Luciano Brandão, também destacou as ações da autarquia e o programa “Mais Calcário”. “Esse programa nasceu para subsidiar o frete do transporte do calcário até a sede do município ou distrito para que a prefeitura transporte do município até a propriedade rural. Agradecemos essa parceria. Os nossos produtores estão usando o calcário, melhorando a qualidade e quantidade da produção”, finalizou.

O produtor rural Valdeci Pereira, parabenizou o apoio do governo. “Hoje a Emater tem o apoio do governador e tenho o privilégio de ser atendido por essa equipe. Estou muito feliz de participar de um evento como esse”, ponderou.

De acordo com o deputado estadual Jean Oliveira, “o Governo de Rondônia está no caminho certo ao abrir o diálogo com o setor produtivo e ouvir as demandas”.

Fonte: Emater-RO

Hildon Chaves destaca evolução da agricultura e pecuária em programa nacional de TV

Prefeito revelou que a agricultura e pecuária seguem em franco crescimento

Hildon Chaves diz que o desenvolvimento no setor mantém compromisso com qualidade e sustentabilidade

Porto Velho foi destaque nacional durante entrevista concedida pelo prefeito Hildon Chaves ao Canal Rural, de São Paulo. Ele revelou que a agricultura e pecuária seguem em franco crescimento e que a localização estratégica do município facilita o acesso aos mercados.

Segundo o prefeito, a evolução do setor é resultado de amplo trabalho realizado pela Prefeitura nos últimos anos com a coordenação da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric).

Outros pontos destacados pelo prefeito durante a entrevista foram os recordes de exportação e o compromisso com a sustentabilidade e qualidade.
De acordo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a produção que vem do campo representa 21% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.
A capital segue a mesma direção. Como consequência, as terras estão cada vez mais valorizadas.

“A evolução da produtividade atinge também os grãos, como a soja e o milho. Na pecuária o confinamento é uma prática que também está em expansão. O rebanho bovino é composto, atualmente, por 1,1 milhão de cabeças”, destacou o prefeito, que citou a posição estratégica do município como outro detalhe favorável. “O acesso para outros mercados, inclusive para o exterior, é facilitado”, acrescentou.

Para o desenvolvimento do setor, a Prefeitura de Porto Velho também investe na agricultura familiar. Foram distribuídas gratuitamente 2 milhões de mudas de café de 2017 a 2020, além de transporte de calcário para a correção de solo em pequenas propriedades.

Fonte: Comdecom

A força do Agronegócio em evidência em campanha publicitária

Banco da Amazônia – O parceiro do Agrossustentável na Amazônia

Com o tema ‘Agronegócio’, o Banco da Amazônia (BASA) dá início nesta semana à sua mais nova campanha publicitária. Integrada aos principais meios de comunicação do Brasil, como TV, portais, jornais, rádio, aeroportos e redes sociais. A campanha será veiculada a nível regional e nacional.

De acordo com a coordenadora de Comunicação o Banco, Ruth Helena Lima, a nova campanha mostra que o BASA possui soluções de crédito para os setores da economia da Amazônia, com ênfase para o setor rural e ainda pretende mostrar a importância e a força do Banco para o setor do agronegócio da Amazônia.

O BASA investiu somente no agronegócio até o final de 2020 mais de R$ 5,3 bilhões. Somente em crédito de fomento a Instituição destinou mais de 11 bilhões de reais somente em 2020 para a toda a Amazônia.

“O conceito da campanha é referendar que somos o principal parceiro do Agronegócio Regional e que somos o Banco que mais acredita na região Norte e no sonho de milhares de produtores, sempre apoiando projetos sustentáveis e contribuindo para o futuro da região”, afirmou.

O novo vídeo da campanha Parceria – A Semente do Amanhã na Amazônia encontra-se em https://www.youtube.com/watch?v=kYbnjSZo9ME.

Fonte: Assessoria

Agronegócio alavanca crescimento da produção industrial

A previsão é de uma safra recorde em 2021

De acordo com o relatório de Produção Industrial mensal – Produção Física, publicado no início de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de máquinas e equipamentos agrícolas teve crescimento de 36,3%, no primeiro bimestre de 2021, se comparada ao mesmo período de 2020. E não é só isso: a produção de bens de capital aumentou 16,6% e a indústria brasileira avançou 1,3%, sempre com a mesma base de comparação.

André Macedo, gerente da pesquisa, disse que o desempenho da classe é grande e que a projeção de safra será recorde.

“Os bens de capital para a agricultura têm um ganho importante, de dois dígitos, e puxam o desempenho da categoria de bens de capital. A projeção de safra recorde está na base desse crescimento”, comemora.

A performance do agronegócio no Brasil foi extraordinária, mesmo em ano de pandemia da Covid-19. Em 2020, o coronavírus “derrubou” as receitas de vários setores e muitas empresas “quebraram”. Mas, isso não ocorreu com o agro. Só no estado do Mato Grosso do Sul, por exemplo, a arrecadação foi 10% maior que em 2019. E, para este ano, projetam crescer mais.

“A gente terminou o ano com um crescimento de 10% a 15% na arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em comparação com 2019. A gente terminou o ano com equilíbrio fiscal extremamente satisfatório; o que permitirá que tenhamos mais força para investir”, festejou o Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck.



Fonte: JCO

Selo de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação abre mercado internacional para rebanho bovino da capital

Porto Velho é a primeira entre as capitais brasileiras com o maior rebanho bovino no país

Como o estado de Rondônia foi declarado zona livre de febre aftosa sem vacinação, anunciado recentemente pela ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, a expectativa é que a pecuária da capital colha os melhores resultados após tanta dedicação e investimentos no setor.

O parecer favorável ao estado partiu da Comissão Científica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e o primeiro resultado prático é a abertura do mercado internacional para a carne e derivados do rebanho bovino.

De acordo com o secretário municipal adjunto de Agricultura e Abastecimento (Semagric), Gustavo Serbino, a mudança de ‘status’ favorece, entre outras vertentes, o crescimento das exportações da carne produzida no Estado. E Porto Velho, que tem cerca de 1,1 milhões de cabeças de gado, tem muito a conquistar.

“O estado de Rondônia já é considerado livre de vacinação desde o ano passado para o mercado interno. Isto é resultado do empenho dos pecuaristas e das políticas públicas voltadas para o setor na questão sanitária”, avalia Gustavo Serbino.

Ao recordar que, por um tempo, o rebanho estadual não era livre de aftosa nem com vacinação, o adjunto da Semagric destaca que o prejuízo na comercialização da carne era muito grande, pois restava apenas o mercado estadual.

VALORIZAÇÃO

Outra observação de Gustavo Serbino é que as cadeias da carne e subprodutos, bem como a do leite e subprodutos, ficaram muito valorizadas com o selo livre de aftosa sem vacinação.

“Isso também proporciona evolução na produção, no melhoramento genético, na qualidade da nutrição e incremento da industrialização da cadeia produtiva no município. Por determinação do prefeito Hildon Chaves, a Semagric já implantou alguns programas e tem outros em andamento, para beneficiar este segmento”, acrescentou.

Com a melhoria na produção e na alimentação do rebanho focada nas cadeias de carne e leite para o mercado externo, Porto Velho passa a concorrer com outros municípios do Brasil para atrair indústrias de beneficiamento para a região, gerando aporte industrial.

“E para acompanhar essa melhora que teremos com a industrialização, exportação e preços, a Prefeitura vai se empenhar ainda mais no apoio aos pequenos produtores e agricultura familiar”, projeta o secretário adjunto da Semagric.

Ele explica que há um planejamento para a pecuária, com recursos viabilizados em parceria com o Sebrae voltados para a transferência de embriões no melhoramento da cadeia genética, tanto para o setor leiteiro quanto para o de carnes do município.

Os investimentos vão garantir que o produtor tenha melhor nutrição para o gado, especialmente com a produção de Capiaçu, tanto para ser fornecido picado no cocho, quanto para a selagem nas épocas de seca.

Estas iniciativas, segundo Gustavo Serbino, já estavam em andamento a pedido do prefeito Hildon Chaves.

RANKING

Porto Velho é a 4° cidade no Brasil com o maior rebanho bovino. Segundo dados de 2020 do IBGE, são aproximadamente 14 milhões e 300 mil cabeças de gado em Rondônia, sendo cerca de 1 milhão e 100 mil de Porto Velho. O estado está na 6° posição do ranking nacional com o maior rebanho.

Fonte: Comdecom

Parceria entre Seagri e instituição financeira estimula crédito rural e fortalece o agronegócio

O segmento de pequenos e médios produtores foi o que mais demandou crédito bancário em Rondônia

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem buscado várias parcerias para ajudar o desenvolvimento do agronegócio no Estado, como por exemplo, novas linhas de crédito rural para produtores realizarem financiamentos.

Em 2020, foram beneficiados mais de 24 mil produtores só no segmento do agronegócio, por meio das linhas de crédito de uma instituição financeira. Na agricultura familiar, por intermédio das linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) do Governo Federal e crédito fundiário, foram investidos mais de R$ 1,1 bilhão. Já na agricultura empresarial foram quase R$ 600 milhões, totalizando R$ 1,8 bilhão de investimentos para o agronegócio de Rondônia.

O segmento de pequenos e médios produtores foi os que mais demandou crédito bancário em Rondônia e que, consequentemente, recebeu maior apoio creditício. Com esses investimentos é possível também atrair empresários para a instalação de indústrias no Estado.

O superintendente da instituição bancária, Edson Lemos, disse que o financiamento está disponível para o produtor que está iniciando seu negócio, ampliando ou para a manutenção dos seus projetos.

O secretário Padovani ainda ressaltou que as linhas de créditos são oportunidades de conquistas e de crescimentos. A Seagri tem recebido um forte apoio do governo no intuito de fazer o crédito chegar ao homem do campo, por meio da assistência técnica e projetos agrícolas e na contratação de 35 técnicos que estão trabalhando junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a emissão de 16 mil títulos rurais, pelo Projeto Regulariza Rondônia Brasil!.

“Nos próximos anos, Rondônia terá mais investimentos das agências bancárias no setor produtivo. O Estado tem a menor taxa de inadimplência de financiamento rural da região Norte. Vamos continuar buscando o melhor para nossos produtores rurais, para o nosso agro crescer e continuaremos unindo forças para superar os desafios e adversidades e fazer de Rondônia cada vez mais forte”, finalizou Padovani.

Fonte: Seagri

Congresso discute autonomia do BC, agronegócio e pandemia na pauta de hoje

Os senadores também devem votar dois empréstimos entre a União e bancos internacionais para financiar ações de combate à pandemia.

O Congresso terá uma quarta-feira (10) movimentada em plenário. Na Câmara, as atenções estão voltadas para a votação do projeto que dá autonomia ao Banco Central. No Senado, entre outros destaques, estão a criação de um fundo de investimento para o agronegócio (Fiagro), abrindo instrumentos no mercado de capitais para financiar a produção do setor, e a proibição do fechamento de hospitais de campanha enquanto não houver vacinação em massa.

Os deputados concluíram na noite dessa terça-feira (9), após acordo construído entre a base do governo e a oposição, procedimento para votar logo mais a autonomia do BC. Na mesma sessão, os deputados aprovaram a urgência para análise da proposta, o que permite que o texto seja analisado em plenário sem passar por comissões. O tema, que é discutido há 30 anos no Congresso, enfrenta resistência da oposição. Se passar pelo Senado sem modificações, o projeto seguirá para sanção presidencial. 

Os senadores se reúnem a partir das 16h desta quarta-feira (10) para analisar uma pauta com sete itens ligados às temáticas econômica e sanitária. Uma das propostas a ser analisada (PL 5191/2020) cria o Fundo de Investimento para o Setor Agropecuário (Fiagro), que abre instrumentos no mercado de capitais para financiar a produção agropecuária. O dispositivo permite que pequenos investidores, inclusive estrangeiros, invistam no setor sem serem proprietários de terra. Como já passou pela Câmara, o texto poderá seguir para sanção presidencial caso seja aprovado sem mudanças.

Os senadores também devem votar dois empréstimos entre a União e bancos internacionais para financiar ações de combate à pandemia. Um total de R$ 1 bilhão se destina a programas de renda, como o Bolsa Família e o Programa de Manutenção do Emprego, enquanto R$ 200 milhões se referem ao Programa Emergencial de Acesso ao Crédito.

Outro projeto em pauta (PL 4844/2020) proíbe a desativação de hospitais de campanha enquanto não houver ampla vacinação nas cidades em que estão instalados. Segundo a autora da proposta, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), fechar leitos adicionais pode deixar a população desassistida. Ela também lembra que os hospitais de campanha desafogam a rede pública e fazem parte de uma estratégia adotada em todo o mundo.

O Plenário do Senado também pode votar o projeto de lei que suspende o cumprimento de metas acertadas entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e prestadores de serviço de saúde (PL 2.809/2020). O Congresso Nacional suspendeu temporariamente a obrigatoriedade de manutenção das metas no início de 2020, com a Lei 13.992, de 2020. A suspensão foi prorrogada até setembro e, com esse projeto de lei, pode ganhar mais uma prorrogação. O texto ainda reabre o prazo para que entidades filantrópicas da área de saúde obtenham a renovação do seu certificado junto ao Ministério da Saúde.

Os senadores também devem analisar a criação da liderança da oposição. Dessa forma, a oposição poderia, de forma conjunta, designar um líder e vice-líderes, orientar votações e participar do Colégio de Líderes, sem prejuízo da atuação específica dos partidos e blocos. Está na pauta, ainda, o PDL 562/2020, que ratifica a participação do Brasil na Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância.

Fonte: Congresso em Foco

Banco do Brasil abrirá 14 agências voltadas para agronegócio

Aberturas devem ocorrer até o fim de março

Os produtores rurais de seis estados poderão contar com atendimento especializado do Banco do Brasil (BB). Até o fim de março, a instituição financeira abrirá 14 agências voltadas para o agronegócio.

As novas agências funcionarão nas seguintes cidades: Rio Verde (GO), Sorriso (MT), Dourados (MS), Cascavel (PR), Maringá (PR), Londrina (PR), Ponta Grossa (PR), Ijuí (RS), Santa Maria (RS), Passo Fundo (RS), Araçatuba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP) e Franca (SP).

Atualmente, o BB tem quatro agências do tipo: em Goiânia, Uberlândia (MG), Campo Grande (MS) e Campo Mourão (PR).

O Banco do Brasil também intensificará o atendimento por gerentes especializados em agronegócio, com o reforço de 276 profissionais voltados para o setor. Segundo a instituição financeira, o número de clientes com atendimento especializado saltará de 158 mil para 227 mil.

Atualmente, o BB concentra 55,2% do crédito rural no país. Até setembro, segundo os dados mais recentes, o total de crédito do banco voltado para o agronegócio somava R$ 190,5 bilhões corresponde a 26% da carteira de crédito total da instituição. Nos 12 meses terminados em setembro, o volume de crédito rural cresceu 4,2%.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Rondônia ocupa terceiro maior na produção de grãos da Região Norte

Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O Estado de Rondônia é o 14º maior produtor de grão do Brasil e o 3º maior da região Norte do Brasil, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de dezembro de 2020.  A previsão para esse ano é produzir 2.408,4 mil toneladas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja.

Os dados da Conab demostram que comparado à safra 2019/2020, que foi de 2.405,3 mil toneladas, o Estado de Rondônia obteve um crescimento de 0,1% na produção. O economista e assessor da Secretaria de Estado de Agriculta (Seagri), Alex Rilie Moreira Rodrigues esclarece que “As condições climáticas, que apresentaram certa instabilidade no início do plantio no verão, em praticamente todas as regiões produtoras agora seguem um ritmo de normatização, e a perspectiva é que os níveis de produtividade apresentem bom desempenho nesta temporada”.

PRODUÇÃO

Segundo o Valor Bruto da Produção (VBP) de Rondônia, no mês de dezembro de 2020, chegava ao valor de mais de 15,2 bilhões de reais obtendo um crescimento de 1,52% quando comparado ao mês anterior. A lavoura corresponde a mais de 4,9 bilhões de reais ( valor de preço de produção) e a pecuária mais de 10,2 bilhões de reais no estado de Rondônia. A lavoura obteve crescimento de 0,93% e a Pecuária 1,82% quando comparado ao mês anterior.

O economista explica ainda que a soja é o maior produtor de grãos. Se comparado à lavoura, produz um total de 1.348.784 toneladas e o valor bruto da produção chega a mais de R$ 2,3 bilhões de reais.  “A soja é o ponto destaque produzido hoje. Conforme a safra 2020/2021, houve uma produção de 1.295 mil toneladas e um crescimento de 5% na produção quando comparada a safra 2019/2020”.

Depois da soja, outro grão de referência e crescimento de produção em Rondônia é o milho com um total produtivo de 948 mil toneladas. Em terceiro lugar se encontra o arroz, com 137 mil toneladas, e em seguida o algodão em caroço com 36 mil toneladas, o algodão em pluma com 14 mil toneladas e o feijão com 3,8 mil toneladas.

Fonte: Secom-RO

Seagri alerta produtores sobre o Cadastro da Agroindústria Familiar em RO

O cadastro tem como objetivo obter o diagnóstico das agroindústrias no estado

Todo produtor deve realizar o cadastro para regulamentar sua agroindústria

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), orienta todos os produtores das agroindústrias familiares para que realizem o Cadastro da Agroindústria Familiar do Estado de Rondônia. O objetivo do cadastro é obter o diagnóstico das agroindústrias no Estado, como localização geográfica, produção, regularização, segmento de produção, situação econômica, e produtiva, além de ser uma ferramenta para auxiliar o produtor rural a acessar as políticas públicas da Seagri.

De acordo com a coordenadora de Agricultura Familiar da Seagri, Adriana Afonsina, todos os agricultores familiares, devem realizar o cadastro para regulamentar sua agroindústria. Para os que já possuem, a orientação é que mantenham atualizado, quando houver alterações nas informações agroindustriais, e/ou a cada quatro anos, conforme validade do certificado do Programa de Verticalização da Produção Agropecuária da Agricultura Familiar do Estado de Rondônia (Prove).

Tem direito de participar do cadastro, o produtor de agroindústria familiar que possuir as informações exigidas. O cadastro pode ser realizado por meio físico, através de um técnico da extensão rural, ou pelo próprio produtor de forma on-line, através do link: Cadastro da Agroindústria Familiar

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a Secretaria tem desenvolvido vários projetos e ações para regulamentar, capacitar e orientar os produtores das agroindústrias familiares do Estado. 

Para fazer o cadastro, o produtor deve informar o endereço de e-mail, o nome da agroindústria, o nome do representante legal da agroindústria, o CPF/CNPJ, o número de inscrição de produtor rural, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), o endereço e localização (coordenadas geográficas) da agroindústria, o segmento da Agroindústria, e o segmento do produto e regularização.

Fonte: Seagri