População foge do Congo após alerta de erupção vulcânica

Autoridades avisaram que erupção pode ocorrer a qualquer momento

Milhares de pessoas se apressaram para fugir da cidade congolesa de Goma nesta quinta-feira (27), algumas percorrendo locais assolados pela lava, depois que autoridades disseram que uma segunda erupção vulcânica poderia acontecer a qualquer momento.

O magma, a rocha derretida que normalmente fica debaixo da crosta terrestre, foi detectado abaixo da cidade e do Lago Kivu, disse Constant Ndima Kongba, governador militar da província de Kivu do Norte, citando dados sísmicos e de deformação do solo.

“Considerando essas observações científicas, uma erupção na terra ou sob o lago não pode ser descartada no momento, e poderia ocorrer com pouco ou nenhum aviso”, afirmou.

Trinta e uma pessoas morreram na noite de sábado (22), quando o Monte Nyiragongo, um dos vulcões mais ativos do mundo, lançou uma parede de lava alaranjada colina abaixo na direção da cidade, destruindo 17 vilarejos pelo caminho.

A lava parou a 300 metros do aeroporto de Goma, o principal polo de operações de ajuda do leste da República Democrática do Congo. A maior parte da cidade foi poupada, mas centenas de terremotos ocorridos desde então destruíram edifícios e abriram fendas na terra.

Especialistas em vulcões de Goma alertaram hoje, mais cedo, que, na pior das situações, uma erupção vulcânica sob o lago, acompanhada por um grande terremoto, poderia desencadear uma liberação súbita de dióxido de carbono do fundo do lago, o que poderia asfixiar milhares de pessoas.

* Reportagem adicional de Stanis Bujakera e Fiston Mahamba

Fonte: Agência Brasil

Anvisa pede a população que comunique reações adversas de tratamentos

Alerta também inclui efeitos das vacinas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a alertar para a importância de profissionais de saúde e cidadãos comunicarem eventuais reações adversas causadas pelo uso de medicamentos ou tratamentos, incluindo vacinas.

Segundo a gerente de farmacovigilância da autarquia, Helaine Capucho, a pandemia da covid-19 conferiu ainda mais importância à farmacovigilância, já que a urgência tem obrigado autoridades sanitárias dos diversos países a, excepcionalmente, encurtarem prazos de processos e analisarem, em tempo recorde, pedidos de uso de medicamentos desenvolvidos em curto espaço de tempo.

“Isto aumenta os riscos e a necessidade de farmacovigilância”, disse Helaine, durante seminário virtual que a Anvisa realizou na manhã de hoje (20), no qual foi discutido o monitoramento de medicamentos e os desafios para a vigilância sanitária em tempos de pandemia.

“Para trazer as respostas de que precisamos, os prazos para realização de estudos [científicos] estão sendo encurtados. Em alguns casos, há também uma redução do número de participantes e do tempo de acompanhamento destes participantes”, acrescentou a gerente, mencionando também o uso dos chamados medicamentos off-label, ou seja, de produtos que os médicos, a partir da observação clínica, passam a prescrever para fins não previstos pelo fabricante e que, portanto, não constam da bula.

“Além disso, há também os casos em que, pesando os riscos e os benefícios, são empregados alguns medicamentos que já não mais vinham sendo utilizados”, disse Helaine, admitindo que o uso de remédios off-label, bem como de outros considerados menos eficazes que os mais modernos, pode ser uma resposta ao risco de desabastecimento.

“Por isso, a Anvisa vem conversando com as produtoras e importadoras destes medicamentos, para tentar evitar o desabastecimento”, disse Helaine, reforçando a importância de cidadãos e profissionais de saúde relatarem quaisquer efeitos colaterais causados por remédios ou tratamentos. O que pode ser feito por meio do VigiMed, sistema gratuito de informações que pode ser acessado a partir da página da Anvisa, na internet.

“Temos produtos novos e precisamos monitorar o que está acontecendo. Muitas vezes, ficamos sabendo dos efeitos adversos pela mídia”, comentou Helena, destacando a necessidade dos hospitais acompanharem com atenção os efeitos de medicamentos aprovados para uso em pacientes com a covid-19.

Atualmente, apenas o Remdesivir e o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe contam com o aval da Anvisa, para uso em algumas situações.

“É muito importante que estes medicamentos entrem na monitoração intensiva por parte dos hospitais que os adotarem. Que eles monitorem intensivamente [o emprego conforme recomendado] e notifiquem [eventuais reações adversas]. Até porque, isso pode subsidiar futuras decisões”, explicou a gerente da Anvisa, pedindo aos profissionais de saúde que sempre orientem seus pacientes a relatarem possíveis efeitos adversos de qualquer medicamento ou tratamento.

“Os cidadãos devem ser orientados a reportar efeitos adversos a qualquer tempo. Se [for um efeito] grave, a pessoa provavelmente vai voltar a procurar a instituição de saúde, mas é importante orientar as pessoas a notificarem também as reações menos graves; a informarem [a vigilância sanitária] o que tomou, quando tomou, quando começaram os sintomas e de que tipo foram”, alertou Helena, lembrando que quem não é médico também pode utilizar o sistema VigiMed para notificar eventuais reações colaterais.

Fonte: Aline Leal A/B

Copolla faz alerta para a “dinâmica do sequestro intelectual” que vem inundando a internet (veja o vídeo)

Essa onda agressiva que vem inundando as redes sociais

O comentarista político Caio Copolla em vídeo publicado em no YouTube, analisa a postura daqueles que usam a discussão política para ofender quem pensa de forma diferente da sua.

Com o vídeo intitulado ‘Quem chama de Gado, Burro é’, ele comenta a atual invasão da internet por formadores de opinião agressivos e insensatos.

“Por trás de toda ofensa gratuita e dos gritos de ‘GADO!’, há um ‘BURRO’ ressentido e frustrado com a própria incapacidade de persuadir o próximo. Este vídeo é dedicado a PESSOAS SENSATAS e avessas à agressividade no debate público”.

Conforme Copolla, essa onda agressiva que vem inundando as redes sociais, acaba afastando do debate política pessoas que preferem discutir de forma argumentativa:

“A virtude da sensatez encontra cada vez menos espaço numa Internet cada vez mais agressiva. Por essa razão, pessoas sensatas e AVESSAS À VIOLÊNCIA VERBAL deixam de se manifestar por receio de constrangimento público e ficam reféns de uma espiral de silêncio”, aponta ele.

O comentarista faz, ainda um alerta sobre os influenciadores digitais agressivos, que beiram a doutrinação:

“Aparentemente, só eles compreendem o que está em jogo. São verdadeiros iluminados, sempre motivados por uma causa nobre, mas doutrinando seus seguidores por repetição, enquanto censuram quem discorda ou quem não quer colaborar”, lembra ele.

Confira:

Fonte: JCO

Chuvas deixam Amazonas em estado de atenção

Defesa civil diz que 13 cidades decretaram emergência

As chuvas que atingem parte da Região Norte do Brasil  continuam causando a elevação do nível dos rios que cortam o estado do Amazonas, mantendo a população e as autoridades de várias cidades em estado de atenção.

No aviso de riscos geo-hidrológicos que divulgou hoje (23), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) aponta como “alta” a possibilidade de ocorrência de enchentes na capital, Manaus, e em cidades vizinhas, já que o volume d´água no rio Amazonas continua aumentando.

Quinze bairros geralmente impactados pelas cheias do rio Negro vêm sendo monitorados há semanas. Segundo a assessoria da Defesa Civil de Manaus, cerca de cinco mil famílias vivem nestas localidades – as que moram em áreas de maior risco estão sendo cadastradas pela prefeitura e, caso o nível do rio Negro atinja a marca de 29,40 metros de profundidade, terão que deixar suas casas. Hoje, o nível, que vem subindo ininterruptamente há mais de mês, chegou a 28,61 metros.

Em uma nota divulgada em seu site no último dia 12, a prefeitura de Manaus afirmou que a cheia deste ano deve ser uma das mais severas dos últimos tempos. Pontes e passarelas provisórias estão sendo construídas em comunidades da orla e da zona rural para preservar o acesso. 

De acordo com o hidrólogo do Cemaden, Jorge Luiz Barbarotto Júnior, a lenta e gradual elevação do nível do rio Amazonas e de alguns de seus principais afluentes, como o Negro, tende a durar meses, dependendo do volume das chuvas.

“O que causa a maior elevação do nível dos rios amazônicos são as precipitações anômalas, ou seja, chuvas além da média normal para todo o período. No momento, eu não saberia precisar a quantidade, mas está chovendo bastante. Devido a este acúmulo, o nível dos rios da região vem subindo há meses e, no caso do rio Negro, está chegando próximo à cota de inundação severa. Daí o alto risco para Manaus, já que, por seu porte, a cidade está susceptível de sofrer danos maiores”, explicou Júnior.

Outras regiões

O Cemaden também alertou, hoje (23), sobre a “moderada” possibilidade de ocorrências nas mesorregiões Sudoeste, Sul e Centro do Amazonas, devido à elevação gradual dos rios Juruá, Purus e Solimões/Amazonas.

Além disso, para as mesorregiões do Baixo Amazonas, entre o norte do Pará e o Amapá e as bacias dos rios Tapajós, Xingu e Parauapebas, no Pará, o centro considera moderada a probabilidade de inundações pontuais e alagamento temporário de áreas rebaixadas devido a pancadas de chuvas mais fortes ao longo desta sexta-feira.

De acordo com a Defesa Civil estadual, 13 cidades amazonenses decretaram situação de emergência devido a inundações causadas pela cheia dos rios nos últimos meses. Sete delas ficam na calha do rio Juruá (Guajará, Envira, Eirunepé, Itamarati, Ipixuna, Carauari e Juruá); cinco na calha do rio Purus (Pauini; Boca do Acre; Lábrea; Canutama e Tapauá) e uma na calha do Rio Madeira (Borba).

Além destas, outros 24 municípios amazonenses estavam em estado de alerta na data do último balanço divulgado pela Defesa Civil estadual, no último dia 19. São eles: Manaus, na calha do Rio Negro; Manicoré, Novo Aripuanã e Nova Olinda do Norte (rio Madeira); Anori, Caapiranga, Manacapuru, Iranduba, Manaquiri e Careiro Castanho (Baixo Solimões); Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Nhamundá, Urucará, São Sebastião do Uatumã, Parintins e Maués (Baixo Amazonas) e Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Iça e Tonantins, na calha do Alto Solimões.

Em apenas sete municípios da calha do rio Juruá (Guajará, Eirunepé, Envira, Ipixuna, Carauari, Itamarati e Juruá), a situação afetou, de alguma forma, 60.324 pessoas. Já na calha do Purus, a Defesa Civil estadual calcula que ao menos 44.481 pessoas foram afetadas até o último dia 19, principalmente em Boca do Acre, que decretou situação de emergência em meados de fevereiro.

Ainda no começo de março, o governo estadual criou a Operação Enchente 2021, prometendo destinar R$ 67 milhões para ações de ajuda humanitária, como a doação de cestas básicas; instalação de abrigos e de estações de tratamento de água; crédito financeiro e anistia de dívidas, entre outras iniciativas. 

Ao anunciar a operação, o governador Wilson Lima afirmou que ao menos 50 cidades amazonenses devem ser diretamente atingidas pelas enchentes deste ano. “Estamos trabalhando com a previsão de que mais de 50 municípios sejam afetados pela enchente, e isso envolve aproximadamente 400 mil pessoas”, explicou Wilson Lima.

Matéria alterada às 16h19 para ajuste de título.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Fhemeron convoca população a doar sangue; estoques estão em baixa

Segundo a Assistência social da fundação, os números de registros nos últimos 30 dias teve um aumento desproporcional nas filas de cirurgias e transfusões de sangue, e que por isso todo dia é dia de doar sangue.

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) está renovando a campanha de doação de sangue no Estado, convidando a população a participar dessa iniciativa de doar sangue como missão solidária de cada um para disseminar amor e salvar vidas.

De acordo com a assistente social, Maria Luíza Pereira, gerente de captação da Fundação, mais uma vez é preciso fazer um chamamento à população para doar sangue, tendo em vista que os estoques da Fhemeron estão irregulares, na dependência desse gesto de solidariedade das pessoas.

“De modo geral é preciso reforçar nossos estoques, especialmente dos tipos “A” e “O” positivos, que já estão baixos”, disse. assistente social, Maria Luíza Pereira,

Ela explicou que a Fundação tem uma necessidade diária de 100 doadores para a manutenção do estoque, lembrando que dele é que saem as bolsas que possibilitam as transfusões de sangue e as intervenções traumáticas e cirúrgicas tão necessárias nas várias unidades de saúde do Estado. Nessas unidades de saúde, segundo ela, foi registrado nos últimos 30 dias um aumento desproporcional nas filas de cirurgias e no número de transfusões de sangue, e que por isso todo dia é dia de doar sangue.

TRABALHO DAS IGREJAS

A Fhemeron também conta da alegria de ter os melhores parceiros, destacando a força e a solidariedade de todas as igrejas do Estado, que estão sempre prontas para participar e divulgar as campanhas de doação de sangue. “Posso afirmar que sem elas seria muito difícil realizar o trabalho de captação de sangue com o mesmo desempenho”.

Ela informou que durante o mês de abril, por exemplo, é a vez de uma instituição religiosa, que tem um projeto grandioso chamado “Vida por Vida”, e que faz doações com 50 pessoas todos os sábados, atendendo a uma orientação de sua organização no Brasil e na América Latina; uma iniciativa, segundo ela, digna de todo reconhecimento e gratidão.

Maria Luiza destacou também, que nos mesmos termos outras entidades, órgãos e organizações têm prestado importantes apoios à Fhemeron. Comenta que esta semana, por exemplo, firmou um Termo de Adesão com a Defensoria Pública do Estado (DPE), formalizando uma parceria de valor para doação de sangue, que vai possibilitar a captação de pelo menos 200 bolsas nos quatro sábados no mês de maio.

Na defesa de sua campanha, a gerente da Fundação rondoniense chegou a ser didática nos esclarecimentos à população. Segundo ela, o sangue é insubstituível e fundamental em cirurgias e outros procedimentos para preservar a vida humana, e sem doadores neste ato 100% voluntário, não há bancos de sangue. “Peço às pessoas que doem sangue regularmente. Doar um pouco do seu sangue é um grande ato de amor que pode beneficiar e salvar até quatro pessoas”, apelou Maria Luíza.

Fonte: Fhemeron

Bolsonaro alerta “Brasil está no limite” e manda recado para o STF (veja o vídeo)

O que nascerá disso tudo, onde vamos chegar?

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse, nesta quarta-feira (14), a apoiadores que o aguardavam no Palácio da Alvorada, que o “Brasil está no limite” e que aguarda “uma sinalização do povo” para “tomar providências”. Ele declarou que os problemas sociais causados pela pandemia da Covid-19 são “barril de pólvora” para o país.

“O Brasil está no limite, pessoal fala que devo tomar providência… Estou aguardando o povo dar uma sinalização porque a fome, a miséria e o desemprego estão aí, só não vê quem não quer”, avisou, ao saber que, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), tomates estavam sendo desperdiçados; o que poderia acarretar uma escalada da inflação.

“Amigos do STF, daqui a pouco vamos ter uma crise enorme aqui. Vi que um ministro baixou um processo para me julgar por genocídio… Olha, quem fechou tudo, quem está com a política na mão não sou eu. Agora, não quero brigar com ninguém, mas estamos na iminência de ter um problema sério no Brasil. O que nascerá disso tudo, onde vamos chegar? Parece que é um barril de pólvora que está aí. E tem gente, de paletó e gravata, que não quer enxergar isso”, afirmou, ao citar decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que estão “esvaziando” os poderes do Executivo.

O presidente voltou a criticar as medidas excessivas de isolamento social durante a pandemia, que já dura mais de um anos no Brasil. Para ele, as regras adotadas por estados e municípios têm como efeitos colaterais fome e desemprego.

“E tem gente, de paletó e gravata, que não quer enxergar isso. Acha que a vida é o serviço dele, o home office, veste terninho e gravata, recebe o dinheiro no final do mês. E o povo que se exploda”, disse.

“Não estou ameaçando ninguém, mas estou achando que, brevemente, teremos problemas sérios no Brasil. Dá tempo de mudar ainda. Só parar um pouco de usar a caneta e usar o coração”, alertou.

“Alguns querem que eu tome providência já. Pessoal, tem que se conscientizar do que está acontecendo. Aí, você pergunta: você já conversou com seu vizinho a favor do lockdown? Fala para ele que a economia como está indo pode cair arrecadação. Não vai ter dinheiro para pagar o salário dele também. Ou você acha que esse salário nunca pode deixar de existir se continuar a economia dessa maneira? Eu só digo uma coisa: eu faço o que o povo quiser que eu faça”, finalizou.

Confira o vídeo:

Fonte: UOL

Defesa Civil emite alerta para subida no nível do rio Machado em Ji-Paraná, RO

Rio Machado atingiu a marca de 10,32 metros nesta sexta-feira, 26, e está se aproximando do estado crítico.

A Defesa Civil de Ji-Paraná, na região central de Rondônia, está em alerta para o risco de alagamento devido ao aumento do nível do rio Machado, que atingiu 10,32 metros nesta sexta-feira (26), aproximando-se do estado crítico.

Segundo a Defesa Civil, mesmo com o nível de alerta, a situação do rio ainda está controlada. Esse “controle” se dá através do Plano de Contingência municipal. Caso o nível do rio Machado continue subindo e houver necessidade, as famílias ribeirinhas que moram em locais afetados serão alojadas na Escola Jandinei Cella, no bairro Jardim dos Migrantes.

Além disso, a prefeitura de Ji-Paraná (RO) também vai oferecer alimentos e apoio para as famílias atingidas, bem como, em situação de suspeita para Covid-19, será oferecido abrigo com atendimento médico.

De acordo com a Defesa Civil, a cheia em Ji-Paraná não terá grande proporção, já que o período de chuvas, inverno amazônico, está próximo de encerrar em Rondônia.

“Com o fim da temporada de chuvas, a tendência é que as águas subam mais lentamente e não cheguem aos níveis críticos”, explicou a Coordenadora da Defesa Civil, Meire Zanettin.

Fonte: Rede Amazônica

Semusa alerta sobre passo a passo no agendamento de vacinação para covid em idosos

Segundo a secretaria, é importante seguir todas as etapas para finalizar o agendamento correto, e o agendamento está aberto para pessoas a partir de 75 anos.

Com outras faixas etárias para imunizar contra a Covid-19, a Prefeitura de Porto Velho orienta a população sobre a necessidade de fazer o agendamento correto para definir o horário de aplicação da primeira dose da vacina. Desta forma, serão evitados transtornos no local de vacinação. Nesta etapa são atendidos idosos a partir dos 75 anos.

O primeiro passo para o agendamento ‘on-line’, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), é acessar o endereço https://imuniza.portovelho.ro.gov.br/agendamentovacina que pode ser encontrado na página oficial da Prefeitura de Porto Velho. Basta clicar em “Agendamento de Vacina”.

Depois, é preciso observar todas as etapas do agendamento, seguindo quatro etapas: o preenchimento de dados, a escolha do local, escolha do horário e, por último, a confirmação das opções.

VALIDAÇÃO

A Semusa reforça que o agendamento está disponível para pessoas com 75 anos ou mais.

O sistema Imuniza é programado para aceitar agendamentos de pessoas que pertecentem ao grupo priorátio dentro da faixa etaria estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Após confirmado o cadastro, basta comparecer no horário de aplicação das doses. O período estabelecido pela Semusa é das 9h às 17h, de terça à sexta-feira (23 a 26 de março).

Não há necessidade de chegar durante a madrugada no local de vacinação. Isto pode gerar aglomerações desnecessárias. O Município garante as doses para todos aqueles que efetuam a solicitação ‘on-line’.

Elizeth Gomes ressalta a importância de cumprir o horário agendado
Elizeth Gomes ressalta a importância de cumprir o horário agendado

Esta última etapa, segundo a gerente de imunização da Semusa, Elizete Gomes, tem sido ignorada por muitos solicitantes. “É necessário seguir todas as etapas. Muitos estão esquecendo de confirmar as opções na etapa quatro, o que inviabiliza o agendamento e causa confusão no local de imunização”, lembra Elizete.

“Os idosos não precisam se preocupar em chegar cedo demais. Eles serão atendidos no horário que escolheram no ato do agendamento”, afirma Elizete.

Outra orientação da Semusa é quanto aos documentos que devem ser apresentados no momento da imunização. É necessária uma identificação com foto, comprovante de residência e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A recomendação é para que cada idoso vá acompanhado com apenas um membro da família. Os cadeirantes ou com dificuldades de locomoção podem ser vacinados dentro dos próprios veículos.

“A portaria já está orientada sobre esses casos e permitirá o acesso. O acompanhante pode descer do veículo e preencher a ficha em nome do idoso e ele será vacinado dentro do carro”, destaca Elizete.

A vacinação dos idosos, bem como dos profissionais da saúde, acontece no Centro Universitário São Lucas, Campus II (antiga Ulbra), das 9h às 17h, entre os dias 23 (terça-feira) e 26 (sexta-feira) de março.

Fonte: Semusa

Senado alerta para possível colapso de oxigênio em RO, CE e AC

Membros de comissão do Congresso Nacional relataram que casos de falta de oxigênio já ocorrem em alguns municípios do interior

Membro suplente da comissão temporária criada no Senado para acompanhar ações contra a pandemia (CTCOVID19), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) alertou sobre a possibilidade iminente de haver colapso do fornecimento de oxigênio medicinal em municípios do interior de Rondônia, em ao menos 39 municípios do Ceará e, também, no Acre.

No início da sessão plenária da Casa nesta terça-feira (16), o senador amapaense, que é líder da oposição, afirmou também ser urgente ouvir na comissão temporária representantes das principais empresas de distribuição do gás: White Martins, Indústria Brasileira de Gases (IBG), Messer Gases Brasil, Air Products Brasil e Air Liquid Brasil.

“É urgente termos essas empresas à mesa para sabermos, neste momento, como está o status de fornecimento de oxigênio para todos os cantos do País”, disse Randolfe.

O vice-presidente da CTCOVID19, Styvenson Valentim (Podemos-RN), lembrou que, no último fim de semana, faltou oxigênio em Ariquemes (RO). Ele relatou ter sabido, ainda, do esgotamento do gás medicinal em Clevelândia (PR), no sul do Paraná, onde, segundo o senador, fabricantes de cerveja teriam socorrido o hospital local com oxigênio.

O parlamentar do Podemos disse ter encaminhado um ofício ao presidente da comissão temporária, Confúcio Moura (MDB-RO), solicitando a convocação de um técnico do Ministério da Saúde com domínio temático sobre o fornecimento de oxigênio, e de representantes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Fonte: R7

Cheia do Rio Madeira começa atingir moradores do bairro Cai n’Água

A Prefeitura de Porto Velho decretou estado de alerta, quando o rio atingiu a marca de 15 metros.

Rua que dá acesso ao Porto Cai n'Água, em Porto Velho — Foto: Marisson Dourado/CBN

O Rio Madeira atingiu a marca de 16,43 metros na tarde de terça-feira (02), segundo monitoramento do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), e as famílias do bairro Cai n’Água, na região central de Porto Velho, começam a sentir o impacto da elevação das águas do rio.

De acordo com Cunha, agente da Defesa Civil de Porto Velho, famílias do Beco do Gravatal, no bairro São Sebastião, já foram retiradas e as regiões do Cai n’Água e o Baixo Madeira, segue sendo monitoradas.

“A gente vem fazendo o acompanhamento e monitoramento intensivo. Todos os dias uma equipe se desloca, não só na área urbana, como também no Baixo Madeira. Alguns lugares [encontram-se] alagados. A gente tá com uma equipe cadastrando as famílias e fazendo o monitoramento de todas elas”, explicou Cunha.

Rio Madeira marca 16,41 metros e fica a menos de um metro de atingir a cota de inundação — Foto: Thaís Nauara/G1
Rio Madeira marca 16,41 metros e fica a menos de um metro de atingir a cota de inundação

O canal Santa Bárbara, localizado entre a Av. Rogério Weber transbordou na manhã de terça-feira (02) e os moradores da região se arriscam ao passar pelas águas, já que, além dos problemas decorrentes da cheia, os moradores ainda enfrentam a ameaça de contaminação pela bactéria Leptospira, que causa a leptospirose.

A Prefeitura de Porto Velho decretou estado de alerta, quando o rio atingiu a marca de 15 metros. O número da Defesa Civil para casos de emergência é o 199.

1 2 3 6