Campanha alerta que família tem palavra final na doação de órgãos

“Seja Doador de Órgãos e Avise sua Família” é o slogan da ação

O Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) e a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) são parceiros na campanha “Seja Doador de Órgãos e Avise sua Família”, lançada por ocasião do Setembro Verde, para conscientização da população sobre a importância da doação. A ação tem como objetivo alertar que a família tem a palavra final sobre a doação de órgãos. A iniciativa conta ainda com parceria da Sociedade Brasileira de Hepatologia, além de várias organizações não governamentais (ONGs).

De acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), 1.126 pessoas estão na fila de espera por um transplante de fígado e mais de 45 mil pessoas aguardam por um transplante de órgãos sólidos e de tecidos.

O hepatologista Paulo Bittencourt, presidente do Ibrafig, destacou que cada doação feita pode salvar a vida de oito pessoas, a partir de um único doador. Lembrou, entretanto, que durante os quase dois anos de pandemia de covid-19, o número de doações por milhão de habitantes caiu para valores bem abaixo da meta necessária para reduzir a morbimortalidade das pessoas em fila de espera para transplantes. Por isso, afirmou que a campanha é urgente. “Sem o consentimento da família, não há doação, mesmo que a intenção do possível doador seja conhecida de todo o seu entorno”.

Abordagem

A opinião foi compartilhada pelo nefrologista Alexandre Tortoza Bignelli, coordenador do Serviço de Transplantes Renais do Hospital Universitário Cajuru (HUC), localizado em Curitiba e considerado referência em transplante de rins. Bignelli afirmou à Agência Brasil que, na hora da captação, a abordagem deve ser feita com a família da pessoa que desejava doar, “porque essa pessoa está em morte cerebral e é a família que vai dar a última palavra”. Lembrou que, em vida, a pessoa pode ser doadora de órgãos mas, se estiver em morte cerebral, não é ela que vai decidir, mas a família. “Se a família pensa diferente, não sai a captação. É importante ter essa conscientização”.

Outra coisa que se deve ter em foco é que a lista de espera é justa, destacou o nefrologista. “A distribuição de órgãos se faz por critérios de gravidade, como é o caso do fígado ou coração, ou por critério de compatibilidade ou genética (tipo de sangue). O órgão vai ser distribuído com equidade entre a população. Não tem ninguém que seja favorecido na lista, à exceção das crianças e jovens até 18 anos. Nessa faixa de idade, as crianças são priorizadas”. Isso não significa, porém, que não exista criança em lista de espera, disse Bignelli. Se houvesse maior captação, comentou, “essas crianças teriam mais chance de sair da lista”.

Pesquisa

A pesquisa Doação de Órgãos foi encomendada pelo Ibrafig, entre os dias 2 e 7 de agosto passado, ao Instituto Datafolha e ouviu 1.976 pessoas com 18 anos ou mais, moradoras em 129 municípios e pertencentes a todas as classes econômicas. O levantamento revelou que sete em cada dez brasileiros gostariam de ser doadores de órgãos ao morrer. Entretanto, cerca de metade desses potenciais doadores (46%) não informou à família sobre o seu desejo.

A sondagem mostrou ainda que a intenção de doação de órgãos diminui com a idade, sendo de 79% entre os entrevistados de 18 a 24 anos, e de 55% entre pessoas com 60 anos ou mais. O desejo de doar aumenta com a escolaridade. Alcança 56% entre pessoas com ensino fundamental, contra 79% dos brasileiros com ensino superior. A renda é outro fator que contribui para a maior intenção de doar: 55% nas classes D e E e 78%, nas classes A e B.

De todos os entrevistados, 30% declararam não querer doar seus órgãos ao morrer. Dezesseis por cento alegaram desejo de continuar inteiros ou não serem manipulados após a morte, 13% apresentaram motivos religiosos, 11% mostraram falta de vontade ou de interesse em doar, 9% citaram doenças pré-existentes.

Retrocesso

O Registro Brasileiro de Transplantes Janeiro-Julho 2021, editado pela ABTO, indica que o agravamento da pandemia de covid-19 em todo o país aumentou a queda nas taxas de doação e de transplante, retrocedendo a números de 2014 nas taxas de doação em geral; até 2012, nas taxas de transplante de fígado e coração, até 2011, nos transplantes de pulmão e até 2003, na taxa de transplante renal.

Fonte: Agência Brasil

Constantino faz grave alerta sobre a insanidade esquerdista no dia 7 (veja o vídeo)

O jornalista ainda comentou sobre a polarização política existente no Brasil

O jornalista Rodrigo Constantino divulgou um vídeo, em seu canal no YouTube, onde faz uma análise sobre a movimentação para os atos de 7 de setembro.

“O presidente foi eleito com quase 52 milhões de votos, mas não consegue governar de fato. O STF age como um partido de oposição, perseguindo bolsonaristas.

O ‘establishment’ tem feito de tudo para derrubá-lo, com o apoio da imprensa, enquanto soltou Lula e o tornou elegível. E a própria democracia está correndo perigo, não por conta de Bolsonaro, mas sim dos seus adversários.

E resta a ele apenas demonstrar enorme apoio popular para deixar claro o alto custo de um golpe escancarado do sistema contra a direita”.

Apontando as artimanhas normalmente utilizadas pela militância esquerdista, Constantino aproveita para aconselhar cuidado aos manifestantes de direita,

“Todo cuidado é pouco, os patriotas precisam manter a calma, mostrar união e resistir às provocações, não cair na tentação de reagir. A polícia estará lá para isso. […]

Para atender aos interesses nacionais, de servir contra a censura suprema, as manifestações precisam ser gigantescas e, ao mesmo tempo, pacíficas. É um desafio e tanto, sabendo-se das intenções malignas da esquerda, que certamente vai infiltrar seus ‘militantes-mortadela’”.

O jornalista ainda comentou sobre a polarização política existente no Brasil:

“A postura de ‘isentão’ dos tucanos será, na prática, um voto no PT. Lideranças tucanas, como FHC e Tasso Jereissati já saíram do armário socialista, parece questão de tempo até que os outros façam o mesmo. E aí estará definido o embate binário: é Lula ou Bolsonaro. O Brasil nunca esteve tão polarizado, como podemos ver.

Policiais, ruralistas, evangélicos, ‘tias do zap’, trabalhadores, patriotas de um lado, contra comunistas, traficantes, o cartel dos bancos, corruptos e globalistas autoritários do outro. Uns clamam pelo império da lei, respeito à Constituição. Outros querem confusão e arbítrio supremo. Puxa vida, que dilema horrível!”, ironizou ele.

Confira:

Fonte: JCO

EUA entram em alerta para ataques do Estado Islâmico no Afeganistão

Explosões no aeroporto mataram pelo menos 85 pessoas

Forças dos Estados Unidos (EUA) que ajudam a retirar afegãos desesperados para fugir do domínio do Talibã estão em alerta para mais ataques nesta sexta-feira (27), depois que pelo menos um homem-bomba do Estado Islâmico matou 85 pessoas, incluindo no mínimo 13 soldados norte-americanos, diante dos portões do aeroporto de Cabul.

Duas explosões e disparos sacudiram a área na noite dessa quinta-feira (26), disseram testemunhas. Vídeos filmados por jornalistas afegãos mostraram dezenas de corpos espalhados ao redor de um canal à beira do aeroporto.

Uma autoridade de saúde e um oficial do Talibã disseram que o número de afegãos mortos subiu para 72, incluindo 28 membros do Talibã, mas um porta-voz do grupo negou mais tarde que qualquer um de seus combatentes no perímetro do aeroporto tenha sido morto.

Militares norte-americanos informaram que 13 de seus efetivos foram mortos e que 18 ficaram feridos no que descreveram como um ataque complexo.

O Estado Islâmico, inimigo do Talibã e também do Ocidente, disse que um de seus homens-bomba visou a “tradutores e colaboradores do Exército americano”.

Não ficou claro se homens-bomba foram responsáveis pelas duas detonações ou se uma bomba foi plantada. Tampouco se sabe se atiradores do Estado Islâmico se envolveram no ataque ou se os disparos que se seguiram às explosões foram de seguranças do Talibã atirando para o alto a fim de controlar a multidão.

Retaliação

O general Frank McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA, disse que comandantes de seu país estão atentos para mais ataques do Estado Islâmico, o que inclui a possibilidade de foguetes ou carros-bomba visando ao aeroporto.

“Estamos fazendo tudo que podemos para estar preparados”, afirmou, acrescentando que alguma inteligência está sendo compartilhada com o Talibã e que acredita que “alguns ataques foram impedidos por eles”.

As forças norte-americanas estão correndo para finalizar sua retirada do Afeganistão até o prazo de 31 de agosto, estabelecido pelo presidente Joe Biden. Ele diz que os EUA atingiram há tempos seu objetivo original ao invadir o país em 2001: extirpar militantes da Al Qaeda e evitar uma repetição dos ataques de 11 de setembro daquele ano nos EUA.

Biden disse ainda que determinou ao Pentágono que planeje como atacar o Estado Islâmico Khorasan, filiada do Estado Islâmico que assumiu a responsabilidade pelos atentados de ontem.

“Não perdoaremos. Não esqueceremos. Caçaremos vocês e os faremos pagar”, disse Biden durante pronunciamento na Casa Branca.

Fonte: Agência Brasil

Fiocruz alerta para novas variantes do vírus da covid-19

Estudo diz que pandemia não acabou e cenários de risco podem surgir

A nova edição do Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que o surgimento e o crescimento de novas variantes do novo coronavírus, como a Delta, acendem um alerta. Conforme o estudo, a pandemia ainda não acabou e novos cenários de transmissão e de risco podem surgir.

De acordo com a Fiocruz, o elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da nova variante, por isso, é fundamental combinar vacinação com o uso de máscaras, incluindo campanhas de informação para a população e busca ativa de quem ainda não se vacinou.

O boletim também confirma a reversão no processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil. “Novamente, as internações em leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, o número de óbitos concentram um maior número de idosos”, apontou.

A incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ainda permanece em níveis altos, muito altos ou extremamente altos no país, como indicaram os dados das semanas epidemiológicas 29 e 30,entre 18 e 31 de julho de 2021. Como a maior parte dos casos da doença é relacionada aos casos de infecção por covid-19, esses níveis indicam transmissão significativa do vírus Sars-CoV-2.

Os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim, recomendaram entre as medidas de proteção a vacinação completa para evitar as mortes e casos graves causados pela doença. “É fundamental o esquema vacinal completo para todos os elegíveis, a fim de proteger contra os casos graves e óbitos por covid-19, incluindo os relacionados à variante Delta, além da necessidade de ampliar e acelerar a vacinação”, disseram.

Perfil

A edição destacou que a proporção de casos de internações entre idosos, que atualmente é de 37,5%, ficou em 27,1% na semana 23, entre 6 e 12 de junho. Já a proporção do número de óbitos, que, na mesma semana era de 44,6%, agora está em 62,1%. O Boletim mostrou ainda uma redução importante da proporção de internações nas faixas etárias de 50 a 59 anos e uma diminuição discreta na faixa de 40 a 49 anos. Apesar disso, os cientistas alertaram que “qualquer conclusão sobre a mudança apontada no perfil da pandemia no Brasil ainda é precoce e deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas”.

Segundo o trabalho, o perfil de mortalidade por idade em países de baixa e média renda, como é o caso do Brasil, é diferente do observado em países ricos. “Os mais jovens enfrentam um risco maior de morrer em países em desenvolvimento do que em países de alta renda. Isso ocorre porque as populações não idosas nesses países têm uma maior incidência de doenças preexistentes e menos acesso a tratamento e cuidados que potencialmente salvam vidas.”

Um agravante da situação são as taxas de emprego informal mais altas, transportes públicos superlotados e habitações precárias com muitas pessoas para poucos cômodos, que são características de países de baixa renda e colocam as pessoas em maior risco de exposição ao Sars-CoV-2. “Esses riscos parecem afetar desproporcionalmente adultos não idosos e reforça nossa impressão inicial de que a vulnerabilidade específica à idade na pandemia varia, o que é fundamental para determinar se e como a adaptação das políticas de distanciamento”, observaram.

Na avaliação dos pesquisadores, mesmo com números ainda preocupantes, a boa notícia do boletim é a queda de incidência e mortalidade por covid-19. A taxa de mortalidade diminuiu 1,3% ao dia, enquanto a taxa de incidência de casos de covid-19 foi reduzida em 0,3% por dia. “A maior redução da mortalidade e menor da incidência pode ser resultado das campanhas de vacinação, que seguramente reduzem os riscos de agravamento da doença, mas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2”, apontaram.

A positividade dos testes, que ainda continua alta, indica que há intensa circulação do vírus. A taxa de letalidade está em torno de 2,8%, patamar elevado em relação a países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem em massa e cuidados intensivos para doentes graves. “O elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da variante Delta, em paralelo ao lento avanço da imunização entre os grupos mais jovens e mais expostos, combinado com maior circulação de pessoas pelo retorno das atividades de trabalho e educação. Nesse sentido, é importante refutar a ideia de que a vacinação protege integralmente as pessoas de serem infectadas e transmitir o vírus, o que pode se tornar um risco adicional com a nova variante de preocupação Delta”, relataram os cientistas.

Ocupação de leitos

Uma boa notícia é que as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19 em adulto, no Sistema Único de Saúde (SUS), seguem melhorando. Conforme o boletim, 19 estados registram taxas de ocupação inferiores a 60% e, por isso, estão fora da zona de alerta. Outros seis estados e o Distrito Federal estão na zona de alerta intermediário, que tem taxas de ocupação iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80% e somente um estado, Goiás, na zona de alerta crítico com taxa superior a 80%.

Os destaques negativos entre 26 de julho e 2 de agosto, com expressiva elevação do indicador, foram Mato Grosso, que passou de 63% para 79%) e a capital Cuiabá, saindo de 55% para 74%. Houve aumentos ainda no estado do Rio de Janeiro (59% para 61%) e nas capitais Fortaleza (55% para 65%), Belo Horizonte (58% para 60%), Rio de Janeiro (90% para 94%) e Campo Grande (67% para 74%).

As quedas no indicador atingiram pelo menos cinco pontos percentuais em Roraima (68% para 58%), Pará (61% para 54%), Tocantins (71% para 64%), Maranhão (65% para 57%), Paraíba (34% para 26%), Alagoas (46% para 26%), Sergipe (45% para 37%), Minas Gerais (56% para 51%), São Paulo (55% para 49%), Paraná (64% para 59%), Rio Grande do Sul (65% para 60%) e Distrito Federal (83% para 61%).

Regiões

A Região Nordeste está fora da zona de alerta do indicador, onde também se somam o Norte, exceto por Tocantins, o Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro, e o estado do Paraná, localizado na Região Sul.

Nas capitais, Rio de Janeiro (94%) e Goiânia (94%), as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 são superiores a 80%. Já São Luis (69%), Fortaleza (65%), Belo Horizonte (60%), Curitiba (67%), Porto Alegre (66%), Campo Grande (74%), Cuiabá (74%) e Brasília (61%) estão na zona de alerta intermediário. Fora da zona de alerta estão Porto Velho (40%), Rio Branco (26%), Manaus (59%), Boa Vista (58%), Belém (49%), Macapá (33%), Palmas (49%), Teresina (50), Natal (39%), João Pessoa (23%), Recife (34%), Maceió (21%), Aracaju (46%), Salvador (44%), Vitória (46%), São Paulo (45%) e Florianópolis (36%).

Síndrome respiratória

São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal apresentaram taxas superiores a 10 casos por 100 mil habitantes em casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave. Embora estejam com taxas inferiores, os outros estados possuem ainda níveis superiores a um caso por 100 mil habitantes. “Como os casos de SRAG são essencialmente severos, que demandam hospitalização, ou casos que vieram a óbito, as taxas preocupam, por impor demanda significativa ao sistema hospitalar”, alertaram os cientistas.

Projeto

Segundo a Fiocruz, o projeto InfoGripe indica estimativas para as semanas que colocam a maior parte do país em estabilidade nas taxas de incidência de SRAG. “Alguns estados como Mato Grosso do Sul, Pará e Acre estão com tendência de aumento na incidência. São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Bahia, Sergipe, Roraima, Tocantins e Maranhão têm tendência de redução nos casos. Os demais estados encontram-se em situação de estabilidade. Entretanto, tal cenário não é confortável para a saúde pública, uma vez que a transmissão permanece elevada”, informou.

Fonte: Agência Brasil

Detran alerta motoristas para nova mudança na numeração final da placa conforme o mês de faturamento da nota fiscal em RO

Mudança passa a valer a partir do dia 1º de agosto e só foi possível após o Denatran liberar seis faixas de placas

A partir do próximo dia 1º de agosto, a numeração final das placas dos veículos novos de Rondônia deverão seguir o mês de faturamento da Nota Fiscal de revenda. A nova regra está prevista na Portaria nº 1112 de 23 de julho de 2021, publicada pelo Governo de Rondônia, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), estabelecendo a forma de concessão da placa.

De acordo com o Detran, a forma como o órgão fazia a distribuição da numeração final na hora do emplacamento estava prejudicado em razão da indisponibilidade de placas com numeração de quatro a zero. No entanto, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) liberou seis faixas de placas para atender a demanda rondoniense.

Conforme a Portaria nº 1112, a partir do dia 1º de agosto, os veículos a serem emplacados no Estado de Rondônia terão numeração final de placa distribuída de acordo com o mês de faturamento da Nota Fiscal de revenda.

O Artigo 2º do documento estabelece ainda que ao término das siglas com o final numérico estipulado para o mês de faturamento, o veículo será emplacado com a numeração anterior, disponível.

 Confira Tabela 

Fonte: Detran-RO

Anvisa alerta sobre casos raros de Guillain-Barré após vacinação

Até o momento, foram efetuados 34 registros, diz agência

Casos raros de síndrome de Guillain-Barré (SGB) após a vacinação contra covid- 19 têm sido relatados em diversos países, inclusive no Brasil, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em um comunicado divulgado nessa quarta-feira (28), a Anvisa informa que, até o momento, recebeu 27 notificações de casos suspeitos de SGB após a imunização com a vacina da AstraZeneca, além de três casos com a vacina da Janssen e outros quatro com a CoronaVac, totalizando 34 registros.

A Anvisa explica que a SGB é um distúrbio neurológico autoimune raro, no qual o sistema imunológico danifica as células nervosas. Os episódios pós-vacinação (eventos adversos) também são raros, mas já conhecidos e relacionados a outras vacinas, como a da influenza (gripe).

De acordo com a agência, a maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. “O principal risco provocado pela síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios. Nesse último caso, a SGB pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas adequadas”, alertou a agência.

“É importante destacar que a Anvisa mantém a recomendação pela continuidade da vacinação com todas as vacinas contra covid-19 aprovadas pela Agência, dentro das indicações descritas em bula, uma vez que, até o momento, os benefícios das vacinas superam os riscos”, ressaltou a agência.

Diante dos relatos de eventos adversos raros pós-vacinação, a agência solicitou que as empresas responsáveis pela regularização das vacinas AstraZeneca, Janssen e CoronaVac incluam nas bulas dos respectivos produtos informações sobre o possível risco de SGB.

Sinais e sintomas

Segundo a Anvisa, a maior parte dos pacientes percebe inicialmente a SGB pela sensação de dormência ou queimação nas extremidades dos membros inferiores (pés e pernas) e, em seguida, superiores (mãos e braços).

Outra característica, acrescenta a agência, percebida em pelo menos 50% dos casos, é a presença de dor neuropática (provocada por lesão no sistema nervoso) lombar ou nas pernas. Fraqueza progressiva é o sinal mais perceptível, ocorrendo geralmente nesta ordem: membros inferiores, braços, tronco, cabeça e pescoço.

A Anvisa destaca que pessoas vacinadas devem procurar atendimento médico imediato se desenvolverem sinais e sintomas sugestivos de SGB, que incluem, ainda, visão dupla ou dificuldade em mover os olhos, dificuldade de engolir, falar ou mastigar. “Também devem ficar atentas a problemas de coordenação e instabilidade, dificuldade em caminhar, sensações de formigamento nas mãos e pés, fraqueza nos membros, tórax ou rosto, além de problemas com o controle da bexiga e função intestinal”, acrescentou a agência.

Notificação

A ocorrência de SGB pós-vacinação contra covid-19 deverá ser relatada à Anvisa. “É imprescindível o cuidado na identificação do tipo de vacina suspeita de provocar o evento adverso, como número de lote e fabricante”, ressaltou a agência.

Profissionais de saúde e cidadãos podem notificar eventos adversos pelo e-SUS Notifica e pelo formulário web do VigiMed.

A Anvisa lembra que se o caso for de queixa técnica ou de desvios de qualidade observados em vacinas, seringas, agulhas e outros produtos para saúde utilizados no processo de vacinação, as notificações devem ser feitas pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Biden alerta sobre possível guerra com Rússia por alegados ciberataques (vídeo)

Embaixada da Rússia em Washington disse em comunicado que as acusações são totalmente infundadas e que não foram fornecidas evidências das alegações.

Presidente dos EUA alertou para a possível ameaça de guerra com a Rússia devido a supostos ataques cibernéticos e alegou que a Rússia já estaria interferindo nas eleições de meio de mandato do próximo ano.

Nesta terça-feira (27), o presidente norte-americano, Joe Biden, durante discurso para a comunidade de inteligência dos Estados Unidos, alertou sobre a possível ameaça de guerra com a Rússia, resultante de alegados ataques cibernéticos, e afirmou que Moscou já estaria intervindo nas eleições de 2022.

“Acho mais provável que acabemos em guerra, uma verdadeira guerra de tiros com uma grande potência. Será consequência de uma violação cibernética, de grande importância”, disse Biden na visita ao Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional.

No mesmo dia de manhã, o presidente dos EUA recebeu um relatório de inteligência alegando que Moscou já interfere nos preparativos para as próximas eleições nos Estados Unidos.

“Veja o que a Rússia já está fazendo em relação às eleições de 2022 e à desinformação. É uma violação clara de nossa soberania”, declarou Biden.

Comentando sua recente reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, em Genebra, Biden disse que “ele [Putin] sabe que vocês são melhores que o time dele e isso o incomoda demais”.

Em março, a inteligência norte-americana acusou a Rússia de interferência na eleição presidencial de 2020. A Embaixada da Rússia em Washington disse em comunicado que as acusações são totalmente infundadas e que não foram fornecidas evidências das alegações. Um relatório da inteligência dos EUA sobre as ameaças estrangeiras às eleições de 2020 afirma que Vladimir Putin autorizou esforços para minar o então candidato democrata Joe Biden.

Fonte: Sputnik

Defesa Civil alerta população de Rondônia que frio pode chegar a 11ºC no interior

A defesa pedi para que as prefeituras aumentem o atendimento às famílias e aos indivíduos em situação de vulnerabilidade que se encontrem em situação de rua, desabrigados, nas diversas regiões do estado.

Moradores no frio de Vilhena

A previsão de queda de temperatura entre os dias 28 de julho e 1° de agosto em Rondônia, a Defesa Civil pediu aos prefeitos dos 52 municípios, providências para resguardar a integridade das pessoas mais vulneráveis.

De acordo com o documento assinado e divulgado na última terça-feira (27) pela Defesa Civil Estadual, as prefeituras devem “aumentar a capacidade de respostas do Sistema Único de Assistência Social no atendimento às famílias e aos indivíduos em situação de vulnerabilidade, risco social, que se encontrem em situação de rua, desabrigados, desalojados ou em situação de imigração”.

De acordo com o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), a região do Cone Sul deve ser a mais afetada. Em Vilhena, a mínima, na sexta-feira (30), deve ser de 11ºC.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o sul de Rondônia deve ter queda de temperatura de aproximadamente 6ºC, com a temperatura mínima variando em torno dos 16ºC.

Na madrugada e manhã do dia 29 de julho, o declínio de temperatura será em todo o estado, com queda mínima de aproximadamente 6ºC e com a temperatura mínima variando em torno de 16ºC.

Fonte: Defesa Civil

Deputado Laerte Gomes volta a alertar Governo sobre risco de Ji-Paraná perder obra de esgotamento sanitário

Parlamentar cita falta de conhecimento de técnicos do PAC para conclusão do projeto de readequação da obra

Considerada umas das maiores obras do estado de Rondônia no momento, orçada em mais de R$ 150 milhões, a construção do esgotamento sanitário de Ji-Paraná pode não ser retomada. O alerta preocupante, mais uma vez, é feito pelo deputado estadual Laerte Gomes (PSDB), que vem cobrando, fortemente, ações concretas tanto do Governo, através do DER, como do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Ou o Governo e o DER tomam uma atitude enérgica e imediata, com relação a obra de esgotamento sanitário de Ji-Paraná, ou a cidade, e toda sua população, perderá essa oportunidade”, ressaltou o deputado.

Frequentemente, o parlamentar tem cobrado, do DER e do PAC, o projeto de readequação da obra para a aprovação da equipe da Caixa Econômica Federal. Segundo o deputado, “é reunião atrás de reunião e nada acontece”.

“Eu já afirmei e volto a afirmar que, infelizmente, a equipe do PAC não tem conhecimento técnico suficiente para tocar esse programa. Já temos exemplos em Rondônia, afinal, perdemos a obra de esgotamento sanitário de Porto Velho e corremos o risco de o mesmo acontecer em Ji-Paraná”’, enfatizou o parlamentar.

Segundo Laerte Gomes, a situação estaria tão crítica que, a obra está paralisada e os engenheiros do PAC, responsáveis pela obra, estão de férias.

“E a empresa contratada para executar o esgotamento sanitário já se manifestou, se não fizerem a readequação ao projeto, eles irão abandonar e desistir da obra. E se isso acontecer, essa obra não será licitada novamente porque o recurso não será mais suficiente. E lamentavelmente, quem sofrerá com tudo isso é a população de Ji-Paraná”, destacou Laerte.

O deputado fez um apelo ao Governo do Estado e a direção do DER, para que sejam contratados técnicos com conhecimento em engenharia sanitária para realizarem o projeto de readequação da obra e, posteriormente, encaminharem para a aprovação da Caixa Econômica e, consequentemente, permitir que a empresa retome as obras.

“Este ano não tivemos um dia de obra de esgotamento sanitário em Ji-Paraná. A empresa não retomou os trabalhos porque a equipe do PAC, não conseguiu fazer a readequação do projeto que é necessário, e sendo assim, a Caixa não autoriza. Ou há um esforço político concentrado e determinação do Executivo Estadual em fazer essa obra, substituindo os técnicos do PAC responsáveis pela elaboração do projeto de readequação, ou realmente perderemos essa importante e maior obra de Ji-Paraná, declarou o deputado.

O parlamentar também destacou a importância dos representantes da administração municipal de Ji-Paraná, sentarem com o Governo do Estado e o DER para pressionarem para a continuidade da obra.

O deputado citou, ainda, que esteve em audiência com o ministro do Desenvolvimento Regional do Governo Federal, Rogério Marinho, em Brasília, e conversou sobre o assunto.

“E o ministro deixou bem claro que essa questão tem que ser resolvida aqui em Rondônia, entre o Estado, equipe do PAC e Caixa Econômica Federal. Caso contrário, como o próprio ministro concordou, iremos perder essa obra, algo inadmissível”, concluiu o deputado Laerte Gomes.

Texto: Juliana Martins-ALE/RO

Novo golpe usa nome da Agevisa para enganar empresas reguladoras de Rondônia

A nova prática do novo golpe, foi notificada em várias regiões do País.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), alerta a população para que não caia em um novo golpe à nível nacional. As vítimas são empresas de interesse de vigilância, ou seja, as reguladas pela Agevisa. A prática das “supostas” Vigilâncias Sanitárias foram notificadas em várias regiões do País. Em Rondônia, uma denúncia foi registrada nesta semana.

Segundo a Agencia, os golpistas, estrategicamente, agem neste momento de pandemia, valendo-se dos atendimentos aos departamentos que passaram a funcionar de forma remota em cumprimento aos decretos que determinam o distanciamento social restritivo. 

Conforme a Agevisa, a vítima rondoniense informou ao órgão que o falso atendente solicitou, por meio de ligação interurbana, ou seja, um número de Discagem Direta à Distância (DDD) de outra região, que o regulador clicasse em um link para o recebimento de notificação em razão da ausência do uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado para funcionários no atendimento ao público. “Nesta ligação ele se apresentou como um fiscal sanitário, assim que o golpista encerrou a ligação enviou este link. O que o golpista não contava nessa situação era que o celular da empresa identificasse a ameaça de golpe, além de que, a empresa seguia todos os protocolos de segurança. Então, a vítima suspeitou e nos ligou para denunciar o ocorrido, e ainda bem que não clicou no link”, conta  a Gerente de Vigilância Sanitária, Vanessa Ezaki.

A Agência orienta que os usuários não cliquem em links que sejam enviados por e-mail, mensagem ou ligação, sem a certeza de ser contato oficial da Agevisa. Em caso de dúvidas, entre em contato imediatamente pelo telefone: (69) 3216- 5394 ou por meio do VisaOn.

“Nós temos esses contatos oficiais, infelizmente temos essa questão da informalidade no momento devido a pandemia, então poderemos mesmo entrar em contato com os usuários. Mas, em caso de dúvidas, o público pode ligar pra gente e tirar a dúvida sem antes cair no golpe”, orienta Vanessa. 

Fonte; Agevisa

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