Militares realizam operação na Amazônia (veja o vídeo)

Os militares combatem ações de criminosos na Floresta Nacional (Flona) de Jamari

A Operação Samaúma mal começou e já está dando resultado! Militares das Forças Armadas, juntamente com as Polícias Civil e Militar, além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), apreenderam, na terça-feira (14/7), 700 metros cúbicos de madeira em ação na Floresta Nacional (Flona) de Jamari, a menos de 300 km de Porto Velho, em Rondônia.

A apreensão realizada pelo Comando Conjunto da Amazônia equivale a 60 caminhões com toras de madeira, sendo que o metro cúbico de cada madeira foi avaliado em R$ 2 mil.

A Operação Samaúma, de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental, conta com mais de 3.000 militares na região amazônica combatendo crimes ambientais.

Confira:

Fonte: JCO

Banco da Amazônia completa 79 anos e comemora com campanha solidária

A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade

Em comemoração aos 79 anos do Banco da Amazônia, foi finalizada a primeira etapa da Campanha Solidária nesta sexta-feira, dia 09. A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente os atingidos pelos efeitos da pandemia da COVID19. 

Neste ano, serão atendidas a Associação Wesleyana de Ação Social-AWAS (RO) e Associação São Tiago Maior – OSCIP (RO). A campanha solidária foi dividida em três etapas: de 05/05 a 09/07, de 10/07 a 05/10 e de 06/10 a 16/12/2021. De acordo com o superintendente regional Diego Campos, essa divisão visa facilitar a entrega das arrecadações e atender as necessidades das instituições. “Somos o Banco da região amazônica e é nosso dever trabalhar para desenvolver não somente a parte econômica, mas sobretudo, fomentar o social”, afirma o superintendente.

História do Banco

Criado no dia 09 de Julho de 1942, o Banco da Amazônia é o maior fomentador da região Norte que possui um território com diversos desafios para seu desenvolvimento socioeconômico em consequência a sua grande extensão e diversidade, sem contar o nível de desigualdade comparada às outras regiões, por isso a ação do banco é indispensável para o uso de estratégias em combate a esses desafios. “Chegamos a uma idade de 79 anos dando muito mais resultados do que há dez anos” Ressaltou o superintendente.

“Desde o seu início o banco da Amazônia passou por diversas transformações com o ciclo da borracha, ouro, potenciais energéticos e agora vivemos o ciclo do agronegócio dentro do banco, nesse novo ciclo estamos trabalhando para que aconteça de forma mais sustentável do que os ciclos anteriores”, finalizou o superintendente.


Fonte: Banco da Amazônia S/A

Banco da Amazônia disponibiliza R$ 50 milhões para o Turismo de Rondônia

A quantidade de estabelecimentos brasileiros com vínculos empregatícios no setor de turismo recuou em 35,5 mil unidades no ano passado 

O superintendente regional do Banco da Amazônia, Diego Brito Campos, participou no dia 02 de julho (sexta-feira), no Palácio do Governo, juntamente com o Ministério do Turismo, para explanar sobre a aplicação de recursos para o programa de apoio ao turismo regional (Fungetur) pelo Banco da Amazônia. 

O Banco da Amazônia aplicará R$ 50 milhões para o programa. O objetivo da aplicação é proporcionar o desenvolvimento do turismo em Rondônia, créditos competitivos para os empresários do ramo, apoiar a infraestrutura básica, gerar renda, aumentar a oferta de empregos diretos e indiretos. A quantidade de estabelecimentos brasileiros com vínculos empregatícios no setor de turismo recuou em 35,5 mil unidades no ano passado, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).  “O setor do turismo foi um dos mais afetados pela pandemia e precisamos investir para a recuperação desse setor, fomentando os potenciais apresentados pela nossa região”, ressaltou o superintendente. 

De acordo com o presidente do BASA, Valdecir Tose, trata-se de um recurso novo para a região amazônica, através do Fungetur que é o fundo geral do turismo, do Ministério do Turismo que destina recursos para as empresas e empreendimentos turísticos e o Banco vai disponibilizar para a região amazônica.  

Para aquisição de bens e capital de giro, os financiamentos possuem prazos de até 60 meses, com carência de até 12 meses. As taxas de juros praticadas são de 5% a.a, acrescentado da taxa Selic. 

Para investimentos, o prazo de pagamento é de até 240 meses, com carência de até 60 meses. As taxas de Juros cobradas também são de 5% ao ano, além da Selic. 

Fonte: Assessoria

Bolsonaro autoriza volta de militares à Amazônia

Forças Armadas vão coibir o desmatamento no Amazonas, Rondônia e Mato Grosso

O Conselho Nacional da Amazônia Legal, comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, apresentou nesta terça-feira (6) uma lista de 26 municípios que serão o foco da atuação das Forças Armadas na prevenção e repressão a delitos ambientais.

As localidades estão situadas em quatro estados: Amazônia, Rondônia, Pará e Mato Grosso.

Os detalhes da Operação Samaúma, como foi batizada a nova incursão de militares na região, foram apresentados durante reunião entre Mourão e alguns ministros do governo federal, ocorrida na Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), em Brasília. O encontro não foi aberto à imprensa.

Além do vice-presidente, participaram os ministros Braga Netto (Defesa), Bento Alburquerque (Minas e Energia), Joaquim Álvaro Pereira Leite (Meio Ambiente) e representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Ministério da Agricultura e Casa Civil.

A autorização para o emprego das Forças Armadas na Amazônia Legal foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 28 de junho, por meio de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O período abrangido pelo decreto vai de 28 junho a 31 de agosto.

A escolha dos municípios prioritários foi feita pelo grupo gestor do Conselho Nacional da Amazônia Legal com base na maior quantidade anual de alertas de desmatamento.

No Amazonas, foram selecionados os municípios de Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré e Novo Aripuanã. No Mato Grosso, as ações vão se concentrar em Apiacás, Aripuanã, Colniza, Cotriguaçú, Marcelândia, Nova Bandeirantes, Peixoto de Azevedo e Paranaíta. No Pará, serão fiscalizados os municípios de Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, São Félix do Xingu e Trairão. Em Rondônia, as ações ocorrerão em Candeias do Jamari, Cujubim, Itapuã do Oeste, Machadinho D’Oeste e Porto Velho.

Pelo decreto, a atuação dos militares ocorrerá exclusivamente em áreas de propriedade ou posse da União, como terras indígenas, áreas federais de preservação, imóveis da União, entre outros. A ação em outras áreas somente poderá ser realizada se houver pedido do respectivo governador do estado ao presidente da República, o que já foi feito no caso de Rondônia.

Desde 2019, foram autorizadas duas operações das Forças Armadas na Amazônia, chamadas Verde Brasil 1 e 2. A mais recente delas se encerrou em abril.

Fonte: Agência Brasil

Banco da Amazônia lança plano safra 2021/2022 com R$ 7 bilhões para o agronegócio regional

Montante de recursos é o maior volume disponibilizado pelo BASA para a região amazônica

O valor de R$ 7 bilhões é o total destinado pelo Banco da Amazônia (Basa) para o agronegócio da região amazônica para o Plano Safra 2021/2022. Este montante foi anunciado durante evento on-line ao vivo, realizado nesta terça-feira, 29. Para o mini, pequeno e agricultor familiar, serão destinados R$ 4 bilhões.

O lançamento do novo Plano Safra foi realizado pelo presidente do Basa, Valdecir Tose e pelo diretor comercial, Francimar Maciel. Houve a participação do diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Araújo, do vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Muni Lourenço Junior, e do coordenador de Crédito Rural do Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus, João Luiz Guadagnin.

O presidente Valdecir Tose anunciou os recordes nos números macros no plano Safra no ciclo 2020/2021, mesmo com todo o processo de pandemia. De acordo com os dados apresentados, na região amazônica, o Basa bateu recorde de valores contratados ano passado, que foram R$ 6,5 bilhões. A meta era de R$ 5 bilhões, portanto, houve uma superação de 31% da meta. Em relação ao plano de 2019/2020, quando foi contratado R$ 4,34 bilhões, houve um crescimento no valor aplicado de 50,9%. Nos últimos cinco anos, o Banco já aplicou R$ 19,7 bilhões no agronegócio regional.

Além de crescer na aplicação do crédito, segundo Valdecir Tose, o Banco espera fomentar o agronegócio sustentável.

“O nosso objetivo estimular um agronegócio que visa integrar a parte tecnológica, social e ambiental em um formato em que o desempenho do produtor rural se desenvolva e cresça de forma a conciliar todos estes benefícios”, afirmou.

“Tanto a pecuária quanto a agricultura cresceram de forma semelhante, em torno de 51%”, apresentou. A região vem crescendo na parte agrícola, mas a pecuária demanda muito crédito na Amazônia como um todo. “Aplicamos muito em recuperação de pastagens, isso traz um benefício ambiental muito significativo, estimulamos o produtor a fazer integração, lavoura pecuária e reflorestamento, preservando o ambiente. O BASA tem uma análise socioambiental desde a agricultura familiar até o grande produtor. Não financiamos área embargadas, produtores que possuem pendencias  socioambientais. O Banco busca atuar dentro da sua política de responsabilidade socioambiental, direcionando para o agronegócio sustentável.

Na ocasião, Francimar apresentou as novas taxas a serem praticadas no novo ciclo. No caso para os mais de 15 programas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), os juros cobrados variam de 3% a 4,5% ao ano. Para as operações de custeio, as taxas serão pré-fixadas entre  5,62%  a  6,29%  ao ano. Nas operações de investimento as taxas variam de 5,53% a 6,22% ao ano. Para as linhas verdes, que são aquelas voltadas para inovação tecnológica no agro, ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns, recuperação de áreas degradadas, conservação e proteção ao meio ambiente, o Banco oferece a taxa de 5,17% ao ano. “São taxas muito competitivas e diferenciadas em relação àquelas praticadas pelos demais bancos”, pondera o diretor Francimar.

Para o diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Araújo, as prioridades serão voltadas para a agricultura sustentável. “Sempre há como avançar. É a consciência que já tem o produtor rural de caminhar nesta direção. É um caminho sem volta a questão da sustentabilidade. Não só pelo bem estar, mas pelas exigências que nos são impostas por aqueles nos financiam”, comentou.

O vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Muni Lourenço Junior, destacou positivamente a elevação de recursos para questões fundamentais como o fomento às inovações tecnológicas. “A produção de alimentos no Brasil e a agropecuária vêm tendo um desempenho crescente com a incorporação de novas tecnologias e aumento de produtividade. Esse aumento significativo de recursos para a inovação tecnológica é muito bem-vindo no Plano Safra do Basa”, ressaltou. “A sinalização clara de aumento de recursos para as linhas de crédito voltadas para a conciliação da produção agropecuária com a questão da sustentabilidade ambiental é importante para o crescimento da produção”, comentou.

Para o coordenador de Crédito Rural do Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus, João Luiz Guadagnin, destacou o esforço que o Banco faz para dialogar com os parceiros do desenvolvimento da região. “O banco, entre todos os que atuam na Amazônia, é o que mais dialoga, especialmente para os movimentos sociais, principalmente na representação dos extrativistas, pescadores, agricultores familiares, comunidades tradicionais e as organizações não-governamentais”, afirmou destacando a parceria do BASA com quem quer fazer desenvolvimento sustentável.

A live completa está disponível no canal do Youtube do Banco da Amazônia e no site da instituição – www.bancoamazonia.com.br.

Fonte: Superintendência Regional

Governo Federal suspende por 120 dias o uso do fogo em todo território nacional

A medida ocorre em meio ao início do período de seca e de aumento das queimadas em regiões como a Amazônia e o Pantanal.

O governo federal proibiu por 120 dias o uso de fogo no território nacional conforme o previsto no decreto 2.661, de 1998, que trata de práticas agropastoris e florestais.

O novo decreto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite. O texto foi publicado no “Diário Oficial da União” (DOU) desta terça-feira (29) e tem validade imediata.

A medida ocorre em meio ao início do período de seca e de aumento das queimadas em regiões como a Amazônia e o Pantanal.

O decreto permite uso do fogo nas seguintes hipóteses:

  • práticas de prevenção e combate a incêndios realizadas ou supervisionadas pelas instituições públicas responsáveis pela prevenção e pelo combate aos incêndios florestais no País;
  • práticas agrícolas de subsistência executadas pelas populações tradicionais e indígenas;
  • atividades de pesquisa científica realizadas por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação – ICT, desde que autorizadas pelo órgão ambiental competente;
  • controle fitossanitário, desde que autorizado pelo órgão ambiental competente;
  • queimas controladas imprescindíveis à realização de práticas agrícolas e autorizadas por autoridade ambiental estadual ou distrital, em áreas não localizadas nos biomas Amazônia e Pantanal.

Fonte: G1

Banco da Amazônia vai disponibilizar R$ 30 milhões para micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia da COVID-19

Recursos são do novo Pronampe, programa que deve ser operacionalizado no mês de julho 

A partir do mês de julho, micro e pequenas empresas afetadas pelos impactos causados na economia pela pandemia da COVID-19 poderão contar novamente com a linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Pronampe. 

O Banco da Amazônia (Basa), principal instituição financeira do governo federal para fomento à economia na Região Amazônica, irá disponibilizar o recurso de R$ 30 milhões para contratações nessa Linha de Crédito. 

O gerente executivo de Pessoa Jurídica do Basa, Nélio Gusmão, explica que a criação do Pronampe representou um importante indutor no crédito para as micro e pequenas empresas, ao ampliar a oferta de financiamentos com um custo mais baixo, garantindo aos pequenos negócios recursos para manutenção de suas atividades em um momento, ainda muito delicado, que esse público atravessa ocasionado pelo agravamento da pandemia. 

“Nesta nova etapa do programa, o teto para contratação é de até R$150 mil por empresa ou até 30% do faturamento ou 50% do capital social”, explicou. No ano passado, o limite era de R$ 87 mil por empresa. “Com a ampliação do limite máximo disponível por mutuário, será possível ampliar o acesso ao crédito, garantindo manutenção de empregos e renda, gerando estabilidade aos negócios, em especial às micro e pequenas empresas”, ressaltou Nélio Gusmão, que adiantou que a instituição espera atender mais de 2 mil empresas com o Pronampe.  

De acordo com o gestor, desde o início da operação com o programa, o Basa já contratou, nessa modalidade, mais de R$ 445 milhões na região Norte somente para as micro e pequenas empresas.  

Finalidade do Pronampe  

Os recursos do Pronampe podem ser usados para capital de giro e possuem taxas reduzidas. A taxa de juros anual máxima será igual à taxa Selic (atualmente em 4,25% ao ano), acrescida de 6% (seis por cento) sobre o valor concedido. O valor poderá ser dividido em até 48 parcelas com carência de 11 meses para início do pagamento. As operações poderão ser contratadas apenas com aval dos sócios, reduzindo assim os custos cartorários e o tempo para a operacionalização do negócio. Para as empresas que já possuem cadastro no Basa, o processo é mais rápido, bastando apenas o tomador apresentar em sua agência de relacionamento as informações do e-Cac para que a proposta seja iniciada. 

Fonte: Assessoria Banco da Amazônia S/A

Banco da Amazônia é um dos maiores financiadores de energia sustentável no estado de Rondônia

 Em 2021, já foram aplicados R$ 603 milhões em apoio às linhas verdes do estado de Rondônia

Na última quarta-feira (16), ocorreu a live Fomento e Desenvolvimento, realizada pelo SEBRAE de Rondônia e Agrolab Amazônia, com o tema a importância da eficiência energética no desenvolvimento das micro e pequenas empresas.  A live contou com a participação do Presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, que ressaltou a importância da atuação do Banco em apoio à utilização de energias renováveis. A live contou com a mediação do diretor técnico do Sebrae, Samuel Almeida.

De acordo com o presidente Valdecir Tose, as principais usinas solares em Rondônia foram financiadas pelo Banco da Amazônia. “Apenas no ano de 2021 foram aplicados R$ 603 milhões em apoio a linha verde, R$ 512 milhões para pessoas físicas e R$ 88 milhões para empresas”, afirmou.

Fontes renováveis

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Brasil tem 83% de sua matriz elétrica oriunda de fontes renováveis e mais de 60% de toda a energia elétrica gerada no país provém de usinas hidráulicas que ganharam muito espaço no território brasileiro devido à abundância de água. No entanto, por mais que as hidrelétricas se utilizem de fontes renováveis como a água elas geram grandes impactos ambientais e sociais a comunidades próximas às construções. Portanto, energias de fontes renováveis como a eólica, solar e de biomassas devem ser cada vez mais incentivadas, pois geram menos impactos ambientais e também possuem um grande potencial no território brasileiro.

Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, o país possui mais de 3 mil horas de sol ao longo do ano, mas só explorou 1,6% da matriz energética correspondente. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o potencial de geração do país é de cerca de 500 gigawatts. Esse número é três vezes maior que o atual parque nacional gerador de energia elétrica com todas as fontes disponíveis. O Brasil possui um grande potencial energético que é pouco explorado em termos de capacidade instalada de energia renovável.

Linhas de crédito verde

Em sua participação, o presidente apresentou a nova linha de financiamento do Banco da Amazônia, o FNO Amazônia Verde, que disponibiliza crédito tanto projetos rurais como urbanos. Na linha rural, são financiados projetos que visem à produção de energia renováveis para consumo próprio, veículos verdes, elétricos e híbridos que utilizem energia renovável inclusive de abastecimento elétrico. O financiamento oferece como vantagem um prazo de até 15 anos incluindo as carências de até 4 anos e pode chegar até 100% do projeto com taxa de juros que variam  de acordo com o porte do cliente e a finalidade do crédito.

Na linha não rural, são financiados micro e minigeração de energia, produção de energias renováveis para consumo próprio de empreendimentos empresariais e transportes verdes.  Com prazo de até 12 anos, incluindo carência de até 6 anos,  poderá chegar também até 100% de financiamento do projeto com taxa de juros  que variam em função do porte do cliente e da finalidade de crédito. 

Fonte: Assessoria

Cafeicultura da Amazônia recebe primeira Denominação de Origem para cafés canéforas sustentáveis do mundo

Indicação Geográfica Matas de Rondônia para Robustas Amazônicos reconhece e valoriza os cafés especiais desta região e traz nova oportunidade para a agricultura familiar na Amazônia.

O dia 1º de junho de 2021 é um marco histórico para a cafeicultura da Amazônia e do mundo. Rondônia acaba de ter reconhecida a primeira Indicação Geográfica (IG), do tipo Denominação de Origem (DO), de café canéfora (robusta e conilon) sustentável do mundo. Este reconhecimento da IG Matas de Rondônia para Robustas Amazônicos do tipo Denominação de Origem foi concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI e consolida a qualidade dos cafés da espécie Coffea canephora.

A Indicação Geográfica serve para designar produtos ou serviços, que tem características positivas únicas e indissociáveis dos fatores que compõem a sua origem. Para produtos agrícolas, estes fatores também são conhecidos como “terroir”. Uma mistura que leva em consideração clima, solo, genética e aspectos culturais da população envolvida no processo produtivo. “O saber fazer é crucial na definição de uma IG. Afinal, o fator humano e sua capacidade de modificar o ambiente, selecionar materiais genéticos e manejar lavouras, não pode ser ignorado. Neste caso, se trata de uma interferência, quase sempre, positiva e este é o princípio da Indicação de Procedência (IP)”, afirma o pesquisador da Embrapa Rondônia, Enrique Alves. 

Ele explica que, no caso da Denominação de Origem, é um processo ainda mais complexo, pois, além do saber fazer e seus aspectos culturais, leva em consideração que, o café e suas qualidades intrínsecas, têm uma relação direta com as características do “terroir” da região. Para a Denominação de Origem Matas de Rondônia, esta delimitação é formada por 15 municípios: Alta Floresta d’Oeste, Cacoal, São Miguel do Guaporé, Nova Brasilândia d’Oeste, Ministro Andreazza, Alto Alegre dos Parecis, Novo Horizonte do Oeste, Seringueiras, Alvorada d’Oeste, Rolim de Moura, Espigão d’Oeste, Santa Luzia d’Oeste, Primavera de Rondônia, São Felipe d’Oeste e Castanheiras. 

Dada a complexidade e importância do processo de reconhecimento da cafeicultura da região Matas de Rondônia, coube à Embrapa documentar e justificar os aspectos que tornam o café e a região únicos e merecedores deste selo de origem.

“Sabemos que a cafeicultura é formada de boas práticas agronômicas, história e ciência. Esse verdadeiro dossiê que subsidiou o pedido de reconhecimento retratou e documentou este conjunto de valores da cadeia de produção e transformação. Isso só foi possível graças a um trabalho de mais de quatro décadas que a Embrapa vem realizando, com a geração e transferência de soluções tecnológicas para a cafeicultura na Amazônia”, destaca o pesquisador.

A Indicação Geográfica pode ser uma ferramenta poderosa de valorização de um produto. Mas ela não tem a função de trazer notoriedade. A todos que desejam traçar o longo caminho de obtenção de um selo de IG, o pesquisador da Embrapa ressalta que é preciso responder algumas perguntas: o meu produto tem características únicas e qualidade especial? Como se diferencia dos seus pares? Existe uma relação de causa e efeito com fatores ambientais, genéticos e culturais? Tudo isso pode ser delimitado geograficamente? Outras pessoas, além de mim, reconhecem a notoriedade do que eu produzo? Se é possível responder estas questões sem titubear, mãos à obra! É preciso organizar os interessados e comprovar técnica e cientificamente a cada uma destas respostas.

Antes de mais nada, há uma regra primordial no que diz respeito às IGs e que, às vezes, passa desapercebido: por mais habilidosos e dedicados que os atores de uma cadeia produtiva sejam, não se pode criar uma IG! Este é um processo de reconhecimento e valorização, da qualidade de um produto e a sua origem. Outro equívoco comum é que não existe IG para produtos medíocres! Não se trata de uma ação solidária. É, antes de tudo, um selo que atesta a originalidade e a singularidade de um produto ou serviço.

Dito isto, se entende a complexidade e a importância de se obter um selo de origem de um produto agrícola. Após o reconhecimento da IG é preciso que toda a cadeia produtiva e de transformação trabalhe para aproveitar, ao máximo, seus benefícios e conquistar novos mercados que valorizem a história por trás do produto. 

Na cafeicultura, as IGs não são exatamente uma novidade, existem casos de sucesso como o da Região do Cerrado de Minas que tem grãos com alto padrão de qualidade, mundialmente reconhecidos. Possui grande organização da cadeia e emprega tecnologias de ponta que tornam a cafeicultura dessa região eficiente e sustentável. Mas, apesar dos avanços, o Brasil ainda não é devidamente reconhecido pela diversidade e especialidades de suas regiões produtoras. Ainda é o país das commodities, sendo responsável por quase 40% do mercado mundial. Isso está para mudar, aos poucos estão aprendendo a valorizar e compreender que a singularidade da cafeicultura brasileira tem origem em sua pluralidade cultural, ambiental e genética. 

Nesse contexto, a cafeicultura na Amazônia é uma das mais emblemáticas do Brasil. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab (2021), o Estado de Rondônia é o quinto maior produtor de café do país e o segundo da espécie canéfora. Com uma produção superior a 2,2 milhões de sacas de café, é responsável por 97% de todo o café produzido no Norte do País. Incrustrada no interior do estado, a Região Matas de Rondônia é considerada o berço e a origem dos Robustas Amazônicos. 

Nem só de commodities é feita a cafeicultura da Amazônia. É, antes de tudo, a terra de cafés especiais, colhidos em plantas que se adaptaram às condições amazônicas, com características sensoriais distintas e que têm agradado especialistas e consumidores exigentes, no Brasil e no mundo. A combinação entre características sociais, ambientais e genéticas fizeram com que, nesta região, se encontrassem cafeicultores de base familiar, especializados na produção de cafés Robustas finos. São produtores tradicionais, homens, mulheres, indígenas, jovens, enfim, uma legião que trabalha diariamente para levar à mesa dos consumidores o que a cafeicultura amazônica tem de melhor. São grãos especiais que carregam, de forma intrínseca, a história, a preservação ambiental e a marca de sua gente.

A cafeicultura na Amazônia é o resultado de décadas de evolução, baseada em tecnologia, ciência e boas práticas agronômicas. Mérito dos cafeicultores, destemidos pioneiros, que passaram a manejar suas lavouras de forma mais eficiente e criteriosa. Alguns chegaram a selecionar os materiais genéticos que possuíam características favoráveis à produção e finalmente, qualidade. Atualmente, entre os clones lançados pela pesquisa e os selecionados pelos produtores, existem mais de uma centena que são cultivados nas lavouras Rondonienses e que começam a ganhar outros estados.

Documentário: Robustas Amazônicos – Aroma, sabor e histórias que vêm das Matas de Rondônia: 

Caracterização da Região de IG Matas de Rondônia

A cafeicultura é uma das principais atividades agrícolas geradoras de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS para o Estado de Rondônia, sendo realizada por 17.388 mil agricultores familiares, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Desses, 10.147 (58,4%) estão estabelecidos nos 15 municípios inseridos na região de abrangência da IG Matas de Rondônia. Considerando as 54.381 pessoas ocupadas na cafeicultura no estado, 29.630 (54,5%) estão na nessa região. 

Esta IG possui um dos mais expressivos parques cafeeiros do país.  Têm grande importância econômica e social, com cerca de 17% da população agrícola do estado. Detém mais de 60% das áreas de lavouras de café e gera 83% da produção de Rondônia. A relação dessa região com a atividade agropecuária é forte e em alguns municípios, como é o caso de Alto Alegre dos Parecis, 56% da população está ocupada nessa atividade, que é responsável por mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do município. É importante salientar que, mesmo para os municípios menos dependentes da atividade agropecuária, a vida econômica, cultural e social está vinculada à agricultura. Em resumo, todo o trabalho desenvolvido nessa região tem um impacto na vida de mais de 300 mil pessoas.

As lavouras em todo o estado são conduzidas em módulos familiares de pequena escala, com média de quatro hectares plantados. A base de toda a mão de obra é familiar e, o processo de colheita é manual.  A exceção fica para um pequeno grupo de produtores, que possuem equipamentos para a colheita semimecanizada. Com relação à prática de irrigação, o percentual médio de lavouras irrigadas é maior no conjunto dos municípios situados no âmbito da região proposta para a IG (59,1%), a média do estado é de 50,9%.
 
Além de originarem bebidas excelentes, os Robustas Amazônicos são plantas vigorosas e produtivas. São conduzidas em multicaules e têm um sistema de poda programada que mantem as lavouras renovadas e diminui o efeito da bianualidade da produção. Os cafés Robustas são plantas alógamas, ou seja, possuem a necessidade da fecundação cruzada, e, por isso os cafeicultores cultivam linhas intercaladas de seis ou mais clones. Cada um desses clones possui a sua característica de porte, produção, tamanho de frutos e ciclo de maturação. São materiais genéticos extremamente responsivos aos tratos culturais, e, em lavouras bem cuidadas, não raro, ultrapassam 150 sacas por hectare. Os arranjos espaciais das lavouras variam bastante, os mais comuns de 0,70 a 1,50 m entre plantas e 2,50 a 3,50 m entre linhas de plantio. O número de hastes produtivas por hectare varia de 8 a 12 mil.

O clima da Região da IG Matas de Rondônia caracteriza-se por apresentar uma pequena variação espacial e temporal da temperatura média do ar no decorrer do ano. O mesmo não ocorre em relação à pluviosidade, que apresenta variações consideráveis. A temperatura média anual entre 23,2 °C e 26,0 °C encontra-se dentro da faixa apta para o cultivo de Coffea canephora. A precipitação média anual varia de 1.340 mm e 2.340 mm, com média de 1.900 mm. São duas estações bem definidas: a chuvosa, de outubro a abril, em que se concentra quase 90% da precipitação anual, e a estação seca, com chuvas escassas, entre os meses de junho e agosto, com precipitação mensal inferior a 50 mm. Os meses de maio e setembro são de transição. 

As terras aptas ao cultivo do café na Região das Matas de Rondônia incluem àquelas com solos profundos, bem drenados, com boa capacidade de armazenamento de água e situados em paisagem de relevo de baixa a média declividade, facilitando a adoção de mecanização. A altitude média dos municípios que compõem a região varia de 180 a 400 metros. De forma geral, estão associadas aos solos da ordem dos Latossolos, Argissolos e Nitossolos, sendo os Argissolos predominantes. 

Os cafeicultores rondonienses e, principalmente da região da IG Matas de Rondônia, aprenderam a valorizar o fruto do seu trabalho e colheitas cuidadosas, com secagem lenta têm feito a grande diferença. Há ainda os que têm investido em técnicas de processamento via úmida e processos fermentativos (anaeróbicos) diversos.

Tudo isso, tem feito com que os Robustas Amazônicos sejam considerados um dos cafés mais exóticos e interessantes do Brasil. O conjunto de características desses cafés, sua origem Amazônica e a busca por uma produção com base na qualidade e sustentabilidade, tem tudo para transformar estes cafés nos componentes principais de bebidas finas brasileiras, puro ou na forma de blends especiais.

De acordo com o pesquisador Enrique Alves, os Robustas Amazônicos têm sabores e aromas agradáveis, possuem doçura e acidez suaves, corpo aveludado e retrogosto marcante. São cafés que têm em sua bebida características que lembram caramelo, castanhas, chocolates, frutas secas e nibs de cacau. Outras características, que diferenciam os cafés amazônicos dos seus pares em outras regiões são a peneira média alta (normalmente superior a 16) e percentagem de cafeína mais baixa que o conilon padrão (varia de 1,4 a 1,8). Quando submetido a processos diversos de fermentação positiva, podem agregar maior acidez à bebida, deixando-a ainda mais leve e equilibrada. Com isso, se aumenta o número de nuances à paleta sensorial, tornando comum a presença de descritores como: frutas cítricas, compotas, vinhos, amarulas e licores.

Desafios

Apesar de toda essa evolução de produção e qualidade, a cadeia produtiva ainda precisa romper barreiras como uma logística “perversa” para escoamento dos cafés especiais, a necessidade de uma produção de maior escala e aumentar o número de produtores que se dedicam a produção com excelência. “Também existem barreiras psicológicas a serem suplantadas pelos produtores de Robustas Amazônicos. São ideologias e conceitos equivocados, sem fundamentos científicos ou estatísticos, que costumam se destacar mais que as castanheiras em meio à floresta”, aponta Alves.

A primeira delas é a definição arcaica de que cafés canéfora, variedades botânicas robusta e conilon, são de qualidade inferior e só têm importância como matéria prima barata para a indústria de solúveis ou “blends”. Os cafés da espécie canéfora sofrem com a má fama, adquirida por mais de um século de manejo de pós-colheita inadequado. Entre elas estão a colheita de frutos verdes, demora em iniciar o processo de secagem, fermentação negativa dos frutos, uso de secadores de fogo direto e temperatura quase dez vezes superior à ideal (35°C). São apenas alguns dos fatores que deram à bebida do café canéfora características indesejáveis. Os adjetivos mais comuns para as bebidas originadas desse processo equivocado são: amargo, cereal, adstringente, neutro, insosso, sem graça e pesado. Felizmente, pelo menos para os Robustas Amazônicos, que recebem o selo de Indicação Geográfica, estes adjetivos negativos não têm mais pertencimento. 

É uma espécie de consenso, dentre as lideranças da cadeia produtiva, que o número de famílias de cafeicultores que se dedicam a produzir cafés especiais na Amazônia, atualmente, não seja superior a 10%. Mas, se observa um movimento crescente pela qualidade na cafeicultura. Isso não apenas tem gerado cafés especiais e premiados, como também tem elevado o patamar de qualidade dos grãos tipo commodity. A qualidade física dos cafés comercializados, a cada safra, apresenta menor número de defeitos e, consequentemente, melhores características sensoriais. Esse resultado positivo é fruto de uma maior profissionalização da cadeia produtiva em função de uma campanha de transferência de tecnologia promovida pela pesquisa e entidades de extensão rural.

Os Robustas Amazônicos produzidos na região Matas de Rondônia são cafés ideais para quem gosta de uma bebida doce e equilibrada, mas não abre mão de um corpo aveludado e retrogosto marcante. São cafés que agregam sabor, aroma, histórias e muita evolução tecnológica, social e ambiental.

Vencida a barreira da má fama sensorial, um desafio ainda maior é demonstrar que os cafés produzidos na Amazônia são sustentáveis e não têm vínculo com a degradação ambiental e exploração de recursos não renováveis. “Existem maus exemplos de uma agricultura atrasada e predatória em diversas regiões na Amazônia, principalmente em fronteiras agrícolas. Mas, colocar a cafeicultura nessa categoria é injusto, equivocado e uma generalização pouco inteligente”, comenta o pesquisador da Embrapa.

As áreas cultivadas com o café estão estabelecidas há décadas e, a cada dia que passa, se mostram com maior capacidade de suporte ao desenvolvimento das lavouras. Isso, graças aos cafeicultores que adicionam novos processos e tecnologias ao cotidiano no campo. O conceito de Agro/Sustentável se torna cada vez mais popular entre os produtores.  Além disso, a cafeicultura é formada por uma agricultura familiar de pequena escala. Esse modelo produtivo, quando incorporadas boas práticas agronômicas, tem se mostrado eficiente para garantir a qualidade de vida e desenvolvimento no campo. “Produtores felizes preservam a floresta e trabalham para manter a capacidade produtiva das suas áreas. Isso significa que não precisam se dedicar a atividades ambientalmente predatórias e até ilegais para garantir o seu sustento”, conclui Alves.

Renata Silva (MTb 12361/MG)

Setur assina Carta do Turismo na Amazônia durante Simpósio de Pesca Esportiva

A pesca esportiva movimentou cerca de R$ 1 bilhão e tem crescido cerca de 30% nos últimos anos.

A RAI tem como prioridade desenvolver todos os segmentos do turismo na Amazônia

A Superintendência Estadual de Turismo (Setur), assinou a Carta do Turismo na Amazônia durante o primeiro Simpósio de Pesca Esportiva realizado em Boa Vista, Roraima, na quarta-feira (19). Com isso, Rondônia passa a integrar as Rotas Amazônicas Integradas (RAIs), que visa desenvolver o turismo de forma integrada em todos os sete estados que integram a Amazônia.

De acordo com o superintendente da Setur, Gilvan Pereira Júnior, “a assinatura dessa carta é uma união de esforços em prol da construção de uma rota integrada de pesca esportiva. Isso é importante, porque o turismo foi uma das atividades mais afetadas durante a pandemia. A RAI surgiu como produto pensado por todos os secretários de Turismo dos estados da região Norte e agora vamos implementar ações nesse sentido”, ressaltou o superintendente.

“No primeiro ano de assinatura desta carta será trabalhado o segmento da pesca esportiva, cabendo aos gestores da área de turismo a escolha dos próximos produtos turísticos a serem trabalhados, de acordo com a motivação proposta pelo grupo de trabalho. O ramo movimentou cerca de R$ 1 bilhão e tem crescido cerca de 30% nos últimos anos, conforme o levantamento do Ministério do Turismo”, salienta o superintendente destacando ainda o potencial da Amazônia para o turismo.

O coordenador de ações Turísticas da Setur, Willian Souza do Carmo também participou do encontro em Roraima e explica que “a iniciativa consiste em potencializar, de forma conjunta, grandes rotas turísticas amazônicas em feiras nacionais e internacionais voltadas a segmentos diversos, permitindo uma promoção de forma cooperada, na medida em que todos os estados promovem a Amazônia, com seus produtos e serviços comuns a cada Estado, estimulando a visitação turística em toda região Norte”.

TURISMO INTEGRADO

O primeiro passo, de acordo com a carta que foi assinada, é reconhecer e promover os produtos turísticos segmentados, de forma integrada, entre os estados da região Norte, fortalecendo o turismo em toda a Amazônia, com prioridade para os segmentos do ecoturismo, turismo de aventura, turismo de pesca esportiva, etnoturismo, turismo rural e turismo de experiência, através das rotas amazônicas integradas, conhecidas pela sigla “RAI”.

Fonte: Secom

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