Sine Municipal amplia espaço para empresas ofertarem vagas de emprego

Prefeitura facilita acesso das empresas aos candidatos aos postos de trabalho disponibilizados

Comerciantes que desejarem divulgar vagas efetivas e temporárias de emprego devem procurar o Sistema Nacional de Empregos (Sine Municipal) para realizar o recrutamento com Intermediação da Mão de Obra (IMO). O serviço, totalmente gratuito, é oferecido pela Prefeitura de Porto Velho através da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur).

Para cadastrar a empresa e facilitar a contratação da mão de obra, o empresário ou representante da empresa contratante deve ligar para o número 98473-8546, 98473-7437 (Whatsapp) ou enviar e-mail para o endereço sinemunicipalpvh@gmail.com e informar o nome da empresa, CNPJ, endereço e telefone de contato.

Além destes canais de comunicação com o Sine Municipal, a Semdestur disponibiliza também o número 3901-3181 (Whatsapp) para tirar dúvidas sobre o processo de recrutamento.

Após o cadastramento da empresa, a vaga ficará visível no site: www.portovelho.ro.gov.br/sine/vagas para quem optar por participar do processo seletivo de contratação.

Para participar, o candidato a um posto de trabalho deve entrar no site do Sine, selecionar a opção de vaga e preencher o currículo. Mesmo que não seja selecionado, o cadastro não perde a validade porque fica armazenado no banco de dados.

“De trinta a quarenta empresas por mês fazem o cadastro conosco e aproximadamente duas mil pessoas nos procuram para preencher uma das vagas disponibilizadas pelas empresas”, informa o diretor do Sine, Davi Castiel.

DISTRITOS

No dia 11 de maio passado, a secretária da Semdestur, Glayce Bezerra, o diretor do Sine, Davi Castiel, e o Superintendente da Superintendência Municipal de Integração e Desenvolvimento Distrital (SMIDD), Vinicius Miguel, se reuniram para definir estratégias de ação para integrar empregadores e candidatos às vagas de empregos nos distritos de Porto Velho.

No encontro ficou decidido que SMIDD fará a divulgação e intermediação entre os empresários dos distritos e o SINE Municipal, que fará a seleção e encaminhará os candidatos que atenderem aos requisitos exigidos pelo contratante, facilitando o acesso ao mercado de trabalho.

Fonte: Comdecom

Governo amplia prazo de saques para beneficiários do Bolsa Família

Os valores creditados na conta poupança digital não movimentados no prazo de 270 dias são devolvidos à União

O governo federal ampliou de 90 dias para 270 dias o prazo para beneficiários do Bolsa Família sacarem os recursos já depositados do programa social e do auxílio emergencial residual. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.

De acordo com o texto, a legislação prevê que o prazo de saque do programa pode ser ampliado em municípios com declaração de situação de emergência, como é o caso da pandemia de covid-19. Além disso, a medida visa evitar aglomerações nos locais de pagamentos, como forma de prevenção, controle e contenção de riscos de disseminação do novo coronavírus.

A prorrogação será contada da data da disponibilidade da parcela dos benefícios. Ela incidirá ainda em todas as parcelas do Bolsa Família disponibilizadas para pagamento durante a vigência da situação de emergência em razão da covid-19 e que ainda estejam válidas, segundo o calendário de pagamentos e operacional do programa.

Fonte: R7

Ministério da Saúde negocia com Butantan ampliação para 100 milhões de doses da CoronaVac

Pazuello, anunciou que as primeiras entregas devem ocorrer em janeiro

O Ministério da Saúde negocia com o Instituto Butantan uma expansão do contrato de aquisição da CoronaVac para 100 milhões de doses, a serem entregues no primeiro semestre de 2021, disse nesta terça-feira o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Medeiros.

De acordo com o secretário, o contrato com o Butantan está praticamente fechado e o cronograma de entrega das vacinas proposto pelo instituto prevê a entrega de 9 milhões de doses em janeiro, 15 milhões em fevereiro e 22 milhões em março, somando as 46 milhões previstas inicialmente, mas o governo já negocia um aumento no contrato.

“Ontem tivemos uma reunião para expandirmos essa compra para 100 milhões até o final do primeiro semestre”, afirmou o secretário, em reunião da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 da Câmara dos Deputados.

Medeiros disse ainda que, além do Butantan, está avançado o contrato com o laboratório Pfizer e calcula que, somando também a produção da vacina da AstraZeneca pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Brasil conseguirá ter pelo menos 150 milhões de doses de vacina contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021, mesmo sem a expansão prevista com o Butantan.

De acordo com a presidente da Fiocruz, Nísia Lima, a fundação receberá ativos para produção de vacinas a partir de janeiro e prevê entregar as primeiras doses em 8 de fevereiro, desde que cumpridas todas as formalidades de registro.

A previsão é de que a Fiocruz produza 1 milhão de doses de vacinas por semana, nas primeiras duas semanas, e a partir daí 700 mil doses diárias, depois do período de ajuste na produção.

Sobre o acordo com a Covax Facilities, o secretário informou que espera para os próximos dias uma posição da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre qual laboratório terá disponibilidade de entrega de vacinas e quantas doses poderão ser adquiridas pelo Brasil nesse primeiro momento. O Brasil tem uma previsão de compra de 42,5 milhões de doses pelo organismo.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que as primeiras entregas devem ocorrer em janeiro, com um quantitativo de 24,5 milhões de doses juntas dos três laboratórios no mês.

O Ministério da Saúde apresentou na semana passada o plano nacional de imunização incluindo as três diferentes vacinas, apesar de, até o momento, ainda não ter concluído acordos com a Pfizer e com o Instituto Butantan, que é responsável pela produção local da vacina da Sinovac.

O governo tem, até o momento, um acordo firmado com o laboratório AstraZeneca para aquisição de doses e transferência de tecnologia para produção local na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e também se inscreveu no pacto internacional de acesso a vacinas Covax.

Nenhuma vacina recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até o momento para ser aplicada no país.

Medeiros informou ainda que o Ministério da Saúde pretende fechar um contrato para aquisição de 330 milhões de seringas para vacinação no dia 10 de janeiro. Um pregão eletrônico está aberto até o dia 29 deste mês.

No entanto, de acordo com Francieli Fantinato, Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do ministério, a previsão de chegada do material é apenas para fevereiro.

Fonte: Jornal do Brasil | com agência Reuters

Anvisa autoriza ampliação do número de voluntários para teste da vacina contra a Covid

Com a liberação, o número de participantes no Brasil dobrará de 1 mil para 2 mil e aumentará a faixa etária dos recrutados, incluindo adolescentes de 16 e 17 anos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (18), que mais 1 mil voluntários participem da fase 3 do estudo clínico da vacina da farmacêutica Pfizer e da empresa alemã BioNTech. Com isso, o país terá 2 mil voluntários na última etapa de testes do imunizante contra a Covid-19.

O perfil dos voluntários continua o mesmo, mas a faixa etária foi ampliada – a idade mínima passa de 18 anos para 16 anos. Os centros de testagem serão mantidos na Bahia e em São Paulo.

Os testes da Pfizer e da BioNTech contra a Covid são desenvolvidos por pesquisadores de laboratórios dos Estados Unidos e da Alemanha. Os estudos estão na fase 3, a última etapa.

A Anvisa aprovou as pesquisas dessa vacina entre os brasileiros em 22 de julho. O imunizante exige duas doses, com um intervalo de três semanas.

Em agosto, resultados preliminares indicaram que a vacina induziu uma resposta imune “robusta” e não teve efeitos colaterais graves em voluntários adultos.

A Pfizer já concordou em vender 100 milhões de doses de sua vacina ao governo dos Estados Unidos, oferecendo uma opção de compra de mais 500 milhões.

A empresa também negociou 200 milhões de doses com a União Europeia e o Japão comprou 120 milhões de doses até a primeira metade de 2021.

Vacina de Oxford

A chegada de novos participantes durante os estudos clínicos permite a inclusão de mais dados sobre a eficácia e segurança, além de aumentar a diversidade.

Na terça-feira (15), a Anvisa também autorizou que mais 5 mil voluntários participem da fase 3 da vacina de Oxford no Brasil, desenvolvida pela universidade em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Com a permissão, o país terá 10 mil voluntários.

A seleção dos novos participantes é feita sem limite de idade, sendo que os idosos acima de 70 anos têm prioridade. Também serão abertos três centros extras de aplicação dos testes: São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia continuarão recebendo voluntários, mas novos núcleos serão criados em Natal (RN), Porto Alegre (RS) e em Santa Maria (RS).

Nove vacinas na última fase de testes

Nove vacinas estão na terceira e última fase de testes em humanos, a última antes da liberação pelas autoridades sanitárias e de saúde.

  • Janssen Pharmaceutical Companies (EUA)
  • Moderna/Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (EUA)
  • BioNTech/Fosun Pharma/Pfizer (Alemanha e EUA)
  • Sinovac (China)
  • Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan/Sinopharm (China)
  • Instituto de Produtos Biológicos de Pequim/Sinopharm (China)
  • CanSino Biological Inc./Instituto de Biotecnologia de Pequim (China)
  • Instituto de Pesquisa Gamaleya (Rússia)

Fonte: G1

Cacoal: Escolas estaduais recebem reformas

Apesar das aulas presenciais estarem suspensas devido a pandemia, e ainda não ter uma data certa de retorno, diversas reformas e ampliações estão sendo feitas para atender com melhor qualidade o retorno dos estudantes.

Em Cacoal, praticamente todas as escolas estaduais estão passando por obras variadas. Na Escola Josino Brito, por exemplo, já está em fase de conclusão a construção de um refeitório e de uma quadra poliesportiva. Com investimento de quase R$ 170 mil, também foi feita a reforma elétrica de toda a escola, inclusive a subestação de energia, e também a reforma do telhado do auditório.

Outra escola que também está aproveitando o momento de suspensão das aulas presenciais para investir recursos em infraestrutura é a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Carlos Drumond de Andrade. Na volta às atividades, além de passar por uma reforma geral, a escola contará com um novo refeitório, propiciando um espaço amplo e um ambiente melhor para a hora do lanche e das refeições. São mais de R$ 460 mil em investimentos.

São mais de R$ 460 mil em investimentos do Governo de Rondônia

As escolas indígenas também estão recebendo atenção especial por parte do Governo de Rondônia. Na Escola João Evangelista Dias, localizada na Linha 10, uma reforma geral está dando nova cara à instituição de ensino.

Outra conquista é a construção da Escola Indígena Nagaxip Suruí, na Linha 07, também em Cacoal. São duas salas de aula, banheiros, depósito, cozinha e uma área interna de alimentação. Também está em processo de licitação, a reforma geral da escola Sertanista Francisco Meireles, na Linha 12, e a construção de um refeitório e banheiros para a Escola Indígena Noá Suruí, na Linha 12.

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Cora Coralina também está recebendo atenção especial, no centro de Cacoal. Além da instalação de corrimãos, guarda-corpos e alambrado, uma pintura com tinta protetora promete dar mais durabilidade ao serviço que está sendo executado. Investimentos também estão sendo feitos no refeitório e na quadra esportiva. A escola contará ainda com uma sala especial para a educação física dos alunos. Ao todo, serão investidos aproximadamente R$ 325 mil na reforma e ampliação da Escola Estadual Cora Coralina.

Fonte: Seduc

PEC do Fundeb é aprovado pelo senado e segue para promulgação

Proposta amplia recursos para educação pública

O Senado aprovou na noite de ontem (25), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de número 26 de 2020, que torna permanente o Fundo de Desenvolvimento e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A PEC foi aprovada por unanimidade e segue para promulgação – prevista para ocorrer em sessão solene do Congresso hoje (26), às 11h. A aprovação em definitivo da PEC, que já havia passado pela Câmara, ocorre no dia da Educação Infantil.

O Fundeb atende todas as etapas anteriores ao ensino superior e representa 63% do investimento público em educação básica. Os recursos do fundo são destinados às redes estaduais e municipais de educação, conforme o número de alunos matriculados na educação básica.

A proposta aumenta de forma gradativa a participação da União no Fundeb passando dos atuais 10% até chegar, em 2026, a 23%. Isso ampliará o investimento na educação do país. Segundo o relator da matéria no Senado, Flávio Arns (Rede-PR), em 2026 o investimento chegará a R$ 5,5 mil por aluno. Hoje, esse investimento é de R$ 3,6 mil.

O Fundeb foi criado em 2007, substituindo o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), e perderia a validade no final de 2020. Caso o fundo não existisse, o investimento por aluno seria, segundo Arns, em torno de R$ 500.

Aplicação dos recursos

O texto também prevê o chamado Custo Aluno Qualidade (CAQ) – um parâmetro de financiamento educacional – previsto no Plano Nacional de Educação (PNE). Esse parâmetro norteará a aplicação dos recursos educacionais. São considerados itens necessários para oferta de uma boa educação, por exemplo, a formação continuada dos professores, o acesso à internet, a banheiros, à quadra de esportes, a laboratórios e à biblioteca. Entram na conta ainda dinheiro para pagar despesas com conta de luz e água, entre outras.

O CAQ também visa garantir uma jornada de sete a dez horas para os alunos e o piso salarial para todos os profissionais da educação, mas dependerá de regulamentação. “A constitucionalização do CAQ é inovação consentânea com os debates mais avançados em matéria de financiamento da educação”, afirmou Arns em seu relatório.

A proposta traz ainda novos critérios de distribuição dos recursos do fundo. Esses novos critérios ampliarão em 54% o número de redes de ensino beneficiadas pela complementação da União e, consequentemente, o número de alunos atendidos pelo recurso federal. A PEC prevê também a obrigatoriedade de disponibilização de informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais por todos os entes federados.

“Assim, cuidemos de nossas crianças, cuidemos de nosso futuro, instituindo um novo Fundeb permanente, financeiramente robusto e com um compromisso solidário dos três níveis federativos no sentido de garantir educação de qualidade a todos”, disse Arns em seu relatório.

Fonte: Pedro Ivo de Oliveira A/B

Caixa amplia para 180 dias pausa nos financiamentos habitacionais

Clientes precisam pedir adiamento por aplicativo ou telefone

A Caixa Econômica Federal vai ampliar, mais uma vez, a pausa do pagamento de financiamentos habitacionais, que agora poderá ser de até 180 dias. A informação foi confirmada na quarta-feira (22) pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. Em maio, esse adiamento já havia sido estendido para 120 dias. 

A ampliação do prazo vale para pessoas físicas e jurídicas, no caso de financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais e individuais. Estão contemplados clientes que financiam o imóvel por meio do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), programa Minha Casa Minha Vida e pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), todos operados pela Caixa.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários já pediram a pausa na prestação habitacional, número que representa R$ 8,6 bilhões em financiamentos suspensos. A medida faz parte das ações para enfrentar os efeitos causados à economia pela pandemia de covid-19. 

“Lembrando que essa pausa não é automática. Há a necessidade dessas pessoas pedirem, seja pelo aplicativo, seja pelos telefones, que são encontrados no site da Caixa”, informou Guimarães, em entrevista.  

Quem pedir a pausa no contrato terá de pagar juros, seguros e taxas, que serão acrescidos ao saldo devedor do contrato. De acordo com o banco, a taxa de juros e o prazo contratados originalmente não sofrem alteração.

Os clientes com pagamentos em dia ou aqueles com pagamentos em atraso por, no máximo, 18 meses, podem pedir a carência. Clientes que usaram o FGTS para abater parte da prestação também podem requerer a suspensão. No caso de pessoas jurídicas, a possibilidade de pausa nas prestações é permitida para quem está com até duas parcelas fora do prazo (atraso de 60 dias).

Para pedir a pausa ou requerer a extensão da pausa já concedida, basta acessar o aplicativo Habitação Caixa ou registrar o pedido pelos telefones 3004-1105 (para capitais) e 0800-726-0505 (demais localidades), ou de forma automatizada pelo 0800-726-8068, opções 2-4-2, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 10h às 16h (exceto feriados).

Fonte: Wellton Máximo A/B

Governo amplia prazo de redução de jornada e suspensões de contratos

Medida provisória aprovada pelo Congresso permitia interrupção do trabalho por dois meses, mas agora todos os cortes podem durar até 120 dias

O governo federal publicou neste terça-feira (14) decreto que prorroga o programa de redução de jornadas de trabalho e salários e a suspensão de contratos durante a pandemia do novo coronavírus.

A medida provisória (MP) foi sancionada no dia 6 de julho, após ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas previa a suspensão de contratos por até dois meses e redução de salários por até três. Com o novo decreto, o programa todo pode chegar a 120 dias.

O texto do decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que ficam prorrogados “os prazos para celebrar os acordos de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020”.

Fonte: R7

Atendimento em unidade de Saúde ‘Manoel Amorim de Matos’ é ampliada em Porto Velho

Instalada em umas das unidades de saúde o centro de referência atende casos leves de Coronavírus na zona sul

Implantado no início de junho pela Prefeitura de Porto Velho, o segundo centro de referência ao coronavírus, que funciona na Unidade de Saúde da Família (USF) Manoel Amorim de Matos, na Zona Sul, teve seu funcionamento ampliado e passa a atender todos os dias das 7h às 18h. A unidade atende prioritariamente os pacientes encaminhados pelo Call Center através do telefone 0800 647 5225.

Em 15 dias de funcionamento, o segundo centro de referência ao coronavírus da Zona Sul atendeu 891 pacientes encaminhados pelo serviço de teleatendimento. Para acolher um maior número de pessoas e reduzir o tempo de espera pela consulta médica presencial, a unidade agora atende também aos sábados e domingos, ampliando o acesso do cidadão aos serviços de saúde.

Unidade de Saúde da Família (USF

Com os atendimentos sendo realizados todos os dias, das 7h às 18h, a expectativa da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) é receber uma média de 130 pacientes diariamente, ou seja, quase 4 mil pessoas por mês. Para isso, ampliou também a equipe com três médicos por turno durante a semana e dois aos finais de semana. Além de contar com a expertise de enfermeiros, técnicos e outros profissionais da saúde.

Segundo a coordenadora médica da unidade, Neila Zafarri, o centro de referência da Zona Sul atende os pacientes que apresentam sintomas leves da Covid-19. “A triagem é realizada pelo Call Center, que faz o agendamento para o atendimento presencial deste paciente. Aqui temos condições para diagnosticar e iniciar o tratamento”, explica.

Além da consulta médica presencial, a unidade também realiza testes para detecção do novo coronavírus.

Atendimentos no CEM

O primeiro centro de referência ao coronavírus foi implantado no CEM e atende desde o início de abril. São cerca de 200 atendimentos diários com realização de consultas, exames e teste para detecção do coronavírus. Até o dia 24 de junho, a unidade contabilizou 8.904 atendimentos presenciais.

Fonte: Semusa

Obras de ampliação do Cemetron seguem, mesmo em meio à pandemia

Cronograma de reforma é executada por uma empresa contratada pela JBS, desde do começo da Pandemia do coronavírus.

Obra da UTI

A reforma e ampliação do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), em Porto Velho, continua a todo vapor e dentro do cronograma, iniciado no mesmo mês de março da pandemia do covid-19 no estado. Com o prazo de execução de 12 meses, o projeto amplia uma área de 9.634,24 metros quadrados de abrangência da unidade com uma estrutura moderna para oferecer um ambientes de trabalho mais seguro aos servidores e melhor atender a demanda de pacientes.

Na obra estão sendo investidos R$ 11 milhões na construção de auditório, almoxarifado, central de esterilização, Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e bloco administrativo. Além da reforma e ampliação de blocos existentes, disponibilização de estacionamentos frontal e lateral para visitantes e funcionários.

Obra de ampliação do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron)

“Inicialmente temos como objetivo a entrega do primeiro bloco, que é a parte onde não há necessidade de entrar no hospital para concluir, sendo entregue no segundo semestre, de acordo com o cronograma da obra. Lá vão funcionar a parte administrativa, auditório, UTI e o almoxarifado. Após isso, o hospital começa a desocupar os blocos atuais para, assim, começarmos a reforma na parte interna da unidade”, disse a engenheira responsável Jhennefer Cosmo França.

Anexa ao Cemetron está em construção uma ala térrea, com 56 leitos clínicos e com dois quartos para isolamento. A obra é executada por uma empresa contratada pela indústria de alimentos JBS, através do programa “Fazer o Bem Faz Bem”. A estrutura modular está sendo montada para receber pacientes clínicos acometidos pela Covid-19.

De acordo com o engenheiro Murilo Blanco Melo, a empresa JBS irá entregar a estrutura pronta para o estado, podendo ser utilizada pós-pandemia.

Fonte: Secom-RO