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Senado vai ao STF para anular busca e apreensão em apartamento de Serra

O Senado afirma que a apreensão do celular e as buscas no apartamento funcional abriram ‘margem para uma varredura completa,…

Nesta terça-feira, 11, o Senado Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a invalidação das buscas realizadas no apartamento do senador José Serra (PSDB).

Além disso, o Senado ainda quer a anulação da ordem judicial que determina a entrega do celular do tucano.

Recentemente, o STF conseguiu barrar os mandados de busca e apreensão no gabinete parlamentar, após decisão presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli.

Neste novo pedido, o Senado afirma que a apreensão do celular e as buscas no apartamento funcional abriram ‘margem para uma varredura completa na atividade parlamentar do senador e usurparam a competência do Supremo, uma vez que Serra tem foro privilegiado na Corte’.

Serra é investigado pela operação “Lava Jato” por suposto esquema de caixa 2 em sua campanha eleitoral, em 2014.

O senador também teria recebido propina da Odebrecht no período de 2006 a 2007.

Alguém é capaz de imaginar qual será a decisão do STF?

Fonte: jornal da cidade

O tenebroso esquema para “anular” os processos de Lula (veja o vídeo)

A operação lava jato desvendou e continua desmantelando o sofisticado sistema de corrupção brasileiro.

Tudo está convergindo para a anulação dos processos contra o ex-presidente Lula. O argumento é sempre o mesmo perseguição da lava jato e parcialidade do então Juiz Sérgio Moro no julgamento dos processos.

No Brasil “picuinhas processuais” são capazes de anular processos que consumiram centenas de horas de trabalho de policiais, juízes, membros do ministério público, tudo em nome da ‘legalidade’ e em total afronta ao princípio da economicidade.

Porém, essa suposta legalidade, tem enfraquecido nossas instituições públicas perante a sociedade Brasileira. Que já demonstrou por A + B que não concorda e nem aceita a impunidade, acordos de bastidores e a já conhecida prevalência do interesse particular de alguns políticos sobre a coisa pública.

A operação lava jato desvendou e continua desmantelando o sofisticado sistema de corrupção brasileiro.

Entretanto, apesar do dispendioso e meritório trabalho por ela realizado tem surgido vozes na mídia tradicional eivado de influência ideológica tentando minar os esforços no combate à corrupção.

Inclusive um artigo com o título: “É hora de perdoar o PT”

Agora, essa semana a segunda turma do STF, valendo-se de uma “picuinha processual” determinou a retirada do termo de delação de Antonio Palocci dos autos do processo em que ele afirma que Lula recebeu R$ 12 milhões da Odebrecht para a compra do terreno do instituto Lula.

O argumento utilizado por seus advogados foi o fato do Juiz Sérgio Moro ter retirado o Sigilo da mesma poucos dias antes das eleições.

O que supostamente teria gerado um fato político que contribuiu para a derrocada do PT.

Não obstante, sabemos nós que esse argumento é descabido e até mesmo o Sérgio Moro contestou a decisão é ainda alegou que: não proferiu sentença na ação penal na qual houve a inclusão da delação de Palocci. A sentença condenatória contra o ex-presidente que proferiu é de julho de 2017, ou seja, foi em outra ação penal é muito antes de qualquer campanha eleitoral, sendo ainda confirmada pelo TRF-4 e STJ.

E agora, quem poderá recorrer dessa decisão? Esperemos as cenas dos próximos capítulos.

Por Moisés Marcione*

Moisés é Advogado, Diretor da Associação Brasileira de Advogados Cristãos.

Veja o vídeo:

Fachin e a temerária proposta de “anular” o poder religioso

O que Bolsonaro e o presidente Donald Trump tem em comum? A base cristã.

Então você não acredita na sua Suprema Corte? Essa foi a pergunta feita pelo Ministro Marco Aurélio ao jornalista José Nêumanne Pinto no programa Roda Viva.

Gente do céu, a resposta dele me representou:

“Não! Não, acredito”.

Putz! Nêumanne, você foi a voz do Brasil. Os Ministros precisam saber que, nem você, nem eu, nem a nação acredita neles. Por quê? Vou dar o último motivo da proposta feita por um ministro do Supremo: abuso do poder religioso. Vê se tem lógica.

Tanto por essas bandas como na terra do tio Sam os cristãos foram fundamentais nas eleições passada. Lá, vota quem quiser. Não é obrigatório. Mas, na última corrida eleitoral aconteceu um fenômeno, o povão, entrou na fila, fez campanha, uma legítima preocupação sobre quem seria eleito. Sim, a Esquerda também assustou o povo americano.

A mensagem libertina, a defesa ao ateísmo, a valorização aos filósofos em detrimento aos teólogos, a campanha de Donald Trump se tornou um objetivo de alcance obrigatório principalmente pelos cristãos.

Por aqui também foi assim. Os cristãos, seus líderes, pastores e padres, quase por desespero partiram para cima da campanha, tinham que eleger Bolsonaro, a única voz em defesa dos conservadores. Após a vitória, ficou nítido a participação do poder religioso no processo eleitoral. Assim como Donald Trump, Bolsonaro, foi eleito pelo trabalho eficaz e desesperado dos cristãos. Todos sabem disso. Né?

Os poderes sabem. A mídia desonesta sabe. Os caras que se acham os donos do Brasil. Oh sim, os donos do Brasil: Supremo Tribunal Federal, sabe. E, tem mais, toda essa gente tá consciente que o presidente se tornou ainda mais popular depois de eleito.

Mesmo com a investida contrária, a base não foi atingida. Ou seja, ate 2022, precisa ser feito algo eficaz, caso contrário, já era e Bolsonaro vence as eleições no primeiro turno. Essa investida na tentativa de enfraquecer o Poder Executivo e os conservadores, agora, nem é disfarçada, é feito na cara de todos. Prova disso é o surreal processo da “Fake News”. Um escândalo. O incrível ataque a liberdade de expressão, literalmente contra os apoiadores de Bolsonaro. Um Supremo político, um Congresso omisso, uma mídia viciada lutando em favor da manutenção do estilo de governar antigo. Todo sistema aparelhado para derrubar o homem da voz conservadora.

Isso é tão transparente que o apresentador, Ernesto Lacombe, foi demitido da Band após ter confessado ser conservador. Observe que, a emissora não considerou o aumento da audiência, ela demitiu e pronto, na cara dura, sem o mínimo disfarce. É o sistema se roendo para manter a conquista do território que por sinal, perderam e nem perceberam.

Veja se não é, Lacombe, está prestes a conseguir um novo contrato com o SBT diante dos aplausos do povo brasileiro. O jornalista vai ficar mais forte. Assim como, se torna “mais forte” quem se aproxima do conservadorismo e “desmantela” quem se posiciona contra por um simples motivo: o Brasil é conservador.

O Estado deve ser laico, mas, jamais, o povo concordará ser laicista. Tem medo da esquerda voltar. Portanto, a base que elegeu o presidente se move todos os dias e não são robôs, nem perfis fakes. Não é uma base inerte que fica observando o vento, é o povo cristão, ou seja, quase a totalidade dos brasileiros. A base que elegeu Jair continua fazendo campanha e ganhando votos.

Entendo o Supremo achar estranho tanta gente em defesa de um político, isso é novo. Mas, eles precisam acordar para realidade, o povo conservador tá se auto protegendo.

Dá pra você entender agora o motivo que fez o Ministro Edson Fachin propor a lei do Abuso do poder religioso? Sim, a ideia é deslocar a base conservadora. Como afirmar que não é esse o objetivo, se a confiança na corte não existe?

A leitura que a população faz do Supremo é: um poder tentando a todo custo derrubar os conservadores. Pode até não ser essa a intenção, mas é isso que transparece. Ainda mais que, na próxima corrida eleitoral, milhares de novatos assumirão desde o Congresso até as prefeituras do país e as velhas raposas serão dispensadas. E, quem promoverá tamanha transformação será o Poder religioso. Sim, Fachin, já percebeu, os cristãos tem poder.

Portanto, a proposta do ministro tem meta: anular o poder religioso. Caso o pastor, ou padre, ou o irmão influente vença as eleições, a chance de perder o mandato é grande, pois, é óbvio que o apoio principal serão os fiéis. A base de Bolsonaro será diretamente afetada caso essa lei seja firmada. Por isso, o presidente Donald Trump, através de decreto, derrubou uma lei nos EUA que proibia o líder religioso falar no púlpito ou arredores em nome do candidato.

Pois é, por aqui a coisa funciona nos moldes antigos. O líder religioso que falar na tribuna ou nos arredores sofrerá punição. Mas, Edson Fachin, não está satisfeito e pretende piorar um pouco mais.

Bom, meu aviso tá dado: não se cale nem se curve ante esse preconceito. Mesmo porque, teu voto pode não ser respeitado futuramente simplesmente por que o candidato pertence a sua congregação.

Fontes: