Bolsonaro participa de ato com motociclistas em Chapecó

Presidente compareceu ao encontro após cumprir agenda na cidade

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (26) de um passeio de moto com apoiadores pelas ruas de Chapecó (SC), município localizado no oeste do estado, a cerca de 650 quilômetros de Florianópolis. Os motociclistas passaram por diversos pontos da cidade, incluindo um centro comercial.

Bolsonaro compareceu ao encontro após cumprir agenda na cidade, incluindo a inauguração de um centro de excelência em tecnologia 4G e visitas às obras da Arena Condá, ambos na sexta-feira (25). Em um dos pontos de concentração, ele foi recebido com gritos de “mito” e posou para fotos com os participantes.

Ao discursar, já no encerramento do ato, Bolsonaro agradeceu os apoiadores. “Não tem preço uma recepção como essa, desde o dia de ontem”, disse. “É a volta do nosso patriotismo, a volta da esperança. A certeza de que o futuro pertence a todos nós”, concluiu.

Essa é a segunda vez no ano em que o presidente cumpre agenda em Chapecó. Em abril, ele conheceu o Centro Avançado de Atendimento à Covid, hospital de campanha montado no Centro de Eventos com 75 leitos de enfermaria e 20 de unidade de tratamento semi-intensivo. Depois de mais de 200 atendimentos, a estrutura foi desativada.

Fonte: Paula Laboissière A/B

Bolsonaro espera 300 mil motos em SP e ironiza ameaça de João Doria

Em conversa com apoiadores, presidente também defendeu o tratamento precoce e desafiou apoiador que elogiou vacinas

Em conversa com apoiadores e parte da imprensa no início da manhã desta sexta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro ironizou a ameaça de multa feita pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), caso ele participe do encontro de motociclistas marcado para sábado (12), na capital paulista.

Bolsonaro fez questão de dizer que ele não estava organizando o passeio e seria apenas um convidado. “Deve ter umas 300 mil motos para mais. Com isso, se colocar numa pista tripla dá uns dez quilômetros”, estimou.

Quando um de seus eleitores comentou que Doria ameaça multá-lo caso fique sem máscara nas ruas paulistas, ironizou: “Quem é o governador de São Paulo? Não sei. Quem é? Desconheço. É dono de São Paulo agora? Virou dono, doninho lá? Virou doninho de São Paulo? ‘Aaai, que eu multo’, é assim o negócio?”

Bolsonaro lembrou que pediu ontem ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um estudo para saber se quem já foi infectado e tomou vacina precisa mesmo usar máscara.

“Quem vai deciir é ele (Queiroga)”, afirmou, para logo em seguida emendar: “Mas quem vai decidir na vedade é governador e prefeito, segundo determinou o Supremo.”

O presidente voltou a defender o tratamento precoce e minimizou a importância das vacinas, chegando a se incomodar com um apoiador que elogiou os imunizantes.

Bolsonaro argumentava que havia indícios de que o tratamento precoce reduziu o número de mortes por covid no Brasil, mesmo sem a comprovação científica da eficácia dos remédios.

Foi quando perguntou aos apoiadores se sabiam dizer se algum medicamento tinha comprovação científica contra a covid.

Um deles, solícito, respondeu: – “Só a vacina, né?”.

Bolsonaro devolveu: – “Você é jornalista, hein. Tá comprovado cientificamente? Vou perguntar para você.”

– Mas de muito tempo, né, presidente? – tentou, sem graça, o rapaz. 

– Que vacina? Tá comprovada cientificamente? – insistiu Bolsonaro.

– Os números de mortos baixaram. Os números de internações baixaram em países que estão mais … Não? 

– Eu não vou discutir contigo isso aí, tá certo? Está comprovado cientificamente ou as vacinas são experimentais ainda? A resposta é simples: está em jogo é vida aqui

Bolsonaro perguntou então se a hidroxicloroquina e a ivermectina tinham matado alguém até hoje e afirmou que qualquer outro remédio tem mais efeito colaterais que esses prescritos para o tratamento precoce de covid-19.

Fonte: R7

Bolsonaro se irrita com apoiadora, brinca com impeachment e mira 22

Presidente ironiza mídia e diz não ver a hora de decidir o partido político para disputar as eleições para o Planalto do ano que vem

O presidente Jair Bolsonaro se irritou, nesta terça-feira (25), com a cobrança ríspida de uma apoiadora que estava no Palácio do Alvorada para saudá-lo e pedir a intervenção das Forças Armadas. O chefe do Executivo federal também brincou com um novo pedido de impeachment e revelou ansiedade para definir o partido político pelo qual vai se candidatar e disputar as eleições ao Planalto em 2022.

Ao descer do carro oficial, Bolsonaro foi surpreendido pela eleitora, que lembrou que ele é chefe das Forças Armadas e, em seguida, pergunta por que deixava o povo brasileiro, os ministros sofrerem e ele próprio sofrerem. Visivilmente aborrecido, o presidente disparou. 

“Você passou 30 anos votando em quem? Você passou 30 anos votando em quem? Você passou 30 anos votando em que tipo de gente? Calma lá, vamos com calma no negocio aí. Quer ditadura? Não é comigo”, começou. “Tem um posicionamento contra, a favor, do 31 de Março de 64? Tem alguma posição tua? Porque vieram tudo para cima da gente, contra a gente naquela época. Não vou discutir esse assunto, não vou debater. Quem não tá contente comigo tem Lula em 22″, afirmou.

Após fotos com outros apoioadores, Bolsonaro voltou a dirigir a palavra à mulher que o criticou. “O povo reclama de alguns prefeitos aí, igual aquele de Araraquara. Ele deitava e rolava no lockdown, foi reeleito. Então, por favor, não me venha falar dessa maneira comigo mais. Não me venha mais falar dessa maneira comigo porque se o cara foi reeleito é porque está fazendo a coisa certa. Continua fechando Araraquara. Se não fosse a nossa CEAGESP socorrer com 300 toneladas de alimentação, o povo lá tava numa situação bastante complicada”, explicou. 

Diante do clima tenso, a senhora pediu desculpas e afirmou que foi mal interpretada. “Não entendi mal não. A senhora é forte candidata em 22 para chegar, assumir e resolver os problemas do Brasil”, finalizou Bolsonaro.

“Assisto ao Chaves”

O presidente pergunta aos apoiadores se gostaram do passeio de moto no Rio de Janeiro no último domingo (23) e ironiza a mídia, que, segundo ele, deu pouca importância ao evento. “Eu não estou preocupado com mídia não. A gente vê sem querer essas porcarias aí. Eu, quando não tenho o que fazer, assisto Chaves”, disse para comemoração dos apoioadores.

Bolsonaro também respondeu a um homem, que destacou um pedido de impeachment assinado pelo ex-jogador Walter Casagrande e a apresentadora Xuxa, além de outras personalidades. “Tem três pedindo meu impeachment aí. Nem dormi essa noite. Xuxa foi uma […]. Conheci o pai dela, era capitão do Exército“, lembrou.

Eleições 2022 e Tarcísio em SP

O chefe do executivo federal avisou que quer resolver logo a situação eleitoral para poder disputar as eleições de 2022. “Eu não vejo a hora de decidir o partido, mas não é decisão minha. […] Sobre partido? Partido, sendo meu, eu aceito a indicação do partido. Se for meu partido, eu aceito a indicação agora. Ninguém quer entregar o osso para gente. Querem entregar só o casco do boi, nem um ossinho com tutano”, disse.

Bolsonaro também reforçou o desejo do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em disputar as eleições para o governo de São Paulo. Para o presidente, o auxiliar tem grandes chances de conquistar o Palácio dos Bandeirantes.

“Tarcísio está pensando em ser governador em São Paulo. Eu acho que leva em São Paulo. Ele é competente, mostra serviço, trabalha, é formado pelo academia em Resende. Formado pelo IME, concursado da Câmara. Foi uma vaga só, foram duas vagas e ele passou. Não tem jeitinho com ele não. Ele tá trabalhando no Brasil todo com orçamento pequeno”, discursou.

Em seguida, Bolsonaro alfinetou a oposição: “Você lembram como era o Ministério do Transporte no passado? Era só escândalo, pô. Ou não? Era só escândalo. Lembram como era o BNDES? Quase meio trilhão que foi para o espaço. Como era Caixa Econômica, Banco do Brasil. Só indicação política. Só desvio. Ou você acha que R$ 50 milhões no apartamento do cara ele pegou da onde? Foi num bosque e colheu? Colheu aí nas estatais, nos bancos”, encerrou.

Fonte: R7

Na reta final, Lira e Baleia se encontram com aliados

Candidatos à presidência da Câmara, cuja eleição ocorre em 1º de fevereiro, participaram de almoço e reunião em Brasília

Em meio à reta final da eleição para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, na próxima segunda-feira (1º), os principais candidatos se encontraram nesta sexta-feira (29) com aliados e bancadas apoiadoras.

Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se encontrou com integrantes do Republicanos. Na sequência, compareceu a almoço promovido pela Frente Parlamentar Evangélica.

O postulante irá se reunir, durante à noite, com parlamentares da bancada da agropecuária, uma das mais numerosas da Casa Legislativa. Segundo a assessoria de imprensa do deputado, a expectativa é que o encontro reúna 130 pessoas.

Patrocinado pelo atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), o candidato Baleia Rossi (MDB-SP) teve reuniões ao longo do dia em Brasília. Nas redes sociais, compartilhou apoio dado pelos deputados federais Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

A campanha do emedebista enfrenta defecções nos últimos dias, inclusive do partido de Maia. Na última quinta-feira (28), o candidato acusou o Palácio do Planalto de interferir na disputa do comando da Casa.

No dia anterior, Bolsonaro informou ter pretensão de ‘influir’ no pleito legislativo. “Vamos, se Deus quiser, participar e influir na presidência da Câmara com esses parlamentares, de movo que possamos ter um relacionamento pacífico e produtivo para o nosso Brasil”, afirmou.

Fonte: R7

Após impeachment, Trump pede ‘fim da violência’ a apoiadores

Após sofrer derrota na Câmara dos Representantes, presidente dos EUA tentou desencorajar novos protestos no país

Após ter seu segundo impeachment aprovado pela Câmara dos Representantes, o presidente Donald Trump publicou, por meio do perfil oficial da Casa Branca no Twitter, um vídeo em que pede o fim de atos violentos por conta do clima político nos EUA. Em cinco minutos de pronunciamento, ele não mencionou a votação.

Uma semana atrás, uma multidão de apoiadores do republicano invadiu o prédio do Capitólio, sede do Congresso dos EUA em Washington, enquanto acontecia uma sessão conjunta para confirmar os votos do Colégio Eleitoral que deram a vitória ao democrata Joe Biden. Trump acabou processado pela Câmara por ter incentivado o protesto durante um comício.

“Peço a todos que já acreditaram no meu governo que diminuam as tensões, acalmem-se e ajudem a promover a paz em nosso país. Há informações de que novas manifestações estão sendo planejadas nos próximos dias, aqui em Washington e pelo país. (…) Todo cidadão merece ser ouvido, mas em paz, sem violência e sem quebrar as leis”, disse Trump no pronunciamento.

O presidente afirmou também que colocou todas as agências de segurança do país e todos os recursos necessários à disposição para ajudar no combate à violência.

Medidas de segurança

No início da semana, o FBI alertou as forças de segurança de todo o país para a possibilidade de novos protestos violentos por parte dos apoiadores do presidente. Segundo a agência, o monitoramento dos extremistas indica que poderia haver novos ataques ao Capitólio e às sedes de legislativos estaduais em todo o país.

A segurança em Washington será reforçada para a posse do democrata Joe Biden, marcada para a próxima quarta-feira (20), com um contingente de 20 mil homens da Guarda Nacional. Nesta terça, muitos soldados já dormiram nos corredores do Congresso.

Além disso, parlamentares republicanos teriam relatados a colegas democratas que poderiam votar contra Trump no impeachment, mas teriam recebidos ameaças contra suas vidas e as de suas famílias.

Fonte: R7

Trump garante ‘transição ordenada’ após Congresso certificar Joe Biden

Em nota, presidente dos EUA disse que chega ao fim o ‘melhor primeiro mandato’ e volta a afirmar que eleição foi fraudada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou publicamente que vai deixar o cargo no dia 20 de janeiro e garantiu, nesta quinta-feira (7), uma “transição ordenada” de poder depois de o Congresso certificar a vitória do novo presidente americano, o democrata Joe Biden. 

“Embora eu discorde totalmente com o resultado da eleição e os fatos me confirmem, mesmo assim haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Trump em um comunicado.

A afirmação de Trump ocorre depois de uma confusão generalizada e a invasão por apoiadores do republicano ao Capitólio, em Washington. O ato resultou em, pelo menos, quatro pessoas mortas – uma mulher foi baleada dentro do local e a polícia não deu detalhes sobre as outras três vítimas. 

“Eu sempre disse que nós continuaríamos lutando para garantir que apenas votos legais fossem contados. Enquanto isso representa o fim do melhor primeiro mandato presidencial na história, é apenas o começo da nossa luta para fazer a América grande de novo”, disse o presidente, reforçando o slogan e as acusações sem provas de que as eleições foram fraudadas.

O democrata Joe Biden assumirá o cargo de presidente dos EUA no dia 21.  

Invasão ao Senado deixa mortos

Na tarde de quarta-feira (6), milhares de apoiadores de Trump invadiram o Senado durante a sessão que certificaria a vitória de Biden, forçando a pausa da cerimônia e o isolamento do local. 

Apoiadores lutaram contra a polícia e roubaram itens que estavam no local. Até o final da noite, foram confirmadas pelo menos 20 prisões, além dos quatro óbitos.

Fonte: R7

Bolsonaro retoma atividades após Covid-19

Presidente ficou quase três semanas com a covid-19, mas retorna às atividades no Planalto depois de teste negativo para o novo coronavírus 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (27), em sua retomada ao trabalho após o teste negativo para a covid-19,  que “acabaram com o emprego no Brasil”.

Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada por volta das 8h30 e conversou com apoiadores antes de ir para o Palácio do Planalto. Quando pessoas tentaram cumprimentar o presidente, ele avisou: “Sem tocar as mãos, eu estou imunizado já, mas evito o contato aí”.

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Bolsonaro avisou que sua segunda-feira após o tratamento para a covid-19 será de reuniões. “Hoje eu tenho um despacho com Paulo Guedes. Vou passar para ele esse negócio do Pronampe. Existe um limite, tantas bilhões para cada banco. Mas acaba rapidinho esse limite.”

O presidente perdeu a paciência com um apoiador que já foi várias vezes ao local e tem uma proposta de acabar com o desemprego no Brasil. “Você está todo dia aqui falando que acaba com o desemprego. Se tudo mundo vier aqui e quiser falar comigo, eu vou colocar escrivaninha aqui e receber todo mundo.”

Em sua despedida dos apoiadores, Bolsonaro agradeceu e disse que tinha de resolver pendências deixadas por outras pessoas. “Pessoal, obrigado aí. Preciso voltar a trabalhar hoje. Muitos problemas para resolver que outros fizeram para botar no meu colo. Acabaram com o emprego no Brasil. Tem que trabalhar para recuperar isso aí.”

Agenda

Bolsonaro volta a despachar no Palácio do Planalto a partir desta segunda-feira depois de quase três semanas de isolamento no Palácio da Alvorada para tratamento da covid-19. No sábado (25), ele anunciou pelas redes sociais que testou negativo para a doença.

Na agenda de hoje, o presidente recebe o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, pela manhã, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, à tarde.

Pelos dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Brasil soma 87.004 mortes em decorrência da pandemia de covid-19 e 2.419.091 de infectados.

Fonte: R7