Na reta final, Lira e Baleia se encontram com aliados

Candidatos à presidência da Câmara, cuja eleição ocorre em 1º de fevereiro, participaram de almoço e reunião em Brasília

Em meio à reta final da eleição para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, na próxima segunda-feira (1º), os principais candidatos se encontraram nesta sexta-feira (29) com aliados e bancadas apoiadoras.

Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se encontrou com integrantes do Republicanos. Na sequência, compareceu a almoço promovido pela Frente Parlamentar Evangélica.

O postulante irá se reunir, durante à noite, com parlamentares da bancada da agropecuária, uma das mais numerosas da Casa Legislativa. Segundo a assessoria de imprensa do deputado, a expectativa é que o encontro reúna 130 pessoas.

Patrocinado pelo atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), o candidato Baleia Rossi (MDB-SP) teve reuniões ao longo do dia em Brasília. Nas redes sociais, compartilhou apoio dado pelos deputados federais Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

A campanha do emedebista enfrenta defecções nos últimos dias, inclusive do partido de Maia. Na última quinta-feira (28), o candidato acusou o Palácio do Planalto de interferir na disputa do comando da Casa.

No dia anterior, Bolsonaro informou ter pretensão de ‘influir’ no pleito legislativo. “Vamos, se Deus quiser, participar e influir na presidência da Câmara com esses parlamentares, de movo que possamos ter um relacionamento pacífico e produtivo para o nosso Brasil”, afirmou.

Fonte: R7

Após impeachment, Trump pede ‘fim da violência’ a apoiadores

Após sofrer derrota na Câmara dos Representantes, presidente dos EUA tentou desencorajar novos protestos no país

Após ter seu segundo impeachment aprovado pela Câmara dos Representantes, o presidente Donald Trump publicou, por meio do perfil oficial da Casa Branca no Twitter, um vídeo em que pede o fim de atos violentos por conta do clima político nos EUA. Em cinco minutos de pronunciamento, ele não mencionou a votação.

Uma semana atrás, uma multidão de apoiadores do republicano invadiu o prédio do Capitólio, sede do Congresso dos EUA em Washington, enquanto acontecia uma sessão conjunta para confirmar os votos do Colégio Eleitoral que deram a vitória ao democrata Joe Biden. Trump acabou processado pela Câmara por ter incentivado o protesto durante um comício.

“Peço a todos que já acreditaram no meu governo que diminuam as tensões, acalmem-se e ajudem a promover a paz em nosso país. Há informações de que novas manifestações estão sendo planejadas nos próximos dias, aqui em Washington e pelo país. (…) Todo cidadão merece ser ouvido, mas em paz, sem violência e sem quebrar as leis”, disse Trump no pronunciamento.

O presidente afirmou também que colocou todas as agências de segurança do país e todos os recursos necessários à disposição para ajudar no combate à violência.

Medidas de segurança

No início da semana, o FBI alertou as forças de segurança de todo o país para a possibilidade de novos protestos violentos por parte dos apoiadores do presidente. Segundo a agência, o monitoramento dos extremistas indica que poderia haver novos ataques ao Capitólio e às sedes de legislativos estaduais em todo o país.

A segurança em Washington será reforçada para a posse do democrata Joe Biden, marcada para a próxima quarta-feira (20), com um contingente de 20 mil homens da Guarda Nacional. Nesta terça, muitos soldados já dormiram nos corredores do Congresso.

Além disso, parlamentares republicanos teriam relatados a colegas democratas que poderiam votar contra Trump no impeachment, mas teriam recebidos ameaças contra suas vidas e as de suas famílias.

Fonte: R7

Trump garante ‘transição ordenada’ após Congresso certificar Joe Biden

Em nota, presidente dos EUA disse que chega ao fim o ‘melhor primeiro mandato’ e volta a afirmar que eleição foi fraudada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou publicamente que vai deixar o cargo no dia 20 de janeiro e garantiu, nesta quinta-feira (7), uma “transição ordenada” de poder depois de o Congresso certificar a vitória do novo presidente americano, o democrata Joe Biden. 

“Embora eu discorde totalmente com o resultado da eleição e os fatos me confirmem, mesmo assim haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Trump em um comunicado.

A afirmação de Trump ocorre depois de uma confusão generalizada e a invasão por apoiadores do republicano ao Capitólio, em Washington. O ato resultou em, pelo menos, quatro pessoas mortas – uma mulher foi baleada dentro do local e a polícia não deu detalhes sobre as outras três vítimas. 

“Eu sempre disse que nós continuaríamos lutando para garantir que apenas votos legais fossem contados. Enquanto isso representa o fim do melhor primeiro mandato presidencial na história, é apenas o começo da nossa luta para fazer a América grande de novo”, disse o presidente, reforçando o slogan e as acusações sem provas de que as eleições foram fraudadas.

O democrata Joe Biden assumirá o cargo de presidente dos EUA no dia 21.  

Invasão ao Senado deixa mortos

Na tarde de quarta-feira (6), milhares de apoiadores de Trump invadiram o Senado durante a sessão que certificaria a vitória de Biden, forçando a pausa da cerimônia e o isolamento do local. 

Apoiadores lutaram contra a polícia e roubaram itens que estavam no local. Até o final da noite, foram confirmadas pelo menos 20 prisões, além dos quatro óbitos.

Fonte: R7

Bolsonaro retoma atividades após Covid-19

Presidente ficou quase três semanas com a covid-19, mas retorna às atividades no Planalto depois de teste negativo para o novo coronavírus 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (27), em sua retomada ao trabalho após o teste negativo para a covid-19,  que “acabaram com o emprego no Brasil”.

Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada por volta das 8h30 e conversou com apoiadores antes de ir para o Palácio do Planalto. Quando pessoas tentaram cumprimentar o presidente, ele avisou: “Sem tocar as mãos, eu estou imunizado já, mas evito o contato aí”.

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Bolsonaro avisou que sua segunda-feira após o tratamento para a covid-19 será de reuniões. “Hoje eu tenho um despacho com Paulo Guedes. Vou passar para ele esse negócio do Pronampe. Existe um limite, tantas bilhões para cada banco. Mas acaba rapidinho esse limite.”

O presidente perdeu a paciência com um apoiador que já foi várias vezes ao local e tem uma proposta de acabar com o desemprego no Brasil. “Você está todo dia aqui falando que acaba com o desemprego. Se tudo mundo vier aqui e quiser falar comigo, eu vou colocar escrivaninha aqui e receber todo mundo.”

Em sua despedida dos apoiadores, Bolsonaro agradeceu e disse que tinha de resolver pendências deixadas por outras pessoas. “Pessoal, obrigado aí. Preciso voltar a trabalhar hoje. Muitos problemas para resolver que outros fizeram para botar no meu colo. Acabaram com o emprego no Brasil. Tem que trabalhar para recuperar isso aí.”

Agenda

Bolsonaro volta a despachar no Palácio do Planalto a partir desta segunda-feira depois de quase três semanas de isolamento no Palácio da Alvorada para tratamento da covid-19. No sábado (25), ele anunciou pelas redes sociais que testou negativo para a doença.

Na agenda de hoje, o presidente recebe o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, pela manhã, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, à tarde.

Pelos dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Brasil soma 87.004 mortes em decorrência da pandemia de covid-19 e 2.419.091 de infectados.

Fonte: R7

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