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Após prejudicar Porto Velho, diretor-geral do DER faz politicagem ao anunciar asfalto em campanha de aliado, (veja o vídeo)

Elias Rezende mandou retirar a máquina que asfaltava ruas na zona sul da capital

Após mandar retirar a máquina pavimentadora que asfaltava ruas na zona leste de Porto Velho, o diretor-geral do DER, Elias Rezende, aparece no vídeo do candidato a prefeito de Vale do Anari, Afonso Freitas, fazendo politicagem. No Facebook, o candidato diz que 100% das ruas da cidade será asfaltada “com o governo do nosso lado”.

Após evitar contato com a imprensa na última segunda-feira (5), o diretor-geral do DER admitiu através de duas assessoras que mandou retirar a máquina que asfaltava ruas na zona sul. Elias Rezende passou por cima do Ministério Público e do Judiciário, fazendo justiça com as próprias mãos, supostamente incorrendo em crime ao se apoderar do equipamento, que estava sob a guarda da prefeitura.

Elias Rezende, aparece no vídeo do candidato a prefeito de Vale do Anari

Aparentemente ele evitou contato com os jornalistas para não ter que explicar se estava tentando prejudicar a prefeitura para alavancar o candidato do governo na capital. No vídeo postado no Facebook, no entanto, fica claro que a estrutura do DER está sendo utilizada para politicagem, em Vale do Anari, em plena campanha eleitoral. Em Porto Velho, o prefeito não é aliado de Elias Rezende.

O diretor do DER é considerado por muitos um alienígena em Porto Velho, por isso teria concordado em prejudicar os moradores da zona sul. Ele é de Vale do Anari, onde o vídeo foi gravado, e demonstrou claramente seu interesse em eleger um aliado naquele município.

O nome do governador Marcos Rocha é citado no vídeo. O governador é de Porto Velho, mas não impediu que moradores da capital fossem prejudicados durante a campanha eleitoral. Na zona sul, o comentário geral é que se a prefeitura continuasse asfaltando ruas o candidato do governador seria prejudicado.

Enquanto isso, em Ariquemes o candidato do governo está com a campanha a todo vapor, e a prefeitura utiliza a usina de asfalto do DER. Elias Rezende não tentou tirar a usina daquele município. Lá, o candidato é aliado.

Veja o Vídeo:

da redação/CN

Após falar com Deus, Tiziu lança como vice empresária com patrimônio de R$ 9,5 mil

Não se sabe ao certo se foi Tiziu ou Cassol quem falou com Deus

Alguns acreditam e outros não, mas o fato é que em Ariquemes Tiziu Jidalias (Solidariedade) alegou que Deus lhe disse que seu candidato a vice deveria ser Marlei Mezzomo (PP), prima de dona Ivone Mezzomo Cassol. Tiziu não calculou que, com isso, teria que enfrentar a presidente da Câmara de Vereadores, Carla Redano (Patriotas).

Carla Redano, forte liderança em Ariquemes, deveria ser a candidata a vice de Tiziu, até que Deus, segundo alega Tiziu, resolveu meter o bedelho no processo eleitoral em Ariquemes. Aparentemente ela não acreditou que o criador fosse se importar com eleições municipais e se sentiu enganada, por isso resolveu concorrer também.

Aliados de Carla Redano explicaram ao Correio de Notícia que não ficou claro se foi o próprio Tiziu que falou com Deus ou se o criador conversou com Ivo Cassol. O caso é que a prima de Cassol foi colocada para disputar a eleição como vice de Jidalias.

O candidato Tiziu já explicou a razão de Deus ter indicado Marlei Mezzomo para ser candidata a vice, em sua chapa. Ela, segundo Jidalias, é uma excelente empresária por isso pode colaborar muito com o município.

Pode ser que Tiziu tenha alguma dificuldade para convencer o eleitorado dos planos do criador, porque apesar de a família Mezzomo ter em Ariquemes a empresa Marsel – Móveis e Decorações e a Madeireira Mezzomo, o patrimônio da vice Marlei é de apenas R$ 9.541,21, conforme ela mesma alegou. Uma mesa vendida pela loja dos Mezzomo custa quase metade disso.

Com duas empresas dessas e contando com um patrimônio pequeno, o comentário é que talvez Deus tenha se enganado na indicação. Ou, talvez, Tiziu e Cassol não tenham entendido direito o que Deus disse.

Redação/CN

Após recomendação do MPF, prefeitura vai criar comissão para mudar nome de bairro e ruas de Porto Velho (RO)

Costa e Silva, Presidente Médici e Castelo Branco estão entre nomes que fazem referência a pessoas responsáveis por crimes cometidos na ditadura

A Prefeitura de Porto Velho (RO) acatou a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) e vai instituir comissão técnica para promover a mudança de nome do Bairro Costa e Silva. Nomes de locais públicos da capital que façam referência a pessoas apontadas no relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) como responsáveis pelos crimes cometidos durante a ditadura militar (1964 a 1985) também serão revistos.

A recomendação se deve ao fato da existência de mais de 700 logradouros no Brasil que homenageavam ex-presidentes militares, culpados por violação de direitos humanos: homicídios, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres, estupros, entre outros, conforme a CNV. Atos de tortura eram realizados diariamente em quartéis, delegacias e no interior de presídios, conhecidos como “reformatórios”.

No documento, o procurador da República Raphael Bevilaqua questionou incoerências em relação ao nome do bairro. De acordo com as respostas enviadas pela Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur), a nomenclatura do bairro Costa e Silva foi atribuída pela Lei Municipal 840, de 10 de outubro de 1989, “porém a lei não trata da origem do nome, o que faz com que não se possa afirmar que de fato houve a homenagem do nome Costa e Silva”, destaca o procurador.

Outra inconsistência apontada na recomendação pelo MPF se encontra no livro Os Bairros na História de Porto Velho, da professora e pesquisadora Yêdda Pinheiro Borzacov. No livro, ela menciona que o nome do bairro é uma homenagem ao ex-presidente Arthur da Costa e Silva e que antes o bairro tinha o nome de Conquista.

A alteração de nomes de bens públicos que homenageiam ditadores é uma das medidas a serem adotadas no âmbito da Justiça, sendo importante a reparação simbólica às vítimas, como também a promoção da memória e ainda a garantia da não repetição.

Ditadura militar – Por meio da Lei 12.528, de 2011, criou-se a Comissão Nacional da Verdade para apurar graves violações a direitos humanos. A CNV, com o poder atribuído pelo Congresso Nacional, reconheceu em seu relatório final a prática de graves violações aos direitos humanos entre 1946 e 1988 pelo Estado brasileiro, apresentando o caráter autoritário dos governos impostos, e se referindo a 31 de março de 1964 como dia do golpe contra a democracia.

Um ano após a criação da lei, a CNV apresentou o relatório final, contendo 29 recomendações de ações, medidas institucionais e iniciativas de reformulação normativa. Entre as 29 recomendações, a 28ª determina a “promoção da alteração da denominação de logradouros, vias de transporte, edifícios e instituições públicas de qualquer natureza, sejam federais, estaduais ou municipais”.

Recomendações são instrumentos do Ministério Público que servem para alertar agentes públicos sobre a necessidade de providências a fim de resolver uma situação irregular ou que possa levar a alguma irregularidade. O não acatamento infundado de uma recomendação, ou a insuficiência dos fundamentos apresentados para não acatá-la total ou parcialmente, pode levar o Ministério Público a adotar medidas judiciais cabíveis.

Íntegra da recomendação

[Íntegra da resposta da prefeitura]Íntegra da resposta da prefeitura

Fonte: Assessoria

Barroso “despiora” o discurso e recua após a ADIn da AGU

O processo construído pela equipe do governo é fantástico e não deve ter sido criado em dois dias!

Depois de chamar de bandidos os cidadãos comuns que emitem opinião política, Barroso “despiora” o discurso e diz que o judiciário não têm capacidade de decidir sobre o inquérito das Fake News.

Quando Jair Bolsonaro jogou a ação para o próprio STF analisar (embora muitos direitistas tenham achado ineficiente e tenham pela enésima vez pedido a intervenção militar), ele impôs aos ministros uma decisão difícil pela frente…

Jair não pediu para que as contas voltassem aos seus donos, nem defendeu os nomes dos envolvidos, ele “apenas” pediu para o STF nos explicar aquele artigo da Constituição que assegura a “liberdade de expressão”.

Agora é o seguinte: ou assumem que a corte agiu CONTRA A CONSTITUIÇÃO mandando excluir meios de comunicação e até prender jornalistas por simples incompatibilidade política, ou terão que dar a cabeça do Alexandre de Moraes, que tomou à frente do inquérito sigiloso.

O fato é que uma das REGRAS da CONSTITUIÇÃO foi quebrada nesse caso e mesmo com todas as palavras difíceis que os senhores ministros falam, possivelmente não encontrarão uma meia dúzia delas que justifique calar pessoas que pensam diferente do sistema e que são apenas a caixa de ressonância de MILHÕES DE BRASILEIROS.

O processo construído pela equipe do governo é fantástico e não deve ter sido criado em dois dias. Parabéns aos juristas!

Tenhamos paciência diante dos absurdos da próxima vez…

*Por Raquel Brugnera

*Raquel é Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá – RJ