Polícia apreende drogas em boca de fumo no bairro Aponiã em Porto Velho

Local era conhecido como “Beco da Maconha”. Dois homens foram presos.

Uma ação foi realizada nesta quinta-feira (29) pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil em um local conhecido como “Beco da Maconha”, no bairro Aponiã em Porto Velho. Dois homens, de 18 e 24 anos, foram presos e drogas, assim como objetos utilizados para a comercialização dos entorpecentes, foram apreendidos. 

Segundo a polícia, moradores haviam relatado grande fluxo de usuários no local. Poucos dias antes, duas mulheres responsáveis pelo tráfico na região haviam sido presas com cocaína e maconha. Depois da prisão das duas, alguns homens assumiram o ponto de venda de drogas.

Após investigações, um mandado de busca e apreensão foi cumprido na tarde desta quinta (29) no endereço indicado como o local utilizado para a venda dos entorpecentes. Na residência foram encontrados pacotes de cocaína de maconha, assim como usuários que haviam acabado de comprar as drogas.

O homem que comandava a boca de fumo e o irmão, que auxiliava nas vendas, foram presos em flagrante. Drogas, dinheiro, objetos utilizados para o comércio dos entorpecentes além de um aparelho de som foram apreendidos.

Ainda conforme a polícia, a casa era preparada para a venda dos entorpecentes, com a presença de balança de precisão, uma varada onde os usuários esperavam para ser atendidos e o portão que era fechado com PVC, deixando apenas um pequeno espaço para facilitar a entrega das drogas.

Fonte: Assessoria

Polícia Civil descobre local de jogos de azar e apreende caça-níqueis e dinheiro em espécie e demais objetos em Porto Velho

A ação faz parte da operação Ludomania deflagrada na terça-feira (27). Um homem também foi preso por porte ilegal de arma.

A 7ª Delegacia da Polícia Civil, deflagrou na terça-feira (27), a operação Ludomania, que apreendeu dezenas de máquinas caça-níqueis dentro de uma casa de jogos de azar, em Porto Velho.

Segundo Polícia Civil, os policiais identificaram quatro pontos de exploração de jogos de azar e de crimes contra a economia popular.

“Os idosos e pessoas vulneráveis eram o maior público das casas. A ‘fezinha’ semanal dava prejuízos financeiros incalculáveis aos apostadores”, diz a polícia.

Dinheiro e objeto foram apreendidos pela polícia em Porto Velho — Foto: PC-RO/Reprodução
Dinheiro e objeto foram apreendidos pela polícia em Porto Velho

Em um dos imóveis, os agentes apreenderam dezenas de máquinas caça-níqueis, dinheiro em espécie e demais objetos usados para fazer apostas de jogos. A polícia apurou que todas as máquinas eram programadas por um sistema operacional para enganar os “clientes”.

Também foram apreendidas duas armas, sendo uma pistola e uma espingarda calibre 12, além de dezenas de munições e máquinas de cartão de crédito.

Segundo a Polícia Civil, um homem acabou preso em flagrante por por ilegal de arma.

O delegado Victor de Santana Menezes, que conduz a operação, informou que o inquérito policial já identificou os responsáveis pela ação criminosa.

O nome da operação faz referência ao nome da doença que atinge as pessoas viciadas em jogos de azar por dinheiro.

“Desta forma, a compulsão obsessiva tornava os clientes incapazes de controlar seus estímulos, querendo sempre jogar mais”, afirma a Polícia Civil.

Fonte: G1/RO

Ação conjunta da PRF e Receita apreendem videogames, e até perfumes falsificados em caminhão baú

De acordo com os agentes, as mercadorias tinham como destino São Paulo. Todas as mercadorias apreendidas foram encaminhadas para a sede da Receita Federal.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Porto Velho, na quarta-feira (21), em operação conjunta com a Receita Federal do Brasil (RFB), realizou a maior apreensão de produtos relacionados a games e jogos dentro do Estado. Uma carga de perfumes falsificados também foi apreendida. O caminhão baú que transportava a carga foi abordado, onde os órgãos, conjuntamente, flagraram o transporte de 120 videogames da marca Xbox, além de 358 controles para o videogame.

Segundo o motorista do veículo, a mercadoria estava sendo transportada de Manaus (AM), com destino a São Paulo (SP). Segundo a PRF, a carga toda é avaliada, pelos principais sites motores de busca da internet, num montante que ultrapassa o valor de R$ 500 mil. Ainda durante as fiscalizações, os policiais apreenderam uma carga de perfume falsificada. No total, foram apreendidos 1.856 frascos que tentavam imitar marcas famosas internacionalmente. Segundo o motorista que realizava o transporte, a mercadoria vinha de São Paulo (SP) com destino a Porto Velho. Todas as mercadorias apreendidas foram encaminhadas para a sede da Receita Federal.

Fonte: Rondônia Agora

PRF apreende carregamento de mercúrio e drogas vindo de Guajará-Mirim

Segundo os agentes da polícia, suspeitos lucrariam R$ 30 mil com carregamento de mercúrio até a capital.

Cerca de 5 quilos de cocaína e mais de 38 quilos de mercúrio foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na última terça-feira (13) na BR-364. Os produtos estavam sendo levados de Guajará-Mirim (RO) a Porto Velho.

Segundo a PRF, durante fiscalização próximo ao Km 173, um ônibus foi abordado e no interior foi encontrada uma mala onde eram transportados diversos pacotes de cocaína, somando cerca de 5 quilos da droga.

Os policiais não conseguiram identificar o responsável pelo transporte das drogas e apenas apreenderam o entorpecente e o encaminharam à Polícia Civil.

Na mesma abordagem, foram apreendidos 38 quilos de mercúrio provenientes da Bolívia, que estavam sendo levados para Porto Velho. Os homens que estavam com o carregamento de mercúrio disseram que ganhariam R$ 30 mil para levar o produto até a capital. Eles foram conduzidos à Polícia Federal.

Fonte: G1/RO

Força Nacional apreende 1,4 tonelada de drogas no Amazonas

Em 30 dias de atuação, mais de 180 pessoas foram presas no estado

A Força Nacional de Segurança Pública apreendeu cerca de 1,4 tonelada de drogas e prendeu mais de 180 pessoas em 30 dias de atuação no estado do Amazonas.

Vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Força Nacional foi acionada para combater a onda de violência ocorrida no início de junho no estado.

De acordo com balanço divulgado pelo próprio ministério, além das prisões, que incluíram foragidos da Justiça, e apreensões de drogas, foram cumpridos 72 mandados de prisão preventiva. Foram ainda a abordadas cerca de 20 mil pessoas e 10 mil veículos, entre carros, motocicletas e ônibus.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, disse que o resultado da operação foi positivo e destacou a atuação da Força Nacional em um trabalho integrado entre com as demais forças de segurança.

Composta por policiais militares, civis, bombeiros militares e peritos dos estados e do Distrito Federal,a Força Nacional de Segurança Pública atua na preservação da ordem pública, na segurança das pessoas e do patrimônio e também em calamidades.

Além do governo federal, a operação contou com o apoio logístico do governo amazonense.

Fonte: Nádia Franco A/B

PF: Nova etapa da Operação Escavadores é deflagrada nos municípios de Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão D’Oeste

Durante ação agentes aprenderam pedras de diamantes na casa de um dos investigados.

A Polícia Federal (PF), deflagrou nesta sexta-feira (9), a segunda fase da Operação Escavadores 2. Na ação agentes apreenderam duas pedras de diamantes na casa de um homem na cidade de Cacoal (RO). Segundo a polícia, esse suspeito é investigado por extração ilegal de terras indígenas no estado.

Os alvos da operação são os municípios de Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão D’Oeste, todas em Rondônia. Os nomes dos investigados não foram divulgados. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão.

A operação tem como objetivo desarticular um grupo criminoso especializado no comércio de diamantes.

Em Cacoal, foram encontradas duas pedras de diamantes na casa de um dos integrantes da quadrilha. Por estar em posse das pedras, o homem recebeu voz de prisão e então detido em flagrante por crime contra o patrimônio.

Também foram apreendidos documentos e outros materiais que devem ajudar os policiais federares a seguirem com a investigação.

A pena pela prisão do suspeito, pela usurpação dos diamantes, pode chegar a 5 anos de detenção em caso de condenação.

A operação faz parte de uma ação da PF para combater o comércio e extração ilegal de diamantes. Na semana passada foi dado cumprimento de prisão preventiva de dois integrantes de outro grupo criminoso.

Fonte: Assessoria

CPI da Covid: Carlos Wizard não comparece, e Comissão pede apreensão de passaporte

Bilionário fundador de escola de idiomas informou estar nos EUA, e presidente da comissão solicitará à Justiça sua condução coercitiva

O empresário Carlos Wizard não compareceu à sessão da CPI da Covid desta quinta-feira (17), no Senado, para a qual havia sido convocado. A sessão foi encerrada sem depoimentos por conta da votação da MP da Eletrobrás.

Irritado com a ausência do bilionário, fundador da escola de idiomas e controlador da holding Sforza, o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-MA), afirmou que enviará um ofício à Justiça para que requisite a uma autoridade policial a apresentação da testemunha de forma coercitiva e a apreensão do seu passaporte pela Polícia Federal, assim que o empresário entrar no Brasil.

“[…] E somente seja devolvido após prestação de depoimento perante essa comissão de inquérito”, disse o senador.

A comissão investiga se Wizard integrava um suposto gabinete paralelo para aconselhamento do presidente Jair Bolsonaro e decisões relativas à covid-19. O grupo teria promovido a adoção de remédios sem eficácia contra a doença, entre outras coisas.

Wizard informou à comissão estar nos Estados Unidos. Ele tentou junto à CPI e ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma decisão para que pudesse depor de forma virtual, mas obteve da Corte apenas o direito de permanecer em silêncio no depoimento.

Fonte: R7

Homem de 58 anos é preso por tráfico de mercúrio em Guajará-mirim

A carga de 30 quilos apreendida chegaria a R$ 100 mil.

Agentes do Departamento de Narcóticos (Denarc), prenderam em flagrante um homem de 58 anos por contrabandear 30 kg de mercúrio em Guajará-mirim (RO). A ação foi durante a Operação Narco Brasil, na madrugada desta quarta-feira (16).

Em uma abordagem de rotina a uma caminhonete, os policiais do Departamento de Narcóticos (Denarc) constataram que um homem de 58 anos estava contrabandeando 30 kg de mercúrio. A substância seria entregue a garimpeiros da capital Porto Velho.

“Com essa apreensão, os policiais evitaram que todo esse material altamente poluente fosse despejado no Rio Madeira”, pontuou um policial.

Segundo Polícia Civil, o contrabando de mercúrio configura crime ambiental, pois a fabricação e importação desse produto é controlado pelo Ministério do Meio Ambiente e estava sendo transportado de forma ilegal.

Em média, no mercado clandestino, o quilo do produto custa R$ 3 mil reais. A carga de 30 quilos apreendida chegaria a R$ 100 mil.

Fonte: G1/RO

Produtor de queijos premiados é algemado após reagir à apreensão do produto (veja o vídeo)

O motivo da prisão foi por ter reagido à apreensão de cerca de R$ 3 mil reais em produtos feitos pela esposa

Um vídeo gravado por populares, na última quinta-feira (10), mostra o momento em que um produtor rural do município de Caçador, no interior de Santa Catarina, é algemado pela polícia militar, enquanto dizia a frase “algema o agricultor … eu sou ladrão”.

O senhor no vídeo é o produtor de queijos artesanais, Luiz Petrykowski, de 63 anos, que participava da tradicional Feira do Produtor Rural do município.

Conhecido na cidade, ele é figura constante na feira, onde tem uma grande freguesia, e o motivo da prisão foi por ter reagido à apreensão de cerca de R$ 3 mil reais em produtos feitos pela esposa, durante uma inspeção municipal.

O produtor explicou mais tarde, já mais tranquilo, que ficou realmente muito nervoso e que não se conformava com o recolhimento dos queijos, devido à falta de um selo exigido pelas autoridades de vigilância sanitária, e que tudo poderia ter sido contornado, pois seus produtos eram reconhecidos, bem como todo o processo de produção, dentro dos padrões de higiene e protocolos exigidos.

Os queijos, de Luiz Petrykowsky e da esposa, aliás, são conhecidos em muitas partes do Brasil e colecionam alguns prêmios.

“Nós não somos indústria, somos produtores artesanais e se os órgãos competentes não possuem uma pessoa com formação adequada para promover esta fiscalização, que o façam, pois não podemos continuar sendo tratados desta forma. As autoridades e órgãos competentes precisam achar uma solução para nos ajudar e não olhar somente pela indústria”, explicou Petrykowski, cobrando ainda que se valorize ainda mais a produção rural das famílias no campo, pois é a forma que encontram para se sustentar.

O caso chamou a atenção do deputado estadual Valdir Cobalchini, que se manifestou em sua página de Facebook, lamentando o ocorrido.

“Como agente público, entendo o importante papel da Vigilância Sanitária na garantia da higiene e qualidade de produtos alimentícios. Por outro lado, venho de família de agricultores. E ainda hoje mantenho meu sítio. E como caçadorense, conheço a qualidade dos produtos feitos pelos nossos agricultores. Vou além: o bom senso deve imperar sempre. Não podemos tratar trabalhadores, cidadãos de bem, como se fossem bandidos”.

A união dos fatos, com as cenas da prisão, a fala do produtor rural e ainda a análise do deputado, que representa os interesses da população, fazendo a ponte com o poder público, mostram uma realidade que ocorre em todo o país e não apenas em pequenos municípios, e que precisa ser analisada por diversos prismas.

A polícia militar, no vídeo, aparentemente não age com violência e apenas cumpre o seu papel de conduzir alguém que desacatou autoridade pública, mas talvez, considerando o fato de se tratar de um senhor, trabalhador, conhecido no local, poderia ser mais tranquila e sem a utilização de algemas (ressaltando que não sabemos exatamente qual era o grau de “irritação” do Sr. Petrykowski).

Do ponto de vista do produtor rural, por não ser um novato na produção de queijos, a ponto de ter seu produto conhecido e premiado nacionalmente, por mais humilde que possa ser, talvez pudesse ter mais interesse em buscar saber sobre as minúcias da lei, considerando que vive em um país carregado de burocracias e entraves para qualquer tipo de produção e comércio que não sejam os tradicionais.

E por outro lado, o poder público, no caso o órgão de fiscalização, talvez esteja cometendo falhas ao não prestar um serviço adequado de esclarecimento aos produtores rurais, pois bastaria a visita com alguma frequência ao local de produção ou mesmo à comunidade onde esses produtores vivem, para “passar a régua nas regras” e garantir que todos estejam dentro das exigências que mudam de tempos em tempos.

Cabe, finalmente, ao deputado, ao vereador, ao representante eleito, cobrar que todos dialoguem para buscar as soluções para que cenas como esta, da prisão do produtor de queijos, honesto e trabalhador não se repita e principalmente para que o campo produza mais e com maior segurança jurídica.

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

PRF apreende maior carga de madeira irregular em RO

Quase 500 m³ de madeira irregular foram flagrados em operação. 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas.

Maior parte da carga seria comercializada no sudeste do país

Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em rodovias de Rondônia, apreendeu 464 m³ de madeira ilegal em três dias de fiscalizações. Segundo balanço da corporação divulgada nesta sexta-feira (11), esta foi a maior apreensão de madeira irregular feita pela PRF no estado.

A operação foi realizada em pontos da BR-364 para combater o transporte irregular de madeira, já que, conforme os agentes, a rodovia é a principal rota das madeireiras no estado.

Entre as espécies apreendidas estavam castanheiras, mognos, seringueiras e aroeiras. De acordo com a PRF, por lei, essas espécies apreendidas não podem ser extraídas ou comercializadas no Brasil. A suspeita é que a maior parte da carga seria vendida no sudeste do país.

“O sudeste do Brasil já teve sua exploração [de madeira] em quase sua totalidade. O estado de Rondônia, além de ter uma quantidade muito grande de madeira, se agrega o valor ao chegar ao sudeste, onde já estão quase extintas essas madeiras”, explicou o agente da PRF Jussigle Rodrigues.

De acordo com o consultor florestal Adilson Pepino, as apreensões de 464 m³ de madeira demonstram o avanço do desmatamento no estado.

TODO DESMATAMENTO POR SI SÓ JÁ GERA IMPACTOS IRREVERSÍVEIS, TANTO NO ÂMBITO AMBIENTAL, SOCIAL E ECONÔMICO. NA AMAZÔNIA NÓS PRECISAMOS CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO, OS PRODUTORES E A SOCIEDADE EM GERAL SOBRE ESSES IMPACTO, PRECISAMOS RETRAIR ESSE DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA”, FALOU.

Segundo a PRF, 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas durante a operação. Todos assinaram termos de responsabilidade e se condenados, podem pagar multas de até R$ 30 mil.

As madeiras apreendidas foram guardadas no pátio da corporação até a justiça decidir qual o destino delas.

Análise da madeira

Na tentativa de driblar a polícia, as empresas que fazem a extração e comercialização das madeiras, misturam as espécies proibidas com outros tipos que são permitidos.

Por isso, 25 policiais, que atuaram na operação, passaram por treinamentos para saber como identificar a mistura. Dessa forma, cada carregamento foi devidamente averiguado pelos agentes.

“O TRABALHO É FEITO IDENTIFICANDO A MADEIRA SERRADA NA PARTE DA CARGA DO VEÍCULO, TIRADA UMA AMOSTRA PARA SER ANALISADA COM UMA LUPA DE AMENTO PELO SERVIDOR DA PRF, IDENTIFICANDO AS CARACTERÍSTICAS DA MADEIRA”, EXPLICOU O AGENTE DA PRF ANDERSON IDALGO.

Fonte: Rede Amazônica

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