Nova remessa de vacinas CoronaVac e AstraZeneca chegam em Rondônia

Deste total, 16.4 mil doses são da CoronaVac e 23.750 da AstraZeneca.

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) recebeu na madrugada deste sábado (17) mais 40.150 mil doses de vacinas contra a covid-19. Esta é a 13ª remessa de imunizantes enviada pelo Governo Federal a Rondônia. Deste total, 16.4 mil doses são da CoronaVac e 23.750 da AstraZeneca.

Segundo relatório da Agevisa, com a chegada da nova remessa de vacinas, rondonienses a partir dos 60 anos já poderão receber os imunizantes, contudo, continuam as vacinações de integrantes da linha de frente da Saúde, bem como de profissionais das forças de segurança (tanto estaduais quanto federais).

A tarefa do Poder Executivo é receber os imunizantes e encaminhá-los às Regionais de saúde instaladas  nos municípios polos. As prefeituras recebem o material se encarregam das vacinaçoes. O diretor-executivo da Agevisa, Edilson Silva, relatou que o lote recebido da União será reorganizado de modo que cada Regional de saúde receba a quantidade necessária para imunização dos beneficiados. “Serão destinadas para Ji-Paraná 9.4 mil doses; 4.425 mil para Cacoal; 3.785 mil para Vilhena; 6.010 mil para Ariquemes; 4.555 mil para Rolim de Moura e 11.975 mil para Porto Velho”, detalha.

O coordenador de imunização da Agevisa, Ivo Barbosa, explicou que com este último lote, Rondônia recebeu 333.108 mil doses de vacinas contra a covid-19. Ainda segundo cálculos do coordenador, para vacinar toda a população, o Estado vai precisar de mais 1,4 milhão de doses.

O Governo de Rondônia comprou diretamente da Rússia um milhão de doses da Sputnik V. O processo de compra aconteceu em conjunto com mais 11 estados brasileiros. Agora cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o pedido de importação excepcional dos imunizantes. O Supremo Tribunal Federal (STF) deu um prazo de 30 dias para que a Anvisa emita as autorizações necessárias para a chegada destas vacinas.

Fonte; Secom-RO

Vacinas: Agevisa garante distribuição de lotes para regionais da Saúde em RO

De acordo com a Agência Estadual de Vigilância, no total foram recebidos 265.008 doses do MS, entre AstraZeneca e CoronaVac.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), ao receber do Ministério da Saúde (MS) as vacinas para imunizar a população do Estado, faz a distribuição de todas as doses aos municípios e os dados são lançados no Painel Covid-19, sistema desenvolvido pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e atualizado com informações repassadas pelos municípios, acerca da aplicação das doses na população e detalhamento de dados relacionados à covid-19.

Até o momento, o Rondônia recebeu 265.008 doses do MS, entre AstraZeneca e CoronaVac, prevendo a vacinação do público do segundo grupo prioritário, que está em vigor, conforme preconiza o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a covid-19 (PNO/MS). O mesmo quantitativo recebido foi distribuído em Rondônia e pode ser conferido no campo vacinômetro/vacinas distribuídas, do Painel Covid-19.

As vacinas recebidas no Estado são automaticamente entregues nas Regionais de Saúde, no prazo de 24 horas, e diante da urgência da situação pandêmica, no mesmo dia em que os imunizantes chegam nas Regionais são recepcionados por representantes dos municípios, que levam as vacinas imediatamente para serem aplicadas nas pessoas previstas no Plano Municipal de Vacinação, de cada localidade.

TRANSPARÊNCIA

Como reforço de informação, a Agevisa disponibiliza, também, a Tabela de Distribuição das Vacinas, que demonstra a quantidade de vacinas recebidas e distribuídas em Rondônia. Ana Flora Gerhardt, diretora-geral da Agevisa, lembra que além de ser evidenciada a transparência no sistema Painel Covid-19, do Governo de Rondônia, os dados são repassados à imprensa no ato do recebimento das doses e dessa forma, todas as informações acerca do recebimento e distribuição dos imunizantes são esclarecidas à população do Estado.

No entanto, essa semana foi identificado um problema técnico no Painel Covid-19, que impedia o lançamento do último lote de vacinas, recebido no dia 1º de abril, do Ministério da Saúde, no campo “Distribuídas” em Rondônia. “A diferença era de quase 52 mil vacinas, mas identificamos essa intercorrência e corrigimos, e para tirar todas as dúvidas, além de enviar o link do Painel Covid-19, enviamos também a Tabela com o registro de entrada e saída de todos lotes de vacinas recebidas em Rondônia, como prova de que não há nenhuma dose retida em poder do Estado”, enfatiza Ana Flora.

Ressalta-se que a atribuição do Governo de Rondônia é receber os imunizantes do Ministério da Saúde e distribuir para os 52 municípios rondonienses, por isso não há doses armazenadas, sendo de competência das prefeituras a aplicação das vacinas.

As Regionais de Saúde do Estado estão distribuídas nos seguintes municípios: Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena. Além disso, as vacinas também são entregues diretamente pela Agevisa nos municípios de Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Nova Mamoré e Guajará-Mirim.

Fonte: Agevisa

Brasil receberá insumos para fazer 32 mi de doses da vacina de Oxford

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores, disse na Câmara que carga chegará em 3 voos da China até sexta-feira (26)

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou nesta quarta-feira (24) na Comissão de Relações Exteriores da Câmara que o Brasil vai receber três voos, entre hoje (24) e sexta-feira (26), com matéria-prima para fabricar 32 milhões de doses da vacina contra a covid-19 de Oxford, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e fabricada no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

“Posso começar com um bom anúncio. A partir de hoje, amanhã e sexta-feira, em três voos diferentes e provenientes da China, chegará uma nova quantidade de IFA [matéria-prima] para a produção da vacina AstraZeneca no Brasil. Nesses três voos, serão recebidos 1.024 litros do IFA, que são suficientes para a produção de 32 milhões de doses da vacina AstraZeneca pela Fiocruz”, iniciou.

Araújo destacou também que a Fiocruz, a partir do segundo semestre deste ano, será autossuficiente na produção de imunizantes.

Fonte: R7

Novo estudo mostra que vacina da AstraZeneca é segura e eficaz

Estudo envolveu 32 mil voluntários no Chile, Peru e nos Estados Unidos

A vacina contra a covid-19 que a AstraZeneca desenvolveu com a Universidade de Oxford se mostrou 79% eficaz na prevenção de doenças sintomáticas em um grande teste no Chile, no Peru e nos Estados Unidos, informou a empresa nesta segunda-feira (22), o que abre caminho para um pedido de aprovação de uso do imunizante nos EUA.

A Covishield também se mostrou 100% eficaz contra complicações graves ou críticas e hospitalizações e se mostrou segura, disseram os parceiros ainda nesta segunda-feira, ao divulgar os resultados do estudo de estágio avançado em humanos com mais de 32 mil voluntários de todas as faixas etárias.

Os dados darão credibilidade à vacina britânica, depois de estudos de estágio avançado anteriores terem provocado dúvidas sobre a robustez dos dados.

Eles também ajudarão a apaziguar temores de segurança que levaram à suspensão do uso da Covishield na União Europeia depois de um número pequeno de relatos de coágulos sanguíneos raros em pessoas que receberam a vacina.

Depois de interromperem brevemente sua aplicação, muitos países europeus retomaram o uso da vacina em seus programas de inoculação depois que uma agência reguladora regional disse que ela é segura, e vários outros países também estão adotando o imunizante para aumentar a confiança.

Coágulos

Já a AstraZeneca disse que um comitê de segurança independente realizou uma análise específica dos coágulos sanguíneos no teste norte-americano, além de trombose venosa cerebral (TVC), que é um coágulo sanguíneo raro no cérebro, com ajuda de um neurologista independente.

A empresa, listada na bolsa de Londres, disse que o comitê não encontrou “nenhum risco adicional de trombose ou de acontecimentos caracterizados por trombose entre os 21.583 participantes que receberam ao menos uma dose da vacina. A procura específica por TVC não encontrou nenhum acontecimento neste teste”.

“ESTES RESULTADOS SÃO UMA ÓTIMA NOTÍCIA, JÁ QUE MOSTRAM A EFICÁCIA NOTÁVEL DA VACINA EM UMA NOVA POPULAÇÃO E SÃO CONDIZENTES COM OS RESULTADOS DOS TESTES LIDERADOS PELA OXFORD”, DISSE ANDREW POLLARD, QUE ADMINISTRA O GRUPO DE VACINAS DE OXFORD.

FDA

A AstraZeneca disse que está se preparando para submeter os dados do estudo à Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) e para o lançamento do imunizante nos EUA, caso obtenha uma autorização de uso emergencial.

Sarah Gilbert, professora da Universidade de Oxford, disse à rádio BBC que o trabalho de preparação do pedido tomará algumas semanas.

A medição de eficácia ficou acima de uma taxa de cerca de 60%, citada pela agência reguladora da União Europeia em sua recomendação de dezembro.

Fonte: Agência Brasil

OMS reitera que uso da vacina de Oxford não deve ser interrompido

Segundo organização, benefícios do imunizante superam de longe os riscos e sua aplicação deve prosseguir para salvar vidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reiterou nesta quinta-feira (18) o pedido pela continuidade do uso da vacina de Oxford contra a covid-19, poucas horas antes da divulgação de um aguardado relatório sobre o tema da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e na véspera da publicação de seu informe.

O Comitê Consultivo Mundial sobre Segurança das Vacinas (GACVS) da OMS, por sua vez, publicará na sexta-feira (19) as conclusões de sua avaliação sobre a segurança do imunizante, informou a agência da ONU. Casos de trombose registrados recentemente na Europa levantam a suspeita de uma possível relação entre o medicamento e a formação de coágulos sanguíneos.

Atualmente, “os benefícios da vacina de Oxford superam de longe os riscos e seu uso deve prosseguir para salvar vidas”, afirmou o diretor da unidade europeia da OMS, Hans Kluge. “Nas campanhas de vacinação, apontar potenciais efeitos colaterais é algo rotineiro. Isto não quer dizer necessariamente que os efeitos estão vinculados com a vacinação”, completou.

A OMS pediu reiteradamente nos últimos dias a continuidade do uso do imunizante contra a covid-19. “No momento, não sabemos se alguns ou todos os casos foram provocados pelo imunizante ou por outros fatores. A OMS avalia os últimos dados e, uma vez encerrada esta avaliação, os resultados serão publicados”, disse o diretor.

Fonte: R7

Prefeitos negociam compra de 500 mil doses da vacina AstraZeneca em RO

Porto Velho, que na última semana realizou a compra de 400 mil doses, foi utilizado como exemplo. A reunião aconteceu na Associação Rondoniense de Município (Arom).

Prefeitos de 45 municípios de Rondônia se reuniram para definir a compra de vacinas contra a Covid-19. Nesta terça-feira (16) deve ser enviado um documento com intenção de compra de 500 mil doses da AstraZeneca/Oxford.

Uma reunião foi organizada pela Associação Rondoniense de Município (Arom) no último sábado (13) incluindo 45 prefeitos e suas equipes, além do Consórcio Intermunicipal de Saúde de Rondônia (Cimcero), para discutir a compra das vacinas.

Porto Velho, que na última semana realizou por conta a compra de 400 mil doses, foi utilizado como exemplo. Aos municípios foi orientado que utilizem a mesma modalidade da capital para a compra das doses, que garante que o dinheiro só seja creditado quando for confirmado o recebimento das vacinas.

Na última segunda-feira (15) a prefeita de Ariquemes, Carla Redano, também anunciou a compra de 110 mil doses do imunizante.

Com isso, caso a compra por parte do grupo de municípios seja concretizada, Rondônia deve ter em cerca de um mês, período necessário para que as vacinas sejam entregues, pouco mais de 1 milhão de doses, o suficiente para imunizar quase 30% da população.

Segundo o Portal da Transparência Covid-19 de Rondônia, o estado recebeu até o momento do Governo Federal 141.608 doses.

OMS afirma que não há razão para parar uso da vacina de Oxford

Imunizante é aplicado no Brasil e não há registros de efeitos colaterais graves. Países europeus interromperam uso

A Organização Mundial da Saúide (OMS) declarou nesta sexta-feira (12) que não há razão para interromper o uso da vacina de Oxford contra a covid-19, após vários países da Europa suspenderem a aplicação como medida de precaução devido ao medo da formação de coágulos sanguíneos nos vacinados. O imunizante faz parte das vacinas autorizadas no Brasil e, aqui, não houve casos de trombose registrados. 

“Sim, deveríamos continuar utilizando a vacina da AstraZeneca, não há razão para não utilizá-la”, declarou Margaret Harris, porta-voz da OMS, em um encontro com imprensa em Genebra.

As supeitas sobre a vacina começaram na última segunda-feira, após a morte de uma enfermeira, de 49 anos, na Áustria. A vítima morreu por graves distúrbios de sangramento e tinha tomado o imunizante dias antes. O país suspendeu o uso do lote na campanha de vacinação local. 

Ontem (11), foi a vez da Agência de Saúde da Dinamarca supender o uso da vacina de Oxford, fabricada pelo laboratório AstraZeneca, alegando: “Depois dos informes de casos graves de formação de coágulos de sangue em pessoas que foram vacinadas com a vacina contra covid-19 da AstraZeneca. Por enquanto, não se pode concluir que tenha uma relação entre a vacina e os coágulos de sangue.” 

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) afirmou na última quinta-feira que a morte da enfermeira na Áustria, não tinha relação com a aplicação da Oxford. De acordo com a EMA, até 9 de março, foram notificados 22 casos de trombose em mais de três milhões de vacinados com a droga na Europa. 

Por usa vez, o ministro da saúde da Alemanha lamentou a decisão dos países de pararem o uso da AztraZeneca. “Lamento que, com base nisso, alguns países da União Europeia tenham parado de vacinar com a AstraZeneca. Se há uma relação causal ou apenas, entre aspas, uma relação temporária, que represente pouco estatisticamente, em três, cinco ou dez milhões de pessoas forem vacinadas”, explicou Jens Spahn, ministro alemão.

Fonte: R7

Reino Unido garante que vacina de Oxford é ‘segura e eficaz’

Dinamarca e Holanda registraram casos de trombose em pacientes vacinados e Áustria descartou lote após uma morte

O governo britânico defendeu, nesta quinta-feira (11), a vacina contra covid-19 desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford após sua suspensão na Dinamarca, classificando-a como “segura” e “eficaz” e afirmando que continuará sendo usada no Reino Unido. 

“Deixamos claro que (a vacina) é segura e eficaz”, disse à imprensa um porta-voz do primeiro-ministro Boris Johnson. “Quando se pede às pessoas para se apresentarem para recebê-la, devem fazer isso com confiança”, acrescentou.

“E de fato estamos começando a ver os resultados do programa de vacinação em relação ao número (menor) de casos que estamos vendo em todo o país, o número de mortes, o número de hospitalizações”, destacou.

A Dinamarca anunciou nesta quinta-feira que suspendeu o uso da vacina da AstraZeneca/Oxford como medida de precaução devido à preocupação pelo surgimento de coágulos de sangue em pessoas vacinadas. 

No entanto, a agência dinamarquesa de saúde destacou que ainda não foi estabelecida nenhuma relação entre a vacina e os coágulos. 

Um porta-voz da AstraZeneca afirmou que “a segurança da vacina foi estudada amplamente nos ensaios clínicos de fase III e os dados revisados por especialistas confirmam que a vacina foi geralmente bem tolerada”.

A Holanda também registrou um caso de trombose após uma paciente ser vacinado, mas afirmou que o caso não foi grave e nem precisou de internação.

A Áustria anunciou na segunda-feira que deixou de administrar um lote de vacinas produzidas pelo laboratório britânico, depois que uma enfermeira de 49 anos morreu por “graves transtornos de coagulação” dias depois de recebê-la. 

Outros quatro países europeus – Estônia, Lituânia, Letônia e Luxemburgo – suspenderam imediatamente a vacinação com doses procedentes desse lote, que foi entregue a 17 países e que incluía um milhão de vacinas.

Fonte: R7

Alemanha aprova vacina da AstraZeneca para maiores de 65 anos

Informação é do Ministério da Saúde alemão

A autoridade nacional de vacinação da Alemanha aprovou o uso da vacina da AstraZeneca contra covid-19 em pessoas com mais de 65 anos, informou o Ministério da Saúde alemão nesta quinta-feira (4).

O ministério informou ainda que a Autoridade Permanente de Vacinação recomendou ampliar para no máximo 12 semanas o intervalo entre as aplicações da primeira e da segunda dose do imunizante.

“Isso é boa notícia para as pessoas mais velhas que estão esperando pela vacina. Elas podem agora ser vacinadas mais rapidamente”, disse o ministério. “Em breve emitiremos uma regulação implementando as recomendações.”

Fonte: Agência Brasil

Michel Temer, de 80 anos, é vacinado contra a covid-19 em SP

Ex-presidente recebeu a dose da vacina no drive-thru instalado na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu

O ex-presidente Michel Temer foi vacinado na manhã deste sábado, 27, em um dos postos de vacinação instalados pela prefeitura de São Paulo na praça Charles Miller, no Pacaembu.

Com a antecipação para hoje da vacinação de idosos de 80 a 84 anos realizada pelo governo do Estado de São Paulo, Temer, que se tornou octogenário em setembro do ano passado, ficou apto a receber a primeira dose do imunizante

Vista de cima do movimento de veículos durante a vacinação de idosos entre 80 e 84 anos contra a Covid-19, (Coronavírus) no posto drive-thru do Estádio do Pacaembu, neste sábado (27)
Vista de cima do movimento de veículos durante a vacinação de idosos entre 80 e 84 anos contra a Covid-19, (Coronavírus) no posto drive-thru do Estádio do Pacaembu, neste sábado (27)

A vacinação, que ocorre por meio de drive-thru, tem causado congestionamentos e lentidão nas regiões no entorno dos pontos de imunização.

O ex-presidente da República foi imunizado com a primeira dose da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Após a aplicação, registrada pela imprensa, Temer recebeu o seu cartão de vacinação.

O estádio do Pacaembu é um dos cinco pontos de vacinação drive-thru na cidade. Pelo cronograma original do governo, o público dessa faixa etária receberia a primeira dose da vacina contra a doença a partir da próxima segunda-feira (1°), mas a data foi antecipada.

Fonte: R7

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