Tóquio bate recorde de novos casos de contaminação por covid-19

Segundo autoridades locais, foram 2,8 mil registros em 24h. Alta foi de 149,4% na média móvel dos últimos sete dias

Em meio aos Jogos Olímpicos, Tóquio registrou nesta terça-feira (27) 2.848 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Conforme a NHK World Japan, emissora pública do país, trata-se de recorde para um único dia desde o início da pandemia.

O número representa uma alta de 149,4% na média móvel dos últimos sete dias em comparação com a medição da semana anterior. Deste total, foram computados dois novos óbitos e 82 casos graves.

Ainda conforme a NHK, sete novos casos foram confirmados, hoje, entre atletas e organizadores. 

As olimpíadas foram adiadas em um ano justamente pela pandemia. Por conta do aumento recente no número de casos, Toshiro Muto, chefe do comitê organizador, chegou a falar em cancelamento do evento.

Fonte: R7

Indignado com o aumento do Fundão detona deputados (veja o vídeo)

O Congresso Nacional “Está cuspindo na cara do povo brasileiro”

O deputado federal Marcel van Hattem expôs sua revolta com a proposta de inclusão na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022, do aumento do “Fundão Eleitoral” que foi aprovado ontem, quinta-feira (15) na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

No Congresso Nacional, Marcel, em fortes palavras, detonou:

“É brincadeira com o povo brasileiro que está pagando mais de R$ 6 na gasolina. Este imposto da gasolina que o cidadão está pagando na bomba, vai para pagar ‘santinho’”, disparou ele.

E continuou:

“Este plenário do Congresso Nacional está brincando com o povo brasileiro, está ‘tirando com a cara’ do povo brasileiro. Está cuspindo na cara do povo brasileiro”, apontou ele, indignado.

Ao final do vídeo, o deputado ainda pediu desculpas por ter falado tão veemente, mas que não via outra opção para expor sua revolta:

“Me perdoem a veemência, mas em respeito aos eleitores brasileiros, aos cidadãos que pagam a conta, não posso deixar passar em branco esta oportunidade de dizer que esta Casa Legislativa, se aprovar uma LDO com quase R$ 6 bilhões para campanha política, estará escarrando na cara do cidadão brasileiro”, desabafou o deputado.

Em suas redes sociais, o deputado escreveu::

“A gasolina a mais de 6 reais na bomba e o imposto pago no combustível vai para pagar campanha de reeleição de deputado e senador. É cuspir, é escarrar na cara do cidadão, em meio a uma pandemia! VERGONHOSO!”, escreveu ele.

Confira:

Fonte: JCO

Base do governo não foi favorável ao aumento do Fundão eleitoral (veja o vídeo)

Carla Zambelli desmonta Fake News

A deputada federal Carla Zambelli explicou que é mentira a afirmação de que os parlamentares da base bolsonarista foram favoráveis ao Fundão de quase 6 bilhões de reais, aprovado ontem durante votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, na Câmara e no Senado.

Em nota repercutida na rádio Jovem Pan, Zambelli ressaltou que ela e os deputados do PSL aprovaram o texto principal do orçamento, votando com o governo, mas foram contrários ao aumento do dinheiro destinados aos partidos para uso em campanhas eleitorais.

Zambelli esclareceu ainda que ela não utilizou o dinheiro do Fundão nas últimas eleições e não irá usar, novamente, em 2022.

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

TRT de RO/AC registra aumento de 115% em valores conciliados durante a Semana Regional de Conciliação

Um aumento de 115% em comparação à Semana da Conciliação realizada em 2020, que foi de R$3.796,819.00.

A Justiça do Trabalho nos estados de Rondônia e Acre conciliou mais de R$8,1 milhões em créditos trabalhistas durante a Semana Regional de Conciliação, realizada de 21 a 25 de junho de 2021. Um aumento de 115% em comparação à Semana da Conciliação realizada em 2020, que foi de R$3.796,819.00.

De acordo com o balanço final divulgado pela Secretaria de Gestão Estratégica do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-RO/AC), foram designadas 1.652 audiências e realizadas 1.060 no período, onde 402 finalizaram com acordo. Ou seja, 58% de acordos a mais em relação ao ano passado, que homologou 254 acordos. Assim, o índice global de conciliação foi de 37,92%.

O esforço concentrado pela conciliação movimentou 3.293 partes de processos trabalhistas nas 32 Varas do Trabalho nos estados de Rondônia e Acre, bem como os Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas de 1º e 2º Graus (Cejusc’s), localizados nas capitais Porto Velho/RO e Rio Branco/AC.

As Varas que mais conciliaram em termos de valores foram a 1ª e 2ª de Ji-Paraná/RO, as quais somaram mais de R$2,5 milhões, alcançando um índice de acordo de 78,43% e 77,78%, respectivamente.

Os Cejuscs também alcançaram bons resultados, cujos acordos totalizaram 47,68% em Porto Velho, 27,93% em Rio Branco e 43,59% no Cejusc de 2º Grau. Rio Branco conciliou mais de R$1,6 milhões e Porto Velho pouco mais de R$1 milhão.

Os resultados contribuíram também com recursos para a Previdência Social, no total de R$69.315,86.

Fonte: Secom/TRT14

Aneel anuncia bandeira vermelha 2 e aumento na conta de energia em junho

Falta de chuva deve fazer com que contas de luz fiquem mais caras

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na noite desta sexta-feira (28) que a bandeira vermelha, no patamar 2, será acionada no mês de junho. Isso representa um custo de R$ A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,06243 para cada quilowatt-hora kWh consumido, fazendo com que as contas de luz fiquem mais caras.

Segundo nota da Aneel, o mês de maio foi o primeiro da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN) e registrou “condições hidrológicas desfavoráveis”. Nesta sexta-feira, o Sistema Nacional de Meteorologia emitiu um alerta conjunto de emergência hídrica para a área da Bacia do Paraná, que abrange os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.

O mês de junho vai começar com os principais reservatórios do SIN em níveis mais baixos do que o ideal para esta época do ano, o que tende a significar redução da geração de energia por hidrelétricas e o aumento da geração por termelétricas, o que encarece o custo da produção.

“Essa conjuntura pressiona os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto de prazo (PLD), levando à necessidade de acionamento do patamar 2 da Bandeira Vermelha. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada”, informa a nota.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel e sinaliza o custo real da energia gerada. Segundo a agência, a as cores verde, amarelo e vermelho (nos patamares 1 e 2) indicam ao consumidor se a energia custará mais ou menos em função do custo da geração e possibilitará que ele tome medidas para economizar no consumo ou efetuar um consumo mais consciente.

Em seu site, a Aneel dá dicas de como economizar energia, como tomar banhos mais curtos, usando o chuveiro na potência morna, deixar a porta da geladeira aberta apenas o tempo necessário e não colocar alimentos quentes dentro dela, juntar roupas para passar de um só vez e retirar aparelhos da tomada quando possível.

Fonte; Agência Brasil

Procon entra com ação contra aumento de planos de saúde

Órgão de defesa do consumidor quer informações de cinco operadoras

O Procon de São Paulo ingressou com uma ação civil pública para questionar os aumentos de cinco operadoras de planos de saúde. O órgão de defesa do consumidor solicita que as empresas apresentem as informações que embasam os reajustes e os percentuais de aumento aplicados nos últimos três anos.

Na ação, o Procon pede ainda que seja aplicada uma multa de R$ 10 milhões por danos morais coletivos contra as operadoras Amil Assistência Médica Internacional, Bradesco Seguros, Notre Dame Intermédica Saúde, Sul América Companhia de Seguro Saúde e Qualicorp Administradora de Benefícios.

Em janeiro deste ano, foram registradas, de acordo com o Procon, 962 reclamações de consumidores contra os reajustes dos planos de saúde, sendo a maior parte delas contra as empresas citadas. O órgão já multou as empresas administrativamente por considerar as informações fornecidas insuficientes para justificar as altas nos preços cobrados dos consumidores.

“Não houve transparência por parte das empresas na aplicação desses reajustes e as operadoras têm o dever de explicá-los. Estamos indo à Justiça para que elas deem essas informações”, disse o diretor executivo do Procon, Fernando Capez.

Fonte: Fernando Fraga A/B

Interesse por cidadania europeia aumenta até 200% na pandemia

Apesar de atrasos nos processos por conta de medidas de restrição, solicitantes seguiram com sonho de deixar o Brasil

Se mudar para outro país é o sonho de muitos brasileiros e esse plano pode ser um conto de fadas se a mudança incluir uma dupla cidadão. No Brasil, há muitas pessoas com descendência europeia, são famílias que começaram por aqui com a chegada de portugueses, espanhóis, italianos, holandeses, alemães entre outros.

A busca por uma melhor qualidade de vida, estabilidade financeira e melhores oportunidades em outros países já vinha aumentando nos últimos anos, mas a pandemia intensificou esse ritmo. Segundo a secretária-geral da Comissão de Relações Internacionais da OAB-SP, Gabriela Tiussi, a procura por dupla cidadania entre março de 2020 a março de 2021 chegou a aumentar 200% em alguns escritórios e consultorias de São Paulo.

“Com empregos garantidos e cursos de pós-graduação e especialização no exterior, um passaporte europeu pode garantir descontos e bolsas”, diz Elizabete Rofeld, dona da consultoria DocMundo, que teve um aumento de 40% na busca pelo processo de dupla cidadania.

Esse aumento não foi visto por João Asturiano, dono da empresa Europe for You, que relatou uma queda no número de processos. “A maioria das pessoas que tinha planos de ir para a Europa para conseguir a cidadania teve que voltar atrás”, diz.

Segundo Asturiano, muita gente acaba deixando o emprego e vendendo o que possui no Brasil antes de embarcar para o Velho Continente, mas a pandemia colocou esses planos em uma pausa indefinida. “No segundo semestre de 2020 ficou mais incerto, os clientes ficaram com o pé atrás”.

Com o aumento no número de casos de covid-19 e o surgimento de uma variante brasileira do novo coronavírus, praticamente toda a Europa fechou as fronteiras para turistas com o passaporte do Brasil. 

Meios de conseguir a cidadania

Os passaportes de Portugal, Espanha e Itália são os mais desejados por aqui e o processo varia de país para país. Enquanto para se tornar um cidadão lusitano e espanhol é só dar início ao processo em um consulado, conseguir a cidadania italiana é mais demorado e pode chegar a 10 anos, explica Gabriela Tiussi.

Para acelerar o trâmite, os descendentes de italianos têm duas opções: ou morar na Itália por um período e seguir com o processo in loco de forma mais rápida, ou por meio de ação judicial, em que a pessoa contrata advogados na Itália e pede que o prazo do processo, de até 6 meses, seja respeitado.

Segundo João Asturiano, os clientes que optaram pela opção de moradia antes da pandemia estão incertos sobre quando poderão seguir com o processo, mas a procura pela ação judicial aumentou, já que não é necessário que o solicitante esteja na Europa para contratar um advogado.

Os documentos necessários

Para dar início ao processo de cidadania, o solicitante precisa ter em mãos documentos que comprovem seu vínculo ao país desejado. No caso, certidões de nascimento dos parentes europeus que vieram ao Brasil ou outras certificações.

As assessorias podem ajudar na hora de buscar os documentos nos cartórios das cidades onde os parentes nasceram. Até o final do século 19, as igrejas eram responsáveis pela emissão de certidões de nascimento na Itália, e os consultores precisam entrar em contato com essas paróquias, explica João.

Também há casos em que os documentos foram destruídos em algum momento, como em guerras e outros conflitos, diz Elizabete, o que torna a busca por esses vínculos ainda mais complicada.

Com a pandemia, essa busca foi comprometido. Na Europa, diversos países decretaram lockdowns e fecharam os serviços considerados não essenciais, incluindo cartórios, e os consulados focaram na repatriação dos cidadãos e não mais em processos de dupla cidadania.

Além disso, diversos processos ainda não foram digitalizados e muitos dos funcionários responsáveis pela parte de arquivos e buscas de documentos são idosos, diz Asturiano. Apesar das demoras e atrasos nos prazos e na dificuldade de se conseguir documentos, os trâmites não foram cancelados.

No Brasil, os cartórios também ficaram fechados com a pandemia e as medidas de restrição e os prazos para encontrar a documentação necessária aumentaram. Segundo Elizabete Rofeld, os processos de dupla cidadania polonesa, por exemplo, demoravam em média 6 meses e passaram a demorar 8 meses, enquanto a espera pela cidadania portuguesa agora pode passar de 1 ano.

Fonte; R7

Pandemia: Cresce o número de Auxílio-Funeral em Porto Velho

O benefício é oferecido pela prefeitura e somente atende famílias em situação de vulnerabilidade social.

Com o aumento no número de óbitos provocado pela pandemia da Covid-19 fez crescer, em mais de 120%, os pedidos de auxílio-funeral, benefício eventual oferecido pela Prefeitura de Porto Velho nas situações de morte, para quem não pode arcar com os custos do funeral.

O benefício é concedido através da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf) às pessoas cuja renda não é suficiente para suportar os gastos de um enterro, mas que se enquadram em um perfil estabelecido para estas situações.

Em 2019, sem os eventos decorrentes da pandemia, a Prefeitura realizou 211 atendimentos de auxílio-funeral. Em 2020, o número saltou para 469 registros.

Na comparação entre os dois períodos, houve um aumento de 122,27%. Comparando os dois primeiros meses do ano de 2021 em relação ao ano anterior, janeiro somou acréscimo de 40,63% e fevereiro 52,38%.

A assistência funerária é um benefício eventual da assistência social do município, que tem como objetivo atender as pessoas ou famílias em situação de extrema vulnerabilidade, que não podem arcar com os custos diante da morte de um ente querido, “sem que haja riscos a sua própria subsistência.

O serviço oferecido pela Prefeitura inclui o fornecimento da urna funerária, sepultamento e a taxa do cemitério.

Para ter direito ao benefício, além da situação de extrema vulnerabilidade social, a pessoa deve atender a outros critérios como ser moradora de Porto Velho e estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico), o instrumento que identifica as famílias de baixa renda para serem inseridas nos programas sociais do Governo Federal, Estado ou Município.

Para requerer a assistência funerária, o interessado pode ligar para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), 98473-5966, que atendem durante 24h.

Fonte: Comdecom

Dólar sobe para R$ 5,64 após dois dias de queda

Bolsa oscilou bastante, mas fechou com pequena alta

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar subiu depois de duas quedas consecutivas, influenciado pelo cenário doméstico e pelo mercado internacional. A bolsa oscilou bastante ao longo das negociações, mas encerrou com pequena alta.

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (7) vendido a R$ 5,643, com alta de R$ 0,044 (+0,78%). A divisa operou em queda durante a manhã, chegando a R$ 5,55 na mínima do dia, por volta das 11h45. À tarde, no entanto, a cotação inverteu o movimento e passou a subir.

No mercado de ações, o índice Ibovespa fechou aos 117.624 pontos, com alta de 0,11%. O indicador alternou ganhos e perdas ao longo do dia, até firmar a alta perto do fim da sessão. O volume de negociações, no entanto, foi baixo e atingiu R$ 28,6 bilhões, abaixo da média diária de R$ 39,2 bilhões observado em março.

No exterior, o dólar começou a subir durante a tarde, num movimento de aversão a riscos que prejudica países emergentes, como o Brasil. No mercado doméstico, as negociações foram afetadas pelas articulações em torno dos vetos ao Orçamento Geral da União de 2021 e por tensões em torno da política de preços da Petrobras, após o anúncio de aumento de 39% no preço do gás natural.

*com informações da Reuters

Fonte: Bruna Saniele A/B

Cresce pressão no Congresso para auxílio emergencial de R$ 600

Parlamentares protocolam emendas que visam aumentar valor do benefício, recriado em 2021 com quatro parcelas de até R$ 375

Cresce pressão no Congresso Nacional para elevar para R$ 600 a nova rodada de auxílio emergencial, benefício dado a milhões de brasileiros que ficaram sem verbas em função da pandemia de covid-19. De acordo com a medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro, o valor é de até R$ 375, mas parlamentares tentam elevar o valor apresentando emendas ao texto.

O texto que abre caminho para o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última quinta-feira (18). O benefício será dado durante quatro meses e atingirá 40 milhões de brasileiros – em 2020, o programa alcançou 67,9 milhões.

Desde que a medida chegou no Congresso, emendas para aumentar o valor já foram protocoladas. Entre os autores, estão José Nelto (Podemos-GO), Elias Vaz (PSB-GO) e José Guimarães (PT-CE).

O texto de Nelto, por exemplo, restabelece o valor inicial (R$ 600) e recria o benefício até o fim da pandemia de covid-19 no país. O vice-líder do Podemos na Câmara criticou a atual quantia do auxílio, que considera pouco se considerada a acelaração da inflação no país. 

NELTO ARGUMENTA QUE SEM VACINAS, O AUXÍLIO EMERGENCIAL SE TORNOU A MAIS IMPORTANTE MEDIDA ECONÔMICA PARA MANTER AS PESSOAS EM CASA COM ALGUMA CONDIÇÃO DE SOBREVIVER AO VÍRUS E À FOME. “O AUXÍLIO EMERGENCIAL É O MEIO QUE A CONTINUIDADE DOS PAGAMENTOS VAI FAVORECER AS MEDIDAS DE LOCKDOWN NECESSÁRIAS NESTE MOMENTO PARA EVITAR MAIS MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID-19”, AFIRMOU.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o Palácio do Planalto articulam para deixar a MP do auxílio emergencial caducar, isso porque, caso seja votada, há o risco de o valor aumentar, justamente na votação dessas emendas apresentadas. 

Por se tratar de MP, a medida tem 120 dias para ser votada, mas como entra em vigor na data da publicação, ela perderá a validade depois que os pagamentos da nova rodada do auxílio emergencial já tiverem sido feitos, sem, portanto, prejuízo ao que já foi anunciado. 

Além disso, ao deixar a MP caducar, os presidentes das duas Casas Legislativas e o Planalto não precisam lidar com a retomada de discussão sobre o teto. Em função da aprovação da PEC Emergencial, ficou estabelecida uma reserva de R$ 44 bilhões para o auxílio, fora do teto. Se o Congresso elevar o valor de benefício, terá que promover cortes em outras áreas, pois o que exceder os R$ 44 bilhões precisa estar dentro do teto de gastos. 

Fonte; R7