Banco da Amazônia confirma presença no Festival Nacional do tambaqui da Amazônia

“Esperamos com esse Festival que mais pessoas sejam atingidas pela onda da piscicultura de Rondônia e que o nome do Banco seja consolidado como parceiro oficial”

O Banco da Amazônia é um dos patrocinadores oficiais da segunda edição do “Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia”, que acontecerá no próximo domingo dia 19 de setembro, em mais de 30 municípios do estado de Rondônia nas 26 capitais do País e no Distrito Federal.

A expectativa do festival é assar 15 mil bandas do pescado, totalizando aproximadamente 24 mil quilos de peixe só no estado de Rondônia. Segundo informações da Secretaria de Agricultura do estado de Rondônia (Seagri), a intenção do festival é promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, para gerar novas oportunidades de negócios.  

O Superintendente Regional do Banco da Amazônia em Rondônia, Diego Brito Campos, está com boas expectativas em participar de um evento tão importante para o desenvolvimento do estado de Rondônia. “Esperamos com esse Festival que mais pessoas sejam atingidas pela onda da piscicultura de Rondônia e que o nome do Banco seja consolidado como parceiro oficial”, comentou. 

O Banco da Amazônia tem apostado muito na piscicultura de Rondônia. A prova disso são as inúmeras propriedades e produtores financiados, ao longo do Estado. O financiado tem alcançado toda a cadeia produtiva do peixe, desde o produtor de alevinos, o fornecedor da ração, o produtor e o frigorífico, fazendo toda esteira para o produto chegar com qualidade na mesa dos rondonienses, brasileiros e  outros países consumidores. 

No Festival, o Banco mais uma vez reafirma essa parceria com essa cadeia produtiva prioritária do Estado de Rondônia, através de patrocínio. 

Tambaqui de Rondônia

No ranking nacional divulgado pela Associação Peixe BR, relativo aos maiores produtores de peixes nativos no ano de 2019, Rondônia mantém-se com folga na liderança no segmento, com produção de 68.800 toneladas. De acordo com a associação, os peixes nativos passaram a representar 38% da produção total do Brasil. Já na produção de peixes de cultivo, no ranking do mesmo período, Rondônia aparece em terceiro lugar, com 68.800 toneladas, ficando atrás apenas dos estados do Paraná e São Paulo.

Por Lídia Aciole do Carmo

O Banco da Amazônia será um dos expositores na agrolab

As linhas de crédito disponíveis para o evento serão para aquisição de máquinas, equipamentos e caminhonetes.

O Banco da Amazônia será um dos expositores de produtos na segunda edição da Agrolab, a maior feira 100% online do agro na Amazônia Legal. A feira acontecerá nos dias 14 a 16 de setembro englobando palestras, exposições e rodadas de negócios.

Nas rodadas de negócios, as empresas e os produtores poderão negociar a aquisição de produtos e serviços. O Banco irá financiar os mais diversos produtos, as linhas de crédito disponíveis para o evento serão para aquisição de máquinas, equipamentos, caminhonetes, energia verde sustentável entre outras. “Para aqueles que já são clientes do banco, teremos a possibilidade de linhas de custeios pecuários e agrícolas aprovadas de forma automática” Informou o Analista do Banco da Amazônia, ítalo Moía.

Tecnologia no campo e nos negócios

A tecnologia é cada vez mais presente dentro do campo e dos negócios e certifica que o agronegócio caminha ao lado das transformações digitais, e juntas levam inovação ao mercado.  84% dos agricultores brasileiros já utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção agrícola revelou uma pesquisa feita através da parceria entre a Embrapa, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Para mais informações sobre a feira consulte o web site do Conecta SEBRAE https://agrolabamazonia.com/

Fonte: Assessoria

Banco da Amazônia oferece linhas de crédito para ampliação e construção de silos e armazéns na região Norte

Agricultores familiares, produtores rurais e empresas de médio e grande porte podem solicitar o crédito para favorecer a comercialização da produção. 

A ausência de infraestrutura suficiente no agronegócio, o desperdício de alimentos e a logística demandam do produtor um esforço maior e um bom planejamento de armazenagem para não prejudicar a comercialização da própria produção. 

De acordo com dados extraídos do site da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil é um dos países com menor capacidade de armazenagem de grãos, em comparação com outros países. De acordo com o IBGE, o armazenamento agrícola no Brasil foi de 176,3 milhões de toneladas no segundo semestre de 2020, o que representa uma redução de 0,1% em relação ao semestre anterior, contendo apenas 7.900 armazéns convencionais e silos para toda produção, o que corresponde a 14% da capacidade de armazenamento de grãos nacional. 

Tendo em vista essa demanda, o Banco da Amazônia (Basa) disponibiliza recursos comerciais e linhas de crédito por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), pelo seu Plano Safra 2021/2022 cujo valor oferecido é de R$ 7 bilhões, destinado para o agronegócio da Amazônia, sendo que R$ 4 bi é voltado para minis, pequenos produtores e para agricultores familiares. 

Dentre os projetos a serem financiados, encontram-se para transportes e armazéns que se enquadram nos setores prioritários destacados pelo Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Os outros setores prioritários são agricultura familiar, agropecuária, pesca e aquicultura. 

Especificamente para a construção e ampliação de armazéns, o Basa oferece linhas de crédito tanto para o setor rural como para o não rural. O FNO Amazônia Rural que favorece projetos que objetivam a ampliação, modernização, reforma e construção de novos armazéns dentro das atividades rurais e o PRONAF Agroindústria, para atividades que necessitam de armazenagem da produção agropecuária de produtores beneficiários do PRONAF.

Uma das vantagens de se contratar uma operação para investir em armazenagens na região Norte, é a isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e prazos de até 15 anos, incluindo a carência de até seis anos, para projetos de armazenagem com juros de 5,17% ao ano. 

De acordo com o superintendente do Estado de Rondônia, Diego Campos, o Estado de tem a grande possibilidade de produção e escoamento de grãos, e a necessidade de armazenamento na localidade é de extrema importância. “Em 2021, destacamos a possibilidade do Estado se tornar um grande corredor de exportação, estando propício aos investimentos em portos, transportes, logística, armazéns e toda a cadeia relacionado ao escoamento da produção”, afirmou. 

Para o superintendente regional do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, o Basa tem apoiado o produtor com financiamentos para armazenagens adotando novas tecnologias. “Nós estamos em uma região que produz muitos grãos, com maior nível de produtividade e adoção de novas tecnologias que tem aumentando ano a ano, amplia também a necessidade de melhorar a infraestrutura de cada empreendimento”. Afirma

O superintendente também ressalta que o Banco está atento às necessidades da cadeia produtiva e apresenta as condições e taxa para financiamentos com essa finalidade. “O Banco da Amazônia está muito atento á este movimento e a cada Plano Safra, tem disponibilizado um maior volume de recursos para esta finalidade. Além do prazo do financiamento, para este plano safra, as taxas de juros estão bem atrativas”, completa.

Para saber mais sobre as linhas que contemplam construção e ampliação de armazéns na região Norte acesse: https://www.bancoamazonia.com.br/index.php/produtos-servicos/empresa/financiamentos 

Fonte: Assessoria

Banco da Amazônia divulga relatório de Sustentabilidade 2020

É um importante instrumento de comunicação e gestão”, explicou. 

Como forma de apresentar a sua atuação nas dimensões social, econômica e ambiental, o Banco da Amazônia (BASA) divulga o Relatório de Sustentabilidade 2020, documento com periodicidade anual, apresentando as ações realizadas no exercício anterior. 

De acordo com a gerente executiva de Planejamento do Basa, Márcia Mithie, o relatório é um instrumento de monitoramento para o aperfeiçoamento das ações da empresa com o objetivo de contribuir para um desenvolvimento regional em bases mais sustentáveis. “Quem ganha é a sociedade, a empresa e o meio ambiente, visto ser construído sob os pilares da sustentabilidade e responsabilidade social.  É um importante instrumento de comunicação e gestão”, explicou. 

O relatório de Sustentabilidade 2020 apresenta ações realizadas tais como a definição dos riscos socioambiental, a retomada de programas internos de conscientização sustentável como o Amazônia Recicla e Amazônia Otimiza e as ações solidárias que o Banco realizou em 2020 que impactam positivamente para a sociedade.  

O documento destaca também a contratação histórica de R$ 11 bilhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), bem como a criação de linhas de financiamentos específicas voltadas para a Economia Verde, divulgadas no Plano de Aplicação de Recursos do FNO 2020. “O principal objetivo da criação das linhas Verdes é a redução das taxas de desmatamento, considerado um avanço em ESG (Environmental, Social and Governance)”, comentou a gestora. 

O Relatório de Sustentabilidade 2020 do Banco da Amazônia está disponível no endereço: https://www.bancoamazonia.com.br/index.php/component/edocman/relatorio-de-sustentabilidade-2020

Fonte: Assessoria

Banco da Amazônia completa 79 anos e comemora com campanha solidária

A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade

Em comemoração aos 79 anos do Banco da Amazônia, foi finalizada a primeira etapa da Campanha Solidária nesta sexta-feira, dia 09. A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente os atingidos pelos efeitos da pandemia da COVID19. 

Neste ano, serão atendidas a Associação Wesleyana de Ação Social-AWAS (RO) e Associação São Tiago Maior – OSCIP (RO). A campanha solidária foi dividida em três etapas: de 05/05 a 09/07, de 10/07 a 05/10 e de 06/10 a 16/12/2021. De acordo com o superintendente regional Diego Campos, essa divisão visa facilitar a entrega das arrecadações e atender as necessidades das instituições. “Somos o Banco da região amazônica e é nosso dever trabalhar para desenvolver não somente a parte econômica, mas sobretudo, fomentar o social”, afirma o superintendente.

História do Banco

Criado no dia 09 de Julho de 1942, o Banco da Amazônia é o maior fomentador da região Norte que possui um território com diversos desafios para seu desenvolvimento socioeconômico em consequência a sua grande extensão e diversidade, sem contar o nível de desigualdade comparada às outras regiões, por isso a ação do banco é indispensável para o uso de estratégias em combate a esses desafios. “Chegamos a uma idade de 79 anos dando muito mais resultados do que há dez anos” Ressaltou o superintendente.

“Desde o seu início o banco da Amazônia passou por diversas transformações com o ciclo da borracha, ouro, potenciais energéticos e agora vivemos o ciclo do agronegócio dentro do banco, nesse novo ciclo estamos trabalhando para que aconteça de forma mais sustentável do que os ciclos anteriores”, finalizou o superintendente.


Fonte: Banco da Amazônia S/A

Banco da Amazônia disponibiliza R$ 50 milhões para o Turismo de Rondônia

A quantidade de estabelecimentos brasileiros com vínculos empregatícios no setor de turismo recuou em 35,5 mil unidades no ano passado 

O superintendente regional do Banco da Amazônia, Diego Brito Campos, participou no dia 02 de julho (sexta-feira), no Palácio do Governo, juntamente com o Ministério do Turismo, para explanar sobre a aplicação de recursos para o programa de apoio ao turismo regional (Fungetur) pelo Banco da Amazônia. 

O Banco da Amazônia aplicará R$ 50 milhões para o programa. O objetivo da aplicação é proporcionar o desenvolvimento do turismo em Rondônia, créditos competitivos para os empresários do ramo, apoiar a infraestrutura básica, gerar renda, aumentar a oferta de empregos diretos e indiretos. A quantidade de estabelecimentos brasileiros com vínculos empregatícios no setor de turismo recuou em 35,5 mil unidades no ano passado, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).  “O setor do turismo foi um dos mais afetados pela pandemia e precisamos investir para a recuperação desse setor, fomentando os potenciais apresentados pela nossa região”, ressaltou o superintendente. 

De acordo com o presidente do BASA, Valdecir Tose, trata-se de um recurso novo para a região amazônica, através do Fungetur que é o fundo geral do turismo, do Ministério do Turismo que destina recursos para as empresas e empreendimentos turísticos e o Banco vai disponibilizar para a região amazônica.  

Para aquisição de bens e capital de giro, os financiamentos possuem prazos de até 60 meses, com carência de até 12 meses. As taxas de juros praticadas são de 5% a.a, acrescentado da taxa Selic. 

Para investimentos, o prazo de pagamento é de até 240 meses, com carência de até 60 meses. As taxas de Juros cobradas também são de 5% ao ano, além da Selic. 

Fonte: Assessoria

Banco da Amazônia lança plano safra 2021/2022 com R$ 7 bilhões para o agronegócio regional

Montante de recursos é o maior volume disponibilizado pelo BASA para a região amazônica

O valor de R$ 7 bilhões é o total destinado pelo Banco da Amazônia (Basa) para o agronegócio da região amazônica para o Plano Safra 2021/2022. Este montante foi anunciado durante evento on-line ao vivo, realizado nesta terça-feira, 29. Para o mini, pequeno e agricultor familiar, serão destinados R$ 4 bilhões.

O lançamento do novo Plano Safra foi realizado pelo presidente do Basa, Valdecir Tose e pelo diretor comercial, Francimar Maciel. Houve a participação do diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Araújo, do vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Muni Lourenço Junior, e do coordenador de Crédito Rural do Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus, João Luiz Guadagnin.

O presidente Valdecir Tose anunciou os recordes nos números macros no plano Safra no ciclo 2020/2021, mesmo com todo o processo de pandemia. De acordo com os dados apresentados, na região amazônica, o Basa bateu recorde de valores contratados ano passado, que foram R$ 6,5 bilhões. A meta era de R$ 5 bilhões, portanto, houve uma superação de 31% da meta. Em relação ao plano de 2019/2020, quando foi contratado R$ 4,34 bilhões, houve um crescimento no valor aplicado de 50,9%. Nos últimos cinco anos, o Banco já aplicou R$ 19,7 bilhões no agronegócio regional.

Além de crescer na aplicação do crédito, segundo Valdecir Tose, o Banco espera fomentar o agronegócio sustentável.

“O nosso objetivo estimular um agronegócio que visa integrar a parte tecnológica, social e ambiental em um formato em que o desempenho do produtor rural se desenvolva e cresça de forma a conciliar todos estes benefícios”, afirmou.

“Tanto a pecuária quanto a agricultura cresceram de forma semelhante, em torno de 51%”, apresentou. A região vem crescendo na parte agrícola, mas a pecuária demanda muito crédito na Amazônia como um todo. “Aplicamos muito em recuperação de pastagens, isso traz um benefício ambiental muito significativo, estimulamos o produtor a fazer integração, lavoura pecuária e reflorestamento, preservando o ambiente. O BASA tem uma análise socioambiental desde a agricultura familiar até o grande produtor. Não financiamos área embargadas, produtores que possuem pendencias  socioambientais. O Banco busca atuar dentro da sua política de responsabilidade socioambiental, direcionando para o agronegócio sustentável.

Na ocasião, Francimar apresentou as novas taxas a serem praticadas no novo ciclo. No caso para os mais de 15 programas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), os juros cobrados variam de 3% a 4,5% ao ano. Para as operações de custeio, as taxas serão pré-fixadas entre  5,62%  a  6,29%  ao ano. Nas operações de investimento as taxas variam de 5,53% a 6,22% ao ano. Para as linhas verdes, que são aquelas voltadas para inovação tecnológica no agro, ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns, recuperação de áreas degradadas, conservação e proteção ao meio ambiente, o Banco oferece a taxa de 5,17% ao ano. “São taxas muito competitivas e diferenciadas em relação àquelas praticadas pelos demais bancos”, pondera o diretor Francimar.

Para o diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Araújo, as prioridades serão voltadas para a agricultura sustentável. “Sempre há como avançar. É a consciência que já tem o produtor rural de caminhar nesta direção. É um caminho sem volta a questão da sustentabilidade. Não só pelo bem estar, mas pelas exigências que nos são impostas por aqueles nos financiam”, comentou.

O vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Muni Lourenço Junior, destacou positivamente a elevação de recursos para questões fundamentais como o fomento às inovações tecnológicas. “A produção de alimentos no Brasil e a agropecuária vêm tendo um desempenho crescente com a incorporação de novas tecnologias e aumento de produtividade. Esse aumento significativo de recursos para a inovação tecnológica é muito bem-vindo no Plano Safra do Basa”, ressaltou. “A sinalização clara de aumento de recursos para as linhas de crédito voltadas para a conciliação da produção agropecuária com a questão da sustentabilidade ambiental é importante para o crescimento da produção”, comentou.

Para o coordenador de Crédito Rural do Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus, João Luiz Guadagnin, destacou o esforço que o Banco faz para dialogar com os parceiros do desenvolvimento da região. “O banco, entre todos os que atuam na Amazônia, é o que mais dialoga, especialmente para os movimentos sociais, principalmente na representação dos extrativistas, pescadores, agricultores familiares, comunidades tradicionais e as organizações não-governamentais”, afirmou destacando a parceria do BASA com quem quer fazer desenvolvimento sustentável.

A live completa está disponível no canal do Youtube do Banco da Amazônia e no site da instituição – www.bancoamazonia.com.br.

Fonte: Superintendência Regional

Banco da Amazônia vai disponibilizar R$ 30 milhões para micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia da COVID-19

Recursos são do novo Pronampe, programa que deve ser operacionalizado no mês de julho 

A partir do mês de julho, micro e pequenas empresas afetadas pelos impactos causados na economia pela pandemia da COVID-19 poderão contar novamente com a linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Pronampe. 

O Banco da Amazônia (Basa), principal instituição financeira do governo federal para fomento à economia na Região Amazônica, irá disponibilizar o recurso de R$ 30 milhões para contratações nessa Linha de Crédito. 

O gerente executivo de Pessoa Jurídica do Basa, Nélio Gusmão, explica que a criação do Pronampe representou um importante indutor no crédito para as micro e pequenas empresas, ao ampliar a oferta de financiamentos com um custo mais baixo, garantindo aos pequenos negócios recursos para manutenção de suas atividades em um momento, ainda muito delicado, que esse público atravessa ocasionado pelo agravamento da pandemia. 

“Nesta nova etapa do programa, o teto para contratação é de até R$150 mil por empresa ou até 30% do faturamento ou 50% do capital social”, explicou. No ano passado, o limite era de R$ 87 mil por empresa. “Com a ampliação do limite máximo disponível por mutuário, será possível ampliar o acesso ao crédito, garantindo manutenção de empregos e renda, gerando estabilidade aos negócios, em especial às micro e pequenas empresas”, ressaltou Nélio Gusmão, que adiantou que a instituição espera atender mais de 2 mil empresas com o Pronampe.  

De acordo com o gestor, desde o início da operação com o programa, o Basa já contratou, nessa modalidade, mais de R$ 445 milhões na região Norte somente para as micro e pequenas empresas.  

Finalidade do Pronampe  

Os recursos do Pronampe podem ser usados para capital de giro e possuem taxas reduzidas. A taxa de juros anual máxima será igual à taxa Selic (atualmente em 4,25% ao ano), acrescida de 6% (seis por cento) sobre o valor concedido. O valor poderá ser dividido em até 48 parcelas com carência de 11 meses para início do pagamento. As operações poderão ser contratadas apenas com aval dos sócios, reduzindo assim os custos cartorários e o tempo para a operacionalização do negócio. Para as empresas que já possuem cadastro no Basa, o processo é mais rápido, bastando apenas o tomador apresentar em sua agência de relacionamento as informações do e-Cac para que a proposta seja iniciada. 

Fonte: Assessoria Banco da Amazônia S/A

Banco da Amazônia é um dos maiores financiadores de energia sustentável no estado de Rondônia

 Em 2021, já foram aplicados R$ 603 milhões em apoio às linhas verdes do estado de Rondônia

Na última quarta-feira (16), ocorreu a live Fomento e Desenvolvimento, realizada pelo SEBRAE de Rondônia e Agrolab Amazônia, com o tema a importância da eficiência energética no desenvolvimento das micro e pequenas empresas.  A live contou com a participação do Presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, que ressaltou a importância da atuação do Banco em apoio à utilização de energias renováveis. A live contou com a mediação do diretor técnico do Sebrae, Samuel Almeida.

De acordo com o presidente Valdecir Tose, as principais usinas solares em Rondônia foram financiadas pelo Banco da Amazônia. “Apenas no ano de 2021 foram aplicados R$ 603 milhões em apoio a linha verde, R$ 512 milhões para pessoas físicas e R$ 88 milhões para empresas”, afirmou.

Fontes renováveis

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Brasil tem 83% de sua matriz elétrica oriunda de fontes renováveis e mais de 60% de toda a energia elétrica gerada no país provém de usinas hidráulicas que ganharam muito espaço no território brasileiro devido à abundância de água. No entanto, por mais que as hidrelétricas se utilizem de fontes renováveis como a água elas geram grandes impactos ambientais e sociais a comunidades próximas às construções. Portanto, energias de fontes renováveis como a eólica, solar e de biomassas devem ser cada vez mais incentivadas, pois geram menos impactos ambientais e também possuem um grande potencial no território brasileiro.

Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, o país possui mais de 3 mil horas de sol ao longo do ano, mas só explorou 1,6% da matriz energética correspondente. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o potencial de geração do país é de cerca de 500 gigawatts. Esse número é três vezes maior que o atual parque nacional gerador de energia elétrica com todas as fontes disponíveis. O Brasil possui um grande potencial energético que é pouco explorado em termos de capacidade instalada de energia renovável.

Linhas de crédito verde

Em sua participação, o presidente apresentou a nova linha de financiamento do Banco da Amazônia, o FNO Amazônia Verde, que disponibiliza crédito tanto projetos rurais como urbanos. Na linha rural, são financiados projetos que visem à produção de energia renováveis para consumo próprio, veículos verdes, elétricos e híbridos que utilizem energia renovável inclusive de abastecimento elétrico. O financiamento oferece como vantagem um prazo de até 15 anos incluindo as carências de até 4 anos e pode chegar até 100% do projeto com taxa de juros que variam  de acordo com o porte do cliente e a finalidade do crédito.

Na linha não rural, são financiados micro e minigeração de energia, produção de energias renováveis para consumo próprio de empreendimentos empresariais e transportes verdes.  Com prazo de até 12 anos, incluindo carência de até 6 anos,  poderá chegar também até 100% de financiamento do projeto com taxa de juros  que variam em função do porte do cliente e da finalidade de crédito. 

Fonte: Assessoria

Banco da Amazônia promove campanha solidária 2021 para ajudar comunidades carentes

A campanha está sendo realizada em todos os estados da Amazônia Legal

Para levar ajuda às comunidades mais vulneráveis, que estão sofrendo com os impactos causados pela pandemia da COVID-19, o Banco da Amazônia (BASA) lança a nova edição da sua Campanha Solidária 2021, que traz como tema: Amor que alimenta sonhos e esperança.  

De acordo com a Gerente de Gestão de Pessoas, Bruna Paraense, a ação pretende estimular o espírito solidário na Instituição e fomentar a atuação voluntária, movimentando uma rede de solidariedade entre colaboradores, clientes, parceiros e a sociedade em geral. 

Bruna explica que a Campanha Solidária tem como foco arrecadar recursos financeiros que devem ser depositados na conta corrente que as entidades possuem no Banco, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal e limpeza. “Os itens estão definidos em regulamento publicado internamente e contarão pontos cada um”, informa. 

A campanha está sendo realizada em todos os estados da Amazônia Legal, por meio de nove superintendências regionais do Banco, e contemplará treze instituições da região amazônica, por meio de convênios já realizados.  

O êxito da campanha de 2020  

A Gerência de Gestão de Pessoas informa que as Campanhas Solidárias do BASA integram um Programa de Voluntariado, que realiza ações há mais de dez anos. A ação do ano passado arrecadou mais de 6.700 itens, sendo alimentos não perecíveis, cestas básicas, materiais de higiene e mais de R$ 100 mil em recursos financeiros, beneficiando 14 entidades sem fins lucrativos da Amazônia Legal. 

Para participar 

Para colaborar com as Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (OSPAN) com recursos financeiros, os depósitos podem ser feitos na conta corrente 071929-7, agência 128-7. O CNPJ da entidade é 04.746.442/0001-32. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Belém Reduto (Tv. Almirante Wandenkolk, nº 175). 

Para colaborar com as Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (OSPAN) com recursos financeiros, os depósitos podem ser feitos na conta corrente 071929-7, agência 128-7. O CNPJ da entidade é 04.746.442/0001-32. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Belém Reduto (Tv. Almirante Wandenkolk, nº 175). 

Já as contribuições para a Associação de Pais de Pessoas com Necessidades Especiais do Tapajós (APPNET) podem ser feitas na conta corrente 072.687-0, agência 046-9. O CNPJ da entidade é 21.721.068/0001-30. Os materiais doados podem ser entregues na sede da Superintendência Regional PA II e agência Santarém (Tv. Nazaré, nº 75- A – Praça São Sebastião). 

As doações para a Associação Projeto Futuro Melhor podem ser feitos na conta corrente 072.696-2, agência 034. O CNPJ da entidade é 06.963.509/0001-16. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Marabá Centro (Folha CSI-31, VCI-1, Lotes 53/57 – Marabá – PA). A campanha do Basa vai receber doações até o dia 17 de dezembro em todos os estados da Amazônia Legal. 

Por Lídia Aciole do Carmo – Banco da Amazônia S/A