Declarações forte contra Barroso, Bolsonaro revela ação de Moraes para impedir investigação no TSE (veja o vídeo)

O presidente disse que Barroso agiu como um “tapado e mentiroso”

Em live realizada nesta quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro criticou uma ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que afastou o delegado da Polícia Federal que investigava, desde 2018, denúncias sobre uma invasão nos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante um período que teria se estendido por 8 meses.

Moraes tomou a decisão ao acatar uma notícia-crime contra o presidente, acusado de ter vazado dados sigilosos da investigação. Bolsonaro rebateu e afirmou que os dados já eram públicos, desde a denúncia que teria sido feita pelo próprio hacker.

Bolsonaro, entretanto, bateu ainda mais forte no ministro Luís Roberto Barroso, por novas afirmações contra o voto impresso auditável. O presidente disse que Barroso agiu como um “tapado e mentiroso”

Confira no vídeo:

Fonte: JCO

Contratado por Barroso para fazer a propaganda do TSE já foi denunciado no Mensalão (veja o vídeo)

Isso é nitidamente uma atividade político-partidária por parte do ministro.

O analista político Gustavo Gayer desmascarou aqueles que fazem articulações espúrias na tentativa de derrubar o presidente Bolsonaro.

Em entrevista à TV JCO, ele comentou a notícia que o ministro Barroso contratou o publicitário Nizan Guanaes, para fazer a publicidade das urnas eletrônicas:

“Nosso supremo iluminado Barroso – que só vai parar quando ele escrever a próxima Constituição – contratou, para cuidar do sistema de propaganda do TSE, um cara que já foi denunciado no Mensalão.

Essas relações são uma teia de aranha podre. O TSE e o STF não estão sendo atacados pelo presidente.

O que acontece é que o presidente apontou o dedo e mostrou um ataque que já acontece, há muito tempo, por esse grupo, à nossa democracia”, ressaltou.

Questionado sobre o quanto essas ações do ministro Barroso e cia são perigosas para o processo eleitoral, o mestre em Direito Público, Renato Gomes, que também participou do bate-papo, acredita que não há perigo, a não ser para os que estão jogando fora das quatro linhas da Constituição.

“É perigoso para aqueles que estão promovendo esse tipo de atitude. Isso é nitidamente uma atividade político-partidária por parte do ministro.

Acredito na inteligência do Bolsonaro e no apoio irrestrito que ele tem das Forças Armadas e da população”, ressaltou.

Uma nova independência para o Brasil

Gayer comentou que existe grande expectativa para a manifestação do dia 7 de setembro e chegou a falar em “um último recado” que a população pode dar nas ruas.

Gomes também pontuou a importância da data.

“Bolsonaro é o cara que tem a missão de nos dar esse presente que é fazer a independência do Brasil. As Forças Armadas têm uma dívida para com a sociedade, quando entregaram o Brasil em 1985 para este pessoal que está aí”, frisou.

Confira:

Fonte: JCO

O botão quebrado e o incrível caso da urna inviolável de Barroso

Onde se digitava 1 e aparecia o 13!

Era tudo inviolável, meus amigos. Então apareceu a urna de Morro Agudo (SP) e os moradores iam para cabine, apertavam 1 e aparecia o 13.

Foi em 2018, lá só dava 3! Apertava qualquer tecla e o 3 saltava atrás.

Um espetáculo!

Mas, segundo a Folha de S.Paulo a “Urna eletrônica em que o 13 aparecia sem querer tinha botão quebrado e não fraude, mostra inquérito da PF. Peritos da PF não encontraram falhas no software ou no sistema após denúncia de moradores de Morro Agudo (SP)”.

Parece que o “botão quebrado” da “Urna Inviolável de Barroso” era mágico: a tal urna de Morro Agudo, aleatoriamente acrescentava o 3 quando os eleitores votavam para outros candidatos. Beleza pura, uma nova urna inteligente que tinha um defeito no botão! Pasmem, um botão inteligente com defeito, onde o eleitor digitava 1 e brotava o 13!

Foi durante o 1º turno da eleição presidencial de 2018, segundo a Folha, “Eleitores de Morro Agudo (a 380 km de São Paulo) reclamaram que, após digitar o número 1, o equipamento acrescentava o 3 automaticamente, o que beneficiava o candidato Fernando Haddad (PT). Os peritos da PF foram acionados, analisaram a urna e concluíram se tratar de um problema físico no teclado e não de falha no software ou no sistema da urna”.

Eis a pergunta que não quer calar: se as urnas são invioláveis, por que o teclado emperrou exatamente no número 3?

Continua a Folha:

“Os peritos concluíram que o software instalado era igual ao do TSE e que a configuração estava correta. Segundo os peritos, a inserção no número 3 ocorria em vários casos, não só após o 1, por causa de uma falha física no teclado da urna de 9 anos de uso. Ressalta-se que esse evento de o número 3 ser enviado arbitrariamente, sem digitação do usuário, foi observado em momentos aleatórios, após digitação de distintas teclas, em diferentes telas de votação, para os variados cargos”, diz trecho da conclusão.

Ora, se a urna espetacular de Barroso fosse a prova de fraudes, pois segundo a PF o software era igual ao do TSE, teria imediatamente travado tudo e nada poderia ser digitado nem computado!

No entanto a tal urna continuou funcionando, normalmente, mesmo com o botão quebrado, segundo a PF, e computando votos: digitava 1 a urna acrescentava o 3! Ou, segundo a federal, para qualquer outro número a tal urna sempre acrescentava o 3.

Conclui-se, então, que a urna inteligente aprendeu sozinha a digitar o 3.

Hackers invadem e fraudam tudo: o sistema de segurança americano, o sistema bancário, as conversas de Moro com os Procuradores, os sistemas do The New York Times, Google, Yahoo!, Microsoft, dados confidenciais do governo americano ao WikiLeaks, a Amazon, CNN, eBay, Yahoo!, a Dell…

…, mas somente as urnas de Barroso são invioláveis e “infraudáveis”!

Depois eu contarei a do papagaio…

Fonte: Folha de S.Paulo

Foto de Carlos Sampaio

Por Carlos Sampaio#

Sampaio é Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Bolsonaro admite chumbo de proposta de voto impresso e acusa Barroso de ‘apavorar’ oposição

Na sexta-feira (6), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que daria mais uma chance à PEC

O presidente Jair Bolsonaro admitiu, nesta segunda-feira (9), que a proposta de adoção do voto impresso será chumbada em votação no plenário da Câmara agendada para esta semana.

Na quinta-feira (5), a proposta em causa foi chumbada pelos deputados da comissão especial. Na sexta-feira (6), no entanto, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que daria mais uma chance à PEC (Proposta de Emenda à Constituição), enviando-a ao plenário da Câmara, relata o Portal R7.

O presidente brasileiro, por sua vez, informou que teria feito um acordo com o ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Tivemos um acordo antes, vai ser derrotada a proposta do voto impresso no plenário”, disse Bolsonaro em entrevista à Brado Rádio, sem entrar em detalhes sobre a natureza do acordo, citado pela Reuters.

Segundo o presidente do Brasil, o ministro Barroso “apavorou parlamentares” da oposição sobre o voto impresso, uma vez que vários teriam questões relativas à Justiça Eleitoral.

De qualquer jeito, a PEC do voto impresso será votada nesta semana pelo plenário da Câmara, por decisão do presidente da Casa, Arthur Lira.

Lira disse que a decisão tem como objetivo pacificar as eleições de 2022, depois que o tema se tornou motivo de enorme tensão entre Bolsonaro, que defende essa proposta, e a cúpula do TSE, que defende o sistema atual.

Bolsonaro defendeu ainda a contagem manual dos votos assim que forem fechadas as seções eleitorais, proposta acrescentada no substitutivo da PEC, conta o portal.

Fonte: R7

Jornalista rasga o verbo e desmoraliza Barroso (veja o vídeo)

Coube a jornalista Cristina Graeml destruir a narrativa do magistrado do Supremo Tribunal Federal

O ministro Luis Roberto Barroso, em mais um de seus comentários, fala em “mentirocracia” e sugere que o Brasil enfrenta esta situação.

Sem citar nomes, fica evidente o ataque ao poder executivo, onde trava uma verdadeira ‘guerra’ com o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Coube a jornalista Cristina Graeml destruir a narrativa do magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com propriedade ela aponta todas as incoerências da corte, as impropriedades proferidas e afirma que a tal “mentirocracia”, aventada pelo ministro, ocorreu no Brasil durante os governos da esquerda, com a anuência do STF.

A jornalista analisa ainda a atuação do STF nos dias atuais:

“O STF toda hora rasga a Constituição. Tem uma lista infindável de coisas que vocês fizeram (…). Tem pessoas presas, tem pessoas que tiveram sua vida vasculhada (…). Tudo de forma ilegal. Os advogados não tiveram acesso ao processo.”

E questiona:

“Que estado democrático de direito é esse? Que instituições que estão funcionando?”

É devastador…

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

Barroso volta a defender TSE e diz haver “erosão democrática”

Presidente do TSE criticou, durante palestra, o crescimento do autoritarismo e o que chamou de “democracia sob pressão”

Os embates entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) continuam agitando os bastidores da política e pautando as declarações entre as instituições.

Nesta quarta-feira (4/8), o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, criticou o que chamou de “pressão” sobre a democracia, durante palestra em seminário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Sem citar Bolsonaro especificamente, Barroso afirmou que a “democracia está sob pressão” em vários países do mundo, mas que nela há espaço para todos: liberais, conservadores e progressistas.

“Uma das vertentes do autoritarismo contemporâneo é o discurso de que ‘se eu perder, houve fraude’, que é a inaceitação do outro. A inaceitação de que alguém diferente de mim possa ganhar as eleições”, explicou.

Mais sobre o assunto

O ministro acrescentou: “A alternância no poder é a grande característica da democracia. A possibilidade de que quem perde hoje verá respeitada regras do jogo pra disputar amanhã e tentar ganhar amanhã: é isso que é a democracia”.

O TSE e o próprio presidente da Corte Eleitoral têm sido alvos constantes de ataques do chefe do Executivo federal. No centro dos embates, estão as insinuações do chefe do Palácio do Planalto de que há irregularidades na urna eletrônica e a consequente defesa da volta do voto impresso.

Na contramão, o magistrado defendeu que existe “erosão democrática” em vários países, liderada por “agentes políticos eleitos pelo voto popular” que “desconstroem alguns dos pilares da democracia”.

Barroso afirmou que o populismo extremista autoritário se vale de redes sociais para atacar as instituições. Estas, por sua vez, têm sido testadas ao limite para conter o retrocesso, segundo o ministro.

“Todo o mundo também, não só o Brasil, procura equacionar o problema da desinformação, do ódio, da mentira e das teorias conspiratórias, em que nós temos os radicais, que se beneficiam com isso, com ideologias extremistas; nós temos os mercenários, que recebem dinheiro e monetizam o seu radicalismo; e nós temos aqueles que não sabem o que estão fazendo e seguem o caminho. Estes nós precisamos conquistar”, opinou.

Entenda o caso

A Câmara dos Deputados discute proposta de emenda à Constituição (PEC) para que, “na votação e apuração de eleições, plebiscitos e referendos, seja obrigatória a expedição de cédulas físicas, conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas em urnas indevassáveis, para fins de auditoria”. O projeto é fortemente defendido pelo governo.

Sem votos favoráveis na comissão especial, a apreciação da PEC foi adiada por aliados de Bolsonaro para depois do recesso parlamentar e está prevista para ser votada na próxima quinta-feira (5/8).

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, tem sido alvo de ataques do presidente, que voltou a ameaçar a realização de eleições em conversa com apoiadores na última terça-feira (3/8).

Na segunda-feira (2/8), o TSE aprovou, por unanimidade, a abertura de inquérito administrativo e o envio de notícia-crime ao STF para que o chefe do Executivo nacional seja investigado por fake news.

O inquérito, proposta do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, aponta que “a preservação do Estado Democrático de Direito e a realização de eleições transparentes, justas e equânimes demandam pronta apuração e reprimenda de fatos que possam caracterizar abuso do poder econômico, corrupção ou fraude, abuso do poder político ou uso indevido dos meios de comunicação social, uso da máquina administrativa e, ainda, propaganda antecipada”.

Por Otávio Augusto

Em dura nota, Nunes Marques diverge de Barroso e declama: “Voto auditável é preocupação legítima do povo brasileiro”

O Ministro Nunes Marques não foi consultado previamente em nenhum momento a fim de que pudesse concordar, ou não, com o teor da nota publicada pelo TSE

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, emitiu uma nota onde admite a legitimidade do pedido do voto impresso auditável e afirmou que respeitará a decisão do Congresso Nacional.

“O Ministro Nunes Marques, do STF, reconhece que o debate acerca do voto auditável se insere no contexto nacional como uma preocupação legítima do povo brasileiro e que Sua Excelência, na condição de Juiz, respeitará a expressão da vontade popular a ser externada pelo Congresso Nacional, foro adequado para tais debates, seja mantendo ou alterando a sistemática de votação e apuração de votos, nos termos da Constituição”, diz um trecho da nota.

Na nota, o ministro ainda afirma não ter sido consultado sobre a nota emitida por ministros e ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última segunda-feira (02), em que defendem o sistema de votação atual, e lembra que não é membro daquela instituição:

“Em atenção a questionamentos, o Ministro Nunes Marques esclarece, a respeito da nota pública do Tribunal Superior Eleitoral, o seguinte: o Ministro Nunes Marques não foi consultado previamente em nenhum momento a fim de que pudesse concordar, ou não, com o teor da nota publicada pelo TSE, esclarecendo, por oportuno, que não compõe e ainda não chegou a compor essa Corte Superior”, afirmou Nunes Marques.

Uma voz lúcida dentro da Suprema Corte…

Fonte: CNN Brasil

Bolsonaro rompe o silêncio e abre fogo contra Barroso (veja o vídeo)

“Uma vergonha! Imbecil! Idiota!”

Na manhã desta sexta-feira (09), o presidente Jair Bolsonaro teceu duras críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

Ao comentar a campanha ferrenha que Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vem fazendo publicamente contra a implementação do voto impresso auditável no país, Bolsonaro rompeu o silêncio e disse tudo o que pensa do ministro:

“Uma vergonha um cara desse está lá [STF]. Não é porque ele defende aborto ou porque ele quer defender contra a redução da maioridade penal de estupro de vulnerável! […] Um cara que quer liberar as drogas, um cara que defendeu o terrorista assassino italiano Cesare Battisti”

Bolsonaro ainda disse mais:

“Um cara desse tinha que estar em casa… Ou em outro lugar. […] Isso desqualifica as eleições, é uma resposta de um imbecil! Eu lamento falar isso para uma autoridade do STF, só um idiota pra fazer isso aí”, disse o presidente, referindo-se a forma como Barroso tenta desqualificar a PEC do voto impresso auditável.

Confira:

Fonte: JCO

Bia Kicis peita Barroso na questão do voto impresso auditável (veja o vídeo)

“É um desrespeito ao Parlamento”

A deputada federal Bia Kicis criticou a campanha que vem sendo realizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, contra o voto impresso auditável.

“O ministro está gastando dinheiro do contribuinte para fazer campanha contra o voto impresso. Isso é um absurdo!”, criticou ela.

Comentando o fato de ter convidado o ministro para um debate sobre a implementação do voto impresso, convite recusado por Barroso com a alegação de que o caso está no Parlamento, Bia comentou a série de críticas feitas pelo TSE ao projeto, principalmente após a instalação da Comissão da Câmara para dar prosseguimento à PEC:

“Se ele não tem que cuidar disso, se o TSE é um órgão que executa a eleição, […] ele não tem que pagar 3 milhões para fazer campanha contra uma PEC que está sendo analisada no Congresso. Isso é um desrespeito ao Parlamento”, disse ela.

Kicis questionou a tentativa de oposição aos trabalhos do Congresso por parte do Poder Judiciário, com a utilização de dinheiro do contribuinte:

“Ali é o palco do debate. Estamos construindo uma emenda à Constituição Federal, e o ministro está gastando dinheiro do contribuinte para fazer campanha contra. Isso é um absurdo!”, declarou a parlamentar.

De fato, a deputada tem razão. A atitude do ministro é lastimável.

Confira:

Fonte: JCO

Estranhamente, Barroso afasta do comando da Secretaria de Tecnologia do TSE, o “pai da urna eletrônica”

A substituição ocorre em meio ao debate sobre a impressão do voto eletrônico.

O servidor Giuseppe Janino, que nos últimos 15 anos comandou a Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral, acaba de ser afastado do cargo pelo atual presidente do TSE, ministro Luis Roberto Barroso.

Giuseppe é considerado “o pai da urna eletrônica” e será acomodado num cargo de assessoria, com o mesmo salário e o mesmo nível de comissionamento.

Em seu lugar assume Júlio Valente da Costa Júnior.

A decisão pela substituição ocorre após uma série de ocorrências registradas nas últimas eleições municipais.

Houve atraso na totalização dos votos, falhas no aplicativo do TSE, na prestação de contas dos candidatos e até na autuação dos processos, além de um ataque hacker que levantou uma série de especulações.

A substituição ocorre em meio ao debate sobre a impressão do voto eletrônico.

De fato, muito estranho…

Fonte: TSE