Alta no preço da carne deve durar até maio, dizem especialistas

País reduziu abate de vacas e aumentou inseminação artificial para acelerar produção de bezerros e atender demanda

A alta no preço da carne bovina está longe de dar um alívio no orçamento do brasileiro. O custo da proteína subiu seis vezes mais do que a inflação nos últimos 12 meses e deve continuar valorizando por um bom tempo.

Só para se ter uma ideia, enquanto o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 5,20% nos últimos 12 meses, a carne bovina registrou elevação de 29,51%.

Três fatores vêm contribuindo para a alta no preço da carne, segundo especialistas:

• Forte demanda internacional;
• Valorização do dólar; e
• Falta de gado no pasto para abate.

Alguns pecuaristas também afirmam que há um lobby do setor para o preço da arroba do boi subir ainda mais. A arroba do boi fechou 2020 a R$ 267,15 e atingiu R$ 320 na última quarta-feira (14), segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP). Uma valorização de 19,78%.

Thiago Bernardino Carvalho, pesquisador de pecuária do Cepea, afirma que “o abate de vaca adulta é o menor desde 2003”, mas não liga isso a um possível lobby dos pecuaristas.

O preço do novilho (vaca/boi) novo está alto e bem valorizado. Os pecuaristas estão deixando a vaca adulta no pasto para aumentar o número de bezerros e ganhar mais. 

THIAGO BERNARDINO CARVALHO

Carvalho lembra que, por conta da crise de 2018, muitos produtores acabaram abatendo as vacas para reduzir os custos que vinham assumindo.

“Com isso, a produção de gado caiu. Agora, com a forte demanda, tanto nacional quanto internacional, os produtores estão segurando as fêmeas para elas reproduzirem e aumentarem a boiada.”

O pesquisador diz, inclusive, que a inseminação artificial de vacas cresceu 22% no ano passado.

“Os pecuaristas estão tentando acelerar o processo de fertilização para atender o mercado”, explica Carvalho.

Ricardo Nissen, assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), acredita que um ou outro produtor pode até estar segurando o gado no pasto por especulação.

No entanto, “de maneira geral não tem boi para ser comercializado para o mercado”.

“Não faz sentido para o produtor segurar boi porque a valorização já é grande se considerarmos que até 2 anos a arroba custava R$ 150.” 

RICARDO NISSEN

Ele engrossa o coro de Carvalho ao dizer que a produção de um bezerro demora entre 3 e 4 anos. “Estamos enfrentando um período de déficit de animais prontos para abate.” 

Nissan diz que o abate de fêmeas sempre foi menor do que o de machos, mas a variação era pequena. Entre 2017 e 2019, enquanto 41% dos abates eram de fêmeas, 46% eram de machos.

A partir de 2019, o produtor foi percebendo a necessidade de manutenção das fêmeas e o abate delas foi caindo. Tanto que em 2020 o percentual caiu para 36%.

“Em percentuais a redução pode parecer pequena, mas em números gerais houve uma grande manutenção de fêmeas.”

O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) confirma que houve um abate elevado de fêmeas afetou a produção de bezerros constatada agora.

Também destaca que “o uso da inseminação artificial é cada vez mais difundido, com tecnologias acessíveis a todos os produtores”.

A técnica, segundo o Mapa, “tem substancial influência na precocidade, fertilidade, resistência a doenças e eficiência alimentar dos animais. Na pecuária de corte vem sendo muito utilizada como cruzamento industrial, visando animais terminados mais precocemente, o que acaba por atender o padrão China e o mercado interno também”.

Preço da carne deve começar a cair a partir de maio

Para André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE, tanto a exportação para a China quanto a falta de gado no pasto são os responsáveis pela alta no preço da carne.

Outro fator predominante é a queda na renda das famílias com a crise gerada pelo novo coronavírus, que fez com que o brasileiro comprasse menos carne, reduzindo, de certa forma, o consumo interno.

Acredito que a partir de maio a oferta talvez melhore um pouco e o preço comece a ceder, considerando que o ciclo não para e os rebanhos continuam crescendo.

ANDRÉ BRAZ

Nissen concorda com Braz ao afirmar que nos próximos meses o consumidor já deve começar a sentir a queda no preço da carne. “O movimento é cíclico assim como a oferta e demanda. Já tem animal no pasto, deve ocorrer descarte de fêmeas e isso aumentará a oferta.”

Mercado doméstico consome maior parte da produção

Mesmo com as exportações aquecidas, Nissen diz que o mercado doméstico ainda é o maior consumidor da carne produzida no Brasil, mesmo registrando uma pequena queda no ano passado.

Em 2020, 70% do boi abatido no país ficou para o consumo do mercado interno. Em 2019 o percentual era de 72% e em 2018 de 76%.

“Boa parte do produto exportado é a dianteira do animal. Já o brasileiro está acostumado a consumir a parte traseira: picanha, contrafilé. Ou seja, o consumo diferente acaba gerando harmonia para a produção”, comenta Nissen.

Entre janeiro e março deste ano, o Brasil exportou US$ 1,56 bilhão (cerca de R$ 8,80 bilhões) em carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O número representa uma redução de 2,51% na comparação com igual período em 2020, quando a balança comercial registrou uma transação de US$ 1,60 bilhão (cerca de R$ 9,03 bilhões).

Os principais importadores da carne brasileira no primeiro trimestre de 2021 foram:

1. China
2. Hong Kong
3. Chile
4. Filipinas
5. Israel
6. Itália
7. Arábia Saudita
8. Emirados Árabes Unidos
9. Egito
10. Estados Unidos
11. Demais países

A China sozinha foi responsável pelo montante de US$ 873.959.511 (cerca de R$ 4,91 bilhões).

Produtores reclamam de incentivo fiscal

Alguns produtores discordam do que falaram os pesquisadores e dizem que há muita especulação entre os pecuaristas. “A ordem é manter o boi no pasto para valorizar ainda mais o pareço da arroba”, dizem.

“A maioria está optando por exportar em vez de comercializar para o mercado interno, o que vem afetando o abastecimento e deixando o brasileiro na mão. Para nós, é mais interessante receber em dólar, contar com incentivo fiscal para exportar do que vender por aqui sem nenhum benefício”, conta um deles.

No Brasil, as exportações são imunes de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços). Quanto ao PIS/Cofins (contribuições para Programas de Integração Social e para o Financiamento da Seguridade Social), os exportadores acumulam créditos nessas operações, mas não são isentos.

Há ainda, o IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Física), CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e outros tributos da atividade. Quem comercializa carne somente para o mercado interno paga os mesmos tributos e contribuições federais, além do ICMS.

Questionado pela reportagem, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirma desconhecer qualquer tipo de concessão de incentivos fiscais ao produtor que exporta.

“A referência talvez seja em relação a animais “padrão China” que são bonificados pelos frigoríficos em até R$ 10/arroba, em alguns casos. De forma geral, o boi padrão China tem até 3 anos de idade, rastreados, certificados sanitários, entre outros itens”, respondeu por e-mail.

“Se os Estados dessem a isenção do ICMS, já seria um incentivo para priorizarmos o mercado doméstico e não focar a nossa produção na exportação”, comenta a fonte.

 Sobre possíveis incentivos fiscais à categoria, o ministério respondeu da seguinte forma: 

“O melhor incentivo é o preço de mercado. Mas o Mapa tem políticas de créditos focadas no aumento da produtividade da pecuária nacional como reforma de pastagens; melhoramento genético com foco no uso da inseminação artificial e estímulo ao confinamento.”

Fonte: R7

Ministério da Saúde ultrapassa 50 milhões de vacinas distribuídas

Segundo a pasta, mais 6,3 milhões de doses da Fiocruz e do Butantan começam a ser enviados aos estados e DF nesta sexta

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (15) estar ultrapassando a marca de 50 milhões de doses de vacinas covid-19 distribuídas em todo o Brasil. Segundo a pasta, a partir desta sexta (16), mais 6,3 milhões de doses serão enviadas para todos os estados e o Distrito Federal. De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, mais de 31,9 milhões de doses foram aplicadas em todo o País.

“Com esse novo lote, a pasta já coordenou a distribuição de mais de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação [em 18 de janeiro]”, informou o ministério em nota distribuída à imprensa.

Conforme o governo federal a remessa conta com 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), e com 2,5 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan, ambas produzidas no Brasil com matéria-prima importada.

O 11º informe técnico da SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) explica que mais um grupo prioritário será atendido: o de idosos entre 60 e 64 anos. Também estão sendo destinadas doses para idosos entre 65 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento, além das Forças Armadas que atuam na linha de frente da pandemia.

Divisão

Conforme a SVS, nessa leva, parte das vacinas será destinada à primeira dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas.

Outra parcela dos imunizantes irá vacinar pela segunda vez trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 69 anos, além de 100 mil moradores do Amazonas. A secretaria explica que essas vacinas são referentes ao Fundo Estratégico da segunda pauta de distribuição, em janeiro, que disponibilizou mais doses ao estado por conta da grave crise com sanitária local.

“O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz. A estratégia de distribuição para aplicação da primeira e segunda doses é revisada semanalmente em reuniões tripartites (governos federal, estaduais e municipais), observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios”, complementa o comunicado.

Fonte: MS

Bolsonaro alerta “Brasil está no limite” e manda recado para o STF (veja o vídeo)

O que nascerá disso tudo, onde vamos chegar?

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse, nesta quarta-feira (14), a apoiadores que o aguardavam no Palácio da Alvorada, que o “Brasil está no limite” e que aguarda “uma sinalização do povo” para “tomar providências”. Ele declarou que os problemas sociais causados pela pandemia da Covid-19 são “barril de pólvora” para o país.

“O Brasil está no limite, pessoal fala que devo tomar providência… Estou aguardando o povo dar uma sinalização porque a fome, a miséria e o desemprego estão aí, só não vê quem não quer”, avisou, ao saber que, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), tomates estavam sendo desperdiçados; o que poderia acarretar uma escalada da inflação.

“Amigos do STF, daqui a pouco vamos ter uma crise enorme aqui. Vi que um ministro baixou um processo para me julgar por genocídio… Olha, quem fechou tudo, quem está com a política na mão não sou eu. Agora, não quero brigar com ninguém, mas estamos na iminência de ter um problema sério no Brasil. O que nascerá disso tudo, onde vamos chegar? Parece que é um barril de pólvora que está aí. E tem gente, de paletó e gravata, que não quer enxergar isso”, afirmou, ao citar decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que estão “esvaziando” os poderes do Executivo.

O presidente voltou a criticar as medidas excessivas de isolamento social durante a pandemia, que já dura mais de um anos no Brasil. Para ele, as regras adotadas por estados e municípios têm como efeitos colaterais fome e desemprego.

“E tem gente, de paletó e gravata, que não quer enxergar isso. Acha que a vida é o serviço dele, o home office, veste terninho e gravata, recebe o dinheiro no final do mês. E o povo que se exploda”, disse.

“Não estou ameaçando ninguém, mas estou achando que, brevemente, teremos problemas sérios no Brasil. Dá tempo de mudar ainda. Só parar um pouco de usar a caneta e usar o coração”, alertou.

“Alguns querem que eu tome providência já. Pessoal, tem que se conscientizar do que está acontecendo. Aí, você pergunta: você já conversou com seu vizinho a favor do lockdown? Fala para ele que a economia como está indo pode cair arrecadação. Não vai ter dinheiro para pagar o salário dele também. Ou você acha que esse salário nunca pode deixar de existir se continuar a economia dessa maneira? Eu só digo uma coisa: eu faço o que o povo quiser que eu faça”, finalizou.

Confira o vídeo:

Fonte: UOL

Brasil deve receber mais de 842 mil doses da vacina da Pfizer em junho

A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility

O Brasil vai receber 842.400 doses da vacina da farmacêutica Pfizer/BioNTech contra a covid-19. A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility ao Itamaraty. A previsão de entrega é para o mês de junho.

O Ministério da Saúde tem 42,5 milhões de doses de vacinas contratadas com a Covax Facility. A quantidade é suficiente para vacinar 10% da população brasileira. Até o momento, o Brasil já recebeu mais de 1 milhão de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford por meio dessa iniciativa chegou ao Brasil no dia 21 de março. “Cabe ressaltar que essas 842.400 doses não fazem parte das 100 milhões já contratadas pelo Ministério da Saúde diretamente com a farmacêutica”, ressaltou o Itamaraty em nota à imprensa na noite de ontem.

 A Covax-Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização. De acordo com o contrato de adesão do Brasil à iniciativa, firmado em 25 de setembro de 2020, o país terá acesso a 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. 

De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e da Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.

Matéria alterada às 16h28 para acréscimo de informações.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

França suspende voos provenientes e com destino ao Brasil

Informação foi dada pelo premiê Jean Castex ao Parlamento do país

A França vai suspender todos os voos de e para o Brasil, disse o primeiro-ministro francês, Jean Castex, ao Parlamento do país.

“Tomamos conhecimento de que a situação está piorando e decidimos suspender todos os voos entre a França e o Brasil até segunda ordem”, afirmou Castex.

Vários importantes médicos franceses vinham pedindo há dias que o governo do país suspendesse todo o tráfego aéreo com o Brasil.

Há um mês, o ministro da Saúde da França, Olivier Verán, disse que cerca de 6% dos casos de covid-19 no país eram de variantes mais contagiosas do coronavírus originadas no Brasil e na África do Sul.

Fonte: Agência Brasil

Mesmo durante a pandemia, Brasil bate recorde na produção de alimentos

O Brasil consegue aumentar a produção de alimentos
Foto: Arquivo/Agência Brasil
Foto: Arquivo/Agência Brasil

Em 2021, o Brasil deve renovar o recorde na produção de alimentos, mesmo que ainda esteja enfrentando a pandemia da Covid-19. Agricultores estão finalizando a colheita da maior safra de soja da história. E não é só isso: a produção deve aumentar 8,6%, superando 135 milhões toneladas, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Por conta disso, o Brasil continua “encabeçando” a lista de maior produtor de soja do mundo. A safra de grãos, que inclui, por exemplo, feijão, milho, soja e trigo, também caminha para um recorde.

O Brasil consegue aumentar a produção de alimentos, ano após ano, devido ao ganho de eficiência. Ou seja: consegue dar saltos de produtividade, à medida que aumenta a quantidade de alimento produzido por área. Isso é agricultura sustentável: fazer mais com menos.

O emprego de tecnologia e a modernização do campo ajudam a explicar esses resultados também e fazem do agronegócio um dos setores mais rentáveis e competitivos da economia brasileira.

Graças aos investimentos no setor, há fartura de alimentos, a população brasileira fica abastecida e ainda garante excedente para exportação. E, por isso, o agro é, atualmente, a principal fonte de receita de exportação no país. Nos últimos meses, o setor faturou mais de US$ 100 bilhões com as vendas para o exterior.

Já no Produto Interno Bruto (PIB), a participação do agronegócio brasileiro também aumentou: saiu de 20,5% para 26,6% em 2020, com quase R$ 2 trilhões.

Por fim, o melhor de tudo no agro brasileiro é que, por ter regiões distintas com climas diferentes, o agronegócio não para: enquanto parte dos Estados do Brasil colhe a soja, outra parte segue com o plantio do milho e, assim por diante.

Fonte: JPNews

No Brasil cristão, o STF põe a igreja no banco de réus

Portugal, Bélgica, Itália, Polônia, Alemanha, Reino Unido, EUA, o Chile, etc., para todos esses países a igreja é essencial.

Os dias tem sido difíceis, não há dúvida. E, ao que parece estão a procura de um culpado e acabaram tornando a igreja ré.

Em muitos países como França, que endureceu o isolamento recentemente; Portugal, Bélgica, Itália, Polônia, Alemanha, Reino Unido, EUA, o Chile, etc., para todos esses países a igreja é essencial. Mas, no Brasil, para maioria dos prefeitos, governadores e ao que tudo indica, do Supremo Tribunal a igreja tem participação na proliferação e deve manter-se fechada.

A pergunta: a igreja aberta pode propagar o vírus como afirmam? A resposta.

Lockdown não garante resultado – É isso que afirma a Organização Mundial de Saúde. Se funcionasse São Paulo estaria adiantado no combate a doença. Dá pra entender?

A igreja pode ser comparada aos locais realmente aglomerados – Como comparar igreja, que segue os cuidados sanitários, é obrigada regular o número de participação nos cultos e manter o distanciamento com supermercados que não mede números de pessoas por metro quadrado? Lotéricas? bancos? Ônibus? Avião? ETC… Sim, como comparar? Digo: nem há comparação, esses ditos acima estão funcionando enquanto a igreja… Bom, a igreja transmite o vírus.

Quem condena, não conhece seus termos, funcionamento, conduta; seguem a opinião acusatório daqueles que veem a igreja, um mal. Amparam-se em um conceito pré-estabelecido amplamente equivocado e discriminatório sem as bases do conhecimento fático. Se isso não for discriminação, qual nome pode ser dado?

Ficou bem visível o nível de respeito que os políticos possuem pela igreja, GRAU NENHUM. Demonstraram que nunca viram importância no meio social, muito menos a obra que realiza. Quando dizem acreditar é simples narrativa discursiva interesseira.

O que enxergam? Ah irmão, enxergam um curral de gente votante e os líderes sacerdotais, servos que manipulam o curral.

Sim! Os mesmos que estão discriminando as igrejas irão aos cultos na campanha eleitoral à porvir usando a mesma narrativa decorada somente para angariar votos.

APOIO A BOLSONARO PODE SER A CAUSA

A desconfiança impera entremeio os brasileiros com relação a política, a mídia e o judiciário, em conjunto, o sistema demonstra interesse em derrubar o governo e nem disfarçam mais.

Pudera irmão, o deputado Daniel Silveira ainda se encontra preso. Eleito pelo povo e impedido de exercer o mandato, por quê? Crime de opinião? Claro que não, nem existe esse crime. O deputado é bolsonarista e é isso que subentende o peso contra ele e motivos para acreditar nisso não falta e tem nome: Sara Winter, Oswaldo Eustáquio, etc.

Demorou pouquinho, mas chegou a vez da igreja brasileira. O sistema sabe que a imensa maioria do povo cristão apoia Bolsonaro e assim como os outros nomes citados acima, a igreja foi parar, adivinha onde? No banco dos réus.

Não tem outro motivo que explique o que estão fazendo. Até porque, é inegável dentro do estado, nada é tão útil e fundamental como a igreja. Nem precisa ser cristão, um bom ateu consciente reconhece. A obra realizada é indiscutível e principalmente em tempos de angustia se manifesta a essencialidade.

A quem comparar a obra social? O Assistencialismo múltiplo? Quem mais doou cestas básicas, remédios, roupas? Estou falando desse período difícil, pois em outros tempos é simplesmente comum. A obra realizada pela igreja jamais será alcançada pelo Estado. Todos os dias multidões de cristãos envolvidos, cuidando de gente. Não existe absolutamente, outro sistema que dedique cuidado as pessoas como a igreja. Impossível negar.

Quantas pessoas destruída emocionalmente foram restauradas.

Impossível mensurar o número daqueles que conseguiram vencer o vício, a depressão e a enfermidade da alma, isso tudo agora, na pandemia. A igreja não para, mas precisa dos cultos para ser completa.

Não é atoa que o exercício da função é protegido constitucionalmente. Tão protegido que, as surreais decisões favoráveis ao fechamento é ultraje a Constituição. Se percebe, o legislador originário, jamais imaginou que chegaria o dia no qual a igreja fosse tratada como perigosa. Mesmo porque, em todas as crises mundiais, assim como em outras pandemias, a igreja foi o braço da sociedade. Mas, nesse tempo, tomam o lugar de Deus, sentam-se no tribunal para julgar o sagrado como ser fosse profano.

Isso revela o quanto a sociedade encontra-se distante de Deus. Os homens perderam o temor e se vêem mais sábios que o suficiente.

É essencial o médico que cura, o psicólogo e o mercado que dispõe o alimento, mas a igreja que contribui com a fé, não.

Como disse André Mendonça: Não há cristianismo sem vida comunitária. Não há cristianismo sem a casa de Deus. Não há cristianismo sem o dia do Senhor. É por isso que os verdadeiros cristãos não estão dispostos, jamais a matar por sua fé, mas estão sempre dispostos a morrer para garantir a liberdade de religião e de culto.

Foto de Josinelio Muniz

Por Josinelio Muniz*

* Josinelio é Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

Judicializaram até a lei no Brasil…

Parece que querem abrir um tortuoso caminho para uma “ruptura institucional”

Que vivemos a judicialização de “absolutamente tudo o que existe” no Brasil, nos tempos atuais, não temos dúvida. E principalmente, que esta judicialização “tem lado e alvo”, é tão certo quanto 2 + 2 são 4.

Mas a cara de pau “dos que tem o poder de manipular esta judicialização” acaba de ultrapassar qualquer limite do suportável, mesmo para o mais humilde e ignorante dos brasileiros.

Vejam esta esta manchete de hoje, do site G1, desta terça-feira (6).

Polícia Civil do Rio e as Polícias Militares do Distrito Federal e de Minas Gerais também terão que prestar esclarecimentos sobre uso da Lei de Segurança Nacional.

Gilmar Mendes dá 5 dias para Ministério da Justiça explicar uso de lei contra críticos de Bolsonaro

Segundo a reportagem, Mendes determinou a necessidade de explicação por parte do poder executivo, após um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) e de “um grupo de advogados”, mas sem, entretanto, citar que grupo é este. A DPU e tal grupo querem, ainda, evitar que a Lei de Segurança Nacinal (LSN) seja utilizada para coagir os que ofenderem ou atacarem o governo.

E, finalmente, o texto do portal ainda esclarece que a LSN foi criada durante o governo de João Figueiredo e ainda vigora no país, portanto, deixando implícito, para bom entendedor, que pode ser aplicada.

Mas eis que, fugindo totalmente da prática do jornalismo informativo, a mesma reportagem deixou de citar que a LSN foi utilizada há pouco menos de dois meses por um membro do colegiado, apoiado pelos demais (em decisão plenária), quando aplicou a lei para coagir, censurar e encarcerar um deputado federal no exercício de seu mandato, que prevê o direito de fala sob proteção da imunidade parlamentar.

Para tanto, basta buscar uma outra manchete, da página do Jornal Nacional, dentro do mesmo portal G1 (todos do grupo Globo), em 17 de fevereiro deste ano.

Alexandre de Moraes afirma que conduta de Daniel Silveira se enquadra na Lei de Segurança Nacional

A reportagem explica que a ordem de prisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, contra o deputado é por que a “conduta de Daniel Silveira se enquadra em artigos da lei de Segurança Nacional, e que o flagrante está configurado porque há “de maneira clara e evidente, pela perpetuação dos delitos”.

Considerando-se os fatos e as notícias, ignoradas ou não, divulgadas conforme o interesse da mídia extrema e de seus interlocutores de plantão, ou não, fica a pergunta?

Se a mesma DPU e o mesmo grupo de advogados solicitarem ao ministro Gilmar Mendes que cobre explicações a Moraes, sobre a utilização da LSN, ele acataria?

Ou melhor, seria ele magnânimo a ponto de vir a público dar uma auto-explicação de porquê concordou com a decisão do colega, mantendo a aplicação da mesma lei contra um parlamentar?

Em minha opinião (é minha “opinião”, e não meu conselho ou pedido, deixando bem claro) estamos caminhando para uma ruptura institucional sem precedentes (ou talvez tenhamos, sim, um precedente bem conhecido de nossa história).

O fato é que o Supremo vem praticando, insistentemente, dois pesos, uma medida para quem for contra”, medida alguma para quem for “a favor”, e a sentença que for mais conveniente para antecipar 2022.

Eles conseguiram algo incrível, que é a judicialização da própria lei! Serve pra mim mas não serve pra você! E se não estiver satisfeito, vá reclamar no STF (sim, foi ironia!).

Foto de Uélson Kalinovski

Por Uélson Kalinovski*

*Uélson é Jornalista desde 1996, com especialização em Ciência Política e mais de uma década de experiência na cobertura dos temas nacionais, em Brasília. Executivo da produtora UK Studios, em Jundiaí/SP. ukalinovski@gmail.com / Uelson Kalinovski (Facebook e YouTube) / @uelsonkalinovsk (Twitter)

O Brasil não é um país sério! Ou falta seriedade nos governantes?

Que país é esse que junta milhões de pessoas numa marcha gay

Há mais de 50 anos, Carlos Alves de Souza, embaixador do Brasil na França, na época, disse a seguinte frase: O Brasil não é um país sério”. A expressão atribuída ao diplomata brasileiro, sinalizava o grau de seriedade dos políticos Brasileiros.

Certamente, sua avaliação, não veio de uma bola de cristal, mas, seguramente, pautada na seriedade dos governantes de plantão – aqueles os quais nunca deveríamos entregar a chave da cidade -, e sim, trocar a fechadura. Já se passaram quase 60 anos e praticamente, nada mudou. Muito pelo contrário, parece que muitas coisas se agravaram. Infelizmente, diante dos últimos acontecimentos, não há como avaliar diferente – em alguns momentos, parece que está tudo de ponta-cabeça.

Quando ouvimos frases como essa, nos questionamos, o Brasil tem um potencial extraordinário, contudo, não é considerado um país de primeiro mundo, mesmo com um potencial incrível em produzir alimentos. Certamente, é considerado um dos maiores produtores agrícola do mundo. Mais que país é esse?

Essa pergunta me fez lembra da canção “Que país é esse?”, de Renato Russo, cantada pela banda Legião Urbana. Isso mesmo! A letra tem como refrão a pergunta “que país é esse?”.

Este artigo, no entanto, não é sobre a canção. É sobre o país. Se, há quase 40 anos, um compositor já dizia que havia “sujeira pra todo lado”, quer dizer que a insatisfação com o país, como se vê, não é de hoje.

Através da Lava-Jato foi descoberto o maior escândalo de corrupção já visto na história desse país. Só pra limitar um pouco, vamos ficar nos principais casos que chegaram à figura do Presidente da República.

Durante o governo de Fernando Collor de Mello, em uma entrevista à revista Veja, seu irmão denunciou um escândalo que só não terminou com impeachment porque ele renunciou durante a votação na Câmara, porém, mesmo assim o processo foi conduzido até o fim.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, teve mais de um pedido de impeachment. Mas ele tinha uma boa base no Congresso Nacional e nunca houve uma votação como a que desalojou Dilma Rousseff, do Planalto.

No governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, houve o famoso caso do Mensalão, que não chegou a derrubar o presidente, mas, nos proporcionou várias sessões no STF ao vivo e a cores. Com os mesmos figurantes que agora anulou todas as condenações do ex-condenado.

Afinal: que país é esse que tem um potencial incrível mais não é uma potência? Tem um povo pacifico mas ao mesmo tempo é violento? Todo mundo defende, mais não é considerado um país sério? Tem muitas riquezas, mas é considerado um país pobre?

“Que país é esse que junta milhões de pessoas numa marcha gay, centenas de milhares numa marcha a favor da liberação da maconha? Mas não se mobilizam contra a corrupção e os desmandos dos governantes (…)

Que país é esse que um motorista do senado que ganha mais do que um oficial da Marinha que pilota uma fragata?

Que país é esse que um ascensorista da Câmara Federal que serve os elevadores da casa, ganha mais do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage?

Que país é esse que um diretor que é responsável pela garagem do senado ganha mais que um General do Exército que comanda uma Região Militar?

Que país é esse que um diretor sem diretoria no senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal, concursado, com mestrado e doutorado?

Que país é esse que um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um “aspone” ou um mero “estafeta” de correspondência, ganha mais do que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com vários anos de formação e que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas?

Que país é esse que o Sistema Único de Saúde paga para um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00 – bem menos que uma diarista cobra para fazer uma faxina num apartamento de dois quartos?

Que país é esse que o Presidente da República faz a indicação dos membros do STF, mas milhões de brasileiros através de requerimento de abaixo-assinado exige a saída do ministro através do processo de impeachment, mas, não consegue?

Que justiça é essa que para uns age de um jeito, para outros, age de maneira diferente? Nem todos os cidadãos são tratados da mesma maneira pela Suprema Corte. Para uns, os “rigores da Lei, para outros, os favores da Lei…”

Sinceramente, não entendo! Mas, se me explicarem, certamente entenderei…

Precisamos urgentemente de um choque de moralidade nos três poderes da república, estados e municípios.

Os resultados não justificam o atual número de senadores, deputados federais, estaduais e vereadores.

Já mais chegaremos a ser um país sério, sem que haja responsabilidade social e honestidade com os gastos públicos.

Será que perdemos a capacidade de nos indignarmos?

Acredito que não. Não podemos aceitar que as coisas continuem como se tivesse que ser assim mesmo, ou simplesmente, não estivesse mais jeito. Tem jeito sim! É só acreditar…

Se nada for feito, se não levantarmos a nossa bandeira contra essa forma equivocada de governar estaremos fadados ao fracasso bolivariano. Contudo, se cada um fizer a sua parte, as coisas podem mudar. Eu estou fazendo a minha! E você, está fazendo a sua?

Portugal prorroga suspensão de voos da Grã-Bretanha e do Brasil

Medida agora vale até meados de abril

Portugal prorrogou nesta segunda-feira (29) uma suspensão dos voos de e para a Grã-Bretanha e o Brasil até 15 de abril, sendo permitidos apenas voos humanitários e de repatriamento, disse o Ministério da Administração Interna português em comunicado.

O país, que até agora relatou 16.837 mortes e 820.407 casos de covid-19, suspendeu os voos de e para o Brasil e o Reino Unido em janeiro para evitar a propagação de variantes do coronavírus.

A nova variante, inicialmente descoberta na Grã-Bretanha, foi parcialmente responsável por um aumento devastador no número de casos no início de 2021, colocando os hospitais sob forte tensão. A situação melhorou drasticamente desde então.

Os passageiros autorizados a regressar a Portugal, provenientes da Grã-Bretanha ou do Brasil, bem como da África do Sul, têm de apresentar teste negativo realizado no máximo 72 horas antes da partida e de quarentena durante 14 dias.

Está agora em vigor plano para aliviar gradualmente um bloqueio nacional imposto em 15 de janeiro para enfrentar o que então era o pior surto de covid-19 do mundo, mas as autoridades disseram que dariam um passo atrás se necessário.

Fonte: Agência Brasil

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