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PF deflagra operação abono contra fraudes na Caixa

Operação cumpre oito mandados de prisão temporária.

Policiais federais cumprem hoje (22) oito mandados de prisão temporária contra suspeitos de cometer fraudes contra a Caixa Econômica Federal. A Operação Abono, da Delegacia Federal de Niterói, também cumpre 11 mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Federal (PF), até as 8h já tinham sido presas oito pessoas, das quais sete tinham mandados de prisão contra elas e uma foi detida em flagrante por falsificação de documentos.

O grupo, que tinha participação de um funcionário da Caixa, é investigado por se utilizar de uma rede de falsificadores e sacadores para recebimento indevido de valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da cota PIS. Também eram feitas retiradas de valores de contas do banco. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões.

A investigação já indiciou 23 pessoas. Mais seis já tinham sido presas anteriormente. Os investigados vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, organização criminosa, peculato, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de capitais.

Fonte: Graça Adjuto A/B

PF faz ação em 5 estados e no DF contra corrupção na Infraero

Autoridades cumprem 19 mandados de busca e investigam fraudes em licitações em “lounges” e quiosques de alimentação em aeroportos

A PF (Polícia Federal) deflagrou a operação Índia na manhã desta quarta-feira (21) contra esquema de corrupção na Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). 

As autoridades cumprem dezenove mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. 

Segundo a PF, as investigações apontam que funcionários da Infraero e empresários dos ramos de turismo e alimentação fraudavam licitações das das áreas “lounge” e quiosques de alimentação nos aeroportos de Congonhas em São Paulo e Santos Dumont no Rio de Janeiro. 

Os locais eram avaliados por preços menores do que de fato valiam e esquema desqualificava as empresas que não estivessem envolvidas no esquema. A PF diz que, desta forma, “permitia-se a contratação de propostas menos vantajosas para a Infraero em fraudes estimadas em cerca de R$ 10 milhões”. 

Os crimes teriam acontecido entre 2016 e 2018. O Infraero ainda não se  posicionou sobre o caso.

Fonte: R7

Rondônia é alvo de operação contra fraudes e adulteração de combustível

Ao todo, são cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em sete estados.

O Ministério Público de São Paulo realiza nesta quarta-feira (21) uma operação contra um esquema de fraudes e adulteração de combustível.

Segundo os investigadores, o objetivo da operação é desarticular uma organização criminosa que tinha um sofisticado processo de adulteração de combustível e de importação ilegal de compostos usados na mistura da gasolina e do diesel. O grupo teria sonegado mais de R$ 538 milhões em tributos federais.

Ao todo, são cumpridos dois mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Rondônia e Rio Grande do Sul.

Um dos alvos é Ricardo de Oliveira, apontado como chefe do esquema. Ele foi preso em sua casa, em Santo André, no ABC paulista.

A polícia também prendeu André Luiz Riberio, sócio de uma das empresas. De acordo com os investigadores, ele era o responsável pela importação de compostos derivados do petróleo usados para as adulterações.

A operação é realizada com apoio da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Investigação

O Ministério Público de São Paulo aponta que a organização criminosa era especializada na adulteração de combustíveis e do composto químico ARLA 32, reagente utilizado para garantir maior eficiência na redução dos poluentes nos motores a diesel.

Os investigadores constaram que o grupo fabricava o ARLA32 utilizando-se, irregularmente, de ureia destinada à fabricação de adubos e fertilizantes, isenta de tributos normalmente cobrados da ureia automotiva, mais pura. A mistura, além de causar mais danos ao meio ambiente, pode danificar o motor do veículo.

Também foi verificado que a organização criminosa importava irregularmente nafta (produto incolor extraído do petróleo e matéria-prima básica para a produção de plástico), sob a justificativa de que o produto seria destinado à fabricação de tintas e vernizes. Porém, as investigações indicaram que esse insumo era misturado à gasolina no processo de adulteração.

Fonte: G1/RO

Madeireira é alvo de operação da PF em distrito de RO

Na ação, os policias apreenderam bens, como máquinas, caminhões e veículos que, com os valores somados, passam de mais de R$ 1 milhão.

Bens avaliados em mais de R$ 1 milhão foram apreendidos.  — Foto: PF/Divulgação
Bens avaliados em mais de R$ 1 milhão foram apreendidos.

A Polícia Federal (PF) cumpriu três mandados de busca e apreensão em Jaci-Paraná, distrito de Rondônia, contra crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e extração ilegal de madeira. Os cumprimentos ocorreram nesta terça-feira (20).

O principal alvo era uma madeireira da região e, consequentemente, a residência dos envolvidos.

Na ação, os policias apreenderam bens, como máquinas, caminhões e veículos que, com os valores somados, passam de mais de R$ 1 milhão.

Conforme a assessoria da PF, pelo menos R$ 70 mil em ouro foram apreendidos na operação.

Fonte: G1/RO

PF faz operação para prender traficantes que levavam vida de luxo na fronteira entre Brasil e Paraguai

Operação cumpre 8 mandados de prisão e apreensões no valor de R$ 230 milhões em veículos, embarcações, aeronaves e imóveis do grupo.

Dinheiro apreendido durante o cumprimento de mandados — Foto: PF/Divulgação
Dinheiro apreendido durante o cumprimento de mandados

Traficantes de drogas que agiam na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, mantendo empresas de fachada e ostentando festas e carros de luxo são alvos da Operação Status, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (11).

A 5ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande expediu 8 mandados de prisão preventiva e 42 de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, e também nas cidades paraguaias de Assunção e Pedro Juan Caballero.

Entre as apreensões, estão R$ 230 milhões em veículos, embarcações, aeronaves e imóveis do grupo.

A lancha, os jet ski e outros veículos normalmente usados em passeios na terra, que já foram apreendidos, estavam na Chapada dos Guimarães, região turística do Mato Grosso que fica perto de Cuiabá.

Segundo a PF, os traficantes usavam empresas de fachada ou de laranjas, como construtoras, administradoras de imóveis, lojas de veículos de luxo, para lavar dinheiro obtido com o tráfico de cocaína.

Jet skis apreendidos com o grupo suspeito de tráfico e lavagem de dinheiro — Foto: PF/Divulgação
Jet skis apreendidos com o grupo suspeito de tráfico e lavagem de dinheiro

O grupo contava ainda com uma rede de doleiros sediados no Paraguai, com operadores em cidades brasileiras como Curitiba, Londrina, São Paulo e Rio de Janeiro.

No Brasil, são apreendidos 42 imóveis, duas fazendas, 75 veículos, embarcações e aeronaves, cujos valores somados atingem R$ 80 milhões. No Paraguai, ação é feita em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas, e apreende 10 imóveis, no valor aproximado de R$ 150 milhões.

A operação foi batizada de “Status” em alusão à ostentação de alto padrão de vida mantida pelos chefes da organização criminosa, com participações em eventos de arrancadas com veículos esportivos de alto valor, contratação de artistas famosos para eventos pessoais e residências de luxo.

Caminhão de propriedade atribuída ao grupo alvo foi apreendido — Foto: PF/Divulgação
Caminhão de propriedade atribuída ao grupo alvo foi apreendido

Mandados

  • Campo Grande – 14 de busca e apreensão e três de prisão preventiva;
  • Ponta Porã – 9 de busca e apreensão;
  • Dourados – 2 de busca e apreensão;
  • Cuiabá – 3 de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva;
  • Barra do Garças– duas fazendas com mandado de busca e apreensão;
  • Primavera do Leste– 2 de busca e apreensão;
  • Curitiba– 4 de busca e apreensão;
  • Londrina– 1 de busca e apreensão;
  • São Paulo – 5 de busca e apreensão;
  • Rio de Janeiro – 1 de busca e apreensão.

Fonte: G1

PF cumpre mandados contra suspeitos por roubo de equipamentos eletrônicos da União em Ji-Paraná

Os investigados podem responder por roubo a patrimônio da União e associação criminosa.

Uma operação foi realizada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (10) para cumprir dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão no município de Ji-Paraná (RO)

Dois suspeitos são investigados por uma suposta participação no roubo de equipamentos eletrônicos de propriedade da União. Os mandados da Operação FindMe foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Ji-Paraná.

Segundo a Polícia Federal, o crime aconteceu em junho de 2020. Dois celulares foram roubados, sendo um deles de propriedade de um órgão federal. Os aparelhos já foram recuperados.

As investigações apontaram os dois suspeitos como autores do crime, no entanto, até a manhã desta quinta (10) eles ainda não haviam sido localizados. Os investigados podem responder por roubo a patrimônio da União e associação criminosa.

A operação recebeu o nome de FindMe como referência a um aplicativo de localização de celulares perdidos.

Fonte: G1/RO

PF cumpre mandado de busca e apreensão em Espigão D’Oeste

Policiais apuram garimpo ilegal de diamantes após denúncia de venda pela internet em Rondônia.

A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão na sexta-feira (4) referente à comercialização e garimpo de diamantes em Espigão D’Oeste (RO). Conforme a corporação, uma denúncia anônima indicou que um homem estaria vendendo os cristais pela internet a todo o Brasil.

As investigações apontam ainda que o suspeito estaria procurando por investidores em garimpo na Reserva Roosevelt.

Os policiais seguiram à casa indicada e confirmaram a veracidade da denúncia, além de ser o alvo em questão suspeito da comercialização.

Fonte: G1/RO

PF faz buscas e prisões em operação sobre contratos de tecnologia

Cerca de 300 agentes estão nas ruas; um dos alvos de prisão representa empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, de  Washington 

A Polícia Federal está nas ruas desde a madrugada desta quinta-feira (3) com cerca de 300 policiais na operação “Circuito Fechado”, desdobramento da Operação Gaveteiro, que investiga contratos milionários de tecnologia e informática no governo.

São investigados três contratos que foram realizados com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), no período compreendido entre 20 de julho de 2012 e 22 de outubro de 2019, que teriam representado desvios de R$ 40.566.248,00.

Estão sendo cumpridos nove mandados de prisão temporária e 44 mandados de busca e apreensão em endereços situados no Distrito Federal, São Paulo, Goiás e Paraná. Entre os alvos aparecem empresas, funcionários públicos e empresários do ramo de tecnologia.

Além dessas medidas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 40 milhões nas contas dos investigados, bem como o sequestro de seis imóveis e 11 veículos.

Um dos alvos de prisão hoje é um representante no Brasil da empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, sediada em Washington (EUA). A companhia é quem fornece a licença do software para empresas de tecnologia de Brasília e o representante dela no país é responsável por dar o certificado exigido em edital para as empresas. A investigação não encontrou indícios até o momento de participação da empresa norte-americana no suposto esquema.

Segundo a PF, apenas empresas participantes do esquema conseguiam esse certificado que era exigido no edital. Por isso a operação foi batizada de “circuito fechado”. Uma espécie de clube das empresas de tecnologia e informação.

Outra companhia investigada é a B2T (Business to Technology), empresa de informática com sede no Lago Sul, região nobre de Brasília, que já foi alvo da PF no começo do ano.

Segundo a Polícia Federal, a empresa foi usada para desviar R$ 50 milhões dos cofres públicos entre 2016 e 2018, no extinto Ministério do Trabalho.

Entre os presos estão Alberto Branquinho, representante da Microstrategy e Tiago Schettini Batista, da B2T. O secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro, foi alvo de mandado de busca e apreensão na casa dele hoje pela manhã. A investigação apura contratos de tecnologia firmados no DNIT quando ele era diretor da autarquia.

A investigação aponta que a empresa começou a vender um software de business intelligence, que faz análise de metadados e bigdata, pelo valor de R$ 1 milhão, mas em contratos posteriores os valores de venda chegam perto da casa dos R$ 100 milhões. Esse software é usado em órgãos públicos, como ministérios e autarquias. A certificação do software era pela MicroStrategy.

Em média, de acordo com as investigadores, até 80% do que seria pago pelo órgão eram revertidos em propina aos investigados do suposto esquema.

Essa segunda fase acontece após delação premiada de um empresário preso na primeira ação, que relatou o suposto esquema, que seria: o valor do contrato ia aumentando conforme o repasse para pessoas interessadas no esquema, como responsáveis pela compra, pela assinatura do contrato e quem daria o aval. Tanto no serviço público, quanto no privado, como empresas parceiras.

Outras cinco empresas parceiras da B2T estão sendo alvos também da operação de hoje.

A primeira fase

A PF deflagrou no dia 6 de fevereiro a Operação Gaveteiro para apurar o desvio de valores do então Ministério do Trabalho, por meio da contratação dessa empresa do ramo da tecnologia da informação, em Brasília e em mais cinco estados.

Policiais federais deram cumprimento a 2 mandados de prisão preventiva e a 41 mandados de busca e apreensão, em endereços situados no Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Além das prisões e buscas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 76 milhões nas contas dos investigados. À época, foram concedidas ainda medidas cautelares proibindo os investigados de se ausentarem do país.

As investigações começaram após relatório da Controladoria-Geral da União, que apontaram que a contratação da empresa foi apenas o subterfúgio utilizado pela organização criminosa que atuava no MTB para desviar dinheiro do órgão. O objeto da contratação foi justamente a aquisição de solução de tecnologia e licenças para detectar fraudes na concessão de seguro-desemprego.

Os envolvidos respondem pelos crimes de peculato, organização criminosa, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva, com penas que, se somadas, podem chegar a mais de 40 anos de prisão.

DNIT

Em relação à operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (3/9), com o objetivo de apurar eventuais irregularidades em contratações na área de tecnologia, descontinuadas em 2019, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa:

– As instâncias de integridade do DNIT, em 2019, a partir de relatório inicial do Tribunal de Contas da União, realizaram procedimentos de apuração preliminares e fizeram os encaminhamentos necessários aos órgãos de controle, com apoio da Secretaria de Conformidade e Integridade do Ministério da Infraestrutura – coordenada por delegada da Polícia Federal;

– Dessa forma, as medidas de integridade tomadas pelo DNIT contribuíram diretamente para a operação realizada hoje;

– Portanto, a atual gestão foi responsável, não só por descontinuar o contrato de prestação do serviço, bem como atuou para que as eventuais ilicitudes estejam hoje sendo objeto de apuração pelos órgãos responsáveis;

– O Departamento tem se colocado à disposição das autoridades para colaborar com os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários, visando a completa elucidação dos fatos;

– Eventuais desvios também são objeto de apuração interna, por meio dos mecanismos de controle e de conformidade da autarquia.

– O DNIT reafirma estar em permanente contato com os órgãos de controle e que pauta sua atuação dentro da legalidade e lisura, respeitando todos os princípios éticos da administração pública.

MicroStrategy

Em nota, a MicroStrategy informou que seus atuais dirigentes e funcionários não são alvos da Operação Circuito Fechado, da Polícia Federal. Além disso, a empresa mencionada em informações públicas não faz parte do atual quadro de revendedores MicroStrategy.

A MicroStrategy declarou que está à disposição das autoridades para fornecer qualquer informação que possa contribuir com a investigação.

Conforme a investigadores da PF, Alberto Branquinho, preso hoje, não faz parte dos quadros da empresa desde 2018 e mesmo assim continuava liberando certificados. A PF também apura falsificação de documento e falsidade ideológica.

A reportagem tenta contato com a defesa dele.

Fonte: R7

Rondônia é alvo da Operação Caixa Forte que investiga tráfico de drogas e lavagem de dinheiro contra grupos do PCC

De acordo com a PF, esta é a maior operação da corporação em número de estados. São cumpridos 600 mandados em 19 estados.

Operação 'Caixa Forte', em Belo Horizonte — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação
Operação ‘Caixa Forte’, em Belo Horizonte

Na manhã desta segunda-feira (31), A polícia Federal realiza uma operação contra facção criminosa ligada ao tráfico de drogas. Foram bloqueados cerca de R$ 252 milhões em contas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

São cumpridos mais de 600 mandados de prisão e de busca e apreensão na operação que investiga tráfico de drogas e lavagem de dinheiro praticados pelo PCC. A Justiça de MG determinou o bloqueio de até R$ 252 milhões dos investigados.

Segundo a PF, esta é a maior operação da corporação em número de estados, mandados e valores apreendidos. Só em um endereço, em Santos, no litoral de São Paulo, foram apreendidos R$ 2 milhões e US$ 730 mil.

Mais de R$ 2 milhões foram apreendidos em Santos, litoral de SP, nesta manhã — Foto: Polícia Federal/Divulgação
Mais de R$ 2 milhões foram apreendidos em Santos, litoral de SP, nesta manhã

De acordo com as investigações, 210 pessoas que estão atualmente detidas em presídios federais recebiam um auxílio mensal da facção por terem alcançado cargos de alto escalão na organização criminosa ou por terem realizado missões como a execução de servidores públicos.

Os pagamentos, afirma PF, eram feitos por meio de contas de pessoas que não pertenciam à facção, a fim de evitar a identificação dos recursos por parte das autoridades.

Força-tarefa realiza operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em 19 estados e no DF — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação
Força-tarefa realiza operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em 19 estados e no DF

Dos 600 mandados, 422 são de prisão, parte deles (173) contra pessoas que já estão detidas. As ordens são cumpridas em 19 estados e no Distrito Federal (veja a lista abaixo).

Entre os alvos estão integrantes do PCC, familiares e outras pessoas responsáveis por lavar dinheiro para a organização.

A operação foi batizada de Caixa Forte e é realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO), composta por PF, Polícia Civil de Minas Gerais, Polícia Rodoviária Federal e Departamento Penitenciário Nacional (Depen) de MG e Federal.

Locais onde há alvos da operação:

  1. Acre
  2. Alagoas
  3. Amazonas
  4. Ceará
  5. Distrito Federal
  6. Goiás
  7. Minas Gerais
  8. Mato Grosso do Sul
  9. Mato Grosso
  10. Pará
  11. Paraíba
  12. Pernambuco
  13. Paraná
  14. Rio de Janeiro
  15. Rio Grande do Norte
  16. Rondônia
  17. Roraima
  18. Rio Grande do Sul
  19. Santa Catarina
  20. São Paulo

Fonte: G1/RO

Operação Pronta Resposta faz busca na casa de envolvido em ameaçar consulado chinês em SP

Policiais apreenderam computadores e aparelhos celulares

A Polícia Federal (PF) deflagrou, hoje (24), a Operação Pronta Resposta, para investigar ameaça de ataque terrorista contra o Consulado da República Popular da China em São Paulo. Em nota, a corporação esclareceu que um representante do escritório recebeu um e-mail com a intimidação, em que o remetente exigia o fechamento imediato do local e informava que, se não fosse atendido, iniciaria as investidas no endereço, já a partir desta segunda-feira (24).

O representante do consulado procurou a PF na sexta-feira (21). Com a urgência do caso, a corporação mobilizou agentes para localizar o suspeito de fazer a ameaça e, durante o plantão do final de semana, cumpriu mandados de busca e apreensão na residência do investigado, informa a PF na nota.

“Foram apreendidos computadores e aparelhos celulares em busca da motivação do crime e da eventual participação de outros envolvidos”, disse a corporação.

Atuaram na operação, o Grupo de Repressão à Crimes Cibernéticos e o Grupo de Pronta Intervenção.

Fonte: Fernando Fraga A/B