Banco da Amazônia completa 79 anos e comemora com campanha solidária

A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade

Em comemoração aos 79 anos do Banco da Amazônia, foi finalizada a primeira etapa da Campanha Solidária nesta sexta-feira, dia 09. A ação teve início em maio deste ano com a meta de arrecadar donativos para beneficiar pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente os atingidos pelos efeitos da pandemia da COVID19. 

Neste ano, serão atendidas a Associação Wesleyana de Ação Social-AWAS (RO) e Associação São Tiago Maior – OSCIP (RO). A campanha solidária foi dividida em três etapas: de 05/05 a 09/07, de 10/07 a 05/10 e de 06/10 a 16/12/2021. De acordo com o superintendente regional Diego Campos, essa divisão visa facilitar a entrega das arrecadações e atender as necessidades das instituições. “Somos o Banco da região amazônica e é nosso dever trabalhar para desenvolver não somente a parte econômica, mas sobretudo, fomentar o social”, afirma o superintendente.

História do Banco

Criado no dia 09 de Julho de 1942, o Banco da Amazônia é o maior fomentador da região Norte que possui um território com diversos desafios para seu desenvolvimento socioeconômico em consequência a sua grande extensão e diversidade, sem contar o nível de desigualdade comparada às outras regiões, por isso a ação do banco é indispensável para o uso de estratégias em combate a esses desafios. “Chegamos a uma idade de 79 anos dando muito mais resultados do que há dez anos” Ressaltou o superintendente.

“Desde o seu início o banco da Amazônia passou por diversas transformações com o ciclo da borracha, ouro, potenciais energéticos e agora vivemos o ciclo do agronegócio dentro do banco, nesse novo ciclo estamos trabalhando para que aconteça de forma mais sustentável do que os ciclos anteriores”, finalizou o superintendente.


Fonte: Banco da Amazônia S/A

Governo do Ceará lança campanha que abri mão da linguagem portuguesa (veja o vídeo)

Camilo Santana ao lançar uma campanha de combate à LGBT fobia, resolveu lançar peças publicitárias que abrissem mão da linguagem portuguesa.

Ainda existe na sociedade pessoas engajadas na defesa dos valores tradicionais cristãos que sustentam a pratica dos bons costumes da família e as relações afetivas. Embora, muitas vezes, são consideradas antiquada ao sustentar suas posições, alertando a todos sobre os perigos destrutivos de posições inadequadas que desfazem completamente os princípios éticos e morais do caráter das pessoas.

Isso acontece, porque vivemos em uma sociedade liberal, de valores invertidos, que despreza os princípios bíblicos e vivem na prática da inversão de valores.  

Priscila Costa, vereadora na cidade de Fortaleza no Ceará, faz duras críticas ao governador, Camilo Santana. No vídeo a vereadora comenta o episódio em que o governador do Ceará lança uma campanha de combate à LGBT fobia.

A vereadora faz um alerta para uma campanha do atual Governador Cearense, Camilo Santana do PDT. O vídeo fala por si só.

Veja o conteúdo:

“O governo do estado do Ceará sob responsabilidade do governador Camilo Santana ao lançar uma campanha de combate à LGBT fobia resolveu lançar peças publicitárias que abrissem mão da linguagem portuguesa a nossa língua oficial, prevista na Constituição federal para privilegiar uma linguagem de um grupo particular político ideológico o grupo LGBTQIA+.      

Nós temos aqui o uso da linguagem de gênero por parte do governo do estado do Ceará em 2019 como 2021, reforçando o compromisso político de Camilo Santana com a agenda política. LGBTQIA+.

O governo do estado se refere a um Ceará que é Ceará de “todx”, usando o X ao invés dos pronomes, da mesma forma a própria Secretaria de educação que tem através da lei, a função de ensinar também a língua portuguesa aos nossos alunos pago com os nossos impostos, também, adota uma outra linguagem a linguagem neutra usando o pronome “todx” usando o “e” ao invés do a ou do o.

Eu sei que talvez você esteja perguntando: Qual a origem dessa linguagem? Até porque muitos que estão aqui, tem na sua vida social, de trabalho e familiar, a convivência com pessoas que vivem sua sexualidade de maneira diversa e nem por isso estão chamando as pessoas de “todes” ou de “todx”.

Isso prova gente, que o movimento político, entenda político, LGBTQIA+, quer forçar esses conceitos de cima para baixo. Isso demonstra que a iniciativa do poder público de abrir mão da língua portuguesa para adotar uma linguagem neutra não é para atender o interesse de pessoas comuns do nosso dia a dia social, que porventura tenham suas diferenças íntimas. Não! A linguagem neutra é um interesse político de uma elite milionária ideológica LGBTQIA+ que sempre quer como objetivo final acessar a formação da intimidade das crianças. Não é à toa que a própria Secretaria de educação do governador Camilo Santana adota a linguagem neutra para que se torne cada vez mais íntimo esse tipo de conceito aos seus filhos e as suas filhas.

A ideia, é a construção do aprendizado da própria língua de uma maneira que despreze os pronomes da forma como os conhecemos e use os pronomes para trazer novas ideias, novos conceitos sobre pessoas seres humanos. Os pronomes usados com x trazem a ideia de que o ser humano ele é neutro, ele não tem nenhuma essência anterior, ele não tem nenhuma essência original. Ele é neutro com coisas, ele pode ser qualquer coisa e aquilo que pode ser qualquer coisa no fim, não pode ser nada. O ser humano tem valor! O ser humano é divino e precioso. Eu repito aqui a frase do professor cearense Glauco Barreira: o ensino da linguagem neutra por parte do governo de Camilo Santana, deseduca e fere a dignidade humana.”

Muito triste, isso! Na atualidade, mais do que nunca, estamos vendo de um modo geral a inversão de valores sendo praticada e propagada pela mídia e pelas autoridades em todos os seguimentos da sociedade.

O grande problema é que as pessoas querem viver a sua própria “maneira” desvirtuosa da realidade da vida. Muitos preferem viver ao seu bel-prazer, da maneira que lhe é mais conveniente. Eles pregam que o homem é um produto do meio, e que cada um vive a sua realidade. Como se as regras, as leis e os bons princípios que regem a sociedade não tivessem valor algum.

O fato é que estamos vivendo uma época de total inversão de valores, para muitos, o certo passa ser errado e o errado passa ser certo. O errado é aclamado como certo, onde os transgressores, corruptos e ladrões são aplaudidos como espertalhões da sociedade; onde a ideologia de gênero é aceita por muitos como uma opção de vida, e que deve ser respeitada pela sociedade.

Eles querem empurrar goela a baixo para nós, sem medir as consequências dos males que podem causar para sociedade de um modo geral. Misturam o sagrado com o profano e dizendo que não há diferença. Este é o retrato de uma sociedade perversa, doentia e sem temor a Deus.

Basta ver as novelas da Globo para verificar como tudo é invertido dentro das nossas casas. O empresário precisa ser sempre um canalha, um traidor mentiroso, um ladrão. Um esquerdista é sempre aclamado santo na história, aquele cheio de boas ideias, boas intenções que vai lutar contra os poderosos em nome da “justiça social”. Isso é mais antigo do que a posição de (…).

Porém, ai daqueles que ao mal chamam de bem e ao bem chamam de mal! Que fazem da escuridade luz, e da luz, obscuridade.



Da Redação/CN

Semed realiza campanha “Tô de Volta” em busca de ajudar alunos que não participam das atividades escolares remotas

Equipes da Prefeitura de Porto Velho entregam atividades impressas e Kits de Alimentação Escolar que não foram retirados

A campanha “Tô de Volta”, lançada pela Prefeitura de Porto Velho, está resgatando os alunos que se afastaram das atividades escolares durante a pandemia. O trabalho consiste em fazer visitas às famílias dos estudantes, entregar kits de alimentos e fazer a conscientização sobre a importância da educação das crianças, apesar das restrições vigentes no momento. As atividades presenciais nas escolas estão suspensas desde março de 2020, devido a pandemia da Covid-19.

A estratégia da Secretaria Municipal de Educação (Semed) consiste em entregar, nas residências dos alunos, as atividades impressas e kits escolares, além de alimentos que integram a merenda escolar obrigatória. Na ocasião, as equipes orientam os pais e responsáveis sobre a educação das crianças.

As equipes encontram situações como a de Sebastiana Rodrigues, que ficou responsável pela criação dos netos após circunstâncias que os privaram da presença dos pais. A idosa, de 66 anos, mora em uma casa simples no bairro Baixa da União e desde o início da pandemia precisou dedicar um tempo para auxiliar no aprendizado das crianças. “Mesmo não sabendo muita coisa, tiro um horário do dia para ensinar as crianças. Precisei buscar na memória algumas informações para ajudar meus netos nas atividades da escola”, afirma.

“São pais e estudantes que se encontram em situação de vulnerabilidade social e, por isso, não conseguem acompanhar ou buscar as atividades impressas na escola. Alguns não têm acesso à internet ou um aparelho celular”, explica a secretária municipal de educação, Gláucia Negreiros.

A Escola Municipal Khrys Damaris, localizada no bairro Areal, atende a mais de 100 crianças do ensino infantil. A disparidade social e econômica de algumas famílias fez com que a direção da escola fosse uma das primeiras a iniciar as visitas e entregar os materiais.

Fonte: Semed

Governo lança campanha de DNA para encontrar pessoas desaparecidas

Objetivo é abastecer o Banco Nacional de Perfis Genéticos

O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou, hoje (25), uma campanha para coletar, voluntariamente, material genético de parentes de pessoas desaparecidas em todo o país. O objetivo é abastecer o Banco Nacional de Perfis Genéticos e, por meio de exames biológicos, auxiliar na eventual identificação de desaparecidos. Segundo o ministério, cerca de 80 mil pessoas desaparecem no Brasil todos os anos.

O anúncio de lançamento da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas acontece no dia em que se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mas as ações propriamente ditas ocorrerão entre 14 e 18 de junho, em todo o território brasileiro, em locais que serão anunciados pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

Parentes de pessoas desaparecidas, preferencialmente de primeiro grau (pai e mãe, filhos, irmãos) ou pessoas com quem a desaparecida tenha tido filhos, serão incentivadas a fornecerem mostras do próprio material genético, que é obtido de forma indolor. Familiares e pessoas próximas também podem entregar itens pessoais pertencentes à pessoa desaparecida, tais como escova de dentes ou cabelo; óculos, aparelho ortodôntico; dente de leite; aparelho de barbear; aliança e outros objetos nos quais os técnicos possam encontrar material genético.

Criado em 2013, com o objetivo principal de auxiliar investigações criminais por meio da perícia de material genético, o Banco Nacional de Perfis Genéticos conta com menos de 3 mil amostras cadastradas de material genético de parentes de pessoas desaparecidas. De acordo com o ministério, o uso da tecnologia de ponta pode ajudar na localização por meio da identificação de vínculo genético de pessoas encontradas com as cadastradas no banco nacional.

“O lançamento desta campanha, esta coleta [de material genético], são fundamentais e vai ajudar, mas não basta”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante cerimônia realizada esta manhã, na sede do ministério, em Brasília. “Não temos mais tempo a perder. A sociedade nos cobra uma atitude em relação às pessoas desaparecidas, em especial às crianças. De certa forma, é uma omissão do Estado não se fazer presente e não ajudar a buscar estas pessoas, estas crianças, e buscar minimizar o sofrimento”, acrescentou o ministro, admitindo que o Estado precisa ser mais “proativo”, inclusive para orientar os profissionais da segurança pública de todo o país a lidarem de forma adequada com o problema.

Comitê gestor

Além do lançamento da campanha, durante a cerimônia foi instalado o Comitê Gestor da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. Instituído por decreto em fevereiro deste ano, o órgão integrará a estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas será composto também por representantes dos ministérios da Mulher, Família e Direitos Humanos; Cidadania e Saúde, além de integrantes indicados pelo Poder Judiciário, Ministério e Defensoria Públicos, peritos criminais, Conselhos Tutelares, Conselhos de Direitos Humanos e sociedade civil.

Entre as competências do comitê destacam-se o monitoramento à implementação da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e o fomento à cooperação entre o governo federal, estados, Distrito Federal e municípios para o mapeamento e prevenção e busca de pessoas desaparecidas. O comitê também atuará no desenvolvimento de estudos, debates e pesquisa sobre o tema, podendo apresentar propostas de edição e de alteração de atos legislativos e normativos.

Ao discursar, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que o Brasil não sabe ao certo quantas crianças desaparecem no país anualmente. Fato que ela classificou como um “absurdo”.

“A primeira coisa que vamos fazer é descobrir quantas crianças estão desaparecendo, de fato, no Brasil. Só na Ilha do Marajó [MA], todos os anos, 1,5 mil crianças nascem e não são registradas. Imaginem em todo o país. Como vamos saber quantas estão desaparecendo no Brasil se não sabemos ao certo nem quantas estão nascendo”, comentou a ministra, afirmando que o país não pode mais “fechar os olhos” para “algo tão sério”.

“Ou a gente entende que as crianças estão em risco no Brasil, ou a gente entende que elas estão em perigo no país. Não dá mais para ficar apenas fazendo discursos bonitos, criar grupos de trabalho ou apresentar excelentes propostas legislativas que ficam anos tramitando”, declarou a ministra, acrescentando que “eu sei, mas, hoje, não tenho muito o que celebrar.”

Fonte: Valéria Aguiar A/B

A força do Agronegócio em evidência em campanha publicitária

Banco da Amazônia – O parceiro do Agrossustentável na Amazônia

Com o tema ‘Agronegócio’, o Banco da Amazônia (BASA) dá início nesta semana à sua mais nova campanha publicitária. Integrada aos principais meios de comunicação do Brasil, como TV, portais, jornais, rádio, aeroportos e redes sociais. A campanha será veiculada a nível regional e nacional.

De acordo com a coordenadora de Comunicação o Banco, Ruth Helena Lima, a nova campanha mostra que o BASA possui soluções de crédito para os setores da economia da Amazônia, com ênfase para o setor rural e ainda pretende mostrar a importância e a força do Banco para o setor do agronegócio da Amazônia.

O BASA investiu somente no agronegócio até o final de 2020 mais de R$ 5,3 bilhões. Somente em crédito de fomento a Instituição destinou mais de 11 bilhões de reais somente em 2020 para a toda a Amazônia.

“O conceito da campanha é referendar que somos o principal parceiro do Agronegócio Regional e que somos o Banco que mais acredita na região Norte e no sonho de milhares de produtores, sempre apoiando projetos sustentáveis e contribuindo para o futuro da região”, afirmou.

O novo vídeo da campanha Parceria – A Semente do Amanhã na Amazônia encontra-se em https://www.youtube.com/watch?v=kYbnjSZo9ME.

Fonte: Assessoria

Ministro da Saúde estuda campanha de testagem contra covid

A declaração de Marcelo Queiroga foi dada em Botucatu, o município abriu hoje vacinação em massa da população para pesquisa

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou neste domingo (16) que está em estudo na pasta uma ampla campanha de testagem da população brasileira para o novo coronavírus, causador da covid-19. A declaração foi dada em Botucatu, no interior paulista. O município começou a vacinar hoje toda a população entre 18 e 60 anos contra a covid-19, em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial. “É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando [IFA]. O Brasil precisa de tranquilidade para superarmos juntos essa dificuldade sanitária”, disse.

Ainda sobre a dificuldade na aquisição de vacinas, o ministro lembrou que o Brasil faz parte do acordo Covax Facility, que alocou US$ 150 milhões para garantir a cobertura vacinal de 10% da sua população. “A prova dessa dificuldade de doses é que mesmo a OMS [Organização Mundial da Saúde] tem dificuldade de entregar as doses que se comprometeu conosco e nem por isso nós ficamos criticando a OMS.”

Queiroga acrescentou que o Brasil tem um trabalho diuturno para ter mais vacinas. Ele disse que, nesse sentido, o país é o quinto que mais distribui doses. “O Brasil está indo bem na campanha de vacinação. Poderia ir melhor? Claro que sim, se tivéssemos mais doses”, ressaltou.

Marcelo Queiroga destacou ainda que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e, por isso, incentivou outras medidas. “Nós precisamos, além da vacinação, de incentivar as medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.”

O ministro destacou que o momento é de união e citou ações do governo como o pagamento do auxílio emergencial. “Vamos construir juntos um cenário que permita resgatar a saúde pública e devolver as condições econômicas no nosso país”, afirmou.

China

Perguntado se os problemas com o IFA poderiam ser reflexo de problemas diplomáticos com a China, Queiroga afirmou que o país asiático tem sido um grande parceiro para o Brasil e disse que não vê nenhuma fissura nas relações entre o governo brasileiro e o chinês.

“O presidente[ Jair Bolsonaro] tem uma excelente relação não só com a China, mas com todas as nações com que o Brasil estabelece relações internacionais. A China integra um bloco econômico importante que é o Brics, o Brasil faz parte, a Rússia faz parte, e as relações são absolutamente normais”, ressaltou Queiroga.

O ministro disse ainda que o embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, “é um grande parceiro nosso na prospecção não só de IFA, mas de doses prontas de vacina.”

Pesquisa

O município de Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Pelo projeto de vacinação em massa, todos esses receberão imunização contra a covid-19, e os casos positivos na regiã, serão sequenciados. A expectativa é saber a efetividade da vacina produzida pela Fiocruz contra todas as cepas que circulam na cidade.

Além da efetividade contra as variantes, o estudo servirá para comparar o quão eficiente foi a vacinação em massa em relação aos demais municípios da região. Botucatu abriga uma unidade do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e, por isso, tornou-se um polo de referência na região.

O estudo terá duração estimada de oito meses. O período incluiu a aplicação das duas doses – com intervalo de 90 dias – e o acompanhamento da população imunizada.

Por Karine Melo

TSE lança campanha e número de deslikes revela o que os brasileiros pensam das urnas eletrônicas (veja o vídeo)

A urna tem sido parte da solução da segurança, um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, lança nesta sexta-feira (14), campanha institucional sobre a segurança, transparência e auditabilidade do processo eleitoral. O evento será transmitido, ao vivo, pelo canal do TSE no YouTube, rádio e TV Justiça. Mas, pelo número de “deslikes” e comentários nada positivos dos internautas, já se sabe qual a opinião que o povo brasileiro tem sobre os equipamentos.

A intenção de Barroso é comprovar a eficiência e segurança do que completou 25 anos nesta quinta-feira (13). Na ocasião, o ministro afirmou que as urnas eletrônicas são a garantia de eleições seguras e transparentes.

“O Brasil tem muitos problemas que o processo democrático e a democracia ajudam a enfrentar e resolver. Um desses problemas não é a nossa urna eletrônica. A urna tem sido parte da solução da segurança, um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder; sem que jamais tenha questionado de maneira documentada e efetiva a manifestação da vontade popular”, acredita.

Nos comentários, um internauta disse:

“Não confiamos nem no STF, quem dirá nas Urnas”, ironizou.

Em seguida, outro inscrito no canal alertou:

“Voto impresso e auditável já! Nada quem vem do STF o povo brasileiro confia”, bradou.

Imagem em destaque

Na mesma data em comemoração ao aniversário da urna, a Câmara dos Deputados instalou Comissão Especial para discutir a PEC que obriga a impressão de votos no Brasil. A deputada federal Bia Kicis (PSL), autora da proposta, elogiou os equipamentos eletrônicos, mas diz que a impressão do voto trará libertação ao eleitor.

“Mas nós temos que olhar para frente e nós temos a convicção de que por melhor seja o sistema, ele não é o melhor que a gente pode conseguir. Temos a Argentina, por exemplo, que possui urnas de terceira geração, enquanto o nosso sistema possui sistema de primeira geração. O nosso sistema permite uma eleição célere, uma eleição muito simplificada, mas ele não dá a devida segurança e transparência”, disse.

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fez coro à afirmação da presidente da CCJ e disse que a população precisa ser ouvida.

“A comissão na Câmara dos Deputados para que a gente possa votar no plenário e daí mandar para o Senado em tempo hábil para que as providências sejam tomadas e a voz da população seja ouvida. Nós queremos votar e queremos ter a certeza que esse voto é confirmado da maneira como a gente colocou”, afirmou.

Barroso esteve nas últimas eleições presidenciais americanas como convidado a observar o sistema eleitoral do país. A disputa foi considerada a mais fraudulenta da história, com vários indícios de manipulação dos votos. A Suprema Corte dos Estados Unidos, no entanto, não viu problema algum e manteve o democrata Joe Biden vitorioso.

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

TSE lança campanha sobre segurança do sistema de votação eletrônico

Serão veiculadas peças audiovisuais nas redes sociais do tribunal

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou hoje (14) a campanha de esclarecimento à população sobre a segurança do sistema de votação eletrônico no país. Serão veiculadas peças audiovisuais nas redes sociais do tribunal, na Rádio Justiça e na TV Justiça para detalhar o funcionamento da urna eletrônica, os mecanismos de segurança do processo eleitoral e as medidas que são tomadas para auditar a votação. 

Durante a coletiva de lançamento da campanha, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, reiterou que o processo de votação eletrônico é usado há 25 anos no país e nenhuma fraude foi registrada. Barroso disse que o Brasil registrou várias fraudes na contagem dos votos de papel antes da implantação do equipamento, que começou a ser usado em 1996. 

“O advento das urnas eletrônicas mudou a qualidade da democracia no Brasil e, desde então, as urnas eletrônicas vêm sendo utilizadas com sucesso, sem que jamais se tivesse documentado sequer um caso de fraude”, disse. 

O presidente do TSE também anunciou a criação de uma comissão externa que vai acompanhar todo o processo eleitoral de 2022. O grupo será implantado até o final deste ano e deverá contar com a participação de acadêmicos, representantes de instituições públicas e da área de tecnologia de informação, movimentos de combate à corrupção e integrantes do Congresso Nacional. 

“Aqui não há nada a esconder, tudo é limpo, transparente e pode ser visto, inspecionado e auditado por qualquer pessoa, a qualquer tempo”, afirmou.

Fonte; Agência Brasil

Banco da Amazônia promove campanha solidária 2021 para ajudar comunidades carentes

A campanha está sendo realizada em todos os estados da Amazônia Legal

Para levar ajuda às comunidades mais vulneráveis, que estão sofrendo com os impactos causados pela pandemia da COVID-19, o Banco da Amazônia (BASA) lança a nova edição da sua Campanha Solidária 2021, que traz como tema: Amor que alimenta sonhos e esperança.  

De acordo com a Gerente de Gestão de Pessoas, Bruna Paraense, a ação pretende estimular o espírito solidário na Instituição e fomentar a atuação voluntária, movimentando uma rede de solidariedade entre colaboradores, clientes, parceiros e a sociedade em geral. 

Bruna explica que a Campanha Solidária tem como foco arrecadar recursos financeiros que devem ser depositados na conta corrente que as entidades possuem no Banco, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal e limpeza. “Os itens estão definidos em regulamento publicado internamente e contarão pontos cada um”, informa. 

A campanha está sendo realizada em todos os estados da Amazônia Legal, por meio de nove superintendências regionais do Banco, e contemplará treze instituições da região amazônica, por meio de convênios já realizados.  

O êxito da campanha de 2020  

A Gerência de Gestão de Pessoas informa que as Campanhas Solidárias do BASA integram um Programa de Voluntariado, que realiza ações há mais de dez anos. A ação do ano passado arrecadou mais de 6.700 itens, sendo alimentos não perecíveis, cestas básicas, materiais de higiene e mais de R$ 100 mil em recursos financeiros, beneficiando 14 entidades sem fins lucrativos da Amazônia Legal. 

Para participar 

Para colaborar com as Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (OSPAN) com recursos financeiros, os depósitos podem ser feitos na conta corrente 071929-7, agência 128-7. O CNPJ da entidade é 04.746.442/0001-32. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Belém Reduto (Tv. Almirante Wandenkolk, nº 175). 

Para colaborar com as Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (OSPAN) com recursos financeiros, os depósitos podem ser feitos na conta corrente 071929-7, agência 128-7. O CNPJ da entidade é 04.746.442/0001-32. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Belém Reduto (Tv. Almirante Wandenkolk, nº 175). 

Já as contribuições para a Associação de Pais de Pessoas com Necessidades Especiais do Tapajós (APPNET) podem ser feitas na conta corrente 072.687-0, agência 046-9. O CNPJ da entidade é 21.721.068/0001-30. Os materiais doados podem ser entregues na sede da Superintendência Regional PA II e agência Santarém (Tv. Nazaré, nº 75- A – Praça São Sebastião). 

As doações para a Associação Projeto Futuro Melhor podem ser feitos na conta corrente 072.696-2, agência 034. O CNPJ da entidade é 06.963.509/0001-16. Os materiais doados podem ser entregues na Agência Marabá Centro (Folha CSI-31, VCI-1, Lotes 53/57 – Marabá – PA). A campanha do Basa vai receber doações até o dia 17 de dezembro em todos os estados da Amazônia Legal. 

Por Lídia Aciole do Carmo – Banco da Amazônia S/A

Hospital Regional de Campanha amanheceu sem médicos, neste domingo

Uma enfermeira foi chamada para assumir o plantão no lugar do médico no Hospital de Campanha

Guajará-Mirim, RO – O Hospital de Campanha e o Hospital Regional, ambos de Guajará-Mirim, estão sem médicos de plantão na manhã, deste domingo(21). A unidade de Campanha é voltado para atender aos pacientes com Covid-19 da região.

A denúncia foi feita por pacientes e por funcionários dos dois estabelecimentos de saúde, que procuraram representantes do Sindsaúde e o vereador Rivan Eguez, para mostrarem a situação. O diretor responsável pelos dois hospitais, Winston Ojope Cuellar, foi contatado e disse que não sabia da falta de médicos.

Winston conseguiu uma enfermeira para assumir o plantão no Hospital de Campanha e uma médica para o Hospital Regional.

Porém, a médica plantonista do Hospital Regional informou ao vereador que não poderá atender os pacientes do Hospital de Campanha, pois, tem um filho recém-nascido e que evitar a contaminação. Ela contou que só fará o atendimento em casos extremos.

A MÉDICA plantonista no Hospital Regional, informou a esse vereador, que NÃO PODERÁ ATENDER os pacientes no Hospital de Campanha/COVID, devido ter um filho recém-nascido e que evitará o máximo contaminar a criança.

Guajará-Mirim registrou no último boletim fornecido pela Secretaria Estadual de Saúde(Sesau), desde início da pandemia do coronavírus, em 2020, o município já registrou 136 mortos. Até sábado (20) foram 32 novos casos da doença confirmados e, felizmente, nenhum óbito.

Fonte: Rondoniaovivo