Girão é candidato à presidência da CPI da Covid

Renan Calheiros pretende ser o relator da CPI.

A trama da CPI vai ficando explícita.

É mais uma tentativa da velha política de atacar o governo para derrubar o presidente.

Eles não cansam.

E, sem dúvida, são extremamente fortes e articulados.

A luta é árdua, complicada e dura.

Renan Calheiros pretende ser o relator da CPI. Sua vida pregressa é conhecida.

Omar Aziz é o pretenso presidente.

Para barrar Calheiros, a Justiça já foi acionada.

A deputada Carla Zambelli advertiu em suas redes sociais:

“A presença de alguém com 43 processos e 6 inquéritos no STF evidentemente fere o princípio da moralidade administrativa”.

Quanto a Omar Aziz, um depoimento prestado dentro de uma investigação do Ministério Público Federal sobre desvios de mais de R$ 260 milhões em recursos da saúde no estado do Amazonas aponta que um empresário investigado no esquema pagou despesas em Brasília do senador.

O depoimento foi prestado no dia 20 de julho de 2019 na Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas por Nafice Valoz, que foi secretária de Estado de Relações Institucionais e Representações durante todo o período do mandato de Aziz, no período em ele era governador, entre 2011 e 2014.

O senador está com bens bloqueados e com passaporte retido em razão dessas investigações que ocorreram dentro da Operação Maus Caminhos, considerada por muitos o maior escândalo de corrupção do Amazonas. A esposa do senador e seus irmãos chegaram a ser preso.

Contra Aziz, que é um homem totalmente suspeito, o senador Eduardo Girão é candidato a presidir a CPI.

Já oficializou sua pretensão.

Por outro lado, a bem da verdade, tanto Aziz, quanto Renan, não possuem condições morais de investigar quem quer que seja.

Será uma afronta à sociedade esses dois no comando da famigerada CPI.

Partido de Flávio Bolsonaro apoiará candidato de Davi Alcolumbre

Alcolumbre apoia o senador Rodrigo Pacheco para ocupar o posto de Presidente.

Candidato do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), à sua sucessão, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) ganhou nesta sexta-feira (8) o apoio do Republicanos. Integram o partido três senadores: Flávio Bolsonaro (RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, Mecias de Jesus (RR), o líder da bancada, e o suplente Ney Suassuna (PB).

“O Republicanos acredita que o senador Rodrigo Pacheco tem o preparo necessário para conduzir os trabalhos da Casa, com coerência e determinação e que, de forma conciliadora, saberá lidar com as demais instituições sempre com respeito a Constituição Federal”, disse Mecias em nota. Na Câmara, o Republicanos apoia o líder do PP, Arthur Lira (AL), que é adversário do candidato do DEM, o presidente e líder do MDB, Baleia Rossi (SP).

O partido de Flávio Bolsonaro é o terceiro a declarar apoio nesta semana a Rodrigo Pacheco. O PSD, em uma costura que envolve as eleições estaduais em 2022 em Minas Gerais, e o Pros também declararam voto no senador mineiro. As três legendas ocupam 17 cadeiras no Senado. Segundo fonte próxima a Davi, o presidente do Senado está ligando de maneira ostensiva para os colegas, pedindo apoio ao seu candidato.

Enquanto isso, o MDB ainda tenta definir o seu nome para a disputa. Os senadores Eduardo Braga (AM), Simone Tebet (MS), Eduardo Gomes (TO) e Fernando Bezerra (PE) buscam declaração de votos nas demais bancadas. Pelo acordo interno, concorrerá aquele, dentre os quatro, que tiver maior adesão de senadores de outros partidos. A disputa está afunilada no momento entre Eduardo Braga e Simone Tebet. O escolhido deve sair entre o fim da próxima e o início da semana seguinte. O MDB aposta em aliança com o Podemos e o PSD e ainda busca o PT, que também tem negociado com Rodrigo Pacheco.

A votação deve ser realizada em 1º de fevereiro. De acordo com o Regimento Interno, será considerado eleito o candidato que obtiver “maioria de votos, presente a maioria da composição do Senado”. Ou seja, maioria simples. Desde a promulgação da Constituição de 1988, todas as eleições tiveram quórum de pelo menos 72 senadores e todos os eleitos receberam pelo menos 41 votos.

Fonte: Congresso em Foco

Candidato à presidência da Câmara, Arthur lira visita capital em busca de apoio

Arthur Lira busca apoio pela região norte, e já visitou Macapá (AP), Belém (PA), Boa Vista (RR) e Manaus (AM). Também já conta com um apoio forte do Presidente Jair Bolsonaro nas Eleições.

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) esteve em Porto Velho na tarde de ontem quinta-feira (7), cumprindo agenda de campanha. O parlamentar, apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), disputa a presidência da Câmara com Baleia Rossi (MDB).

Durante entrevista, questionado sobre o que mudaria na Câmara, Lira disse que a Casa precisa voltar a cumprir o regimento e ressaltou que as pautas não podem “ter um dono”.

“A Casa precisa voltar a cumprir o seu regimento. A Casa tem que dar oportunidade a todos os deputados, o presidente tem que trabalhar com independência, com habilidade, mas acima de tudo respeitando os membros da mesa, respeitando os deputados.

A Casa não pode ter dono, o Brasil não pode ter um dono da pauta. A pauta é feita pela sociedade quando elege os deputados e deputadas para representarem os seus estados no Congresso Nacional”.

O candidato também falou sobre a importância da eleição parlamentar e mais uma vez afirmou que não se pode trancar pautas e que tudo o que estiver amadurecido e tiver maioria na Câmara deve ser pautado.

“A Casa vai fazer uma eleição que é administrativa, interna, mas é a mais importante do Brasil porque é a casa do povo, é lá onde chegam os maiores reclames, é lá onde acontecem as maiores demandas. Então nesse sentido, a Câmara dos Deputados têm a responsabilidade de fazer uma gestão que não atrapalhe o desenvolvimento do Brasil e não tranque as pautas de crescimento do nosso país. E tudo o que tiver amadurecido, tudo o que tiver maioria na Câmara será pautado de acordo com a vontade dos deputados que representam a população em uma reunião de colegiado de líderes com bastante antecedência da semana de votação”.

Lira está em viagem pela Região Norte desde a última terça-feira (5). O deputado alagoano já visitou Macapá (AP), Belém (PA), Boa Vista (RR) e Manaus (AM).

A disputa pela presidência é contra Baleia Rossi (MDB), do bloco liderado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (MDB). Baleia conseguiu o apoio de siglas como o PT, que tem a maior bancada da Câmara. A eleição será no dia 2 de fevereiro.

Fonte: G1/RO

Sobrenome vira programa de governo de candidato

Tal pai, tal filho. No próximo dia 15 de novembro, em Porto Velho, pelo menos dois parentes de políticos renomados tentam se reeleger vereador, aproveitando o vácuo de velhas raposas eleitorais. Um deles é Luan da TV, 32, filho de ” Aélcio da TV”, como é conhecido seu pai, que atualmente integra o Ranking dos Políticos cassados (leia texto nesta página).  Assim como o pai, Luan da TV quer continuar vereador, como herança política do pai, ele herda o slogan do pai. “Renunciar regalias e privilégios e investir na educação, essa é a bandeira dentro da política”. “Tal pai, tal filho” é o que pregam seus cartazes e “santinhos”.

Com o peso do sobrenome herdado, o candidato a vereador busca votos para garantir sua reeleição, tentando engrossar a lista de parentes eleitos. Porém, com a confirmação da cassação da Raposa velha, condenado pelo TRE-RO, acusado de ter cometido abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, certamente Luan terá dificuldade para se reeleger.

‘Velhas raposas’

Para alguns cientistas políticos ouvidos pelo jornal ‘Correio de Notícia’, a candidatura de filhos de velhos políticos realça a velha e tradicional política partidária brasileira que não são nada orgânica e não têm base social. E vai na contramão dos movimentos recentes que pregam renovação nos quadros políticos atuais.

A raposa velha caiu. São as consequências das eleições. Aelcio da TV achou que era um produto da novidade eleitoral, não usa fundo partidário ou fundo eleitoral. Engano. Os ventos continuam soprando e os levam para bem longe…

O Ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, confirmou a cassação do mandato do deputado Estadual, Aelcio da TV, que foi condenado pelo TRE-RO, acusado de ter cometido abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições.

Não usar dinheiro público em campanha eleitoral e renunciar regalias não é sinônimo de honestidade e sim, dever e obrigação de um político. Os tempos são outros. As redes sociais democratizaram o acesso à informação e facilitaram a disseminação de ideias. E é justamente aí que boa parte dos candidatos esbarra. Quando não se tem conteúdo, projetos e ideias para melhorar a vida da população, há de se recorrer aos pequenos gestos para construir suas imagens.

Foto: Cristiane Lopes (PP), candidata à prefeitura de Porto Velho, apoiada por Aélcio da TV condenado pelo TRE-RO, acusado de ter cometido abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições (C) e Luan da TV (D), candidato a vereador (D).

da Redação/CN

“Não sou candidato à reeleição”, diz Maia

A Lei determina que deve haver eleição para novos presidentes na primeira semana de fevereiro.

Segundo a legislação brasileira, Rodrigo Maia e David Alcolumbre podem ficar no comando de suas respectivas casas legislativas até o dia 31 de janeiro de 2021

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Maia, afirmou no sábado (17), em evento da XP Investimentos, que não vai disputar a presidência da Câmara dos Deputados. “Não sou candidato à reeleição. Este assunto está resolvido”, disse Maia.

Sobre a possibilidade de Davi Alcolumbre ser reeleito para presidência do Senado, Maia disse o seguinte: “O presidente do Senado tem cumprido um papel fundamental. A eleição do Senado cabe ao Senado. A eleição da Câmara cabe à Câmara”, afirmou.

O presidente do Senado não poderá concorrer à reeleição em fevereiro de 2021, pois a Constituição proíbe a recondução dentro da mesma legislatura. O senador, porém, manifestou vontade de permanecer no cargo por meio de uma manobra jurídica.

Segundo a legislação brasileira, Rodrigo Maia e David Alcolumbre podem ficar no comando de suas respectivas casas legislativas até o dia 31 de janeiro de 2021. A Lei determina que deve haver eleição para novos presidentes na primeira semana de fevereiro.

(com agência Sputnik Brasil)

Candidato socialista Luis Arce vence o pleito, segundo boca de urna

Resultado avassalador garante vitória em primeiro turno. Os dados foram obtidos em contagem rápida das atas de votação

AO candidato socialista da Bolívia, Luis Arce, do MAS, deve vencer as eleições presidenciais do país sem a necessidade de um segundo turno, de acordo com pesquisa de boca de urna.

A contagem rápida do instituto Ciesmori, divulgada pela emissora boliviana Unitel na madrugada desta segunda-feira (19), disse que Arce teve 52,4% dos votos, enquanto Mesa teve 31,5%.
Para vencer de uma vez, um candidato precisa de pelo menos 40% dos votos e vencer o segundo colocado em pelo menos 10 pontos percentuais.

Os primeiros dados oficiais já foram publicados no portal do Órgão Eleitoral Plurinacional (OEP), do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), mas apenas 2% foi apurado. A apuração deve levar cerca de três dias, segundo o TSE.(com agência Sputnik Brasil)

A presidenta interina na Bolívia anuncia a vitória de Arce no Twitter:

Fonte: Jornal do Brasil

Candidato a prefeito de Machadinho faz campanha sob escolta armada

O candidato a prefeito de Machadinho Paulo da Remap precisa de segurança armada na busca de votos para prefeito

Neste sábado (10/10), o portal de notícias ‘O Observador’ destaca na primeira página uma reportagem sob o título, “Candidato de Machadinho faz campanha em carro blindado”. Segundo informações, o aparato de segurança que o candidato a prefeito de Machadinho D’Oeste usa durante a campanha eleitoral tem chamado atenção da população. A reportagem em tela, retrata o fato de o candidato desfilar pelas ruas da pequena cidade em um carro blindado, além de vários seguranças armados para cuidar da sua segurança pessoal. “Eu pessoalmente, acho um exagero, até porque a cidade de Machadinho, até hoje, não teve nenhum caso de ataques violentos contra candidatos e/ou políticos na região. A não ser que o candidato tenha alguma coisa que possa colocar em risco a sua segurança. Aí sim, nesse caso, seria perfeitamente justificável. 

Leia a reportagem:

 A população de Machadinho quer saber, o que está por trás da blindagem em torno do candidato a prefeito de Machadinho D’Oeste, Paulo da Remap (Democratas). Seria para satisfazer um desejo pessoal?  Ou será que o candidato quer se precaver de algo que possa acontecer durante a campanha eleitoral? O povo quer saber!

Isso tem criado um clima de apreensão entre os moradores de Machadinho. O que mais chama a atenção é o aparato de segurança que o candidato usa durante suas visitas nas comunidades. Segundo interlocutor que pediu para não ser identificado, o candidato tem contratado PM’s de folga para cuidar da sua segurança. Do que realmente o candidato tem medo?

Imagem Divulgação

– Contestar milicianos pode ser uma atitude perigosa para candidatos no Rio de Janeiro. Porém, não é o caso do candidato a prefeito de Machadinho D’Oeste Paulo da Remap, que por sinal, essa é a primeira vez que disputa uma campanha eleitoral. Ou seja, aparentemente não tem inimigos políticos. Porque toda essa preocupação com a segurança?

Segundo outro interlocutor do interior do Estado, que prefere manter anonimato, a única explicação do aparato de segurança excessivo do candidato, já que o mesmo não tem inimigos políticos, seria um suposto envolvimento com negócios ilícitos, como atividade ilegal de “agiotagem”, que empresta dinheiro a juros exorbitantes e coage os tomadores dos empréstimos a pagarem valores superiores aos combinados. De qualquer forma, “Acreditamos que esse não é o caso do candidato em questão”.

Além do mais, todos sabem que o candidato a prefeito de Machadinho D’Oeste é um empresário de sucesso, honesto e trabalhador, não tem nada a esconder. Em todo caso, acreditamos que, trata-se de satisfazer um desejo pessoal, andar pelas “ruas esburacadas e empoeiradas da cidade” numa SW4 blindada.

TSE autoriza candidato a usar nome de adversário em impulsionamento

A pedido da própria empresa, a Google participou do julgamento.

Em sessão realizada na manhã desta quinta-feira (8), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entendeu que o impulsionamento de conteúdo por candidatos com o nome de adversários não infringe as normas previstas na Lei das Eleições. Por 5 votos a 2, a Corte decidiu anular multa de R$ 10 mil, aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), ao candidato Jilmar Tatto (PT), que pagou para impulsionar conteúdo de sua campanha utilizando o nome de um adversário.

O caso refere-se à disputa ao Senado nas eleições de 2018. Ao contratar o impulsionamento de conteúdo da plataforma Google, a campanha de Tatto utilizou entre as palavras-chave o nome de um dos adversários, Ricardo Tripoli (PSDB). Ao buscar pelo nome de Tripoli, um dos links mostrados ao usuário era o de uma página que o convidava a conhecer o candidato Jilmar Tatto. O texto dizia: “Procurando por Ricardo Tripoli? Conheça Jilmar Tatto”. Nenhum dos dois candidatos foi eleito.

O impulsionamento de conteúdos é uma modalidade de propaganda online permitida por lei em que candidatos pagam para que suas mensagens tenham alcance maior.

Para o relator, ministro Sérgio Banhos, tratava-se de uma estratagema de uso de palavras-chave para alcançar possíveis novos eleitores que obedeceu aos critérios legais. Ele pontuou que não havia nenhuma menção negativa ao rival e destacou que estava claro que o conteúdo era pago, o que deixava a critério do usuário entrar ou não na página sugerida. O ministro lembrou ainda que a norma legal não estabelece regras que regulamentem o uso de palavras-chave.

Acompanharam o relator os ministros Edson Fachin e Og Fernandes. Apenas Luís Felipe Salomão e Alexandre de Moraes votaram pela manutenção da multa aplicada. Para Salomão, é necessário deixar clara a diferença entre impulsionamento e redirecionamento de conteúdo, que podem ser semelhantes, mas não apresentam o mesmo efeito. Ele expressou preocupação com o potencial de a decisão ser uma porta de entrada para a desinformação.

A pedido da própria empresa, a Google participou do julgamento. Na decisão do TRE-SP, a empresa não havia sofrido nenhuma penalização.

O entendimento firmado no julgamento de hoje cria jurisprudência para casos futuros. Tatto, por exemplo, é candidato a prefeito nas eleições municipais deste ano e pode repetir a mesma tática usada em 2018.

Fonte: Congresso em Foco

Candidato à prefeitura de Manaus, puxa arma e prende assaltante de ônibus (veja o vídeo)

Em seguida, entrou no veículo e prendeu o suspeito que estava roubando os pertences dos passageiros

Na manhã desta quarta-feira (07), o candidato a prefeito de Manaus, deputado federal Capitão Alberto Neto, prendeu um homem que realizava um assalto a um ônibus na capital.

Alberto Neto estava em bandeiraço no bairro Coroado, zona leste de Manaus, quando afirma ter percebido que havia “algo de errado” no ônibus.

Em seguida, entrou no veículo e prendeu o suspeito que estava roubando os pertences dos passageiros

“Acabamos de participar de uma ocorrência onde infratores levaram celulares das vítimas que estavam no ônibus, aqui na frente do Coroado, onde nós estávamos fazendo nossa panfletagem”, disse o candidato.

Fonte: Jornal da Cidade

Decisão: Juiz nega liminar a Virgílio da “MS” candidato a prefeito de Guajará-Mirim

A justiça eleitoral negou pedido do candidato a prefeito de Guajará-Mirim para retirar matéria do jornal Correio de Notícia

Porto Velho, RO – O empresário e candidato do Republicanos à prefeitura de Guajará-Mirim, ‘Virgílio Gomes de Oliveira’, entrou com uma representação com pedido de liminar na Justiça Eleitoral para tentar retirar a reportagem intitulada de Candidato a Prefeito em Guajará-Mirim é investigado pela PF. A matéria veiculada no veículo de comunicação “Correio de Notícia”, em 17 de setembro de 2020, foi escrita pelo jornalista Edilson Neves e não se trata de notícia falsa e muito menos com intuito de prejudicar o candidato.

Virgílio da “MS” havia argumentado que a reportagem tinha cunho político ao faceia com a verdade quando diz que o Requerente fora preso, segundo ele, prejudicando assim sua candidatura e, por isso, seria uma espécie de campanha negativa contra ele, o que não é permitido por lei.

Entretanto, a Justiça, não considerou os argumentos do candidato. Para o juiz, ao publicar a matéria, bem como tecer comentários aparentemente inadequados, o representado o fez no exercício de seu direito de livre manifestação e expressão e não ofendeu o candidato.

Segundo o Magistrado, o caso, merece apurada cognição, uma vez que, diferentemente do que foi noticiado na peça de representação, não se trata de notícia falsa. Muito embora, se vislumbre conteúdo negativo nas postagens do representado, não há notícia falsa ou inverdade relevante para que se conceda, prima facie, medida liminar com o fito de retirar as publicações. Anoto, por oportuno, que a veiculação da palavra “preso” no corpo da notícia não induz, a priori, a prejuízo ou conteúdo falso, notadamente porque o sentido da palavra no conjunto do texto diz respeito à mera restrição de liberdade momentânea, fato que realmente ocorreu, posto que o representante fora conduzido à presença da autoridade policial e, após inquirido acerca dos fatos objeto da investigação, adquiriu novamente sua plena liberdade de ir e vir.

Ante o exposto, o juiz Paujo José do Nascimento Fabrício, analisou o mérito da questão e nesta quarta-feira, 7, julgou improcedente o pedido formulado por Virgílio da “MS”, candidato a prefeito de Guajará-Mirim. Na decisão, o juiz mandou arquivar o caso.

Nesse aspecto, o Representado apenas exerceu na matéria postada em seu veiculo de comunicação o direito de livre manifestação do pensamento. Sendo assim, não se vislumbra a caracterização de propaganda eleitoral irregular com objetivo de macular a imagem do candidato perante o eleitorado”.

Decisão:

Sentença-4

da Redação/CN