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PIB da China cresce 4,9% no 3º trimestre de 2020

País se recupera gradativamente do impacto da pandemia do coronavírus. Governo implementou série de medidas para estimular economia.

A economia da China cresceu 4,9% no 3º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (19). O resultado ficou abaixo das expectativas dos analistas consultados pela agência de notícias Reuters, que previam alta de 5,2%.

Os dados divulgados nesta segunda mostram que o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) do gigante asiático é de 0,7% nos primeiros nove meses do ano na comparação com 2019.

A segunda maior economia do mundo tem se recuperado gradativamente do baixo crescimento observado nos primeiros meses do ano, quando a China foi impactada pela pandemia do coronavírus.

O governo chinês implementou uma série de medidas, como aumento do gastos fiscais, redução de impostos e cortes nas taxas de empréstimos para estimular a economia e garantir o empregos.

Fonte: G1

Coronavírus: por que a China quer testar toda a população de cidade de 9 milhões de habitantes para Covid-19

Decisão foi tomada depois que Qingdao registrou 12 novos casos confirmados ligados a um hospital local.

 A cidade chinesa de Qingdao está testando toda a sua população de 9 milhões de pessoas para a Covid-19 em um período de cinco dias.

A testagem em massa ocorre após a descoberta de uma dúzia de casos ligados a um hospital que trata de pacientes com coronavírus vindos do exterior.

A medida não é inédita. Em maio, a China testou toda a população da cidade de Wuhan — 11 milhões de pessoas, epicentro da pandemia global.

O país conseguiu controlar o vírus, diferentemente de outras partes do mundo, onde ainda há um grande número de casos e restrições de circulação de graus variados.

Em um comunicado publicado na rede social chinesa Weibo, a Comissão Municipal de Saúde de Qingdao disse que seis novos casos e seis assintomáticos foram descobertos.

Todos os casos estavam ligados ao mesmo hospital, disse o jornal chinês Global Times.

As autoridades chinesas agora têm uma estratégia de testagem em massa, mesmo quando um novo aglomerado de coronavírus parece ser relativamente menor.

Como a testagem em massa ocorrerá?

A Comissão Nacional de Saúde afirmou nesta segunda-feira que “toda a cidade será testada em cinco dias”.

Cerca de 114.862 pessoas — incluindo equipes médicas e pacientes recém-hospitalizados nos hospitais da cidade — já tiveram resultado negativo, informou a comissão de saúde de Qingdao.

Segundo o Global Times, vídeos postados nas redes sociais mostraram moradores fazendo fila no fim de domingo para realizar o teste.

Alguns dos locais de testagem locais funcionaram de 7h às 23h, acrescentou o jornal.

Os novos casos ocorrem uma semana após o feriado da Semana Dourada da China — durante o qual milhões de pessoas viajaram pelo país.

Chineses aproveitam o primeiro grande feriado nacional desde o começo da pandemia da Covid

‘Feriadão’

Uma reportagem do Global Times citando o Escritório Municipal de Cultura e Turismo de Qingdao disse que a cidade costeira recebeu 4,47 milhões de turistas neste período.

A cidade vizinha de Jinan, na mesma província de Qingdao, convocou qualquer pessoa que visitou a cidade desde 23 de setembro para fazer o teste, de acordo com um relatório do site de notícias chinês The Paper.

No início do mês passado, Qingdao anunciou que dois trabalhadores portuários que lidavam com frutos do mar importados tinham testado positivo para a Covid-19. Eles não teriam infectado ninguém.

As infecções diárias por coronavírus caíram drasticamente na China e o país parece ter se recuperado do pior.

A China já registrou mais de 90 mil casos do coronavírus, com quase 4,8 mil mortes, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Testagem em Wuhan

A China disse que 11 milhões de pessoas em Wuhan foram testadas em 10 dias no início deste ano.

Cálculos feitos pelo Reality Check, departamento da BBC especializado em checar fake news, indicaram que o número estava perto de 9 milhões — ainda assim, significativo.

Centenas de centros de testes foram abertos, com milhares de funcionários envolvidos.

O governo também mobilizou equipes para testar pessoas com deficiência, idosos e vulneráveis em suas próprias casas.

Uma das maneiras de acelerar o processo foi usar testes individuais ou agrupados (pool de amostras).

Nesse processo, um lote de cinco a 10 amostras foi testado. Se o resultado de uma amostra fosse positivo, a equipe voltaria para realizar testes individuais para descobrir qual pessoa estava infectada com o coronavírus dentro do lote.

Fonte: G1

Sementes misteriosas da China tem fungos, bactérias e possíveis pragas

Apenas Amazonas e Maranhão ainda não registraram as sementes misteriosas.

Pacotes não-solicitados de sementes que tem sido entregues em vários estados do Brasil contém fungos, bactérias e, possivelmente, pragas quarentenárias (que não existem no Brasil).

A informação é do Ministério da Agricultura. O site do ministério não cita a China, embora os pacotes sejam identificados como oriundos de lá.

“Após análises laboratoriais, foi identificada a presença de ácaro vivo em uma amostra; de três fungos diferentes em 25 amostras; de bactéria em duas amostras; e possibilidade de pragas quarentenárias em quatro amostras (como plantas daninhas)”, alertou o ministério.

Até o momento do ‘alerta’ haviam sido registrados 258 pacotes não-solicitados de sementes em 24 estados e no Distrito Federal.

Apenas Amazonas e Maranhão ainda não registraram as sementes misteriosas.

Tenham muito Cuidado!

Fonte: Jornal da Cidade

China debate com OMS uso global de suas vacinas contra covid-19

País tem 4 vacinas experimentais no estágio final dos testes clínicos

A China está negociando uma avaliação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de suas vacinas contra Covid-19 produzidas localmente, um passo para disponibilizá-las para uso global, disse Socorro Escalante, coordenadora de remédios essenciais e tecnologias de saúde da OMS para a região do Pacífico Ocidental nesta terça-feira.

Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos considerados de alto risco da China receberam vacinas desenvolvidas localmente mesmo antes de os testes clínicos terem sido finalizados, o que despertou temores de segurança entre especialistas.

Socorro disse, em uma coletiva de imprensa virtual, que a China realizou conversas preliminares com a OMS para incluir suas vacinas em uma lista de uso emergencial.

O procedimento de inclusão na lista de uso emergencial da OMS permite que vacinas e tratamentos ainda sem licença sejam avaliados para acelerar sua disponibilidade em emergências de saúde pública. A medida ajuda os países-membros da entidade e agências de compra da Organização das Nações Unidas (ONU) a determinarem a aceitabilidade das vacinas.

“Potencialmente, através do uso desta listagem de uso emergencial, a qualidade, a segurança e a eficiência destas vacinas poderiam ser analisadas e depois serem  disponibilizado para nossos licenciados”, disse Escalante.

A China tem ao menos quatro vacinas experimentais no estágio final dos testes clínicos. Duas são desenvolvidas pela China National Biotec Group (CNBG), que tem apoio estatal, e as outra duas são da Sinovac Biotech e da CanSino Biologics, respectivamente.

Elas estão sendo testadas em países como Paquistão, Indonésia, Brasil, Rússia e Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Maria Claudia A/B

Covid-19: China diz que OMS aprovou uso emergencial de vacina

País fez contato com o órgão da ONU no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, segundo o governo chinês

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse à China que apoia e compreende que o país inicie a administração de vacinas contra coronavírus experimentais enquanto os testes clínicos ainda estão em andamento, disse uma autoridade de saúde chinesa nesta sexta-feira (25).

A China fez contato com a OMS no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, de acordo com Zheng Zhongwei, autoridade da Comissão Nacional de Saúde do país.

Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos limitados de pessoas que se considera correrem risco alto de infecção receberam a vacina, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido plenamente estabelecidas, já que os testes clínicos de estágio avançado estão incompletos.

“No final de junho, o Conselho de Estado da China aprovou o plano de um programa de uso emergencial de vacina contra coronavírus”, disse Zheng em uma coletiva de imprensa.

“Após a aprovação, em 29 de junho, fizemos contato com os representantes relevantes do escritório da OMS na China e obtivemos apoio e compreensão da OMS”, disse.

O representante da OMS na China não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A cientista-chefe da agência, Soumya Swaminathan, disse em Genebra neste mês que autoridades reguladoras nacionais podem aprovar o uso de produtos médicos em suas próprias jurisdições na situação atual de emergência, mas descreveu a medida como uma “solução temporária”.

A solução de longo prazo está na conclusão dos testes de estágio avançado, disse a autoridade da OMS.

Fonte: R7

Trump ataca China e diz, na ONU, que EUA lideram direitos humanos

Presidente dos EUA voltou a chamar o coronavírus de ‘vírus chinês’ e disse que Nações Unidas precisam responsabilizar país asiático pelos seus atos

O presidente dos EUA, Donald Trump, atacou a China e disse que o país é o responsável pela pandemia do novo coronavírus durante discurso na Assembleia Geral da ONU desta terça-feira (22).

Trump voltou a chamar a covid-19 de “vírus chinês” e disse que a China proibiu viagens domésticas, mas permitia que voos saíssem do país para outras partes do mundo, o que teria espalhado o vírus.

O presidente, que reafirmou que a Organização Mundial da Saúde é controlada pela China, disse que a OMS declarou falsamente que “não havia transmissão entre humanos” e depois deu informações equivocadas sobre casos assintomáticos. Com isso, Trump disse que a “ONU precisa responsabilizar a China pelos seus atos”.

Os Estados Unidos são atualmente a nação mais afetada pela pandemia do novo coronavírus, com quase 7 milhões de casos confirmados da doença. Trump disse que o país está buscando a vacina e que, quando o medicamento estiver pronto, vai “distribuir a vacina, vencer o vírus e acabar com a pandemia”.

Falando sobre meio ambiente, Trump disse que os EUA poluem menos que a China, e que aqueles que criticam o país mas não olham os impactos causados pela China “não estão interessados no meio ambiente. Eles só querem punir os EUA e eu não vou aceitar isso”.

Líder em direitos humanos

Trump também afirmou que o país é líder na luta pelos direitos humanos e que durante a sua administração, os EUA avançaram na liberdade religiosa, oportunidades para mulheres, seguiram descriminalizando a homossexualidade, combatendo medidas contra tráfico de pessoas e aborto.

O presidente também destacou os investimentos nas Forças Armadas, com 2,5 trilhões de dólares nos últimos 4 anos, e disse que o armamento americano é o melhor do mundo, mas espera não ter que usá-lo.

Acordos de paz

Trump disse que, durante os 4 anos de mandato, o país participou de diversas negociaçõe de paz. No discurso, ele diz que os EUA ajudaram Cuba e Venezuela e foram contra a nuclearização do Irã.

Os Estados Unidos também se creditam por terem matado o líder do Estado Islâmico e “obliterado” o grupo jihadista, além do assassinato de Qasem Soleimani, a quem Trump chamou de terrorista. 

O presidente também destacou a participação no acordo entre os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Israel, que depois de anos, conseguiram estabelecer acordos comerciais. “Eles sabem o que é bom para eles e para o mundo”.

Fonte: R7

Ministra do Supremo silencia sobre apreensão de 70 mil toneladas de minério de manganês com destino a China

Uma carga ilegal de 70 mil toneladas de minério de manganês foi apreendida pela Agência Nacional de Mineração (ANM), no Pará.

O destino? A China!

O material foi interceptado no dia 21 de agosto, no Porto de Vila do Conde, principal porto de exportação paraense, no município de Barcarena (PA), cerca de 40 km ao sul de Belém.

Segundo informou a ANM, em nota, a carga de minério é avaliada em R$ 60 milhões e teria sido extraído no sul do Pará de forma ilegal.

Ao todo, foram aplicados quatro autos de apreensão contra as empresas Sigma Extração de Metais (37 mil toneladas), Timbro Comércio Exterior (18 mil), RMB Manganês (3 mil) e Chin Vest Comércio Importação e Exportação (12 mil toneladas).

Ainda conforme a ANM, nenhuma dessas empresas possui autorização de extração para manganês.

A Timbro tinha autorização para garimpo — mas manganês não pode ser lavrado por garimpo.

A RMB chegou a pedir renovação de título minerário, que ainda não foi concedido pela ANM.

A Sigma e a Chin Vest expediram nota fiscal do Estado de Goiás, mas não há registros de entrada do material no Pará, o que caracteriza que a lavra estava sendo feita no estado paraense, informa a agência.

Os fiscais recolheram amostras para analisar o material, as empresas serão processadas e o material será disponibilizado em leilão.

O minério de manganês é considerado material essencial na fabricação de ligas metálicas, como ferro-manganês, usadas na produção de aço.

Pode ser utilizado ainda em ligas de cobre, zinco, alumínio, estanho e chumbo.

Grande parte da exportação deste tipo de minério vai para o mercado chinês.

No meio de toda essa bela ação da ANM, um fato chamou a atenção…

Recentemente, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo “preste informações” sobre a atuação das Forças Armadas na Amazônia.

A requisição da ministra é em atendimento a uma ação movida pelo PV (Partido Verde) que “na teoria” se destinava ao combate a ilícitos ambientais.

Porém nada disse Cármen Lúcia e o PV sobre essa apreensão de carga que seria destinada a China…

Silêncio Total!

A preocupação dessa turma é só com os militares na Amazônia e nada mais.

Lamentável.

Fonte: Valor Econômico

China recomenda Cloroquina no tratamento da Covid-19

E agora? O que dirão agora os delirantes negacionistas do remédio?

A Comissão Nacional de Saúde da China está recomendando o uso de Cloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19.

Na primeira atualização que faz de suas “diretrizes de tratamento” desde março, o órgão chinês diz:

“Alguns medicamentos podem demonstrar um certo grau de eficácia para o tratamento em estudos de observação clínica, mas não existem medicamentos antivirais eficazes confirmados por ensaios clínicos duplo-cegos e controlados por placebo.”

Segundo a comissão, além da cloroquina, “outros medicamentos antivirais recomendados incluem interferon e arbidol, mas a ribavirina deve ser usada junto com lopinavir ou ritonavir”.

O presidente Jair Bolsonaro, assim como outros líderes mundiais como Donald Trump, vem recomendando a meses o uso do medicamento contra a Covid-19.

O que dirão agora os delirantes negacionistas do remédio?

Fonte: Folha de S. Paulo e South China Morning Post.

Filipinas proíbem frango do Brasil por medo de coronavírus

Medida foi anunciada após China detectar traços do vírus em carregamento brasileiro; associação de produtores ainda não foi notificada

As Filipinas impuseram uma proibição temporária às importações de carne de frango do Brasil nesta sexta-feira depois que uma cidade na China disse ter encontrado traços do novo coronavírus em carregamentos de alimentos congelados importados, incluindo asas de frango do país sul-americano.

As autoridades da cidade de Shenzhen identificaram o frango como proveniente de uma fábrica de propriedade da Aurora, a terceira maior exportadora de aves e suínos do Brasil.

O Brasil tem o segundo pior surto de Covid-19 do mundo, depois dos Estados Unidos, registrando mais de 3,2 milhões de casos e mais de 105.000 mortes desde o início da pandemia.

“Com os relatórios recentes da China e em conformidade com a Lei de Segurança Alimentar do país para regulamentar os operadores de empresas de alimentos e proteger os consumidores filipinos, é imposta a proibição temporária da importação de carne de frango”, disse o Departamento de Agricultura em um comunicado.

O órgão não disse por quanto tempo a proibição seria aplicada.

O Brasil, maior exportador global de carne de frango, responde por cerca de 20% das importações do produto das Filipinas.

Empresa brasileira diz tomar medidas necessárias

A Aurora disse na véspera não ter sido formalmente notificada pelas autoridades chinesas sobre a suposta contaminação, alertando que se trata “apenas de fato originário de notícia veiculada em imprensa local daquele país asiático, sem qualquer confirmação oficial por parte da autoridade pública nacional da China”.

A empresa afirmou que toma todas as medidas possíveis para prevenir a propagação do coronavírus e que não há evidências de que o coronavírus seja transmitido através dos alimentos.

O Ministério da Agricultura do Brasil disse que está buscando esclarecimentos das autoridades chinesas.

O Departamento de Agricultura das Filipinas garantiu ao público, no entanto, que os produtos de frango atualmente no mercado local eram seguros para o consumo.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse na quinta-feira que não vê nenhuma evidência de que o coronavírus se espalhando por alimentos ou embalagens e pediu às pessoas que não tenham medo de que o vírus entre na cadeia alimentar.

Associação brasileira não foi notificada

Procurada, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse em nota que ainda não foi informada oficialmente sobre eventual suspensão das exportações brasileiras de aves para as Filipinas.

“Se confirmada, a ABPA apoiará o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para a apresentação dos esclarecimentos, já que se trataria de uma decisão sem fundamentação técnico-científica e pendente de esclarecimentos e demonstrações”, acrescentou.

A ABPA também ressaltou que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus, conforme ressaltam a OMS, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Ao mesmo tempo, o setor exportador brasileiro reitera que todas as medidas para proteção dos trabalhadores e a garantia da inocuidade dos produtos foram adotadas e aprimoradas ao longo dos últimos meses, desde o início da pandemia global.”

Fonte: R7

Pequim impõe sanções contra 11 funcionários dos EUA em retaliação

País alega interferência nos assuntos de Hong Kong

A China anunciou hoje (10) sanções contra 11 funcionários norte-americanos, por interferência nos assuntos de Hong Kong, depois de os Estados Unidos terem adotado medidas semelhantes contra várias autoridades da região semiautônoma chinesa.

As sanções impostas por Pequim afetam os senadores republicanos Ted Cruz e Marco Rubio, entre outros, informou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Zhao Lijian.

Zhao exigiu aos Estados Unidos que parem de interferir nos assuntos internos da China. “A China decidiu impor sanções a algumas pessoas que se comportaram mal em questões relacionadas com Hong Kong”, afirmou.

O líder da organização de defesa dos Direitos Humanos Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth, também foi visado.

A decisão é semelhante a uma medida retaliatória adotada por Pequim em meados de junho, quando baniu a entrada na China de membros do Congresso dos EUA e de um diplomata, depois de Washington ter feito o mesmo a líderes do Partido Comunista da China (PCC), devido a alegado envolvimento em abusos contra membros de minorias étnicas chinesas, de origem muçulmana, na região de Xinjiang, no extremo noroeste da China.

Na sexta-feira (7), Washington anunciou sanções contra 11 dirigentes de Hong Kong, incluindo a chefe do Executivo, Carrie Lam, acusados de restringir a autonomia do território e a “liberdade de expressão e reunião”.

O responsável pela polícia de Hong Kong, o secretário da Segurança e o da Justiça encontram-se também entre os atingidos pela medida.

A Lei de Segurança Nacional, imposta no fim de junho por Pequim a Hong Kong, “não apenas minou a autonomia do território, mas igualmente violou os direitos dos seus habitantes, permitindo aos serviços de segurança da China continental operar com toda a impunidade na região”, segundo o governo norte-americano.

Fonte: Agência Brasil