Deputado Luizinho Goebel solicita ao Governo mutirão de cirurgias em Ariquemes

Parlamentar busca atender 2 mil pessoas residentes na região Centro Norte do Estado

O deputado estadual Luizinho Goebel (PV-RO) solicitou ao Governo de Rondônia a realização de um mutirão de cirurgias eletivas no município de Ariquemes visando atender toda a região Centro Norte do Estado. No documento extenso à Secretaria Estadual de Saúde, o parlamentar reforça a necessidade do mutirão naquela região, uma vez que a fila de espera está cada vez mais extensa com a suspensão de cirurgias eletivas no estado por conta da situação pandêmica que vivenciamos atualmente.

Conforme o deputado, atualmente há mais de 2 mil pessoas no aguardo de atendimento médico específico. Por conta disso, é de suma importância a realização de um mutirão que ajudará a zerar a fila de espera.

“Se as filas de espera já eram um desafio antes, hoje estão cada vez mais extensas. Por isso, solicitei ao nosso governador Coronel Marcos Rocha e ao nosso secretário de saúde Fernando Máximo a realização de um mutirão de cirurgias eletivas no município de Ariquemes, visando atender também os municípios de Alto Paraíso, Buritis, Cacaulândia, Machadinho d’Oeste, Monte Negro, Rio Crespo, Theobroma. Somente assim, poderemos zerar a fila de espera”, enfatizou o parlamentar.

Texto e foto: Assessoria

Presidente Alex Redano acompanha trabalho do Governo para a retomada das cirurgias eletivas

Deputado fez indicação para a retomada dos procedimentos e tem tratado da questão com o Governo

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), comemorou a retomada das cirurgias eletivas de menor risco, após o Governo acatar sua indicação e editar novo decreto permitindo já de imediato alguns procedimentos.

“Apresentei indicação parlamentar ao Governo, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), para que fosse autorizada a retomada das chamadas cirurgias eletivas e também de exames, para reduzir uma grande fila de espera de pacientes que se acumulou nesse período de pandemia. E o Governo nos atendeu e está voltando aos poucos esses procedimentos”, destacou Redano.

Alex Redano agradeceu ao governador Marcos Rocha e ao secretário da Sesau, Fernando Máximo, por terem editado o novo decreto. “As cirurgias eletivas foram suspensas, tanto na rede pública quanto na rede privada. Isso gerou uma fila de espera enorme e, em alguns casos, acabou tornando o que antes era uma simples cirurgia, num problema mais grave e complexo. Mas, com a sensibilidade do governador e do secretário, estamos retomando as cirurgias de forma gradual e com todos os cuidados”, completou Redano.

Novo decreto

Na semana passada, o Governo publicou o Decreto nº 26.134, que determinou novas medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e também serviu de base para a elaboração de um plano de retomada gradual das cirurgias eletivas e de exames.

O novo decreto já estipula que fica permitida a realização imediata de cirurgias eletivas que não necessitem de reserva de leito de UTI para o pós-operatório, procedimentos que não utilizem anestesia geral ou materiais e medicamentos do chamado “kit intubação”.

Mas, as demais cirurgias eletivas, que não se enquadrem nesse modelo, deverão aguardar mais 30 dias para que seja elaborado um plano estadual de retomada integral dos procedimentos.

Em Rondônia, as duas unidades estaduais de saúde que realizam cirurgias eletivas são o Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, e o Hospital de Urgência e Emergência Regional (Heuro), em Cacoal.

Texto: Assessoria

Presidente Alex Redano faz indicação ao Governo pela retomada das cirurgias eletivas

Deputado defendeu a liberação da realização desses procedimentos, que já acumula fila de pacientes

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos) apresentou indicação parlamentar ao Governo, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), para que seja autorizada a retomada das chamadas cirurgias eletivas e também de exames, para reduzir uma grande fila de espera de pacientes que se acumula nesse período de pandemia.

A indicação ocorre uma semana após Redano se reunir com a presidente do Sindicato dos Médicos de Rondônia (Simero), Flávia Lenzi; o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Rondônia (Sindessero), Rafael Augusto, e com o cirurgião Rafael Brito, representando o Hospital 09 de Julho.

“Nessa reunião, fui informado de que, com a pandemia do coronavírus, as cirurgias eletivas foram suspensas, tanto na rede pública quanto na rede privada. Isso gerou uma fila de espera enorme e, em alguns casos, acabou tornando o que antes era uma simples cirurgia, num problema mais grave e complexo”, destacou Redano.

O parlamentar reforçou que acredita na sensibilidade do governador Marcos Rocha e no secretário da Sesau, Fernando Máximo, que irão analisar o pedido com atenção e, com os devidos cuidados, poderão autorizar a retomada das cirurgias eletivas.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Pela segunda vez, Ismael Crispin pede o retorno de cirurgias eletivas para evitar mais mortes em Rondônia

Procedimentos foram suspensos em março do ano passado, no início da pandemia do covid-19

Na tarde desta terça-feira (25), o deputado Ismael Crispin (PSB) fez uso da tribuna durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Rondônia, para dar voz a população rondoniense que está há mais de um ano, implorando pelo retorno das cirurgias eletivas realizadas pelo Sistema Único de Saúde do Estado.

“Desde quando a pandemia começou em Rondônia, a realização de cirurgias eletivas, ou seja, as que não precisam ser realizadas em caráter de urgência, foram suspensas. Em agosto do ano passado, eu pedi urgência no retorno delas, pelo tanto de demandas que recebo, contudo, até o momento nada foi feito”, ressaltou.

O deputado apontou que as suspensões dos procedimentos foram determinadas através do Decreto Nº 24891 DE 23/03/2020 na rede pública e particular. “A rede particular já está realizando as cirurgias eletivas, mas a rede pública não. Só que o nosso povo rondoniense, não dispõe de tantos recursos financeiros para custear na rede privada todo o tratamento de saúde que necessitam”, destacou.

O parlamentar indagou que algumas pessoas até estão conseguindo cirurgias pela rede pública, mas, apenas aquelas que possuem “padrinhos”. “De maneira errada, de forma sorrateira, de maneira escondida, conseguem ir na regulação com apadrinhamento e conseguem marcar, enquanto isso, o restante da população não consegue, a não ser que esteja internado e quase morrendo e precisamos evitar mais mortes”, disse.

Ismael advertiu ainda, que esse tipo situação gera um constrangimento muito grande para aqueles que estão representando o povo. “Nós estamos andando no meio do povo e somos questionados. A proporção dessa situação é incalculável. O Governador de Rondônia está bem-intencionado com as ações em prol de Rondônia, contudo pode ser derrotado através da Secretaria de Saúde. É necessário ter muita responsabilidade, pois estamos cuidando de mais de 2 milhões de pessoas, são vidas, homens e mulheres que estão sucumbindo diante dessa situação”, finalizou. 

Texto: Laila Moraes – ALE/RO

Hospital Regional de Cacoal realiza mais de 1.300 consultas no primeiro mês de 2021

O HRC contabilizou ainda, no mês de janeiro, 1.455 exames realizados.

Mesmo em período de pandemia o Hospital Regional de Cacoal (HRC), continua prestando atendimentos, realizando consultas, exames e cirurgias de diversas especialidades médicas. No primeiro mês de 2021, foram realizadas 1.305 consultas em especialidades como ortopedia, oncologia, neurologia, mastologia, ginecologia, hematologia, dermatologia, nefrologia e urologia. O HRC contabilizou ainda, entre 1º e 31 de janeiro, 1.455 exames realizados, entre tomografia, radiologia, ressonância, eletrocardiograma, teste ergométrico, ultrassonografia e biopsia.

“O Hospital Regional de Cacoal é uma referencia em saúde para mais de 30 municípios do interior de Rondônia. Atendemos pacientes de diversas regiões do Estado que precisam de um tratamento especializado e, por vezes, de maior complexidade. Mesmo com o foco nesse momento sendo a Covid-19, outros atendimentos não pararam. A prioridade, neste período de pandemia, tem sido em Nefrologia, Ortopedia, emergências e pacientes oncológicos. Apenas em janeiro, foram inúmeras consultas, centenas de exames realizados e mais de 200 cirurgias feitas”, destacou o diretor do Complexo Hospitalar Regional de Cacoal, Jair Rocha.

Conforme pontuou o diretor, em um mês, as equipes do HRC realizaram 208 cirurgias na unidade hospitalar, em especialidades como ortopedia, clínica geral, oncologia, buco-maxilo, dermatologia e outras.

Atualmente, o Hospital Regional de Cacoal conta com 48 leitos destinados aos pacientes em tratamento contra a Covid-19, divididos em quatro unidades distintas. Ao todo, são 28 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Adulto(UTI), um leito de UTI Pediátrico, 18 leitos Clínicos Adulto e um leito Clínico Pediátrico.

Em janeiro, 175 pacientes estiveram internados no HRC em tratamento contra a Covid-19. Ao todo, 82 pacientes foram internados em enfermaria e 93 pacientes precisaram de internação nas UTIs.

Fonte: Sesau

Número de operações de catarata dobrou no Brasil em dez anos

Em 2009 foram feitas quase 302 mil cirurgias; no ano passado, 601 mil

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) divulgou ontem (8), dia em que se comemora o Dia Mundial da Visão, um levantamento que mostra que o número de cirurgias de catarata dobrou na última década no Brasil. No ano passado, foram feitas quase 601 mil cirurgias de catarata no país por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), contra 302 mil em 2009.

Santa Catarina foi o estado em que o número de cirurgias de catarata mais aumentou nesses período: 430%. Em seguida, aparecem os estados do Rio de Janeiro, com elevação de 324%, e da Bahia, com 249%. Nos de Alagoas, do Amapá, do Ceará, do Maranhão, de Mato Grosso e Roraima, os números caíram.

Segundo o presidente do CBO, José Beniz Neto, o aumento do número de cirurgias de catarata pode ser explicado pelo envelhecimento da população e também pelo aumento da expectativa de vida no Brasil.

Na operação de catarata, o médico retira o cristalino opaco e introduz uma lente intraocular que devolve a visão normal ao paciente.

“A cirurgia de catarata é um dos procedimentos mais realizados na oftalmologia e foi uma das técnicas cirúrgicas que mais evoluíram nas últimas décadas. Trata-se de um método microscópico de alta complexidade e muito seguro, mas que, como qualquer procedimento invasivo, não é isento de riscos”, disse o vice-presidente do CBO, Cristiano Caixeta Umbelino.

Umbelino afirmou que a tecnologia atual e a experiência do cirurgião reduzem significativamente os riscos, mas ressaltou que é fundamental que o paciente siga as orientações pré e pós-operatórias do médico para evitar o surgimento de complicações.

A doença

A catarata é uma doença que afeta o cristalino (a lente) do olho, deixando a visão deficiente, meio opaca, e podendo até mesmo levar à cegueira.  A doença costuma aparecer a partir dos 60 anos, em média e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é responsável por 48% dos casos de cegueira no mundo, acometendo principalmente a população idosa.

Alguns dos sintomas da catarata são a visão nublada, a sensibilidade à luz e visão noturna mais fraca. O diagnóstico da doença é feito por um médico oftalmologista.

A causa mais comum da catarata é o envelhecimento do cristalino, que ocorre pela idade, denominada de catarata senil. Porém também pode estar associada a alterações metabólicas que ocorrem em certas doenças sistêmicas ou oculares.

Fonte: Nádia Franco A/B

Deputado Ismael Crispin pede urgência no retorno das cirurgias eletivas

As pessoas estão morrendo também por outros motivos além do Coronavírus

Na tarde desta terça-feira (11), o deputado Ismael Crispin (PSB) fez uso da tribuna na sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Rondônia para manifestar sua preocupação com a suspensão das cirurgias eletivas em virtude do decreto do estado de calamidade.

“Com os decretos impostos pelo Governo de fase 1,2,3 e 4 temos uma situação muito direta em relação a saúde. Nesse momento só estamos olhando para a Covid-19, mas temos muitos pacientes que estavam esperando na fila do SUS para realização de cirurgias eletivas há muito tempo. As pessoas estão morrendo também por outros motivos além do Coronovírus”, indagou.

Segundo Ismael Crispin, conforme o decreto os procedimentos e cirurgias eletivas podem ser realizados em hospitais privados a partir da fase 2. “Está faltando fiscalização uma vez que eles estão fazendo e recebendo, enquanto os usuários do SUS não estão conseguindo acessar esse serviço. Diante dessa situação, gostaria que o Governo fizesse como outros Estados estão fazendo, pois daqui a pouco vai chegar o momento que não conseguiremos realizar esses atendimentos”, ressaltou.

Por fim, o parlamentar pediu a atenção da Casa Leis e do Governo de Rondônia para o retorno urgente das cirurgias. “Entendemos que não pode ser feito como antes, mas se antes a gente atendia 100, vamos atender 30, mas não podemos deixar o povo rondoniense morrer por outras causas e como defensores desses rondonienses não podemos ficar calados”, finalizou. 

Texto: Laila Moraes

Mais de 64 mil consultas e 6.697 cirurgias em menos de dois anos foram realizada no Hospital de Cacoal, RO

Mesmo com o período da pandemia do coronavírus, a Unidade continuou atendendo toda a população nos serviços oferecidos.

O Hospital Regional de Cacoal (HRC) atende, nas mais diversas especialidades, aproximadamente 34 municípios do interior do Estado, seja com consultas ambulatoriais, cirurgias, exames, entre outros serviços e atendimentos especializados.

Para se ter uma ideia, apenas em 2019 foram registrados um total de 129.112 atendimentos e procedimentos. De janeiro a dezembro, foram realizadas pelo HRC 48.448 consultas médicas ambulatoriais, 47.690 atendimentos em especialidades não-médicas, como fisioterapia, nutrição e psicologia. Além disso, também no último ano, 6.244 internações, 4.643 cirurgias e 22.087 exames diagnósticos foram realizados no HRC.

Em 2020, mesmo com o foco na pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, o Hospital Regional de Cacoal continua atendendo toda a população que necessita dos serviços de saúde oferecidos pela unidade nas mais diversas especialidades. Apenas no primeiro semestre do ano foram realizadas 2.054 cirurgias, 15.724 consultas ambulatoriais em áreas médicas e 28.969 atendimentos feitos pelos profissionais de áreas não-médicas. Também foram registradas 2.587 internações.

Entre as especialidades médicas e os serviços oferecidos no Hospital Regional de Cacoal estão Ginecologia, Gastroenterologia, Nefrologia, Neurologia, Oncologia, Mastologia, Dermatologia oncológica, Pneumologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologista, Ortopedia, Traumatologia, Clínica Médica, Pediatria, Reumatologia, Geriatria, Hematologia, Psiquiatria, Urologia, Infectologia, Cardiologia, Cirurgia Cabeça e Pescoço, Neurocirurgia, Cirurgia Plástica, Cirurgia Torácica, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Geral, Ultrassonografia, Endoscopia/Colonoscopia, Eletrocardiograma, Teste Ergométrico, Ressonância Magnética,), Tomografia, RX, Espirometria, Ecocardiograma e ainda os serviços terceirizados de Eletroencefalograma, Radioterapia, Laboratório.

UNIDADE COVID

Com a pandemia do novo coronavírus, o HRC foi rápido ao adequar a sua estruturar física, com a implantação de uma unidade específica para atendimento a pacientes com coronavírus.  A Unidade Covid é destinada ao atendimento de pacientes que necessitam de internação quando confirmado o diagnóstico, ou casos suspeitos, em situação grave, encaminhados pelas secretarias municipais de saúde.

A estrutura é composta por uma tenda externa para triagem dos casos encaminhados, sala de medicação, sala de estabilização, enfermarias com leitos clínicos e Unidades de Terapia Intensiva (UTI) equipadas com respiradores. A Unidade Covid-19 do HRC conta ainda com sala de equipamentos, vestiários de barreira, sala de espera, rouparia e uma sala de repouso para as equipes em atuação.

Fonte: Sesau