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Deputado Luizinho Goebel cobra ações do DER nas estradas em Alvorada do Oeste

Parlamentar afirma que o diretor do órgão em Alvorada não está cumprindo o que foi definido

O deputado Luizinho Goebel (PV) afirmou, na sessão ordinária desta terça-feira (22), que o DER não está cumprindo seu papel em Alvorada do Oeste. Ele lembrou que, juntamente com o presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), esteve no município com o diretor geral do DER, Elias Rezende, sendo definido que o órgão faria a manutenção de diversas linhas.

De acordo com Luizinho Goebel, o DER se responsabilizou pela recuperação da Linha 48, que liga Alvorada do Oeste a Castanheiras; da Linha 90, que liga a BR-429 à comunidade de Santa Rita; da Linha 64, que liga a BR-429 a Urupá; e do restante da Linha Zero, que liga a RO-010 à BR-429.

“Isso foi o que ficou acordado, mas foi nomeado o chefe do DER em Alvorada, e desde que ele assumiu tem feito muita confusão. Ele é ruim de serviço e não conseguiu recuperar as estradas. Eu coordenei serviços de limpeza em Alvorada quando o deputado Laerte Gomes era prefeito. Com máquinas velhas, eu dava conta do recado. Eu conheço essa atividade”, explicou Luizinho Goebel.

O parlamentar também citou que o responsável pelo DER em Alvorada do Oeste teria utilizado parte de uma gravação de vídeo feita por produtores rurais para tentar prejudicar o prefeito, e que o órgão teria negado ao município o direito de utilizar recursos do Fitha para recuperar as linhas, sendo que o dinheiro pertence aos municípios.

“Governador, sei que o diretor do DER em Alvorada é seu amigo, é agente penitenciário. Sei que ele trabalhou com o senhor na Sejus. Governador, mande ele de volta para o presídio, porque ele não entende nada de estradas. Diretor, peça para sair, porque o senhor está prejudicando a população de Alvorada”, finalizou Luizinho Goebel.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

Presidente Laerte Gomes cobra blitz do Procon no supermercados de Rondônia

Parlamentar afirma que os preços sobe de forma abusiva, enquanto famílias passam fome

Os preços abusivos praticados nos supermercados de Rondônia foram temas do pronunciamento do presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), na sessão ordinária desta terça-feira (8). O parlamentar afirmou que a situação está assustadora na maior rede de supermercados do Estado, onde o quilo do queijo mussarela chega a R$ 53,00, o óleo de soja custa R$ 7,00 e o litro de leite sai por mais de R$ 5,00.

“A situação é preocupante, porque ninguém está fazendo nada. Para que existe o Procon? Não vi uma ação desse órgão nessa pandemia. Não vi fiscais nos supermercados, nem em empresas que vendem material de construção. Não vi nenhuma blitz, nenhuma fiscalização”, afirmou o presidente Laerte Gomes.

O parlamentar disse que o consumidor está pagando uma conta muito alta, devido à falta de ação de órgãos de fiscalização. Ele citou que há alguns dias foi até um supermercado e viu o caso de uma pessoa que estava no caixa e precisou voltar quando ainda faltava um terço das mercadorias para passar.

“Ele teve que parar, porque o dinheiro que levou não seria suficiente para pagar tudo. E há poucos dias a mesma quantidade de dinheiro era suficiente. O governador precisa colocar um coronel ou um delegado da Polícia no Procon. Precisa ser alguém que tenha pulso, que vá até os supermercados, que vá até os estabelecimentos que vendem material de construção”, afirmou Laerte Gomes.

O presidente da Assembleia Legislativa disse que o milheiro de tijolo, que o início da pandemia custava R$ 350,00, chega agora a R$ 900,00. “Acabou o barro no Brasil? Essa conta não fecha. Os órgãos de controle devem agir com urgência. Temos famílias passando fome”, finalizou.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

Ismael Crispin cobra informações sobre descarte de resíduos de origem animal

A adoção da reciclagem dos resíduos animais com técnicas corretas de tratamento é essencial, pois eles possuem alto potencial poluidor

Preocupado com os impactos, que o descarte incorreto de resíduos de origem animal pode provocar ao meio ambiente, o deputado Ismael Crispin (PSB) solicitou da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), informações referentes aos procedimentos e orientações adotadas pelos abatedouros e programas da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), quanto à destinação e reaproveitamento dos resíduos na produção de matéria-prima.

Em sua justificativa, o deputado ressaltou que reaproveitar os resíduos de origem animal é uma solução ecologicamente correta e necessária para o Estado. “Rondônia é um dos principais produtores e exportadores de rebanho, destacando-se não só pela carne bovina, mas também pela suinocultura e avicultura. Como consequência, gera um grande volume de resíduos animais que precisam ser tratados e ter a destinação correta, transformando-se em matéria-prima gerando empregos e renda”, disse.

De acordo com o Analista Ambiental da Sedam, Edimar Filho, uma prática muito realizada no Estado é o reaproveitamento realizado em graxarias, divididas em dois tipos; unidades integradas aos frigoríficos: processam o sangue capturado, vísceras, sebo e restos de fragmentos de osso e carnes na própria unidade fabril e unidades independentes: processam resíduos animais oriundos de açougues, casas de carne, frigoríficos, hotéis e restaurantes.  

O Analista apontou ainda, que a secretaria analisa as medidas tomadas por cada empreendimento em relação aos seus resíduos gerados, avaliando, orientando e sugerindo novas medidas/ estudos quanto a necessidade de adequações e aprimorações.

Segundo a Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), por ano, no Brasil, são gerados 65 kg de resíduos de origem animal per capita. Com um volume tão grande de sobras, há um risco considerável de degradação ambiental e a necessidade de reaproveitamento. A adoção da reciclagem dos resíduos animais com técnicas corretas de tratamento é essencial, pois eles possuem alto potencial poluidor. A reciclagem evita o apodrecimento de carcaças e resíduos animais a céu aberto.

Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Deputado Ismael Crispin cobra posicionamento do Executivo sobre falta de médico

Executivo precisa ter uma equipe pronta para dar uma resposta a sociedade rondoniense, diz parlamentar

Na tarde desta terça-feira (21), o deputado Ismael Crispin (PSB), fez uso da tribuna para relatar sua preocupação com a falta de profissionais de saúde para atender a população de Rondônia em plena pandemia do novo Coronavírus. Citando o caso do secretário de Estado Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau), Fernando Máximo, que está internado com Covid-19, o deputado apontou que o vírus não escolhe idade, tamanho, cor ou classe social.

De acordo com o parlamentar, em março, quando a Casa de Leis votou o estado de Calamidade, os deputados alertaram ao Governo do Estado o aumento das demandas. “Precisamos saber da saúde do povo rondoniense e também das dificuldades que enfrentaríamos na economia. Naquela época pedimos uma estratégia para este momento. Há quem diga que nenhuma estratégia poderia dá certo, pois não sabemos com o que estamos lhe dando, mas pior que isso é não fazer nenhuma estratégia”, indagou.

O deputado Ismael Crispin indagou sua preocupação com o município de Cacoal localizado na macrorregião II, que ficou com a obrigação de receber mais de 800 mil pessoas, entre elas, pessoas acometidas pelo Covid-19, mas que está sofrendo com a falta de estrutura. “Ontem recebi o telefone de uma médica de Cacoal desesperada, pois o corpo técnico do hospital Heuro já não tem mais condições de atender. O quadro clínico já não existe mais.  A médica me relatou que não havia médico na ala do Covid.  A resposta para essa situação precisa ser dada pelo Estado. Eu lamento o estado de saúde do secretário, mas o Executivo precisa ter uma equipe pronta para dar uma resposta a sociedade rondoniense”, disse.

Ismael ressaltou ainda, que com uma gratificação de R$ 300,00 para o enfrentamento do Covid-19, o Estado não consegue atrair profissionais. “Infelizmente esse foi o valor máximo que podíamos votar, pois a competência é do Poder Executivo. Estamos vivendo um momento espantoso, e o governo do Estado precisa fazer um enfrentamento a altura e não ficar se lamentando. Nosso clamor é pelo Estado de Rondônia, mas a macrorregião II é a nossa base e lá estamos próximos da sociedade e somos cobrados diariamente”, finalizou.

Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Jean Oliveira cobra do Governo do Estado maior cuidado no combate ao covid-19

O deputado Jean Oliveira, na sessão plenária da Assembleia Legislativa de quarta-feira (24), chamou atenção do Governo do Estado quanto ao maior cuidado no enfrentamento a pandemia do novo coronavírus no estado de Rondônia. O parlamentar elencou duas situações para exemplificar sua chamada de atenção.

A primeira foi quando o deputado informou que lhe chegou denúncia, que a rouparia, os lençóis de cama dos hospitais daqueles que estão infectados pelo covid-19, estão sendo lavados, tratados, da mesma forma, no mesmo ambiente dos pacientes que não estão com covid-19.

“O Estado precisa tomar cuidado com isso. Do mesmo jeito que tem alas isoladas para se tratar pacientes com covid-19; os insumos, as roupas, os lençóis, precisam ser lavados, tratados, também em lugares apropriados e separados dos demais. Então vai aqui uma denúncia para que o governo tome a devidas providencias”, avisou o deputado.   

A segunda chamada de atenção do deputado ao Governo do Estado foi quanto outra denúncia recebida. Essa, de um agente penitenciário que veio a óbito. Ele não se sentindo bem, havia solicitado ajuda da Secretaria de Justiça para fazer o exame de covid-19 e não obteve a ajuda solicitada.

“Não é possível que na altura do campeonato em que nós nos encontramos, que a Secretaria de Justiça, que além dos profissionais, ainda tem os apenados  –  que o Estado tem responsabilidade pela segurança e saúde dessas pessoas  – que um profissional , alegando que não está passando bem , pedindo para fazer o exame , não tenha sido atendido. Isso é um absurdo. Isso é motivo de revolta.  Isso não pode acontecer” disse o parlamentar.

“Profissionais do Estado que estão na linha de frente, da segurança pública, da saúde, que não tem alternativa de estar em casa, não tem como se isolar; não pode deixar de ter o amparo total do governo. Então fica aqui meu repúdio a esse tipo de situação. Isso tem que ser revisto. Então governador Marcos Rocha, secretário Júnior Gonçalves, chamem o secretário de Justiça e peçam esclarecimento sobre esse fato. Para que outros profissionais da segurança pública, da Sejus, não tenham que sofrer o que esse servidor sofreu”, solicitou o deputado Jean Oliveira.

Assessoria de Comunicação – Dep. Jean Oliveira