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Médico de Porto Velho é investigado pela PF por material pornográfico infantil

De acordo com agentes da PF, o médico já responde por abusos praticados contra pacientes.

A Polícia Federal deflagrou na manhã da quarta-feira (19) a “Operação Unplugged”, de repressão à pornografia infantil na internet. Um dos investigados é um médico contratado pelo município de Porto Velho, que, segundo a PF, já responde por abusos praticados contra pacientes e crianças.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Velho em uma residência no bairro Areal e em um condomínio de luxo no bairro Rio Madeira. Os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Federal da Secção Judiciária de Rondônia.

Durante as buscas, dois investigados foram autuados em flagrante pelo crime de armazenamento de imagens e vídeos de exploração sexual infantil. Os equipamentos eletrônicos (computadores) utilizados pelos criminosos foram apreendidos.

Os detidos foram levados para a sede da PF em Porto Velho para procedimentos policiais e, ao final, serão encaminhados ao sistema prisional estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça.

De acordo com a PF, as investigações começaram a partir de relatório produzido pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos em Rondônia (GRCC-RO).

O nome da operação, “Unplugged”, que significa desconectado em inglês, faz referência à atuação da Polícia Federal no combate aos crimes de pornografia infantil na internet.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informou que ainda não foi notificada oficialmente e se manifestará apenas após ter conhecimento sobre as acusações.

Fonte: G1/RO

PF investiga pornografia infantil encontrada em computadores do STJ

Agora, imaginem o lugar onde o conteúdo foi encontrado…

A Polícia Federal (PF) está investigando material encontrado com cenas de pornografia infantil.

Em computadores do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A própria Corte pediu a apuração do caso, a fim de que os responsáveis pelos arquivos sejam encontrados.

A investigação deve ser concluída até setembro.

Assim que a apuração terminar, o inquérito será enviado ao Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal (DF), que deverá ser pronunciar sobre os fatos.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é proibido o armazenamento de vídeos, fotografias e outros registros de pornografia envolvendo crianças ou adolescentes.

A pena para os envolvidos nesse tipo de crime varia entre 1 e 4 anos de prisão.

Que os responsáveis sejam identificados e punidos…

Fonte: Revista Veja