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Guedes corta salário extra de R$ 21 mil de Marinho ao retirá-lo de conselho

Os ministros Paulo Guedes e Rogério Marinho

O ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu retirar o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do posto de representante do Ministério da Economia no Conselho Fiscal de Serviço Social de Comércio (Sesc). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17) (íntegra).

Para exercer a função, Rogério Marinho recebia uma remuneração extra de até R$ 21 mil. No lugar dele foi nomeado o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Rogério Marinho entrou no governo como um dos principais auxiliares de Paulo Guedes. Em fevereiro de 2019, quando comandava a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, foi nomeado para o posto no Sesc. Neste ano, ele foi promovido para ministro do Desenvolvimento Regional e tem protagonizado embates com o chefe da área econômica em relação ao nível de gastos públicos.

Marinho defende o impulsionamento de obras e é um dos principais incentivadores das viagens que o presidente Jair Bolsonaro faz pelo Brasil para fazer inaugurações. Já Guedes tem receio que o foco em investimentos na infraestrutura atinja a agenda de ajuste fiscal e dê um mau sinal aos investidores, que esperam que a regra do teto de gastos seja cumprida. O ministro da Economia já chegou a chamar Marinho de “desleal” e “fura teto”.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada na terça-feira (13) revelou que Marinho é um dos ministros que mais acumulavam gratificações, rompendo o teto do funcionalismo público (R$ 39,3 mil). Sem a remuneração extra de R$ 21 mil, o ministro ficará com o salário de R$ 30,9 mil.

Fonte: Congresso Em Foco

Dia das Crianças: geração conectada ainda gosta de brincar de bonecos

Especialistas aconselham a lidar com as crianças da geração alfa

Nativos digitais, as crianças que comemoram o dia dedicado a elas na data de hoje – 12 de outubro – não conhecem o mundo sem os tablets, internet e toda a gama de conexão e tecnologia que existe atualmente. Chamada de geração alfa, as crianças nascidas a partir de 2010 ainda sonham em ser médico ou dentista quando crescerem, mas, como o Rubens Benith Belo, de 6 anos, também querem fazer robô.

“Quero ser dentista como minha irmã, quero ser médico e ser mecânico para consertar carros. Mas, também quero fazer robô”, disse o garoto, que é irmão gêmeo da Lorena, que quer ser dentista. “Porque gosto de mexer no dente!”, disse a menina.

Enquanto não crescem, os irmãos gostam de brincar de boneco, boneca, lego, jogos de tabuleiro, mas, como a maioria das crianças dessa geração, adoram uma tela e gostam dos jogos digitais. “Gosto de encontrar o meu irmão no jogo do Roblox [jogo online]. Gosto de assistir desenho, mas também de brincar de mico [jogo de baralho]. Acho o mundo maravilhoso, mas tenho medo de gente malvada. Não gosto da pandemia, nem das queimadas, não acho legal”, opinou Lorena, que contou ainda que pediu uma boneca de presente de Dia das Crianças, já que “dá para inventar mundos, como se estivesse montando um filminho.”

O irmão contou que também pediu um boneco “porque ele tem máscara”. E continuou: “Gosto de brincar de Lego, aí eu monto coisas, eu sou criativo. Também gosto de jogar Roblox e de ver filmes na TV. Acho o mundo legal, mas é meio malvado, porque tem ladrão e ladrão que mata policial”, disse Rubens.

A mãe dos gêmeos, a professora Angélica dos Santos Benith Belo, disse que eles acham engraçado quando conta que na infância dela não existia celular. “A tecnologia para eles é uma realidade, mas não entendem quando a gente fala, por exemplo, que na nossa época não tinha celular, que não tinha isso ou aquilo, eles acham engraçado porque eles já nasceram na era digital”.

Apesar de eles gostarem de jogos digitais, ela disse que coloca limite no tempo de tela. “Com relação à tecnologia, se a gente não colocar um limite, eles querem o tempo todo ficar com o tablet, mas a gente está sempre de olho e explica que tem que ser com moderação”.

também mãe de uma bebê de um ano, Angélica espera que no futuro suas crianças sejam pessoas de bem. “Imagino um futuro no qual eles possam fazer o que quiserem, no sentido de ter a profissão que quiserem, e eu imagino que serão pessoas de bem, engajadas, porque a gente tenta, de toda a maneira, criar com apego e com carinho para que eles não sintam necessidade de buscar fora de casa alguma coisa para eles. A gente tenta criá-los com empatia, ensinando a se colocar no lugar do outro.”

Futuro da geração alfa

Assim como a Angélica, a relações públicas Lays Ribeiro, mãe do Vincenzo, espera um futuro mais empático para o seu filho viver. “Um futuro em que a escolha do gênero não interfira em que somos, em 2020 ainda vivemos com estereótipos. E que a educação dada agora o ajude a ser emocionalmente saudável e que busque para si sempre o melhor. E que o sucesso tão procurado por todos, seja em se sentir bem, estar com alguém que goste e amar o que ele faça.”

O pequeno Vincenzo, de 4 anos, também falou que gosta de jogos digitais, mas ainda de outras brincadeiras. “Gosto de montar o parque do Jurassic World, com muitos dinossauros”. Quando perguntado sobre o que acha do mundo em que vive, ele ainda não tem noção das malícias, e responde: “Gosto muito de tomar sol lá fora”. Sorte do Vincenzo, que quer ser paleontólogo e pescador.

A mãe dele conta que ele vê o mundo como uma grande brincadeira. “No dia a dia lidamos as tarefas como missões, para que possa ter noção de responsabilidades. Não ligamos noticiários, então ele não sabe o que está acontecendo lá fora exatamente. Sabe os porquês da restrição de não sair de casa, e de nós cuidarmos para não passar o vírus aos avós”.

Lays conta ainda que as telas são usadas com cautela, mesmo em tempos de isolamento. “Tem dias que passam um pouco do combinado, mas vemos claramente que a restrição de telas ajuda a ter criatividade, proatividade e desperta o livre brincar. Como consequência, tenho uma criança mais ativa e que interage com todos ao redor, é muito curiosa, menos ansiosa e irritada”, detalhou.

“A geração denominada Alfa já nasceu com a tecnologia inserida em seu contexto diário, mas se bem estimadas, também adoram o brincar desconstruído”, afirma a pedagoga com especialização em educação transdisciplinar, autora de literatura infantil e infanto-juvenil, Elisabete da Cruz. “O que observo é este brincar precisa ser mais instigante. Elas não gostam do jogo pronto, mas da possibilidade de criar suas próprias regras. São mais autônomos e frequentemente desafiadores.  Precisam de outros estímulos que estimulem seu lado criativo e imediatista.

É o que também pensa a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano. “A criança precisa se pautar pelo toque, pela leitura do corpo, das expressões e das atitudes do outro. A lição mais importante que os pais podem ensinar aos filhos pertencentes a geração alfa é a de saber equilibrar as relações tecnológicas e presenciais, entender que não podemos banir a tecnologia de nossas vidas , mas fazer dela ferramenta que nos ajuda a ler o mundo”, aconselha.

Tecnologia, infância e pandemia

Como a tecnologia faz parte dessa geração, cabe aos pais o papel de não cercear, e sim, auxiliar os seus filhos a utilizar a tecnologia com equilíbrio, defende Viviani.  “Os pais podem ensiná-los a estabelecer uma relação de “usuário e consumidor consciente” dos meios tecnológicos desde cedo, pois eles impactam diretamente nas relações sociais e acadêmicas que os filhos estabelecerão por toda a vida.”

A neuropsicopedagoga explica que, devido a intensa influência tecnológica, as crianças alfa são muito inteligentes, curiosas, multitarefas e tem intensa necessidade de interagir, inventar e se conectar. “Boa parte das brincadeiras são realizadas por meio da tecnologia, ou seja, os amigos podem ser virtuais ou não, mas o meio de relação entre eles é o mesmo: a tecnologia,”

A pandemia intensificou o uso das tecnologias e a sala de aula virou a tela do computador/tablet/celular. Esse “novo normal” para as crianças pode mudar a relação delas com o mundo. “O período de quarentena vivenciado por todos nós aumentou consideravelmente o “tempo de tela” de adultos e crianças, gerando alguns problemas que são notados de perto por todos: a exposição intensa gera dificuldades de concentração, atenção, memória e irritabilidade, problemas ocasionados pelo isolamento social e também pela instabilidade do sono”, disse.

“A tecnologia, nesse caso, nos possibilitou algumas situações que eram feitas presencialmente. A viabilização dessas situações por meio da tecnologia foi o que nos permitiu continuar, mesmo que em adaptação, algumas atividades essenciais do nosso cotidiano”, destacou a pedagoga especialista em Gestão e Docência no Ensino de EaD [Educação à Distância], Regina Madureira.

Para Regina, esse período de pandemia vai refletir no futuro das crianças. “Temos que considerar as mudanças na rotina, a incerteza – não só da criança, mas dos adultos que convivem com ela – enfim, teremos impactos no futuro, que podem ser positivos ou de melhoria para os seres humanos.”

Na opinião da Elisabete da Cruz, o uso das tecnologias pelas crianças não é responsável por despertar inseguranças. “Nesse isolamento, as dificuldades, a ausência do convívio dos amigos e familiares pode gerar inseguranças, medos e até aflorar outras emoções no futuro, o uso da tecnologia não, ela faz parte do contexto desta geração alfa e para eles é apenas uma ferramenta”, afirmou.

“O que não podemos perder de vista é que somos seres humanos geneticamente sociais e apesar dos relacionamentos interpessoais se darem também por meio da tecnologia, necessitamos do afeto físico. Nossas crianças precisam ser educadas também para se relacionar de forma física. O afeto ultrapassa as telas de computadores e dispositivos móveis”, ressaltou a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano.

Conteúdos infantis e tempo de tela

Nem herói, nem vilã, as telas devem ser vistas como uma realidade, apontaram as especialistas. Mas o que muito se discute entre os pais é se limitar o tempo de tela é necessário. A pedagoga Elisabete destaca a importância da família para estabelecer regras.

“A criança não tem discernimento do que é bom para ela, a família é seu norteador, os limites são necessários para seu crescimento como ser humano. Não existe uma quantidade de horas pré determinadas, porque cada família possui sua própria rotina. Acredito no equilíbrio. Brincar, comer, se exercitar, usar o tablet ou celular, assistir um filme, ler um livro. A vida tem nos mostrado que o equilíbrio é o caminho. Opte pelo equilíbrio e não deixe de acompanhar as atividades que a criança tem tido acesso”, aconselha.

A pedagoga Regina Madureira completa que é preciso orientar e otimizar. “O tempo precisa ser de qualidade, principalmente com os recursos tecnológicos. Não podemos só focar na tecnologia e deixar as outras atividades como brincadeiras que estimulem coordenação motora e lateralidade, por exemplo. O desenvolvimento infantil precisa ser holístico e diversos fatores precisam ser considerados para termos um processo sólido e de efetividade para facilitar esse processo das crianças”.

Para as especialistas, é necessário pensar também no conteúdo a ser acessado pelas crianças. “Estar atento, acompanhar, buscar informações sobre a programação, limitar acessos e principalmente fazer parte disto. Ser presente, se familiarizar com o que está sendo o centro de interesses da criança, participar quando possível desta experiência e oferecer também possibilidades de conteúdo”, disse Elisabete, que ainda orienta aos pais a utilizarem ferramentas de moderação.

“Hoje existem centenas de plataformas, sites, blogs, empresas de projetos educativos e outras infinidades de recursos facilmente encontrados na internet para dar este suporte, até a contratação de um profissional especializado para estas orientações.”

Construir uma relação saudável das crianças com a internet/telas, é possível, concorda  Regina. “Estar junto à criança nas atividades, entender o propósito delas, se conectar com as crianças. Todos os momentos são únicos porque são momentos de orientação para o uso efetivo e consciente da tecnologia, tendo em mente o propósito dela que é ser uma ferramenta para facilitar e servir o ser humano.”

Outro conselho da pedagoga Elisabete é usar a tecnologia a seu favor promovendo atividades fora da tela, mas usando suas referências. “Frequente mais a cozinha, faça receitas encontradas nos aplicativos e coloque a criança para cozinhar com você, faça atividades manuais, brincadeiras, jogos. A felicidade está nas coisas simples, então, descomplique. Exercite o equilíbrio porque não existe receita pronta. Cada criança é um ser único, e independente de sua geração, precisa de afeto e proteção.”

Fonte: Maria Claudia A/B

Cremero a serviço dos profissionais de Saúde de Rondônia

Cremero assim como Conselho Federal de Medicina (CFM), andam lado a lado agindo com cada um desses profissionais

Criado pela Lei nº 3.268/1957, o Conselho Regional de Medicina de Rondônia (CREMERO) é uma autarquia federal composto por 21 membros efetivos (e igual número de suplentes) que são eleitos por seus colegas para um mandato de 20 meses meramente honorífico, portanto sem qualquer remuneração. A manutenção do conselho se dá através das contribuições anuais obrigatórias de todos os médicos cadastrados e atuantes no Estado. Sua sede está localizada na Avenida dos Imigrantes, nº 3414 (bairro Liberdade), em Porto Velho.

O trabalho do Conselho vai muito além das responsabilidades de rotina de expedição das carteiras de registro médico para a legalização do exercício da profissão no Estado. “Nossa gestão, que tomou posse em junho deste ano, tem como princípio estabelecer uma consciência por parte dos médicos de que, Cremero assim como Conselho Federal de Medicina (CFM), andam lado a lado agindo com cada um desses profissionais, como instância de mais importante representação. Cabe a estes órgãos a defesa do código de ética da profissão bem como garantir condições dignas para que o médico possa exercer sua profissão com dignidade e qualidade em prol da população”, acrescentou o presidente Dr. Robinson Machado.

Não menos importante, o Cremero ainda destaca em seu quadro organizacional os departamentos: Corregedoria (que envolve a garantia do cumprimento do código de ética médico, as sindicâncias, Processos de Consulta, Codame, Carta Precatórias e Julgamento de Processos), Fiscalização (sejam elas programadas ou através de canais de denúncia), Tecnologia da Informação (com o Portal de Serviços), Jurídico, Gestão Orçamentária, Financeiro e Contabilidade, Patrimônio e Almoxarifado, Licitação e Contrato, Comissão de Tomada de Contas, Delegacias de Vilhena e Ji-Paraná (que atuam como extensão da sede no interior do Estado), Assessoria de Imprensa, Protocolo, Gestão de Rh, Coordenação Geral e Secretaria Executiva.

Conselho Regional de Medicina (Cremero), Sindicato Médico de Rondônia (Simero) e Associação Médica Brasileira (AMB)

A união das três entidades fortalecem a classe, a qualidade do atendimento e o trabalho da Medicina em todo o Brasil. Cada uma com sua atuação distinta resultam em benefícios para toda sociedade. Enquanto o Cremero age na fiscalização e avaliação da conduta do ato médico, o Simero trabalha pela luta de melhorias de salário, carga horária digna e demais direitos trabalhistas. Tão importante e fundamental quanto a AMB assume a responsabilidade de avaliação de protocolos e condutas de especialistas padronizando condutas e auxiliando o médico na decisão clínica de diagnóstico e tratamento.

Todos ganham

Para o Diretor-Tesoureiro do Conselho Federal de Medicina (CFM), Pós-Doutor e Doutor em bioética, José Hiran da Silva Gallo, um Conselho representativo e atuante é positivo para toda sociedade, estabelecendo critérios para uma relação médico-paciente equilibrada e com respeito às autonomias de ambas as partes.

Para os gestores públicos e privados ele age como auxiliar do aperfeiçoamento dos serviços oferecidos, e para os órgãos de controle externo, como o Ministério Público e a Vigilância Sanitária, a atuação do CRM aumenta a capacidade dessas instâncias de fiscalizar os abusos e irregularidades.

“Sempre com zelo, rigor, transparência e responsabilidade, assim o CFM e o CRM, mantêm firmes suas trajetórias, sempre com lastro na legalidade e na verdade, em favor da população, dos pacientes, da medicina e dos médicos”. (Dr. José Hiran da Silva Gallo)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cremero

Cremero destaca importância de registro no CRM

O Conselho Regional de Medicina de Rondônia entrega carteiras profissionais para mais uma turma de Medicina

A Turma XX do curso de Medicina da Faculdade São Lucas também adiantou a colação de grau conforme autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) e publicado em portaria datada de 6 de abril, do Diário Oficial da União (DOU). Na última sexta feira (31), o Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) realizou a solenidade de entrega das Carteiras Profissionais que regularizam a prática da profissão aos 25 médicos que estiveram presentes.

Na solenidade o primeiro secretário, Dr. Raitany Almeida, reforçou a importância do respeito ao Código de Ética Médico (CEM), que tem sido entregue junto a carteira profissional. “Ele contém as normas que devem ser seguidas no exercício dessa profissão. Direitos e deveres que devem conduzir o dia a dia de todos nós focando sempre em uma medicina de qualidade que a sociedade merece”, destacou.

Presente também na cerimônia, o presidente do Cremero Dr. Robinson Machado ressaltou que as atribuições da “Casa do Médico” vão além do serviço burocrático de emitir as carteiras profissionais. “Entre os diversos departamentos a disposição da população e dos profissionais, destacamos aqui o excelente trabalho que tanto a Corregedoria quanto a Fiscalização tem exercido no nosso Estado. Um em defesa direta da população e o segundo primando por condições de trabalho adequadas para os profissionais. Sejam sempre bem vindos!”, acrescentou parabenizando os recém-formados em nome de toda Diretoria do Cremero.

Carteiras profissionais

O tão sonhado CRM

O termo que se refere ao Conselho Regional de Medicina é um registro que o médico deve possuir após obter o diploma. Assim que atestado pela Instituição de Ensino sua conclusão de curso, todo médico deve se inscrever no CRM de seu Estado, apresentar os documentos necessários e então receber essa liberação para trabalhar na área da saúde. O registro é obrigatório por lei e fornece um número de CRM, que deverá estar sempre explícito junto ao seu carimbo. Através do CRM os pacientes podem confirmar se seu médico está legalizado no Conselho Federal de Medicina.

Adiantamento da Colação de Grau

De acordo com o MEC, a medida tem caráter excepcional e valerá enquanto durar a situação de emergência na saúde pública e servirá exclusivamente para atuação no combate ao novo coronavírus. A carga horária dedicada no combate à pandemia deverá ser computada pelas instituições de ensino para complementar o estágio curricular obrigatório.

Em resumo, sem disciplinas pendentes e com 75% das horas de internato cumpridas, as instituições de ensino tanto particulares quanto públicas podem efetuar a conclusão do curso para estes alunos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cremero

Conselho recomenda ao INSS limite e carência para consignados

A medida foi publicada hoje no Diário Oficial

O Plenário do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) recomendou, ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que fixe o limite máximo a ser concedido para operações com cartões de crédito em 1,6 vez o valor da renda mensal do benefício previdenciário. A recomendação está em resolução publicada na edição de hoje (20) do Diário Oficial da União.

O texto também recomenda que, durante o estado de calamidade pública decorrente do novo coronavírus (covid-19), o INSS autorize operações de empréstimo consignados um prazo de carência de até 90 dias para que o desconto da primeira parcela seja feito. Esse prazo de carência, no entanto, não pode ser considerado no cômputo dos 84 meses previstos para a liquidação do contrato.

Uma outra recomendação é que o beneficiário ou seu representante legal possa autorizar o desbloqueio dos benefícios após 30 dias, contados da data de despacho do benefício para a realização de operações de crédito consignado.

A assessoria do INSS informou que em breve será publicado normativo sobre a recomendação do CNPS.

Matéria atualizada às 15h08

Fonte: A/B Valéria Aguiar

Ismael Crispin defende que composição do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher seja feito por entidades

Projeto encaminhado pelo Executivo que previa composição por meio de decreto foi arquivado

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (14), o deputado Ismael Crispin (PSB) votou contrário ao Projeto de Lei Complementar nº 60 de 2020 de autoria do Executivo que altera, acresce e revoga dispositivos da Lei Complementar n° 946, de 5 de junho de 2017 e revoga a Lei n° 3.575, de 23 de junho de 2015.

Em sua justificativa, Ismael explicou que o Art. 5º, parágrafo único do projeto, diz “que a competência, composição, estrutura e funcionamento do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDM, serão definidos por Decreto, que deverá ser editado com tal finalidade, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, observando o disposto nesta legislação”.

“Precisamos garantir a democracia. O Governo não pode cercear a participação das entidades na hora de escolher as representantes desse conselho. A lei determina que os nomeados serão escolhidos pelo Governo por meio de decreto, mas não podemos permitir que a população seja excluída. Um conselho feito para mulheres, precisar ter a voz delas”, finalizou.

Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Conselho Municipal de Saúde recomenda que Porto Velho tenha isolamento mais restritivo

Documento pede decreto de isolamento por 14 dias. Prefeitura informou que Conselho Estadual de Saúde deve ser ouvido antes de decisão.

O Conselho Municipal de Saúde de Porto Velho (CMSPV) emitiu uma recomendação ao prefeito da capital, Hildon Chaves, para que seja decretado o Distanciamento e Isolamento Social, com funcionamento apenas dos serviços essenciais na cidade, por 14 dias.

A recomendação leva em consideração um estudo realizado pelo professor doutor Tomás Daniel Rodrigues e a professora doutora Ana Lúcia Escobar, que aponta que “diante da velocidade real da transmissão verificada nos últimos 30 dias, a não adoção de medidas de isolamento social ampliado levará a um crescimento no número de casos [da Covid-19] e internações”.

No texto, o conselho recomenda, com máxima urgência, o decreto de Distanciamento Social Ampliado em Porto Velho pelo prazo de 14 dias, com a permissão de funcionamento somente de serviços essenciais, como: supermercados, farmácias e drogarias, panificadoras e postos de combustíveis.

O documento ainda cita o decreto do Governo do Estado publicado esta semana, que passou a capital da fase 1 para a fase 2 do Plano “Todos por Rondônia”.

Segundo o conselho, o decreto estadual promoveu um “abrupto relaxamento do isolamento social […] alterando e abrandando as regras do cálculo para o enquadramento das fases, destoando das recomendações internacionais e do próprio Ministério da Saúde”.

A Prefeitura de Porto Velho informou que o prefeito Hildon Chaves vai analisar a recomendação e disse em nota que pretende ouvir também o Conselho Estadual de Saúde antes de tomar uma decisão, “em respeito ao pacto federativo e a harmonia entre os poderes e esferas governamentais”.

Fonte: G1/RO