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Advogado que defende consumidores há mais de 20 anos explica quem poderia rescindir contrato com a Energisa

Gabriel Tomasete disse que os órgãos legitimados já estão buscando a rescisão do contrato com a empresa

Quatro sites de notícias, entre eles o Correiodenoticia, estiveram com o mais conhecido advogado consumerista de Rondônia, Gabriel Tomasete. O objetivo da entrevista era esclarecer as declarações do candidato a prefeito de Porto Velho, Breno Mendes, de que seria o prefeito que iria tirar definitivamente a Energisa da cidade. Os jornalistas queriam saber se é possível tirar a empresa do Estado e se um prefeito tem poder para isso.

Breno Mendes:

O advogado Gabriel Tomasete, que atua há mais de 20 anos na área de defesa ao consumidor, disse que não falaria sobre política partidária, mas concordou em explicar tecnicamente a quem compete lidar com concessionárias como a Energisa.

Ele explicou que no caso de alguns serviços públicos, como linhas aéreas, telefonia e energia elétrica, o poder concedente é o governo federal. “Nesse caso existe uma agência específica para cada assunto, como por exemplo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Aviação Civil”, detalhou.

Gabriel Tomasete esclareceu que compete à bancada federal exigir uma atuação melhor dessas agências reguladoras quando as empresas que ganharam a concessão desses serviços públicos estão jogando contra a população.

O advogado explicou, ainda, que é possível rescindir o contrato da empresa Energisa, citando que isso já está sendo buscado por órgãos competentes legitimados para isso.

Veja o que diz Tomasete:

“Essa possibilidade existe nos níveis corretos de discussão: governo federal e Aneel. O Estado de Rondônia, considerando a abrangência desses serviços, poderia e deveria estar somando forças para a rescisão desse contrato pelos meios adequados e pelas pessoas que realmente tenham competência legal para tanto”, finalizou.

da Redação/CN

Procon notifica Energisa e Caerd pela má prestação do serviço à população em RO

De acordo com o programa de defesa do consumidor, inúmeras reclamações de consumidores, bairros sem o fornecimento de água, quedas de energias e entre outros. As empresas terão um prazo de 10 dias úteis para apresentar defesa.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), após inúmeras denúncias por má prestação de serviço, emitiu nessa quinta-feira (15), um auto de infração contra as empresas fornecedoras de energia elétrica e de abastecimento de água e saneamento básico em Rondônia.

Não é a primeira vez que chegam à instituição denúncias com relato de repetidas falhas na prestação dos referidos serviços essenciais. Diante da notificação, as empresas terão um prazo de 10 dias úteis para apresentar defesa. Caso não apresentem justificativa plausível às ocorrências, aquele que fará o julgamento do processo administrativo poderá aplicar multa ou sanções cabíveis.

Com relação a prestação da energia elétrica, ao longo dos últimos dias, foram apontadas ocorrências de diversas sequências de apagões na cidade, que aconteceu de modo repetido em um único dia. Sendo que no dia 11 e 12 de outubro, houve uma sequência com total de sete quedas. De acordo com o Procon, alguns bairros ficaram sem energia elétrica por mais de duas horas.

Ao tentar entrar em contato com a empresa fornecedora de energia elétrica, o call center com ligações pelo 0800, até mesmo pelo canal de atendimento 24h pelo Whatsapp estavam inoperantes, ou seja, não havia nenhum atendente para ajudar o consumidor no momento. Além disso, foram mencionados danos em vários equipamentos, que deixaram até de funcionar, provocados pelos apagões.

Para o coordenador Estadual do Procon, Ihgor Jean Rego, nesses casos, é necessário que a empresa faça o reparo ou reembolso da quantia do item danificado, porém a análise demanda uma perícia. Após realização da perícia, o consumidor entra em uma fila para indenização do prejuízos, mas a fila é muito longa, tornando-se inefetivo o reparo ou indenização.

Já com relação a empresa distribuidora de água, foram destacados que bairros sem o abastecimento de água, recebe da fornecedora paliativos como caminhão pipa. Mas o caminhão vai até a localidade uma vez por semana para atender apenas uma rua, não suprindo a demanda da população. No bairro Aponiã, por exemplo, o desabastecimento se estende por mais de duas semanas, sem que a fornecedora entregue de forma efetiva uma solução aos consumidores.

“A autuação tem por pretensão punir qualquer tipo de irregularidade dentre os serviços que estão sendo prestados, considerados como essenciais. A ideia é que por meio das notificações dessas autuações, as empresas sejam compelidas, inclusive a compensar o consumidor nas suas faturas em razão dessa dificuldade sentida”, esclarece o coordenador.

O QUE DIZ O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

De acordo com o art. 22, os órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.

Parágrafo único. Nos casos de descumprimento, total ou parcial, das obrigações referidas neste artigo, serão as pessoas jurídicas obrigadas a cumpri-las e a reparar os danos causados, na forma prevista neste código.

CANAL DE DENÚNCIAS

O cidadão que se sentir lesado poderá realizar denúncias nos canais de atendimento do Procon pelo telefone 151, pelas redes sociais do Procon Rondônia ou mesmo pelo site – plataforma de denúncia online.

Fonte: Procon-RO

Procon-RO orienta como evitar golpe na nova ferramenta de pagamento o PIX

A nova plataforma trará mais agilidade e menos custo, por outro é necessária atenção redobrada para evitar cair em golpes.

O Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) faz o alerta aos cidadãos quanto às possíveis aplicações de golpe no cadastramento da nova plataforma de transação bancária, o PIX. Por se tratar de um novo sistema eletrônico para pagamento, existe o risco de fraude que de alguma forma poderia lesar os consumidores.

O coordenador Estadual do Procon, Ihgor Jean Rego explica que com a chegada dessa novidade, alguns sites maliciosos passam a utilizar a roupagem de um banco credenciado oficial, para poder coletar dados e informações bancárias, com a intenção de lesá-lo e aplicar um golpe. O consumidor deve se manter atento, principalmente, quando acessar um site ou baixar algum aplicativo, para ter a certeza que se trata de um site oficial ou aplicativo do banco ao qual o consumidor é correntista.

O QUE FAZER EM CASO DE GOLPES?

O consumidor sendo vítima de algum golpe, acaso a instituição financeira tenha sido culpada pelo vazamento dos dados e comprometido as informações particulares poderá ela ser responsabilizada.

Nesses casos, o cidadão pode procurar o Procon para registro da ocorrência e ir à Delegacia do Consumidor (Decon), localizada na rua das Crianças, bairro Floresta. O Procon também atende pelo telefone 151, na página oficial procon.ro.gov.br e presencialmente, no Tudo Aqui, na avenida 7 de Setembro, Centro, em Porto Velho.

MODERNIZAÇÃO NO SETOR BANCÁRIO

A inovação tecnológica já é realidade no setor bancário, com a criação do novo sistema de pagamento, transferência e recebimento de dinheiro de forma instantânea – o PIX, que estará disponível a partir de novembro de 2020 e conta com uma lista de benefícios.

Desenvolvido pelo Banco Central, o sistema permite pagar, transferir e receber dinheiro de forma prática, rápida e grátis. O Pix funcionará 24h, em qualquer dia da semana, incluindo feriados. O maior benefício é concluir a transação em até 10 segundos. O dinheiro sai da conta do pagador e vai para o recebedor, de forma instantânea.

O cadastramento para o sistema já foi iniciado desde a última segunda-feira (5), pelo site do Banco ou pelo aplicativo do próprio Pix. Se por um lado a nova plataforma trará mais agilidade e menos custo, por outro é necessária atenção redobrada para evitar cair em golpes.

CONHEÇA MAIS O PIX

Ele funciona como mais uma opção de pagamento/transação no aplicativo do banco que o consumidor já utiliza. Também estará disponível em fintches, como: PicPay, Nubank e Neon. E nas carteiras digitais, como: Mercado Pago, Iti e Google Pay. O Pix será acrescentado nas funções do App que o consumidor já utiliza. Mais informação sobre o sistema, acesse o site do Banco Central: https://www.bcb.gov.br

Fonte: Procon-RO

Ipem alerta consumidores na compra de presentes para o Dia das Crianças em RO

De acordo com o Instituto de Peso e Medida, os brinquedos fabricados devem obedecer às normas de segurança.

O Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia chama a atenção de pais e responsáveis para o ato da compra de brinquedos no período de Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de Outubro. A ação visa priorizar a segurança e a saúde das crianças.

Uma das recomendações do Ipem-RO para os pais e familiares é a conferência se o produto está ou não certificado com o selo do Inmetro com logo do organismo certificador. “Caso não contenha o selo, os produtos não podem ser comercializados, visto que são brinquedos que podem colocar em risco a saúde e a segurança das crianças”, pontuou o presidente do Instituto, Aziz Rahal Neto.

De acordo com o diretor técnico do Ipem-RO, Igor Argento, os brinquedos fabricados sem obedecer às normas de segurança podem conter, dentre suas características: uma tinta imprópria, ou mesmo possuir componentes que contaminariam o organismo da criança quando estiver brincando. Além disso, partes cortantes podem causar ferimentos, brinquedos sem a certificação podem propagar chamas, ou emitir ruídos exagerados, e devem ser evitados.

Além do selo de verificação, os pais também devem ficar atentos à faixa etária a qual o brinquedo é destinado, observando as indicações e instruções na embalagem do produto.

O consumidor que encontrar ou suspeitar de alguma irregularidade em produtos à venda nos supermercados pode relatar o ocorrido à Ouvidoria do Ipem, pelo e-mail ouvidor@ipem.ro.gov.br ou ainda pelo telefone (69) 98479-9055 (via Whatssap).

Fonte: Ipem

Ipem orienta consumidores a denunciarem suspeitas de irregularidades em produtos alimentícios em RO

Nesta semana os alvos dos fiscais do Instituto de pesagem e medidas foram os molhos pimenta expostos em supermercados.

O consumidor que encontrar ou suspeitar de alguma irregularidade em produtos à venda nos supermercados pode relatar o ocorrido à Ouvidoria do Ipem, pelo e-mail ouvidor@ipem.ro.gov.br ou ainda pelo telefone (69) 98479-9055 (via WhatsApp). O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Rondônia (Ipem-RO) segue desenvolvendo uma série de perícias laboratoriais para constatar essas irregularidades.

O alvo da vistoria desta semana foram os molhos de pimenta expostos em supermercados. Conforme a equipe de pré-medidos, dentro dos pacotes não havia a quantidade expressa nas embalagens. Agora, a indústria acionada tem até dez dias para recorrer junto ao órgão.

Empresa terá dez dias para apresentar sua defesa junto ao jurídico do Ipem

No primeiro lote, o produto foi reprovado na avaliação individual, onde cinco unidades ficaram abaixo dos 900 ml. “Todas as unidades estavam lacradas e mesmo assim teve uma unidade com 864 ml na conferência.  É possível que tenha sido erro de envase na indústria”, destacou Elli Maus, metrologista do Ipem.

Já no segundo lote foi analisado outro modelo de pimenta e todos estiveram abaixo de 900 ml, o qual foi reprovado na avaliação da média de pesagem do produto. “Nenhum deles deu acima da indicação. Não checaram a massa específica do produto. É possível que tenham trabalhado com a mesma especificação do primeiro produto, porém a composição química é diferente”, pontuou a metrologista.

Fonte: Ipem

Procon alerta postos de gasolina sobre placas de aviso informando consumidores em RO

Segundo o programa de Proteção e Defesa do Consumidor, é obrigatório que os postos de combustíveis, informem sobre valor e alteração da gasolina.

Com o aumento de 4% no preço da gasolina nas refinarias, feito pela Petrobras, que reflete na maioria dos estados brasileiros inclusive Rondônia, a partir desta quarta-feira (23), o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), orienta que os estabelecimentos de postos de combustíveis devem se ater a informar aos clientes sobre a “nova gasolina”, com base no direito básico do consumidor.

Com isso o órgão oficializou uma notificação nesta quarta-feira (23), ao Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Rondônia (Sindipetro), com uma recomendação que visa orientar aos postos de combustíveis de todo o Estado a divulgarem de forma prévia e ostensiva, informações que mostrem se o estabelecimento já está comercializando a gasolina nos moldes das especificações determinadas pela resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A recomendação, segundo o coordenador Estadual do Procon, Ihgor Rego, é o que estabelece, o art. 6º do Código de Defesa do Consumidor.

“É direito básico do consumidor receber informação adequada e clara a respeito dos diferentes produtos e serviços com especificação correta de qualidade, características, composição, bem como riscos que apresentem, entre outros”, esclarece.

E ressalta ainda que, é direito do consumidor exigir que o estabelecimento comercial faça o teste de qualidade do combustível comercializado se utilizando do chamado “teste de proveta” ou “teste de pressão e de vazão”.

“Eles são obrigados a fazer o teste do barril de vinte litros, se o consumidor chegar lá e pedir para que seja aferido, a bomba para saber se a vasão corresponde à litragem informada no medidor, o empresário tem que disponibilizar de meios para fazer isso. Se ele não quiser, o consumidor pode entrar em contato com o Procon por meio do 151, e nós faremos a fiscalização e no caso, constatada a irregularidade, nós vamos autuar e consequentemente punir”, finaliza.

Fonte: Procon-RO

Procon registra mais de 600 reclamações contra serviços essenciais e privados em Ji-Paraná

Em 2019, maiores queixas foram contra as prestadoras de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e telefonia comparando ao mesmo período em 2020.

Os serviços essenciais e privados dispararam nos atendimentos e reclamações registrados no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de Rondônia (Procon-RO) de Ji-Paraná, durante o período de pandemia do coronavírus.

O órgão de defesa do consumidor divulgou na segunda-feira (21) os dados dos atendimentos e reclamações realizadas de março a setembro de 2019, comparando ao mesmo período em 2020. A pandemia do coronavírus se agravou em Rondônia em março deste ano, segundo as autoridades sanitárias.

Os gráficos evidenciam os dois setores que receberam mais reclamações. Em 2019, as maiores queixas dos consumidores foram contra as prestadoras de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e telefonia, por exemplo.

O volume de atendimentos e queixas registradas neste segmento chegou a 41,60% dos 1.089 registros efetuados no período. Os assuntos financeiros registraram o segundo maior número de atendidos, 25,44%.

Durante o período pandêmico, em 2020, as atenções do Procon local se voltaram às queixas contra as empresas que prestam serviços privados, como internet, tv a cabo e compras online.

Os números revelam que 48,42% dos 1.330 consumidores buscaram a proteção e os diretos no Procon, um aumento significativo de 19 reclamações em 2019 para 644 em 2020.

O Procon em Ji-Paraná reabriu os atendimentos presenciais nas instalações do Tudo Aqui, o extinto Shopping Cidadão, de segunda-feira a sexta-feira das 7h30 às 13h30, conforme as normas de atendimentos estabelecidas pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi). O consumidor também poderá obter maiores informações sobre os atendimentos por meio dos telefones 3423-8833 3423-4564, e, ainda, pelo aplicativo whatsapp 99270-4113.

Fonte: Procon-RO

Ipem fiscaliza bombas de combustíveis, em Postos na capital

De acordo com o Instituto, medidores devem apresentar o lacre do Inmetro e o selo de verificação do ano.

O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Rondônia (Ipem-RO) segue realizando ações de fiscalização contínuas em postos de combustíveis de Porto Velho. O objetivo da ação é conferir se o volume de gasolina, álcool e diesel, registrado nas bombas de combustíveis, correspondem ao volume entregue ao consumidor.

“A intenção é garantir que os instrumentos estejam de maneira adequada e que o consumidor pague o que realmente esteja comprando. Com essa fiscalização garantimos também que a concorrência seja justa entre os postos de combustíveis”, pontuou o diretor técnico do Ipem, Igor Argento.

Vale ressaltar que os medidores devem apresentar o lacre do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o selo de verificação do ano subsequente ao atual. Importante lembrar, que o consumidor tem direito de solicitar ao frentista a checagem do volume de combustível e verificar se está sendo lesado.

O consumidor que encontrar ou suspeitar de alguma irregularidade no posto de combustível pode relatar o ocorrido à Ouvidoria do Ipem-RO, pelo e-mail ouvidor@ipem.ro.gov.br ou pelo telefone 0800 647 2777.

Fonte: Ipem

Procon apura aumento de preço em lojas de construção em Porto Velho

Fiscais acompanham o aumento dos preços dos produtos de materiais de construção e marcenaria, coibindo as práticas abusivas

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-RO), realizou ações de fiscalização para determinar a variação de preço dos produtos e a legalidade de materiais de construção nos estabelecimentos em Porto Velho. No decorrer das fiscalizações foram lavrados 13 autos de constatação e nove autos de infração. O Procon tem recebido denúncias quanto ao aumento do preço dos materiais de construção, com atenção voltadas ao milheiro de tijolo, telhas de barro, placas de madeira MDF e outras.

A equipe de fiscalização solicitou a entrega das notas fiscais de compra e venda (entrada e saída) das mercadorias comercializadas, a fim de apurar as razões que motivaram o aumento dos preços. O Procon-RO não regula o valor de venda dos produtos, e cabe ao seu trabalho apurar e punir eventual prática abusiva de aumento injustificado dos preços.

O pedreiro | Mensagens Que Edificam
Denúncias quanto ao aumento do preço dos materiais de construção, com atenção voltadas ao milheiro de tijolo, telhas de barro, placas de madeira MDF.

Foi instaurado procedimento administrativo para obtenção de esclarecimentos, garantindo à empresa autuada os direitos processuais constitucionais do devido processo legal, contraditório e ampla defesa. As ações de fiscalização vem ocorrendo constantemente e, intensificadas desde o mês de julho, estenderam-se das fábricas (olarias, marcenarias, entre outras) para lojas (materiais de construção, revendas de madeiras, entre outras).

A coordenadoria do Procon-RO e a vice-presidência da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Velho, se reuniram tendo como pauta as dificuldades do setor. De acordo com o vice-presidente, Valderleis Garcia de Lima, “esse momento de seca torna escassa a matéria-prima para produção de tijolos e telhas (barro), tendo um aumento natural de preço, como verificado todos os anos e em vários lugares do país”.

O Procon continua acompanhando o aumento dos preços dos produtos de materiais de construção e marcenaria, coibindo as práticas abusivas que vulneram e violam os direitos dos consumidores. A Instituição ressalta a importância da participação do consumidor neste momento.

Para fazer denúncias ou encaminhar reclamações, a população pode entrar em contato pelos canais de atendimento: Telefone 151; Whatsapp: (69) 9 8491-2986; (69) 98482-0928; e Facebook Procon Rondônia. Para garantir maior segurança e acesso à população, os consumidores também poderão registrar denúncias ou reclamações diretamente na plataforma on-line: procon.ro.gov.br ou www.consumidor.gov.br .

Fonte: Agero

Com greve dos Correios, entregas podem atrasar; veja o que fazer

Consumidor que contratar serviços dos Correios, como a entrega de encomendas e documentos, e não tiver o serviço prestado, tem direito a ressarcimento ou abatimento do valor pago.

Com a greve dos trabalhadores dos Correios, que começou na segunda-feira (17), os consumidores devem ficar atentos ao prazo de entrega de encomendas e contas. De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), não há prazo para o fim da paralisação.

De acordo com o Procon-SP, o consumidor que contratar serviços dos Correios, como a entrega de encomendas e documentos, e não tiver o serviço prestado, tem direito a ressarcimento ou abatimento do valor pago. Nos casos de danos morais ou materiais pela falta da prestação do serviço, cabe também a indenização por meio da Justiça.

Em casos de ter adquirido produtos de empresas que fazem a entrega pelos Correios, elas são responsáveis por encontrar outra forma para que os produtos sejam entregues ao consumidor no prazo contratado.

Empresas que enviam cobrança por correspondência postal são obrigadas a oferecer outra forma de pagamento que seja viável ao consumidor, como internet, sede da empresa, depósito bancário, entre outras.

Não receber a fatura, boleto bancário ou qualquer outra cobrança não isenta o consumidor de efetuar o pagamento. Caso não os receba por conta da greve, o consumidor deverá entrar em contato com a empresa credora, antes do vencimento, e solicitar outra opção de pagamento, a fim de evitar a cobrança de eventuais encargos, negativação do nome no mercado ou ter cancelamentos de serviços.

Veja abaixo o que fazer:

Contas

Com a greve dos Correios, as contas podem vencer antes de o consumidor ter recebido a cobrança, ocasionando multas pelo atraso no pagamento. Para não ser surpreendido pelos juros e multas decorrentes disso, o ideal é que o consumidor faça um planejamento do pagamento das contas, observando a época em que elas costumam chegar.

Se perceber que o prazo do vencimento está perto e o boleto não chegou, o consumidor deve se antecipar, entrando em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa emissora da conta e solicitar uma outra forma de realizar o pagamento: segunda via do boleto, sem os juros, entrega da cobrança por e-mail, depósito bancário ou código de barra para pagamento em caixa eletrônico. Caso não seja possível outra forma de pagamento, inclusive após contato com o fornecedor, a dívida não poderá ser cobrada com juros e multa.

“É importante lembrar que a greve não é uma situação gerada pelo consumidor e nem pelo fornecedor, de modo que não podem ser impostas penalidades ao consumidor em caso de atraso de pagamento. Entretanto, tendo em vista o respeito ao princípio da boa-fé e em um caso excepcional como esse, é recomendável ao consumidor que procure meios para o cumprimento das obrigações, não deixando passar o prazo de vencimento das dívidas”, informa o Idec.

Encomendas

Para quem precisa enviar encomendas ou correspondência com urgência durante o período de paralisação dos Correios, a recomendação é procurar por serviços de entrega alternativos ou privados. O Idec recomenda que o consumidor, ao contratar essas empresas, solicite que o prazo de entrega seja registrado por escrito, o que possibilita a reclamação de eventual prejuízo no caso de atraso.

Caso o consumidor tenha contratado serviços de entrega diretamente nos Correios (por exemplo, envio de Sedex), é possível pedir o ressarcimento ou abatimento do valor se houver atraso na entrega. A reclamação deve ser feita em algum órgão de defesa do consumidor, como o Procon, inclusive podendo exigir, em Juizado Especial Cível, indenização para ressarcimento de eventual prejuízo moral ou financeiro.

Aumento nas reclamações chega a 514%

De janeiro a julho de 2020, a Fundação Procon-SP já registrou 2.812 reclamações contra os Correios, aumento de 398,58% em relação ao mesmo período de 2019 (564). O principal motivo é o não fornecimento do serviço.

Fazendo um recorte para o período de pandemia – março a julho 2020 (2.499) – o aumento chega a 514% em relação ao mesmo período do ano passado (407).

De acordo com as normas estipuladas pelo Código de Defesa do Consumidor, se a prestação de serviço contratada não for cumprida, o consumidor tem direito a exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade ou rescindir o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos.

O Procon-SP disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via internet (www.procon.sp.gov.br), aplicativo – disponível para Android e iOS – ou via redes sociais.

Correios tenta minimizar impactos da greve

Os Correios informaram que já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas.

Segundo a estatal, a rede de atendimento está aberta em todo o país e os serviços, inclusive Sedex e PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios.

Para mais informações, os clientes podem entrar em contato pelo telefone 0800 725 0100 ou pelo endereço https://apps2.correios.com.br/faleconosco/app/index.php

Fonte: G1