Produção de pescado representa 3,27% do PIB de Rondônia

Rondônia é destaque na produção de peixe em cativeiro e o terceiro maior produtor do Brasil, com uma marca que chega a 3,27% do PIB rondoniense

Considerado um setor de grande importância no conjunto da economia estadual, onde se insere com a marca de 3,27% do Produto Interno Bruto (PIB), na sexta posição de tudo que Rondônia produz, o pescado deixou de ser um uma iguaria rara, para cair no gosto e fazer parte do cotidiano alimentar do povo rondoniense. Atualmente, com um desempenho produtivo superior aos estados do Mato Grosso, Maranhão, Pará e Amazonas, o Estado tem o pescado como um símbolo de sua economia, e se orgulha de ser o maior produtor de peixe nativo em cativeiro e o terceiro maior produtor do Brasil.

Com uma produção anual de quase 70 mil toneladas de peixe, o Estado de Rondônia, que exporta a maior parte desta produção, tem se esforçado para melhorar ainda mais a produtividade, ao mesmo tempo em que incentiva a população a aumentar o consumo de pescado por vários motivos, a começar pela abundância produtiva e facilidade de acesso ao mercado, além de sua importância nutricional.

No último domingo de setembro (27), por exemplo, durante o Festival do Tambaqui que assou e distribuiu mais de seis mil quilos, o secretário Evandro Padovani, titular da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), que ao lado do governador Marcos Rocha, é o maior entusiasta deste setor, descreveu a potencialidade produtiva do Estado, destacando sua posição no ranking nacional, pedindo à população para inserir mais peixe em seu cardápio, dando prioridade ao consumo pelos benefícios para uma alimentação saudável e de muito valor nutricional.

Não importa qual é o peixe de preferência – jatuarana, pacu, tambaqui, piau, dourada, filhote –, é preciso saber que todo o pescado tem grande importância como fonte alimentar, basicamente pelo seu valor nutritivo, fácil digestibilidade, diversidade de sabores e composição equilibrada. A orientação é da nutricionista Lya Demétrio Almeida, do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, de Porto Velho, que chama atenção do consumidor para a importância da escolha do pescado na hora de comprar, que deve estar sempre fresco, de coloração boa e com guelras vermelhas.

Segundo a profissional da saúde o pescado tem funções muitos especiais, melhor ainda que alguns medicamentos, eis que é rico em ômega 3, melhora os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, regula a inflamação, controla a pressão arterial e fortalece o sistema imune. Além disso tudo, comer peixe fortalece e ajuda a formação da pele, dos cabeços e unhas, além de prevenir a osteoporose e combater a anemia. “O pescado é um alimento completo e bom sob todos os aspectos, e não importa que seja de escama ou de coro”, disse Lya Demétrio.

Fonte: Secom-RO

Governo promulga lei que proíbe consumo e venda de bebidas alcoólicas no Espaço Alternativo

Consumo e venda de bebidas alcoólicas serão proibidas em toda a extensão do complexo Espaço Alternativo

O Governo de Rondônia promulgou a Lei n° 4.840, de 24 de agosto de 2020, que proíbe o consumo e venda de bebidas alcoólicas durante a pandemia em toda a extensão do complexo Espaço Alternativo, no município de Porto Velho. De iniciativa do poder legislativo, a lei prevê multas significativas em caso de descumprimento. Em vigor desde o dia 24 agosto de 2020, a autoridade policial ficará responsável pela fiscalização da medida.

Ao infrator que efetuar o consumo, sujeitará a multa de dez Unidades Padrão Fiscal do Estado de Rondônia (UPF’s/ RO), podendo quadruplicar em caso de reincidência. Já o infrator que comercializar, sujeitará a sanção de vinte UPF’s, para reincidente, podendo ser quadruplicado.

A bebida alcóolica consumida e comercializada, que estiver na posse de usuários ou comerciantes, será apreendida pelas autoridades públicas. Ao flagrar o descumprimento, a autoridade policial determinará a cessação da conduta e lavrará o termo de ciência. Com relação ao reincidente, serão tomadas medidas penais cabíveis e lavrado o termo circunstanciado – que é um registro de ocorrência de fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo.

Com conhecimento da lei, a Polícia Militar, a partir deste momento, está atuando no planejamento para seu adequado cumprimento. A Coordenadoria de Policiamento Operacional irá desenvolver uma plano de ação a fim de coibir desordens no local, embora já estivesse no rol de ações prioritárias da Instituição de Segurança Pública.

De acordo com a Diretoria de Comunicação da PM, a lei irá fortalecer as ações para conter o abuso de consumo de bebidas alcoólicas no Espaço Alternativo. Por ser recente, a ordem exigirá da corporação uma estratégia nas ações durante a fiscalização.

Cristina Ramos, frequentadora do Espaço Alternativo, acha válida a regra e declara que está de pleno acordo com a determinação do Governo do Estado e que, ao seu ver, o local não é apropriado para o consumo de bebidas alcoólicas, não neste momento. Para ela, o espaço foi criado com intuito de trazer mais opção de lazer aos portovelhenses e estimular a prática de atividades físicas. “Diante do atual cenário, é importante a promulgação da lei para coibir tal atividade. Se não houver controle e fiscalização, a situação do contágio da Covid-19 pode se agravar, e isso a gente não quer que aconteça”, conclui.

Por Emanuelle Pontes/Secom

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