Ludhmila Hajjar rejeita convite para assumir o Ministério da Saúde

Médica cardiologista era a principal cotada para substituir o general Eduardo Pazuello, alvo de críticas, no comando da pasta

A médica cardiologista Ludhmila Hajjar recusou, nesta segunda-feira (15), o convite para assumir o Ministério da Saúde, atualmente comandado pelo general Eduardo Pazuello. A decisão da especialista foi comunicada, em reunião, ao presidente Jair Bolsonaro.

Ludhmila havia sido uma das indicadas pelo Centrão e chegou a se encontrar com Bolsonaro ontem. Porém, foi bombardeada pelas rede sociais e por seguidores do presidente, que encaminharam diretamente ao núcleo de poder do Planalto gravações em áudio e também vídeos em que a cardiologista critica a ação federal frente à pandemia.

A médica já sinalizou ser favorável ao distanciamento social, ao uso constante de máscara facial e suspensões de atividades econômicas para frear a disseminação do novo coronavírus, causador da covid-19.

Outros nomes

Marcelo Queiroga, atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, e José Antonio Franchini Ramires, professor titular do Instituto do Coração (Incor) de São Paulo.

Queiroga tem bom trânsito em Brasília e no governo, tendo sido convidado este ano para integrar a direção da Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS. Já Ramires teria sido indicado ao presidente por sua ala ideológica.

Enquanto tenta atrair um médico renomado, o Planalto “guarda” uma opção ofertada a ele por parlamentares do Centrão, agora aliados do governo: o deputado Luiz Antônio Teixeira Júnior (PP-RJ), conhecido com Doutor Luizinho. Médico ortopedista, está em seu primeiro mandato e já foi secretário estadual de saúde do governo do Rio.

Conheça mais dos candidatos

Marcelo Queiroga é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba. É especialista em cardiologia e tem doutorado em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto/Portugal. Atualmente, dirige o departamento de hemodinâmica e cardiologia intervencionista (Cardiocenter) do Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa) e é médico cardiologista intervencionista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, também na Paraíba.

Atuou como dirigente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na qual já exerceu a presidência no biênio 2012/2013, sendo membro permanente do seu Conselho Consultivo. Integra ainda o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba como Conselheiro Titular.

Assim como Ludhmila Hajjar, Marcelo Queiroga defende o isolamento social como forma de combate à pandemia. Ele também já se posicionou contrário ao “tratamento precoce” defendido por Bolsonaro à base de cloroquina, medicamento sem comprovação científica para covid-19.

De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

José Antonio Franchini Ramires é mestre e doutor em Cardiologia. Já foi diretor do Incor e atualmente é professor titular do instituto. Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1972, já publicou artigos sobre a relação da covid-19 e o coração. É ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

O deputado Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ), conhecido como Doutor Luizinho, também é médico e, assim como Queiroga, tem boa relação com representantes do Planalto. Doutor Luizinho foi escolhido para presidir a Comissão de Seguridade Social da Câmara neste ano.

Ao assumir o posto, afirmou que o tema da pandemia deverá ser o assunto predominante em 2021 no grupo e defendeu um trabalho harmônico na Casa. “Temos mais de 270 mil pessoas mortas no nosso País. Nós precisamos de união”, disse. “Nós vivemos hoje num País conflagrado, num País que parece que perdemos nossa capacidade de estarmos unidos para enfrentarmos a pandemia. Aqui não será campo de batalha”, completou.

Em 2020, ele foi relator da comissão montada na Casa para acompanhar ações de combate à covid-19. Pelas redes sociais, Doutor Luizinho afirma que foi o deputado que mais aprovou leis ao longo da crise sanitária. Destaca, especialmente, a que vetou a exportação de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e a que permite ao Ministério da Saúde utilizar o saldo remanescente dos planos de saúde nos Estados para custear ações de combate ao novo coronavírus.

Natural de Nova Iguaçu (RJ), o parlamentar tem 47 anos e está em seu primeiro mandato na Câmara. Especialista em ortopedia, foi eleito com 103 mil votos. Antes de se tornar parlamentar, Luizinho foi secretário de Saúde do Rio de Janeiro de 2016 a 2018, durante a gestão do governador Luiz Fernando Pezão (MDB). O então secretário foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), no âmbito da Lava Jato, por constrangimento ilegal em caso relacionado à segurança privada de unidades estaduais de saúde. Ele nega.

Fonte; R7

Baleia diz que Maia será bem-vindo no MDB. Saída do DEM precisa de solução jurídica

O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi (MDB-SP), afirmou que ainda não há nenhuma definição sobre se o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) vai se filiar ao MDB, mas declarou que ele seria bem-vindo caso decida entrar nos quadros do partido. “Já fiz o convite para ele se filiar. Será bem vindo ao MDB”, disse.

Mais de um mês após o rompimento com o DEM, Maia ainda não formalizou uma entrega de pedido de desfiliação ao diretório nacional. Aliados do deputado do Rio de Janeiro afirmam que ele ainda precisa achar uma saída jurídica para sair da legenda sem perder o mandato pelo qual foi eleito em 2018.

Como a eleição para uma vaga na Câmara é proporcional, ou seja, os votos no partido também contam para definir quem são os eleitos, Maia só pode sair do DEM sem perder o mandato caso comprove que foi perseguido ou que a legenda mudou seu programa ideológico. Outra possibilidade é que haja um acordo com o comando do DEM e a direção da sigla permita o deputado sair do partido e manter o mandato.

O assunto de desfiliação de Maia está congelado no DEM. Desde que rompeu com o partido, o ex-presidente da Câmara tem feito duras críticas ao presidente da legenda, ACM Neto. A aliados, Neto  tem afirmado que, mesmo com ele fora do DEM, não descarta uma reconciliação com Maia, mas isso só aconteceria com um gesto público do deputado do Rio de Janeiro de retirar as críticas que fez. Nas redes sociais, Maia classificou ACM Neto como “mau caráter”.

Segundo disse Maia em entrevista ao jornal Estado de São Paulo há uma semana, a saída do DEM é irreversível. O racha com o partido se deu na campanha que elegeu seu sucessor na presidência da Câmara. O candidato apoiado por Maia era Baleia Rossi. Porém, no meio da disputa, o presidente do Democratas, ACM Neto, não conteve um movimento da bancada da sigla de apoiar a chapa do atual presidente Arthur Lira (PP-AL) – apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Congresso em Foco

Bolsonaro recebe convite para abertura da Olimpíada de Tóquio

Presidente postou a informação sobre evento previsto para 23 de julho, após encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão 

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (8) que foi convidado para participar da abertuda da Olimpíada de Tóquio, prevista para acontecer no período de 23 de julho a 8 de agosto deste ano, no Japão. Bolsonaro postou a informação em rede social após se encontrar com Motegi Toshimitsu, ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, no Palácio do Planalto, com a presença do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

“Encontro com Motegi Toshimitsu, ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, nosso parceiro mais tradicional na Ásia com fortes laços culturais”, afirmou o presidente em post. “Fui convidado para a abertura das Olimpíadas de Tokio em julho.

O governo japonês e o COI (Comitê Olímpico Internacional) decidiram em março do ano passado adiar os jogos olímpicos por um ano devido à pandemia de coronavírus. 

O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, reafirmou nesta quinta-feira (8) a intenção de realizar os jogos, mesmo com a alta da covid-19 no país. Uma pesquisa de dezembro da emissora pública NHK mostrou que um terço dos habitantes do Japão quer que os Jogos sejam cancelados devido ao temor de que um fluxo de chegadas de estrangeiros possa causar novo aumento nos casos da doença. 

Fonte: R7

Bolsonaro reforça o convite e Davi Alcolumbre fica mais perto de ministério

O presidente Jair Bolsonaro, que reforçou o convite para que ele integre o primeiro escalão de seu governo.

As duas derrotas sofridas no intervalo de duas semanas pelo presidente do Senado praticamente selaram a ida do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a Esplanada dos Ministérios. Aliados do senador dão como certa a nomeação de Davi como ministro a partir de fevereiro, após a eleição para as presidências da Câmara e do Senado. O assunto foi tratado, na última segunda-feira (30), por ele com o presidente Jair Bolsonaro, que reforçou o convite para que ele integre o primeiro escalão de seu governo. Bolsonaro deixou em aberto para Davi quatro pastas: Minas e Energia, Secretaria de Governo, Desenvolvimento Regional e Saúde.

Um interlocutor do convívio diário com o presidente do Senado vê o senador mais próximo da Secretaria de Governo, responsável pela articulação política entre o Planalto e o Congresso. Nesse arranjo, o atual ministro, general Luiz Eduardo Ramos, poderá ser remanejado para outra função no governo. Outro ministério que também seduz Davi é o do Desenvolvimento Regional, hoje comandado por Rogério Marinho, que tem favorecido a política de Bolsonaro com investimentos em obras de infraestrutura e protagonizando duelo com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Marinho e Ramos, no entanto, são bem avaliados pelo presidente, o que o obrigaria a rever o posicionamento de duas peças importantes de seu tabuleiro.

Fonte: Congresso em Foco

EUA convidam Brasil para integrar o programa espacial Artemis

Projeto pretende levar mulher à lua em 2024

Em meio à visita que faz ao Brasil, o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien, convidou o país parceiro a integrar o programa espacial Artemis, que pretende levar a primeira mulher à lua em 2024.

“Em nome do presidente [Donald Trump], tenho a honra de convidar o Brasil a assinar os Acordos Artemis. Esses acordos guiarão os Estados Unidos, o Brasil e parceiros com interesses semelhantes à medida que fortalecemos os esforços de exploração espacial para um futuro próspero”, disse O’Brien por meio de sua conta no Twitter.

De acordo com a agência espacial norte-americana (Nasa), o pouso na superfície lunar deve acontecer em 2024, na missão Artemis 3, terceira fase do programa. Antes disso, a Nasa vai lançar dois testes de voo ao redor do satélite para verificar o desempenho, suporte de vida e capacidades de comunicação do foguete e da cápsula onde viajarão os astronautas.

A primeira missão está preparada para 2021, sem astronautas, e a Artemis 2 será com a tripulação, em 2023.

O objetivo da agência é, em colaboração com parceiros comerciais e internacionais, estabelecer a exploração sustentável da superfície lunar até o final da década. A missão é uma espécie de preparação para um outro desafio, ainda mais ousado: enviar astronautas a Marte.

A primeira vez que o homem esteve na lua foi em 1969, com a missão Apollo 11. Pelo mesmo programa, em 1972, a Nasa realizou a última viagem tripulada ao satélite.

Fonte: Agência Brasil

Michel Temer aceita convite de Bolsonaro para chefiar missão no Líbano

Bolsonaro convocou Temer para a missão neste domingo (9) durante uma reunião promovida pela ONU

O ex-presidente Michel Temer aceitou o convite de Jair Bolsonaro para chefiar a missão humanitária no Líbano, após o país sofrer com a explosão do porto de Beirute, na semana passada.

Temer se disse honrado com o convite e que assim que o ato for publicado no Diário Oficial tomará as medias para viabilizar a tarefa. Bolsonaro convocou Temer para a missão neste domingo (9) durante uma reunião promovida pela ONU e a França com líderes internacionais.

O Brasil vai enviar ao Líbano nos próximos dias uma aeronave com medicamentos, além de quatro mil toneladas de arroz e uma equipe técnica para auxiliar na perícia da explosão. A tragédia foi responsável pela morte de mais de 150 pessoas, outras seis mil ficaram feridas e 300 mil desabrigadas.Leia mais

Mais cedo, a ministra da Informação do Líbano, Manal Abdel Samad, renunciou ao cargo. “Depois do enorme desastre em Beirute, apresento minha renúncia do governo. Peço desculpas aos libaneses, não atendemos às suas expectativas”, afirmou.

Por Marina Oliveira

Presidente do HSBC André Brandão, aceita convite para presidir Banco do Brasil

Brandão vai substituir Rubem Novaes, que ocupava o cargo desde janeiro de 2019 e pediu demissão em julho deste ano

André Brandão, atual presidente do HSBC, aceitou o convite do governo federal para assumir a presidência do Banco do Brasil. O acerto final  de Brandão com o HSBC deve acontecer na segunda-feira (3).

Brandão vai substituir Rubem Novaes, que pediu demissão do cargo que ocupava desde janeiro de 2019. 

O nome de Brandão foi uma sugestão do ministro da Economia, Paulo Guedes, por ser jovem e ter um perfil discreto, técnico e apolítico. Seu antecessor, Novaes, também assumiu o cargo após uma indicação de Guedes. O ministro ainda terá mais uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro sobre o assunto.

O Banco do Brasil disse que a decisão de Novaes foi motivada pelo entendimento de que a companhia “precisa de renovação para enfrentar os momentos futuros de muitas inovações no sistema bancário”.

Fonte: R7

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