Covid-19: Butantan entrega mais 1,5 milhão de doses de CoronaVac

Até o momento, o instituto entregou 61,6 milhões de doses da vacina

O Instituto Butantan entregou hoje (28) mais 1,5 milhão de doses de CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Os imunizantes serão disponibilizados para todo o país pelo Programa Nacional de Imunizações.

Até o momento, o Butantan já entregou 61,6 milhões de doses da vacina encomendada por dois contratos assinados com o Ministério da Saúde. A previsão é que até o final de agosto o instituto forneça as 100 milhões de doses contratadas.

A entrega de hoje faz parte das 8,5 milhões de doses que estão sendo processadas a partir dos 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) recebidos da China no último dia 26 de junho. A matéria-prima é suficiente para a produção de 10 milhões de doses.

No último dia 13 de julho foram recebidos mais 12 mil litros de IFa que vão permitir o envase de 20 milhões de doses de vacina.

Fonte; Agência Brasil

Bolsonaro diz que Sinovac ofereceu vacina pela metade do preço

Presidente disse que a laboratório que produz a CoronaVac entrou em contato com o governo para vender imunizantes por US$ 5 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (22), em uma entrevista transmitida em seu Facebook à rádio Banda B de Curitiba (PR), que o laboratório chinês Sinovac ofereceu ao governo federal a vacina CoronaVac pela metade do preço cobrado pelo Instituto Butantan. 

Segundo Bolsonaro, o governo enviou a proposta à CGU (Controladoria-Geral da União), ao Ministério da Justiça e ao Tribunal de Contas da União para apurar por que existe essa diferença nos preços e se há irregularidade no acordo de aquisição da vacinas.

“Por que a matriz nos oferece a vacina pronta a US$ 5 e eles, Butantan, ao receber o IFA da China, nos revende a US$ 10, pode ser que não haja nada de errado nisso tudo, mas o Butantan nunca nos apresentou a planilha de preço. Pelo que tudo indica no momento é algo assustador.” 

O Instituto Butantan, que também teria sido acionado para se explicar, costuma dizer que o preço de US$ 10 inclui não só o preço do imunizante, mas também o armazenamento e o transporte do produto.

O chefe do Executivo afirmou que o governo não respondeu à Sinovac. “Vou conversar de novo com o [ministro da Saúde, Marcelo] Queiroga hoje, mas antes vamos investigar.”

“Não vou comprar algo que a população não quer tomar”, disse o presidente, dando a entender que a CoronaVac não tem qualidade e é rejeitada pelos brasileiros.

Bolsonaro citou que “a CoronaVac não deu certo no Chile” e, por isso, talvez não desperte mais o interesse do governo federal.

“Em São Paulo, o pessoal pergunta [antes de se vacinar] qual vacina está disponsível, e se é CoronaVac, a tendência é não tomar.”

Ele declarou que se o governo chegar à conclusão de que vale a pena investir na CoronaVac, a proposta da China pela metade do preço pode interessar. 

“Não estou acusando de corrupção, de desvio, de nada, apenas uma documentação que chega aqui e nos traz enorme preocupação do que acontece no Butantan”, disse Bolsonaro.

Procurado, o Butantan, por meio de sua assessoria de imprensa, pediu para a reportagem procurar a Sinovac “para saber se realmente existe essa oferta”. O instituto ficou de checar se foi ou não apresentada uma planilha explicando ao governo como chegou ao preço de US$ 10 por dose de vacina e não respondeu se algum órgão federal o procurou para ouvi-lo na investigação citada por Bolsonaro.

Fonte: R7

Rondônia recebe mais de 20 mil doses de vacinas contra covid-19

A nova remessa é destinada aos trabalhadores de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e trabalhadores industriais do estado.

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) recebeu do Ministério da Saúde, na quinta-feira (8), na Central Estadual da Rede de Frio, 20.610 doses de vacinas contra a covid-19, sendo mais 5.400 doses da CoronaVac e 15.210 doses da Pfizer.

De acordo com o diretor da Agevisa, Edilson Batista, essa remessa é destinada para trabalhadores de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, trabalhadores industriais e pessoas de 59 a 55 anos.

Das 20.610 doses, 4.114 é destinada à Regional de Saúde de Ji-Paraná; 1.983 para à Regional de Cacoal; 1.831 para à Regional de Vilhena; 3.203 para à Regional de Ariquemes; 1.966 para à Regional de Rolim de Moura e 7.513 para à Regional de Porto Velho.

As doses da Pfizer são para 1ª dose e as da CoronaVac para 1ª e 2ª doses. A imunização da população ocorre conforme prevista no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNO). Com esta nova remessa, Rondônia recebeu um total de 979.508 doses, sendo 372.108 da CoronaVac, 444.200 da AstraZeneca, 128.700 da Pfizer e 34.500 da Janssen.

Fonte: Agevisa

Segundo a Semusa, cerca de 800 pessoas ainda não retornaram para tomar a 2ª dose da vacina CoronaVac em RO

O perfil dos atrasados não foi divulgado.

A Divisão de Imunização de Porto Velho informou nesta semana que cerca de 800 pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose da vacina CoronaVac, que imuniza contra a Covid-19.

Pela recomendação do Ministério da Saúde, quem tomou a primeira dose da CoronaVac deve receber a segunda entre 14 e 28 dias.

No entanto, segundo a Divisão de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), cerca de 800 pessoas não voltaram dentro da data programada e estão ‘atrasadas’ na proteção contra o coronavírus. O perfil dos atrasados não foi divulgado.

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria das vacinas contra a Covid-19 testadas e já aprovadas necessitam de duas doses para conferir uma taxa de proteção aceitável.

Quem só tomou uma dose da vacina corre mais risco de se infectar, em comparação com pessoas que completam o esquema vacinal. Com mais vírus circulando, cresce a chance de surgir novas variantes.

A primeira dose vai provocar um estímulo da resposta do nosso sistema imune e a segunda dose ajuda a prolongar essa proteção.

Mesmo fora do prazo é preciso completar a imunização para obter uma boa resposta imune. Para receber a segunda dose, basta aparecer no ponto de vacinação com o cartão de imunização onde indica a data que tomou a primeira dose.

Fonte: Semusa

Chega em Rondônia primeiro lote da vacina Janssen

No total são 10.900 doses da vacina Janssen e 24.400 mil doses da coronavac. Também está previsto para chegar mais doses da vacina Pfizer.

A Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), recebeu duas novas remessas contendo 35.330 doses de vacinas contra a covid-19, sendo:  24.400 mil doses da vacina Coronavac e 10.900 doses da vacina Janssen, destinadas a imunização da população prevista no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNO). A chegada foi na tarde de quinta-feira (25).

A partir dessa etapa o Ministério da Saúde (MS) incorpora nas pautas de distribuição a vacina Janssen (Johnson & Johnson) com autorização temporária para uso emergencial concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O secretário de Estado de Saúde, Fernando Máximo, em coletiva a imprensa, na Central Estadual de Rede de Frio, em Porto Velho, ressaltou que a vacina Janssen é a única até o momento no Brasil com esquema vacinal de uma dose. Portanto, para ele o número de 10.900 doses reflete 10.900 pessoas imunizadas não só em Porto Velho, mas como em outras cidades do Estado.

“Essa vacina tinha um prazo de validade até dia 27 de junho e os técnicos da Anvisa reavaliaram e permitiram a dilação desse prazo até o dia 8 de agosto, desde que a vacina fique na temperatura adequada de 2 a 8 grau Celsius positivo. A vacina tem registro emergencial na Anvisa e essas doses serão distribuídas para todos os municipios”.

Este é o primeiro lote das vacinas Janssen, que são parte de um contrato para 38 milhões de doses entre o governo federal e o laboratório farmacêutico. De acordo com a 27ª pauta de distribuição do plano nacional de operacionalização da vacinação contra a covid-19 a vacina Janssen será destinada ao grupo prioritário de pessoas com comorbidade e pessoas com deficiência permanente, e a aplicação é em dose única.

As 24.400 doses de Coronavac [Butantan] vai atender com duas doses, respeitando intervalo estabelecido no protocolo sanitário, o público prioritário de trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores de educação do ensino superior; trabalhadores de educação do ensino básico; e forças de segurança e salvamento e forças armadas.

DISTRIBUIÇÃO

Com as doses de Janssen e Coronavac, Rondônia acumula 839.728 doses de vacinas contra a covid-19 recebidas do Ministério da Saúde.

Máximo destacou ainda que a divisão das vacinas é feita proporcional ao público alvo estabelecido no Plano Nacional de Operacionalização (PNO) do MS. “A vacina é distribuída de acordo com o percentual de pessoas nos grupos prioritários, e não conforme a população absoluta do Estado. A distribuição é proporcional ao público alvo”.

O secretário pediu celeridade às prefeituras na vacinação. “Aproveito para pedir que as prefeituras e as secretarias municipais de saúde vacinem sua população o mais breve possível. Infelizmente algumas prefeituras tem quantidades acumuladas e isso não pode acontecer”.

Com as doses de Janssen e Coronavac, Rondônia acumula 839.728 doses de vacinas contra a covid-19 recebidas do Ministério. A definição da distribuição é realizada semanalmente em reuniões com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O secretário anunciou ainda a previsão de chegada nesta sexta-feira (25) de mais 16.380 doses da Pfizer.

Fonte: Agevisa

OMS autoriza uso emergencial da CoronaVac

Aval da entidade para imunizante da Sinovac dá possibilidade de que ele seja incluído no programa Covax Facility

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aprovou nesta terça-feira (1º) o uso emergencial da vacina anticovid Sinovac (CoronaVac), a segunda vacina de fabricação chinesa a receber luz verde da entidade depois da desenvolvida pela Sinopharm, no início de maio.

É o sexto fabricante a entrar na lista de uso de emergência, depois das vacinas da Pfizer (a primeira a fazê-lo), Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson e Sinopharm.

A aprovação para uso de emergência dá a essas vacinas a possibilidade de entrar no programa Covax Facility, criado pela OMS em cooperação com outras agências para distribuir doses equitativas e de baixo preço de vacinas anticovídeos em todo o mundo.

“O mundo precisa desesperadamente de múltiplas vacinas contra covid-19 para lidar com a enorme desigualdade de acesso em todo o mundo”, disse a diretora-assistente da OMS, Mariângela Simão, em comunicado.

Fonte: R7

Covid-19: Butantan receberá lote de insumos menor que o esperado

Remessa que chega na próxima terá mil litros a menos que o anunciado

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou hoje (19) que o volume de insumos para a vacina CoronaVac que chegará ao Brasil na próxima semana será menor do que foi inicialmente previsto. A quantidade confirmada pelo governo chinês é de apenas 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), mil a menos do que havia sido anunciado pelo Instituto Butantan na última segunda-feira (17).

Os 3 mil litros de insumos para a vacina devem chegar ao Brasil entre os dias 25 e 26 de maio e são suficientes para fabricar cerca de 5 mil doses de vacina.

A CoronaVac é uma vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac, que tem enviado os insumos para que a vacina seja produzida no Brasil. Segundo o Butantan, a Sinovac já tem 10 mil litros de insumos prontos para enviar ao Brasil, mas aguarda a autorização de embarque do governo chinês.

Com o atraso na chegada dos insumos, Dimas Covas prevê que haverá atraso também na entrega das doses da vacina ao Ministério da Saúde. “O Butantan tinha uma previsão de entrega de 12 milhões de doses [da vacina CoronaVac] em maio e 6 milhões em junho [para o Ministério da Saúde]. Para totalizar esse volume, precisaríamos de 10 mil litros [de insumos], que deveriam estar disponíveis no começo de maio. Na primeira previsão, no início desta semana, chegou a informação da Sinovac de que teria solicitado autorização para 4 mil litros [de insumos], e ontem foram autorizados efetivamente 3 mil litros de insumos. Com isso, o cronograma [de entrega de vacina para o Ministério da Saúde] não se cumprirá, e aguardamos a próxima remessa de matéria-prima”, disse Covas.

Dimas Covas informou que, nesta madrugada, houve nova reunião com a Sinovac. Segundo ele, o Instituto Butantan espera que novas remessas de insumos sejam autorizadas pelo governo chinês em breve.

Carência mundial

A produção de vacinas contra a covid-19 no Butantan está paralisada desde a última sexta-feira (14), por falta do ingrediente farmacêutico básico. Segundo o instituto, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.

No último domingo (16), ao participar da abertura de uma campanha de testagem da população para o novo coronavírus, em Botucatu (SP), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a interrupção na produção de vacinas contra a covid-19 pelo Instituto Butantan por falta do IFA. Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial. “É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando [IFA]. O Brasil precisa de tranquilidade para superarmos juntos essa dificuldade sanitária”, disse.

Perguntado se os problemas com o IFA poderiam ser reflexo de questões diplomáticas com a China, Queiroga disse que o país asiático tem sido um grande parceiro para o Brasil e que não vê nenhuma fissura nas relações entre o governo brasileiro e o chinês.

“O presidente[ Jair Bolsonaro] tem uma excelente relação não só com a China, mas com todas as nações com que o Brasil estabelece relações internacionais. A China integra um bloco econômico importante que é o Brics, o Brasil faz parte, a Rússia faz parte, e as relações são absolutamente normais”, ressaltou Queiroga.

Fonte: Nádia Franco A/B

Insumos para vacina CoronaVac chegam ao Brasil dia 26 de maio

Data foi confirmada pelo Instituto Butantan

Após o atraso e a paralisação da produção de vacina contra a covid-19 por falta de insumos, o Instituto Butantan informou hoje (17) que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no dia 26 de maio. Segundo o Butantan, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina.

“O Butantan recebeu nesta manhã, da China, a previsão do envio de nova remessa de insumos ao Brasil para produção da vacina do Butantan. A chegada do novo lote com 4 mil litros de insumos está prevista para o dia 26”, disse hoje o governador de São Paulo, João Doria.

Hoje, mais cedo, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, já havia confirmado que os insumos chegariam ainda este mês ao Brasil.

A produção de vacinas contra a covid-19, no Butantan, estão paralisadas desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.

Na semana passada, o instituto e o governo do estado disseram que a Sinovac, farmacêutica chinesa parceira na produção dessa vacina, já havia fabricado 10 mil litros de insumo para serem enviados ao Brasil. Mas o governo chinês não estava autorizando o envio por causa de questões diplomáticas.

Hoje, entretanto, o instituto recebeu a informação de que parte dessa produção chega ainda este mês. Os 6 mil litros restantes aguardam autorização de envio pelo governo chinês. Ainda não há previsão de chegada desses insumos ao Brasil.

Ontem, em Botucatu, no interior paulista, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, negou que problemas burocráticos estejam atrapalhando o envio de insumos ao país. Para ele, a dificuldade de envio da matéria-prima é um problema mundial, que não afeta somente o Brasil.

O Instituto Butantan tem dois contratos assinados com o Ministério da Saúde para o fornecimento de vacinas para a população brasileira por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O primeiro contrato, para fornecimento de 46 milhões de doses, já foi cumprido. Falta ainda um contrato de 54 milhões de doses, previsto para ser entregue em agosto. Até este momento, o Butantan entregou 47,2 milhões de doses de vacinas ao governo federal.

Fonte: Lílian Beraldo A/B

Novas doses de Coronavac serão enviadas a distritos de Porto Velho

A Semusa depende do envio de doses do Ministério da Saúde para seguir atendendo a população

Porto Velho recebeu na sexta-feira (14) 2 mil doses de Coronavac, o quantitativo será enviado aos distritos da capital que também estão com a segunda aplicação do imunizante atrasado.

Segundo Elizeth Gomes, da divisão de imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o planejamento da distribuição já está sendo alinhado. “Essas doses já estão confirmadas para envio aos nossos distritos que, assim como a capital, estão com a segunda aplicação atrasada. Estamos, agora, organizando a logística para distribuição”.

Na quinta-feira (13), a capital já havia recebido 4.060 doses de Coronavac. Desse quantitativo, 1.060 estavam separadas para os distritos, porém com uma procura maior que a esperada, todas as doses foram utilizadas para a segunda aplicação na capital. Agora, com as novas doses recebidas, todas serão envidas aos distritos.

“Aguardamos o envio de novas doses por parte do Ministério da Saúde para atender aqueles que ainda têm a segunda aplicação atrasada”, declarou a gerente de imunização.

Foram imunizados com a segunda aplicação pessoas que receberam a primeira dose nos dias 30 e 31 de março e no dia 1° de abril.

A Semusa reforça que o planejamento de aplicação de segunda dose da Coronavac está sendo feito o mais rápido possível para atender todos que tem a segunda aplicação atrasada, mas a secretaria depende do envio de doses do MS para seguir atendendo a população.

Fonte: Comdecom

Chega mais um lote de vacinas contra Covid em RO

Foram entregues 27.700 mil doses dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), recebeu nesta quinta-feira (13), na Central Estadual da Rede de Frio, em Porto Velho, a 21ª remessa de doses de vacinas contra a covid-19, enviadas pelo Ministério da Saúde (MS).

Desta vez, foram entregues 27.700 mil doses de vacinas, sendo 15.200 doses da Coronavac e 12.500 da AstraZeneca, que serão destinadas às Regionais de Saúde, distribuídas aos municípios do Estado de Rondônia.

O público-alvo específico para esta remessa, são pessoas de 65 a 69 anos, pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Conforme o mapa de distribuição da Agevisa, desse total serão enviados 6.340 para Ji-Paraná; 3.100 para Cacoal; 2.490 para Vilhena; 3.970 para Ariquemes; 3.000 para Rolim de Moura e 8.800 para Porto Velho.

Conforme orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Agevisa informou as Regionais de Saúde e secretarias municipais sobre a interrupção temporária da imunização em gestantes e puérperas com a vacina da AstraZeneca.

O diretor-executivo da Agevisa, Edilson Silva, explicou que “adicionalmente, orienta-se a interrupção temporária da vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades. A vacinação com comorbidades deve prosseguir com as demais vacinas contra a covid-19 em uso no Estado, ou seja, Coronavac e Pfizer”.

Ainda, Edilson ressaltou que para a vacinação de gestantes com comorbidades deverá ser comprovado junto à comissão de risco, por meio de exames, receitas, relatório ou prescrição médica.

“Em relação ao cumprimento do esquema vacinal para gestantes que já foram vacinadas com a primeira dose, orientações serão detalhadas mediante nota técnica pelo Plano Nacional de Imunização (PNI)”, finalizou.

O coordenador Estadual de Imunização, Ivo Barbosa, explicou que a remessa “será para completar o esquema vacinal de quem está aguardando, além de atender o público-alvo específico. A partir desta sexta-feira (14), as doses já serão distribuídas aos 52 municípios. Caso seja preciso mais imunizantes, terão que justificar o pedido e estaremos comunicando ao Ministério da Saúde”.

VACINAS RECEBIDAS

Com a chegada da 21ª remessa de vacinas, o Estado de Rondônia já recebeu até o momento 520.358 doses, sendo:

  • Coronavac: 298.308;
  • AstraZeneca: 210.350;
  • Pfizer: 11.700

Fonte; Agevisa

1 2 3 6