Roberto Jefferson contra a covardia da maioria

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Entre as acusações, a de que ele estaria “fingindo” um conservadorismo que não tem

Tenho visto, ouvido e presenciado liberais criticando duramente o Bob Jeff. Entre as acusações, a de que ele estaria “fingindo” um conservadorismo que não tem.

Bem, se todos no Brasil “fingissem” nesse grau, defendendo claramente o governo, frequentando stands de tiro, sendo aficcionado por armas, e chamando para a briga todo tipo de vagabundo, desde jornalistas e celebridades até políticos e juízes, talvez o país não precisasse depender de apenas um homem honesto e corajoso chamado Jair Messias Bolsonaro.

Outra acusação é a de que Bob Jeff “quer poder”. Ora, um político que não quer poder não merece ser chamado de político. Pode ser um assessor, um “soldado”, um poste, mas não um político na acepção correta do termo.

Portanto, é evidente que se o governo tornar-se um aliado efetivo e próximo do PTB, precisará manter o protagonismo de Bob Jeff. Se essa aproximação maior não acontecer, esperemos para depois tirar conclusões.

No mais, é bom lembrar que esses liberais que estão mirando em Bob Jeff, acusando o carrasco de Zé Dirceu de ser “falso” em sua atual defesa do governo e do presidente, são eles próprios mais falsos do que tênis Nike da Rua 25 de março, e trocam mais de lado do que o Jean Wyllys e o Verdevaldo em noites de lua cheia.

E tem outra verdade bem desconfortável: o governo atual carece de aliados que coloquem terror na criminalidade esquerdista. Entre os, digamos, fiéis raiz ao presidente, nenhum coloca a menor pressão real na bandidagem.

Não estou dizendo que a solução para o Brasil é termos dois super-heróis juntos, cortando nossos céus com seus voos de justiceiros.

Estou dizendo que os liberais que estão iniciando essa campanha contra Bob Jeff têm menos coragem, menos decência e menos responsabilidade para com o Brasil do que tem o presidente do PTB.

Por Marco Frenette | Jornalista e escritor

Relato de Decotelli demonstra o grande “caráter” de Bolsonaro e a “covardia” da FGV: “Não sei se foi racismo (…)”

O desfecho da demissão de Carlos Alberto Decotelli do Ministério da Educação, só demonstra o grande caráter do Presidente da República.

Por outro lado, segundo relato do próprio Decotelli, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), promoveu contra ele o que chama de “covardia moral” e “linchamento”,

“Se a FGV não tivesse me destruído, eu estaria agora trabalhando no MEC e ajudando o presidente Bolsonaro.”

O ex-ministro afirma que Bolsonaro pretendia mantê-lo no cargo, apesar dos questionamentos a seu doutorado na Universidade de Rosário e ao mestrado na própria FGV.

“Uma série de acusações que eram coisas infundadas, que nem havia tempo para explicar.”

E prossegue:

“Eu expliquei ao presidente. Ele falou: ‘Olha, todas essas questões curriculares não me interessam, o que me interessa é o caráter e o olho no olho. Confio em você, você vai ser meu ministro da Educação. Esqueça isso’”.

E na sequência, Decotelli explica a covardia da FGV, que ele cita como possível “racismo”.

Quem diria, Logo a FGV?

Eis o relato:

“(…) a Fundação Getúlio Vargas fez uma covardia impensável de jogar uma notícia na imprensa de que eu nunca havia sido professor da FGV. Isso destruiu toda a parte que havia sido negociada. O presidente disse: ‘Decotelli, que pancada que nós recebemos. A FGV que você diz que foi professor tanto tempo está publicando aqui que você nunca foi professor’. Eu disse: ‘Presidente, eu tenho os documentos todos aqui. Eu sou professor desde 1986. Sou professor de MBA’“, relatou. “Quando alguém de dentro de casa, do nosso Brasil, tenta desconstruir, isso se tornou uma situação de pressão de questionamentos que veio a se tornar insuportável. Por essa razão, entreguei a carta ao presidente. É vida que segue. Estou recolhido. Rompi definitivamente qualquer compromisso com a FGV pela covardia moral do que fizeram”, afirmou.

Decotelli afirmou que Bolsonaro estava disposto a mantê-lo no cargo mesmo depois da nota da FGV, mas ele preferiu sair. “Disse a ele: ‘Capitão, eu não vou deixa-lo sangrando’”.

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