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Luiz Coelho ganha novas adesões e sua campanha cresce

É muito bom contar com o apoio dos amigos, isso me estimula a continuar nessa batalha

A cada dia que passa o candidato a vereador pelo partido Verde (PV), Luiz Coelho, ganha novas adesões. Neste final de semana, o candidato recebeu várias declarações de apoio para reforçar sua campanha na disputa por uma vaga na Câmara Municipal de Porto Velho.

Luiz Coelho contabilizou o apoio de várias lideranças que se juntaram ao grupo do candidato e firmaram compromisso com a sua campanha. “Estou muito feliz com a chegada desses amigos que vieram para somar nesse caminho que será longo e árduo, mas juntos iremos conseguir. Todos são de extrema importância, para que possamos alcançar nossos objetivos que é trabalhar em busca de melhorias para nossa cidade. É muito bom contar com o apoio dos amigos, isso me estimula a continuar nessa batalha por uma cadeira da Câmara Municipal, as novas declarações de apoio que venho recebendo tem tido um reflexo muito positivo no crescimento da minha campanha”, celebra Luiz Coelho.

Em todos os lugares que tenho percorrido, Luiz Coelho destaca que os apoios não se limitam ao período eleitoral, e sim, representam acima de tudo uma união permanente em torno dos interesses do município, do desenvolvimento e da transformação da vida de cada cidadão.

Nas redes sociais, o candidato Luiz Coelho comemorou o apoio: “É com muita alegria que recebo o apoio dos meus amigos. Em resumo, as novas adesões têm sido muito boas. Seguimos juntos por uma Porto Velho melhor”, disse.

Redação/CN

Cresce o número de animais abandonados durante a pandemia

O assunto, assim como muitos outros desde que surgiu a pandemia, tem gerado incertezas até mesmo para os animais.

Porto Velho, RO – Os animais em Porto Velho também já sofrem as consequências da pandemia, doença causada pelo covid-19, aumentando o número de animais,  cachorros e gatos em situação de rua. O assunto, assim como muitos outros desde que surgiu a pandemia, tem gerado incertezas até mesmo para os animais.

Segundo o Conselho Superior da Polícia Civil do Estado de Rondônia (CONSUPOL), Criado desde 2017, o Núcleo de Proteção Animal (NPA), da Polícia Civil de Rondônia, tem atuado com atenção necessária aos maus tratos de animais. Porém, carece de uma infraestrutura maior para atuar em todos os pontos do Estado.  

Informações obtidas com exclusividade, ‘essa é mais uma medida favorável ao meio ambiente, que assegura aos animais, proteção e à sua própria sobrevivência’. No entanto, ‘o que se vê, é um cenário visível de judiação a cães e gatos, diz uma fonte policial ouvida pela reportagem.

O caso dos três cães lançados com as patas amarradas dentro de um rio na cidade de Vilhena, no Cone Sul do Estado, ainda chama a atenção dos cidadãos pelo alto grau de crueldade. Segundo o consultor José Ricardo Costa, ‘as penas para esse tipo de crime ainda são consideradas leves’.

Em Porto Velho, num rápido giro pela cidade, devido o avanço da pandemia causada pelo novo coronavírus, a Reportagem do Correio de Notícia constatou, que, ainda é muito grande o índice de animais soltos nas ruas. Da mesma forma, às denúncias de abandono de animais tem aumentado durante a pandemia.

A reportagem constatou que, o município ainda não tem uma legislação específica de combate pleno aos maus tratos de animais. Por outro lado, segundo José Ricardo, os vereadores ‘pouco se manifestam diante da falta de uma Comissão de Defesa de Direitos Dos Animais’.

Segundo ex-vereadores, ligados à saúde pública e educação -, ‘o Legislativo Mirim nem a Comissão de Meio Ambiente, assim como a Secretaria da área, em nada tem contribuído com o aperfeiçoamento da legislação em vigor’.

Entretanto, acredita-se que as denúncias de abandono de animais têm aumentado vertiginosamente, diz José Ricardo Costa. Segundo ele, sejam domésticos, domesticados, nativos ou exóticos, ‘os maus tratos que tem chegado é de arrepiar o coração’.

Em meio à pandemia de COVID-19, denúncias de abandono, como caso dos três cães de Vilhena, os números reais podem não estar sendo compilados pelas autoridades por falta de informações advindas das comunidades. Nos bairros mais distantes, a questão é, significativamente, ‘por falta de estrutura dos órgãos de controle’, diz Maria Cleonice Ferreira da Silva, 50, líder comunitária do bairro Mariana.

Por Xico Nery

Cresce o número de reclamações no atendimento dos Cras

Os serviços de acolhimento a pessoas em vulnerabilidade social estão paralisados.

Porto Velho, RO – Estamos no meio do ano, mas o número de reclamações de usuários do sistema Único de Saúde (SUS) na capital de Rondônia e nos Distritos de Porto Velho, respectivamente, cresce a cada dia, por causa da suspensão de parte dos serviços de atendimento ao público durante a pandemia do novo coronavírus.

É o caso da Unidade do Centro de Referência de Assistência Social (CRASS), localizado à Rua Fonte Boa, S/N, que fica próximo ao Residencial Cidade De Todos I, no bairro Socialista. Segundo os moradores, geralmente, durante a semana, ‘os serviços estão suspensos, nas sextas-feiras a unidade fica de portas fechadas’.

O município de Porto Velho possui cinco Centros de Referência de Assistência Social (CRASS) e um no Distrito de Jacy-Paraná (Rua José Salé, 2000, bairro Nova Jacy), a 90 quilômetros da Capital. Nessa unidade, segundo um ex-assessor do vereador Jacaré, ‘os atendimentos costumam está paralisados’.

– Das cinco unidades de referência vinculadas à Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (SEMASF), três estão localizados na Zona Leste: CRASS ‘Betinho’ (Rua União, 9618, antiga Igreja Universal, Irmã Dorothy, Rua Fonte Boa, S/N, Socialista) e ‘Paulo Freire’, Av. Amazonas, 3660, bairro Agenor de Carvalho.

Em relação às unidades, Elizabeth Paranhos, Rua Marechal Deodoro, 1827 (entre Paulo Leal e Almirante Barroso, na Zona Norte e Oeste, “Dona COTINHA” fica na Rua Samaumeira, 3238, no bairro Eletronorte (Zona Sul) e a unidade “Theodoro Cromo”, atende à Rua José Salé, 2000, bairro Nova Jacy, no distrito de Jacy-Paraná, a situação não é diferente.

Por conta dessa situação, nossa equipe de reportagem entrou em contato por telefone, na tentativa obter informações sobre as atividades do CRASS, mas, não obtivemos resposta.

Por Xico Nery | Redação/CN