Técnica de enfermagem é morta pelo próprio marido na frente de filho pequeno em Ji-Paraná

De acordo com informações, o casal estava em processo de separação, mas o homem não aceitava o fim do relacionamento.

Uma mulher de 32 anos, técnica em enfermagem, foi morta a pauladas na última terça-feira (25) em Ji-Paraná (RO) pelo próprio companheiro, um homem de 43 anos. O crime foi cometido na frente de um menino de quatro anos, filho do casal. O suspeito ainda não foi localizado pela polícia.

Segundo o informações da Polícia Civil, uma testemunha contou que escutou gritos e pedidos de socorro vindos da casa vizinha e quando abriu o portão viu o marido da vítima agredindo a mulher, que já estava muito machucada.

Ainda de acordo com a testemunha, a vítima correu para o quintal da casa e o homem foi atrás desferindo pauladas na cabeça dela, que a todo momento pedia para que as agressões parassem.

O filho do casal, de 4 anos, presenciou o ocorrido e pediu para o pai parar de bater na mãe, no entanto, o suspeito só parou depois da vítima cair no chão. Depois das agressões, o suspeito fugiu em uma motocicleta.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e socorreu a vítima ao Hospital Municipal, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu e morreu pouco depois.

A perícia técnica esteve no local e realizou os trabalhos necessários. Na casa foi encontrada uma faca de serra quebrada e na parte externa, um tijolo com muito sangue. Onde a vítima caiu, foi localizado um pedaço de madeira com sangue e cabelo da vítima. Os objetos foram entregues à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp).

Segundo parentes da vítima, o casal estava em processo de separação, mas o homem não aceitava o fim do relacionamento.

Fonte: G1/RO

Jovem mata padrasto a facadas e polícia investiga se crime aconteceu para defender mãe em Alto Paraíso, RO

A vítima identificado como Macir Farias de Santos, usava tornozeleira eletrônica.

Um jovem de 21 anos foi preso, no último fim de semana, suspeito de ter matado o próprio padrasto a facadas para defender a mãe, que sofria agressões do companheiro. O homicídio aconteceu no bairro Novo Horizonte em Alto Paraíso (RO). A polícia apurar o crime.

Inicialmente, moradores do bairro informaram a polícia sobre uma briga familiar com possível esfaqueamento. Quando os policiais entraram na rua rua Olavo Bilac, avistaram um corpo caído ao solo, com ferimentos de faca.

Segundo informou a Polícia Militar (PM), o homem morto, identificado como Macir Farias de Santos, usava tornozeleira eletrônica.

Na ocasião, testemunhas contaram que o suspeito e a vítima moravam em uma casa nas proximidades, na avenida Juscelino Kubitschek.

Quando a PM chegou ao imóvel, o suspeito de 21 anos estava trocando de roupa para uma possível fuga. O jovem então confessou o assassinato e disse que matou o padrasto porque o mesmo agredia a sua mãe, de 46 anos.

Ao lado da casa, os policiais localizaram a faca usada no crime e deram voz de prisão ao jovem, que trabalha como auxiliar de serviços gerais.

Fonte: G1/RO

Deputado quer o impeachment do governador do Rio por “crime de responsabilidade” em operação

O parlamentar acusa o gestor estadual por crime de responsabilidade

O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) anunciou que vai pedir, nesta segunda-feira (10), o impeachment do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC). O parlamentar acusa o gestor estadual por crime de responsabilidade, por Castro, supostamente, ter descumprido decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que proibiu incursões policiais nas favelas cariocas sem autorização da Corte. Operação da polícia na favela do Jacarezinho, na quinta-feira (6), resultou na morte de 27 bandidos, afirma a polícia.

O parlamentar alega que o crime do governador foi agravado porque ele permitiu que a presença dos policiais na comunidade se estendesse por quase 10 horas ininterruptas.

“Não se pode perder de vista que, além de um policial morto, foram contabilizadas outras 24 mortes; sendo que, dos mandados de prisão, tratados como justificativa da operação, apenas três foram cumpridos e outros três procurados foram mortos. Ou seja: foram mais de oito mortes para cada mandado de prisão cumprido, números que atestam a responsabilidade de quem manteve a operação em curso por quase 10 (dez) horas ininterruptas”, diz trecho do documento, baseado no Artigo 4º da Constituição Federal, que será protocolada na Assembleia Legislativa, hoje.

Além do impeachment, Miranda quer que o governador tenha os seus direitos políticos suspensos por cinco anos.

Apesar de divergências políticas durante o enfrentamento da pandemia da Covid-19, o posicionamento de Cláudio Castro foi apoiado e defendido pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (Democratas) que, em entrevista à CNN, reclamou da decisão de Edson Fachin, restringindo a entrada de policiais nas comunidades.

“Faço, aqui, um apelo ao Supremo Tribunal Federal, ao Poder Judiciário… Se há alguma intervenção a ser feita, não é ‘tirando o bode da sala’. Se alguém cometeu algum equívoco, que se apure e que se puna as forças policiais…. ‘Aqui, não entra mais Estado’. Que é isso??? Que decisão é essa? Desculpa. Não faz sentido!!”, afirmou, fazendo coro ao governador.

Mesmo diante de fatos tão lógicos, Miranda planeja protocolar o pedido hoje.

Fonte: UOL

Polícia Civil prende suspeito de participação de crime ocorrido na zona sul de Porto Velho

Após matar o homem, o motorista do carro, fugiu com os demais criminosos.

Policial federal acertou 7 tiros no marido de delegada em Porto Velho,  afirma PC | Rondônia | G1
Delegada Leisaloma Carvalho.

O foragido Roberto Henrique B., 28 anos, foi preso temporariamente na manhã desta sexta-feira (23), por policiais da Delegacia de Homicídios, acusado de participar da morte a tiros de Elias Gonçalves Gomes, 30 anos, na madrugada do dia 30 de março deste ano, no Bairro Conceição, na Zona Sul de Porto Velho.

De acordo com a delegada Leisaloma Carvalho, no dia do crime, a vítima foi surpreendida por três pessoas que ocupavam um veículo Honda Civic.

Um dos ocupantes desceu do carro, e efetuou vários disparos contra Elias, que morreu na hora. Após matar o homem, o motorista do carro, fugiu com os demais criminosos, e levou o veículo para uma oficiada para dificultar a localização.

Horas depois do crime, os policiais começaram a diligenciar, e descobriram que em 2019, Elias já teria sofrido uma tentativa de homicídio, e o autor seria o proprietário do Honda Civic.

Ainda de acordo com a delegada, o carro usado no dia do crime é de propriedade de Roberto. “Nós vamos continuar investigando para saber qual a participação dele no crime. O que a gente sabe, é que ele estava sim dentro do carro no dia que Elias foi executado”, esclareceu Leisaloma Carvalho.

A delegada explicou que as investigações apontam que o crime está relacionado a dívida de droga porque a vítima era usuária de entorpecente. “Isso tudo vai ser apurado com o avanço das investigações e perícia que será nos aparelhos celulares apreendidos”, disse.

Aos investigadores, Roberto disse que era motorista de aplicativo pirata e que foi obrigado a levar os criminosos até o local onde Elias foi morto. “O que nos deixa surpreso é que em nenhum momento ele registrou ocorrência para relatar o que aconteceu. Ele fez o contrário, escondeu o carro em uma oficina”, destacou Leisaloma Carvalho.

Com a identificação dos envolvidos, a delegada Leisaloma Carvalho representou pela prisão temporária de todos.

Nesta manhã, Roberto foi preso pelos investigadores. Com ele, a Polícia encontrou uma arma de fogo, que também será responsabilizado pelo crime de porte ilegal de arma.

Preso, Roberto será encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da justiça.

Fonte; Rondônia Agora

O chefão do crime organizado, se entrega à polícia

Ele sofre de enfisema pulmonar e desistiu de permanecer foragido.

A polícia de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, prendeu, nesta segunda-feira (19), o empresário Fahd Jamil Georges, de 79 anos. Conhecido como o “Rei da Fronteira”, apelido dado a ele pelo Ministério Público que o considera o “chefão” do crime organizado na região.

A família de Fahd negociou com o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros) a rendição do idoso para que ele pudesse receber tratamento médico. Ele sofre de enfisema pulmonar e desistiu de permanecer foragido.

No aeroporto, amigos do empresário o acompanharam na prisão e defenderam a atitude como a melhor na atual conjuntura.

“Tem que se entregar. Precisa de tratamento médico. Se ficar foragido é pior. Ele não tem que esconder nada de ninguém. Não tem prova nenhuma contra ele”, defendeu o amigo e advogado Armen Chemzariam.

Fahd Jamil chegou em uma aeronave, ao lado do advogado Gustavo Badaro e de um dos filhos. O defensor adiantou que solicitaria pedido de relaxamento para prisão domiciliar, por conta do delicado estado de saúde do empresário.

Fahd permaneceu quatro décadas sem ser importunado pela polícia até que, em 2019, a “Operação Omertà” apontou o empresário como membro da milícia que exterminava os desafetos em Mato Grosso do Sul.

A lista de crimes relacionados a ele, no entanto, é grande: chefe do crime organizado, contrabando de café e açúcar, traficante de drogas e armas, explorador de jogos de azar, lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, corrupção ativa, crimes contra o sistema nacional de armas e até o homicídio do chefe de segurança da Assembleia Legislativa do Estado, Ilson Martins Figueiredo, de 62 anos, a quem Fahd culpava pelo sumiço e morte de seu filho mais velho, Daniel Alvarez Georges, o “Danielito”, 42 anos.

Nunca ficou comprovado que Figueiredo estivesse envolvido no crime. O corpo de “Danielito” nunca foi encontrado.

Fahd Jamil estava foragido desde junho de 2020, quando foi deflagrada a terceira fase da “Omertà”. Ele foi acusado de Mandar matar Ilson Martins Figueiredo e Alberto Aparecido Roberto Nogueira, conhecido como “Betão”.

Em carta entregue às autoridades no momento da sua prisão, Fahd argumenta que tem “consideração aos poderes públicos”. Mas, a defesa também informou que o empresário vem sofrendo ameaças de chefes do PCC na disputa por poder na fronteira.

“É bastante divulgado que sempre colaborei para o equilíbrio da segurança na região da fronteira. Minha história de vida revela permanente respeito e colaboração com as autoridades em geral, pela importância das atribuições que elas exercem”, diz trecho da carta, que cita “consideração” aos poderes públicos.

Antes desta segunda, apenas uma vez houve notícia de prisão de Fahd, há quase 40 anos, pela Polícia Federal do Paraná. Naquela época, o “homem de 6 milhões de dólares” foi capturado em Campo Grande e levado à penitenciária de Ahu, em Curitiba, sob acusação de contrabando. Mas, foi solto logo em seguida por suas relações com homens poderosos.

Fonte: JCO

Império da lei e do crime?

O que causara tão febril agitação?

Era o mês de maio de 2016 quando a força-tarefa da Lava Jato gravou um diálogo entre o então senador e ministro Romero Jucá e o ex-senador e ex-dirigente da Transpetro Sérgio Machado. Nessa conversa, o poderoso ministro peemedebista disse ser preciso “mudar o governo para estancar essa sangria”.

A sangria era a Lava Jato. À época, a situação lembrava as antigas filas para confissão às vésperas do domingo de Páscoa. Todos querendo retomar o estado de graça. Corruptores e corruptos, empresários poderosos, políticos de prestígio, gente acostumada à boa imagem, aos paparicos da lei e das autoridades, que circulavam nas ruas entre abanos e abraços, acusavam-se mutuamente, empilhavam provas, devolviam dinheiro roubado. E cochichavam com seus solenes advogados.

O que causara tão febril agitação? O que mobilizara tanto as cotidianas alvoradas da Polícia Federal, antecedidas por mal dormidas noites no interior dos apartamentos onde a campainha soava com invulgar determinação? Os gravíssimos e vultosos crimes cometidos tinham encontro marcado com a prisão, logo ali adiante, após condenação em segunda instância. Nada, em momento algum, se revelou tão modelador de consciências, causa de tanta virtude e de sinceros arrependimentos quanto a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

A nação exultava! O que seria normal, comum em qualquer país que não mantivesse relação tão íntima e criativa com a apropriação dos recursos públicos, no Brasil virou livro, virou filme e levou às alturas o ânimo nacional.

O Brasil se tornou casa de família. A castidade se mudara para o lupanar. Feéricas, acendiam-se as luzes; arejavam-se os dormitórios. Ah, a “sangria” era saneadora!

Nas palavras do senador Romero, porém, impunha-se estancá-la. Aquilo não era aceitável. As afinidades gemiam no STF. A porta da felicidade se abria, ou a roda da fortuna girava nos habeas corpus de corruptos. Gilmar Mendes, entre inquietos goles de água, assustava a nação afirmando que um dia o STF iria se debruçar sobre aquelas condenações que já se acumulavam em três instâncias.

A Lava Jato começou a morrer no dia 7 de novembro de 2019, quando o Supremo, por 6 a 5 postergou o cumprimento de pena para após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. Ou seja, quando acabar o dinheiro do réu para manobrar nos meandros do CPP. Assim como a rota do tráfico, voltou a operar no Brasil a rota da chicana, a rota da prescrição.

Tudo isso acontece ao arrepio da vontade nacional, com complacência de um Congresso que se recusa a alterar a Constituição e a instituir, com clareza, a possibilidade, comum às nações civilizadas e avessas à impunidade, de serem as penas cumpridas após condenação em segunda instância. O quadro se completa com a provável anulação das penas impostas pela Lava Jato.

Iludem-se os inimigos da pátria. Levaram quase cinco anos para estancar o que Romero Jucá chamou de sangria. Dizem que o fazem em nome do império da lei, mas um país não pode ser, ao mesmo tempo, império da lei e do crime. Pensem bem, senhores do poder, antes de agir. Ou de se omitir.

Por Percival Puggina*
*Puggina é Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Polícia civil faz reconstituição de crime ocorrido em São Francisco do Guaporé

O crime ocorreu em janeiro, vítima sofreu uma emboscada.

Na manhã desta sexta-feira (12), a Polícia Civil de São Francisco do Guaporé fez a reconstituição do assassinato a tiros de Neraci A. da Silva, 47 anos, ocorrido no dia 14 de janeiro deste ano em uma propriedade rural, na cidade. O homem foi vítima de uma emboscada.

A esposa de Nereci relatou aos policiais, que no dia do crime ela ouviu disparos de arma de fogo e encontrou a vítima caída no chão sem vida. Ao se aproximar, a mulher disse que avistou o criminoso fugindo do local.

Após o crime, policiais da Delegacia de São Francisco do Guaporé iniciaram as investigações.

Com o avanço dos trabalhos, o delegado Reinaldo Reis, juntamente com sua equipe de investigadores e perito, realizou a reconstituição do crime, que contou com a participação da esposa da vítima que estava com o marido no momento do crime.

O delegado afirmou que a reconstituição é de fundamental importância para sanar dúvidas em relação a ângulo do tiro e algumas distâncias. Ele disse ainda, que as investigações estão em andamento.

Principal suspeito de matar mãe de PM a paulada nega o crime

O caso aconteceu no distrito de Novo Plano, em Chupinguaia (RO).

Identificado pelas iniciais P. B. P., de 58 anos, mais conhecido como “Baco Baco”, que foi preso na noite de ontem  (17), negou as acusações. O homem é suspeito de matar com uma paulada na cabeça a mãe de um policial militar no distrito de Novo Plano, em Chupinguaia (RO).

De acordo com o registro do caso, apesar de uma testemunha ter afirmado que viu a vítima, Maria T. R., de 63 anos, conversando com Pedro no quintal da residência, localizada na Rua Mato Grosso, onde aconteceu o fato, e logo em seguida ouvir os gritos da mulher dizendo “não, Baco Baco, não, Baco Baco”, seguido de um barulho, o principal suspeito, que foi preso em casa sem resistência, nega que tenha sido o autor do golpe que causou a morte da mulher por afundamento de crânio.

Ainda na mesma noite, um segundo suspeito, de 34 anos, que é apenado e que foi visto saindo correndo do local com os chinelos nas mãos, também foi localizado pela Polícia Militar dormindo em casa, mas assim como “Baco Baco”, nega que tenha cometido o crime, alegando que naquele momento caminhava em uma linha distante do local dos fatos.

Conduzidos para a Delegacia de Vilhena, somente “Baco Baco” foi flagranteado pelo delegado de plantão pelo homicídio de Maria Teresa, que segundo informações extraoficiais, já teria sido sua namorada.

Fonte: Folha do Sul

Polícia Federal conclui que não há indícios de crime no famigerado inquérito dos atos antidemocráticos

E agora Xande?

A Polícia Federal enviou relatório ao STF no final do tal inquérito instaurado para apuração de “atos antidemocráticos”, e concluiu que não existem indícios de crimes.

E agora?

O que Cabeça de Lâmpada vai fazer?

Mandar prender quem assinou o relatório da PF?

Deixar preso quem já lá está, com base no tal inquérito, com um documento oficial da polícia reconhecendo que não há crime?

O Nosferatu tem que ser denunciado ao Tribunal de Haia pela violação de direitos humanos que vem cometendo.

Espero que ele pague – em vida – pelo mal que faz ao Brasil.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Fonte: Folha de S.Paulo
Por Guillermo Federico

Homem se arrepende de roubo e se entrega à PM no Vale do Anari, RO

Suspeito alegou que cometeu o crime porque estava bêbado.

Um homem de 36 anos foi preso suspeito de ter furtado uma moto em uma fazenda de Vale do Anari (RO), no início desta semana. Segundo a Polícia Militar (PM), o auxiliar de serviços gerais se arrependeu do crime e procurou o quartel para devolver o veículo, alegando que cometeu o crime porque estava bêbado.

Conforme divulgado pela corporação nesta terça-feira (19), os militares do quartel trabalhavam normalmente no prédio quando chegou um motociclista no local.

Ao atenderem o homem, os policiais constaram que o condutor do veículo apresentava sinais de embriaguez.

Foi então que o auxiliar de serviços gerais revelou ter furtado a moto, mas tinha se arrependido e estava ali no quartel para se entregar e devolver o veículo.

“O agente justificou que se encontrava alcoolizado quando praticou o ato ilícito. Ele fez ligação direta e abriu o tanque da motocicleta com o canivete [para furtá-la]”, diz a PM.

Os policiais então ligaram para o proprietário da motocicleta e ele confirmou ter sido roubado. A vítima relatou ainda que já estava fechando seu estabelecimento, deixando sua moto com o guidão trancado, mas mesmo assim o suspeito conseguiu ligar o veículo e fugir.

A PM de Vale do Anari deu então voz de prisão ao auxiliar de serviços gerais e o conduziu até a delegacia de Machadinho D’Oeste. Ele vai responder por furto e conduzir veículo sob efeito de álcool.

Segundo informou a polícia, a moto furtada será devolvida ao proprietário, que mora em Vale do Anari.

Fonte: G1/RO