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Zonas Rurais do interior são alvo de operação da PM

De acordo com a polícia militar, os municípios de Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão são investigados por crimes ambientais e tráfico de drogas.

Agentes durante Operação Teminus em Rondônia — Foto: PM/Divulgação
Agentes durante Operação Teminus em Rondônia

A Polícia Militar (PM) realiza a Operação Terminus nas Zonas Rurais de Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão D’Oeste, em Rondônia. Na quarta-feira (14) foi divulgado um balanço preliminar das atividades.

A ação busca combater crimes ambientais, o tráfico de drogas, porte ilegal de armas e atentados à vida ou ao patrimônio.

No total já foram abordadas mais de 200 pessoas e uma média de 50 veículos. Até o momento quatro suspeitos foram presos em flagrante e quatro veículos recuperados. Entre as apreensões estão: arma de fogo, munições e celulares.

A PM informou que continuará realizando essas ações para garantir a segurança nas áreas rurais.

Fonte: Rede Amazônica

PF deflagra operação Kawyra no combate aos crimes ambientais dentro de Terra Indígena em RO

Conforme os agentes da polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Kawyra, nesta quarta-feira (7), para prender 9 pessoas suspeitas de desmatar e provocar queimadas dentro da Terra Indígena Karipuna, em Porto Velho.

Segundo informações da polícia, a organização criminosa está atuando na região da Terra Indígena Karipuna, no distrito de União Bandeirantes, e é especializada em desmatar, provocar queimadas, lotear e comercializa glebas de terra no interior da reserva.

Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho — Foto: PF/Divulgação
Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho

A operação tem o apoio da Funai e Exército Brasileiro. Ao todo, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão domiciliar e doze mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal da capital.

De acordo com a polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

Na ocasião, foi identificado que um grupo utilizava uma associação e uma empresa de georreferenciamento “para iludir supostos compradores de lotes no interior da Terra Indígena Karipuna”, com a falsa promessa de regularização dos terrenos junto aos órgãos responsáveis.

Após os nove suspeitos serem presos, segundo a PF, os mesmos serão levados à sede da PF e encaminhados para o presídio estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

Fonte: G1/RO

Ministério da justiça e Segurança vai enviar 40 bombeiros da Força Nacional ao Pantanal

Bombeiros atuarão na região por 30 dias, prazo que poderá ser prorrogado.

O ministro da Justiça e Segurança PúblicaAndré Mendonça, afirmou nesta sexta-feira (2) que vai enviar 40 bombeiros e 12 viaturas para o Mato Grosso do Sul no domingo (4). A ação, aponta, é para apoiar no combate às queimadas. O esforço atende ao pedido do governador do estado, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Os bombeiros atuarão na região por 30 dias, prazo que poderá ser prorrogado. A portaria nº 556/2020 será assinada por André Mendonça e publicada segunda-feira (5) no Diário Oficial da União.

Ainda de acordo com o ministro, equipes da Força Nacional já atuam no Mato Grosso há uma semana. O efetivo vem realizando assistência humanitária às famílias ribeirinhas que estão à margem do Rio Paraguai e tiveram suas residências atingidas pelo fogo.

Pantanal registrou um aumento de queimadas de 180% em setembro em relação ao mesmo mês do ano passado. No sábado (3), os senadores que integram a comissão temporária que acompanha os incêndios no Pantanal viajam a Corumbá (MS) para avaliar a situação dos incêndios. O município já registrou mais de 6 mil focos de queimadas.

Fonte: Congresso em Foco

Senado quer que Salles detalhe multas na Amazônia e Pantanal

Comissão aprovou requerimento e ministro do Meio Ambiente deve enviar multas do Ibama contra desmatamento e queimadas  desde 2015

A comissão do Senado que acompanha as ações contra as queimadas no Pantanal aprovou nesta sexta-feira (2) requerimento para que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, preste informações sobre as multas ambientais aplicadas pelo  Ibama em cada bioma brasileiro, especialmente Amazônia e Pantanal. 

O requerimento é de autoria da senadora Simone Tebet (MDB-MS). No texto, a senadora pede que sejam prestadas informações das multas aplicadas entre 2015 e 2020 decorrentes de ações de fiscalização para combate ao desmatamento ilegal e às queimadas ilegais.

Requerimento é de autoria da senadora Simone Tebet (MDB-MS)
Requerimento é de autoria da senadora Simone Tebet (MDB-MS)

O artigo 50 da Constituição Federal, parágrafo segundo, diz que as mesas da Câmara e Sando podem encaminhar pedidos por escrito de informações a ministros de Estado, que têm 30 dias para prestar as informações, sob pena de crime de responsabilidade tanto pela recusa quanto por informações falsas. 

Pedido

Os senadores querem informações detalhadas de multas lançadas, multas pagas e multas em discussão judicial, e informações sobre a transparência desses dados. Com as informações, eles querem saber se houve redução de fiscalização e aplicação de multas e se há relação entre a quantidade de multas e o aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia e no Pantanal. 

“Diversos meios de comunicação têm divulgado que foi observada, a partir de 2019, a redução no número de multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), ao passo que as taxas de desmatamento ilegal, especialmente na Amazônia Legal, seguem crescentes”, diz o texto. 

No Dia da Amazônia, Rondônia ressalta o esforço conjunto de órgãos no combate aos ilícitos ambientais

Operações executadas pelas Forças Armadas, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), com a colaboração de diversos órgãos, visam combater os ilícitos ambientais no Estado.

No Dia da Amazônia*, lembrado neste sábado, ainda não se pode comemorar a vitória, mas os responsáveis pelas operações revelam que os resultados já superam os de 2019.

A destruição de áreas florestais tem prejudicado a cada ano a biodiversidade, por causar a perda de espécies e também comunidades tradicionais.

Em apoio à Operação Hileia, que combate crimes ambientais em Rondônia, o Grupamento de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia facilitou o embargo de 7,3 mil hectares de terras. A operação lavrou R$ 83 milhões em multas.

O Congresso Nacional aprovou em agosto a abertura de crédito suplementar de R$ 616 milhões para três Ministérios. Do total, R$ 410 milhões serão usados pelas Forças Armadas na Operação Verde Brasil 2, de combate a crimes ambientais na Amazônia.

“Estamos bastante empolgados com o resultado da operação, especialmente com a intensificação de ações após a liberação de recursos”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa, Almirante Carlos Chagas.

Ele falou no dia 31 de agosto ao programa de rádio Por Dentro da Amazônia, do presidente do Conselho Nacional da Amazônia e vice-presidente da República, general Hamilton Mourão.

Segundo o Almirante Chagas, os atuais resultados superam em mais de três vezes a Operação Verde Brasil I, em 2019.

“Um dos grandes referenciais desta operação é o trabalho de sinergia do Grupo de Integração Para a Proteção da Amazônia, com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Ibama, ICMBio, Instituto Nacional de Pesquisas (Inpe),  Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Fundação Nacional do Índio (Funai), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Serviço Florestal Brasileiro e Agência Nacional de Mineração”.

O porta-voz assinalou que as ações agora serão concentradas “em alvos prioritários”. Já o general Mourão afirmou que o empenho, o esforço e a cooperação das equipes da Operação Verde Brasil 2, e da população da Amazônia  refletirão “na redução dos ilícitos ambientais, e isso resulta a melhor resposta que o Brasil pode dar à Comunidade Internacional”.

Duzentos policiais militares ambientais atuam em todo o Estado. Contra queimadas e derrubadas ilegais, a 17ª Brigada de Infantaria de Selva lançou recentemente o aplicativo Guardiões da Amazônia [no Google Play], exclusivamente voltado ao combate de ilícitos ambientais. A população pode utilizá-lo para fiscalização e denúncias.

A Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) vem advertindo que queimadas e Covid-19 só abarrotariam a rede hospitalar.

De modo geral, mesmo havendo alguma redução nos desmatamentos, se comparados aos que ocorreram uma década atrás, o Ministério do Meio Ambiente ainda vê intensa destruição na Amazônia.

Basta ver os números de valores oriundos de multas aplicadas durante a fiscalização policial e das Forças Armadas.

DEFESA CIVIL

Nota da Defesa Civil, que atua no Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia cumprimenta a população no Dia da Amazônia, exaltando a atuação do Exército Brasileiro no campo social.

Ao enfatizar seu papel como força auxiliar, a Defesa Civil lembrou seu trabalho em ações preventivas no cadastramento da população de risco e vulneráveis; nas ações de socorro em grandes enchentes; e nos incêndios florestais que sazonalmente acometem a região amazônica.

“Seja nas ações de assistencialismo humanitário, levando alimento, remédios e outros suprimentos em momentos de flagelo, ou ainda na reconstrução e restabelecimento da paz social, onde assim o requeira”, assinala a nota.
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* O 5 de setembro se deve à criação da Província do Amazonas, nessa mesma data, em 1850, por D. Pedro II.

SAIBA MAIS

► A operação Hileia, é repressiva e preventiva contra os delitos ambientais em Rondônia, no combate ao desmatamento e prevenção às queimadas ilegais.

► Técnicos ambientais da Sedam trabalham no âmbito da Coordenadoria de Educação Ambiental e Coordenadoria de Geociência, que é responsável pela coleta de informações via satélite, depois repassadas às equipes de campo.

► A Coordenadoria de Proteção Ambiental (Copam) lidera as equipes de campo,que contam com o apoio BPA, Delegacia. Especializada em Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros, Escritórios Regionais de Gestão Ambiental, Núcleo de Operações Aéreas (NOA), Grupamento de Operações Aéreas (GOA) e órgãos de inteligência.

► O Batalhão de Polícia Ambiental é a última força do Estado para o controle da multidão, patrulhamento tático urbano e rural e consequentemente, o conflito agrário.

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Ligue 193- para informar sobre incêndios florestais.

Ligue 09800 618080 ou utilize o aplicativo Guardiões da Amazônia
para denunciar queimadas rurais.

Fonte: Secom-RO

Em Candeias do Jamari, acontece blitz educativa para orientar população sobre queimadas

Ação é organizada pela Coordenadoria da Sedam.

Durante a blitz carros recebem adesivo da campanha com o número de telefone para denúncias

A Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), segue desenvolvendo ações preventivas às queimadas e incêndios florestais.

No último dia 21, foi organizado pelo Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) com o apoio da Coordenadoria de Educação Ambiental da Sedam dois pit stops em Porto Velho, um pela manhã e outro pela tarde, com a finalidade de alertar a população sobre o perigo das queimadas, principalmente em tempos de pandemia.

Na quinta-feira (27) foi a vez do município de Candeias do Jamari receber uma blitz de Educação Ambiental. A ação organizada pela Coordenadoria da Sedam, teve apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sedam) de Candeias do Jamari. Além de alertar a população sobre os perigos das queimadas, a blitz teve o objetivo de relembrar a população que ela também pode fazer sua parte no combate as queimadas, através de denúncias.

Fernando de Sousa Moura, fiscal ambiental da Semam, ressaltou a importância do alerta, pois em tempos de pandemia os hospitais já estão lotados e não iriam suprir a necessidade que sempre surge em períodos de queimadas, onde a população sofre com problemas respiratórios e consequentemente precisam recorrer a inalação nos hospitais.

As ações realizadas tem por base o Plano de Gestão Ambiental de Prevenção ao Desmatamento e Combate à Queimadas e Incêndios florestais do Estado.

Lembrando que a população pode denunciar, quando se tratar de queimadas urbanas a denúncia é feita na Secretaria Municipal de  Meio Ambiente do seu município e quando se tratar de queimadas na área rural, as denúncias são realizadas na Sedam, através dos canais de atendimento: 0800 647 1150 – (69) 3212-9648 -(69) 9 8482-8690 (whatsapp) – ouvidoria@sedam.ro.gov.br

Além da opção de denúncia, através do aplicativo Guardiões da Amazônia. A ferramenta permite que o cidadão registre com foto e coordenada geográfica o local exato de uma queimada ou outros delitos ambientais. A denuncia é repassada ao órgão fiscalizador onde serão tomadas as providências necessárias.

Fonte: Sedam-RO

Em jaru, equipes do corpo de bombeiros contém fogo em área urbana

Este é o segundo incêndio em menos de uma semana na região próxima a esse bairros.

Árvore foi atingida pelo fogo na área urbana de Jaru — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Árvore foi atingida pelo fogo na área urbana de Jaru

Um incêndio teve início na tarde da última segunda-feira (24) na área urbana de Jaru (RO) e só foi controlado pelo Corpo de Bombeiros no final da noite. O fogo atingiu uma área de 20 mil m² de vegetação e alcançou parte de uma área de preservação permanente.

Ao todo, foram mais de quatro horas de combate ao fogo para impedir que o incêndio atingisse residências nos bairros Luzia Abranges, Cidade Alta e Nova Orleans, além de chácaras e fazendas na região.

Os trabalhos tiveram início em focos localizados próximos a loteamentos para impedir que as chamas chegassem em casas de um residencial. Segundo os militares, por causa do vento, o incêndio que tinha iniciado em plantas rasteiras logo se alastrou e atingiu árvores.

Para combater o incêndio, os bombeiros contaram com todo o efetivo de plantão, além de uma equipe que estava de folga, servidores da prefeitura, dois caminhões pipa e cerca de 18 mil litros de água.

Este é o segundo incêndio em menos de uma semana na região próxima a esse bairros. Ainda não há informações sobre o que teria dado início a queimada.

Fonte: Rede Amazônica

Presidente afirma que críticas ambientais que o Brasil sofre são injustas

Segundo presidente, tema está relacionado a disputas comerciais

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira (16), durante sua live semanal nas redes sociais, que há uma “guerra de informação” na questão ambiental e que as críticas que o Brasil sofre são injustas e estão relacionadas à disputa comercial do agronegócio com outros países.

“Essa guerra da informação não é fácil e nós temos problemas, porque o Brasil é uma potência no agronegócio. Lá na Europa é uma seita ambiental, eles não preservaram praticamente nada do meio ambiente, mas o tempo todo atira em cima de nós, e de forma injusta, porque é uma briga comercial também”, disse.

Em junho, o governo federal recebeu uma carta de grupos empresariais internacionais com críticas à política ambiental e que condicionavam os investimentos no país ao aumento, pelo governo, do controle do desmatamento e das queimadas na Amazônia. 

Bolsonaro lamentou a perda de validade da Medida Provisória (MP) 910, que tratava da regularização fundiária, mas que não foi votada pelo Congresso. Para ele, seria uma forma de responsabilizar diretamente quem cometer desmatamento ilegal. O presidente disse de que há um exagero, por parte da mídia, em relação aos dados sobre desmatamento. 

“Tem coisa por fazer? Tem, mas não é esse trauma todo. Deixo bem claro, 90% desses focos de calor são em áreas desmatadas, não é novo incêndio não. [Outros] 5% são em terras indígenas”, afirmou. 

Eleições nos EUA

Na live, Bolsonaro também falou sobre as expectativas para as eleições presidenciais nos Estados Unidos, que ocorrerão no final do ano e o futuro da relação entre os dois países, caso o presidente Donald Trump, aliado do brasileiro, não seja reeleito. 

“Eu não vou interferir, não posso, nem tenho como, mas eu torço para o Trump ser reeleito. A gente torce pelo Trump, temos certeza que vamos potencializar muito o nosso relacionamento. Agora, se der o outro lado [o democrata Joe Biden], da minha parte, vou procurar fazer algo semelhante e, se eles não quiserem, paciência. O Brasil vai ter que se virar por aqui”, disse.

Fonte: Fábio Massalli A/B

MP e órgãos ambientais se unem no combate aos crimes ambientais em Jaru

Na manhã de quarta-feira (15), o promotor de Justiça Fábio Casaril e integrantes do Batalhão Ambiental concederam uma coletiva à imprensa. onde abordaram sobre a ação.

O Ministério Público do Estado de Rondônia, e do Meio Ambiente da Promotoria de Justiça de Jaru, firmou uma parceria com o Batalhão da Policia Ambiental de Ji-Paraná, que designou quatro policiais ambientais para realizarem atividades de combate às queimadas urbanas em Jaru. O trabalho vai contar também com apoio do Corpo de Bombeiros e Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Jaru, que integrarão uma força-tarefa para combate às queimadas na região.
 Na manhã de quarta-feira (15), o promotor de Justiça Fábio Casaril e integrantes do Batalhão Ambiental concederam uma coletiva à imprensa local  para explicar como funcionará o trabalho dos policiais ambientais, que terá como foco o combate das queimadas urbanas.

Os Policiais do Batalhão Ambiental farão o trabalho de orientação e também lavrarão Termos Circunstanciados dos casos de flagrantes de queimadas em  áreas urbana e rurais.Esse ano, a preocupação com as queimadas é ainda maior por causa da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), que pode agravar a incidência de problemas respiratórios  na população e aumentar a procura por leitos hospitalares nos casos mais graves da doença. .

Fonte: Departamento de Comunicação MP-RO

PF: Operação Exôdo segue combatendo crimes ambientais no interior de Rondônia

Em umas das operações foram encontrada uma ‘madeireira portátil’ . A teve a participação da PF, Polícia Militar de Rondônia, Ibama e Funai.

PF encontra madeira processada dentro de reserva pela serraria portátil  — Foto: PF/Divulgação
PF encontra madeira processada dentro de reserva pela serraria portátil

A Polícia Federal (PF) deflagra a ‘Operação Exôdo’ desde o começo desta semana. Várias denúncias de extração ilegal de madeira foram divulgada. Em uma das ações foi encontrada Uma ‘madeireira portátil‘ funcionando dentro da Terra Indígena (TI) Tubarão-Latundê, em Chupinguaia (RO). O flagrante aconteceu ontem quarta-feira (8).

De acordo com os agentes da operação, eles cumpriram um mandado prisão temporária em Vilhena (RO), que havia contra um indígena na reserva.

Dentro da Terra Indígena foram localizadas várias áreas desmatadas, além de uma grande quantidade de madeira já serrada e processada pela madeireira portátil. Essa mini-serraria pode ser transportada facilmente por estradas feitas dentro da floresta, sem chamar a atenção de fiscais.

As madeiras encontradas foram processadas na própria reserva pela serraria móvel, que acabou apreendida. A equipe de fiscalização também identificou acampamentos, um trator e dois caminhões utilizados no transporte da madeira furtada.

Toras derrubadas estavam sendo processadas dentro da própria reserva, em RO — Foto: PF/Divulgação
Toras derrubadas estavam sendo processadas dentro da própria reserva, em RO

“Todos os equipamentos encontrados, bem como os acampamentos, foram destruídos ou inutilizados para cessar a prática criminosa”, diz a polícia.

Conforme informações da PF, no momento da saída dos policiais e fiscais do interior da reserva, a equipe se deparou com “barreiras” colocadas na estrada por madeireiros. Várias árvores foram derrubadas para bloquear a passagem dos agentes de segurança.

Logo depois de destruir o maquinário, a PF cumpriu o mandado judicial alvo da operação e localizou o indígena em sua residência. Na casa dele foi achado uma espingarda; o indígena foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e conduzido ao presídio estadual.

A Operação Êxodo teve a participação da PF, Polícia Militar de Rondônia, Ibama e Funai.

Madeireira portátil é achada funcionando dentro de reserva em RO — Foto: PF/Divulgação
Madeireira portátil é achada funcionando dentro de reserva em RO

Fonte: Rede Amazônica