Operação Samaúma é deflagrada no combate a crimes ambientais em RO

Na ação foram apreendidos uma retroescavadeira, madeiras ilegais. Também foi encontrado um garimpo ilegal instalado na Floresta Nacional do Jamari.

Uma retroescavadeira e cerca de 700 m³ de madeira ilegal foram apreendidos durante uma operação de combate a crimes ambientais em Rondônia. As ações aconteceram na Floresta Nacional do Jamari, localizada entre Itapuã do Oeste (RO) e Cujubim (RO).

Segundo informou a Polícia Civil neste sábado (17), os trabalhos da Operação Samaúma iniciaram na última semana com agentes do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Polícia Civil, Polícia Militar e Exército Brasileiro.

Durante patrulhamentos na Flona do Jamari, um garimpo ilegal instalado na área foi encontrado, e nele uma retroescavadeira hidráulica, que foi apreendida. Cerca de 700 m³ de madeira cortada que seria retirada ilegalmente da floresta também foram recolhidos.

Fonte: G1/RO

Polícia Ambiental apreende várias carcaças de animais silvestres na Zona Rural de Seringueiras

Segundo os agentes, o suspeito confessou que usava as armas para caça e pesca predatória.

O Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu duas espingardas, munições e várias carcaças de animais silvestres na Zona Rural de Seringueiras (RO), na última semana.

Após uma denúncia anônima de possíveis crimes ambientais, os policiais foram ao local informado e enquanto conversavam com o suspeito, a esposa dele teria entrado em um dos quartos da casa, pegado duas armas e tentado esconder no fundo do quintal, mas a ação foi vista pela equipe.

Durante revista na casa foram encontrados dentro de um freezer várias carcaças de animais, como jacaré, veado, tatu, paca e anta. Segundo os agentes, o suspeito confessou que usava as armas para caça e pesca predatória.

Foi dada voz de prisão ao homem, que foi conduzido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Seringueiras.

Fonte: Assessoria

PRF apreende maior carga de madeira irregular em RO

Quase 500 m³ de madeira irregular foram flagrados em operação. 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas.

Maior parte da carga seria comercializada no sudeste do país

Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em rodovias de Rondônia, apreendeu 464 m³ de madeira ilegal em três dias de fiscalizações. Segundo balanço da corporação divulgada nesta sexta-feira (11), esta foi a maior apreensão de madeira irregular feita pela PRF no estado.

A operação foi realizada em pontos da BR-364 para combater o transporte irregular de madeira, já que, conforme os agentes, a rodovia é a principal rota das madeireiras no estado.

Entre as espécies apreendidas estavam castanheiras, mognos, seringueiras e aroeiras. De acordo com a PRF, por lei, essas espécies apreendidas não podem ser extraídas ou comercializadas no Brasil. A suspeita é que a maior parte da carga seria vendida no sudeste do país.

“O sudeste do Brasil já teve sua exploração [de madeira] em quase sua totalidade. O estado de Rondônia, além de ter uma quantidade muito grande de madeira, se agrega o valor ao chegar ao sudeste, onde já estão quase extintas essas madeiras”, explicou o agente da PRF Jussigle Rodrigues.

De acordo com o consultor florestal Adilson Pepino, as apreensões de 464 m³ de madeira demonstram o avanço do desmatamento no estado.

TODO DESMATAMENTO POR SI SÓ JÁ GERA IMPACTOS IRREVERSÍVEIS, TANTO NO ÂMBITO AMBIENTAL, SOCIAL E ECONÔMICO. NA AMAZÔNIA NÓS PRECISAMOS CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO, OS PRODUTORES E A SOCIEDADE EM GERAL SOBRE ESSES IMPACTO, PRECISAMOS RETRAIR ESSE DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA”, FALOU.

Segundo a PRF, 17 motoristas foram autuados por fazer o transporte ilegal das cargas durante a operação. Todos assinaram termos de responsabilidade e se condenados, podem pagar multas de até R$ 30 mil.

As madeiras apreendidas foram guardadas no pátio da corporação até a justiça decidir qual o destino delas.

Análise da madeira

Na tentativa de driblar a polícia, as empresas que fazem a extração e comercialização das madeiras, misturam as espécies proibidas com outros tipos que são permitidos.

Por isso, 25 policiais, que atuaram na operação, passaram por treinamentos para saber como identificar a mistura. Dessa forma, cada carregamento foi devidamente averiguado pelos agentes.

“O TRABALHO É FEITO IDENTIFICANDO A MADEIRA SERRADA NA PARTE DA CARGA DO VEÍCULO, TIRADA UMA AMOSTRA PARA SER ANALISADA COM UMA LUPA DE AMENTO PELO SERVIDOR DA PRF, IDENTIFICANDO AS CARACTERÍSTICAS DA MADEIRA”, EXPLICOU O AGENTE DA PRF ANDERSON IDALGO.

Fonte: Rede Amazônica

Mourão diz que Bolsonaro autorizou nova operação militar na Amazônia

Objetivo é combater crimes ambientais na região

O vice-presidente Hamilton Mourão disse hoje (11) que o presidente Jair Bolsonaro autorizou uma nova operação das Forças Armadas para combater crimes ambientais na região da Amazônia.

“Conversei com o presidente ontem. Ele autorizou. Estamos fechando o planejamento”, disse Mourão nesta manhã, ao ser questionado por jornalistas na chegada ao Palácio do Planalto. O vice-presidente chefia o Conselho Nacional da Amazônia Legal que, entre outros assuntos, trata do combate aos crimes ambientais na região amazônica.

O custo da nova operação, que deve durar dois meses, é de R$ 50 milhões, disse Mourão. Ele acrescentou já ter conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que teria garantido os recursos. O início da missão deve se dar, “em princípio”, já na próxima semana, acrescentou o vice-presidente.

Desde 2019, foram autorizadas duas operações das Forças Armadas na Amazônia, chamadas Verde Brasil 1 e 2. A mais recente delas se encerrou em abril.  A ideia é que a nova operação dure dois meses, disse Mourão. O planejamento da missão fica a cargo do Ministério da Defesa, que deve definir a área de atuação dos militares.

Mourão disse que é necessário também o alinhamento com os órgãos ambientais. “Preciso que o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]e o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade] cheguem junto, porque senão não tem sucesso”, afirmou.

Para que a operação Garantia da Lei e da Ordem (GLO) com as Forças Armadas na Amazônia seja efetivada é preciso a publicação no Diário Oficial da União de decreto presidencial que autorize a medida.

Fonte; Graça Adjuto A/B

PF deflagra 2ª fase da Operação Illusio contra crimes ambientais em Rondônia

Segundo as investigações um advogado é apontado como o responsável por dar aval à invasão a Reserva do Assentamento Margarida Alves, em Nova União.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), a 2ª fase da Operação Illusio em Rondônia. Uma organização criminosa é investigada por incêndio, desmatamento e invasão de terras da União.

Segundo a Polícia Federal, os trabalhos tiveram início após a informação de que um grande incêndio estaria acontecendo na Reserva do Assentamento Margarida Alves, em Nova União (RO). No local, foram verificados crimes de queimadas, desmatamento e invasão de terras.

A liderança do grupo invasor foi identificada pela polícia, assim como um advogado apontado como o responsável por dar aval à invasão. Os envolvidos podem responder por estelionato, invasão de terra, incêndio, desmatamento e associação criminosa.

Esta fase da operação tem como objetivo promover a descapitalização do grupo criminoso, sendo cumpridos mandados de busca de apreensão, sequestro de veículos e de valores das contas bancárias e aplicações financeiras, incluindo investimentos em ações.

Na primeira fase da operação, em dezembro de 2020, foram cumpridos seis mandados de prisão e de busca e apreensão em Nova União e em Ouro Preto do Oeste (RO). Na época, a perícia ambiental constatou uma área degradada em aproximadamente 1.663,1379 hectares, sendo o dano ambiental estimado em R$ 3.540.825,69.

Fonte: G1/RO

Polícia flagra invasores ocupando área ao redor do Parque Estadual em RO

Segundo a operação, principal investigado estaria instruindo os demais em como invadir a unidade de conservação. As investigações começaram ano passado quando se descobriu que uma organização criminosa estava invadindo o Parque.

Um grupo formado por mais de 100 pessoas foi flagrado morando ao redor do Parque Estadual Guajará-Mirim. Parte dos ocupantes é alvo na operação Bico Fechado, deflagrada na quarta-feira (9).

A ação combate a ocupação, comércio e a exploração ilegal de recursos naturais no Parque e na área denominada “Bico do Parque”, localizada ao redor da unidade.

Segundo a promotora de justiça, Fernanda Alves Pöppl, foram construídos barracos ilegais por esses invasores. O principal investigado estaria instruindo os demais em como invadir a unidade de conservação, como omitir provas e como atrapalhar o trabalho de fiscalização.

“As investigações começaram ano passado quando se descobriu que uma organização criminosa estava invadindo o Parque. Vários líderes foram identificados ao longo desse tempo. Ontem foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, também foram decretadas medidas cautelares de bloqueio patrimonial”, disse a promotora.

Até o momento, já são mais de R$ 80 milhões apurados em danos ao meio ambiente. O Ministério Público ajuizou uma ação civil pública para desocupação da área e para ressarcimento dos danos ambientais gerados.

A operação é organizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, com o apoio do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Civil, por meio das Delegacias Regionais de Guajará-Mirim, de Nova Mamoré e do Departamento de Polícia Especializado.

Fonte: G1/RO

PF deflagra Operação “Wood Land” no combate a exploração ilegal de madeira em terras indígenas

A ação mira os estados de Rondônia e Mato Grosso, mais de 20 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Madeireiras são investigadas por fraudes no sistema DOF, através da movimentação virtual fraudulenta de créditos florestais. — Foto: Polícia Federal/Divulgação
Operação da Polícia Federal Mira RO e MT

A Operação “Wood Land” foi deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira (11) para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em quatro cidades de Rondônia e Mato Grosso. Um grupo criminoso é investigado pela prática de crimes ambientais como extração e comercialização ilegal de madeira nas terras indígenas Igarapé Lourdes e Sete de Setembro.

Cerca de 120 policiais participaram da operação para o cumprimento de 27 mandados em Ji-Paraná (RO), Cacoal (RO), Ministro Andreazza (RO) e Rondolândia (MT).

Segundo a PF, após uma operação realizada em dezembro de 2020, um grupo que atua com extração ilegal de madeira em terras indígenas foi identificado, assim como os responsáveis pelos maquinários usados nos crimes, as serrarias receptoras das madeiras e os proprietários delas.

As madeireiras envolvidas são investigadas por movimentação virtual fraudulenta de créditos florestais. Ainda foram identificados olheiros e batedores que atuariam com o objetivo de informar sobre a presença da polícia ou fiscalização ambiental e auxiliar na fuga.

Os trabalhos da polícia também apontaram para alguns indígenas que estariam envolvidos nos crimes, permitindo a entrada de madeireiros nas terras em troca de comissões ou conserto de veículos.

Ainda conforme a PF, apenas na TI Sete de Setembro foram degradados em 2020 mais de 5 mil hectares de floresta, o que causou um dano ambiental estimado em R$ 139.505.732,51.

Os responsáveis pelos crimes podem responder por desmatamento, falsidade ideológica e usurpação de bens da União, além de outros crimes que possam ser identificados durante as investigações.

Wood Land – traduzido como Terra da Madeira – se refere à região fica em espécies valiosas de madeira que é explorada pelos madeireiros investigados.

Fonte: Departamento de Comunicação Integrada da PF

Ação conjunta da PF e Ibama combatem crimes ambientais em RO

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três cidades do estado.

Operação da PF e Ibama visa madeireiras irregulares em RO — Foto: PF/Divulgação
PF deflagra operação Floresta S/A

A “Operação Floresta S/A” foi deflagrada na manhã desta terça-feira (27) em Rondônia pela Polícia Federal com o objetivo de combater crimes ambientais cometidos por madeireiras irregulares. A ação foi realizada juntamente com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão nos municípios de Alto Paraíso, Buritis e Ariquemes.

Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram em agosto de 2020 depois de uma fiscalização realizada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental do Estado de Rondônia (Sedam) e Polícia Ambiental, quando encontraram diversas irregularidades quanto a quantidade de madeiras nos pátios das empresas em relação ao informado no Sistema DOF.

Foi apurado a existência de fraudes relacionadas ao comércio virtual de créditos de madeira através desse sistema. A PF concluiu que as empresas utilizavam o sistema para dissimular a origem ilícita da madeira que havia sido extraída de áreas de proteção ambiental.

Foram encontrados nos pátios das madeireiras toras de árvores da espécie castanheira, que tem a extração e comercialização proibida.

Os investigados podem responder pelos crimes de desmatamento em terras de domínio público, dificultar a fiscalização ambiental e falsidade ideológica.

Fonte: Comunicação social da PF

PF apreende cerca de 260 gramas de material semelhante a ouro em operação em Humaitá.

A operação é contra crimes ambientais, e mira reunir provas contra os investigados, que possuem dragas responsáveis pela extração de minérios valiosos, especialmente ouro, do Rio Madeira.

A Polícia Federal faz uma operação contra crimes ambientais no interior do Amazonas, nesta terça-feira (23). No total, são cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Humaitá.

Segundo a PF, suspeitos de exploração ilegal de minérios vivem na cidade. A ação dessas pessoas causa impactos ambientais e prejuízos à saúde pública.

O objetivo dos mandados de busca e apreensão é reunir provas contra os investigados, que possuem e controlam nove dragas que são responsáveis pela extração de minérios valiosos, especialmente ouro, do Rio Madeira.

Foram apreendidos cerca de 260 gramas de material com características de ouro, além de R$ 171 mil em dinheiro.

PF: Cacoal e Espigão do Oeste são alvo de operação contra crimes ambientais

A operação mira também São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (16), a Operação Investor, cumprindo mandados nos Estados de Rondônia, São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, visando desarticular grupo criminoso voltado para a prática de crimes ambientais, relacionados à exploração ilegal de diamantes na Terra Indígena Sete de Setembro e Reserva Roosevelt, localizadas nos municípios de Cacoal e Espigão do Oeste, respectivamente.

Cerca de 35 policiais federais estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Federal de Vilhena, nas cidades de Espigão do Oeste, Cerejeiras, Clementina (SP), Montenegro (RS) e Domingos Martins (ES).

De acordo com a PF, as investigações tiveram início após a informação de que uma pessoa estaria procurando investidores na internet para atuação e exploração de diamantes em garimpo em terras indígenas no estado de Rondônia. A pessoa foi identificada como sendo um garimpeiro residente na cidade de Espigão do Oeste.

No decorrer das investigações, a Polícia Federal conseguiu identificar os investidores do garimpo, além de intermediadores, garimpeiros e indígenas envolvidos com a atividade ilegal.

Os investidores, residentes em outros estados, enviaram aos garimpeiros altas quantias em dinheiro, a fim de financiar a atividade ilícita, bem como comercializaram os diamantes extraídos com pessoas residentes em outros países.

Os levantamentos realizados culminaram ainda na identificação de como funciona, geralmente, a divisão dos lucros da venda de diamantes, em que 20% pertence ao indígena, 20% pertence aos garimpeiros, 20% são referentes aos custos do maquinário e 40% pertence ao investidor.