No Brasil cristão, o STF põe a igreja no banco de réus

Portugal, Bélgica, Itália, Polônia, Alemanha, Reino Unido, EUA, o Chile, etc., para todos esses países a igreja é essencial.

Os dias tem sido difíceis, não há dúvida. E, ao que parece estão a procura de um culpado e acabaram tornando a igreja ré.

Em muitos países como França, que endureceu o isolamento recentemente; Portugal, Bélgica, Itália, Polônia, Alemanha, Reino Unido, EUA, o Chile, etc., para todos esses países a igreja é essencial. Mas, no Brasil, para maioria dos prefeitos, governadores e ao que tudo indica, do Supremo Tribunal a igreja tem participação na proliferação e deve manter-se fechada.

A pergunta: a igreja aberta pode propagar o vírus como afirmam? A resposta.

Lockdown não garante resultado – É isso que afirma a Organização Mundial de Saúde. Se funcionasse São Paulo estaria adiantado no combate a doença. Dá pra entender?

A igreja pode ser comparada aos locais realmente aglomerados – Como comparar igreja, que segue os cuidados sanitários, é obrigada regular o número de participação nos cultos e manter o distanciamento com supermercados que não mede números de pessoas por metro quadrado? Lotéricas? bancos? Ônibus? Avião? ETC… Sim, como comparar? Digo: nem há comparação, esses ditos acima estão funcionando enquanto a igreja… Bom, a igreja transmite o vírus.

Quem condena, não conhece seus termos, funcionamento, conduta; seguem a opinião acusatório daqueles que veem a igreja, um mal. Amparam-se em um conceito pré-estabelecido amplamente equivocado e discriminatório sem as bases do conhecimento fático. Se isso não for discriminação, qual nome pode ser dado?

Ficou bem visível o nível de respeito que os políticos possuem pela igreja, GRAU NENHUM. Demonstraram que nunca viram importância no meio social, muito menos a obra que realiza. Quando dizem acreditar é simples narrativa discursiva interesseira.

O que enxergam? Ah irmão, enxergam um curral de gente votante e os líderes sacerdotais, servos que manipulam o curral.

Sim! Os mesmos que estão discriminando as igrejas irão aos cultos na campanha eleitoral à porvir usando a mesma narrativa decorada somente para angariar votos.

APOIO A BOLSONARO PODE SER A CAUSA

A desconfiança impera entremeio os brasileiros com relação a política, a mídia e o judiciário, em conjunto, o sistema demonstra interesse em derrubar o governo e nem disfarçam mais.

Pudera irmão, o deputado Daniel Silveira ainda se encontra preso. Eleito pelo povo e impedido de exercer o mandato, por quê? Crime de opinião? Claro que não, nem existe esse crime. O deputado é bolsonarista e é isso que subentende o peso contra ele e motivos para acreditar nisso não falta e tem nome: Sara Winter, Oswaldo Eustáquio, etc.

Demorou pouquinho, mas chegou a vez da igreja brasileira. O sistema sabe que a imensa maioria do povo cristão apoia Bolsonaro e assim como os outros nomes citados acima, a igreja foi parar, adivinha onde? No banco dos réus.

Não tem outro motivo que explique o que estão fazendo. Até porque, é inegável dentro do estado, nada é tão útil e fundamental como a igreja. Nem precisa ser cristão, um bom ateu consciente reconhece. A obra realizada é indiscutível e principalmente em tempos de angustia se manifesta a essencialidade.

A quem comparar a obra social? O Assistencialismo múltiplo? Quem mais doou cestas básicas, remédios, roupas? Estou falando desse período difícil, pois em outros tempos é simplesmente comum. A obra realizada pela igreja jamais será alcançada pelo Estado. Todos os dias multidões de cristãos envolvidos, cuidando de gente. Não existe absolutamente, outro sistema que dedique cuidado as pessoas como a igreja. Impossível negar.

Quantas pessoas destruída emocionalmente foram restauradas.

Impossível mensurar o número daqueles que conseguiram vencer o vício, a depressão e a enfermidade da alma, isso tudo agora, na pandemia. A igreja não para, mas precisa dos cultos para ser completa.

Não é atoa que o exercício da função é protegido constitucionalmente. Tão protegido que, as surreais decisões favoráveis ao fechamento é ultraje a Constituição. Se percebe, o legislador originário, jamais imaginou que chegaria o dia no qual a igreja fosse tratada como perigosa. Mesmo porque, em todas as crises mundiais, assim como em outras pandemias, a igreja foi o braço da sociedade. Mas, nesse tempo, tomam o lugar de Deus, sentam-se no tribunal para julgar o sagrado como ser fosse profano.

Isso revela o quanto a sociedade encontra-se distante de Deus. Os homens perderam o temor e se vêem mais sábios que o suficiente.

É essencial o médico que cura, o psicólogo e o mercado que dispõe o alimento, mas a igreja que contribui com a fé, não.

Como disse André Mendonça: Não há cristianismo sem vida comunitária. Não há cristianismo sem a casa de Deus. Não há cristianismo sem o dia do Senhor. É por isso que os verdadeiros cristãos não estão dispostos, jamais a matar por sua fé, mas estão sempre dispostos a morrer para garantir a liberdade de religião e de culto.

Foto de Josinelio Muniz

Por Josinelio Muniz*

* Josinelio é Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

O balcão de negócios na distribuição de cargos ao Partido Social Cristão

Triste país de políticos (corruptos) mais interessados na distribuição do butim ou na fatia dos cargos do governo.

Com nove deputados na Câmara, integrantes da bancada do PSC cobraram nesta quarta-feira, 24, mais espaço no governo em troca do apoio que tem dado em votações – cerca de 90%, segundo as contas dos parlamentares. A reivindicação foi feita por integrantes da legenda em café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada. Fonte: Por Agência Estado.

É a velha política em ação continuando a dominar a nação em busca de seu espaço para tungar o Erário através da nomeação de cupinchas para os caragos da República.  

Não tem jeito. Renova-se o Parlamento, mas os vícios e as safadezas continuam impregnados no tecido político brasileiro.  A alternativa seria, talvez, a instituição do voto facultativo, a candidatura avulsa sem vinculação partidária e a criação do voto distrital puro. Ressaltando-se que o voto obrigatório, uma excrecência democrática, é o responsável pela eleição e reeleição de políticos mequetrefes, bem como pela baixa qualidade dos políticos nacionais.

Este país vai de mal a pior. Sai o Lulismo e entra o Bolsonarismo com promessas falaciosas de combater a velha política, o toma lá, dá cá, a corrupção, mas logo em seguida, em  busca de apoio político para não ser cassado, vai procurar o colo do Centrão, que o general de pijama Augusto Heleno cantarolou de ladrão.

Diferente do que pensam o deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) não é nada natural sob a ótica da moralidade pública parlamentar ir reivindicar espaço no governo para obter cargos ou outros benefícios. Os interesses políticos, eleitorais devem respeitar os princípios republicanos. Os interesses partidários não podem se sobrepor aos interesses da República, aos interesses da coletividade social.

Votar as propostas positivas de qualquer governo é dever ético e moral do parlamentar comprometido com o fortalecimento e desenvolvimento do país. Condicionar apoio ao governo, no Parlamento,  mediante a troca de interesses quaisquer,  é praticar a velha política que tanto tem denegrido a imagem dos congressistas e que o presidente Bolsonaro prometeu combater, mas decepciona ao procurar o Centrão. 

Parlamentar que se preze tem de se preocupar apenas com as suas funções constitucionais no Legislativo e não ficar pressionando governos a distribuir cargos a quem quer que seja, pois este filme já é velho conhecido da corrupção política brasileira.

Assim, quando se presencia o governo reunir-se com representantes do PSC para negociar a distribuição de cargos, a cena nos remete a um bando de urubus disputando o seu pedaço de carniça na mesa da imoralidade.

Por Júlio César Cardoso – Servidor federal aposentado Balneário Camboriú-SC

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