Bolsonaro rebate críticas por ter recebido alemã de extrema direita

“Recebi deputada eleita democraticamente”, diz o presidente após foto com neta de um ex-ministro da Alemanha nazista

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou a apoiadores nesta quinta-feira (29) sobre o encontro que teve com Beatrix von Storch, deputada alemã da extrema-direita e neta de um ex-ministro das Finanças da Alemanha nazista. O titular do Executivo defendeu a reunião e a comparou com o episódio em que se reuniu com Luis Miranda (DEM-DF).

“Semana passada tinha um deputado chileno e uma deputada alemã visitando a Presidência. Poxa, tratei, conversei, bati um papo. Vai que a deputada alemã é neta de um ex-ministro do Hitler. Pô, me arrebentaram na imprensa. Acho que a gente não pode ligar um pai a um filho, muitas vezes, um fez uma coisa errada e ligar a outra”, afirmou.

“Os regimes comunistas né, quando encontravam com um homem, acusado de um crime, prendia a esposa, filhos. Eu não posso receber essa deputada? Foi eleita democraticamente na Alemanha. Se eu for ver a ficha de cada um para ser atendido. Primeiro, vou demorar horas para atender”, completou.

As declarações foram dadas por Bolsonaro a apoiadores no Palácio do Alvorada e transmitidas por um canal no Youtube. O titular do Executivo comparou, ainda, o encontro com a parlamentar alemã ao momento em que recebeu o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que o alertou sobre as irregularidades no contrato da Covaxin, vacina contra a covid-19 produzida pela Índia.

“Igual eu recebi aqui o deputado Luis Miranda aqui, não vou falar nada sobre ele. Deixa ele. Está sendo investigado pela PF, pelo Conselho de Ética da Câmara também”, disse.

Encontro

O encontro da deputada alemã com Bolsonaro ocorreu em Brasília. Na ocasião, ela também se encontrou com parlamentares bolsonaristas (Bia Kicis, por exemplo). Beatrix, que integra o partido de extrema-direita Alternativa para Alemanha, compartilhou imagens da reunião em sua conta no Instagram.

“Em uma conversa de uma hora, pude discutir a situação de nossas duas nações com o presidente. Fiquei profundamente impressionada com a compreensão que o presidente tem dos problemas da Europa e dos desafios políticos de nosso tempo”, disse.

“Embora tivesse acabado de terminar mais uma internação hospitalar em decorrência do assassinato, ele parecia controlado, determinado e cheio de confiança. Em contraste com o que a grande mídia retratou, ele é humilde, bem-humorado e amigável nas relações pessoais. O Presidente é, sem dúvida, um homem de convicções profundas, de fé cristã e de profundo amor pela pátria”, acrescentou.

Beatrix comentou ainda que, para ser capaz de combater com sucesso a esquerda, “os conservadores também devem se relacionar melhor internacionalmente”. “O Brasil é uma potência emergente e, ao lado dos EUA e da Rússia, pode ser um parceiro estratégico global da Alemanha com quem podemos construir o futuro juntos”, acredita.

Fonte; R7

Ministro critica municípios que criam regras próprias de vacinação

Marcelo Queiroga ressalta importância do “esforço tripartite”

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu hoje (16) o esforço conjunto entre as três esferas de governo, no sentido de valorizar e seguir as estratégias definidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). O ministro criticou  os municípios que já estariam anunciando a aplicação da terceira dose da vacina  contra a covid-19, antes mesmo de a totalidade da população ter tomado a primeira dose. 

As declarações foram feitas em Campo Grande (MS), onde o ministro participou da solenidade na qual foram anunciadas ações locais de atenção primária à saúde.

Ao ressaltar a importância do “esforço tripartite”, que envolve ministério e secretarias estaduais e municipais de Saúde, Queiroga disse que todos devem “seguir juntos” em relação à Campanha Nacional de Vacinação. “Não podemos ter municípios criando regras próprias e escolhendo subgrupos diferentes para vacinação”, disse ao criticar prefeitos e secretários que estariam criando “estratégias próprias diferentes” do que foi pactuado na tripartite, incluindo subgrupos que não foram ali elencados.

“Tem município anunciando a terceira dose. Como anunciar a terceira dose se não aplicamos a primeira dose em 100% da população brasileira? Isso gera calor em vez de gerar luz. Precisamos ter dados oriundos da ciência para poder tomar decisão. Não pode ser uma ciência self-service, em que se sai usando o que quer. Tem de ter base sólida. Não sabemos ainda como é a intercambialidade de doses. Existe uma ou duas publicações sobre isso”, argumentou o ministro.

Fonte; Agência Brasil

Bolsonaro defende voto impresso e critica investigação da facada

Presidente voltou a desafiar opositores ao tema, ironizou Lula e desabafou sobre apuração do atentado feita pela PF: ‘Não andou’

O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que, caso o Congresso aprove, o Brasil terá voto impresso. O tema é uma das bandeiras do chefe do executivo federal, que defende que o sistema traz maior confiabilidade à votação, visualizando sua campanha à reeleição.

“Só na fraude o 9 dedos volta [fazendo referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, virtual adversário do presidente em 2022]. Agora se o Congresso aprovar e promulgar, teremos voto impresso. Não vai ser uma canetada de um cidadão como esse daqui [apontando para o celular] que não vai ter voto impresso, pode esquecer isso daí”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio do Alvorada, na manhã desta segunda-feira (21).

A tese é rebatida rebatida pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, que aponta que o sistema por urnas eletrônicas é auditável e confiável, além de defender que não haveria tempo hábil para estruturar o sistema de voto impresso até a eleição de 2022. Ele vê retrocesso na possível adoção da medida, mas já afirmou à comissão especial que discute o tema na Câmara que se o Congresso aprovar a medida e o STF (Supremo Tribunal Federal) referendá-la, fará de tudo para cumpri-la.

Em 10 de junho, disse durante transmissão ao vivo semanal pelas redes sociais, Bolsonaro fez menção direta a Barroso e criticou a possibilidade de judicialização da medida.

“Tenho visto o ministro Barroso me criticando: ‘Vamos ter problemas se tiver voto impresso’. Que problema o quê, Barroso?”, argumentou o presidente. “Que negócio é esse de judicializar o voto impresso?”, disse Bolsonaro. “Não tem cabimento isso. Se o Congresso aprovar o voto impresso, vamos ter eleições com voto impresso e ponto final, não se discute mais esse assunto. Ponto final. Cada um de nós deve respeitar a Constituição e o Parlamento brasileiro.”

Em 2002, o TSE utilizou as eleições daquele ano para testar o voto impresso por meio de um aparelho acoplado às urnas eletrônicas. A mudança havia sido aprovada pelo Congresso Nacional por meio da Lei 10.408/2002, e já valeria para o pleito municipal de 2004. Antes, no entanto, o órgão decidiu ver como o sistema funcionaria na prática, e, por vários inconvenientes, ele foi reprovado.

O tribunal relatou que, por causa da alteração no processo do voto, as filas ficaram maiores nos 150 municípios que serviram de teste, aumentou o número de votos nulos e brancos e, por causa de problemas técnicos (algumas impressoras não funcionaram), foi maior o percentual de urnas com votação por cédula, “com todo o risco decorrente desse procedimento”.

Facada


Questionado sobre como andam as investigações da Polícia Federal sobre o atentado que sofreu durante as campanhas à Presidência, Bolsonaro disse a apuração “nunca andou”.

“[Há] Interesses outros. Pessoal pensa que o governo é um quartel. No quartel dá ordem e o cara cumpre. Aqui tem muitos interesses. Não foi o Adélio que… da cabeça dele. Sigilo de telefone eles quebram de todo mundo. Do Adélio eles não podem quebrar”, reclamou.

Caminhoneiros

Em resposta a um caminhoneiro que disse que a categoria “está na UTI”, Bolsonaro afirmou estar confiante na aprovação de um projeto de lei que fixa o valor do ICMS nos combustíveis em todo o Brasil.

“O maior problema de vocês é o preço do combustível. Deve ser votado nesta semana, não sei se vai ser aprovado, um projeto de lei complementar para regulamentar uma emenda constitucional de 2001, onde diz que o ICMS tem que ter um valor fixo, nominal, em real, né, no Brasil todo. Está com dificuldade de aprovar, mas depois negociamos com o Arthur Lira para deixar que cada estado defina nominalmente, e não o percentual, o valor do diesel, gasolina, álcool… o valor do ICMS”, afirmou.

“Porque para vocês chegarem no posto e ver lá o preço da refinaria, o imposto federal que tem, o estadual, margem de lucro do posto e uma coisa gravíssima também, que é o transporte. Aí está um monopólio que tem aqui há décadas no Brasil. Então se a gente aprovar isso daí, com cada governador dizendo quanto é seu ICMS, a gente resolve a questão do combustível no Brasil”, complementou.

Fonte: R7

Bolsonaro critica ‘passaporte da vacina’: ‘Se passar, eu veto’

Projeto de lei, que passou no Senado, prevê que estabelecimentos públicos e privados exijam documento para a entrada nos locais


O presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou na manhã desta terça-feira (15) o projeto de lei que cria um passaporte da vacinação. A proposta, que passou no Senado na semana passada e vai para a Câmara, permite que estabelecimentos públicos e privados condicionem a entrada do público nos locais com a apresentação de comprovante de vacinação ou teste negativo para covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas.

“O que acha do passaporte da covid? Uma onda aí, estourou nas redes sociais. Sem comentários. A vacina vai ser obrigatória no Brasil? Não tem cabimento. Alguns falam que para viajar tem que ter cartão de vacinação. Olha, cada país faz as suas regras”, afirmou o chefe do executivo federal em tradicional conversa com apoiadores em frente ao Palácio do Alvorada. 

O texto estabelece que o CSS (Certificado de Imunização e Segurança Sanitária) poderá ser utilizado para autorizar a entrada em locais e eventos públicos, o ingresso em hotéis, cruzeiros, parques e reservas naturais, entre outras possibilidades.

Para o presidente, comparações com outros países não podem ser feitas, pois cada nação estabelece suas regras.

“Se para ir para tal país, tem que ter tomado tal vacina. Se não tomar, não entra. Não acredito que passe no Parlamento. Se passar, eu veto e aí o Parlamento vai analisar o veto. Se derrubar, aí é lei”, complementou.

Conforme o relator do PL 1.674/2021, senador Carlos Portinho (PL-RJ), o objetivo é conciliar a adoção de medidas restritivas para conter a pandemia com a preservação dos direitos individuais e sociais.

O CSS, se aprovado, será implementado por meio de plataforma digital e poderá ter sua validade fixada com base nos seguintes certificados: Nacional de Vacinação (CNV), Internacional de Vacinação (CIV), Nacional de Testagem (CNT) e Internacional de Testagem (CIT). O governo federal poderá criar fonte orçamentária específica para implantação do CSS.

Fonte; R7

Bolsonaro critica comissão e ataca Renan e Aziz: ‘CPI dos Patifões’

Presidente reclamou do tratamento dado pelos senadores à médica Nise Yamaguchi, ontem, durante depoimento à comissão

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar os trabalhos da CPI da Covid no Senado. Na manhã desta quarta-feira (2), em conversa com apoiadores, ao citar a operação da Polícia Federal que tem como um dos alvos o governador do Amazonas, o presidente reclamou dos integrantes que conduzem a comissão.

“A CPI dos Patifões, o presidente e o relator, que já falaram que não vão apurar desvio de recursos. Quem conhece Omar Aziz (presidente do colegiado) e Renan Calheiros (relator) não precisa falar nada”, afirmou.

A exemplo do que já havia feito em rede social mais cedo, Bolsonaro voltou a reclamar do tratamento dado à médica oncologista Nise Yamaguchi, que foi ouvida nesta terça (1º) pelos senadores.

“Viram que a CPI fez com a Nise Yamaguchi ontem, isso é uma covardia. A Mayra [Pinheiro, secretária do departamento de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, que prestou depoimento na semana passada] entrou com ação contra eles, né? Agora quando vai lá gente suspeita eles tratam muito bem, até defendem”, reclamou o presidente.

A CPI da Covid ouve nesta quarta a médica infectologista Luana Araújo, que foi descartada do comando de uma secretaria do Ministério da Saúde antes mesmo de assumir.

Fonte: R7

Bolsonaro rebate críticas de Renan e relembra polêmicas envolvendo o relator da CPI (veja o vídeo)

O presidente afirmou que o Governo Federal fez tudo o que podia para combater o vírus no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro criticou, nesta quarta-feira (26), a postura de “inquisidor” do relator da CPI da Covid-19, o senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Em conversa com apoiadores, ele lembrou que o emedebista já declarou que não tem intenção de investigar prefeitos e governadores, que receberam bilhões de verbas federais para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.

O presidente afirmou que o Governo Federal fez tudo o que podia para combater o vírus no Brasil; apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando que Estados e municípios teriam autonomia para colocar em prática as medidas que considerassem necessárias.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) vem focando, há quatro semanas, apenas nas supostas ações e omissões do Governo Bolsonaro. Porém, o próprio ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, afirmou que o órgão fiscalizador encontrou 278 ‘entes federados’ com suspeitas de desvio dos recursos federais

“Esse levantamento resultou em 53 operações que fizemos junto com a polícia”, apontou.

Bolsonaro relembrou várias polêmicas, envolvendo a biografia de Renan. Em uma delas, ele disse:

“Foi o Renan que falou que a CPI não ia investigar desvio de recursos. Ele falou, tem vídeos. Ele fica como inquisidor: ‘é sim ou não’”, constatou e riu quando uma apoiadora questionou se o relator da CPI “continua pagando amante com dinheiro público”.

“Já que você falou: responda sim ou não. Tem que ser objetivo”, ironizou, acrescentando que é muito difícil governar o Brasil e lembrou da situação em que se encontrava o país quando foi eleito.

Confira o vídeo:

Fonte: JPNews

Bolsonaro se irrita com apoiadora, brinca com impeachment e mira 22

Presidente ironiza mídia e diz não ver a hora de decidir o partido político para disputar as eleições para o Planalto do ano que vem

O presidente Jair Bolsonaro se irritou, nesta terça-feira (25), com a cobrança ríspida de uma apoiadora que estava no Palácio do Alvorada para saudá-lo e pedir a intervenção das Forças Armadas. O chefe do Executivo federal também brincou com um novo pedido de impeachment e revelou ansiedade para definir o partido político pelo qual vai se candidatar e disputar as eleições ao Planalto em 2022.

Ao descer do carro oficial, Bolsonaro foi surpreendido pela eleitora, que lembrou que ele é chefe das Forças Armadas e, em seguida, pergunta por que deixava o povo brasileiro, os ministros sofrerem e ele próprio sofrerem. Visivilmente aborrecido, o presidente disparou. 

“Você passou 30 anos votando em quem? Você passou 30 anos votando em quem? Você passou 30 anos votando em que tipo de gente? Calma lá, vamos com calma no negocio aí. Quer ditadura? Não é comigo”, começou. “Tem um posicionamento contra, a favor, do 31 de Março de 64? Tem alguma posição tua? Porque vieram tudo para cima da gente, contra a gente naquela época. Não vou discutir esse assunto, não vou debater. Quem não tá contente comigo tem Lula em 22″, afirmou.

Após fotos com outros apoioadores, Bolsonaro voltou a dirigir a palavra à mulher que o criticou. “O povo reclama de alguns prefeitos aí, igual aquele de Araraquara. Ele deitava e rolava no lockdown, foi reeleito. Então, por favor, não me venha falar dessa maneira comigo mais. Não me venha mais falar dessa maneira comigo porque se o cara foi reeleito é porque está fazendo a coisa certa. Continua fechando Araraquara. Se não fosse a nossa CEAGESP socorrer com 300 toneladas de alimentação, o povo lá tava numa situação bastante complicada”, explicou. 

Diante do clima tenso, a senhora pediu desculpas e afirmou que foi mal interpretada. “Não entendi mal não. A senhora é forte candidata em 22 para chegar, assumir e resolver os problemas do Brasil”, finalizou Bolsonaro.

“Assisto ao Chaves”

O presidente pergunta aos apoiadores se gostaram do passeio de moto no Rio de Janeiro no último domingo (23) e ironiza a mídia, que, segundo ele, deu pouca importância ao evento. “Eu não estou preocupado com mídia não. A gente vê sem querer essas porcarias aí. Eu, quando não tenho o que fazer, assisto Chaves”, disse para comemoração dos apoioadores.

Bolsonaro também respondeu a um homem, que destacou um pedido de impeachment assinado pelo ex-jogador Walter Casagrande e a apresentadora Xuxa, além de outras personalidades. “Tem três pedindo meu impeachment aí. Nem dormi essa noite. Xuxa foi uma […]. Conheci o pai dela, era capitão do Exército“, lembrou.

Eleições 2022 e Tarcísio em SP

O chefe do executivo federal avisou que quer resolver logo a situação eleitoral para poder disputar as eleições de 2022. “Eu não vejo a hora de decidir o partido, mas não é decisão minha. […] Sobre partido? Partido, sendo meu, eu aceito a indicação do partido. Se for meu partido, eu aceito a indicação agora. Ninguém quer entregar o osso para gente. Querem entregar só o casco do boi, nem um ossinho com tutano”, disse.

Bolsonaro também reforçou o desejo do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em disputar as eleições para o governo de São Paulo. Para o presidente, o auxiliar tem grandes chances de conquistar o Palácio dos Bandeirantes.

“Tarcísio está pensando em ser governador em São Paulo. Eu acho que leva em São Paulo. Ele é competente, mostra serviço, trabalha, é formado pelo academia em Resende. Formado pelo IME, concursado da Câmara. Foi uma vaga só, foram duas vagas e ele passou. Não tem jeitinho com ele não. Ele tá trabalhando no Brasil todo com orçamento pequeno”, discursou.

Em seguida, Bolsonaro alfinetou a oposição: “Você lembram como era o Ministério do Transporte no passado? Era só escândalo, pô. Ou não? Era só escândalo. Lembram como era o BNDES? Quase meio trilhão que foi para o espaço. Como era Caixa Econômica, Banco do Brasil. Só indicação política. Só desvio. Ou você acha que R$ 50 milhões no apartamento do cara ele pegou da onde? Foi num bosque e colheu? Colheu aí nas estatais, nos bancos”, encerrou.

Fonte: R7

Número de mortos em operação no Jacarezinho sobe para 29

Defensores de direitos humanos questionam legalidade da ação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou hoje (8) que subiu para 29 o número de mortos na operação policial realizada na última quinta-feira (6) na favela do Jacarezinho, na zona norte da capital.

A polícia divulgou apenas a identidade do inspetor de polícia André Leonardo de Mello Frias, de 48 anos, e afirmou que os outros 28 mortos eram criminosos.

Considerada a mais letal da história do estado do Rio de Janeiro, a operação policial foi realizada para desarticular uma quadrilha de traficantes de drogas que, entre outros crimes, era suspeita de aliciar menores de idade.

Defensores dos direitos humanos questionam a legalidade da operação, que também despertou a preocupação da Ordem dos Advogados do Brasil, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e do o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos. As três instituições pediram investigações rigorosas e imparciais e ressaltaram o compromisso do Estado no respeito aos direitos humanos.

Casa de mulher de 50 anos ficou repleta de sangue após ação policial no Jacarezinho — Foto: Reprodução
Casa de mulher de 50 anos ficou repleta de sangue após ação policial no Jacarezinho

Responsável por fiscalizar a legalidade da ação, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro emitiu uma nota em que informa que está investigando as circunstâncias das mortes ocorridas durante a operação.

“Todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis em decorrência dos fatos ocorridos estão sendo tomadas pelo MPRJ”, diz o texto, que informa que a promotores estiveram presentes na comunidade, acompanhando os desdobramentos da operação. “Cabe destacar ainda que o MPRJ acompanha a perícia nos corpos das pessoas mortas durante a intervenção policial”, informou a nota.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, defendeu a Polícia Civil e afirmou na noite de ontem que a operação foi “o fiel cumprimento de dezenas de mandados expedidos pela Justiça.”

Já uma nota conjunta assinada por entidades como a Anistia Internacional no Brasil, a Justiça Global, o Instituto Marielle Franco e o Movimento Negro Unificado classifica a operação como um massacre. Defensores de direitos humanos, moradores de favelas e familiares de vítimas de violência policial realizaram protestos ontem (7) contra as mortes.

Fonte: Agência Brasil

Presidente do Clube Militar, sobe o tom e tece fortes críticas ao STF e a CPI da Covid

“O Brasil é a Pátria do evangelho! Natural, portanto, que o poder das trevas queira destruir nossa Nação”.

“O Brasil é a Pátria do evangelho! Natural, portanto, que o poder das trevas queira destruir nossa Nação”.

Assim o Clube Militar inicia nota assinada pelo General Eduardo José Barbosa com severas críticas ao Supremo Tribunal Federal e a famigerada CPI da Covid.

E a própria nota explica a citação de abertura:

“Evidente que, embora muitos acreditem literalmente nesta citação, ela abre esse nosso pensamento tão somente para sintetizar o momento que atravessa nosso País, afinal, como muitos dizem, bastou a eleição de um Presidente que acredita em Deus para que todo o inferno se levantasse contra ele.”

Na sequência, os militares criticam com veemência “os acontecimentos protagonizados nos últimos dois anos pelo STF e pelo Congresso Nacional”.

Sobre a CPI da Covid, o Clube Militar é contundente:

“O resultado dessa ‘investigação’ todos já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer. Ou por não usar as máscaras utilizadas por alguns para se esconder da população. Utilizando uma expressão usada nas mídias sociais, temos os ‘Marcolas e Fernandinhos beira mar’ investigando a atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas.”

Leia a íntegra:

“O Brasil é a Pátria do evangelho! Natural, portanto, que o poder das trevas queira destruir nossa Nação”.

Evidente que, embora muitos acreditem literalmente nesta citação, ela abre esse nosso pensamento tão somente para sintetizar o momento que atravessa nosso País, afinal, como muitos dizem, bastou a eleição de um Presidente que acredita em Deus para que todo o inferno se levantasse contra ele.

Os acontecimentos protagonizados nos últimos dois anos pelo STF e pelo Congresso Nacional bem demonstram essas afirmações. O Estado Democrático de Direito, que pressupõe respeito às Leis vigentes, particularmente à Constituição Federal, só serve para aulas em cursos universitários porque, na prática, não é respeitado pelo Legislativo e Judiciário.

Normas processuais sofrem mudanças de interpretação para atender a réus poderosos. Se não conseguem inocentar o bandido de estimação, basta encontrar subterfúgios para anular processos, a ponto de um Ministro do STF afirmar que o combate à corrupção é prejudicial ao país pois causa prejuízos maiores que a própria corrupção. Esquece esse Senhor, que com sua capa preta bem lembra as trevas que representa, que o prejuízo não contabilizado nesse seu nefasto voto diz respeito à investidores que retiram seus recursos de países onde impera a corrupção.

Esse mesmo Tribunal, que ignora a Constituição, conferiu poderes para governadores e prefeitos usarem a pandemia para desviarem dinheiro público e não tratar adequadamente a população, agora culpando o Presidente que eles impediram de coordenar as ações.

E como “as trevas” têm poder devastador, no dia 27 de abril de 2021, instalou-se uma CPI no Senado Federal, encabeçada por um senador cuja família foi presa recentemente por acusações de esquema de corrupção no Amazonas, composta por aliados dos governantes corruptos e tendo como relator um dos campeões em denúncias de corrupção, cujos processos acumulam mofo e traças nas gavetas dos “foros privilegiados”. O resultado dessa “investigação” todos já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer. Ou por não usar as máscaras utilizadas por alguns para se esconder da população. Utilizando uma expressão usada nas mídias sociais, temos os “Marcolas e Fernandinhos beira mar” investigando a atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas.

Um certo ex-presidente, condenado por corrupção, mas que está em campanha, representando “as trevas”, acostumado a mentir mundo afora, declarou que nossa Suprema Corte é acovardada. Claro que é mais uma de suas mentiras. Os integrantes têm muita coragem pois criaram sua própria constituição federal e se auto elegeram presidentes da república. Acovardados, por conveniência de terem seus processos engavetados, são nossos Senadores que não iniciam processos contra aqueles Ministros que cometem crimes de responsabilidade, como escrito na Constituição oficial vigente.

Acovardados são os nossos congressistas, que também por interesse próprio, não aprovam prisão em primeira ou segunda instância, como ocorre no mundo inteiro.

Acovardada é a população que aceita o cerceamento de suas liberdades pétreas passivamente.

Acovardada é a extrema mídia que, para ajudar o “poder das trevas”, tenta destruir a reputação de um presidente democraticamente eleito disseminando notícias distorcidas e as vezes falsas.

Acovardados são os que defendem a liberdade de expressão desde que o dito seja favorável à ideologia destrutiva que pregam.

Acovardados são os que usam suas canetas de luxo para tentar calar os apoiadores da verdadeira democracia, que lutam pelos seus direitos listados no artigo 5º da Constituição oficial vigente, garantia inquestionável de um país genuinamente democrático.

Acovardados são aqueles que, não satisfeitos com a facada, querem sangrar o Presidente eleito até a morte.

Portanto, se neste cenário atual, o Poder Executivo, único dos três poderes que está sendo obrigado a seguir a constituição a risca, que utilize o Art 142 da Constituição Federal (vigente) para restabelecer a Lei e a Ordem. Que as algemas voltem a ser utilizadas, mas não nos trabalhadores que querem ganhar o sustento dos seus lares, e sim nos verdadeiros criminosos que estão a serviço do “Poder das Trevas.”

“Brasil acima de tudo”.

Rio de Janeiro, 28 de abril de 2021.

Gen Div Eduardo José Barbosa

Presidente do Clube Militar

Fonte: JCO

Bolsonaro anuncia comitê com os 3 poderes para combater pandemia

Medida ocorre após série de críticas em relação à má gestão do governo na crise sanitária, que já matou quase 300 mil brasileiros

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta quarta-feira (24) a criação de um comitê de enfrentamento à covid-19 com a participação de representantes dos três poderes. A medida ocorre após uma série de críticas em relação à má administração do governo federal da crise sanitária que já matou quase 300 mil brasileiros.

O grupo, que contará com a participação de governos estaduais e municipais, ministérios e outros órgãos da administração federal, deverá se reunir semanalmente para definir políticas nacionais uniformes para lidar com a pandemia.

Participaram do encontro, no Palácio da Alvorada, os presidentes do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), além do vice-presidente da República, Hamilton Mourão – veja a lista dos participantes abaixo.

“Reunião bastante proveitosa. Mais do que harmonia, imperou a solidariedade e intenção de minimizarmos os efeitos da pandemia. Vida em primeiro lugar”, afirmou Bolsonaro em entrevista coletiva após o encontro. “Será criada uma coordenação junto aos governadores. A intenção é dedicar cada vez mais vacinação Brasil.”

Apesar da mudança de tom no discurso, o presidente insistiu no tratamento precoce, que não tem, até o momento, qualquer evidência científica de eficácia. “Discutimos também a possibilidade de tratamento precoce, que fica a cargo do novo ministro da Saúde. Uma nova cepa ou novo vírus apareceu. Precisamos dar atendimento adequado às pessoas. Não temos ainda o remédio. […] Estamos no caminho para o Brasil sair dessa situação complicada”, disse.

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na sequência que a reunião foi “de alto nível”, com harmonia entre os três poderes.

Fonte: R7