Fale conosco pelo WhatsApp(69) 99916-3250

PF deflagra operação Kawyra no combate aos crimes ambientais dentro de Terra Indígena em RO

Conforme os agentes da polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Kawyra, nesta quarta-feira (7), para prender 9 pessoas suspeitas de desmatar e provocar queimadas dentro da Terra Indígena Karipuna, em Porto Velho.

Segundo informações da polícia, a organização criminosa está atuando na região da Terra Indígena Karipuna, no distrito de União Bandeirantes, e é especializada em desmatar, provocar queimadas, lotear e comercializa glebas de terra no interior da reserva.

Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho — Foto: PF/Divulgação
Polícia cumpre mandados de prisão e apreensão em Porto Velho

A operação tem o apoio da Funai e Exército Brasileiro. Ao todo, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão domiciliar e doze mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal da capital.

De acordo com a polícia, as investigações da Operação Kawyra foram iniciadas depois da “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019.

Na ocasião, foi identificado que um grupo utilizava uma associação e uma empresa de georreferenciamento “para iludir supostos compradores de lotes no interior da Terra Indígena Karipuna”, com a falsa promessa de regularização dos terrenos junto aos órgãos responsáveis.

Após os nove suspeitos serem presos, segundo a PF, os mesmos serão levados à sede da PF e encaminhados para o presídio estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

Fonte: G1/RO

PF combate garimpo ilegal em terras indígenas no Pará

Sistema de monitoramento remoto detectou exploração ilegal

A Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Bezerro de Ouro, informou hoje (28) a instituição. O objetivo foi reprimir garimpo ilegal de ouro no interior da terra indígena Munduruku, no Pará.

Segundo a PF, a ação está no contexto da Operação Verde Brasil 2 – um conjunto de atividades focadas na proteção e preservação da Amazônia e demais biomas, bem como das terras indígenas.

Por três dias seguidos, sexta (25), sábado (26) e domingo (27), a PF partiu de helicóptero para três grandes áreas de garimpo mapeadas dentro da terra indígena Munduruku. Ao final foram inutilizados 20 maquinários de garimpos entre pá carregadeiras, tratores e outros. A PF estima dano de ambiental de aproximadamente de R$ 8 milhões, referente ao período de seis meses.

Participaram da operação cerca de 30 policiais federais. A operação também contou com apoio logístico da Força Aérea Brasileira e do Exército. Houve ainda participação de equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em fiscalizações no interior da terra indígena.

As investigações foram realizadas com o auxílio do sistema de monitoramento remoto contratado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o programa Brasil Mais, que possibilita o acesso a imagens de alta resolução e alertas diários de detecção de mudanças ambientais com acompanhamento por satélite. Segundo a Polícia Federal, o sistema permitiu a rápida localização das áreas de exploração ilegal.

A PF esclarece que a legislação brasileira não permite a obtenção de lavras garimpeiras dentro de áreas demarcadas como terra indígena.

Bezerro de Ouro

No dia 6 de agosto, a Polícia Federal deflagrou a primeira fase da Operação Bezerro de Ouro, cumprindo seis mandados de busca e apreensão e sequestro de bens contra um grupo apontado como um dos principais atuantes no garimpo ilegal na região.

Fonte: Kelly Oliveira A/B

Polícia e MP investiga grupo criminoso suspeito de fraudar e desviar recursos do DER em Rondônia

De acordo com as investigações. o prejuízo provocado pelo grupo é de aproximadamente R$ 3 milhões.

Imagem Acessível: Banner com o nome da Operação tendo ao fundo as faixas de segurança de uma estrada e as logos do GAECO e da Polícia Federal
MP e PF deflagram operação Miragem

O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Polícia Federal, deflagrou na manhã desta terça-feira (22/09), a Operação Miragem, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Porto Velho. A operação investiga supostas fraudes na aplicação dos recursos provenientes do Programa PROINVEST, no âmbito do Departamento de Estrada de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos do Estado de Rondônia (DER). 


A investigação, realizada pelo GAECO, revelou indícios de esquema criminoso no âmbito do Grupo Especial de Trabalho Multidisciplinar (NEGEP), instituído no DER/RO desde o ano de 2015, o qual tinha a finalidade de acompanhar os recursos provenientes do mencionado programa. 
Os indícios apontam que alguns membros do mencionado grupo, em tese, falsificaram normativas, suprimiram documentos e vedaram a publicidade de seus atos, o que teria resultado prejuízo ao erário no montante de aproximadamente de R$ 3 milhões, a partir do pagamento de gratificações, em tese, de origem ilícita.
Dentre as ilegalidades apuradas, até o cumprimento das buscas, têm-se indícios de prática dos crimes de organização criminosa, falsificação de documentos públicos e peculato, além de ilícitos civis caracterizadores de improbidade administrativa.

As identidades dos envolvidos serão mantidas em sigilo em atenção ao princípio da intimidade, do devido processo legal e da presunção de inocência.

Em relação ao nome dado à operação, “Miragem” significa efeito óptico que ocorre nas estradas, ocasionando uma falsa percepção da realidade. Nesse contexto, faz alusão às falsidades documentais praticadas, em tese, pela ORCRIM, com a finalidade de desviar dinheiro público, no âmbito do Departamento de Estrada de Rodagem de Rondônia. 

Fonte: Departamento de Comunicação MP/RO

Operação Turing prende grupo que abastecia comércio de drogas em Cacoal, RO

A droga era paga por meio de contas bancárias de terceiros.

A Polícia Civil durante operação prendeu na sexta-feira (18), um grupo que abastecia grande parte do comércio de drogas em Cacoal (RO), na Zona da Mata. Na prisão foram presos 25 pessoas.

Foram cumpridos também na Operação Turing, 23 mandados de busca e apreensão Durante as investigações, foram apreendidos mais de 10 kg de cocaína, avaliada em R$ 330 mil.

Os investigadores verificaram que a remessa da droga saía da capital Porto Velho com destino a Cacoal. Já na cidade, a cocaína era dividida e repassada aos traficantes, que faziam a venda dos entorpecentes. A droga era paga por meio de contas bancárias de terceiros.

A polícia, então, bloqueou as contas após ordem do poder jurídico. A apuração revelou ainda que o grupo era liderado por uma pessoa detida na penitenciária de Cacoal, mas que seguia dando ordens e mandava no tráfico com um celular. Fora da unidade prisional, a esposa do suspeito liderava o comércio por Porto Velho.

Os mandados de busca e apreensão e prisão foram cumpridos em Cacoal, Pimenta Bueno, Jí-Paraná, Guajará-Mirim e Porto Velho.

A operação contou com mais de 50 policiais nas ruas e foi coordenada pelo Núcleo Integrado de Inteligência de Cacoal (PC/PM) sob auxílio das unidades em Cacoal, Porto Velho e Guajará-Mirim.

Fonte: G1/RO

Polícia civil deflagra operação no combate a crimes contra crianças e adolescentes

Mandados foram cumpridos em 4 municípios do estado.

Operação da Polícia Civil foi realizada em quatro cidades de RO — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Operação da Polícia Civil foi realizada em quatro cidades de RO

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (17) para o combate a crimes contra crianças e adolescentes. Foram cumpridos 26 mandados de prisão em Porto Velho, Ji-Paraná (RO), Cacoal (RO) e Vilhena (RO).

A maior parte dos crimes abrangidos na Operação Rhéa são contra a dignidade sexual, como estupro de vulnerável. Participam da ação cerca de 100 agentes.

Segundo a Polícia Civil, o resultado da operação ainda deve ser divulgado, com a contabilização do número de prisões em cada cidade, pois a operação ainda está em andamento.

O nome da operação se refere à deusa mitológica Rhéa (ou Reia), que é a deusa da maternidade, tendo arriscado sua vida para a proteção dos filhos.

Fonte: G1/RO

PF apura suposto esquema de contrabando de veículos de luxo no Paraná

São seis mandados judiciais de prisão, de busca e apreensão

Policiais federais e servidores da Receita Federal no Paraná cumprem seis mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão cujos alvos são suspeitos de participar de um sofisticado esquema de contrabando de veículos de luxo.

Deflagrada nas primeiras horas da manhã de hoje (8), a chamada Operação Super Trunfo é fruto de uma investigação que, segundo a Polícia Federal (PF), já dura dois anos, e apura também a indícios de evasão de divisas, crimes fiscais e lavagem de dinheiro.

Um mandado de prisão preventiva, dois de prisão temporária e três de busca e apreensão estão sendo executados nas cidades de Maringá (PR) e de Cândido de Abreu (PR). Além disso, a Justiça decretou o bloqueio de R$ 15 milhões em veículos, imóveis e contas bancárias pertencentes aos suspeitos.

Operação da PF de combate ao contrabando de carro de luxo
Operação da PF de combate ao contrabando de carro de luxo

Em nota, a PF afirma que os investigados são suspeitos de licenciar veículos esportivos de luxo no Paraguai e, depois, revendê-los ou utilizá-lo no Brasil, onde circulavam com placas paraguaias. Alguns dos automóveis adquiridos supostamente de forma ilícita valem mais de R$ 2 milhões.

Os investigadores também afirmam ter provas de que os envolvidos compravam veículos e imóveis no Brasil por meio de transações financeiras ilegais, de forma a ocultar os reais valores envolvidos nos negócios – o que, segundo a PF, caracteriza crime de lavagem de dinheiro.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

PF faz buscas e prisões em operação sobre contratos de tecnologia

Cerca de 300 agentes estão nas ruas; um dos alvos de prisão representa empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, de  Washington 

A Polícia Federal está nas ruas desde a madrugada desta quinta-feira (3) com cerca de 300 policiais na operação “Circuito Fechado”, desdobramento da Operação Gaveteiro, que investiga contratos milionários de tecnologia e informática no governo.

São investigados três contratos que foram realizados com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), no período compreendido entre 20 de julho de 2012 e 22 de outubro de 2019, que teriam representado desvios de R$ 40.566.248,00.

Estão sendo cumpridos nove mandados de prisão temporária e 44 mandados de busca e apreensão em endereços situados no Distrito Federal, São Paulo, Goiás e Paraná. Entre os alvos aparecem empresas, funcionários públicos e empresários do ramo de tecnologia.

Além dessas medidas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 40 milhões nas contas dos investigados, bem como o sequestro de seis imóveis e 11 veículos.

Um dos alvos de prisão hoje é um representante no Brasil da empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, sediada em Washington (EUA). A companhia é quem fornece a licença do software para empresas de tecnologia de Brasília e o representante dela no país é responsável por dar o certificado exigido em edital para as empresas. A investigação não encontrou indícios até o momento de participação da empresa norte-americana no suposto esquema.

Segundo a PF, apenas empresas participantes do esquema conseguiam esse certificado que era exigido no edital. Por isso a operação foi batizada de “circuito fechado”. Uma espécie de clube das empresas de tecnologia e informação.

Outra companhia investigada é a B2T (Business to Technology), empresa de informática com sede no Lago Sul, região nobre de Brasília, que já foi alvo da PF no começo do ano.

Segundo a Polícia Federal, a empresa foi usada para desviar R$ 50 milhões dos cofres públicos entre 2016 e 2018, no extinto Ministério do Trabalho.

Entre os presos estão Alberto Branquinho, representante da Microstrategy e Tiago Schettini Batista, da B2T. O secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro, foi alvo de mandado de busca e apreensão na casa dele hoje pela manhã. A investigação apura contratos de tecnologia firmados no DNIT quando ele era diretor da autarquia.

A investigação aponta que a empresa começou a vender um software de business intelligence, que faz análise de metadados e bigdata, pelo valor de R$ 1 milhão, mas em contratos posteriores os valores de venda chegam perto da casa dos R$ 100 milhões. Esse software é usado em órgãos públicos, como ministérios e autarquias. A certificação do software era pela MicroStrategy.

Em média, de acordo com as investigadores, até 80% do que seria pago pelo órgão eram revertidos em propina aos investigados do suposto esquema.

Essa segunda fase acontece após delação premiada de um empresário preso na primeira ação, que relatou o suposto esquema, que seria: o valor do contrato ia aumentando conforme o repasse para pessoas interessadas no esquema, como responsáveis pela compra, pela assinatura do contrato e quem daria o aval. Tanto no serviço público, quanto no privado, como empresas parceiras.

Outras cinco empresas parceiras da B2T estão sendo alvos também da operação de hoje.

A primeira fase

A PF deflagrou no dia 6 de fevereiro a Operação Gaveteiro para apurar o desvio de valores do então Ministério do Trabalho, por meio da contratação dessa empresa do ramo da tecnologia da informação, em Brasília e em mais cinco estados.

Policiais federais deram cumprimento a 2 mandados de prisão preventiva e a 41 mandados de busca e apreensão, em endereços situados no Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Além das prisões e buscas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 76 milhões nas contas dos investigados. À época, foram concedidas ainda medidas cautelares proibindo os investigados de se ausentarem do país.

As investigações começaram após relatório da Controladoria-Geral da União, que apontaram que a contratação da empresa foi apenas o subterfúgio utilizado pela organização criminosa que atuava no MTB para desviar dinheiro do órgão. O objeto da contratação foi justamente a aquisição de solução de tecnologia e licenças para detectar fraudes na concessão de seguro-desemprego.

Os envolvidos respondem pelos crimes de peculato, organização criminosa, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva, com penas que, se somadas, podem chegar a mais de 40 anos de prisão.

DNIT

Em relação à operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (3/9), com o objetivo de apurar eventuais irregularidades em contratações na área de tecnologia, descontinuadas em 2019, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa:

– As instâncias de integridade do DNIT, em 2019, a partir de relatório inicial do Tribunal de Contas da União, realizaram procedimentos de apuração preliminares e fizeram os encaminhamentos necessários aos órgãos de controle, com apoio da Secretaria de Conformidade e Integridade do Ministério da Infraestrutura – coordenada por delegada da Polícia Federal;

– Dessa forma, as medidas de integridade tomadas pelo DNIT contribuíram diretamente para a operação realizada hoje;

– Portanto, a atual gestão foi responsável, não só por descontinuar o contrato de prestação do serviço, bem como atuou para que as eventuais ilicitudes estejam hoje sendo objeto de apuração pelos órgãos responsáveis;

– O Departamento tem se colocado à disposição das autoridades para colaborar com os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários, visando a completa elucidação dos fatos;

– Eventuais desvios também são objeto de apuração interna, por meio dos mecanismos de controle e de conformidade da autarquia.

– O DNIT reafirma estar em permanente contato com os órgãos de controle e que pauta sua atuação dentro da legalidade e lisura, respeitando todos os princípios éticos da administração pública.

MicroStrategy

Em nota, a MicroStrategy informou que seus atuais dirigentes e funcionários não são alvos da Operação Circuito Fechado, da Polícia Federal. Além disso, a empresa mencionada em informações públicas não faz parte do atual quadro de revendedores MicroStrategy.

A MicroStrategy declarou que está à disposição das autoridades para fornecer qualquer informação que possa contribuir com a investigação.

Conforme a investigadores da PF, Alberto Branquinho, preso hoje, não faz parte dos quadros da empresa desde 2018 e mesmo assim continuava liberando certificados. A PF também apura falsificação de documento e falsidade ideológica.

A reportagem tenta contato com a defesa dele.

Fonte: R7

MP-RO investiga fraude em contratos administrativos para fornecimento de alimentação a hospitais

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), deflagrou na manhã desta sexta-feira (21/8) a Operação Deméter que investiga possíveis fraudes praticadas em contratos administrativos envolvendo o Estado e Empresa responsável pelo fornecimento de alimentação aos Hospitais Estaduais.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e endereço comercial dos envolvidos, havendo indícios da prática dos crimes de organização criminosa, fraude ao caráter competitivo da licitação, dispensa ilegal de licitação, corrupção ativa e passiva, peculato, todos objetivando direcionamento na contratação da empresa investigada.

O fornecimento da alimentação por parte da empresa investigada em RO iniciou-se em 1º de junho de 2011, sem qualquer previsão contratual, sendo os pagamentos, no importe de R$ 6.139.390,05 (seis milhões, centro e trinta e nove mil, trezentos e noventa reais e cinco centavos), realizados através do procedimento de reconhecimento de dívidas, até a data de 23 de setembro de 2011.
Após, a Administração Estadual firmou sucessivos contratos emergenciais e prorrogações ilícitas, os quais foram objetos de análise por parte do Tribunal de Contas, oportunidade em que se constatou diversas irregularidades que indicavam restrição à competitividade e o direcionamento das contratações.

De acordo com os relatórios mencionados, por meio das contratações diretas, emergenciais e direcionadas em análise, a Secretaria Estadual de Saúde, entre os anos de 2011 a 2019, através do Fundo Estadual de Saúde, realizou pagamentos no importe de R$ 101.287.941,50 (cento e um milhões, duzentos e oitenta e sete mil, novecentos e quarenta e um reais e cinquenta centavos) à empresa investigada.

Um dos contratos emergenciais firmados entre a empresa investigada e o Estado de Rondônia vigorou por 420 dias, ou seja, 240 dias a mais do permitido para esse tipo de contratação, que é de 180  dias.
 A forma pela qual o Governo realizou as contratações permitiu que fosse perpetuado, dentro do Estado de Rondônia, sucessivas contratações emergenciais com indícios de superfaturamento.


As cautelares buscam ampliar as investigações, para o início do processo-crime que visa desarticular o grupo criminoso atuante no Estado de Rondônia, acerca de negociatas criminosas estabelecidas entre particulares, incluindo pessoas jurídicas, que consequentemente se beneficiaram dos contratos e os agentes públicos do Estado de Rondônia que praticaram atos administrativos tendenciosos e ilustrativos para implementar as fraudes nos certames licitatórios formalizados para contratação de empresa destinada ao fornecimento de alimentação para a Secretaria Estadual de Saúde.


Os trabalhos iniciaram a partir de relatórios elaborados pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, que dentre outras irregularidades, apresentaram as seguintes conclusões: montagem de processos administrativos para direcionar a contratação emergencial à empresa investigada;  prorrogações sucessivas das contratações emergenciais, estendendo sua vigência para além do prazo limite legal para esses tipos de contratação excepcional; e  execução de despesa sem cobertura contratual com favorecimento à empresa. 

Todas as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia serviram para garantir o cumprimento das negociatas irregulares pactuadas pelos envolvidos, a fim de garantir o pagamento de vantagens ilícitas aos beneficiados.

Fonte: DCI/MPRO


 
Fonte: Departamento de Comunicação MP-RO

PF investiga 4 organizações criminosas, atuando no tráfigo internacional de drogas

Os traficantes usavam helicópteros e aviões no transporte das drogas

A Polícia Federal (PF) deflagrou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (18) a Operação Além-Mar, que investiga o tráfico internacional de drogas no país. Segundo a PF, Quatro organizações criminosas autônomas, atuando em conexão, enviaram toneladas de cocaína para a Europa, usando os portos de vários estados, entre eles, o Porto de Natal no Rio Grande do Norte.

A primeira célula criminosa, estabelecida na cidade de São Paulo, fazia sistematicamente a “internação de cocaína através da fronteira do Brasil com o Paraguai, transportando-a via aérea até o estado de São Paulo e distribuindo-a no atacado para organizações criminosas estabelecidas no Brasil e na Europa. Um segundo grupo criminoso, em Campinas, recebia a cocaína para distribuição interna e exportação para Cabo Verde e Europa.

A terceira célula criminosa, localizada no Recife, integrada por “empresários do setor de transporte de cargas, funcionários e motoristas de caminhão cooptados, e provê a logística de transporte rodoviário da droga e o armazenamento de carga até o momento de sua ocultação nos containers”.

A quarta parte da organização criminosa, era estabelecida na região do Braz, em São Paulo, e atuava como “banco paralelo, disponibilizando sua rede de contas bancárias para movimentação de recursos de terceiros, de origem ilícita, mediante controle de crédito/débito, cujas restituições se dão em espécie e a partir de TEDs, inclusive com compensação de movimentação havida no exterior (dólar-cabo)”.

Os policiais federais cumprem 139 mandados de busca e apreensão e 50 de prisão, sendo 30 de prisões temporárias e 20 de prisões preventivas. A Justiça Federal determinou também a apreensão de cinco helicópteros, sete aviões, 42 caminhões e 35 imóveis urbanos e rurais, além do bloqueio de R$ 100 milhões.

As ações ocorrem em endereços relacionados aos investigados nos estados de Pernambuco, Santa Catarina, São Paulo Alagoas, Mato Grosso do Sul, Goiás, da Bahia, Paraíba, do Ceará, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal.

Segundo a PF, as investigações começaram há 4 anos pela superintendência de Pernambuco.

Fonte: Aécio Amado A/B

Polícia civil cumpre mandados de prisão contra servidores do Banco do Brasil em RO

De acordo com as investigações, suspeitos estariam recebendo propina para facilitar saques de pessoas falecidas em RO e AC.

A operação Faces da Liberdade, deflagrada pela Polícia civil de Rondônia, cumpre na manhã desta sexta-feira(7), com o objetivo de reprimir fraudes em espólios e patrimônio de herdeiros de pessoas falecidas em Rondônia.

De acordo com agentes da investigação, funcionários do Banco do Brasil se uniam a falsificadores para subtrair dinheiro depositado de pessoas falecidas e lesar o patrimônio dos herdeiros.

Oito mandados de busca e apreensão e oito de prisão temporária foram expedidos pela Justiça contra suspeitos de envolvimento no esquema. As ordens são cumpridas nas cidades de Alta Floresta D’Oeste (RO)Ji-Paraná (RO), Assis Brasil (AC) e Rio Branco.

Operação mira funcionários do Banco do Brasil em Rondônia — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Operação mira funcionários do Banco do Brasil em Rondônia

A principal forma de atuação do grupo era através da falsificação de sentenças em processos de inventário e partilha e certidões e escrituras lavradas em cartórios extrajudiciais.

Os investigados iam à agência com a documentação falsa para fazer o saque e os empregados do banco, para dar cobertura à ação, deixavam de executar procedimentos de segurança aceitando a documentação falsa em troca de propina, conforme a polícia.

Os agentes identificaram a subtração com suspeita de fraude em pelo menos três contas bancárias de pessoas falecidas, chegando a um valor de R$ 9,5 milhões.

Ainda segundo a polícia, as investigações apontam para a prática dos crimes de peculato, falsificação de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa.

O nome da operação é uma referência a uma obra literária publicada por Affonso Arino de Mello Franco, um escritor, político, diplomata e escritor brasileiro que teve o espólio lesado no esquema.

A operação Faces da Liberdade é realizada pela 2° Delegacia de Repressão ao Crime Organizado com o apoio da Polícia Civil do Acre.

“O Banco do Brasil informa que colabora com as autoridades na investigação do caso, com o repasse de subsídios no seu âmbito de atuação e que segue os trâmites previstos em seu processo de gestão disciplinar para casos de envolvimento de pessoa do seu quadro funcional”.

Fonte: G1/RO