Polícia Federal abre inquérito para investigar Bolsonaro

Abertura do inquérito sobre irregularidades na compra da vacina Covaxin atende a pedido da Procuradoria-Geral da República

A PF (Polícia Federal) instaurou inquérito para apurar as denúncias de prevaricação contra o presidente Jair Bolsonaro no caso que envolve a negociação para a compra de 20 milhões de doses da vacina indiana contra a covid-19, a Covaxin, no valor total de R$ 1,6 bilhão.

A investigação foi aberta na quarta-feira da semana passada (7) e está sob a responsabilidade do Sinq (Serviço de Inquéritos), área estratégica da PF em Brasília responsável pelas investigações de pessoas com foro privilegiado.

Agora, cabe à PF determinar se cabe ou não uma acusação contra o presidente e encaminhar à PGR, que analisa a possibilidade de enviar uma acusação formal ao STF, que será responsável por definir sobre o processo. Caso a Suprema Corte seja favorável, a instalação de uma investigação contra o chefe do Executivo ainda depende da autorização da Câmara.

Portanto a abertura de inquérito é apenas um movimento deste trâmite. De acordo com o artigo 86 da Constituição, somente o STF pode decidir sobre a abertura de investigação contra o chefe do Executivo. Se houver elementos para investigar, a Suprema Corte pede autorização à Câmara, que submete à votação.  Aprovada a autorização por 2/3 dos deputados, ocorre o afastamento preventivo do presidente da República.

A abertura da investigação atende a um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), após denúncia apresentada pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e do irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda.

Eles afirmam ter avisado Bolsonaro sobre suspeitas de irregularidades na compra do imunizante indiano. Na investigação, será apurado se Bolsonaro não tomou as medidas cabíveis após tomar conhecimento da denúncia, o que constitui crime de prevaricação.

Conforme o Código Penal, a prática de “prevaricação” consiste em “retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”.

No último sábado (10), em entrevista concedida após uma motociata em Porto Alegre (RS), Bolsonaro deu uma declaração que foi avaliada como uma confissão do crime. “Ele (Miranda) pediu uma audiência pra conversar comigo sobre várias ações. Tenho reunião com mais de 100 pessoas por mês, dos mais variados assuntos. Eu não posso simplesmente, ao chegar qualquer coisa pra mim, tomar previdência”, afirmou o presidente.

“Bolsonaro confessa crime de prevaricação e diz que não podia tomar providência sobre caso Luis Miranda”, escreveu o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) em uma rede social. “Bolsonaro acaba de confessar que foi alertado sobre a corrupção na Saúde e deixou a roubalheira correr solta”, analisou o também deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ).

Os indícios de problemas foram detectados pelo irmão do deputado, servidor concursado do Ministério da Saúde. Além do preço e de pedido de pagamento antecipado, ele aponta que havia indícios de que as vacinas estavam próximas do prazo da validade, o que tornaria a aplicação nos brasileiros quase impossível. Ele também alega que existiu uma “pressão anormal” para os pagamentos do imunizante.

Fonte: R7

Combate à poluição sonora é realizada nos pontos da capital

Na fiscalização, agentes verificam aferição e cálculo dos níveis de ruído do local. Multas variam de 4 mil e 80 mil.

multas variam de R$ 4.005,50 a R$ 80.110,00
No último final de semana, foram aplicados sete autos de infração.

A Prefeitura de Porto Velho, mantém operações regulares contra a poluição sonora na cidade. A fiscalização é feita de forma permanente e integrada pelas equipes e constitui respostas às demandas apresentadas pela população. Parte das denúncias é formulada pelo Ministério Público do Estado. A aferição dos níveis de ruídos ocorre em estabelecimentos comerciais e industriais, além de imóveis residenciais.

O serviço é realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), a quem competem as ações administrativas, aplicação de multas e a apreensão do material sonoro. O Batalhão de Polícia Ambiental e o Batalhão de Choque da Polícia Militar e Polícia Civil prestam importante apoio aos trabalhos.

O diretor da Fiscalização Ambiental da Sema, Diego Pereira dos Santos, explica que poluição sonora é considerada crime ambiental e está prevista no Código Municipal de Meio Ambiente. As transgressões também são previstas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente e da Norma Brasileira aprovada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“A fiscalização é feita em bares, restaurantes, estabelecimentos comerciais e industriais, mas também há ocorrências nas residências”, informa Diego.


Na fiscalização é feita a aferição e cálculo dos níveis de ruído do local para, juntamente com o laudo técnico de constatação, definir se está ocorrendo a poluição sonora. São permitidos, durante o dia, 55 decibéis, e 45 durante a noite

Além de crime, o excesso de barulho pode provocar problemas psicológicos e até físicos. A pessoa exposta pode desenvolver dores de cabeça, perda da audição – em alguns casos, até surdez permanente – e distúrbios cardiovasculares. Podem ocorrer ainda casos de irritação permanente, perda de concentração e até agressividade.

As multas variam de R$ 4.005,50 a R$ 80.110,00. Na operação fiscalizatória realizada no final de semana passado, foram aplicados sete autos de infração.

Fonte: Sema



Bolsonaro diz que denúncias são mentiras e fake news

Presidente voltou a atacar a CPI da Covid e disse que seu governo é acusado de comprar vacina que nem chegou ao Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (24) que as acusações de irregularidades envolvendo seu governo são mentiras e fake news, durante evento de assinatura de ordem de serviço do Ramal do Apodi, no Rio Grande do Norte. O presidente não comentou diretamente sobre as denúncias da compra da vacina indiana Covaxin, mas disse que seu governo “é acusado de quase tudo e de até comprar vacina que ainda não chegou ao Brasil”.

O presidente voltou a atacar a CPI da Covid no Senado e o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), dizendo que ele deveria seguir seu exemplo e ser honesto e que não teria coragem de caminhar em meio ao povo. 

Bolsonaro também aproveitou o discurso na cidade potiguar de Pau dos Ferros para novamente rechaçar as denúncias de irregularidades envolvendo a vacina indiana contra covid-19 Covaxin, que devem ocupar o foco da CPI da Covid daqui para frente.

Mais uma vez disse que nunca decretou lockdown em impôs toque de recolher durante a pandemia, porque respeita acimam de tudo a liberdade e a democracia. 

Bolsonaro afirmou que em quase dois anos e meio, o governo não tem nenhum caso de corrupção. “Não é virtude dois anos e meio sem corrupção. Isso é obrigação da nossa parte”, disse. Também voltou a criticar a imprensa. “Como sonho com a imprensa que fale a verdade, mas vamos chegar lá.”

Ao falar do auxílio emergencial, que será prorrogado por mais três meses, disse que o governo gastou no ano passado o equivalente a 10 anos de Bolsa Família e que a partir do ano que vem vai aumenter o valor do programa. “Empregos foram destruídos por aqueles sem critério que fecharam seus estados. Grande parte dos senhores perderam sua renda, porque trabalhavam na informalidade, mas foram socorridos. Pretendendo não só prorrogar o auxílio, bem como começar o nao que vem com novo Bolsa Família que possa atender a necessidade daqueles que dependem dele.”

Fonte: R7

Barroso determina que PF rastreie denúncias em urnas eletrônicas

Documentos foram enviados após ministro questionar Bolsonaro sobre as supostas provas de fraude nas eleições de 2018

A direção da Polícia Federal disparou ofícios a todas as 27 superintendências regionais da corporação cobrando um levantamento das denúncias de fraudes na urna eletrônica registradas desde a implantação do sistema de votação, na eleição de 1996.

Os documentos foram enviados na quinta-feira (17), horas após o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirmar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem o ‘dever cívico’ de apresentar provas de que as eleições de 2018 foram fraudadas. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão.

“Se o presidente da República ou qualquer pessoa tiver provas [de fraude] tem o dever cívico de entregá-la ao tribunal e estou com as portas abertas. O resto é retórica política, são palavras que o vento leva”, disse Barroso.

A PF justifica o pedido com base na criação da comissão especial instituída na Câmara para discutir a chamada ‘PEC do Voto Impresso’, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), e ainda pela ‘necessidade recorrente’ de consolidar os dados referentes a denúncias de fraudes eleitorais.

Sobre a eleição de 2018, Bolsonaro disse ter provas de fraudes que lhe tiraram uma vitória em primeiro turno. Até hoje, porém, não apresentou qualquer evidência.

O voto impresso é uma bandeira do presidente desde os tempos de deputado. Na prática, o sistema não substituiria a urna eletrônica, mas geraria uma espécie de comprovante físico dos votos para recontagens manuais, o que representaria um custo aos cofres públicos na ordem de R$ 2,5 bilhões ao longo de dez anos. A defesa da proposta costuma vir acompanhada de declarações que colocam sob suspeita o sistema eleitoral eletrônico.

Em um dos episódios recentes, após a invasão ao Capitólio por extremistas inconformados com a derrota de Donald Trump nos Estados Unidos, Bolsonaro afirmou que, se não houver voto impresso em 2022, o Brasil pode ter um ‘problema pior’. “Qual foi o problema (nos Estados Unidos)? Falta de confiança no voto. Então lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos correios por causa da tal da pandemia e houve gente que votou três, quatro vezes, mortos votaram”, disse a apoiadores no início do ano.

No mesmo dia, após a repercussão da fala, o presidente voltou a comentar o assunto em sua primeira transmissão semanal ao vivo de 2021. “Qual o problema nisso? Estão com medo? Já acertaram a fraude para 2022? Eu só posso entender isso aí. Eu não vou esperar 2022, não sei nem se vou vir candidato, para começar a reclamar. Temos que aprovar o voto impresso”, disse ele na live.

Na ocasião, Barroso declarou que a vida institucional não pode ser palanque e que as autoridades precisam ser responsáveis pelo que dizem. Ao contrário do que defende o presidente, a votação eletrônica no Brasil permite auditoria e todos os anos uma empresa independente é contratada por meio de licitação para periciar a votação.

Fonte: R7

Operação “Salve Patinhas ll” resgata animais em situação de maus tratos em Porto Velho

A Operação resultou em 316 denúncias averiguadas.

O Governo de Rondônia, por meio da Polícia Civil, deflagrou no início na última segunda-feira (14), a Operação “Salve Patinhas II”, com o objetivo de resgatar animais em situação de maus tratos, em Porto Velho. A Operação resultou em 316 denúncias averiguadas, sendo 20 inquéritos instaurados, quase todas motivadas por ligações anônimas ao telefone 197.

Diversos animais em condição extrema de maus tratos e em situação irregular foram encontrados. As situações mais comuns verificadas foram falta de água e comida, animais presos por correntes curtas durante todo o dia, doentes e com infestação de carrapatos ou deixados em locais sujos e sem possibilidade de locomoção adequada.

A delegada, Janaína Xander, explicou que “inicialmente, a Operação visa orientar as pessoas quanto a melhor maneira de criar animais. A repressão se dá quando situações se repetem, por isso, outras operações serão feitas”, anunciou.

A Operação aconteceu em parceria com a Polícia Militar, Polícia Militar Ambiental e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema). Vale destacar, que toda denúncia encaminhada ao telefone 197 deve ser clara a respeito dos pontos de referência para a localização do imóvel. Assim, a equipe chega com mais facilidade ao local.

Janaína reforçou que, ao se responsabilizar por um animal, o dono deve cuidar bem dele, de forma física e emocionalmente. “Animais sentem medo e dor, mas se recebem amor, serão fiéis e carinhosos para sempre”, finaliza.

A Delegacia de Repressão ao Crime contra o Meio Ambiente (DERCCMA), fica localizada na avenida José Amador dos Reis, 3214, bairro JK I. O contato pode ser feito pelo telefone (69) 3226-1188 ou pelo e-mail: delegacia_ambientalpvh@hotmail.com.

Fonte: Secom-RO

Queimadas urbanas em Porto Velho são denunciadas; já foram apuradas 25 ocorrências neste mês

Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Fazer queimadas é crime passível de multa, varia de R$ 80,11 a R$ 8.011 milhões.

O período em que as chuvas são mais escassas eleva os riscos do surgimento de focos de queimadas, problema que a Prefeitura de Porto Velho enfrenta ampliando a vigilância com equipes especializadas. Já foram identificados, só neste mês, 25 ocorrências de danos ambientais desta natureza.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) registrou e apurou 85 focos de queimadas desde o início do ano através do Departamento de Fiscalização Ambiental. Fazer queimadas é crime passível de multa, varia de R$ 80,11 a R$ 8.011 milhões.

A degradação ambiental derivada da queimada urbana não precisa necessariamente ser averiguada no momento em que ocorre. O fiscal pode constatar vestígios da queimada posteriormente e lavrar o auto de infração.

“O PRINCIPAL FATOR DA QUEIMADA URBANA CONTINUA SENDO A AÇÃO HUMANA, SEJA DIRETA OU INDIRETA. GRANDE PARTE DOS INCÊNDIOS EM VEGETAÇÃO PODERIAM TER SIDO EVITADOS”, EXPLICA DIEGO PEREIRA DOS SANTOS, DIRETOR DA FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL DA SEMA.

Diego explica que a queima de resíduos sólidos feitos de forma errada pode volatilizar substâncias tóxicas e materiais particulados com grande potencial de dispersão e deposição. É neste momento, que a queimada foge do controle. Quando isto ocorre, os bombeiros podem ser acionados do telefone 193.

“Desde janeiro estamos recebendo e apurando as denúncias. Há mais registros de junho a outubro. Depois, as chuvas voltam a ser mais constantes e os casos tendem a reduzir”, destaca o diretor de fiscalização da Sema.

Atualmente, a secretaria tem três canais de denúncias, além do presencial. Os registros podem ser feitos através do Disque Denúncia 0800-647-1320 (para ligações), Whatsapp Denúncia 98423-4092 (para envio de fotos e vídeos) e também através do e-mail fiscalizacaosemapvh@gmail.com

Ele lembra que as queimadas urbanas causam prejuízos não só ao meio ambiente, mas para a saúde das pessoas. “A fumaça, além de intoxicar quem provoca as chamas, causam problemas à vizinhança. Crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios são os que mais sofrem”, destaca o secretário.

“ESTAMOS VIVENCIANDO UMA PANDEMIA DE CORONAVÍRUS E AS PESSOAS QUE ESTÃO EM TRATAMENTO PODEM TER PIORA NO QUADRO DE SAÚDE DEVIDO AO POTENCIAL TÓXICO PRODUZIDO NAS QUEIMADAS URBANAS”, LEMBRA DIEGO DOS SANTOS.

Fonte; Sema

Além das inúmeras denúncias de corrupção, pesa contra Renan ataque a jornalista com ofensas misóginas e machistas

Ele também insultou o pai da congressista Simone Tebet (MDB-MS), que foi uma das articuladoras da vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Esta semana, depois das ofensas recebidas pela oncologista e imunologista Nise Yamaguchi na CPI da Covid-19, voltou a circular na internet uma postagem de 2019 do senador Renan Calheiros (MDB-AL), em que ele ofendia a jornalista Dora Kramer, colunista da Revista Veja, depois de ser derrotado na disputa à presidência do Senado Federal.

A comunicadora relembrou a polêmica de 2019 e escreveu no Twitter:

“Obrigadissima à CPI por esquecer os ataques machistas de Renan Calheiros a mim. Muita coerência”, ironizou.

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Dora havia chamado o parlamentar de arrogante no artigo que analisava o resultado das eleições para o Senado. Furioso, Renan respondeu, em sua conta no Twitter, que já tinha sido assediado, sexualmente, pela jornalista. Ele também insultou o pai da congressista Simone Tebet (MDB-MS), que foi uma das articuladoras da vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“A Dora Kramer (Veja) acha que sou arrogante. Não sou. Sou casado e por isso sempre fugi do seu assédio. Ora, seu marido era meu assessor, e preferi encorajar Geddel e Ramez, que chegou a colocar um membro mecânico para namorá-la. Não foi presunção. Foi fidelidade.”

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A repercussão ao tuíte do emedebista foi tão negativa que ele apagou o post horas depois.

Ricardo Noblat, amigo da comunicadora e também integrante da Veja, disse:

“Seu post, senador, dá a real dimensão do seu caráter. Ou da falta dele”, respondeu Noblat.

A colunista Cora Ronai, do Globo, também saiu em defesa da jornalista e condenou o ataque:

“Renan, o Canalha, revela-se no ressentimento: acaba de postar o tuíte mais machista, asqueroso e repulsivo da política brasileira em todos os tempos, o que não é dizer pouco”, disparou.

Apesar das juras de fidelidade no casamento, Renan, que foi presidente do Senado Federal, foi derrubado, em 2007, depois de ter sido acusado de direcionar emenda parlamentar em favor da empreiteira Mendes Junior. Em troca, segundo a denúncia, o lobista da empresa pagava a pensão alimentícia devida pelo senador a uma filha que teve em relação extraconjugal com a jornalista Mônica Veloso.

A cassação foi recomendada pelo Conselho de Ética, mas, ao fim, ele foi absolvido em plenário numa votação secreta. Embora tenha conseguido preservar o mandato, ele teve de abrir mão da presidência da Casa, cargo que voltou a ocupar posteriormente por outros dois biênios.

No Supremo, ele responde a 17 processos e é um dos principais alvos da “Operação Lava Jato” em liberdade. Com esse “brilhante” histórico e currículo, o senador foi escolhido pelos seus pares como um nome excelente para a relatoria da CPI da Covid, que tenta incriminar o presidente Jair Bolsonaro por crime de responsabilidade. Mas, até o momento, a oposição não tem nada de concreto.

Fonte: JCO

Sema intensifica ações no Combate a queimadas no período de estiagem na capital

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente disponibilizou para População o Disque Denúncia em caso de infrações.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema, segue fiscalizando e, ao mesmo tempo, recebendo denúncias de queimadas urbanas. As queimadas são mais frequentes nesta época do ano e, na maioria dos casos, ocorre por ação humana.

As ocorrências podem ser registradas através dos telefones telefone 0800-647-1320 e 69 98423-4092 (WhatsApp) e no número 0800-647-1320.Neste último podem ser encaminhadas fotografias e vídeos das ocorrências por se tratar de um crime ambiental deve ser denunciado.

“A degradação ambiental derivada da queimada urbana não precisa necessariamente ser averiguada no momento em que ocorre. O fiscal pode constatar vestígios da queima posteriormente, e isto é prova para confecção da lavratura do auto de infração”, explica Diego Pereira dos Santos, diretor do Departamento de Fiscalização Ambiental da Sema.

Ao fazer a denúncia é preciso levar em conta que ele dever ser utilizado exclusivamente para o envio imagens e vídeos relacionados aos crimes ambientais. Neste caso, pode ser mostrada uma ocorrência de flagrante. Às vezes, por causa da demanda, a fiscalização pode não chegar a tempo e as imagens configuram a prova necessária.

Podem ser encaminhadas, também, imagens de veículos que são utilizados para jogar lixo em locais não habitados. A partir da numeração das placas, a secretaria busca meios para autuar o autor da infração.

É importante que as denúncias ambientais sejam formuladas com o endereço completo, caso contrário não é possível gerar a demanda no sistema e consequentemente a ocorrência não será repassada aos fiscais ambientais. Os infratores podem pagar multas que variam de R$ 80 a mais de R$ 8 milhões.

Fonte; Sema

Festa clandestina em chácara com mais de 140 pessoas termina com DJ preso em Porto Velho

A PM teve que utilizar balas de borracha e granada de efeito moral para conter os frequentadores.

Uma festa, com cerca de 150 pessoas, foi encerrada por guarnições da Polícia Militar, em uma chácara, altura do km 3, da Estrada da Areia Branca, na Zona Rural de Porto Velho. Já era o segundo dia do evento clandestino e um DJ, que seria o organizador, acabou sendo levado para a Central de Polícia para dar explicações. Uma arma e várias munições foram encontrados no local.

A PM narrou em ocorrência que apurava denúncias sobre a festa, proibida por decreto. Segundo a informação, no local, chácara Farmácia dos Trabalhadores, também haveria grande consumo de drogas e que houve disparo de armas de fogo.

Várias guarnições foram deslocadas para avaliar a situação. Com a chegada da PM foi tumulto e disparos foram ouvidos. A PM teve que utilizar balas de borracha e granada de efeito moral para conter os frequentadores.

Após o tumulto, a PM realizou revista geral e encontrou no chão, uma arma com dezenas de munições, mas não identificou o dono.

O DJ negou ser o organizador da festa e disse ter recebido R$ 150 pelo trabalho.

Fonte: Rondônia Agora

Coren aciona justiça e alega várias irregularidades contra estado sobre hospital de campanha em RO

Entre uma das denúncias graves foram que fiscais do conselho flagraram paciente com larvas na boca.

Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia

O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RO) fez nesta terça-feira (13), uma série de denúncias contra o Governo do Estado, referente aos problemas enfrentados por profissionais de saúde que atuam no hospital de campanha da Zona Leste de Porto Velho, o chamado Cero, na linha de frente contra a Covid-19. A Sesau disse foi informada sobre um relatório, mas rebate enfaticamente pelo menos uma das graves acusações: que o Coren flagrou paciente com larvas na boca.

Uma ação foi ajuizada pelo Coren-RO, na 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Rondônia, pedindo providências urgentes quanto à contratação de profissionais de Enfermagem.

De acordo com o Coren-RO, o Hospital de Campanha da Zona Leste não atende às exigências mínimas da legislação referente à enfermagem, representando considerável risco à sanidade da prestação do serviço para o tratamento e cura dos pacientes com Covid-19.

Na denúncia, o Coren-RO disse que desde o mês de setembro de 2020, o órgão vem fiscalizando a unidade, constatando em janeiro deste ano a deficiência de equipe técnica para atender aos pacientes intubados, além da insalubridade no ambiente hospitalar.

Na ação em juízo, o conselho afirma que há sobrecarga de trabalho, ocasionando excesso de serviço às equipes, com longas e exaustivas jornadas laborais, situação que sobrecarrega e compromete o estado biopsicológico do profissional.

O órgão relata ainda, que apenas dois técnicos atendiam uma ala com até oito pacientes intubados. A equipe de fiscalização do Coren informou que encontrou pacientes intubados com larvas na boca, caracterizando um cenário totalmente contrário à assistência e tratamento à saúde das pessoas internadas naquele setor, uma violação à dignidade humana, além de medicamentos vencidos, que também foram encontrados entre os frascos a serem ministrados aos pacientes.

Diz o relatório da fiscalização, realizada no dia 17 do último mês de março, que as irregularidades continuavam acontecendo, sem local de descanso para os profissionais, banheiro interditado por falta de condições de uso, e estruturas que podem causar risco de contaminação ao processamento de materiais.

Na ação, o Coren-RO pede tutela de urgência para que o Estado, além de providenciar ajustes quanto a todas as irregularidades encontradas e relatadas no processo, contrate enfermeiros para suprir a necessidade de todos os setores que desenvolvem a atividade, e técnicos suficientes para a assistência aos pacientes, ambos profissionais para exercerem suas funções durante todo o período de funcionamento do hospital.



A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), através do Hospital de Campanha Zona Leste (Cero), disse que, a fiscalização feita pelo Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (Coren-RO) ocorreu em 17 de março de 2021, quando foram apontados alguns ajustes na unidade, e que todos os pontos colocados no relatório e entregue à Sesau, já foram ajustados e respondidos para o órgão, inclusive com fotos.

A Sesau informou ainda, que a direção do hospital afirma que, em nenhum momento foi citado no relatório do Coren-RO, apresentado ao hospital, sobre pacientes com larvas na boca e nenhuma foto foi apresentada.

Fonte: Rondônia Agora