Silas Malafaia desafia membro do STF (veja o vídeo)

“Eu desafio qualquer membro do STF a dizer para mim o que vou falar na minha liturgia, vão ter que me prender!”, dispara Malafaia

Silas Malafaia soltou o verbo sobre a decisão dos ministros do STF de proibirem missas e cultos:

“Nós estamos diante de ditadores da toga do Supremo Tribunal Federal. São os ditadores da toga que estão impondo o absurdo de rasgar a Constituição brasileira”, ressaltou, durante entrevista à TV Jornal da Cidade Online.

Malafaia criticou o poder que o STF deu a prefeitos e governadores para decidirem os rumos da pandemia, ferindo a Constituição e frisou: ‘Não estamos em Estado de Guerra e nem de Sítio’.

Questionado se a decisão dos ministros do STF abre um precedente para intervenção do Judiciário nos ritos religiosos, o pastor foi categórico:

“Eu desafio qualquer membro do Judiciário, do Supremo Tribunal Federal, a dizer para mim o que vou falar na minha liturgia, vão ter que me prender! Estão abrindo um precedente perigosíssimo, mas vão arrumar uma confusão desgraçada, isso eu posso prometer, e não vai ser só eu não, já está combinado com muitos líderes”, ressaltou.

Malafaia afirmou ainda que estamos sofrendo uma desordem jurídica ‘absurda’ e pede que o Executivo e Legislativo se unam para que o Brasil não vire uma republiqueta de ditadores da toga.

“Lamentavelmente acabamos de ver o Senado ser colocado de joelhos em uma das maiores aberrações de todos os tempos e o pior, que o povo não sabe: A CPI da Lava Toga que está lá desde a época de Alcolumbre. Meu desafio para o Barroso, manda ele instalar a CPI da Lava Toga, esse covarde, cínico. A questão não é religiosa, é poder”, frisou o pastor.

Confira:

Fonte: JCO

Deputado Federal Leo Moraes “desafia” o governador de Rondônia (veja o vídeo)

“Quero ver aqui em Rondônia, se o governador Marcos Rocha irá abaixar o preço do combustível

Com a escalada no preço dos combustíveis o deputado Federal Leo Moraes (PODE/RO), gravou um vídeo para suas redes sociais no qual ele fala sobre o aumento desenfreado do combustível e desafia o governador de Rondônia. “O coronel Marcos Rocha, fala que não tem responsabilidades sobre o valor final dos combustíveis”. Porém, o parlamentar diz que isso não é verdade e prova que tem sim…

No vídeo, o deputado Leo Moraes, fala sobre o aumento da alíquota que incide no crescente aumento dos combustíveis e, desafia mudanças na cobrança do ICMS e, na oportunidade lançou um desafio ao governador Marcos Rocha (sem partido): “Quero ver aqui em Rondônia, se o governador Marcos Rocha irá abaixar o preço do combustível. Os rondonienses não merecem esse preço abusivo”.

“É preciso que os governos estaduais tenham responsabilidade com a verdade e apresentem a resposta necessária a população. Não é o momento de aumentar os combustíveis. Isso impacta diretamente nos lares e na logística (transporte) dos alimentos e itens de primeira necessidade nesse momento tão difícil”. Queremos resposta e não desculpa, disse Leo Moraes.

Confira o relato do parlamentar na gravação:

Durante a gravação o deputado Federal Leo Moraes fala dos valores praticados nos combustíveis, principalmente os mais consumidos pela população, que é a gasolina e outros derivados.

“Agente tem visto e ouvido o governo do estado de Rondônia apresentar alguns dados que são minimamente inconsistentes, para não dizer inverídicos.

 

O primeiro deles é, falar que não tem responsabilidades sobre o valor final dos combustíveis, logico que nós intendemos que a política dos combustíveis aplicada diz respeito ao mercado internacional, ao valor do petróleo, ao valor do barril e também da especulação, bem como a oferta e a demanda da OPEP. E, a outra parte, diz respeito aos tributos, impostos que são cobrados.

 

A menor parte do Pis/Cofins do governo Federal e, a grande parte do governo do estado que é o ICMS que aqui em Rondônia é cobrado 26% e só tem uma pessoa responsável por diminuir esse imposto, que é o governo do Estado de Rondônia.

 

Como ele faz isso? Apresenta um pedido para o Conselho Nacional de Secretários de Fazenda do Brasil – COMSEFAZ e a partir disso, depois da deliberação, apresentar um projeto de lei ordinária que é encaminhado para a Assembleia Legislativa, seja pelo governo do estado ou até mesmo por um deputado estadual e para não ter receita, para não ter renúncia de receita, isso é, abrir mão de divisas de dinheiro, pode fazer uma compensação, através de produtos que já são isentos e aqui eu dou um exemplo bem claro.

 

Vocês sabiam que no estado de Rondônia, a Energisa, isso mesmo, aquela Energisa que maltrata a população, que acaba com os sonhos e com a paz da população do estado de Rondônia, vocês sabiam que eles não pagam, por exemplo ICMS, não pagam impostos.

 

Se eles forem vender por exemplo, sua frota de veículos ou se forem vender por exemplo, o seu acervo patrimonial de almoxarifado, de escritório, mesas, cadeiras, é só fazer a compensação em cima disso.

 

Basta, vontade, responsabilidade e logico, competência, ato de gestão, coragem e não simplesmente ficar repassando a responsabilidade para os outros.

 

E, a gente vem aqui, também, dizer algo muito claro, falaram que não aumentaram o ICMS 26% – mais aumentaram a base da alíquota em cima do combustível, alíquota que em junho era R$ 4,04 e que hoje é praticada 5,40 que é crime, porque acaba incidindo no valor final dos combustíveis. Inclusive responsabilidade sobre os postos que não tem responsabilidade nesse momento.

 

A fixação dessa alíquota de R$ 5,40 sobre 26%, vai a R$ 6,80 o valor do combustível. Nós vamos sim cumprir com a nossa responsabilidade, ingressar com liminar, com mandado de segurança, porque o governo do estado, não tem cumprido com o seu papel e, eu desafio, para que tenhamos essa conversa com o governo do estado para saber quem está falando a verdade.

 

E, desafio também que o governo resolva esse problema, porque em época de pandemia aumentar a base da alíquota em um real, isso, quer dizer sabe o que, que uma pessoa que tem um veículo e enche seu tanque de cinquenta litros, ele vai pagar R$ 17,50 a cada tanque de combustível, só na diferença que foi feita de junho até março.

 

Isso, foi a COTEPE que é um órgão ligado ao CONFAZ – Conselho Nacional de Política Fazendária que é o Conselho nacional dos secretários de fazenda: Então não venham com irresponsabilidade, com falácias, com mentiras ou com falta de informação.

 

Quem tem que governar, tem que minimante saber o que está falando. E a gente faz o desafio: e aí governador vamos “baixar” o combustível ou não vamos? Só depende de você. E eu estou pronto para o debate”.  

Está feito o desafio governador e agora? A eleição vem aí, você vai zerar o “ICMS”?

Caso contrário, caberá ao povo rondoniense decidir se mantém o governador no palácio Rio Madeira ou será demitido em 2022, como está previsto na Constituição brasileira.

Confira o vídeo:

da Redação/CN

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