William Bonner usa da “covardia” para atacar o governo Bolsonaro e é desmascarado (veja o vídeo)

No Twitter, o comunicador reclamou da atitude do jornalista e disse que a Rede Globo tenta criar fatos e atacar quem trabalha, corretamente, na mídia.

Fábio Wajngarten, ex-Secretário de Comunicação da Presidência da República, postou mensagem no Twitter, nesta quarta-feira (9), criticando a postura do apresentador global, William Bonner, e da equipe do Jornal Nacional.

Wajngarten disse que foi procurado pela produção do jornalístico, na noite da quarta-feira, para responder sobre suposto direcionamento de publicidade digital investigada dentro do inquérito dos supostos atos antidemocráticos, cujo relator é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O ex-Secretário contou que rebateu as acusações com uma nota de “45 palavras ou 13 segundos de leitura”. A produtora agradeceu e encerrou a conversa.

Em seguida, durante a exibição do jornal, Wajngarten denunciou a distorção da notícia; quando Bonner omitiu a maior parte dos trechos do comunicado e não o leu na íntegra.

“O ex-secretário Fábio Wajngarten informa que não houve verba direcionada para nenhum site ou blog. Sua gestão foi baseada em mídia técnica. Eventual publicidade recebida por sites foram feitas pela plataforma do Google que, através de algoritmos, remunera páginas mais acessadas sem qualquer direcionamento”, explicou Fábio Wajngarten no documento.

No Twitter, o comunicador reclamou da atitude do jornalista e disse que a Rede Globo tenta criar fatos e atacar quem trabalha, corretamente, na mídia.

“Não há fatos novos. Há falta de ética jornalística numa tentativa de ‘requentar’ fatos que já foram detalhados, exaustivamente. Há uma tentativa desesperada de atacar quem prega a boa mídia”, disparou.

Imagem em destaque

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou arquivamento do inquérito, visto que o relatório da própria Polícia Federal (PF) não apontou provas contra nenhum dos acusados.

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

João Dória anuncia, não entrega e é desmascarado por Eduardo Bolsonaro

A compra de 9 milhões de medicamentos utilizados no “kit intubação” para pacientes internados com COVID-19.

Um tuíte do deputado federal Eduardo Bolsonaro acaba de escancarar a péssima gestão do governador João Dória, também nos temas relacionados ao combate à pandemia do vírus chinês.

Em 13 de abril, João Dória, sob alegação de que o governo federal não estaria fazendo a parte dele, anunciou a compra de 9 milhões de medicamentos utilizados no “kit intubação” para pacientes internados com COVID-19. Mas, passados quase 44 dias desde o anúncio, a Secretaria Estadual de Saúde informou que não recebeu os medicamentos e que o processo ainda estaria em andamento, sem previsão de entrega.

Nesta segunda-feira (24), por exemplo, a Santa Casa de Araraquara, no interior do estado, suspendeu as incubações, pela falta do medicamento, cuja responsabilidade de aquisição, estocagem e distribuição (toda a logística) é obrigação dos governos estaduais, por meio de suas secretarias, com as verbas federais já encaminhadas.

O Ministério da Saúde acompanha o processo e envia informações dos fabricantes dos kits, para que os governos estaduais possam negociar as compras sem que o estoque chegue a um estado crítico. Só em 2021, o governo federal encaminhou ao estado de São Paulo, mais de 1 milhão de equipamentos.

Eduardo Bolsonaro publicou uma foto de Dória com a notícia e escreveu:

“Vai para a CPI também”?

Imagem em destaque

Fonte: JCO

Ex-ministro mente e é desmascarado por Bolsonaro (veja o vídeo)

A vacina sequer estava disponível para qualquer país do mundo nesta data.

O presidente Jair Bolsonaro fez um curto comentário sobre uma das principais falácias ditas pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, à CPI da COVID, no Senado Federal, nesta terça-feira (4).

Mandetta afirmou que o país está atrasado na vacina e que a sua aplicação à população deveria ter sido iniciada em novembro de 2020.

O político só esqueceu de um detalhe: a vacina sequer estava disponível para qualquer país do mundo nesta data.

Sereno, Bolsonaro desmentiu o ‘mentiroso’. E desta forma, vai demonstrando que o colegiado foi criado apenas com a finalidade de fazer política pré-campanha presidencial e para perseguir e acusar membros do governo.

Confira:

Fonte: JCO

“Desmascarado”, Kajuru é convidado a sair do Cidadania, sob pena de expulsão

O material foi publicado nas redes sociais do senador

A executiva nacional do Cidadania decidiu, nesta segunda-feira (12), convidar o senador Jorge Kajuru (GO) a se retirar do partido. Se o parlamentar se recusar a sair, será aberto um processo de expulsão contra ele.

O partido alega que Kajuru agiu como alguém “subserviente” ao gravar e divulgar, no sábado (10), conversa particular que teve ao telefone com o presidente Jair Bolsonaro. O material foi publicado nas redes sociais do senador.

Durante pouco mais de 6 minutos da ligação que Kajuru fez ao presidente, o senador insinua que está sendo “orientado” a direcionar os trabalhos da CPI da Covid de forma que as investigações não prejudiquem o Governo Federal. Mas, o diálogo aponta que Bolsonaro apenas reclama que a CPI está focada nele. Os senadores do Cidadania, Alessandro Vieira e Kajuru assinaram o pedido de requerimento da CPI ao Supremo.

“Então, é uma CPI completamente direcionada para a minha pessoa”, lamenta Jair Bolsonaro.

Ciente do que Kajuru havia feito, a legenda optou por primeiro convidar o senador a se retirar; a fim de evitar maiores constrangimentos no processo de desfiliação. Essa decisão, inclusive, já poderia ter sido tomada há mais tempo; uma vez que o Cidadania é partido de oposição ao Governo e a sigla entendeu que Kajuru se comporta mais como um aliado.

O Cidadania não deseja enfrentar um processo de expulsão contra o senador porque é bem mais demorado e envolve passar pelo conselho de ética da legenda.

Curioso é que o fato de Kajuru ter gravado o telefonema não foi considerado pelos integrantes do Cidadania como agravante. O que “pesou” para o convite de desligamento foi mesmo o “teor” da conversa entre Kajuru e o Presidente que, segundo a Executiva apontou, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao, supostamente, tentar interferir nos trabalhos de uma CPI. Algo, no mínimo, ridículo.

Diante do ocorrido, Kajuru informou que já havia entrado com um pedido de desfiliação no começo desta segunda-feira (12), antes do partido decidir convidá-lo a sair. Ele justificou que não tinha feito isso antes em consideração aos colegas de bancada: Alessandro Vieira (SE) e Eliziane Gama (MA). O goiano pretende se filiar ao Podemos agora.

“Eu segurei até agora em consideração e respeito ao Alessandro, à Eliziane e ao Roberto Freire. Gosto do Roberto Freire (presidente da sigla), agora não sou obrigado a concordar com ele em tudo que ele quer”, disparou, acrescentando que não tem vínculo próximo com presidente.

“Não tenho nada com ele. Nunca fui na casa dele. Não tem uma foto minha com ele, em lugar público, almoço, nada. Nem com ele, nem com o filho dele. Não tenho relação nenhuma com eles. Minha relação é republicana”, garantiu.

Fonte: JCO

Maia “mente” sobre a saída da Ford do Brasil e é desmascarado por chefe da Secom

A poucos dias de “entregar” o lugar de presidente o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro

Parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou muito bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a sua reeleição à presidência da casa. A poucos dias de “entregar” o lugar. possivelmente para o favorito do pleito, Arthur Lira (PP-AL), o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro.

A mais recente “tacada” de “Botafogo” veio após o anúncio do fechamento de fábricas da Ford no Brasil. No Twitter, Maia comentou a determinação da empresa americana e disse que era o reflexo da “falta de credibilidade” do governo em segurança jurídica e sistema tributário.

Em resposta, o chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Fábio Wajngarten, disse que Maia busca holofotes e que a deliberação da marca não tem relação com a situação atual do país.

O fechamento da Ford é uma demonstração da falta de credibilidade do governo brasileiro, de regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, alegou Maia.

E continuou:

Espero que essa decisão da Ford alerte o Governo e o parlamento para que possamos avançar na modernização do Estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no Brasil”.

Fábio Wajngarten não deixou “passar em branco” a publicação de Maia e acusou o atual presidente da Câmara de mentir sobre o assunto.

A verdade dos fatos: a Ford mundial fechou fábricas no mundo porque vai focar sua produção em SUVs e picapes, mais rentáveis. Não tem nada a ver com a situação política, econômica e jurídica do Brasil. Quem falar o contrário mente e quer holofotes”, disparou o secretário de comunicação, também no Twitter

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio é global e foi tomada há dois anos. A Ford concluiu que reina absoluta na venda entre as picapes e utilitários. A “F-Series” é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos Estados Unidos. Porém, com os veículos leves, não acontece o mesmo. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Assim, a matemática da montadora tem sido clara: ao invés de investir milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, como faz as concorrentes, a empresa resolveu apostar todo o seu conhecimento em caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Fonte: JCO

Cid Gomes é desmascarado por ex-assessor (veja o vídeo)

Cid tenta desesperadamente encontrar culpados para a sua insanidade.

Esta semana o senador Cid Gomes recebeu uma dura lição do jornalista Wellington Macedo, que atuou como seu assessor, quando foi prefeito de Sobral (CE).

Em entrevista para os jornalistas Tales Farias e Carla Araújo, o senador ao comentar sobre o seu ataque com a retroescavadeira contra o movimento de policiais em Sobral, acusou Wellington – que assessorou Damares Alves – de estar no meio da manifestação como funcionário da ministra.

Na realidade, naquela oportunidade, Wellington já não estava mais no ministério e fazia um trabalho para a revista Época, conforme prova no vídeo abaixo.

O jornalista ainda acusa Cid de irregularidades e crimes e dá uma boa ‘refrescada’ na memória do senador.

É algo realmente desmoralizante.

Veja o vídeo: