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Carla Redano lidera disputa em Ariquemes, aponta pesquisa

A Patriota é a favorita com 29%, 5 candidatos disputam o pleito, segundo Levantamento realizado entre os dias 8 e 9 de outubro de 2020 com 601 eleitores. A Pesquisa possui 95% de nível de confiança

Na pesquisa estimulada divulgada nesta terça-feira, 13, pelo Instituto Brasil Dados, a vereadora e Presidente da Câmara Municipal, enfermeira Carla Redano (Patriotas) lidera as intenções de voto para a Prefeitura de Ariquemes (RO) com percentual de 28,79%. Na posição seguinte aparece  o vice – prefeito Lucas Follador (DEM) com 18,97%, e Tiziu Jidalias (Solidariedade), 14,31%. O ex-secretário estadual Gilvan Ramos (MDB) está com 2,83%, Clebes Dias (PT) está com 2,50%. Brancos e nulos somam 14,31% e o número de indecisos é de 18,30%. 

DADOS DA PESQUISA: Pesquisa possui 95% de nível de confiança, realizada entre os dias 8 e 9 de outubro de 2020 com 601 eleitores. Registrada no TRE-RO com o número RO-07536/2020, é assinada pelo estatístico Pablo Vieira Dias (Conre 10479). A margem de erro é de 4%. Metodologia de pesquisa: É aplicada a metodologia de pesquisa quantitativa do tipo Survey, que se constitui em entrevistas pessoais realizadas em Ariquemes – RO, executadas através de questionário estruturado e questões para respostas espontâneas e estimuladas.

Foi aplicada a amostragem aleatória representativa da população eleitora (cidadão) residente no Município de Ariquemes – RO com idade acima dos 16 anos, de ambos os sexos, com vários níveis de instrução e de rendimentos, que estão aptas a votar nas próximas eleições municipais. A amostra é proporcional às estatísticas demográficas municipais com base nas áreas geográficas intra – municipais.

Fonte: BRASIL DADOS

Disputa entre posseiros em área da Fazenda Urupá deve ser julgada pela Justiça Federal em Rondônia

Decisão atendeu a recurso do MPF que discordou de o caso ser julgado pela Justiça Estadual, pois envolve terra de propriedade da União

Área da Fazenda Urupá, localizada em Candeias do Jamari (RO), é objeto de uma disputa jurídica entre uma fazendeira que alega ter a posse da área e um grupo de trabalhadores rurais sem-terra que acampou no imóvel rural. Nesta semana, o Tribunal Regional da 1ª Região (TRF1) atendeu ao recurso do Ministério Público Federal (MPF) e decidiu que o caso deve ser julgado pela Justiça Federal em Rondônia e não pela Justiça Estadual.

As terras da Fazenda Urupá são de propriedade da União. O Incra, órgão responsável pela execução da reforma agrária e da regularização fundiária, ainda não deliberou sobre de quem é a posse da área em disputa, mas já informou que a fazendeira não preenche os requisitos para ser beneficiária do programa de reforma agrária ou regularização fundiária.

O procurador da República Raphael Bevilaqua expôs no recurso que “a tentativa de distorcer e dissociar os institutos de posse e propriedade tem muita utilidade para os adquirentes de títulos ou áreas já ocupadas, de propriedade reconhecidamente da União”. Ele alertou o TRF1 que “compradores de papéis de posse ‘limpam’ a área de ocupantes potenciais beneficiários da reforma agrária, utilizando a via judicial ou a pistolagem, para fugir dos órgãos de controle e revender a terra ainda mais valorizada. Devolver o processo agora à Justiça Estadual pode legitimar o expediente e transformar o Judiciário em instrumento de ações criminosas”.

Entenda o caso – Em outubro de 2018, a fazendeira acionou a Justiça Estadual alegando ter a posse do imóvel e pedindo que fosse determinada a reintegração a seu favor e que houvesse ordem de retirada do grupo de trabalhadores rurais sem-terra do local. A Justiça Estadual deferiu o pedido da fazendeira. Na época, o MPF pediu à Justiça Estadual que suspendesse a ordem de reintegração de posse e enviasse a ação para ser julgada pela Justiça Federal, considerando que a terra é de propriedade da União e o Incra sequer havia sido intimado para se manifestar sobre de quem de fato era a posse da área. No decorrer do processo, a Justiça Estadual acabou por manter sua decisão em favor da fazendeira e a ordem de reintegração de posse.

O Incra se manifestou no caso e informou que a Fazenda Agroamazon, área da disputa, faz parte de uma propriedade maior denominada Agropecuária Industrial Rio Candeias Fazenda Urupá, área que foi declarada de interesse social para a reforma agrária, tendo sido o Incra imitido na posse do imóvel rural por decisão judicial.

A autarquia informou também que a fazendeira não tinha condições de ser beneficiária do programa de reforma agrária ou regularização fundiária. Os técnicos do Incra concluíram que a fazendeira não preenche as condições para a regularização fundiária, pois precisaria ter ocupado e explorado diretamente o imóvel rural antes de 1º de dezembro de 2004. Em pesquisa realizada pelo MPF, a fazendeira também não se enquadra no perfil socioeconômico dos beneficiários da reforma agrária por ser empresária, dona de uma empresa de engenharia de considerável capital financeiro.

Número do processo para consulta: 1005076-41.2020.4.01.4100/RO

Por Luiza Archanjo

Eleições 2020: 72 parlamentares vão entrar na disputa por prefeituras

Número segue a tendência das eleições de 2016

A disputa por prefeituras nas eleições deste ano terá 72 parlamentares: dois senadores e 70 deputados. O número de parlamentares candidatos a uma vaga municipal mantém a tendência de 2016, quando o número de candidaturas entre senadores foi o mesmo. Naquele mesmo pleito, o número de deputados federais candidatos teve um registro a mais do que este ano.

Desde ontem (17) até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão deverão observar uma série de restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, partidos políticos e coligações ou que revele a posição política de eleitores. As restrições estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e fazem parte do calendário eleitoral 2020. O não cumprimento das regras pode acarretar a cassação do registro da candidatura, ou do diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, durante a vigência do período eleitoral, as emissoras estão livres para organizar debates políticos ou citar candidatos, partidos ou coligações em programas jornalísticos. Mas a exibição de qualquer conteúdo que os mencione ou favoreça – como peças de propaganda política ou novelas, filmes e séries, por exemplo – não é permitida.

Os programas de rádio ou TV que tenham o nome de um candidato ou façam menção a ele não poderão mais ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Desde o dia 11 de agosto os próprios candidatos que atuavam como apresentadores já estão afastados dos programas. Até a data do segundo turno de votação, as emissoras de rádio e televisão também não podem exibir imagens de realização de pesquisa ou consulta eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado, ou que haja algum tipo de manipulação de dados.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a data do primeiro e do segundo turnos das eleições municipais de 2020 foram alteradas para os dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. A mudança foi feita por meio da aprovação de uma emenda constitucional por deputados e senadores.

Fonte: Aline Leal A/B

Eleições 2020: Covas e Russomanno lideram disputa em SP, diz pesquisa

Candidatos se destacam nos dois cenários analisados pelo instituto RealTime Big Data , mas atual prefeito tem a 2ª pior rejeição, só superada por Boulos 

 O instituto RealTime Big Data divulgou nesta segunda-feira (17) uma pesquisa de intenções de voto para a eleição municipal em São Paulo. Nos dois cenários analisados, com ou sem a candidata Marta Suplicy (Solidariedade), a disputa fica entre o atual prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB), e Celso Russomanno (Republicanos).

Foram entrevistadas 1.200 pessoas nos dias 12 e 13 de agosto, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

No cenário 1, com a pré-candidata do Solidariedade, Bruno Covas aparece com 26%, seguido por Russomanno: 22%. Atrás dos dois, a uma boa distância, estão empatados com 7% Marta, Márcio França (PSB) e Guilherme Boulos (Psol).

No cenário 2, sem Marta, Covas tem 27%, Russomanno, 23%, França tem 8% e Boulos, 7%.

Boulos tem a maior rejeição entre todos os candidatos, com 15% dos eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência vem o atual prefeito, com 13%, seguido por Russomanno, com 12%, e Marta Suplicy, com 10%. 

Na pesquisa espontânea, na qual os eleitores são perguntados em quem votariam antes de ver o nome dos candidatos, Covas também lidera, com 10%. Russomanno tem 3%, França e Boulos, 2%. Com 1% surgem Marta e dois não pré-candidatos: o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador do Estado, João Doria (PSDB).

Veja os números da pesquisa de opinião pública

Avaliação do prefeito

O instituto perguntou também qual a opinião dos paulistanos sobre a gestão do prefeito da cidade, que tenta a reeleição. Consideram ótimo ou bom o governo 26% dos entrevistados, para 37% ele é regular e 32% veem a administração como ruim ou péssima.

Questionados se aprovam ou não a forma como Bruno Covas comanda a prefeitura, 49% disseram sim à questão, enquanto 44% desaprovam a gestão. Não souberam ou não quiseram respondera a pergunta 7% das pessoas.

A pesquisa foi registrada com o número SP 00112/2020. 

Fonte: R7