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Dnit retorna com radares eletrônicos de velocidades, nas Rodovias de Rondônia

As instalações estão sendo realizadas nas rodovias 364, 329, 435 e 174, e começam em Novembro.

O Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) retornou com os radares eletrônicos de velocidade em trechos das rodovias de Rondônia.

Ficou determinado no estado cerca de 50 pontos de instalações, que devem monitorar ao menos 100 faixas de trânsito de veículos. As rodovias 364, 329, 435 e 174 fazem parte desses pontos.

Os radares estão em fase de instalação e a previsão de funcionamento é para o fim de novembro.

O Dnit informou em nota, que os radares estão sendo substituídos por causa do fim dos contratos.

Com a entrada da nova empresa, o departamento informou que está cumprindo com o acordo judicial, homologado em julho de 2019 pela Justiça Federal, à instalação de 1.140 radares eletrônicos em todo território nacional, “visando o controle de velocidade em faixas de tráfego com criticidade ‘média’,’alta’ e ‘muito alta'”.

Fonte: Rede Amazônica

PF faz buscas e prisões em operação sobre contratos de tecnologia

Cerca de 300 agentes estão nas ruas; um dos alvos de prisão representa empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, de  Washington 

A Polícia Federal está nas ruas desde a madrugada desta quinta-feira (3) com cerca de 300 policiais na operação “Circuito Fechado”, desdobramento da Operação Gaveteiro, que investiga contratos milionários de tecnologia e informática no governo.

São investigados três contratos que foram realizados com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), no período compreendido entre 20 de julho de 2012 e 22 de outubro de 2019, que teriam representado desvios de R$ 40.566.248,00.

Estão sendo cumpridos nove mandados de prisão temporária e 44 mandados de busca e apreensão em endereços situados no Distrito Federal, São Paulo, Goiás e Paraná. Entre os alvos aparecem empresas, funcionários públicos e empresários do ramo de tecnologia.

Além dessas medidas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 40 milhões nas contas dos investigados, bem como o sequestro de seis imóveis e 11 veículos.

Um dos alvos de prisão hoje é um representante no Brasil da empresa norte-americana MicroStrategy Incorporated, sediada em Washington (EUA). A companhia é quem fornece a licença do software para empresas de tecnologia de Brasília e o representante dela no país é responsável por dar o certificado exigido em edital para as empresas. A investigação não encontrou indícios até o momento de participação da empresa norte-americana no suposto esquema.

Segundo a PF, apenas empresas participantes do esquema conseguiam esse certificado que era exigido no edital. Por isso a operação foi batizada de “circuito fechado”. Uma espécie de clube das empresas de tecnologia e informação.

Outra companhia investigada é a B2T (Business to Technology), empresa de informática com sede no Lago Sul, região nobre de Brasília, que já foi alvo da PF no começo do ano.

Segundo a Polícia Federal, a empresa foi usada para desviar R$ 50 milhões dos cofres públicos entre 2016 e 2018, no extinto Ministério do Trabalho.

Entre os presos estão Alberto Branquinho, representante da Microstrategy e Tiago Schettini Batista, da B2T. O secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro, foi alvo de mandado de busca e apreensão na casa dele hoje pela manhã. A investigação apura contratos de tecnologia firmados no DNIT quando ele era diretor da autarquia.

A investigação aponta que a empresa começou a vender um software de business intelligence, que faz análise de metadados e bigdata, pelo valor de R$ 1 milhão, mas em contratos posteriores os valores de venda chegam perto da casa dos R$ 100 milhões. Esse software é usado em órgãos públicos, como ministérios e autarquias. A certificação do software era pela MicroStrategy.

Em média, de acordo com as investigadores, até 80% do que seria pago pelo órgão eram revertidos em propina aos investigados do suposto esquema.

Essa segunda fase acontece após delação premiada de um empresário preso na primeira ação, que relatou o suposto esquema, que seria: o valor do contrato ia aumentando conforme o repasse para pessoas interessadas no esquema, como responsáveis pela compra, pela assinatura do contrato e quem daria o aval. Tanto no serviço público, quanto no privado, como empresas parceiras.

Outras cinco empresas parceiras da B2T estão sendo alvos também da operação de hoje.

A primeira fase

A PF deflagrou no dia 6 de fevereiro a Operação Gaveteiro para apurar o desvio de valores do então Ministério do Trabalho, por meio da contratação dessa empresa do ramo da tecnologia da informação, em Brasília e em mais cinco estados.

Policiais federais deram cumprimento a 2 mandados de prisão preventiva e a 41 mandados de busca e apreensão, em endereços situados no Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Além das prisões e buscas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio do valor aproximado de R$ 76 milhões nas contas dos investigados. À época, foram concedidas ainda medidas cautelares proibindo os investigados de se ausentarem do país.

As investigações começaram após relatório da Controladoria-Geral da União, que apontaram que a contratação da empresa foi apenas o subterfúgio utilizado pela organização criminosa que atuava no MTB para desviar dinheiro do órgão. O objeto da contratação foi justamente a aquisição de solução de tecnologia e licenças para detectar fraudes na concessão de seguro-desemprego.

Os envolvidos respondem pelos crimes de peculato, organização criminosa, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva, com penas que, se somadas, podem chegar a mais de 40 anos de prisão.

DNIT

Em relação à operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (3/9), com o objetivo de apurar eventuais irregularidades em contratações na área de tecnologia, descontinuadas em 2019, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa:

– As instâncias de integridade do DNIT, em 2019, a partir de relatório inicial do Tribunal de Contas da União, realizaram procedimentos de apuração preliminares e fizeram os encaminhamentos necessários aos órgãos de controle, com apoio da Secretaria de Conformidade e Integridade do Ministério da Infraestrutura – coordenada por delegada da Polícia Federal;

– Dessa forma, as medidas de integridade tomadas pelo DNIT contribuíram diretamente para a operação realizada hoje;

– Portanto, a atual gestão foi responsável, não só por descontinuar o contrato de prestação do serviço, bem como atuou para que as eventuais ilicitudes estejam hoje sendo objeto de apuração pelos órgãos responsáveis;

– O Departamento tem se colocado à disposição das autoridades para colaborar com os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários, visando a completa elucidação dos fatos;

– Eventuais desvios também são objeto de apuração interna, por meio dos mecanismos de controle e de conformidade da autarquia.

– O DNIT reafirma estar em permanente contato com os órgãos de controle e que pauta sua atuação dentro da legalidade e lisura, respeitando todos os princípios éticos da administração pública.

MicroStrategy

Em nota, a MicroStrategy informou que seus atuais dirigentes e funcionários não são alvos da Operação Circuito Fechado, da Polícia Federal. Além disso, a empresa mencionada em informações públicas não faz parte do atual quadro de revendedores MicroStrategy.

A MicroStrategy declarou que está à disposição das autoridades para fornecer qualquer informação que possa contribuir com a investigação.

Conforme a investigadores da PF, Alberto Branquinho, preso hoje, não faz parte dos quadros da empresa desde 2018 e mesmo assim continuava liberando certificados. A PF também apura falsificação de documento e falsidade ideológica.

A reportagem tenta contato com a defesa dele.

Fonte: R7

Dnit inicia dragagem da hidrovia do rio Madeira

O serviço é fundamental para garantir a navegabilidade e manter o volume de cargas 

O nível do rio Madeira continua baixando rapidamente e o fenômeno preocupa a economia regional devido ao fluxo de cargas e mercadorias pela hidrovia entre Rondônia e Amazonas. A última medição verificada em Porto Velho, marcada 6,22 metros, o que coloca em risco a navegação. 

O período mais crítico será entre os meses de setembro e outubro quando a seca estará intensa. Quando o nível do canal de navegação fica muito baixo, as embarcações transportam menor volume de cargas, o que encarece o custo de produtos. 

A exportação de soja do Oeste do país, são transportadas pela hidrovia do rio Madeira. O mesmo ocorre com o combustível consumido em Rondônia, Acre e Sul do Amazonas, além de diversos outros produtos.

Dragagem

Através da assessoria, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que retomou os serviços de dragagem no rio Madeira para a estiagem de 2020, em Porto Velho (RO). Esse é o quarto ano de execução do contrato que está em andamento desde 2017. A dragagem visa garantir a navegação segura das embarcações, contribuindo para o escoamento de produtos e o abastecimento de insumos para as regiões Norte e Centro-Oeste do país. A hidrovia do rio Madeira transportou mais de 9,4 milhões de toneladas de carga em 2019, segundo dados da ANTAQ, um crescimento de mais de 8% sobre o ano de 2018.

Pontos críticos

Após avaliação técnica do DNIT, as equipes atuam nos passos críticos de Curicacas, entre Porto Velho e Humaitá, e Miriti, entre Humaitá e Manicoré, a fim de manter a posição do canal de navegação estável nos trechos do rio. A dragagem é o procedimento de remoção dos sedimentos que se encontram no fundo do rio, para melhorar a profundidade e permitir a passagem segura das embarcações. O serviço atende à demanda das empresas de navegação e demais usuários do transporte hidroviário no rio Madeira.

O serviço

A dragagem ocorre com três dragas de sucção e recalque, divididas em duas frentes de serviço: foram alocadas duas dragas no passo Curicacas e uma draga no passo Miriti. Estes equipamentos são posicionados conforme orientação técnica do DNIT no eixo de um canal definido por meio de uma batimetria prévia do local, para identificar os locais com volumes de sedimento depositado na forma de bancos de areia. Após estes passos críticos, outros locais devem ser dragados, conforme mapeamento e indicação dos navegadores, com previsão de conclusão dos serviços em outubro, quando o período de baixa do rio se encerra.

Fonte: Diário da Amazônia

Prefeitura: Ponte sobre rio Madeira receberá iluminação

Após quase seis anos, ponte terá iluminação moderna e com mudança de cores, conforme campanhas de conscientização a cada mês

A Prefeitura de Porto Velho está trabalhando na construção de um moderno sistema de iluminação pública da ponte sobre o rio Madeira. Em completa escuridão há quase seis anos, desde que foi inaugurada em 15 de setembro de 2014, a ponte na BR-319, que liga a capital de Rondônia a Humaitá (AM), terá iluminação que permitirá mudança de cores, para reforçar campanhas de conscientização.

O projeto contempla a iluminação desde a rotatória do Porto Graneleiro até a entrada da Vila DNIT (na margem esquerda do rio) e atende determinações do prefeito. O serviço está sendo executado por equipes da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur).

No momento os trabalhos estão na fase de implantação de 120 postes (de fibra, concreto e ferro) onde serão instaladas 120 lâmpadas de led, as quais proporcionam luminosidade mais eficiente e maior economicidade de energia.

Também serão utilizados refletores com lâmpadas coloridas na base dos postes, a serem acessas conforme as campanhas de conscientização de cada mês. “Em janeiro, por exemplo, será luz branca, maio e julho – amarelo, outubro – rosa, março e novembro – azul, abril e setembro – verde”, explica o presidente da Emdur, Ricardo Freire.

Conclusão

Se não houver intercorrência que atrapalhe o andamento dos trabalhos, a obra que teve início no dia 4 de junho será concluída em 90 dias.

“É mais uma obra inacabada deixada pelas gestões anteriores e que está sendo concluída pela atual gestão. Com isso, proporcionamos mais segurança a quem transitar pela ponte no período noturno”, comentou Freire.

A ponte tem 975 metros de extensão e 12 de largura. A obra custou cerca de R$ 200 milhões e demorou 5 anos para ser concluída.

Fonte: Comdecom

Novo diretor geral do DER cumpre agenda no Interior de Rondônia

Diretor acompanhou as obras de cada município e conheceu a realidade de cada região.

Ao assumir o Departamento de Estrada de Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), o novo diretor geral, Elias Rezende, optou por iniciar sua gestão à frente do órgão tendo como principal missão percorrer todo o estado de Rondônia, para conhecer a realidade de cada região.

Após agenda pelo Cone Sul do Estado, nesta sexta-feira de ontem (26), Elias Rezende esteve em Cacoal, acompanhado do vice-governador Zé Jodan, conhecendo a residência regional do DER, percorrendo as rodovias RO-383 e RO-010 e visitando as obras do Aeroporto Capital do Café. A agenda também inclui uma visita na região da Zona da Mata, no município de Rolim de Moura.

Equipes da DER

“Estamos atendendo a orientação do governador Marcos Rocha, para conhecer in loco a realidade de cada região do estado de Rondônia. Estamos iniciando uma nova missão e neste momento um dos principais objetivos é fortalecer o diálogo com as lideranças regionais e locais, para nos mantermos próximos às necessidades de cada município e região”, destacou o diretor geral do DER.

Entre as lideranças que acompanharam a visita do diretor geral do DER e do vice-governador de Rondônia, estavam o secretário executivo regional de Governo, Celso Adame, a deputada federal Jaqueline Cassol e os deputados estaduais Cirone Deiró e Adailton Fúria.

Por sua vez, Jaqueline Cassol também fez questão de parabenizar a iniciativa. “A relação tem sido muito boa, por isso quero agradecer essa parceira e por se colocarem à disposição para nos atender. Vir até os municípios rondonienses, conhecer a realidade de cada região do nosso Estado, conversar com os representantes locais. Isso com certeza faz toda a diferença”, pontuou a deputada federal.

AEROPORTO CAPITAL DO CAFÉ

Em Cacoal, o diretor geral do DER e o vice-governador estiveram também no Aeroporto Capital do Café, onde as obras seguem em ritmo acelerado. Estão sendo investidos mais de R$ 5 milhões na reforma e ampliação do terminal de passageiros, como salas de embarque e desembarque e estacionamento. Estão previstos também ajustes do sistema viário de acesso ao estacionamento, nas vias de serviços internas e também no pátio de aeronaves. Serão feitas, ainda, melhorias complementares nos sistemas hidrossanitários, eletroeletrônicos, combate à incêndio, gás combustíveis, ar-condicionado e sistemas estruturais, incluindo concreto armado, estrutura metálica e urbanismo.

RO-383 E RO-010

Nas rodovias estaduais que ligam Cacoal a Rolim de Moura (RO-383) e Pimenta Bueno a Rolim de Moura (RO-010), Zé Jodan e Elias Rezende acompanharam as obras de recuperação executadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Os trechos ficaram bastante danificados após o desvio do trânsito para as rodovias estaduais, devido à interdição da ponte do Riozinho (BR-364) em novembro de 2018. Após um esforço conjunto entre o Governo de Rondônia e parlamentares, o Dnit assumiu a responsabilidade pela recuperação das duas rodovias.

Fonte: Secom-RO