Saúde recebe mais um lote de vacina coronavac em RO

As doses serão destinadas a imunizar de 27% dos idosos de 75 a 79 anos e 2% dos trabalhadores da Saúde.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) recebeu na Central Estadual de Rede de Frio, em Porto Velho, na tarde desta quarta-feira (10), 12.200 doses da vacina CoronaVac. Esta é a oitava remessa que o Governo Federal por meio do Ministério da Saúde, responsável pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, encaminha a Rondônia. As doses serão destinadas a imunizar de 27% dos idosos de 75 a 79 anos e 2% dos trabalhadores da Saúde.

A nova remessa será distribuída proporcionalmente aos habitantes dos 52 municípios, por meio das regionais de saúde. Para a Regional de Saúde de Ji-Paraná são destinadas 2.860 doses, 1.420 para a de Cacoal, 1.240 para a Regional de Saúde de Vilhena, 1.720 para a de Ariquemes, 1.460 para a Regional de Saúde de Rolim de Moura e 3,5 mil para a de Porto Velho.

Gradativamente Rondônia alcança os públicos que são considerados prioritários pelo Plano Nacional de Vacinação e avança para ampliar faixa etária imunizada. Em toda a região Norte, as doses foram destinadas para imunizar 100% dos idosos com 90 anos ou mais, 100% dos idosos de 80 a 89 anos, e agora começou a destinação para os de 75 a 79 anos.

Ainda conforme levantamento da Agevisa, até o momento as doses recebidas no Estado também foram destinadas para imunização de 78% dos trabalhadores da Saúde, 100% dos povos indígenas aldeados, 100% de pessoas a partir de 18 anos com deficiência e 100% dos idosos de 60 anos ou mais residentes em instituições de longa permanência.

De acordo com a diretora-geral da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, Rondônia recebeu até o momento 141.608 doses, sendo 124.608 da CoronaVac e 17 mil da AstraZeneca. A transparência da distribuição das vacinas aos municípios pode ser acompanhada pelo Painel Covid do Governo de Rondônia (https://covid19.ses

Profissionais da saúde de hospital em Porto Velho questionam sobre doses diferentes de vacina contra Covid-19

A denúncia foi feita por 35 servidores que ao invés de tomarem a segunda dose da CoronaVac, receberam doses da vacina Oxford.

Profissionais de saúde do Hospital Infantil Cosme Damião, em Porto Velho, denunciaram nesta terça-feira (23), que tomaram doses de vacinas diferentes contra a Covid-19. É o que disseram pelo menos 35 funcionários. De acordo com os servidores, ao invés de adquirirem a segunda dose da CoronaVac, os servidores receberam doses da vacina Oxford Astrazeneca. O governo de Rondônia já abriu investigação do caso.

Conforme o relato de vários servidores, na segunda-feira (22) foi marcado uma ‘campanha de vacinação’ interna na unidade, para os profissionais de saúde, e houve uma confusão e desorganização na hora de aplicar os imunizantes.

Isso porque dois vacinadores teriam sido enviados ao hospital, sendo um para aplicar a primeira dose de AstraZeneca (em funcionários que ainda não tinham sido imunizados), e outro vacinador para aplicar a segunda dose de CoronaVac (para aqueles que tomaram a primeira dose em janeiro).

Segundo relata um profissional de saúde que foi imunizado de forma errada, os vacinadores não teriam sido orientados e nem se atentaram ao frasco, aplicando assim o imunizante trocado em várias pessoas.

Fotos dos comprovantes de imunização, feitas pelos profissionais da saúde, mostram que a numeração dos lotes de vacinas aplicados nos servidores são diferentes. Segundo os servidores, o lote de n° 2010040 é da vacina CoronaVac e o lote de n° 4120Z005 é da Oxford Astrazeneca (veja imagem abaixo).

Comprovante de vacinação indica que n° de lotes aplicados são diferentes, dizem servidores da saúde em RO — Foto: Arquivo Pessoal
Comprovante de vacinação indica que n° de lotes aplicados são diferentes, dizem servidores da saúde em RO

“Mesmo a gente informando que era segunda dose da CoronaVac, muitas colegas tomaram a primeira dose de outra vacina [Oxford Astrazeneca], mesmo a gente falando ‘é minha segunda dose'”, disse o servidor, sem querer se identificar.

Outro profissional relata: “Não é a questão: ‘ah foi a colega que errou’. É porque um vacinador era responsável por uma vacina e a outro era responsável por outra. A questão é que não foi orientado direito, não foi esclarecido antes de aplicar os imunizantes”.

O servidor da saúde imunizado de forma errada também afirma não entender como houve essa troca na hora da aplicação, pois o lote entregue contém o nome no frasco, nome nas caixas e na nota fiscal.

“Na embalagem está escrito ‘vírus inativado’. A CoronaVac é de vírus inativado e a Oxford Astrazeneca é de vírus vivo”, explica.

“Tem muita gente apavorada, morrendo de medo. Tem colega que não para de chorar, desesperado, com medo e não sabe o que vai acontecer. A gente procura informação, o que já falou ontem é que a gente se lascou e tomou a vacina errada, é isso. E agora como a gente fica?”, questiona.

Em nota, a assessoria de imprensa do governo de Rondônia informou que a Secretaria de Saúde do estado já está investigando as denúncias sobre aplicação de “tipos de vacinas diferentes em profissionais da Saúde que atuam na linha de frente no Hospital Infantil Cosme e Damião”.

Ainda conforme reiterou o estado, a aplicação dos imunizantes é de responsabilidade das prefeituras e cabe aos municípios realizarem os treinamentos.

“Neste caso específico, a prefeitura de Porto Velho pediu apoio ao Hospital para aplicar as vacinas nos servidores da unidade. Os profissionais de Saúde inseridos no grupo prioritário, que possivelmente tenham recebido as doses, já estão sendo acompanhados e recebem toda a assistência”.

Já a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) também ressaltou que investiga o caso. “O Ministério da Saúde já foi comunicado. Por fim, a Semusa reitera seu compromisso em trabalhar com celeridade e transferência para elucidar os fatos, com respeito aos profissionais envolvidos bem como com a população de Porto Velho”, explica a nota.

Fonte: Assessoria

Anvisa autoriza importação de 6 milhões de doses da vacina chinesa

Imunizante da farmacêutica Sinovac é estudada pelo Instituto Butantan e encontra-se na fase três de pesquisa

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) comunicou nesta sexta-feira (23) que autorizou a importação de 6 milhões de doses da vacina Adsorvida Covid-19, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

A solicitação para a aquisição das doses foi feita pelo Instituto Butantã, que desenvolve estudo clínico do imunizante, atualmente na fase três de testagem. A vacina ainda não tem registro no Brasil.

No início da semana, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, comunicou que 46 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Sinovac seriam utilizadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde), após a aprovação da Anvisa.

A declaração, no entanto, não foi bem recebida pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou que a vacina chinesa não parece segura por “sua origem”. Ele afirmou que o “povo brasileiro não será cobaia” do imunizante chinês.

Segundo Bolsonaro, não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem. “Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, disse.

Além da Coronavac, existem outras vacinas contra a covid-19 em produção no Brasil, das quais o governo federal já fez acordo com a Universidade de Oxford para a fabricação de doses pela Fiocruz a partir de 2021. Está prevista a compra de 100 milhões de doses do imunizante no primeiro semestre de 2021 e mais 110 milhões na segunda metade do ano.

Fonte: R7

Doses de vacina contra poliomielite volta aos postos de saúde de Ariquemes

A ação do Dia ‘D’ foi remarcada para o dia 24 de outubro devido a falta de doses da vacina.

Vacina contra poliomielite está em falta em Toledo
Dose de vacina contra Poliomilite

Ariquemes (RO) recebeu 4,7 mil doses da vacina contra a poliomielite nesta segunda-feira (19). A imunização estava em falta na cidade e, por isso, a data do “Dia D” de multivacinação precisou ser alterada para o próximo sábado (24). No Brasil, a mobilização ocorreu dia 17 de outubro.

A demanda em Ariquemes é de vacinar cerca de 5 mil crianças. A campanha de multivacinação começou dia 6 de outubro com apenas 500 doses da vacina contra poliomielite em estoque.

As demais doses de vacinação estão sendo ofertadas nas unidades de saúde por meio de agendamento no call centrer. A campanha de multivacinação para atualizar o cartão de vacinas segue até 30 de outubro.

Pais e responsáveis precisam levar o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), além da carteira de vacinação. Também é preciso usar máscara e obedecer o distanciamento social imposto por causa da pandemia do novo coronavírus.

Público-alvo

O grupo alvo da vacinação contra a poliomielite são as crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para as crianças menores de um ano e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos de idade.

Já a da multivacinação, o público-alvo são as crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para esta última, são ofertadas todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança e do adolescente visando diminuir o risco de transmissão de enfermidades imunopreveníveis e reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal.

Vacina contra a poliomielite

  • A vacina é oferecida o ano inteiro em todos os postos de saúde.
  • Uma criança deve tomar ao menos três doses da vacina para estar imunizada: 1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; 3ª dose aos 6 meses.
  • Há um reforço da vacina aos 15 meses. Nesse reforço, são administradas duas gotinhas.
  • O Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais duas vezes ao ano. Mas a vacina pode ser aplicada a qualquer momento.

Fonte: Rede Amazônica

Doses de vacina contra poliomielite em Ji-Paraná e Ariquemes acabam

Ação no município do Vale do Jamari é alterada.

As doses da vacina contra a poliomielite acabaram em Ji-Paraná e Ariquemes. O município do Vale do Jamari, por exemplo, precisou alterar a data do “Dia D” de vacinação para 24 de outubro. O Dia Nacional da Vacinação ocorre no sábado (17) em todo país.

Em Ji-Paraná, a reposição das doses deve acontecer na próxima semana, mas o setor de imunização não informou quantas serão enviadas.

As 600 doses que foram disponibilizadas pelo Governo de Rondônia acabaram no município nesta semana. As primeiras imunizaram 12% da meta de vacinação contra a poliomielite. O objetivo é vacinar sete mil crianças menores de 5 anos. A campanha de multivacinação para atualizar o cartão de vacina na cidade segue em curso.

No caso de Ariquemes, município do Vale do Jamari, a data do “Dia D” de vacinação precisou ser alterada para o dia 24 de outubro por causa da falta da dose.

Segundo a gerência de Vigilância em Saúde, para a campanha que começou no último dia 6 de outubro, a cidade recebeu apenas 500 doses que deram para dois dias de vacinação. O município tem cerca de 5 mil crianças na faixa etária que precisa ser vacinada.

A previsão é de que o Ministério da Saúde envie para Rondônia mais doses da vacina dia 22 de outubro.

Vacina contra a poliomielite

  • A vacina é oferecida o ano inteiro em todos os postos de saúde.
  • Uma criança deve tomar ao menos três doses da vacina para estar imunizada: 1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; 3ª dose aos 6 meses.
  • Há um reforço da vacina aos 15 meses. Nesse reforço, são administradas duas gotinhas.
  • O Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais duas vezes ao ano. Mas a vacina pode ser aplicada a qualquer momento.

Fonte: Rede Amazônica